Dirceu leva à capital paraense evento da Unale com foco na COP 30

(Foto: Reprodução) – A articulação para a realização do evento em Belém partiu do deputado estadual Dirceu Ten Caten (PT), atual membro da diretoria da Unale.

BELÉM (PA) — A capital paraense será palco, nesta quinta-feira (24/4), de um encontro nacional promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), com a presença de representantes do Parlamento Amazônico e do colegiado de presidentes das Assembleias Legislativas do Brasil. A articulação para a realização do evento em Belém partiu do deputado estadual Dirceu Ten Caten (PT), atual membro da diretoria da Unale.

A realização do evento ocorre em um momento estratégico, considerando a preparação da capital para sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em 2025. A programação conta com atividades institucionais e visitas técnicas, além de reuniões políticas que visam fortalecer a atuação integrada dos parlamentos estaduais.

Confira a programação oficial:

• 13h – Recepção no Palácio do Governo, com a presença do governador Helder Barbalho (MDB) e da vice-governadora Hana Ghassan (MDB)

• 14h – Visita ao escritório da COP 30, instalado ao lado do Palácio

• 15h – Visita às obras do Parque das Cidades, local previsto para sediar a COP 30

• 16h às 19h – Reuniões na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), envolvendo:

Diretoria ampliada da Unale com demais parlamentares
Parlamento Amazônico
Colegiado de presidentes das Assembleias Legislativas do Brasil

A iniciativa reforça o protagonismo do Pará nos debates políticos e ambientais nacionais, ampliando o diálogo entre os legislativos estaduais e fortalecendo a articulação em torno de pautas estratégicas para a região amazônica e o país.

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:53:07

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Entregador é xingado por delegada após se recusar a subir em condomínio de Belém

O caso ganhou repercussão na quinta-feira (17), quando Kari Klat foi flagrada agredindo e xingando o entregador no momento da entrega do pedido em um condomínio no bairro Parque Verde, em Belém

Prints do chat entre o entregador Tiago Miranda e a delegada Kari Grazielle Klat mostram que ele, desde o início, pedia que ela fosse buscar o pedido de comida por aplicativo na portaria do condomínio em Belém. A delegada de Polícia Civil afirmou que estava com o pé machucado e exigiu que ele fosse até o apartamento.

O caso ganhou repercussão na quinta-feira (17), quando Kari Klat foi flagrada agredindo e xingando o entregador no momento da entrega do pedido em um condomínio no bairro Parque Verde, em Belém. O motivo da discussão seria porque o entregador não foi deixar a comida na porta do apartamento.

A conversa virou confusão na portaria do condomínio. Eram 12h54 da quarta-feira (16), quando Tiago pediu que a cliente aguardasse na portaria para receber o pedido. Ela respondeu dizendo que estava com pé machucado e pediu para que ele subisse.

O entregador continuou na portaria e ela foi avisada pela portaria que ele não queria se deslocar até o apartamento. Até que abriu um chamado no aplicativo, informando que o entregador se recusou a entregar o pedido. Depois disso, ele insistiu quatro vezes para que ela buscasse o alimento. Já ela disse que desceria pela segunda vez.

“Vou abrir um B.O. contra você, você delegada com uma atitude dessa“, ele disse.

A delegada respondeu: “Fique à vontade! Também vou abrir um contra o senhor, por ter retirado meu pedido, por não ter entregado o pedido”.

O caso é apurado pela Corregedoria da Polícia Civil. Imagens do momento da confusão na portaria mostram a delegada tentando tirar o celular da mão do entregador: “Bora, seu vagabundo, me dá a p**** da comida. Eu paguei.”

Os vídeos viralizaram nas redes sociais mostrando a delegada gritando com o entregador, exigindo que ele entregasse a comida, e ameaçando dar voz de prisão. Ambos registraram boletim de ocorrência.

A Associação dos Delegados do Pará (Adepol) disse, em nota, que a delegada estava com ferimento no pé e por isso pediu entrega na porta do apartamento, que o ciclista a chamou de “folgada” e não pediu o código de entrega. Ela disse ainda, que o entregador queria levar o pedido, e por isso disse que poderia dar voz de prisão. Ainda segundo ela, as imagens divulgadas não mostram a totalidade dos fatos.

Na quinta-feira, e também nesta sexta-feira (18), outros entregadores de aplicativo se deslocaram para a frente do condomínio, localizado no bairro Parque Verde, a fim de protestar contra a atitude da delegada.

A delegada registrou que está sofrendo tentativa de intimidação pelo entregador e outros colegas. O entregador nega.

Já Tiago explicou que não tem permissão para entrar em condomínios, muito menos subir para um apartamento a fim de efetuar a entrega de pedidos.

🔎 No Brasil, os entregadores não têm obrigação de ir até a porta dos clientes, segundo os principais aplicativos de delivery que atuam no país.

Em nota, o aplicativo iFood informou que “não tolera qualquer tipo de ofensas, agressões, preconceito ou assédio envolvendo entregadores, clientes ou estabelecimentos cadastrados” e que ” está à disposição das autoridades para colaborar no que for necessário”. (Com g1)

 

Fonte: Mateus Souza e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:48:03

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MPF apura possível irregularidade em obra em aldeia visitada por Angelina Jolie e Lula

(Foto: Reprodução) – A aldeia foi visitada no início deste mês pelo presidente Lula (PT) e pela atriz norte-americana Angelina Jolie.
Em portaria publicada no Diário do Ministério Público Federal (MPF) na terça-feira (15), a procuradora da República Ludmila Bortoleto Monteiro instaurou um procedimento para apurar possíveis irregularidades na construção do Polo Base de Saúde na Aldeia Piaraçu, em São José do Xingu (MT). A aldeia foi visitada no início deste mês pelo presidente Lula (PT) e pela atriz norte-americana Angelina Jolie.

Em fevereiro deste ano, a Prefeitura de São José do Xingu anunciou a construção do Polo Base de Saúde. Em nota disse que o empreendimento foi fruto de articulações feitas pelo prefeito Dr. Sandro (União) e pelo Cacique Raoni, além de outras lideranças indígenas. Disse também que é um local estratégico, com pista de pouso e condições de garantir saúde de qualidade a mais de 17 aldeias que vivem em torno da Aldeia Piaraçu.

No documento publicado na última semana, a procuradora citou uma notícia de fato, autuada em Sinop, que apontou a necessidade de “apurar denúncia sobre eventual irregularidade na instalação do Polo Base de Saúde Indígena na Aldeia Piaraçu”.

Com base nisso, ela resolveu converter a notícia de fato em procedimento administrativo, com o objetivo de acompanhar as tratativas do Poder Público para a construção/implantação do Polo Base de Saúde.

Visitas na aldeia

No último dia 2 de abril a atriz Angelina Jolie esteve na aldeia e se encontrou com o Cacique Raoni. Durante a visita ela recebeu pinturas indígenas e participou de uma celebração. A atriz é também conhecida por suas atuações em defesa de causas sociais e direitos humanos.

Já no último dia 4 o presidente Lula esteve na Aldeia Piaraçu, onde se encontrou com lideranças indígenas do Xingu, incluindo o Cacique Raoni. A visita já era esperada desde junho de 2023.

 

Fonte: Vinicius Mendes | Gazeta Digital e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:41:23

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Prefeitura de Marabá decreta luto oficial de sete dias pela morte do Papa Francisco

(Foto: Reprodução) – A medida foi anunciada pelo prefeito Toni Cunha (PL), que destacou a importância do pontífice para a comunidade católica local.

A Prefeitura de Marabá, localizada na região sudeste do Pará, decretou luto oficial de sete dias nesta segunda-feira (21/4) em homenagem ao Papa Francisco, falecido aos 88 anos no Vaticano. A medida foi anunciada pelo prefeito Toni Cunha (PL), que destacou a importância do pontífice para a comunidade católica local.

Toni Cunha, conhecido por sua ligação com a fé cristã, participou do Círio de Nazaré em Marabá no ano passado, uma das maiores manifestações religiosas da região. Em sua declaração, o prefeito ressaltou o legado de humildade e dedicação do Papa Francisco à causa dos pobres e marginalizados.

A decisão do prefeito acompanha o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também estabeleceu luto oficial de sete dias em todo o país pela morte do líder da Igreja Católica.

Durante o período de luto, as bandeiras em órgãos públicos de Marabá permanecerão hasteadas a meio mastro, e eventos oficiais poderão ser suspensos ou adiados em sinal de respeito.

 

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:36:51

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Crianças estão expostas aos riscos dos “desafios” da internet

Especialistas alertam sobre prevenção e responsabilização criminal desses casos | Divulgação

Nos últimos meses, duas crianças morreram após inalarem desodorante spray a partir de conteúdos vistos nas redes sociais.

De tempos em tempos ganha repercussão algum tipo de brincadeira ou desafio que, mais do que propor diversão, acaba mesmo é expondo e colocando em risco a saúde e até a vida de crianças e adolescentes instigadas por algum tipo de curiosidade. O alerta da vez agora envolve o desodorante aerosol/spray, em uma “dinâmica” de inalação pelo máximo de tempo possível difundida em redes sociais, e que só entre março e abril vitimou uma menina de oito anos e outra de onze, em dois estados diferentes.

A situação traz de volta a preocupação em relação aos conteúdos de internet consumidos por essas faixas etárias e ainda a necessidade de se discutir a regulamentação do que é disponibilizado online. Um dos episódios desta semana do podcast “O Assunto”, apresentado pela jornalista Natuza Nery, aborda justamente esta questão: o de que redes sociais tornaram-se sinônimo de perigo na palma da mão. De acordo com o Instituto Dimicuida, o Brasil registrou 56 casos de crianças ou adolescentes que morreram ou ficaram gravemente feridos por causa de desafios irresponsáveis espalhados na rede mundial de computadores nos últimos onze anos, ou seja, desde 2014. A quem – e se – cabe a responsabilização e como evitar que se chegue a um extremo tão chocante?.

“Responsabilizar ou centralizar nos pais é muito delicado. Porque vai recair quase sempre sobre a mãe, né, visto que há uma realidade de pais saindo para trabalhar enquanto mães ficam. É preciso sim regular esse marco chamado internet, o Estado Brasileiro precisa criar condições para essa regulamentação”, defende a psicóloga Jureuda Guerra, atual presidente do Conselho Regional de Psicologia da 10ª Região Pará – Amapá (CRP 10). Em paralelo, a profissional avalia que é imprescindível que a criança e o adolescente tenham uma navegação supervisionada.

“Abre-se o debate familiar em paralelo: os pais acompanham o que o filho vê, conversam sobre? A escola conversa? Veja só, o governo federal sancionou recentemente a lei que proíbe o celular no ambiente escolar, que foi um ‘para pra acertar’ e foi o mais acertado que podia ter ocorrido. Já se tem dados de crianças voltando a interagir, brincando, vivenciando um lazer sem tela na hora do recreio. Para falar da morte de uma criança de oito, de onze anos por desafio na internet não adianta só focar só na responsabilização familiar, porque é mesmo muito rápido que acontece e não, às vezes ninguém vê!”, alerta Jureuda.

A psicóloga lembra que a criança, o adolescente que tem uma melhor oratória ou bom entendimento do acesso à internet não está necessariamente madura para consumir o conteúdo disponível. “Precisamos voltar à educação conversada, freiriana, do propor, ouvir, falar, isso tem que voltar. E não só nas escolas, mas em casa. Tem rede social que é terra sem lei, então é preciso bloquear determinados acessos a quem não tem maturidade psíquica para decidir sobre o que está vendo. Tem que ter cuidado, até porque esse mesmo terreno dos desafios é o do abuso sexual”, alerta.

Pais podem responder pelos atos dos seus filhos

No caso de vítima fatal, a legislação brasileira permite responsabilizar quem contribuiu para a tragédia — seja por ação ou omissão. A responsabilização pode ser penal, civil e/ou administrativa, dependendo do grau de envolvimento, do dolo ou da culpa, e da omissão frente aos riscos evidentes. A Constituição e o ECA são claros: proteger a vida e a integridade dos menores é dever de todos — inclusive no ambiente digital.

“A crescente exposição de crianças e adolescentes a conteúdos perigosos na internet trouxe à tona o conceito de ‘abandono digital’, que se refere à negligência dos pais quanto ao dever de orientar e monitorar o uso da internet pelos filhos. O Estatuto da Criança e do Adolescente impõe aos pais e responsáveis o dever de cuidado, vigilância e orientação, o que inclui o uso de ambientes virtuais. A omissão desse dever pode configurar violação das obrigações previstas no Código Civil e no ECA, sujeitando os responsáveis a sanções civis ou administrativas e, em casos extremos, penais”, alerta a advogada Ivana Melo.

O Marco Civil da Internet, em seu artigo 29, estabelece que os pais ou responsáveis legais têm o dever de zelar pela orientação e supervisão do uso da internet por crianças e adolescentes. Além disso, os pais têm responsabilidade pelos atos ilícitos cometidos por seus filhos menores, conforme o artigo 932, inciso I, do Código Civil. Isso significa que, se os filhos causarem danos a terceiros por meio de suas atividades online, – como compartilhamento de vídeos, por exemplo – os pais podem ser legalmente responsabilizados por tais prejuízos.

Pneumologista confirma riscos de morte envolvendo os chamados “desafios do desodorante”

A professora universitária Marilia Pinheiro, que está vice-presidente da Sociedade Paraense de Pneumologia, informa que a composição desses sprays, encontrados não apenas nos desodorantes, é variável, e que sua inalação é extremamente prejudicial.

Existem os que contém álcool, o que pode ser irritante para as vias aéreas e levar ao broncoespasmo com tosse ou crise de asma. Podem conter gases como butano, isobutano ou propano, que são altamente tóxicos e podem causar asfixia, e é justamente este, em grande parte dos casos, o mecanismo de morte. Ácido clorídrico, que pode causar reação alérgica grave, arritmia e parada cardíaca.

“Em crianças o risco é bem maior do que em adultos, porque pequenas quantidades inaladas de qualquer spray já podem levar a óbito”, reforça a pneumologista. “Crianças têm vias aéreas pequenas, então quantidades menores do spray já são capazes de levar matar, seja por asfixia, arritmia, parada cardíaca ou respiratória”, detalha.

De acordo com a médica, sintomas envolvendo a inalação de spray podem ser de tosse, espirros, falta de ar, incômodo na garganta, e por isso é necessário procurar imediatamente um pronto socorro.

“Os gases que citei, quando inalados, ocupam o espaço do oxigênio, impedindo as trocas gasosas. Com isso, o oxigênio não chega no sangue, o corpo fica desassistido, ocorre a asfixia e o óbito. Esses gases também podem agir no coração, causando arritmia e morte. Eles também agem no Sistema Nervoso Central, provocando sonolência e diminuição do nível de consciência, e consequente parada respiratória”, orienta Marilia.

Responsabilização legal é possível e teria maior viabilidade com a regulamentação da internet

O compartilhamento de vídeos que incentivam práticas perigosas pode gerar responsabilidade, especialmente quando envolvem crianças e adolescentes. De acordo com a advogada Ivana Melo, atualmente presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pará (OAB-PA), no âmbito penal, a divulgação desse tipo de conteúdo pode ensejar responsabilização por induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, nos termos do art. 122 do Código Penal, caso se comprove que a postagem incentivou, ainda que de forma indireta, uma conduta de risco que resultou em morte.

Ela destaca ainda que o § 7º do referido artigo determina que o agente será responsabilizado pelo crime de homicídio (art. 121 do Código Penal) quando a vítima for menor de 14 anos ou pessoa que, por enfermidade ou deficiência mental, não tenha o necessário discernimento para a prática do ato. Além disso, há também a responsabilidade civil, com base no Código Civil, que prevê indenização quando uma conduta gera dano a terceiros, mesmo sem intenção, desde que haja negligência e nexo de causalidade.

As plataformas digitais também podem ser responsabilizadas caso não retirem o conteúdo ofensivo ou perigoso, conforme estabelece o art. 19 do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014). Em casos notórios e de grave violação de direitos fundamentais, o Poder Judiciário tem reconhecido a possibilidade de remoção imediata, mesmo sem ordem judicial prévia, com base na proteção à vida e à dignidade da pessoa humana (art. 227 da Constituição Federal e art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente).

“A tragédia envolvendo a criança que morreu após inalar desodorante, possivelmente motivada por um vídeo, reacendeu o alerta: o compartilhamento de vídeos com conteúdo perigoso não é ato inofensivo. Em tempos de redes sociais, responsabilidade digital é mais do que ética — é também questão de legalidade”, pondera Ivana. “Importante frisar que, mais do que um dever legal, a supervisão digital é uma medida de proteção. Na era dos “desafios virais”, ela pode fazer a diferença entre o risco e a prevenção”, avalia.
Manual lançado pelo governo federal orienta para ambiente digital mais saudável

No último dia 11 de março foi lançado em Brasília (DF), o documento “Crianças, Adolescentes e Telas – Guia sobre usos de dispositivos digitais”. A publicação foi elaborada por um grupo de trabalho que reuniu diversos ministérios, especialistas e instituições ligadas ao tema, incluindo o Conselho Federal de Psicologia (CFP). O documento está disponível na íntegra nos sites do Governo do Brasil (www.gov.br) e também tem link para download no site do próprio CFP (site.cfp.org.br).

Confira o resumo de uma das recomendações:

O uso de dispositivos digitais deve se dar aos poucos, conforme vá aumentando a autonomia progressiva da criança ou adolescente:

Recomenda-se o não uso de telas e aparelhos digitais para crianças com menos de 2 anos, salvo para contato com familiares por videochamada, acompanhada de pessoa adulta;
Orienta-se que crianças (antes dos 12 anos) não devem possuir aparelhos celulares do tipo smartphone próprios, sendo que, quanto mais tarde se der a posse ou aquisição de aparelho próprio, melhor;
O acesso a redes sociais deve observar a faixa etária sinalizada pela Classificação Indicativa, através de ícones quadrados coloridos vinculados aos aplicativos nas lojas virtuais onde podem ser baixados. Reforça-se que a maioria das redes sociais não foi projetada para crianças, contendo padrões que estimulam o uso prolongado e potencialmente problemático, além de que a presença de crianças nelas pode pressionar outras a fazerem o mesmo, pelo receio de se sentirem excluídas daquele ambiente;
O uso de dispositivos eletrônicos, aplicativos e redes sociais durante a adolescência (12 a 17 anos) deve se dar com acompanhamento familiar ou de educadores;
O uso não pedagógico de dispositivos digitais no ambiente escolar, em qualquer etapa de ensino, pode trazer prejuízos para o processo de aprendizagem e desenvolvimento de crianças e adolescentes;
Escolas devem avaliar criteriosamente o uso de aparelhos, como celulares ou tablets, para fins pedagógicos na Primeira Infância, evitando seu uso individual pelos estudantes.
Escolas devem evitar tarefas pedagógicas que estimulem a posse de aparelhos celulares próprios, bem como o uso de aplicativos de mensagem, por crianças (antes dos 12 anos). Deve ser estimulado o uso de dispositivos digitais, para fins de acessibilidade ou superação de barreiras, por crianças ou adolescentes com deficiência, independentemente de faixa etária.

 

Fonte: Carol Menezes – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:25:23

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PM prende ladrão vestido só de cueca em shopping de Parauapebas

(Foto: Reprodução) – De acordo com informações do 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o homem foi encontrado apenas de cueca, escondido na escada de acesso ao cofre da loja.

Um homem identificado como Kaue Patrick Santana Paes Landim, de idade não informada, foi preso pela Polícia Militar na madrugada de sábado (20/4), por volta das 4h, após invadir a loja Ótica Maia, localizada dentro do Partage Shopping, em Parauapebas, sudeste do Pará. A prisão ocorreu após o suspeito ser flagrado pelas câmeras de videomonitoramento do estabelecimento.

De acordo com informações do 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o homem foi encontrado apenas de cueca, escondido na escada de acesso ao cofre da loja. Segundo relatado, ele retirou as roupas para se movimentar com mais facilidade pelos sensores de segurança. O suspeito apresentava escoriações no corpo, que alegou ter sofrido ao romper grades e atravessar espaços estreitos durante a invasão.

A ação policial envolveu as viaturas 2314 e 2309, que adentraram a loja com o apoio da gerente do local. O gerente de segurança do shopping também presenciou a prisão e confirmou as condições em que o homem foi encontrado.

Durante o interrogatório preliminar, Kaue afirmou que estava sozinho dentro do shopping, mas receberia apoio logístico externo. A partir dessa informação, as equipes iniciaram buscas nos arredores e localizaram um veículo Ford Ka branco, abandonado em um matagal próximo ao Hotel Atrium. O automóvel havia sido roubado cerca de três horas antes, no bairro Parque dos Carajás, durante uma corrida de aplicativo. Os ocupantes fugiram para a mata ao perceberem a aproximação da polícia e não foram localizados.

O suspeito, o veículo recuperado e os objetos apreendidos — incluindo um iPhone 14 preto — foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

A operação contou com a participação de quatro guarnições do 23º BPM. O comandante da unidade, tenente-coronel Aquino, ressaltou a agilidade da ação e o comprometimento das equipes no combate à criminalidade.

 

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate, com informações de Papo Carajás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:25:23

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Caminhoneiro paraense morre ao ser esmagado pela própria carreta no Ceará

Morte de paraense no Ceará. (Foto: Redes Sociais) – O acidente de trânsito foi registrado na noite de domingo (20), no município de Tianguá

Um caminhoneiro paraense identificado como José Cairo da Conceição Serrão, de 41 anos, morreu ao ser esmagado pela própria carreta no estado do Ceará. O acidente de trânsito ocorreu na noite de domingo (20), no quilômetro 301 da BR-222, no município de Tianguá, na Serra da Ibiapaba. A vítima, conhecida como “Buba”, era natural de Castanhal, no nordeste do Pará.

Segundo informações iniciais, tudo aconteceu quando a carreta apresentou uma falha mecânica enquanto descia uma ladeira e parou repentinamente. Diante da situação, José Cairo teria acionado um mecânico para tentar solucionar a pane. No entanto, após o reparo, o veículo teria perdido o controle e voltado de ré, atingindo José Cairo. A vítima foi esmagada e morreu na hora. A carreta parou somente quando a carroceria atingiu o acostamento da BR.

Equipes da Perícia Forense e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram no local para realizar os procedimentos de apuração do acidente. As investigações devem esclarecer as circunstâncias do ocorrido. José Cairo estava no local a trabalho e retornaria ao Pará nas próximas semanas.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/04/2025/14:22:18

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Casal é resgatado após três dias desaparecido em área de mata no interior do AM

Casal que desapareceu após entrar em área de mata no interior do AM é encontrado após três dias de buscas. — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Eles desapareceram no último domingo (13) e foram encontrados por moradores em uma área de mata no município de Rio Preto da Eva.

O casal Josivan de Oliveira Cristino, de 28 anos, e Thayanne Vasconcelos Moura, de 34, que estava desaparecido desde domingo (13), foi encontrado nesta quinta-feira (17) em uma área de mata em Rio Preto da Eva, a 57 km de Manaus.

Eles foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros com apoio do helicóptero do Departamento Integrado de Operações Aéreas (DIOA), da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), em um ramal da zona rural do município.

Segundo os bombeiros, o casal estava abrigado na casa de um morador no Ramal ZF-8, próximo à Cachoeira. Os próprios moradores sinalizaram a presença dos dois, permitindo o resgate.

Josivan e Thayanne foram levados para uma unidade de saúde da cidade para avaliação médica. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde deles, nem sobre o que teria causado o desaparecimento.

Nas redes sociais, uma irmã de Josivan publicou uma mensagem em nome da família.

“A família gostaria de expressar sua imensa gratidão por todo o apoio recebido durante este momento delicado. Estamos muito felizes que tudo tenha terminado bem e agradecemos, de coração, à imprensa pelo suporte prestado, especialmente aos verdadeiros guerreiros que estiveram na mata, e ao nosso pai, que liderou com coragem e determinação as buscas”, escreveu.

Ela também agradeceu “a todos que contribuíram direta ou indiretamente — cada gesto fez a diferença” e disse que, neste momento, a família vai se resguardar para comemorar em intimidade. Caso o casal se sinta confortável, poderá conversar com a imprensa futuramente.

O caso é investigado pela 36ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Rio Preto da Eva.

 

Fonte: g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:26:16

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18º BPM realiza apreensão de mais de 50 porções de entorpecentes em Monte Alegre, no oeste do Pará

Polícia Militar atuante no combate ao tráfico de drogas em Monte Alegre — Foto: Polícia Militar / Divulgação

Suspeito já havia sido denunciado por ameaçar moradores e atuar em crimes como furtos e tráfico no bairro Curintafã.

A Polícia Militar do Pará, por meio do 18º Batalhão, apreendeu 51 porções de substância entorpecente aparentando ser crack durante uma abordagem realizada na tarde desta quarta-feira (16), no bairro Curaxi 1, no município de Monte Alegre, no oeste do estado. Um homem foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas.

De acordo com informações repassadas pela PM, o suspeito já vinha sendo alvo de diversas denúncias feitas por moradores do bairro Curintafã, onde ele era acusado de praticar tráfico de drogas, furtos e ameaças. Na terça-feira (15), após receber novas denúncias, a polícia realizou uma operação no bairro Curintafã, mas o suspeito conseguiu fugir do cerco, permanecendo apenas alguns comparsas no local.

Ainda segundo os militares, os comparsas detidos confirmaram que o homem seria o principal responsável pela venda fracionada de drogas na região. Já na tarde seguinte, durante patrulhamento no bairro Curaxi 1, o suspeito foi localizado, abordado e flagrado com as 51 porções do entorpecente.

O material apreendido e o acusado foram encaminhados à delegacia para os procedimentos cabíveis. A Polícia Militar reforça a importância das denúncias da população para o combate ao tráfico de drogas e à criminalidade.

 

Fonte: Gleilson Nascimento, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:24:04

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Mais de 335 mil pessoas vivem em situação de rua no Brasil

(Foto: Reprodução) – Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo

Dados são de observatório da Universidade Federal de Minas Gerais

O número de pessoas vivendo em situação de rua em todo o Brasil registradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal, em março deste ano, chegou a 335.151. Se comparado ao registrado em dezembro de 2024, quando havia 327.925 pessoas nessa situação, houve um aumento de 0,37% no primeiro trimestre deste ano.

Os dados são do informe técnico de abril do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/Polos da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG), divulgados na segunda-feira (14). O estudo foi feito com base nos dados disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) sobre o CadÚnico.

O número apurado em março é 14,6 vezes superior ao registrado em dezembro de 2013, quando havia 22,9 mil pessoas vivendo nas ruas no país.

À Agência Brasil, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informou que retomou, em 2023, as capacitações para entrevistadores e operadores do cadastro único, fortalecendo a atuação dos municípios na coleta de dados. A pasta também destacou a subnotificação e a inconsistência dos dados anteriores, devido ao enfraquecimento da atualização cadastral na gestão anterior (2019-2022).

No Brasil, o relatório demonstra que o CadÚnico registrou em março de 2025:

9.933 crianças e adolescentes em situação de rua (3%);
294.467 pessoas em situação de rua na faixa etária de 18 a 59 anos (88%);
30.751 idosos em situação de rua (9%);
84% são pessoas do sexo masculino.

Em relação à renda, 81% (272.069) das pessoas em situação de rua sobrevivem com até R$ 109 por mês, correspondente a 7,18% do salário mínimo, hoje R$ 1.518.

Mais da metade (52%) das pessoas em situação de rua no país não terminaram o ensino fundamental ou não têm instrução, a maioria é de pessoas negras. Esse percentual é mais que o dobro do total da população brasileira que não completou a escolaridade básica ou em condição de analfabetismo, de 24%, segundo o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A baixa escolaridade dificulta o acesso das pessoas às oportunidades de trabalho geradas nas cidades, sugere a pesquisa.

Onde vivem

A Região Sudeste concentra 63% da população em situação de rua do país, o equivalente a 208.791 pessoas. Em seguida, figura a Região Nordeste, onde 48.374 pessoas (14%) estão em situação de rua. Na Região Sul, são 42.367 (13%), na Região Centro-Oeste, 19.037 (6%), e na Região Norte, 16.582 (4%) indivíduos estão nesta condição de vulnerabilidade social.

A análise revela que quatro em cada dez pessoas que vivem na rua no Brasil se encontram no estado de São Paulo (42,82% do total da população em situação de rua). O segundo estado é o Rio de Janeiro com 30.997 pessoas em situação de rua ou 10%, sucedido por Minas Gerais, com 30.355 pessoas.

Em números absolutos, as cinco capitais com as maiores populações em situação de rua são:

São Paulo, com 96.220 pessoas;
Rio de Janeiro, 21.764;
Belo Horizonte, 14.454;
Fortaleza, 10.045;
Salvador, 10.025;
e Brasília, 8.591.

Em relação à série histórica, 12 unidades da federação apresentaram em suas capitais aumento no registro de pessoas em situação de rua:

Rio de Janeiro
Distrito Federal
Santa Catarina
Pernambuco
Rondônia
Roraima
Pará
Amapá
Piauí
Paraíba
Mato Grosso
e Mato Grosso do Sul.

Nove estados registraram diminuição na concentração de registros de pessoas em situação de rua no CadÚnico em suas capitais:

Minas Gerais
Rio Grande do Sul
Paraná
Acre
Maranhão
Goiás
Alagoas
Sergipe
e Espírito Santo.

Os estados que se mantiveram estáveis são:

São Paulo
Bahia
Ceará
Amazonas
Rio Grande do Norte
e Tocantins.

Se considerada a proporção por mil habitantes, o levantamento mais recente aponta que o município de Boa Vista tem 20 pessoas em situação de rua por 1 mil habitantes. Na cidade de São Paulo, a cada 1 mil pessoas, oito estão em situação de rua. Em Florianópolis, a cada 1 mil pessoas, sete estão em situação de rua, e em Belo Horizonte, são seis a cada 1 mil pessoas.

Violências

De 2020 a 2024, foram registrado 46.865 atos de violências contra a população em situação de rua no Disque 100, coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

As capitais brasileiras são responsáveis por 50% das ocorrências, com destaque para São Paulo, com 8.767 casos de violência registrados; Rio de Janeiro, 3.478; Brasília, 1.712; Belo Horizonte, 1.283; e Manaus, com 1.115 ocorrências.

A maior parte das pessoas em situação de rua que sofreram algum tipo de violência tem entre 40 anos e 44 anos de idade, o que representa 5.697 pessoas violentadas.

As violências contra a população em situação de rua ocorreram, sobretudo em vias públicas, com mais de 20,5 mil ocorrências.

O relatório chama a atenção também pelo elevado número de denúncias em espaços que deveriam proteger a população em situação de rua, como serviços de abrigamento, estabelecimentos de saúde, centros de referência, instituições de longa permanência para idosos e órgãos públicos.

Conclusões

Por meio de nota, o OBPopRua/Polos-UFMG declarou que o cenário é preocupante e acentua que as políticas públicas estruturantes como moradia, trabalho e educação voltadas para a população em situação de rua no Brasil são inexistentes ou ineficientes.

“O descumprimento da Constituição Federal de 1988 com as pessoas em situação de rua continua no Brasil, com pouquíssimos avanços na garantia de direitos dessa população.”

O MDS declarou que tem investido “de forma contínua no fortalecimento do acolhimento e da proteção de adultos e famílias em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a inclusão social e o enfrentamento das desigualdades”.

O ministério listou as ações do governo federal nesta temática e detalhou que recursos da União são usados para fortalecer os centros de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP). Esses locais oferecem serviços como refeições, espaços para higiene pessoal, apoio na emissão de documentos e outras atividades essenciais.

De acordo com o MDS, há ainda o custeio do funcionamento do Serviço de Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (Paefi), voltado para apoiar famílias e pessoas em situação de risco social ou que tiveram direitos violados. O serviço é ofertado, obrigatoriamente, em um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

 

Fonte: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/04/2025/15:21:31

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