Trecho da orla de Santarém é interditado para obras de manutenção na estrutura

(Foto: Reprodução) – A Prefeitura de Santarém, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), interditou um trecho da orla da cidade, localizado nas proximidades do Centro Cultural João Fona, para a realização de obras de manutenção na estrutura.

A interdição foi feita por meio de manilhas e tem como objetivo isolar a área da circulação de pessoas e veículos, enquanto acontece a manutenção.

Segundo o titular da pasta de Infraestrutura Sérgio Melo, o problema foi na base. “A orla já tem mais de vinte anos e apresentou problema estrutural na base dela. A força da água foi lavando o fundo das vigas e elas cederam, havendo um deslocamento da parte superior. Até que nós cheguemos a uma solução definitiva, tivemos que interditar o espaço para garantir a segurança das pessoas”, afirmou o secretário.

A princípio, a Prefeitura busca empresas especializadas em escoramentos. Escoras são peças metálicas que ficam presas no chão e parede da estrutura.

Sergio Melo afirma que a interdição era necessária para que os trabalhos prossigam para próximas etapas. “Nós estamos em contado com o Ministério Público, com o objetivo de conseguir a verba necessária para recompor a orla. Enquanto isso, a gente alerta e pede cuidado da população ao andar ou conduzir veículos por aquele local”.

Fonte: Impacto com informações da Seminfra e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:50:49

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Dia Internacional da Mulher e a Lei Maria da Penha: Avanços e retrocessos – O que comemorar?

(Foto: Reprodução) – A Lei Maria da Penha, em vigor desde 22 de setembro de 2006, dá cumprimento à Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher – conhecida como Convenção de Belém do Pará.

Esse tratado internacional foi o primeiro a criminalizar a violência contra a mulher, principalmente a sexual, tendo sido ratificado pelo Brasil em 1994 e entrando em vigor no país em 27 de dezembro de 1995. A Convenção de Belém do Pará é a base da Lei Maria da Penha e continua sendo a principal referência para o entendimento sociojurídico dessa legislação. Considerando que, em 2025, Belém sediará novamente a Convenção, em comemoração aos seus 31 anos, é importante questionar: quais foram os avanços e conquistas significativas dessa norma: A mulher está, de fato, mais segura e protegida desde sua implementação? Esse é o grande paradoxo: do ponto de vista prático, pouco ou quase nada mudou. O número de feminicídios continua crescendo, atingindo mulheres de todas as faixas etárias. Um exemplo recente foi o assassinato brutal da adolescente Vitória Regina, que sofreu tortura, teve seus cabelos raspados e foi decapitada – um crime cruel e sem precedentes. O que leva uma pessoa a praticar tamanha atrocidade?

A ilusão da solução penal tem levado o país a conviver com a insegurança todos os dias. Ao longo de quase duas décadas, o legislador brasileiro introduziu diversas mudanças na Lei Maria da Penha para torná-la mais rígida, acreditando que o aumento das penas inibiria a criminalidade contra as mulheres. No entanto, os resultados demonstram que essa estratégia não tem sido eficaz. Como qualquer outra legislação penal, a lei tem um papel preventivo, buscando desencorajar a prática criminosa. Porém, quando o crime já foi consumado, resta apenas o isolamento e a punição do agressor, a denominada prevenção especial – que, muitas vezes, sequer ocorre, intensificando o sofrimento das famílias. Além disso, o Estado não oferece medidas eficazes para mitigar os danos irreparáveis causados pelo crime no âmbito familiar e social. É mais comum observar campanhas voltadas para a proteção dos direitos dos agressores do que ações que garantam o amparo às vítimas e seus familiares.

Em 2019, a Lei Maria da Penha passou por diversas mudanças, incluindo a extensão de sua aplicação a mulheres transexuais, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mais recentemente, a Lei nº 14.994/2024 tornou o feminicídio um crime autônomo e elevou a pena máxima para 40 anos. Mas será que o remédio para estancar a violência contra a mulher é apenas endurecer as leis? A ciência do Direito Penal já demonstrou que o aumento das penas, por si só, não reduz a criminalidade. Se essa lógica fosse verdadeira, a pena de morte teria eliminado a violência em países que a adotam – o que claramente não aconteceu. Qual o verdadeiro caminho para reduzir a violência? A violência contra a mulher é uma manifestação de um problema estrutural mais amplo. Pergunta-se: como enfrentar esse problema de maneira eficaz? Como reduzir os índices de feminicídio? Como garantir que as mulheres se sintam verdadeiramente seguras?

Antes de qualquer medida legislativa, é fundamental analisar a funcionalidade das instituições responsáveis pela segurança pública. No Brasil, a segurança tem sido tratada como uma política de governo, e não de Estado. Sem bases científicas, sem investimentos adequados e sem planejamento, as ações tornam-se meros paliativos. A segurança pública precisa ser pensada de forma complexa e integrada, com altos investimentos tecnológicos, formação de qualidade para os agentes, criação de bancos de dados baseados em inteligência artificial e modernização das delegacias e a reestruturação das Polícias Científicas dos Estados membros.

Além disso, a cooperação entre instituições precisa ser fortalecida. Hoje, o sistema funciona de maneira fragmentada, herméticas: polícias civis e militares atuam separadamente; Ministérios Públicos e Tribunais operam de forma burocrática e pouco dialogam entre si; a Polícia Federal mantém uma postura elitizada, sem se envolver com o crime desorganizado; defensorias públicas não conseguem atender à crescente demanda da população concomitante a falência do Sistema Prisional. Esse isolamento institucional enfraquece a segurança pública e impede uma atuação eficiente no combate à criminalidade que expande suas atividades para além das fronteiras do nosso Estado.

Outro fator preocupante é o colapso das instituições informais de segurança, como família, escola e religião. A desestruturação familiar resulta na perda do poder parental e no aumento da delinquência juvenil. A liberdade sem limites, o uso de álcool e drogas entre adolescentes, muitas vezes tolerado pelos pais, amplia os conflitos domésticos e sobrecarrega as instituições policiais com chamados que poderiam ser evitados. Paralelamente, a crise educacional transformou escolas públicas em ambientes de risco, onde professores sofrem agressões e alunos convivem com a violência diária. A falta de valores familiares reflete-se na perda do respeito pela fé cristã e pelo convívio social, agravando ainda mais o cenário de insegurança com o rompimento desses pilares. Por derradeiro, não é normal a intervenção policial no seio familiar com desavenças rotineiras, especialmente agressões contra a mulher. Também não é comum a criação de Rondas Escolares e a Patrulha Maria da Penha, essas situações expressam o fracasso da Segurança Pública ante as medidas e o modelo adotado.

A ilusão do punitivismo perpassa pela crença de que leis severas são a solução para todas as mazelas sociais. Infelizmente, no Brasil, predomina essa ilusão. Basta observar a imensa quantidade de leis em vigor. A solução para qualquer problema social tem sido a criação de novas leis penais e o endurecimento das penas. No entanto, não há estudos sociológicos aprofundados sobre os efeitos reais dessas normas no cotidiano da população. O mesmo ocorre com a Lei Maria da Penha: apesar das alterações legislativas, a criminalidade contra a mulher continua alarmante. Para alguns defensores da lei, esse aumento é reflexo do maior encorajamento das vítimas para denunciarem seus agressores. No entanto, essa tese não convence todos os especialistas. É necessário uma reflexão, uma análise dos efeitos latentes da norma em vigor no ordenamento jurídico, será que efetivamente cumpriu seu papel para a qual foi criada? com a entrada em vigor da lei houve de fato redução dos crimes contra a mulher? Na primeira análise a resposta parece ser negativa.

A redução da criminalidade exige um estudo criterioso das suas causas. Não basta punir; é preciso compreender por que o feminicídio ocorre. Sem esse diagnóstico, todas as mudanças legais serão inócuas. Entre os fatores que impulsionam a violência contra a mulher, destacam-se: Problemas culturais e estruturais; Desemprego e falta de oportunidades; Uso de álcool e drogas; Traições e conflitos conjugais; Educação de baixa qualidade; Falta de acessibilidade a serviços públicos essenciais, dentre outros.

O Congresso e o governo tentam combater a violência contra a mulher apenas com políticas criminais. No entanto, a solução passa, necessariamente, por medidas não penais. O Brasil precisa de políticas públicas híbridas, que combinem segurança com desenvolvimento social. Não se trata de abolicionismo penal – leis e penas duras são necessárias –, mas de reconhecer que, sem emprego, renda, educação de qualidade, acesso à saúde e suporte à infância, a criminalidade continuará crescendo. Além dos discursos, medidas concretas devem ser aplicadas. O governo e o Congresso preferem investir em campanhas publicitárias, viaturas cor-de-rosa para delegacias da mulher e programas de acolhimento temporário para vítimas de violência doméstica. Mas essas ações são paliativas e de viés político. O problema exige soluções estruturais, como investimentos robustos em saúde, educação, geração de empregos e creches para que as mulheres possam trabalhar com segurança.

Embora a Lei Maria da Penha tenha sua importância, não se pode ocultar que a violência contra a mulher continua em níveis alarmantes. A cada dia, novas vítimas perdem a vida de maneira brutal, evidenciando a fragilidade da proteção oferecida pelo Estado. No Dia Internacional da Mulher, pouco há a se comemorar quando a realidade escancara a vulnerabilidade feminina e a ineficácia das medidas atuais. A criminalidade não será reduzida com discursos hipócritas ou medidas superficiais. É necessária a atuação firme do Estado, não apenas com repressão, mas com políticas sociais que garantam dignidade e segurança para todas as mulheres. A lei não pode ser vista como uma redoma de ferro capaz de promover a proteção e segurança para todas as mulheres, assim, o que temos de concreto são só lágrimas, lembrando que o Estado é o único responsável pela força de repressão social que exerce com auxílio das polícias e da Justiça Institucional.

*Nota sobre o Autor:

É Advogado regularmente inscrito na OAB – Pa, sob o nº 4725, Professor de Direito penal com Pós Graduação em Ciências Penais com Extensão ao Magistério Superior, Pós graduação em Direito Constitucional, Pós Graduação Latu Sensu MBA pela Faculdade Cândido Mendes – Rj em Segurança Pública, Pós graduação Latu Sensu pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Pucres – em Segurança pública, ex-Delegado de Polícia Civil, ex-Defensor Público.

Fonte: Carlos Augusto Mota Lima – Advogado e Especialista em Segurança Pública e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:46:33

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Santarém- Trio é preso suspeito de tráfico de drogas

(Foto: Reprodução) – Na madrugada de terça-feira (11) um trio foi preso na Avenida Bartolomeu de Gusmão, bairro Jardim Santarém, em Santarém.

Conforme as diligências, um homem identificado como Jodemilson Rego Dias, 25 anos, e mais duas mulheres, por nomes de Beatriz Oliveira da Costa e Bruna Poliana Ferreira dos Santos, estavam comercializando entorpecentes.

A ação policial foi realizada pelo 3º Batalhão de Polícia Militar.

“Então já sabíamos do evadido do sistema penal e local onde estaria, além de informações que lá funciona uma ‘boca de fumo’. A PM ao comando do Sgto Rêgo conseguiu localizá-lo e mulheres com crianças, haja vista, que o Conselho Tutelar foi acionado”, disse o Tenente Emídio.

Na residência utilizada para a comercialização do tráfico de drogas, os militares encontraram entorpecentes, celulares, balança de precisão, dinheiro, e outros objetos para a fabricação.

As suspeitas foram abordadas em via pública, e com elas foi encontrado drogas. O indivíduo já é conhecido da polícia e possui um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execução Penal, espécie regressão cautelar pelo crime de roubo, artigo 157, pena restante de 7 anos e 8 meses.

Em seguida, a PM efetuou o encaminhamento do evadido juntamente as mulheres suspeitas aos procedimentos cabíveis na 16 ª Seccional de Polícia Civil.

Fonte: Impacto- colaborou Portal Encontro das Águas – Wandra Trindade e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:44:39

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Oficiala é agredida por PM enquanto cumpria mandado no Dia da Mulher

(Foto: Reprodução) – Uma oficiala de justiça denunciou ter sido agredida com cabeçadas e socos por um sargento da Polícia Militar de MG enquanto cumpria um madado na tarde deste sábado, 8, no Dia Internacional da Mulher.

O fato ocorreu em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A vítima, Maria Sueli Sobrinho, de 48 anos, relatou que o policial proferiu uma cabeçada e um soco no rosto, a deixando atordoada e precisando de atendimento médico.

Segundo ela, estava cumprindo ummandado judicial de rotina quando foi informada pelo policial que a pessoa intimada seria ele. No entanto, ao conferir a documentação, a oficial constatou que o nome não correspondia ao indicado no mandado.

Foi então que o sargento da PM se apresentou como sendo o destinatário da intimação, mas em seguida apontou para um homem que seria, supostamente, seu enteado, afirmando que ele era o verdadeiro intimado.

Ao questionar o porquê da informação errada, a oficial afirmou que o sargento começou a se tornar agressivo e a se aproximar de maneira intimidadora.

Quando avisou que poderia chamar uma viatura caso sofresse qualquer agressão, o policial respondeu “toma aqui sua viatura” e desferiu uma cabeçada contra o rosto dela.

Em seguida, o PM ainda teria dado um soco na oficiala, que caiu no chão, atordoada com o impacto. Segundo Maria Sueli, o agressor ironizou a situação e afirmou que aquilo “era só lesão corporal” e que “não daria em nada” para ele.

Mesmo ferida, a oficial conseguiu se levantar e ligou para seu marido, que seria major da Polícia Militar, pedindo auxílio. O agressor fugiu antes da chegada da viatura, mas foi localizado horas depois e detido por militares do 48º Batalhão da PM/MG.

Polícia Militar se manifesta sobre o caso

A PM/MG divulgou nota oficial informando que o agressor é um policial militar que estava fora do horário de serviço. Segundo a corporação, ele foi preso em flagrante e todas as providências foram adotadas tanto pela Polícia Judiciária quanto pela Polícia Judiciária Militar.

“Em relação à ocorrência em Ibirité, na Região Metropolitana de BH, envolvendo uma oficial de Justiça, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da 2ª Região de Polícia Militar (2ª RPM), informa tratar-se de policial militar fora do horário de serviço, preso em flagrante, e que todas as providências, tanto de Polícia Judiciária quanto de Polícia Judiciária Militar, foram adotadas pela corporação”, diz a nota.

TJ/MG e CNJ repudiaram a agressão

Diante da repercussão do caso, o TJ/MG emitiu uma nota repudiando veementemente a agressão sofrida pela oficiala. O Tribunal classificou o fato como inaceitável, ressaltando a gravidade da violência, especialmente por ter ocorrido no Dia Internacional da Mulher.

“A servidora foi agredida quando cumpria o seu dever funcional e necessitou de atendimento médico. O fato é inaceitável e causa indignação, sobretudo por ter ocorrido no dia que simboliza a luta das mulheres por respeito e igualdade.”

A Corte também afirmou que acompanhará de perto a apuração do caso e prestará total apoio à oficiala agredida. O Gabinete de Segurança Institucional do TJ/MG foi acionado após o ocorrido, reafirmando o compromisso do tribunal com a proteção dos seus servidores.

O tribunal ainda informou que convocará uma reunião com o sindicato da categoria para discutir medidas de segurança para os oficiais de justiça, visando preservar sua integridade física e moral durante o cumprimento de suas funções.

O CNJ também repudiou a agressão e destacou que o caso não pode ser tratado apenas como um episódio isolado de violência contra um servidor da Justiça, mas também como uma grave violência de gênero.

“Além de ser uma agressão à Justiça, o caso se torna ainda mais grave por constituir, também, uma agressão contra uma mulher que desempenhava o seu trabalho. Todo tipo de violência contra mulheres é inadmissível e não pode ser tolerado.”

O órgão garantiu que o Departamento Nacional de Polícia Judicial acompanhará o caso junto ao TJ/MG para assegurar que o agressor seja devidamente responsabilizado.

Fonte: Migalhas Jurídicas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:40:12

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MPF apura irregularidades em autorização de dragagem do Rio Tapajós

(Foto: Reprodução) – O Ministério Público Federal (MPF) solicita esclarecimentos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) sobre a autorização concedida para a dragagem (retirada de bancos de areia) no Rio Tapajós.

O rio está localizado entre os municípios paraenses de Santarém e Itaituba. A autorização para a dragagem, válida até 12 de fevereiro de 2026, foi concedida sem consulta prévia aos povos indígenas e comunidades tradicionais da região e sem os estudos ambientais exigidos por lei.

A denúncia do início das atividades no rio partiu de lideranças indígenas do Baixo Tapajós, que informaram ao MPF sobre a operação de dragas na área, inclusive com vídeos que mostram embarcações atuando na comunidade de Prainha, dentro da Floresta Nacional do Tapajós. Os indígenas reafirmam que não foram consultados sobre o empreendimento, o que viola o direito à Consulta Livre, Prévia e Informada, previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na legislação brasileira.

Impactos – A dragagem pode afetar gravemente o ecossistema do Rio Tapajós, incluindo o Tabuleiro de Monte Cristo, no município de Aveiro, onde há a reprodução de quelônios, como da tartaruga-da-Amazônia.

Outro impacto da dragagem do Rio Tapajós é a área denominada “bota-fora”, ou seja, o local onde são despejados os sedimentos resultantes das atividades de dragagem. De acordo com a Marinha do Brasil, essa área afeta diretamente as comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arpiuns e da Flores Nacional (Flona) do Tapajós, principalmente porque os sedimentos permanecem por tempo indeterminado em seu estado natural ou transformado. “Não há como autorizar eventual obra na região em detrimento da segurança da navegação e sem causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana local”, diz uns dos trechos do documento enviado ao MPF pela Capitania Fluvial de Santarém.

Descumprimento de normas – Em nota técnica emitida em outubro de 2024, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) alerta para impactos como a interrupção da migração de tartarugas, colisões com embarcações e prejuízos ao processo reprodutivo, devido ao tráfego intenso. O documento recomenda a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima), além da participação do Ibama no processo de licenciamento, o que não foi observado pela Semas.

De acordo com o MPF, a autorização concedida pela Semas ao Dnit contraria a exigência legal de prévio procedimento de licenciamento ambiental para obras e atividades potencialmente poluidoras. Na avaliação do procurador da República Vítor Vieira Alves, responsável pelo caso, não há fundamento jurídico que ampare a substituição das licenças ambientais por tal autorização.

O MPF também aponta irregularidades na conduta do Dnit, que, após não acatar a recomendação, protocolou novo pedido emergencial à Marinha, dispensando relatório ambiental. O órgão também demorou cinco meses para enviar documentos requisitados, muitos dos quais apresentaram falhas de acesso. A Semas, por sua vez, não respondeu às solicitações do MPF sobre a exigência de EIA/Rima e a realização de audiência pública.

Medidas – Diante dos fatos, o MPF determinou o envio de ofícios à Semas, ao Dnit e à Capitania Fluvial de Santarém e 4º Distrito Naval, com prazo de 48 horas para esclarecimentos. Entre as exigências estão:

À Semas: explicar os fundamentos jurídicos utilizados para a concessão de autorização em caráter emergencial e comprovar anuência da Marinha;
Ao Dnit: apresentar documentos do processo, especialmente o pedido feito à Semas para obtenção da autorização;
À Marinha: informar se houve anuência à dragagem e, caso contrário, detalhar medidas para cessar as operações.

Atuação do MPF – O MPF acompanha a situação desde junho de 2024, quando abriu inquérito civil para apurar o projeto de dragagem e hidrovia no Rio Tapajós pelo Dnit. Naquele ano, o MPF emitiu a recomendação, na qual pediu a suspensão do licenciamento ambiental e de qualquer obra no local até a realização de consulta aos povos afetados. A recomendação foi acatada apenas pela Marinha do Brasil, que suspendeu os trâmites relacionados ao projeto. Tanto o Dnit quanto a Semas não a atenderam.

Apesar da discussão jurídica sobre as irregularidades do processo, a Semas emitiu a autorização em 12 de fevereiro de 2025, apenas 10 dias úteis após o pedido do Dnit.

A medida contraria não só a recomendação, mas também decisão liminar da Justiça Federal, em resposta a ação civil pública movida pelo MPF, contra o estado do Pará e o município de Santarém. A sentença determinou a realização de estudo prévio de impacto ambiental (EIA/Rima), além de outros estudos, e a realização de consulta aos povos e comunidades tradicionais impactados, antes de qualquer licenciamento de hidrovias na região.

Inquérito Civil nº 1.23.002.000697/2024-24

Fonte: MPF/PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:37:15

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MEC lança programa para ampliar acesso de estudantes ao ensino técnico

(Foto: Reprodução) – O Ministério da Educação lançou na segunda-feira (10) em Natal (RN), o Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, chamado de Partiu IF.

O lançamento ocorreu durante o anúncio da criação da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP).

Este programa oferecerá aulas e atividades de reforço educacional a estudantes selecionados da rede pública, especialmente àqueles em situação de vulnerabilidade, para que acessem o ensino oferecido pela rede federal, que em 2024 tinha 685 unidades.

O objetivo da política é preparar os estudantes para as provas de seleção dos institutos federais e, desta forma reduzir, desigualdades educacionais. Em cerimônia na tarde de hoje, o ministro da Educação, Camilo Santana, adiantou que cada estudante terá a ajuda de custo para permanência no curso de R$ 200 por mês, durante oito meses.

“Nós também vamos dar uma bolsa no mesmo valor do Pé-de-Meia para os alunos que vão fazer o cursinho do Partiu IF em todo o Brasil”, destacou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Público-alvo

O programa Partiu IF pretende ampliar as oportunidades educacionais de acesso e permanência na educação profissional técnica de nível médio. O foco será a recuperação das aprendizagens de estudantes que enfrentaram desigualdades étnico-raciais na educação.

O ministro Camilo Santana apontou que terão prioridade na seleção de alunos: os jovens negros, quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência. Os estudantes ainda precisam ter renda familiar per capita de até um salário mínimo. Atualmente, R$ 1.518.

Para Camilo Santana, a questão é de equidade e justiça social na educação a todos os brasileiros.

“É uma forma de dar oportunidade para aqueles jovens que não estão bem preparados. Será um reforço para esse jovem do 9º ano se preparar para fazer a seleção para a prova do instituto federal”.

Meta

A iniciativa pretende preparar até 2027 cerca de 78 mil estudantes do 9º ano do ensino fundamental da rede pública que desejam ingressar nos cursos técnicos integrados ao ensino médio, oferecidos na rede federal. O investimento do MEC será de R$ 463 milhões.

Somente para 2025, serão ofertadas 26 mil vagas a estudantes que estão no último ano do fundamental II. Ao todo, o custo estimado do programa para o biênio 2024-2025 é de R$ 115,8 milhões.

Aulas

O Partiu IF tem dois eixos de formação: Ciclo Básico e Formação Suplementar. A carga horária total é de 320 horas. O primeiro eixo é formado por: linguagem, matemática e ciências naturais. As habilidades e competências a serem recompostas estão relacionadas ao currículo da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que aderirem ao programa. No ciclo básico, também serão ofertadas oficinas de redação.

Além do suporte acadêmico, o programa prevê formação suplementar com apoio social. Este eixo possui atividades voltadas ao acompanhamento psicopedagógico dos estudantes, monitoramento do progresso acadêmico e emocional dos participantes, orientação individual e/ou em grupo para abordar desafios específicos para construir um ambiente comunitário.

O ministro da Educação adiantou que as aulas vão começar a partir do próximo sábado (15) e que serão montadas cerca de 650 turmas com os alunos do público-alvo.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:34:25

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No Pará, programa do Ministério das Comunicações forma 200 alunos em informática

(Foto: Reprodução) – O curso conta com as parcerias do Instituto Descarte Correto, onde funciona o Centro de Recondicionamento de Computadores CRC do Amazonas e da prefeitura local.

Em Concórdia, no Pará, 200 alunos receberam certificado de conclusão de informática básica, através do programa Computadores para a Inclusão do Ministério das Comunicações. A formatura aconteceu no fim de fevereiro e é um dos esforços da pasta para levar inclusão digital nos locais mais remotos do país.

“Levar inclusão e letramento digital é o principal objetivo do programa Computadores para a Inclusão. Para essa formação, tivemos apoios importantes para dar aos alunos dessa região remota do país, a oportunidade de especialização de forma consciente, sustentável e com maiores oportunidades no mercado de trabalho”, disse Juscelino Filho, ministro das Comunicações.

O curso conta com as parcerias do Instituto Descarte Correto, onde funciona o Centro de Recondicionamento de Computadores CRC do Amazonas e da prefeitura local. Além do conteúdo tecnológico, os alunos também receberam aprendizados na área de desenvolvimento socioambiental.

“A educação é o caminho para um futuro mais sustentável. Ver esses jovens se qualificando e se tornando multiplicadores do conhecimento é motivo de grande satisfação para todos os envolvidos”, destacou Maria de Fátima, mãe do aluno Lucas Lima.

O Ministério das Comunicações, através do CRC Amazonas, segue ampliando seu impacto na região amazônica, promovendo projetos que unem educação, tecnologia e responsabilidade ambiental. O programa também reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a formação de cidadãos mais conscientes e preparados para os desafios ambientais da atualidade.

Sobre o programa

O programa tem como objetivo apoiar e viabilizar iniciativas de promoção da inclusão digital por meio dos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRC) — espaços físicos adaptados para o recondicionamento de equipamentos eletroeletrônicos feitos por jovens.

O programa ainda ajuda no descarte correto dos resíduos eletrônicos, que se tornam nocivos ao meio ambiente se não tiverem destinação adequada após serem utilizados.

Nos CRCs os alunos frequentam diversos cursos, como informática básica, intermediária e avançada; manutenção e recondicionamento de computadores; montagem; desenvolvimento e programação; software e empreendedorismo; e mídias digitais.

 

Fonte: Mateus Souza – Ascom Ministério das Comunicações e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:25:00

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Chuvas devem predominar ao longo da semana em Marabá

(Foto: Reprodução) – Hoje, terça-feira (11/3), o dia será de sol entre nuvens, com chuvas passageiras ao longo do dia e da noite.

A previsão do tempo para Marabá, no sudeste do Pará, indica uma semana marcada por chuvas frequentes e temperaturas elevadas. De acordo com os institutos meteorológicos, o período entre os dias 11 e 17 de março será caracterizado por pancadas de chuva intercaladas com períodos de sol, condição típica da estação chuvosa na região.

Hoje, terça-feira (11/3), o dia será de sol entre nuvens, com chuvas passageiras ao longo do dia e da noite. As temperaturas devem variar entre 22°C e 31°C. Já na quarta-feira (12/3), o cenário se mantém semelhante, com aumento na intensidade das precipitações no período da tarde e máxima de 30°C.

Para quinta-feira (13/3), há previsão de céu nublado e chuvas esparsas, especialmente no final da tarde e à noite. As temperaturas seguirão na faixa dos 23°C a 30°C. Na sexta-feira (14/3), as pancadas de chuva serão mais intensas à tarde, mas o sol pode aparecer em alguns momentos. A mínima prevista é de 23°C, e a máxima pode chegar a 31°C.

O final de semana seguirá instável. No sábado (15/3), o dia deve começar chuvoso, com aberturas de sol à tarde e novas pancadas de chuva à noite. As temperaturas oscilarão entre 23°C e 30°C. No domingo (16/3), a previsão aponta tempo nublado, com chuvas a qualquer momento e máxima de 31°C.

Para segunda-feira (17/3), o prognóstico indica céu encoberto, com chuvas recorrentes e aumento na intensidade das precipitações ao longo da noite. As temperaturas devem variar entre 24°C e 30°C.

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:11:58

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Ex-presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte é preso por assassinatos em ‘guerra contra as drogas’

Ex-presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, em foto de 2020. — Foto: King Rodriguez/ Malacanang Presidential Photographers Division/ AP

Duterte, que governou o país entre 2016 e 2022, tinha mandado de prisão contra ele expedido pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade.

O ex-presidente das Filipinas Rodrigo Duterte foi preso nesta terça-feira (11). Duterte tinha um mandado de prisão expedido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), que o acusa de crimes contra a humanidade, segundo o governo filipino.

Duterte foi detido no aeroporto internacional de Manila, capital do país, após chegar de Hong Kong, e está sob custódia, segundo um comunicado do gabinete do presidente Ferdinand Marcos. O TPI tem investigado os assassinatos em massa ocorridos na “guerra às drogas” do governo Duterte, entre 2016 e 2022.

A prisão foi inesperada e causou um tumulto no aeroporto, onde advogados e assessores de Duterte protestaram por terem sido impedidos de se aproximar dele após sua detenção. “Isso é uma violação de seu direito constitucional”, disse o senador Bong Go, aliado próximo de Duterte, a jornalistas.

O mandado de prisão enviado pelo TPI às autoridades filipinas afirma que “há razões para acreditar que os ataques às vítimas foram tanto generalizados quanto sistemáticos: ocorreram ao longo de vários anos e milhares de pessoas parecem ter sido mortas”.

Após a prisão, Duterte pediu para ser julgado nas Filipinas e disse que não tem absolutamente nada a perder. “Se eu cometi um pecado, julguem-me em um tribunal filipino”, afirmou. Segundo a mídia filipina, o ex-presidente embarcou ainda nesta terça em um voo para Haia, na Holanda, onde fica o TPI.

Horas após a detenção, um pedido para que as autoridades filipinas parem de cooperar com o TPI foi protocolado na Suprema Corte do país por um advogado. As agências de notícias não deram indicações de que esse advogado tenha alguma relação com a defesa de Duterte.

A “guerra às drogas” foi a principal bandeira de campanha de Duterte, levando o ex-promotor, conhecido por sua postura implacável contra o crime, ao poder em 2016. Ele rapidamente cumpriu suas promessas inflamadas de eliminar milhares de traficantes e usuários de drogas. (Leia mais abaixo)

Duterte sempre afirmou que ordenou a polícia a matar apenas em legítima defesa e defendeu repetidamente sua repressão, dizendo que estava disposto a “apodrecer na cadeia” se isso significasse livrar as Filipinas das drogas.

O documento ainda afirma que, embora Duterte não seja mais presidente, ele “aparenta continuar exercendo considerável poder”.

“Tendo em mente o risco resultante de interferência nas investigações e na segurança de testemunhas e vítimas, o tribunal considera que a prisão do Sr. Duterte é necessária.”

A prisão de Duterte ocorre após anos de provocações ao TPI, desde que ele retirou unilateralmente as Filipinas do tratado fundador do tribunal em 2019 após o início das investigações sobre os assassinatos sistemáticos de suspeitos de tráfico de drogas em seu governo.

Se for transferido para Haia, Duterte poderá se tornar o primeiro ex-chefe de Estado da Ásia a ser julgado pelo TPI.

A prisão de Duterte gerou reações mistas entre os filipinos. Apoiadores do ex-presidente se manifestaram contra a detenção, enquanto famílias das vítimas da repressão se emocionaram.

“Este é um grande e muito esperado dia para a Justiça. Agora sentimos que a Justiça está sendo feita. Esperamos que os altos oficiais da polícia e os centenas de policiais envolvidos nos assassinatos ilegais também sejam presos e punidos”, afirmou à AP Randy Delos Santos, tio de um adolescente morto pela polícia durante uma operação antidrogas em agosto de 2017 na região metropolitana de Manila.

Assassinatos em áreas pobres

O gabinete da presidência ainda não esclareceu os próximos passos para Duterte, e não está claro quais acusações específicas o TPI apresentou contra ele.

Segundo a polícia, 6.200 suspeitos foram mortos durante operações antidrogas que teriam terminado em tiroteios. No entanto, ativistas dizem que o verdadeiro número de mortos foi muito maior, incluindo milhares de usuários de drogas em comunidades carentes, muitos deles marcados em “listas de observação” locais e mortos em circunstâncias misteriosas.

O procurador do TPI afirma que até 30.000 pessoas podem ter sido assassinadas pela polícia ou por indivíduos não identificados.

A polícia nega as acusações de execuções sistemáticas e acobertamentos feitas por grupos de direitos humanos.

A prisão de Duterte ocorre após anos de provocações ao TPI, desde que ele retirou unilateralmente as Filipinas do tratado fundador do tribunal em 2019, quando começaram as investigações sobre os assassinatos sistemáticos de suspeitos de tráfico de drogas em seu governo.

O TPI investiga supostos crimes contra a humanidade e alega ter jurisdição sobre crimes ocorridos enquanto o país ainda era membro. O governo filipino se recusava a cooperar, mas a administração de Marcos mudou de postura em novembro, sinalizando que cumpriria um eventual mandado de prisão.

Isso ocorreu poucas horas depois de Duterte, em uma audiência legislativa, desafiar o TPI a “se apressar” com sua investigação.

“Já estou velho, posso morrer em breve. Vocês podem perder o prazer de me ver de pé diante do tribunal ouvindo o veredicto, seja ele qual for”, disse Duterte, acrescentando que assumia total responsabilidade pelo que aconteceu.

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:11:58

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Etanol fica mais vantajoso para quem abastece no Pará, aponta pesquisa

(Foto: Reprodução) – Os dados da pesquisa indicam que em fevereiro a média do etanol foi de 4,7, um percentual de 69% em relação à gasolina que registrou uma média de 6,9

Um levantamento realizado pela ValeCard identificou que, apesar de registrar um aumento no último mês, o etanol se tornou mais vantajoso para quem abastece no Pará. Esse movimento acontece quando o preço desse combustível é igual ou menor que 70% do valor cobrado pelo litro da gasolina, atualmente esse percentual é de 69%, segundo a pesquisa. Para o proprietário de postos de abastecimento na capital paraense Raphael Gonçalves, esse é um movimento sazonal influenciado por uma boa safra de cana-de-açúcar, uma das matérias-primas do etanol.

Os dados da pesquisa indicam que em fevereiro a média do etanol foi de 4,7, um percentual de 69% em relação à gasolina que registrou uma média de 6,9. Além do Pará, outros estados da região norte também apresentaram desempenhos bons nessa comparação. No Amazonas o percentual foi de 67%, e no Acre os números apontam 61%.

Na análise nacional, todos os combustíveis demonstraram uma trajetória de alta, mas, enquanto a gasolina e o diesel perderam fôlego na segunda quinzena de fevereiro, o etanol manteve a trajetória de crescimento. A comparação do preço médio dos três no país indica que a gasolina subiu 2,45% no mês, o etanol avançou 3,86% e o diesel-S10 de 4,28%.

O proprietário de alguns postos de combustível em Belém, Raphael Gonçalves, acredita que o cenário vantajoso do etanol se deve a uma boa safra da matéria-prima do combustível, como, por exemplo, a cana-de-açúcar. O resultado disso, segundo ele, é “uma alta na venda de etanol em cerca de 20% a 30% no mês de janeiro e fevereiro”.

“Esse é um movimento sazonal, o preço de etanol flutua durante o ano de acordo com a safra da cana-de-açúcar, então quando a safra está em um momento bom, o preço normalmente tende a baratear, e começa a compensar a baixa de etanol, o preço dele começa a valer a pena em relação ao o consumo do carro”, explica Gonçalves.

O estudo também destaca o impacto do reajuste no recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no último mês. “Na primeira metade de fevereiro, a gasolina chegou a subir R$ 0,175 por litro, atingindo R$ 6,505, mas desacelerou na segunda quinzena, fechando o mês em R$ 6,502. Já o etanol teve um comportamento diferente: o litro subiu R$ 0,219 (5,12%) nos primeiros 13 dias do mês, chegando a R$ 4,502, e seguiu em alta até atingir R$ 4,513 no fim de fevereiro”, diz trecho da pesquisa.

 

Fonte: Mateus Souza – O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:09:03

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