Período proibitivo de queimadas em MT terá prazos distintos para Amazônia, Cerrado e Pantanal em 2025; entenda

Pontos turísticos em Chapada dos Guimarães (MT) são fechados após incêndios na região — Foto: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso

A medida leva em conta as previsões climáticas para este ano, que indicam maior risco de incêndios florestais devido ao tempo mais seco e prolongado em diferentes regiões do estado.

O uso do fogo em áreas rurais de Mato Grosso terá prazos diferentes de proibição em 2025, conforme o bioma — Amazônia, Cerrado ou Pantanal. O decreto publicado nesta quinta-feira (28) leva em conta as mudanças climáticas previstas para o ano, que aumentam o risco de incêndios florestais de grandes proporções.

As datas foram definidas após o lançamento do Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais. (veja datas abaixo)

Amazônia – 1º de julho a 30 de novembro
Cerrado – 1º de julho a 30 de novembro
Pantanal – 1º de julho a 31 de dezembro

👉Durante esses meses, fica proibido o uso de fogo em áreas rurais para limpeza e manejo, levando em consideração o risco de incêndios florestais de grandes proporções. Já o uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.

A proibição não se aplica às queimas realizadas ou supervisionadas por instituições públicas responsáveis pela prevenção e combate a incêndios florestais.

O plano emergencial prevê recursos orçamentários para a adoção de medidas voltadas à gestão, monitoramento, responsabilização, fiscalização e prevenção. Ao todo, serão investidos R$ 125 milhões no plano.

Confisco de propriedades

Na última semana, Mauro Mendes protocolou uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando autorização para confiscar propriedades rurais flagradas com desmatamento.

O pedido da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) cobra do Governo Federal e dos estados a adoção de medidas mais rigorosas para aqueles que praticam desmatamento ilegal no Pantanal e na Amazônia.

Ainda de acordo com a petição, as terras confiscadas poderão ser destinadas a projetos de reflorestamento, unidades de conservação ou assentamentos rurais ecológicos.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/16:38:15

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




8 de janeiro: PGR defende que mulher que pichou estátua no STF vá para prisão domiciliar

‘A Justiça’, de Alfredo Ceschiatti, é pichada em ato terrorista em Brasília — Foto: Redes sociais

MP sugeriu que STF rejeite soltura, mas deixe Débora Rodrigues detida em casa até a conclusão do julgamento. Fux pediu mais prazo para analisar o caso e defendeu pena menor para a cabeleireira.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta sexta-feira (28) que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda prisão domiciliar a Débora Rodrigues dos Santos – ré por ter pichado a estátua “A Justiça”, em frente ao STF, nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

A defesa de Débora pediu ao Supremo que coloque a cabeleireira em liberdade. Consultada, a PGR opinou contra a soltura, mas sugeriu a prisão domiciliar até que o STF termine de analisar a denúncia.

Os argumentos da PGR pela prisão domiciliar são:

o fato de Débora ter filhos menores de 12 anos;
o encerramento das investigações da Polícia Federal sobre o caso.

Em depoimento à Justiça, já como ré, Débora classificou o próprio gesto como “ilegal”, disse que “feriu” o Estado Democrático de Direito e pediu perdão.

A PGR acusa a cabeleireira de aderir ao movimento golpista para impedir a posse do presidente eleito.

Entre as provas apontada pela procuradoria-geral, está a declaração da própria Débora de que se instalou no acampamento em frente ao QG do Exército, em Brasília, na véspera dos atos golpistas.

O acampamento tinha pessoas defendendo intervenção militar, o que é inconstitucional.

Fux quer rever pena de Débora

Na semana passada, a Primeira Turma do Supremo começou a julgar se Debora será condenada ou absolvida. O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou para condená-la a 14 anos de prisão.

O ministro Flávio Dino acompanhou o voto.

O julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Luiz Fux (mais tempo para analisar o caso).

“Eu tenho que fazer uma revisão dessa dosimetria, porque se a dosimetria é inaugurada pelo legislador, a fixação da pena é do magistrado”.

Débora Rodrigues responde na Justiça por cinco crimes:

abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado;
deterioração do patrimônio tombado;
associação criminosa armada.

 

Fonte: Márcio Falcão, Mateus Rodrigues, TV Globo — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/16:18:46

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Systemica vence primeiro leilão do país de floresta desmatada para explorar crédito de carbono

Governo do Pará vai conceder gestão na Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu, em Altamira — Foto: Bruno Cecim/Agência Pará

Empresa foi a única no leilão do governo do Pará na B3. Ela deve recuperar área degradada e pode explorá-la por 40 anos. Modelo é inédito e pioneiro no Brasil, segundo governo do Pará.

A empresa Systemica venceu o primeiro leilão do Brasil para recuperar uma floresta desmatada com objetivo de comercializar crédito de carbono. A vencedora foi a única que apresentou oferta no leilão de concessão para reflorestamento da Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu em Altamira, no sudeste do Pará, realizado pelo Governo do Pará nesta sexta-feira (28) na sede da B3, em São Paulo.

O terreno público concedido de 10 mil hectares fica em Altamira, sudoeste do Pará, e é parte da Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, uma das mais pressionadas pelo desmatamento ilegal na Amazônia. O contrato para concessão de 40 anos deve ser assinado em até dois meses.

A Systemica tem o Banco BTG Pactual como acionista e já desenvolve outro projeto de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) em uma área também de 10 mil hectares na Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu desde 2022.

A empresa vai pagar por uma área atualmente degradada e que deve passar por restauração ecológica. Depois, este terreno reflorestado será usado para comércio de crédito de carbono. Empresas que não conseguem reduzir emissões de gás carbônico podem comprar créditos da Systemica.

“Estamos certos que o sucesso deste certame aponta para o Brasil um novo modelo estratégico para recuperar seu estoque florestal com a participação direta da inciativa privada. Que com o ativo florestal recuperado, possamos permitir a comercialização do crédito de carbono gerado nessa área, avançar na recuperação de áreas degradadas no nosso país, trazendo efetivamente a sustentabilidade ambiental, econômica e social”, afirmou o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) após o leilão.

Segundo ele, com esta primeira experiência no país, o mercado deve perceber a “solidez do que o Estado está concebendo” e a expectativa é que mais empresas participem desses leilões.

Este é um modelo inédito no Brasil e um projeto piloto de um mercado regulamento há poucos meses no país: A lei que regulamenta o setor foi sancionada pelo presidente Lula em dezembro de 2024 e é uma forma de diferentes empresas compensarem parte das emissões de gás carbônico, o CO2, um dos causadores do aquecimento global.

A expectativa é que em quatro décadas seja possível comercializar 350 mil créditos de carbono. Cada unidade de crédito de carbono equivale a uma tonelada de gás carbônico.

“A concessão promoverá a recuperação da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos, além da geração de empregos, capacitação técnica da população local, incentivo à criação de viveiros e fortalecimento das cadeias produtivas regionais, […], com previsão de gerar receita de R$ 869 milhões e criar cerca de dois mil empregos”, diz o governo do Pará.

O g1 pediu posicionamento à empresa e ao governo sobre as próximas etapas da concessão e aguarda retorno. Os interessados na concessão apresentaram envelopes na sede da B3, empresa do mercado financeiro, na segunda-feira (24) para o leilão desta sexta.

O edital foi anunciado em novembro no Azerbaijão durante a Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas da ONU (COP 29). Após anúncio da vencedora nesta sexta-feira (28), haverá três dias para recursos – veja aqui o edital completo.

Piloto na APA Triunfo do Xingu

O governo do Pará pretende conceder mais 20 mil hectares também para crédito de carbono na mesma região ainda em 2025. No total, a APA Triunfo do Xingu tem 1,6 milhão de hectares, compreendendo os municípios de Altamira e São Félix do Xingu, no sudoeste do Pará.

A atual concessão, de 10 mil hectares, prevê e permite exploração econômica por meio de créditos por serviços ambientais, produtos madereiros e não madeireiros e serviços florestais, além da exploração de crédito de carbono florestal.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, há contrapartidas do Estado e do concessionário em ações territoriais e comunitárias.

Para o concessionário, o edital prevê:

a contratação e a capacitação de mão de obra local;
apoio às cadeias produtivas agroflorestais;
parcerias comunitárias para fornecimento de insumos, mudas e sementes para a restauração, entre outros.

A contrapartida do Estado é:

“autorizar o uso da área por 40 anos, via PAI, Plano de Atuação Integrada, criado sob medida para o ordenamento territorial, com regularização fundiária e ambiental,
investimentos em segurança, infraestrutura, logística e comunicações, bem como equipamentos e serviços públicos para as comunidades”.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/16:13:50

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Vovó do crime: 81 anos de vida, quase 60 de malandragem

(Foto: Reprodução) – Se tem alguém que leva a máxima “experiência conta muito” ao pé da letra, esse alguém é Marlene de Paiva Teixeira.

Aos 81 anos, essa senhorinha coleciona uma ficha criminal quase tão extensa quanto sua própria vida adulta. Presa mais uma vez, desta vez por extorsão, a vovó não está para brincadeira: são quase seis décadas de delitos variados, provando que, no mundo do crime, a longevidade também pode ser um trunfo

A detenção ocorreu em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, e incluiu também seu filho, Holywaldo Bruno de Paiva Macedo, conforme informações da 23ª Delegacia de Polícia (Méier).

A trajetória criminosa de Marlene começou em 1966, aos 22 anos, quando foi autuada pela extinta Lei de Vadiagem. Desde então, acumulou diversas passagens pela polícia, incluindo acusações de roubo, divulgação de informações confidenciais, associação criminosa, quatro registros por estelionato e três por extorsão. Seus crimes foram registrados não apenas na capital fluminense, em bairros como Tijuca, Ricardo de Albuquerque e Penha, mas também no interior do estado, em municípios como Natividade e Bom Jesus do Itabapoana. Em 1997, Marlene também respondeu por furto em Uberlândia, Minas Gerais.

O caso mais recente envolveu uma vítima de 65 anos, abordada por Marlene e outros comparsas que alegavam estar armados. A vítima foi forçada a entrar em um veículo, teve seus pertences roubados e foi coagida a realizar saques e contratar empréstimos em uma agência bancária. Após o crime, a vítima procurou a 23ª DP e reconheceu Marlene e seu filho por meio de fotografias.

A prisão de Marlene e Holywaldo destaca a persistência da atividade criminosa ao longo de gerações e levanta questões sobre a reincidência e a eficácia das medidas de reabilitação no sistema penal brasileiro.

Fonte: João Paulo Bastos – Ver o fato, extra.globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/15:56:48

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Dois homens são indiciados pelo abandono de 50 cães em estrada de MT

(Foto: Reprodução) – Animais foram encontrados abandonados em situação severa de desnutrição em Primavera do Leste.

Dois funcionários de uma fazenda em Santo Antônio do Leste, a 379 km de Cuiabá, foram indiciados por maus-tratos após retirarem cerca de 50 cães da propriedade e abandonarem os animais às margens de uma estrada em Primavera do Leste, a 230 km de Cuiabá. A Polícia Civil confirmou nesta quinta-feira (27) o indiciamento deles.

De acordo com as investigações, os animais foram encontrados em situação severa de desnutrição e acolhidos por associações de proteção animal, já que o município de Primavera do Leste não possui local de acolhimento e tratamento para animais abandonados.

A polícia constatou que os dois indiciados eram funcionários da fazenda e trabalharam juntos para retirar os animais da propriedade. Porém, um dos investigados morreu durante as investigações após sofrer um infarto.

A polícia informou que, após o abandono, pelo menos três dos cachorros morreram por desnutrição severa.

Uma reunião realizada nesta quarta-feira (26), em Primavera do Leste, com a participação de representantes da Polícia Civil, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e associações de defesa dos animais, debateu medidas de proteção e prevenção aos animais.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Eric Martins, é importante que as pastas e órgãos do município caminhem juntos para evitar que mais casos como esses se repitam.

“Nós precisamos atuar em conjunto para que, ou a gente possa reprimir esses crimes que acontecem contra os animais, mas que também possamos antecipar essa situação e criar medidas possíveis de não se chegar ao crime”, ressaltou.

🚫Crime

Maus-tratos, abuso e violência contra animais são crimes previstos por lei. A pena para quem praticar o crime contra cães ou gatos é de prisão, de dois a cinco anos, multa e perda da guarda do animal.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/15:47:49

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Projetos de mulheres negras mudam a vida de comunidades na Amazônia

Flávia Ribeiro é uma das ativistas que defende os direitos das mulheres na Amazônia. | (Reprodução/Arquivo Pessoa

Explore como projetos liderados por mulheres afroindígenas na Amazônia estão transformando a sociedade e promovendo igualdade e justiça social.

No coração da Amazônia, onde histórias ancestrais ecoam por gerações, a iniciativa feminina de ativistas tem sido essencial para garantir que estas narrativas se espalhem, colaborem e ampliem vozes de mulheres. Um exemplo inspirador é o projeto Telas em Movimento, idealizado por Joyce Cursino, uma mulher negra da periferia de Belém.

Criado em 2019, o Telas em Movimento é um projeto de democratização do acesso ao cinema e ao audiovisual em áreas periféricas e comunidades tradicionais da Amazônia. A proposta se expande por Belém e outras cidades do Pará e do Estado do Maranhão.

“Comecei no audiovisual como atriz, em 2015, e, a partir daí, fui me engajando cada vez mais no setor, entendendo os desafios e as barreiras que existem para quem não está no meio tradicional de produção audiovisual e quem não se sente representado pelos estereótipos construídos pelo cinema, majoritariamente branco, masculino e elitista”, diz.

Ao longo de seis edições, o projeto impactou centenas de pessoas, realizou 60 curtas-metragens e passou por mais de 50 comunidades, em diversas cidades do Pará e Maranhão. Pela sua importância cultural, recebeu o Diploma e Medalha de Mérito Cultural e Patrimônio de Belém – Mestre Verequete. “A sétima edição ainda não foi captada, mas seguimos buscando apoio para sua realização”, explica a idealizadora do projeto.
Joyce Cursino (de verde) é idealizadora do projeto “Telas em Movimento” que leva o cinema para Belém, Pará e Maranhão.

A ordem é empoderar

“Ao apoiar mulheres periféricas e indígenas a se engajarem no audiovisual, o projeto se torna uma ferramenta poderosa para a ampliação das vozes dessas mulheres, ajudando-as a se afirmarem não apenas como protagonistas de suas histórias, mas como realizadoras do seu próprio futuro”, destaca Joyce.
Joyce Cursino participou da oficina de Breves (Marajó) realizada no ultimo fim de semana para campanha Energia dos Povos coordenada pelo Observatório do Marajó e 350.ORG.

Joyce reforça ainda a importância da força coletiva. “Não existe um caminho fácil, mas a chave está na perseverança, na capacidade de ouvir as necessidades reais das comunidades e de construir soluções junto com elas”, afirma.
Projetos de mulheres negras mudam a vida de comunidades na Amazônia

Um ateliê-quilombo para novas formas de viver

Na Ilha de Cotijuba, a cerca de 20 quilômetros de Belém, em meio às águas e às matas da Amazônia, floresce um espaço de acolhimento, arte e resistência. A Makaia foi bioconstruída em um bosque e criada pela artista-pesquisadora Raphaella Marques, conhecida como Raphíssima. Ela explica que a iniciativa transcende a ideia de um simples atelier e se firma como uma Escola de Arte Quilombista para mulheres afroindígenas.
Raphíssima é idealizadora do projeto Makaia, um lugar de acolhimento para mulheres e crianças de Ilha de Cotijuba.

A jornada de Raphíssima com a Makaia começou quando a vida a levou para a zona rural da Ilha de Cotijuba. Movida pela necessidade de um lar próprio e um espaço de criação, iniciou um processo de bioconstrução de sua “c.asa-atelier”. Com a chegada da pandemia em 2020, essa transição foi intensificada, trazendo desafios, mas também oportunidades de aprendizado e reinvenção para ela e outras mulheres.

“É um espaço de acolhimento de mulheres e crianças, por meio da Arte. A vida me trouxe para cá [Cotijuba] e eu não vim trazer conhecimento nem outro tipo de saber, eu vim aprender principalmente. As pessoas daqui, especialmente as mulheres sabem muito, elas têm muito a compartilhar”, enfatiza Raphíssima.
Porteira da “c.asa-atelier” Makaia.

Parcerias para a autossuficiência

A construção e manutenção da Makaia têm sido impulsionadas por incentivos públicos. Projetos culturais financiados pelo Programa Preamar (2021), Lei Aldir Blanc (2022) e Lei Paulo Gustavo (2023) foram fundamentais para a expansão da infraestrutura do espaço. Até o momento, o local conta com uma horta suspensa, banheiro seco, jirau e um chalé grande. Os planos para 2025 incluem a construção de uma fossa ecológica e canteiros de plantas medicinais para abastecer os laboratórios de criação, que receberão artistas mulheres da Amazônia em residência.
O chalé bioconstruído na Makaia.

“Aqui no bosque me nutro, me empodero, para enfrentar as realidades alheias, de tantas meninas e mulheres que são invisibilizadas e vitimizada por esse cotidiano violento que temos. Eu já fui uma dessas meninas e até hoje, como uma mulher, ainda tentam me vitimizar. Mas o poder do encontro, do cuidado, da arte, faz com que a gente descubra as nossas potências e a nossa história”, afirmou.

“Mulheres negras estão na base da sociedade”

No Pará, a jornalista e ativista Flávia Ribeiro estuda a importância da liderança de mulheres negras e amazônidas à frente de projetos e as mudanças que causam na sociedade.

Ao DOL, Flávia contou que as mulheres negras, ao assumirem posições de liderança em iniciativas sociais, não apenas ampliam o debate sobre desigualdade, mas também propõem um novo pacto civilizatório. “As mulheres negras estão na base da sociedade”, explicou.
Flávia Ribeiro é uma das ativistas que defende os direitos das mulheres na Amazônia.

“São elas que recebem os menores salários, que foram mais penalizadas durante a pandemia de Covid-19 e que, por isso, enfrentam um conjunto de mazelas em áreas como economia, saúde e educação”, complementou.

Liderança e engajamento social

Flávia destaca que o engajamento das mulheres nas comunidades não é uma novidade: é uma continuidade de uma tradição de liderança. Ela relembra que, há poucos séculos, as mulheres sequer tinham direito ao voto, mas sempre foram as primeiras a organizar e mobilizar suas comunidades. Com o passar do tempo, essas lideranças ganharam visibilidade, permitindo que suas ações – que vão além dos cuidados tradicionais com o lar – sejam reconhecidas e valorizadas.

Flávia Ribeiro é jornalista e pesquisadora.

“Podemos dizer que as mulheres são mais engajadas socialmente que os homens, porque você não vê grupo de pais cujos filhos foram vítimas de violência. A gente tem vários grupos de mãe, as mães da Praça de Maio, as mães do Acaraí. O que você vê são mães que estão lutando por justiça pelos seus filhos, porque, quando o filho morre pela violência policial, é a vítima que é questionada, a vítima é culpabilizada”, pontuou.

Justiça climática

Os projetos sociais liderados por mulheres negras têm sido fundamentais para promover a cidadania e exigir políticas públicas que atendam a demandas históricas. Segundo Flávia, esses projetos estimulam um pensamento crítico que capacita os cidadãos a reconhecerem seus direitos e lutarem por melhorias.

As iniciativas sociais também atuam no contexto das mudanças climáticas, destacando temas como o racismo ambiental e a justiça climática. Ao levar informações e mobilizar a população, esses projetos ajudam a transformar a realidade da região amazônicas. Ela acredita na atuação coletiva e consciente para reverter a lógica de privilégio de alguns grupos em prejuízo de uma maioria.

Por fim, a pesquisadora deixa evidente que a visibilidade e o protagonismo das mulheres negras são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Ao unir a história, a luta e a busca por direitos, essas lideranças não só desafiam narrativas históricas excludentes, mas também promovem uma rede de apoio que fortalece toda a comunidade.

 

Fonte: Ingrid Sales – PCPA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/15:32:20

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Vai ficar mais caro comprar um carro zero no Brasil? Entenda os efeitos da nova tarifa de Trump no mercado automotivo brasileiro

O presidente Trump ao lado de um Tesla em frente à Casa Branca — Foto: Getty Images via BBC

Brasil pode receber o excedente da produção que iria para os EUA, mas preços dos carros não devem ser alterados.

A tarifa de importação sobre carros e peças automotivas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última quarta-feira (26) deve, ter impactos indiretos no Brasil. A expectativa é que a nova taxa entre em vigor em 2 de abril e a arrecadação comece no dia 3 de abril.

Além disso, Trump indicou que também deve aplicar taxas de importação para as autopeças importadas pelo país.

Segundo especialistas consultados pelo g1, a taxa deve afetar o mercado brasileiro de duas formas:

o país deve começar a receber o excedente da produção dos principais exportadores para os EUA, como o México, por exemplo. Isso deve afetar a indústria automotiva por aqui, podendo eventualmente impactar nos preços e nas vendas de produções locais;
a cadeia brasileira de peças automotivas, que é um segmento que exporta uma quantidade significativa de produtos para os norte-americanos, pode sofrer as consequências, caso Trump estenda as taxas de importação a esses produtos.

Entenda esses pontos abaixo:

Mudanças comerciais

Segundo os especialistas consultados pelo g1, o Brasil não exporta carros prontos para os Estados Unidos — o que significa, em outras palavras, que não deve sentir os impactos diretos das tarifas de importação anunciadas por Trump —, mas pode acabar recebendo o excedente da produção dos países que exportam.

“[Em relação às taxas], sentiremos poucos efeitos. A sobretaxa, principalmente para o México, pode fazer com que o excedente de produção tenha outros destinos, como o Brasil. Mas não vejo que isso afetará demasiadamente nosso mercado”, afirma Milad Kalume Neto, consultor independente do setor automotivo.

O Brasil tem um acordo de livre comércio com o México que está em vigor desde 2019 e que permite que os países importem e exportem automóveis e comerciais leves, além de peças, sem cotas e isenções de impostos.

Nesse sentido, a expectativa é que os impactos não demorem a aparecer. Segundo Neto, os novos produtos e versões lançados no México podem chegar ao Brasil em breve, uma vez que o país precisará desafogar sua alta capacidade produtiva com outros parceiros comerciais.

Mesmo nesse cenário, no entanto, os especialistas ressaltam que o livre comércio deve respeitar um equilíbrio. “A transação com o México tem regras que precisam ser respeitadas, sobretudo quando se fala em contrapartida. Se há capacidade ociosa no México, eles precisarão encontrar outros mercados, além do Brasil, para escoar os produtos”, explica o diretor de estratégia da Bright Consulting, Cassio Pagliarini.

E não é só o México que deve optar pelo Brasil como uma forma de escoar sua produção excedente: outros países também impactados pela nova taxa, como a Coreia do Sul e o Japão, também podem aproveitar o momento para diversificar suas parcerias comerciais.

Para Cagliarini, no entanto, o Brasil deve sentir poucos impactos nos preços, mesmo com a maior oferta de veículos no país.

“Não vejo possibilidade dos carros brasileiros subirem de preço. Só se tivesse um choque grande de demanda, que não é o caso. E os chineses estão desesperados para vender aqui, só que o mercado só cresceu 2,9% até agora”, afirma o executivo, reforçando que esse número era de 12% no mesmo período de 2023.

“Como ainda podemos ter uma enxurrada de carros novos aqui, não vejo motivo para os preços aumentarem”, acrescentou Pagliarini, reforçando que a demanda limitada do país também pode impedir quedas mais bruscas de preços.

Mercado de autopeças

Outro ponto abordado pelos especialistas é o impacto que o mercado de autopeças brasileiro pode sentir caso Trump decida estender as taxas de importação para esse segmento.

Na última quarta-feira (26), o republicano adiou em até um mês a cobrança de autopeças importadas. Em proclamação, Trump determinou que essas peças estarão sujeitas às taxas em uma data a ser especificada em aviso do Registro Federal. Segundo o presidente norte-americano, no entanto, essa data não deve ser posterior a 3 de maio deste ano.

De acordo com os últimos dados disponíveis na plataforma de dados estatísticos Statista, o Brasil exportou um total de US$ 308 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão) em peças automotivas para os Estados Unidos em 2023.

O volume total de exportações colocou os EUA como o segundo maior destino das autopeças produzidas no Brasil, atrás apenas da Argentina. Assim, caso as peças também sejam sobretaxadas em 25%, a indústria nacional de peças automotivas sofrerá com a recessão, indicam os especialistas.

“O Brasil é grande exportador de autopeças para o mercado norte-americano. Teríamos uma crise dos fornecedores locais instalados aqui”, alegou Kalume Neto. Segundo o consultor, as consequências para a indústria nacional podem incluir produção ociosa, desemprego e até o fechamento de algumas empresas.

Quais são os principais países afetados pelas novas taxas de Trump?

Segundo dados da S&P Global Mobility, o México é o país que mais envia carros e peças para os EUA, seguido pela Coreia do Sul e Japão. Completando os cinco primeiros estão Alemanha e Canadá. Portanto, esses são os cinco países que mais devem ser impactados pela tarifa de 25% imposta para carros e autopeças anunciada por Donald Trump.

O anúncio não foi bem recebido pelo mercado. Fabricantes norte-americanas, europeias, japonesas e coreanas, como Ford, GM, Volkswagen e Honda, por exemplo, chegaram a apresentar quedas significativas em suas ações após o anúncio.

Segundo especialistas, o cenário é negativo tanto para as indústrias dos Estados Unidos quanto para o restante do mundo. Nos EUA, diz Pagliarini, o primeiro impacto das novas taxas virá na forma de inflação.

“[A tendência é que a nova taxa] aumente o preço dos veículos e das peças importadas, o que deve gerar inflação no país”, diz o executivo.

Kalume Neto, consultor independente, prevê que os preços dos carros com peças importadas ou fabricados fora dos EUA devem aumentar entre 15% e 20% para os consumidores norte-americanos. O cenário, diz o especialista, também pode gerar outros efeitos econômicos que podem levar a uma recessão e afetar outros mercados de forma mais contundente.

Veja quais são os países que mais exportam peças automotivas para os EUA, de acordo com a consultoria S&P Global Mobility:

México: 2.459.359;
Coreia do Sul: 1.399.405;
Japão: 1.322.391;
Canadá: 1.096.447;
Alemanha: 431.354;
Reino Unido: 89.914;
Outros: 503.616.

A exceção, nesse cenário, seria a Tesla. Isso porque os carros que a companhia vende nos EUA são produzidos localmente — o que lhe permite a vantagem de não sofrer com a taxa importa por Trump. Isso, dizem especialistas, pode mudar a participação de mercado que cada uma das fabricantes têm na região.

“Essas produções locais nos EUA vão sair lucrando e haverá parte da massa de mercado saindo de produtos importados para os locais, o que pode gerar oportunidade de lucro para fabricantes que estejam nos EUA”, finalizou Pagliarini.

Em pronunciamento na véspera, Trump chegou a afirmar que não recebeu conselhos do dono da Tesla, Elon Musk, sobre tarifas automotivas. Segundo ele, as novas taxas anunciadas podem ser “neutras” ou “até mesmo boas” para a fabricante de veículos elétricos. “Ele [Musk] nunca me pediu um favor”, disse o republicano.

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/14:41:05

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Polícia procura suspeitos de matar homem a tiros em Marabá

A Polícia Civil reforça que qualquer pessoa que tenha informações sobre os autores do crime pode realizar uma denúncia anônima por meio do Disque-Denúncia, no número 181.
A Polícia Civil está à procura dos suspeitos envolvidos na execução de um homem na manhã desta sexta-feira (28/3), em Marabá, município do sudeste do Pará. O crime teve início na Avenida Itacaiunas, no bairro Liberdade, quando a vítima foi surpreendida por dois indivíduos em uma motocicleta.

De acordo com relatos de testemunhas, o garupa desceu da moto trajando um uniforme semelhante ao utilizado por funcionários da concessionária de energia e efetuou os disparos. O homem, que estava em uma borracharia realizando reparos em um pneu, foi atingido, mas ainda tentou fugir.

Durante a tentativa de escapar, ele correu em direção ao bairro Bom Planalto, invadiu uma residência e caiu na área da casa, onde agonizou por alguns minutos. Segundo um morador que presenciou os últimos instantes, a vítima pedia socorro e dizia que não queria morrer. No entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada do socorro.

O nome da vítima ainda não foi divulgado pelas autoridades. Equipes da Polícia Militar e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para os procedimentos de praxe. O caso segue sob investigação, e a polícia realiza diligências para identificar e capturar os responsáveis pelo homicídio.

A Polícia Civil reforça que qualquer pessoa que tenha informações sobre os autores do crime pode realizar uma denúncia anônima por meio do Disque-Denúncia, no número 181. O sigilo é garantido.

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/14:41:05

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Poeira de Marte é tóxica e pode causar danos à saúde humana

 (MARK GARLICK/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images)

O material pode dificultar a exploração do planeta, mas um novo estudo sugere algumas estratégias para diminuir a exposição ao pó marciano.

Mandar astronautas para Marte é o próximo grande objetivo das agências espaciais do mundo. A Nasa, por exemplo, tem planos de enviar astronautas para lá no começo da próxima década. Um novo estudo, porém, aponta mais uma dificuldade para essa expedição: a poeira do planeta vermelho pode ser tóxica para os humanos.

A pesquisa, publicada no periódico GeoHealth, identificou alguns dos riscos à saúde causados pela exposição à poeira marciana, além de sugerir tratamentos e medidas protetivas que podem ajudar os astronautas na difícil (e ainda hipotética) missão de exploração de Marte.

Poeira extraterrestre é um problema antigo: os astronautas que fizeram parte das missões Apollo até a Lua sofreram com a poeira lunar. Ela grudava nos trajes e, assim, se infiltrava nas espaçonaves quando os exploradores voltavam para os veículos, causando tosse, irritação na garganta e olhos lacrimejantes. Alguns estudos posteriores mostraram que uma exposição duradoura à poeira lunar poderia causar efeitos crônicos de saúde.

A equipe liderada por Justin L. Wang, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou que a poeira marciana não é tão penetrante e abrasiva quanto o pó da Lua, mas ela tem a mesma tendência de grudar em tudo e é formada por partículas muito finas e tóxicas que podem se acumular nos pulmões e na corrente sanguínea dos humanos.

Não é um impedimento

As partículas finas da poeira de Marte têm cerca de 4% do tamanho de um fio de cabelo, e podem entrar pelas vias respiratórias e se instalar na corrente sanguínea dos astronautas. Algumas das substâncias tóxicas que podem estar presentes no pó marciano são dióxido de silício (mais conhecido como sílica), gipsita (o famoso gesso) e vários metais.

Além desses minérios, a poeira do planeta vermelho também conta com níveis tóxicos de percloratos, que podem causar disfunção de tireoide e anemia aplástica, condição que impede o corpo de produzir células sanguíneas suficientes.

Se os astronautas estiverem expostos ao pó de Marte por muito tempo, o que fazer para tratar os possíveis problemas decorrentes desse contato? Não dá para voltar rapidinho para a Terra e passar no pronto-socorro, claro. Até uma teleconsulta seria difícil, por causa do atraso de 40 minutos para a informação ir do nosso planeta ao vizinho.

Esses riscos de saúde não impedem uma missão para Marte. A ideia do estudo é desenvolver estratégias para limitar a exposição à poeira. Algumas das sugestões são mais simples, como utilizar filtros de ar, e outras envolvem o desenvolvimento de novas tecnologias, como um traje espacial que se limpa sozinho, ou dispositivos de repulsão eletrostática, que afastariam o pó e manteriam as espaçonaves limpas.

Fonte: Eduardo Lima e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/14:21:46

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Saiba como funciona o Hospital da Mulher do Pará e como receber atendimento

Entre as especialidades mais procuradas nestes primeiros dias estão ginecologia, mastologia e cardiologia (Marcelo Lelis / Ag. Pará)

Hospital público, inaugurado no mês de março, conta com atendimento exclusivo para mulheres

O novo Hospital da Mulher do Pará (HMP) já está em funcionamento, oferecendo serviços exclusivos de saúde para mulheres. Inaugurado neste mês de março pelo Governo Federal, o hospital público conta com 11 pavimentos e 120 leitos, sendo 100 destinados à internação e 20 à Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O hospital atende mais de 20 especialidades médicas, como ginecologia, mastologia e cardiologia, além de oferecer acesso a 40 tipos de procedimentos, incluindo exames e cirurgias. Entre as cirurgias realizadas, destacam-se as de mama, laqueadura, vesícula e histerectomia.

A unidade está localizada na avenida Gentil Bittencourt, nº 2175, no bairro de São Brás, em Belém. O espaço não possui atendimento aberto, é necessário encaminhamento médico para receber assistência.

Atendimento especializado para mulheres

Um dos diferenciais do Hospital da Mulher é o atendimento de urgência para vítimas de violência sexual e doméstica. A unidade acolhe de mulheres que sofreram violência sexual, doméstica, psicológica, financeira e patrimonial, garantindo assistência integral e humanizada. O ambulatório fortalece esse atendimento ao oferecer apoio psicológico e reabilitação multidisciplinar, reforçando o compromisso social no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Além das especialidades mais procuradas, como ginecologia e mastologia, o hospital também disponibiliza atendimentos em endocrinologia, neurologia, fisioterapia e psicologia.

No balanço geral do período, o hospital também executou 45 mamografias, exames essenciais para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, além de conceder 16 altas hospitalares.

Como receber atendimento no Hospital da Mulher?

Para ser atendida na unidade, a paciente precisa seguir três etapas principais:

Atendimento inicial na Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município de residência.
Encaminhamento via Central Regional de Regulação, por meio do Sistema Estadual de Regulação (SER), caso seja necessário atendimento especializado.
Deslocamento para a unidade estadual ou conveniada onde o atendimento foi previamente agendado.

 

Fonte: Hannah Franco | Especial em O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/14:21:46

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com