Os rios da Amazônia e a relação com a tecnologia a serviço da navegação e proteção

(Foto: Divulgação) – Em ano de COP 30 em Belém, os rios da região também estão sendo observados e estudados por especialistas do mundo todo, mas suas peculiaridades necessitam de profissionais e tecnologias especializadas, como os oferecidos pelo serviço da praticagem.

Na manhã do dia 16 de agosto de 2024, pilotos e marinheiros a serviço da Praticagem da Barra do Pará resgataram três tripulantes de um empurrador que naufragou nas proximidades do Complexo Portuário de Vila do Conde. Duas balsas carregadas com madeiras estavam atreladas ao empurrador, sendo que uma naufragou e a segunda estava à deriva com os tripulantes. Foi por meio do Centro de Operações que a Barra do Pará recebeu o chamado de socorro e encaminhou uma lancha para o resgate. Os tripulantes receberam os primeiros socorros e apoio na Base Operacional, em Arrozal, município de Barcarena, no Pará.

Em outro momento, 13 pescadores foram resgatados de duas embarcações que naufragaram na manhã do dia 22 de maio de 2023, no litoral de Curuçá, no nordeste do Pará. O salvamento foi realizado por duas lanchas da Barra do Pará, por meio da base de apoio operacional localizada na comunidade Vista Alegre, em Marapanim. A embarcação pesqueira estava naufragando às proximidades do Farol de Curuçá. Todos os pescadores foram resgatados e levados para a comunidade Vista Alegre.

O que esses dois eventos têm em comum? Nos dois casos, tanto os tripulantes quanto os pescadores foram salvos por causa da logística eficiente e dos Centros de Operações da Barra do Pará que funcionam de forma ininterrupta para atender com segurança as manobras dos práticos na Zona de Praticagem 03. Essa infraestrutura permite que a empresa coopere com a Autoridade Marítima de forma rápida e eficaz quando acionada em situações de emergência, como salvamento marítimo, salvaguarda da vida humana e proteção do meio ambiente.

Um centro operacional da Barra do Pará está localizado em Belém e o outro em Vista Alegre, na comunidade de Marapanim, no Pará. Trata-se de um sistema centralizado que coordena e monitora as manobras dos práticos, garantindo que os navios entrem e saiam com segurança nos rios e portos da região.

“O Centro de Controle proporciona um monitoramento constante das condições de navegação em tempo real, coordenando os práticos e garantindo que eles atuem de forma eficaz, principalmente em áreas de risco, como portos movimentados, rios com bancos de areia ou águas turbulentas. Possuímos um moderno sistema que emite sinais de boias, faróis e faroletes a todos os navegantes. Esse tipo de balizamento virtual foi o primeiro a ser implementado em todo o Brasil”, afirma o Diretor Presidente da empresa, Luiz Carlos Veloso.

Otimização das Rotas e Eficiência Operacional

Os profissionais que atuam nos Centros de Operações da Barra do Pará são responsáveis por receber as solicitações de atendimento aos navios, monitorar a movimentação das embarcações e fornecer as informações de apoio necessárias ao serviço do prático, como tráfego esperado e dados ambientais. Isso resulta em uma maior eficiência das manobras, otimizando tempo e aumentando a capacidade operacional dos portos.
“Trabalho no Centro de Operações da Praticagem da Barra há 15 anos e tem sido uma experiência gratificante e desafiadora, na mesma proporção. No início, apesar de não saber muito sobre a área, procurei o máximo de informações disponíveis e foi como a descoberta de um mundo novo. Com o tempo, percebi a importância de me especializar para aprimorar minhas habilidades e oferecer um serviço ainda melhor. O que acho mais interessante é o dinamismo no recebimento de informações, o que torna a nossa jornada desafiadora no âmbito logístico, tendo que otimizar o serviço com as adversidades climáticas. Com o Centro de Operações da Barra do Pará a comunidade marítima local tem mais um aliado na segurança da navegação, na proteção do meio ambiente e dos rios da Amazônia”, afirma Bruno Leal, supervisor de Centro de Operações.

Sobre a Barra do Pará

A Barra do Pará atua na Zona de Praticagem 03 (ZP3), que abrange Belém e o Complexo Portuário de Vila do Conde e adjacências, conforme as normas da Marinha do Brasil, que regulamentam o serviço de Praticagem, em conformidade com a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). A atividade é fiscalizada pela autoridade marítima, por meio das normas e procedimentos da Capitania do Portos da Amazônia Oriental – NPCP 2022.

Atividade essencial à navegação na Amazônia, a praticagem tem importância, também, para a própria segurança ambiental e prevenção de acidentes nas áreas de navegação. De forma isolada ou em cooperação com os órgãos públicos, a empresas tem atuação constante na realização de salvamentos, inclusive de pescadores envolvidos em acidentes e naufrágios, colaborando para a segurança da navegação e salvaguarda da vida humana nos rios. Além disso, a Barra do Pará realiza diversas outras ações na área da saúde, meio ambiente e geração de renda.

Fonte: Raphaela Aguiar – Agência Eko e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:05:23

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Google confirma sua desativação nacional em território brasileiro

Google – Créditos: depositphotos.com / kornienkoalex

O Google anunciou uma mudança significativa em sua estrutura de busca: a descontinuação dos domínios regionais, como o “Google.com.br” no Brasil. Em um comunicado oficial, a empresa confirmou que, nos próximos meses, todos os domínios nacionais serão gradualmente desativados, centralizando o acesso ao buscador no endereço “Google.com”.

Essa alteração marca o fim de uma era na forma como os usuários interagem com o buscador mais popular do mundo. A justificativa da Google está na evolução da tecnologia de localização, que tornou redundante a necessidade de domínios específicos para cada país.

Por que o Google está eliminando os domínios locais?

Por anos, os domínios regionais desempenharam um papel importante na personalização da experiência de busca, priorizando resultados relevantes para a localização do usuário. No entanto, com o avanço da tecnologia de geolocalização, o Google passou a entregar resultados precisos com base na localização do usuário, e não do domínio acessado.

Essa mudança, iniciada ainda em 2017, eliminou a necessidade de manter domínios separados para cada país, simplificando a infraestrutura do buscador e garantindo uma experiência mais consistente para os usuários em todo o mundo.

O que muda para os usuários do Google no Brasil?

Apesar da mudança na estrutura de domínios, o Google garante que a experiência de busca permanecerá praticamente inalterada para o usuário. Ao digitar “Google.com.br” na barra de endereços, o usuário será automaticamente redirecionado para “Google.com”, sem interrupções ou perda de funcionalidade.

O conteúdo continuará sendo exibido no idioma de preferência do usuário, e a responsabilidade da empresa em relação às leis locais será mantida. Essa transição visa oferecer uma experiência de busca mais unificada e eficiente, sem comprometer a personalização que os usuários esperam.

Quais são os impactos dessa mudança?

A centralização dos domínios pode trazer diversos benefícios, como a simplificação da infraestrutura e a redução de custos operacionais para o Google. Além disso, a empresa pode focar em melhorar a precisão dos resultados de busca, utilizando tecnologias avançadas de geolocalização e inteligência artificial.

Para os usuários, a mudança pode significar uma experiência de busca mais rápida e integrada, sem a necessidade de lembrar ou digitar domínios específicos para acessar o Google em diferentes países. Essa unificação também pode facilitar a implementação de novas funcionalidades e atualizações de segurança de forma mais ágil.

Como o Google garante a personalização das buscas?

Mesmo com a centralização dos domínios, o Google continua comprometido em oferecer resultados de busca personalizados. A empresa utiliza dados de localização, histórico de buscas e preferências de idioma para adaptar os resultados às necessidades individuais de cada usuário.

Além disso, o Google mantém parcerias com autoridades locais para garantir que suas operações estejam em conformidade com as leis e regulamentos de cada país. Isso assegura que, apesar da centralização, os usuários ainda recebam informações relevantes e localizadas.

 

Fonte: Leonardo Nunes – brasil.perfil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:15:11

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Edital voltado a artistas paraenses recebe inscrições até 29 de abril; veja como participar

Mestre Cizico foi um dos selecionados na última edição do Edital Apoia da Casa da Cultura de Canaã dos Carajás — Foto: Divulgação

Criado com o intuito de valorizar a diversidade cultural amazônica, edital contempla propostas em diferentes linguagens artísticas.

A Casa da Cultura de Canaã dos Carajás, equipamento do Instituto Cultural Vale (ICV), abre caminho para propostas artísticas, na edição 2025 do edital Casa Aberta – Amazônia Paraense. Serão selecionados 20 projetos culturais que refletem a riqueza das manifestações populares, sua relevância para as identidades locais e sua capacidade de dialogar com as transformações do território.

Os trabalhos selecionados serão apresentados ao longo do ano, de forma presencial, integrando a programação da Casa da Cultura. As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de abril em formulário eletrônico disponível AQUI. Interessados podem obter mais informações pelo telefone (94) 99272-6562.

Criado com o intuito de valorizar a diversidade cultural amazônica, contemplando propostas em diferentes linguagens artísticas que promovam o patrimônio cultural da região, o edital vai selecionar projetos artísticos de proponentes residentes no Pará. Em 2024, o Casa Aberta recebeu 140 inscrições e selecionou artistas e propostas de diversas localidades paraenses, contemplando iniciativas de música, patrimônio, artes visuais, teatro, mostras de cinema, dança, arte indígena, oficinas, entre outros.

Assim como no ano passado, a seleção será realizada de forma criteriosa, com uma análise de conteúdo, viabilidade e aderência aos termos do edital.

“Enquanto o equipamento do Instituto Cultural Vale, a gente acredita e atua pela nacionalização e democratização da cultura, mas sem dissociar dos territórios. Buscamos manter o olhar atento às necessidades territoriais. Então, quando falamos de uma atuação dentro da Amazônia paraense, acreditamos que, por meio do edital, estamos colaborando com o fortalecimento dos circuitos de produção e de circulação artística”, declarou a coordenadora da Casa da Cultura, Gabriela Sobral Feitosa.

A gestora reforça que, nesse sentido, o edital vem para ecoar o trabalho dos fazedores da cultura, e também de mestres e produtores culturais. O objetivo, além de criar novos fluxos, é potencializar fluxos já existentes.

“Vamos atuar de forma conjunta na projeção dos artistas e de toda a produção criativa feita na Amazônia paraense, ainda mais em um ano em que os olhos estão todos voltados para cá devido à COP30. O artista paraense, mais do que qualquer outro grupo, está falando sobre esse casamento de cultura e natureza, de cultura e educação para a promoção dos seus territórios. Então o edital incentiva a estruturação dos eixos de produção artística”, concluiu Gabriela.

Periferia ascende em editais

Caroline Afrosil teve o projeto contemplado no edital do ano passado. Representando o rap negro amazônico e a força feminina nesse movimento que aponta para a transformação social através da música, ela diz que a seleção é uma oportunidade para que artistas periféricos e independentes, que trabalham de forma orgânica, recebam o incentivo necessário para continuar acreditando no seu potencial e investindo em conhecimento e estrutura.

Com letras que falam sobre a persistência dos sonhos de artistas independentes de comunidades distantes dos grandes centros, Caroline Afrosil reafirmou o seu potencial.

“Foi incrível poder compartilhar a nossa arte com tantos outros jovens e perceber que o público também tem a necessidade de acessar espaços como a Casa da Cultura, que precisa ser ocupada cada vez mais pela comunidade. Teve um episódio muito legal. Estávamos preparando o show quando soubemos que um grupo de jovens do MST e estudantes estavam pegando o ônibus para voltarem para as suas cidades e decidiram ficar para o show de apresentação. Foi incrível ver os olhos brilhando, a conexão e o vínculo gerado, os laços do encontro afetivo de cultuar a arte em músicas, danças e palavras”, lembrou Caroline.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:07:56

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Idoso com mais de 80 filhos é preso em cidade do interior baiano

Idoso segue detido à disposição da Justiça – Foto: Reprodução Polícia Civil

O homem, que era procurado pela Justiça de Sergipe, estava com mandado de prisão em aberto

Um idoso, de 61 anos, que era foragido da Justiça de Sergipe, foi preso nesta quarta-feira, 16, em Feira de Santana, a 115 Km de Salvador. Ele estava com mandado de prisão preventiva em aberto por lesão corporal e uso de documentos falsos, crimes praticados na cidade vizinha.

Pai de 86 filhos, ele também responde a um processo de pensão alimentícia de um dos 57 herdeiros registrados. Os filhos são frutos de seus relacionamentos com mais de 60 mulheres. Atualmente, ele convive uma companheira.

O senhor, que não teve o nome revelado, foi detido por policiais miliatres da 61ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/ Feira de Santana), na Avenida Padre José de Anchieta, centro da cidade, após ser flagrado pelas câmeras do Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP/ BA), Rua Olímpio Vital, também na área central. O alerta foi emitido por agentes do Centro Integrado de Comunicação (Cicom).

Conduzido ao Complexo de Delegacias do Sobradinho, ele segue à disposição da Justiça. Não foi informado se o idoso será transferido para Sergipe ou ficará custodiado no sistema prisional da Bahia.

 

Fonte: Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:11:06

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Área de Proteção Ambiental Jará, em Juruti, terá trilha ecológica e turismo de base comunitária

Área de Proteção Ambiental (APA) Jará terá trilha ecológica e turismo de base comunitária — Foto: Marcio Nagano

Um dos objetivos da iniciativa é gerar renda de forma sustentável para as comunidades relacionadas à unidade de conservação.

Os 5 mil hectares da Área de Proteção Ambiental (APA) Jará, localizada em Juruti, no oeste do Pará, terão uma trilha ecológica e um projeto de turismo de base comunitária, ações que podem gerar renda de forma sustentável para as comunidades locais. Esses são apenas dois exemplos de iniciativas propostas pelo projeto “Promoção do uso público da APA Jará”, realizado pelo instituto de pesquisa Imazon em parceria com a Prefeitura Municipal de Juruti e com financiamento da Alcoa Foundation.

Com objetivo de garantir a conservação do território e proporcionar uma melhor qualidade de vida aos seus habitantes, o projeto também prevê ações de educação ambiental com a população de Juruti e um curso de comunicação para jovens difundirem informações sobre a APA Jará nas redes sociais.

“Locais como esse são importantes ferramentas para a promoção da educação ambiental no município, principalmente por meio das escolas. Além disso, a APA Jará promove serviços ecossistêmicos como a captura de carbono da atmosfera, guarda grande biodiversidade de fauna e flora e ainda pode ser um espaço de recreação e lazer para a população jurutiense, promovendo saúde e bem-estar”, explicou o pesquisador do Imazon, Jeferson Figueira.

No último mês de março, representando o Programa de Áreas Protegidas do instituto, Jeferson e a pesquisadora Jarine Reis apresentaram o projeto durante a reunião do conselho gestor da unidade de conservação. Na ocasião, também foi estabelecido um cronograma das atividades que serão realizadas, que incluem a sensibilização das comunidades locais sobre o potencial do Turismo de Base Comunitária (TBC), a abertura da trilha ecológica, a capacitação para os condutores da trilha e o curso de comunicação.

A expectativa é que as ações realizadas colaborem para que a sociedade desenvolva uma forte relação com a unidade de conservação, se mobilizando na defesa da APA frente a crimes ambientais como o desmatamento e a degradação florestal.

“Buscamos não apenas abrir as portas da APA Jará para visitantes, mas também fortalecer o vínculo entre nossa população e a riqueza natural que nos cerca. Acreditamos que, ao promover o turismo sustentável, estamos criando oportunidades para que nossos habitantes compartilhem suas histórias, tradições e conhecimentos, ao mesmo tempo em que protegemos e valorizamos nosso patrimônio ambiental e geramos renda para a comunidade. É um passo significativo para unir conservação e desenvolvimento comunitário, trazendo benefícios reais para todos nós”, comentou a secretária de Meio Ambiente de Juruti, Nayme Couto.

Com o apoio da Alcoa Foundation iniciativas de conservação nos territórios de Juruti têm sido impulsionadas. Esses esforços iniciaram na criação da APA Jará, reforçando os compromissos com a agenda ESG, um dos pilares das operações da organização. A gerente sênior de performance social da Alcoa Juruti, Ana Karol Amorim, enxerga esse novo projeto de visitação de forma positiva, pois acredita que ele fortalece a conexão das novas gerações com as pautas ligadas ao meio ambiente.

“Precisamos refletir sobre como conservar uma floresta é essencial para o planeta. A APA Jará é um exemplo de compromisso, pois é um território protegido, com espécies de fauna e flora que podem ser estudadas. Aproximar a comunidade, especialmente os estudantes, é fundamental. O papel da Alcoa é fortalecer esse diálogo, seja por meio de programas de educação ambiental, que executa nos territórios, ou pelo empoderamento da comunidade com essa experiência de visitação”, afirmou.

Conhecendo a APA Jará

A APA Jará é uma unidade de conservação localizada no município de Juruti, no oeste do Pará, e abrange aproximadamente 5 mil hectares de floresta. Criada com o objetivo de garantir a conservação da biodiversidade local e promover o uso sustentável dos recursos naturais, ela desempenha um papel fundamental na proteção dos ecossistemas amazônicos e no fortalecimento das comunidades que dependem deles.

A criação da UC foi fruto de um processo colaborativo entre diferentes setores da sociedade, incluindo organizações da sociedade civil, órgãos públicos e empresas. Nesse processo, o Imazon contribuiu com estudos técnicos, análises socioambientais e orientações estratégicas.

Um dos principais marcos dessa iniciativa foi a elaboração do Plano de Manejo da APA Jará, em 2019, documento que estabelece as diretrizes para o uso sustentável da área e o cuidado dos seus recursos naturais. O Imazon atuou diretamente na construção desse plano, realizando levantamentos detalhados sobre a biodiversidade local, o uso do solo e as dinâmicas socioeconômicas da região. Essas informações foram fundamentais para definir as regras de uso da APA, garantindo a proteção ambiental sem comprometer os meios de subsistência das populações locais.

Além disso, o instituto também auxiliou no desenvolvimento de uma cartilha educativa para facilitar a disseminação das informações contidas no documento técnico. O objetivo foi ampliar o acesso dos moradores e demais atores locais ao conhecimento científico sobre o local, fortalecendo sua participação na gestão do território e promovendo a conscientização sobre a importância da sua conservação.

“Com a APA Jará, Juruti se destaca como um modelo de equilíbrio entre conservação ambiental e desenvolvimento sustentável. O projeto reforça a importância de parcerias entre sociedade civil, setor privado e poder público na construção de soluções eficazes para a proteção da Amazônia”, observou Jarine.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:02:01

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Com 54 processos, homem bate na própria mãe de 71 anos

(Foto: Reprodução) – O homem agressor da mãe foi preso pela PM

Em um país onde a impunidade parece ser a regra para criminosos contumazes, Montes Claros, no norte de Minas Gerais, foi palco de mais um episódio revoltante na noite de quarta-feira (16). Um homem de 34 anos, com uma ficha criminal de causar espanto – 54 passagens policiais por crimes como roubo, furto, lesão corporal, ameaça, desobediência, maus-tratos e até violência doméstica pelo âmbito da Lei Maria da Penha – foi preso após agredir sua própria mãe, uma idosa de 71 anos, com uma pancada na cabeça.

O caso, que chocou o bairro Santos Reis, é mais uma prova de que, no Brasil, indivíduos irrecuperáveis continuam soltos, espalhando violência e dor.

Segundo a Polícia Militar, a agressão ocorreu na casa da vítima. A idosa, que preparava comida para o marido, foi surpreendida pelo filho, que a atingiu brutalmente na cabeça com um objeto não identificado. Familiares relataram que o homem, usuário de drogas, já agredia a mãe com frequência, transformando a convivência em um pesadelo constante.

Após o ataque, ele tentou fugir pulando telhados de casas vizinhas, mas foi perseguido por moradores indignados e finalmente capturado pela PM, escondido na Vila São Francisco de Assis.

A vítima, ferida, foi socorrida por familiares e levada a um hospital em Montes Claros, onde recebeu atendimento. A gravidade do caso, porém, vai além da violência física: como um homem com uma lista tão extensa de crimes – que inclui desde furtos até violência contra mulheres – ainda circulava livremente, a ponto de atacar a própria mãe?

A pergunta ecoa entre os moradores e expõe as falhas de um sistema que parece incapaz de conter criminosos reincidentes.

Levado à delegacia, o agressor agora responde por mais um crime em sua longa trajetória de infrações. Enquanto a idosa se recupera, a sociedade cobra respostas: até quando o Brasil será refém da impunidade, permitindo que indivíduos como esse sigam soltos, acumulando vítimas e destruindo vidas, inclusive a de sua própria mãe?

 

Fonte: Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/14:57:43

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Adolescente desenvolve infecção grave após usar vape para impressionar namorado

Isabelle quando esteve internada por sepse (Foto: reprodução)

A jovem começou a fumar o chamado vape depois de ingressar em um novo relacionamento; semanas depois foi diagnosticada com sepse

Isabelle Troncao, 16, moradora de Las Vegas (Nevada), começou a usar cigarro eletrônico no início de um novo namoro. Ela afirmou ter aderido ao hábito para se enturmar e agradar o parceiro.

Uma semana depois, começou a sentir dores na garganta, inicialmente tratadas como gripe. “O vape fazia minha garganta arder”, relatou. O quadro piorou rapidamente. Isabelle perdeu a força nas pernas, não conseguia permanecer acordada e sentia uma forte pressão no peito. “Eu queria respirar fundo, mas não conseguia. Nem ir ao banheiro eu dava conta”, disse.

Com o agravamento dos sintomas, a adolescente foi levada ao pronto-socorro em Henderson, onde recebeu o diagnóstico de Síndrome de Lemierre — infecção bacteriana rara, iniciada na garganta. Médicos afirmaram que o uso do cigarro eletrônico favoreceu o acúmulo de bactérias.

Com sepse instalada, ela precisou de cirurgia para retirada de um litro de líquido dos pulmões e passou um mês internada. Coágulos foram encontrados na garganta, no pulmão e no braço esquerdo.

Francesca Lombardo, 44, acompanhou a filha Isabelle Troncao todas as noites no hospital. “Foi horrível. O pior era ouvir que talvez ela não sobrevivesse”, disse.

O caso aconteceu no fim de 2023 e agora serve de alerta para adolescentes que cedem à pressão de impressionar os outros.

Isabelle não mantém mais contato com o namorado da época e passou a se posicionar contra o uso de cigarros eletrônicos.

 

Fonte: MARIA LUÍZA AMORIM MENDES e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/14:51:59

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‘Como poderei te abraçar agora?’: Imagem de criança que perdeu braços em Gaza vence World Press Photo 2025; foto no Amazonas foi finalista

Imagem de Mahmoud Ajjour, menino de 9 anos que perdeu os dois braços em um bombardeio na Cidade de Gaza em 2024 é a vencedora do World Press Photo 2025. — Foto: Samar Abu Elouf, for The New York Times/World Press Photo via AP

Premiação, a mais importante do fotojornalismo mundial, escolheu foto de menino que teve braços amputados após bombardeio na Cidade de Gaza. Foto que retrata seca do rio Solimões, nos arredores de Manaus, foi uma das duas finalistas.

A imagem de um menino que perdeu os dois braços durante um bombardeio na Faixa de Gaza venceu o World Press Photo 2025, a premiação de fotojornalismo mais importante do mundo. Uma outra foto, tirada no Amazonas, foi uma das finalistas (veja abaixo).

A foto, tirada pelo fotógrafo palestino Samar Abu Elouf, radicado no Catar, para o jornal “The New York Times”, mostra Mahmoud Ajjour, de 9 anos, sem os braços logo abaixo dos ombros.

“Uma das coisas mais difíceis que a mãe de Mahmoud me contou foi que, quando Mahmoud percebeu que seus braços estavam amputados, a primeira frase que ele disse a ela foi: ‘Como poderei te abraçar?’”, disse Abu Elouf em um comunicado divulgado pela World Press Photo.

O vencedor da 68ª edição do prestigiado concurso de fotojornalismo foi selecionado entre 59.320 inscrições enviadas por 3.778 fotógrafos de 141 países.

“Esta é uma foto silenciosa que fala alto. Ela conta a história de um menino, mas também de uma guerra mais ampla que impactará gerações”, disse Joumana El Zein Khoury, diretora executiva da World Press Photo.

Em um comunicado, a organização afirmou que Ajjour foi atingido enquanto fugia de um bombardeio de Israel à Cidade de Gaza em março de 2024. “Depois que ele se virou para dizer à sua família que seguisse em frente, uma explosão decepou um de seus braços e mutilou o outro”, disse a World Press Photo em comunicado.

“A vida deste jovem merece ser compreendida, e esta imagem faz o que o fotojornalismo pode fazer: fornecer um ponto de entrada em camadas para uma história complexa”, disse a presidente do júri, Lucy Conticello.

A fotógrafa vencedora, Abu Elouf, também teve de ser evacuada de Gaza, em dezembro de 2023, e agora mora no mesmo complexo de apartamentos que Ajjour, em Doha, capital do Catar.

Este é o segundo ano consecutivo que uma imagem de Gaza vence a premiação. No ano passado, a foto de uma mulher com o corpo de sua sobrinha nos braços foi a escolhida pelo World Press Photo.

Finalista do Amazonas

Os organizadores do concurso também nomearam dois finalistas do World Press Photo que destacaram as questões de migração e mudanças climáticas.

Um deles é uma imagem feita em Manacapuru, na região metropolitana de Manaus, no Amazonas.

Na foto, tirada pelo fotógrafo mexicano Musuk Nolte, um jovem leva comida para sua mãe, que mora em Manacapuru. A aldeia já foi acessível por barco, mas, por causa da seca, o jovem, segundo a premiação, precisa caminhar 2 quilômetros ao longo do leito seco do rio Solimões para chegar até lá.

 

Fonte: Associated Press e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/04/2025/17:10:18

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Semana dos Povos Indígenas encerra com atrações regionais e confraternização

(Foto: Divulgação) – Encerramento teve a presença do governador Helder Barbalho e da ministra dos povos indígenas, Sônia Guajajara, entre outras autoridades públicas

O terceiro e último dia da Semana dos Povos Indígenas – Aldeando a COP 30, realizada pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado dos Povos Indígenas (Sepi), em parceria com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e Federação dos Povos Indígenas do Estado do Pará (Fepipa), terminou com uma programação especial, nesta quarta-feira (16).

A ministra Sônia Guajajara, do Ministério dos Povos Indígenas, foi recebida na frente do Hangar – Centro de Convenções & Feiras da Amazônia, por diversos indígenas do Pará, ao som de cantos e danças e também pela secretária Puyr Tembé, titular da Sepi, na quarta-feira (16). Em seguida, foi a vez do governador Helder Barbalho receber uma recepção calorosa, com direito a pintura no rosto pelo povo Kayapó.

Em um verdadeiro momento de celebração, todos caminharam em direção ao Salão B, onde foi dado início ao 1º Ciclo COParente, do MPI. As autoridades presentes participaram da mesa de abertura.

Na ocasião, o chefe de Estado, Helder Barbalho, reforçou a importância das discussões das pautas  indígenas em todos os momentos do ano, para que as políticas públicas do governo do Pará sejam atendidas da melhor forma nas comunidades.

“Quero dizer da minha felicidade pessoal e administrativa em poder participar da abertura deste 1º COParente, na Semana dos Povos Indígenas. É claro que as agendas indígenas devem ser tratadas todos os dias do ano. Mas, quando se aproxima o dia 19 de abril, todos nós nos mobilizamos, para trazer os debates, fazer a avaliação e fazer as reflexões daquilo que precisa avançar nas políticas públicas, na garantia de direitos para as comunidades indígenas. Que este momento de escuta, que esse momento de discussões possa ser colaborativo e acima de tudo, construtivo, para que a partir disso, nós possamos aperfeiçoar as  ações e possamos atender as expectativas das comunidades indígenas do nosso estado”, destacou Helder Barbalho.

A secretária Puyr Tembé, titular da Sepi, destacou o compromisso do Governo do Pará com os povos indígenas. “Eu não poderia deixar de agradecer ao nosso governador por esse apoio e por tudo que tem feito pelos povos indígenas aqui no Pará”, afirmou.
Foto: Divulgação

COP 30 – Na abertura da programação, na quarta-feira, as lideranças das oito etno-regiões do estado entregaram uma carta às autoridades presentes, solicitando apoio logístico, como alimentação, hospedagem  durante o evento, para que os povos indígenas possam efetivamente participar das atividades da COP 30 (Conferência Mundial do Clima).

“Nós iremos fazer uma seleção de indígenas para participar da COP 30. Nós vamos dar todo o suporte para que todos sejam bem recebidos, para que tenhamos uma ampla participação na COP 30”, finalizou o governador.

A ministra Sônia Guajajara, do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), destacou os debates e o compromisso do Governo do Pará na escuta dos povos originários durante a programação.

“Ano passado, nós já vínhamos falando sobre esse evento da COP 30, na Semana dos Povos Indígenas. Hoje, estamos aqui, mais uma vez, nessa parceria com o governo do Pará, já no ano da COP, para lançar o CicloParente, que iremos fazer em todo o Brasil, para a gente discutir os temas, os debates, a participação dos povos dentro da conferência. É a primeira vez, em uma COP, que nós iremos ter um espaço de participação e protagonismo direto, como Círculo dos Povos, criado pela presidência da COP e pelo governo federal”, destacou.

A presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, destacou o evento e o compromisso do governo do Pará na escuta dos povos originários.

“Hoje começamos uma série de eventos e encontros que vão nos direcionar, vão nos proporcionar informações que vão nos preparar para a COP 30. É muito importante esse diálogo que o governo do estado abre para os povos indígenas, para serem ouvidos. É dessa forma que os indígenas têm alertado suas questões e demandas, principalmente em relação à crise climática. Mas os povos indígenas têm contribuído e orientado sobre as mudanças climáticas”, explicou.

Pela tarde, a programação se estendeu nos debates sobre a COP 30, onde foram apresentados como será a participação dos povos indígenas na conferência,  as funções dos movimentos indígenas, assim como a estrutura organizacional.

“Foi uma experiência muito importante pra gente. A parceria com a Sepi foi fundamental. A gente conseguiu, de fato, o que queríamos, sobre apresentar o que é a COP, explicar como vai funcionar, os desafios e organizar essa participação, para ser a mais efetiva.  Cada política conquistada pelos povos indígenas é muito comemorada e a gente vê com muito orgulho o trabalho que o governo do Pará e a Sepi têm feito”, disse o Chefe de Assessoria Internacional, Francisco Felippo, do MPI.

Entregas de benefícios – O Pará Rural, por determinação do Governo do Estado, atua diretamente na ponta beneficiando o pequeno produtor e essa parceria com a Secretaria de Estado de Povos Indígenas visa dar mais qualidade de vida para os povos originários. Foram disponibilizados 40 Motores Rabetas e 20 Roçadeiras. Um investimento de 100 mil reais.

Nesta semana dedicada à valorização e ao apoio às comunidades originárias do Pará, a  Fundação ParáPaz realizou a entrega de 400 redes, 200 kits de enxoval de bebê e 40 máquinas de costura. Todas as etnias presentes serão contempladas.

A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Estado com a dignidade, a cultura e o bem-estar dos povos indígenas, respeitando suas tradições e contribuindo com itens que fortalecem tanto o cotidiano quanto a autonomia produtiva dessas populações.

O projeto “Espaços Abertos” esteve presente durante toda a programação da semana, promovendo integração e atividades de lazer para crianças, com pinturas, tênis de mesa e jogos de tabuleiro.

A Secretaria de Articulação da Cidadania (Seac) participou da Semana dos Povos Indígenas com três carretas do TerPaz: carretas itinerantes que oferecem atendimentos nas áreas de saúde, cidadania e estética.

Entre os serviços gratuitos disponibilizados, destacam-se as consultas oftalmológicas com escolha de armação para a confecção de óculos de grau. Também foram entregues cestas básicas, redes e kits enxoval, atendendo famílias indígenas de diversas regiões do estado.

“Eu vejo como uma iniciativa muito importante do governo, porque muitos de nós indígenas não temos condições financeiras de adquirir esses benefícios, como óculos, por exemplo. Eu mesmo aproveitei a oportunidade para trocar os meus”, afirmou Bepdja Kayapó.

Momento histórico – A Semana dos Povos Indígenas é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado dos Povos Indígenas (Sepi) com o apoio do MPI e Fepipa e diversos órgãos estaduais.

Para a secretária Puyr Tembé, a Semana dos Povos Indígenas foi mais um momento de celebração, de troca de conhecimentos, mas, principalmente de conscientização ambiental.

“Chegamos a mais um ano de Semana dos Povos Indígenas, mostrando que o nosso estado e o governo estão comprometidos com as demandas dos povos indígenas. Estamos em um ano de COP 30, e com o apoio do MPI e da Felipe, realizamos o primeiro seminário Ciclo COParente. Estamos aqui para mostrar que devemos garantir a nossa participação dentro dos debates, para estarmos no centro dessas decisões e de mostrar a importância da demarcação dos nossos territórios, como ponto principal no combate à crise climática”, disse.

Cultura regional – A noite de encerramento fechou com diversas atrações, que embalaram o público no Hangar. A programação começou com o Coral Indígena Guarani. Em seguida, Pinduca. subiu ao palco e cantou sucessos que marcaram décadas da música paraense e no Brasil inteiro.

Após o show do Rei do Carimbó, Helen Patrícia, da Banda Xeiro Verde, que já tem trinta anos de estrada, subiu ao palco e se sentiu honrada pelo convite e pela participação em um momento de celebração e conscientização. Ao som de brega, lambadas e marcantes, colocou o público para dançar no Hangar.

“É uma honra estarmos nessa noite aqui. Eu aproveito para dizer que seja feita a demarcação dos territórios indígenas. Afinal de contas, quando nós chegamos aqui nessa terra chamada Brasil, eles já estavam aqui antes de nós. Que essa noite sirva como momento de festa e também de conscientização pelos povos originários, que essa luta seja todos os dias”, pontuou.

A noite ainda teve as apresentações do grupo Nosso Tom e a aparelhagem Carabao.

Momento Histórico – Toda a programação foi gratuita e aberta ao público. O evento tem como objetivos promover ações e serviços, como emissão de documentos, serviços de saúde, educação, previdência e assistência social, para contribuir com a garantia e acesso aos direitos fundamentais, sociais e a preservação da cultura em respeito às raízes e diversidade cultural dos povos indígenas, além de garantir a geração de renda através da comercialização de produtos produzidos por eles.

O público em geral teve a oportunidade de participar de feiras de artes, shows, palestras, prestigiar a apresentação de danças e desfile de moda ancestral indígena, além, é claro, de muita troca de conhecimento.

No último dia de programação, foi comemorado o aniversário de dois anos da Sepi. “Ainda temos um longo caminho pela frente. A criação da Sepi foi resultado de muita luta e é pelos nossos filhos, pelas crianças, que estamos aqui. Essa secretaria só foi  possível por causa da força do movimento indígena. Que a gente possa fortalecer ainda mais a nossa secretaria dos povos indígenas”, finalizou.

 

Fonte: Fabricio Nunes (SEPI) e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/04/2025/17:03:18

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Vírus que rouba Pix faz limpa em quase todo o saldo da conta sem você notar

 (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil) – Descoberta pela Kaspersky, ameaça consegue trocar pix na hora da transferência; grana vai direto para cibercriminosos

Uma ameaça descoberta pela Kaspersky, empresa especializada em softwares de segurança, permite que cibercriminosos roubem valores de Pix de um celular “infectado” sem que a pessoa perceba logo de cara. O vírus afeta apenas aparelhos com sistema Android.

Funciona assim: um trojan bancário (um programa disfarçado instalado no celular) consegue trocar a chave Pix durante uma transferência bancária para uma do criminoso.

O vírus pode não só alterar o destino do dinheiro, como mudar também o valor da transferência —com base no quanto a vítima tem no banco. De diferente no processo, há apenas um certo tremor na tela.

De R$ 1 para R$ 636,95

Em um vídeo obtido pela empresa e visto por Tilt, a companhia verificou que há modalidades desta “praga” que conseguem roubar quase todo o saldo da conta.

O vídeo mostra uma pessoa que tenta transferir R$ 1 para um conhecido. Na hora de digitar a senha para concluir o processo, ela volta para verificar se está correto, mas há o nome de outra pessoa e o valor de R$ 636,95 (97% do valor do saldo da pessoa, que no caso era R$ 650).

Neste caso, a vítima só notaria a perda do dinheiro após verificar o saldo.

Evolução do golpe da mão invisível

Chamado de Brats. O trojan bancário foi detectado mais de 1.500 vezes em nove meses, em 2023.
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Este trojan é uma evolução do chamado golpe da mão invisível. O “Br” do nome Brats vem de Brasil. E o “ats” vem da sigla em inglês de sistema automatizado de transferência.

No golpe da mão invisível, um smartphone infectado ao entrar em um app bancário notifica o cibercriminoso. Ele, então, consegue ter acesso remoto ao aparelho e tomar conta, podendo alterar valores de transferências e realizar outras operações.

O Brats, não exige que o cibercriminoso esteja em frente ao computador para executar a transferência bancária. O criminoso pode estar na praia enquanto o malware está roubando as pessoas. Isso faz com que eles consigam ganhar no volume.

Cibercriminosos têm preferência pelo Pix por promover transferência instantânea de dinheiro: uma vez transferido o dinheiro, ele é rapidamente enviado para diversas contas para dissipar os valores.

Como ocorre a ‘infecção’

O Brats vem escondido dentro de um app que é baixado fora da loja oficial do Google, segundo a Karpersky. A vítima acessa um site que diz que se a pessoa baixar um aplicativo de extensão .APK [formato de arquivos de apps Android] e abrir um baú, ela ganhará dinheiro.

Este app mostra uma notificação dizendo que é necessário fazer uma atualização falsa de um leitor de PDF ou do Flash Player e exige que seja liberada uma permissão de acessibilidade.

O app encaminha a pessoa para as configurações do Android e dá o passo a passo para ela liberar um recurso de acessibilidade, que permite o acesso remoto do cibercriminoso. Se a pessoa não der essa permissão de acessibilidade, o malware não vai conseguir interagir com outros aplicativos e não vai realizar a fraude.

Como evitar a infecção

Não instale apps fora da loja oficial do Android –boa parte das ameaças, segundo a Kaspersky, são instaladas dessa forma.
Caso instale algum programa que peça a permissão de acessibilidade, não dê.
Tenha um antivírus instalado no smartphone –com mais transações feitas pelo celular, há uma migração do cibercrime do computador para dispositivos móveis.

Fonte: Fabio Marenghi, analista de segurança de informação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/04/2025/16:48:10

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