Bebê de 8 meses é encontrado morto dentro de casa em Manaus

(Foto ilustrativa: Reprodução Freepik) – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foi acionado e constatou que a criança já estava morta há algumas horas

Um bebê de 8 meses foi encontrado morto dentro de casa na madrugada desta sexta-feira (25), na rua Augusto Ville Herói, no conjunto Villa Rica, bairro Novo Aleixo, na zona norte de Manaus.

A polícia foi acionada por volta de 04h35 para atender a ocorrência. A mãe da criança relatou aos agentes que se levantou pra vê seu bebê e percebeu que ele não apresentava sinais vitais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foi acionado e constatou que a criança já estava morta há algumas horas.  O Instituto Médico Legal (IML), foi acionado para remover o corpo do bebê.

Fonte: Redação / portald24@diarioam.com.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:52:45

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Com passagem por homicídio, homem é preso após ameaçar incendiar a casa da ex no Pará

(Foto: Reprodução) – A polícia identificou que Elton já possui antecedentes criminais por homicídio.

A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde desta quinta-feira (24/4), um homem identificado como Elton da R. C., conhecido pelo apelido de “Ducha”, de 40 anos, acusado de ameaçar de morte a ex-companheira e invadir a residência dela no município de Igarapé-Açu, no nordeste paraense.

De acordo com informações da polícia, Elton foi detido por volta das 14h30, no bairro Portelinha, durante ação de policiais civis da Delegacia de Igarapé-Açu. Segundo a polícia, o suspeito teria ameaçado incendiar a casa da vítima logo após receber uma intimação policial, usando as ameaças como forma de coação.

O caso foi registrado, por meio de um Boletim de Ocorrência, e o inquérito foi instaurado. A polícia identificou que Elton já possui antecedentes criminais por homicídio.

A prisão foi realizada com base nos crimes de ameaça e violação de domicílio, previstos nos artigos 147, §1º, e 150 do Código Penal, combinados com o artigo 5º, inciso III, da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), que trata da violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

 

Fonte: Mateus Souza – O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:50:17

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Depoimento: padrasto preso por morte de enteada diz que chamou filho e adolescentes para ‘dar susto’ em família

Da esquerda à direita: Gustavo Benedito Junior Lara de Santana, de 18 anos, e Benedito Anunciação de Santana, de 40 anos — Foto: Divulgação

Benedito Anunciação de Santana, de 40 anos, disse que chamou o filho, de 18 anos, e outros dois colegas do filho para ir até a casa da companheira. A adolescente foi encontrada morta com as mãos e pés amarrados.

Em depoimento à Polícia Civil, Benedito Anunciação de Santana, de 40 anos, suspeito de envolvimento no assassinato da adolescente Heloysa Maria de Alencastro Souza, de 16 anos, disse que tinha intenção de ‘dar um susto’ na companheira dele, mãe da vítima (assista acima).

Em conversa com o delegado Guilherme Bertolli, Benedito confirmou que chamou o filho Gustavo Benedito Junior Lara de Santana, de 18 anos, e outros dois adolescentes, amigos de escola filho, para ir até a casa da companheira, na noite de terça-feira (22).

Ele ainda disse que não combinou nada com os outros envolvidos e afirmou que eles iriam até o local apenas para conversar com as vítimas.

Heloysa foi encontrada com as mãos e pés amarrados dentro de um poço, no Bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá, na noite de terça-feira (22). A princípio, a família acreditava que se tratava de um roubo seguido de sequestro, mas tudo não passou de uma simulação, segundo a polícia.

Veja o que se sabe e o que falta esclarecer sobre caso de adolescente encontrada morta dentro de poço em Cuiabá

Benedito mantinha um relacionamento com a mãe de Heloysa. O casal vivia junto há cerca de quatro meses. A motivação do crime ainda está sendo investigada.

Os peritos apontaram que a vítima foi vítima de estrangulamento com um cabo USB, além de ter sofrido diversas lesões pelo corpo. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio, roubo majorado e corrupção de menores.

Como o crime aconteceu?

Adolescente é sequestrada e encontrada morta em poço; padrasto e jovem são presos

De acordo com a Polícia Civil, o crime teve início no começo da noite de terça-feira (22), quando Benedito foi até a casa da namorada, acompanhado de Gustavo e dos outros dois adolescentes. Heloysa foi assassinada dentro da casa, antes da chegada da mãe e com o padrasto ainda presente no local. A perícia apontou que a adolescente sofreu múltiplas lesões pelo corpo, mas a causa da morte foi asfixia por estrangulamento, com um cabo de celular (USB).

Após o crime, o padrasto saiu da casa para atender um chamado de trabalho. Algumas horas depois, a mãe da vítima chegou em casa acompanhada de uma amiga. Gustavo estava com o rosto coberto e, por isso, não foi reconhecido.

As duas mulheres foram levadas para um quarto e a mãe não viu que a filha já estava morta. A princípio, a família acreditava que se tratava de um roubo seguido de sequestro.

O delegado Guilherme Bertolli informou que a mãe também era alvo dos criminosos e que só não morreu porque chegou ao local tempo depois da invasão.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:26:36

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Pará registra mais de 3 mil casos de malária em 2025

(Foto: Reprodução) – De acordo com o médico virologista, Caio Botelho, a malária é transmitida pela picada do mosquito, assim como a dengue, a chikungunya, ou a febre amarela

De janeiro a fevereiro de 2025, foram registrados 3.130 casos de malária no Pará. Em 2024, foram computados 23.205 casos da doença no Estado. E, em 2023, foram confirmados 23.788 casos de malária. As informações são da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). Nesta sexta-feira (25/4), é comemorado o Dia Mundial de Luta Contra a Malária, data estabelecida em 2007 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para marcar o reconhecimento aos esforços globais para o controle efetivo da doença.

A Sespa acrescentou que desenvolve ações estratégicas de prevenção com planejamento anual e controle e vigilância da malária, como distribuição de insumos, capacitação de profissionais, apoio técnico aos municípios e alinhamento de estratégias com as gestões locais para a redução dos casos no Estado.

A malária é uma doença infecciosa causada por um parasito do gênero Plasmodium, que é transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego), informa o Ministério da Saúde. Estes mosquitos são mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno. Portanto, não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa.

De acordo com o médico virologista, Caio Botelho, a malária é transmitida pela picada do mosquito, assim como a dengue, a chikungunya, ou a febre amarela, porém, diferente delas, não é um vírus, e sim um protozoário. “É interessante que nós conseguimos controlar a malária urbana, mas ainda temos regiões mais isoladas, rurais onde temos sim a transmissão da doença. Alguns sintomas são tão intensos que a pessoa pode vir a óbito pela doença.”

Segundo dados do Ministério da Saúde, a região amazônica é onde estão 99% dos casos de malária hoje.  “Entre as principais medidas de prevenção estão as telas de proteção, mosqueteiros, utilização de repelentes, roupas que cobrem o corpo o máximo possível e também observar se o ambiente é propício à reprodução dos mosquitos.”, contou o virologista.

A malária também é conhecida como impaludismo, paludismo, febre palustre, febre intermitente, febre terçã benigna, febre terçã maligna, além de nomes populares como maleita, sezão, tremedeira, batedeira ou febre. Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma, informou, ainda, o Ministério da Saúde.

Porém, uma imunidade esterilizante, que confere total proteção clínica, até hoje não foi observada. Caso não seja tratado adequadamente, o indivíduo pode ser fonte de infecção por meses ou anos, de acordo com a espécie parasitária. A malária é uma doença que tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito. Entretanto, a doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada.

“É extremamente importante observar que não há vacinas disponíveis para a malária, então o principal a fazer é: se você vai para alguma região que tenha casos, você deve procurar um médico para que ele lhe indique a medicação que auxilia a prevenir  a doença. E fica o alerta também, se você pegou a malária uma vez, pode pode sim contrair a doença múltiplas vezes, então o melhor é prevenir.” Finalizou.

Sintomas da doença:

Os sintomas mais comuns são: calafrios, febre alta (no início contínua e depois com freqüência de três em três dias), dores de cabeça e musculares, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), aumento do baço e, por vezes, delírios. No caso de infecção por Plasmodium falciparum, também existe uma chance em dez de se desenvolver o que se chama de malária cerebral, responsável por cerca de 80% dos casos letais da doença. Além dos sintomas correntes, aparece ligeira rigidez na nuca, perturbações sensoriais, desorientação, sonolência ou excitação, convulsões, vômitos e dores de cabeça, podendo o paciente chegar ao coma.
Transmissão:

O protozoário é transmitido ao homem pelo sangue, geralmente através da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium ou, mais raramente, por outro tipo de meio que coloque o sangue de uma pessoa infectada em contato com o de outra sadia, como o compartilhamento de seringas (usuários de drogas), transfusão de sangue ou até mesmo da mãe para feto, na gravidez.
Tratamento:

Em geral, após a confirmação da malária, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com medicamentos que são fornecidos gratuitamente em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente os casos graves deverão ser hospitalizados de imediato.

O tratamento indicado depende de alguns fatores, como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, tais como gravidez e outros problemas de saúde; gravidade da doença.
Prevenção:

Medidas de prevenção individual: uso de mosquiteiros impregnados ou não com inseticidas, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas, uso de repelentes.
Medidas de prevenção coletiva: drenagem, obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoria da moradia e das condições de trabalho, uso racional da terra.

Fontes: Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde
Malária em números no Pará:

2023: 23.788 casos de malária
2024: 23.205 casos.
De janeiro a fevereiro de 2025, foram registrados 3.130 casos.

 

 

Fonte: Mateus Souza – Sespa e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:24:10

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Pesquisa revela estado com maior número de ‘cornos’ do Brasil; saiba qual

Pesquisa revelou qual estado lidera ranking com o número de ‘cornos’ do Brasil;  |   Bnews – Divulgação Ilustrativa/ Freepik

Uma pesquisa realizada por uma plataforma de encontros extraconjugais revelou um número impressionante ao levantar os dados de relacionamentos na América Latina e colocar o Brasil com o maior índice de infiéis.

Segundo a página “Viralizou”, do Instagram, o levantamento de dados apontou São Paulo com a maior taxa de infidelidade. Outras cidades e estados foram analisados, como Belo Horizonte e Rio de Janeiro, que também se destacam no ranking.

Anteriormente, uma pesquisa da “Gleeden”, realizada no final do ano passado, também constatou como São Paulo possui essa predisposição, acrescentando que “as grandes oportunidades de interação social e profissional contribuem para o aumento dos casos de traição”.

Outro estudo da plataforma Ashley Madison, que é direcionada para quem busca amantes, informou que entre as cidades mais propensas a relações extraconjugais estão Florianópolis, Porto Alegre, Joinville, Contagem e Londrina.

Ainda segundo a página, teria sido levantado um total de cerca de 170 mil usuários, dos quais parte era de Minas Gerais e se declaravam “cornos orgulhosos”, como um fetiche em ver os parceiros com outras pessoas.

 

Fonte: Natane Ramos – bnews e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:10:23

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Papel substitui lençóis na UPA de Novo Repartimento: denúncia revela precariedade na saúde pública

(Foto: Reprodução) – Moradores denunciam uso de papel em leitos hospitalares, evidenciando descaso e falta de condições adequadas na unidade de saúde do sudeste do Pará.

Pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Novo Repartimento, no sudeste do Pará, estão sendo submetidos a uma situação alarmante e desumana: os leitos da unidade estão sendo cobertos com pedaços de papel, em vez de lençóis hospitalares adequados. A denúncia, feita por moradores do município e confirmada por registros visuais, escancara o estado de abandono da saúde pública local .

As imagens são chocantes e revelam muito mais do que uma falha pontual: evidenciam a falta de respeito com a população, o descaso com a saúde pública e a ausência de gestão responsável. Em um ambiente que deveria priorizar a higiene, o acolhimento e o cuidado com os pacientes, o que se vê é improviso e precariedade.

“Isso não é improviso, é descaso”, desabafa um morador que preferiu não se identificar. Para ele, essa situação demonstra o total abandono da saúde municipal, que deveria garantir, no mínimo, o básico: estrutura digna e condições humanas de atendimento.

O uso de papel em substituição a lençóis hospitalares não apenas fere princípios mínimos de cuidado, como também compromete a segurança sanitária de pacientes e profissionais. A pergunta que fica é: onde está a responsabilidade do poder público diante desse cenário?

Enquanto a população de Novo Repartimento clama por respeito e dignidade, a resposta das autoridades ainda não veio. A omissão diante de uma realidade tão grave é, por si só, mais um sinal de que algo precisa mudar urgentemente.

A redação do Portal segue acompanhando o caso e cobra explicações da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde. A população não pode mais ser tratada com tamanho desprezo. Saúde é direito, não favor.

 

Fonte: Plantão 24horas News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:07:03

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STF forma maioria para condenar ‘Débora do Batom’, que pichou estátua do STF, mas Moraes, Fux e Zanin divergem sobre penas

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux (à esq.) e Alexandre de Moraes — Foto: Cristiano Mariz/O Globo

Debate agora será em torno da punição aplicada; sessão no plenário virtual vai até o fim desta sexta

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria de votos para condenar Débora Rodrigues dos Santos, que pichou “perdeu, mané” na estátua da “A Justiça”, que fica em frente à Corte. Os quatro ministros que votaram até agora, no entanto, divergem com relação à pena que será aplicada: enquanto Alexandre de Moraes propõe 14 anos de pena, sendo acompanhado por Flávio Dino, Cristiano Zanin votou por uma punição de 11 anos e Luiz Fux votou para aplicar uma pena de um ano e seis meses de prisão.

Agora, o placar está em dois votos a favor de uma pena de 14 anos de prisão, um voto para 11 anos e um para um ano e seis meses de prisão. O julgamento será definido pela ministra Cármen Lúcia. O caso está sendo analisado no plenário virtual da Primeira Turma da Corte.

Divergência de Fux

Fux divergiu do ministro Alexandre de Moraes e votou para aplicar uma pena de um ano e seis meses de prisão para a cabeleireira Débora Rodrigues. O magistrado votou pela condenação por deterioração de patrimônio e para absolvê-la pelos crimes de tentativa de golpe de estado, abolição violenta do estado democrático de direito, dano qualificado e associação criminosa armada.

“Julgo parcialmente procedente o pedido formulado na ação penal para condenar a ré Debora Rodrigues dos Santos à pena de 1 (um) ano e 6 (seis) meses de reclusão e 10 (dez) dias-multa, fixando cada dia multa em 1/30 do salário-mínimo, pela prática do crime tipificado no art. 62, I, da Lei nº 9.605/1998, absolvendo-a quanto às demais imputações”, escreveu Fux.

Mais Sobre Luiz Fux

Em seu voto, Fux rebate a denúncia oferecida pela PGR e afirma que não há provas de que Débora tenha entrado nos prédios públicos depredados e destruídos (nem do Congresso Nacional, nem do Supremo Tribunal Federal, nem do Palácio do Planalto).

“Diversamente, o que se colhe dos autos é a prova única de que a ré esteve em Brasília, na Praça dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro de 2023 e que confessadamente escreveu os dizeres “Perdeu, Mané” na estátua já referida. Comprovadas, sob o crivo do devido processo legal, a autoria e a materialidade apenas dessa conduta, por ela há de incidir a reprimenda penal, não havendo provas suficientes da prática dos outros crimes que permitissem condenação diversa da acusada”, diz.

Ainda segundo Fux, mesmo se tratando de crime multitudinário – tese defendida pela PGR – não houve individualização comprovada de que Débora teria, por vontade própria, aderido às condutas de associação criminosa armada, de abolição violenta do Estado Democrático de Direito ou de golpe de Estado.

“Por outro lado, não há prova de condutas autônomas que pudessem lhe acarretar a condenação, em concurso material, por esses crimes, tampouco pelo crime de dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima”, apontou.

Mais Sobre Alexandre de Moraes

Ressalvas de Zanin

Ao votar, Cristiano Zanin acompanhou Moraes com ressalvas quanto à dosimetria da pena – seguindo um posicionamento que vem adotando em todos os casos similares. Em seu voto, Zanin afirma que Débora estava “ciente de sua atuação em harmonia com os atos de outrem, numa concorrência de vontades bem caracterizada”.

“Vários ao seu lado, conforme se vê nitidamente em fotos e vídeos, atuavam em concertação delitiva, invadindo e depredando prédios públicos com o objetivo nuclear de derrubada do poder. A adesão voluntária da autora a essas condutas, entendo, mostrou-se demonstrada nos autos”, explicou.

Ainda segundo Zanin, “os fatos narrados configuraram concurso de pessoas, cujos requisitos imprescindíveis estiveram claramente presentes durante toda a empreitada criminosa: pluralidade e relevância causal das condutas e liame subjetivo ou psicológico entre os participantes”.

Alexandre de Moraes, que é o relator do caso, propôs uma pena de 14 anos de prisão para Débora. Para o relator, ela deveria receber as penas de 14 anos de prisão e pagamento de multa de R$ 50 mil por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023. Flávio Dino o acompanhou.

Moraes e Dino

Para Moraes, a mulher cometeu os seguintes crimes ao participar das ações antidemocráticas: abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Em um complemento de seu voto feito nesta sexta-feira, Moraes disse que Débora confessou participação no protesto, apagou provas e demonstrou orgulho de participar de um protesto contra a democracia e o estado de Direito em 8 de janeiro de 2023.

Para Moraes, situação dela não tem “diferenças significativas” em relação às outras 470 ações penais julgadas na corte. Ministro relembrou histórico de condenações e penas da Primeira Turma que foram endossadas pelo próprio Fux.

“Importante destacar que este caso não apresenta diferenças significativas em relação aos demais 470 julgados pelo plenário do Supremo Tribunal Federal”, apontou.

O caso Débora

Presa desde março desde março de 2023, Débora passou a cumprir regime domiciliar no mês passado. Ela foi flagrada pichando a frase “perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, localizada na Praça dos Três Poderes.

Sob críticas de um suposto exagero nas penas determinadas aos réus e pressionado pela mobilização a favor de uma anistia no Congresso, o STF interrompeu o julgamento do caso no mês passado a pedido do ministro Luiz Fux.

Apesar de a pichação com batom estar diretamente associada à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ela, Débora responde no processo por cinco crimes: associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de Estado e dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado, decorrente da dos atos de vandalismo. Moraes já foi seguido por Flávio Dino.

Dias após pedir vista e suspender o julgamento de Débora, durante o julgamento do núcleo 1 da trama golpista pela Primeira Turma do Supremo, Fux afirmou que após o 8 de janeiro a Corte julgou “sob forte emoção” e sinalizou que votará por uma pena mais branda do que a sugerida por Moraes, mas ainda assim votando pela condenação da mulher.

— Confesso que, em determinadas ocasiões, me deparo com uma pena exacerbada. Foi por essa razão que pedi vista desse caso, porque quero analisar o contexto em que essa senhora se encontrava — afirmou.

Entre integrantes da Corte, a avaliação é que ainda que o desfecho no caso específico de Débora seja de uma pena alta, os resultados dos debates a respeito da dosimetria poderão respingar em novos julgamentos envolvendo outros participantes do 8 de janeiro.

Para auxiliares do Supremo, é possível que julgamentos que começarão a partir dos próximos meses venham com penas totais apresentadas por Moraes mais abrandadas. Na hipótese de penas mais baixas nos julgamentos futuros, pessoas que já foram condenadas a penas mais altas pelas mesmas acusações podem pedir a chamada revisão criminal – que já começaram a chegar na Corte, como informou O GLOBO.

Auxiliares do Supremo também avaliam que uma solução possível para solucionar penas diferentes para crimes similares pode ser a concessão de um habeas corpus coletivo, mas o caminho ainda não é consenso.

Em entrevista ao GLOBO, o ministro Gilmar Mendes, que é decano da Corte, afirmou que o Supremo não deve revisitar as penas já aplicadas às pessoas condenadas pelo 8 de janeiro, mas reforçou que mecanismos previstos na legislação para as progressões de pena devem e podem já ser aplicados.

— Há uma discussão sobre a possibilidade de aplicação da progressão da pena, que é natural. Certamente muitos já são beneficiados ou serão beneficiados pela progressão. Já houve decisões em vários casos sobre prisão domiciliar e imagino que esse trabalho vai ter continuidade. As pessoas não falam, por exemplo, que mais de 500 foram beneficiados por acordos de não persecução penal — disse Gilmar.

No entendimento de integrantes do Supremo, as discussões em torno de ressalvas na dosimetria de penas mostram que, ao contrário das críticas que vêm sofrendo de aliados de Bolsonaro e de parlamentares, a Corte faz análises individualizadas de cada situação. No caso de Débora, que deve ter o destino definido pelos ministros na próxima semana, coube ao próprio Moraes analisar a situação após o pedido de vista de Fux e colocá-la em prisão domiciliar.

Moraes considerou o tempo que ela já vinha cumprindo de prisão preventiva – desde março de 2023, quando foi alvo da Operação Lesa Pátria – junto ao pedido de vista de Fux, o que acarretaria em uma demora para a conclusão do caso.

Interlocutores da Corte reconhecem que a repercussão do caso ampliou a pressão sobre os ministros, mas ponderam que Moraes considerou que a suspensão processual não deveria acarretar prejuízo a ela.

 

Fonte:  Mariana Muniz — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/16:03:27

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Polícia procura por fazendeiro suspeito de ser mandante da morte de liderança rural na mesma região de Dorothy Stang no PA

João Antônio Pereira Franco é suspeito de ser o mandante e um dos executores do crime. — Foto: PCPA

Agricultor e liderança rural Ronilson de Jesus Santos, de 52 anos, foi morto com tiros na cabeça na sexta-feira (18), por motivação ligada a conflitos de terra. Na quarta-feira, 23, três pessoas foram presas suspeitas de participar do crime.

A Polícia Civil do Pará segue com as investigações e buscas para localizar e prender o suspeito de ser o mandante do assassinato de Ronilson de Jesus Santos, agricultor e liderança rural no município de Anapu, no sudoeste do estado.

Segundo a polícia, João Antônio Pereira Franco, fazendeiro da região, é apontado como o principal suspeito de ter planejado e participado da execução do crime. Ele está foragido e, até esta quinta-feira (24), ainda não havia sido localizado.
João Antônio Pereira Franco é suspeito de ser o mandante e um dos executores do crime. — Foto: PCPA

Ronilson, de 52 anos, foi morto com tiros na cabeça, na sexta-feira (18), na mesma região em que a missionária norte-americana Dorothy Stang foi assassinada em 2005 – também pelo mesmo motivo: conflitos de terra.

Na quarta-feira (23), três pessoas suspeitas de envolvimento no crime foram presas: Cássio Henrique, por mandado de prisão; Antônio Alex, por posse ilegal de armas; e Arlene, por posse de munições.

Conflito fundiário

De acordo com a Polícia Civil, João Antônio é dono de uma fazenda na BR-230, próxima ao Assentamento Vale do Pacuru, onde vivia Ronilson. As investigações indicam que João desejava se apropriar da área do assentamento e chegou a oferecer dinheiro e terras à vítima para que esta encerrasse as atividades da associação que liderava, a ADESPAVAPA.

Diante da recusa, João teria passado a ameaçar Ronilson e a promover ações de intimidação com homens armados. Testemunhas relataram que o suspeito esteve no assentamento armado, acompanhado de ao menos sete homens, e procurava Ronilson sozinho, o que, segundo a polícia, configurava uma ameaça direta.

Em fevereiro, uma operação do Incra e do Ibama na região resultou na destruição de estruturas construídas ilegalmente, inclusive da sede da fazenda de João. Após a ação, ele teria ligado para Ronilson e feito ameaças, culpando-o pelas denúncias.

Operação prendeu três pessoas

Segundo a polícia, as ações começaram por volta das 6h da manhã da quarta-feira (23), no município de Pacajá, no sudoeste paraense, onde os agentes realizaram buscas na casa de João Antônio. Antes da entrada no imóvel, um drone foi usado para verificar a presença de um veículo suspeito. Como o automóvel não foi encontrado, a equipe optou por não forçar a entrada.

No local, os policiais foram recebidos pela ex-companheira de João, identificada como Arlene, que acabou presa em flagrante por posse ilegal de munições de uso restrito. Na casa, foram apreendidas munições de calibres 9 mm e .36, um estojo de pistola 9 mm, além de uma motocicleta Yamaha/XTZ 250 azul — compatível com a descrição de veículos usados na cena do crime — e outros itens como celulares, notebook, câmeras de segurança e capacetes.

Ainda segundo a polícia, Arlene relatou que a moto era usada por João e que teria sido devolvida por um cunhado. Disse ainda não saber o paradeiro atual do ex-companheiro, mas afirmou que ele estaria em uma propriedade rural no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Virola Jatobá, área marcada por conflitos com a vítima.

Enquanto isso, uma segunda equipe da Polícia Civil seguiu até a fazenda de João. No local, três pessoas foram avistadas; uma delas fugiu armada para a mata. Os outros dois, identificados como Cássio Henrique dos Santos do Carmo — que estava com mandado de prisão em aberto — e Noci de Jesus, foram abordados. Cássio foi preso.

Na sede da propriedade, foram apreendidas munições, celular, antena Starlink e outros objetos. Em uma área próxima, os policiais encontraram Antônio Alex Pacheco Nunes, que afirmou estar no local com autorização de João para extrair madeira. No barraco onde morava, foram apreendidas cinco espingardas de fabricação artesanal. Ele foi preso por posse ilegal de arma de fogo.

Investigação continua

A principal linha de investigação aponta que o assassinato de Ronilson foi motivado pela disputa por terras na região e teria sido encomendado por João Antônio. Os materiais apreendidos passarão por perícia.

A Operação Pax Agrária integra os esforços da Polícia Civil no combate à violência e aos conflitos agrários no sudoeste do Pará.

Coordenada pela Delegacia Especializada em Conflitos Agrários (DECA) de Altamira, a operação contou com o apoio de diversas unidades, incluindo a 22ª Seccional Urbana de Altamira, Delegacia de Homicídios (DH), Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) e a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).

 

Fonte: Jonathan Coimbra, g1 Pará e TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/15:39:56

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Batedores de açaí recebem capacitação sobre boas práticas de manipulação do fruto

(Foto: Reprodução) – No término do curso, os trabalhadores receberam a Carteira de Manipulação de Alimentos

Com a participação de 30 batedores de açaí, a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), através da Diretoria de Feiras e Mercados (DFM), realizou, na quinta-feira (24), a capacitação para orientar com relação às boas práticas no processamento do açaí. O trabalho foi uma parceria com a Prefeitura Municipal de Belém, por meio da Vigilância Sanitária e da Casa do Açaí, local onde ocorreu o treinamento. No término do curso, os trabalhadores receberam a Carteira de Manipulação de Alimentos.

Um dos participantes foi o batedor de açaí Rubem Medeiros, que gostou da experiência, segundo opinou, por conta do aprendizado obtido durante o treinamento. Ele vê como importantes as informações sobre os critérios de regularização do ponto de venda dos produtos.

“Esse curso ensina e promove quando a gente vai comprar e entra na loja e vê o diferencial, isso reflete no sabor do açaí, fica eternamente na lembrança”, disse Rubem Medeiros.

Quem também ressaltou a importância do curso foi o manipulador de açaí, Heron Amaral, que durante o treinamento repassou um pouco do seu conhecimento e prática aos participantes. Herson acredita que a capacitação é interessante, pois é voltada ao manipulador que ainda não conhece os procedimentos adequados. Ele lembrou que existe um decreto estadual de número 326/2012 que norteia o manipulador de açaí.

“Por força deste decreto, todos têm que oferecer ao consumidor um produto final livre dos patógenos; é bom que os manipuladores procurem a Casa do Açaí, se capacitem para oferecer o melhor ao seu consumidor”, recomendou Herson Amaral.

Oportunidade – Para o coordenador de boas práticas de açaí da Sedap, Marivaldo Ferreira, esse tipo de capacitação oferece a oportunidade aos batedores de se qualificarem para oferecer mais segurança à população que consome o açaí.

“Aqui eles aprendem todas as etapas de boas práticas de manipulação do açaí; teremos novas capacitações e os interessados poderão entrar em contato com a nossa Diretoria de Feiras e Mercados da Sedap”, informou.

Nesse tipo de capacitação, como explicou a coordenadora da Casa do Açaí, Débora Barros, os participantes recebem a orientação de todas as etapas que devem ser seguidas pelo batedor por conta do decreto estadual.

“Desde a catação do fruto até o envase ( do açaí, da forma mais segura para que o consumidor tenha um alimento de qualidade”, explica.

Quem quiser obter mais informações sobre novas capacitações pode entrar em contato com o número (91) 3251-7979 e falar com a coordenação de boas práticas de açaí da Sedap.

 

Fonte: Vinícius Soares – Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/15:36:36

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Polícia do Pará prende no RJ suspeito de aplicar ‘golpe do amor’ e usar criptomoedas para lavar dinheiro

O investigado transferiu o dinheiro para uma empresa que opera criptoativos — Foto: PCPA

A vítima é uma mulher paraense que acreditava estar em um relacionamento amoroso virtual com um estrangeiro. Prejuízo chegou a R$ 500 mil.

A Polícia Civil do Pará deflagrou nesta quinta-feira (24) uma operação para cumprir mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e bloqueio de ativos virtuais contra um homem investigado por aplicar o chamado “golpe do amor”, também conhecido como estelionato sentimental.

O homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso no Rio de Janeiro. Entre os crimes, está também a suspeita de lavagem de dinheiro.

De acordo com a Delegacia de Combate a Crimes Virtuais (DCCV), a vítima é uma mulher paraense que acreditava estar em um relacionamento amoroso virtual com um estrangeiro.

Ao longo do tempo, ela fez diversas transferências bancárias ao suspeito, que somaram cerca de R$ 500 mil.

“Durante o trabalho investigativo, nós conseguimos identificar que o suspeito recebeu os valores em suas contas bancárias e, com o intuito de ocultar a origem ilícita do dinheiro, realizou transferências para uma empresa que opera criptoativos, utilizando os valores para a compra de bitcoins”, explicou a delegada Lua Figueiredo, titular da DCCV, que coordenou a Operação”, explicou a delegada Lua Figueiredo, titular da DCCV e responsável pela operação.

Além da prisão preventiva, também foram cumpridas medidas cautelares autorizadas pela 1ª Vara de Inquéritos Policiais e Medidas Cautelares de Belém, incluindo a apreensão de dispositivos eletrônicos, bloqueio de valores e sequestro de bens.

Segundo a Polícia Civil, esta é a primeira vez que o órgão recebeu autorização judicial para apreender criptoativos e criar uma carteira virtual própria, destinada à custódia desses ativos. A medida representa um avanço nas investigações de crimes cibernéticos no estado.

Durante o cumprimento dos mandados, o celular do investigado foi apreendido e encaminhado para perícia. Ele foi conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça.

 

Fonte: g1 Pará — Belém – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/15:30:57

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