Câmara aprova projeto de lei que abranda regras de regularização para imóveis rurais

Foto:Reprodução | A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (11), o projeto de lei que altera as regras para a regularização de imóveis rurais localizados em terras públicas, nas faixas de fronteira e vendidos ou cedidos pelo Poder Público. Para entrar em vigor, a proposta ainda precisa ser aprovada no Senado.

Proposto pelo deputado Tião Medeiros (PP-PR) no ano passado, o PL 4.497/2024  foi aprovado por 257 votos favoráveis e 88 contrários na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, deputada Caroline de Toni (PL-SC).

“O disposto nesta lei aplica-se à ratificação dos registros imobiliários referentes a imóveis rurais com origem em títulos de alienação ou de concessão de terras devolutas expedidos pelos estados em faixa de fronteira, incluindo os seus desmembramentos e remembramentos, devidamente inscritos no Registro de Imóveis até a data de 23 de outubro de 2015”, especifica a proposta aprovada.

O projeto determina a imediata regularização dos registros imobiliários de imóveis rurais de até 15 módulos fiscais com base em uma declaração escrita e assinada pelo requerente caso este não receba do órgão ou entidade responsável pela base de dados oficiais as certidões oficiais no prazo de até 15 dias.

A área de um módulo fiscal varia conforme o município onde a propriedade está localizada, podendo variar entre 5 hectares e 110 hectares, sendo que 1 hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial.

Se o Senado ratificar a proposta, o prazo para os interessados pedirem a regularização de imóveis com mais de 15 módulos fiscais, que terminaria este ano, será estendido até 2030. O objetivo da prorrogação do prazo é permitir que todos os proprietários consigam cumprir todas as exigências legais, evitando prejuízos econômicos e processos judiciais.

O projeto também autoriza a regularização fundiária de imóveis com mais de 15 módulos fiscais, considerados grandes propriedades, em áreas de fronteira, mesmo com processos administrativos em andamento de demarcação de terra indígena com sobreposição de áreas, inclusive de terra indígena tradicionalmente ocupada.

“É vedado ao oficial do Registro de Imóveis recusar o registro ou a ratificação de registro imobiliário com base em pretensões fundiárias ainda não formalmente finalizadas, tais como processos administrativos de demarcação de terra indígena ainda não homologados por decreto presidencial e a propostas de criação de unidades de conservação ou áreas de proteção ainda não instituídas por ato normativo próprio”, define o projeto.

De acordo com a relatora da proposta, Caroline de Toni, a mudança das atuais regras não significa um relaxamento das normas de controle, mas sim maior segurança jurídica no campo.

Para a parlamentar, hoje, muitas famílias não têm acesso ao crédito rural e temem perder seus direitos.

“Estamos falando de 11 milhões de brasileiros em 11 estados, 16% do território nacional, 588 municípios. Estamos falando de uma necessária segurança jurídica que a gente precisa dar”, explica Caroline de Toni.

Os deputados que votaram contra a proposta sustentam que o resultado poderá ser a regularização de terras griladas e a destruição de áreas florestais.

“Estamos falando em um ataque às comunidades tradicionais. Há uma tentativa de facilitar o registro imobiliário de terras habitadas por povos indígenas e quilombolas”, afirmou o deputado Helder Salomão (PT-ES).

Ministério

Em nota, o Ministério dos Povos Indígenas manifestou preocupação com a aprovação do projeto de lei. Para a pasta, o parecer aprovado pelo plenário da Câmara, de autoria da deputada Caroline de Toni, “distorce a proposta original” de Tião Medeiros.

“O texto aprovado apresenta graves ameaças aos direitos territoriais de povos indígenas. Isso porque permite a validação de registros sobrepostos a terras indígenas, mesmo quando já houver estudos, portarias declaratórias ou outros atos oficiais reconhecendo a tradicionalidade da ocupação indígena”, alerta o ministério.

Ainda segundo a pasta, a proposta viola o Artigo nº 231 da Constituição Federal, que reconhece os direitos originários dos povos indígenas sobre as terras que tradicionalmente ocupavam, e a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário.

“Ao privilegiar interesses privados em detrimento do interesse público, do meio ambiente e dos direitos humanos, o projeto de lei promove a institucionalização da grilagem, a negação do direito originário à terra e a destruição de territórios de relevância histórica, cultural e ambiental”, afirma a pasta.

O Ministério dos Povos Indígenas afirma ainda que  “as ações do Congresso Nacional vêm fragilizando legislações ambientais e retrocedendo em relação aos direitos dos povos indígenas”.

Fonte:  Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/07:00:22

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Tramita na Alepa Projeto de Lei sobre implantação de faixas exclusiva para veículos de duas rodas em vias do Pará

Foto:Reprodução | Um novo projeto de lei deve ser discutido na Assembleia Legislativa do Pará visando garantir a implantação de faixa exclusiva ou preferencial para veículos automotores de duas rodas nas vias urbanas e rodovias estaduais das cidades do Pará.

O projeto, de autoria do deputado João Pingarilho, tem como objetivo agregar mais segurança viária, ordenar a fluidez do trânsito e reduzir acidentes, uma vez que o Estado do Pará até 2023, já possuía uma frota de mais 1,1 milhão de motocicletas, 270 mil motonetas e 6 mil ciclomotores, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN). Acompanhando a evolução destes dados cresce o índice de acidentes, que em grande parte ocorrem com veículos de duas rodas.

Entre as diretrizes do projeto constam a elaboração de estudos técnicos, que definam os trechos mais adequados para implantação de faixas exclusivas ou preferenciais para veículos de duas rodas, observando a realidade viária de cada município.

Fonte:  Ascom/Deputado João Pingarilho e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/14:00:29

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Líderes de “culto do orgasmo” são consideradas culpadas por aliciar membros para sexo com clientes

Foto:Reprodução | As líderes da empresa de bem-estar sexual OneTaste, conhecida por promover a chamada “meditação orgástica”, foram consideradas culpadas nesta segunda-feira (9/6) por aliciar membros da organização para realizar atos sexuais com clientes e investidores, conforme publicado por extra.globo O veredito foi anunciado após julgamento realizado no tribunal federal do Brooklyn, em Nova York, e marca a queda em desgraça da fundadora Nicole Daedone, de 57 anos, e da ex-chefe de vendas Rachel Cherwitz, de 44.

Após quatro semanas de julgamento, os jurados concluíram que as acusadas participaram de uma conspiração para cometer trabalho forçado. A decisão foi tomada após 12 horas e meia de deliberação ao longo de dois dias. Ambas agora enfrentam penas que podem chegar a até 20 anos de prisão. A sentença será proferida nas próximas semanas.

Durante o julgamento, promotores afirmaram que Daedone e Cherwitz conduziram uma campanha de coerção e abuso sexual ao longo de uma década. A própria Nicole chegou a se referir à OneTaste como um “culto sexual” nos primeiros anos de funcionamento da empresa, segundo os promotores.

Nove ex-funcionários testemunharam sobre o ambiente coercitivo dentro da organização. De acordo com seus relatos, as líderes manipulavam os membros para que realizassem atos sexuais indesejados como parte das atividades da empresa.

“Essas nove vítimas prestaram trabalho e serviços por mais de uma década, desde serviços braçais a atos sexuais”, declarou a procuradora-assistente dos EUA, Nina Gupta, durante as declarações finais do julgamento, realizadas na semana passada.

A defesa contestou as acusações. A advogada das rés afirmou que as vítimas “se divertiram muito”, argumentando contra a narrativa apresentada pelos promotores.

O caso ganhou notoriedade em 2018, após uma reportagem da agência Bloomberg trazer à tona denúncias de ex-funcionários da OneTaste. Eles relataram que a administração da empresa os obrigava a praticar sexo entre si e com clientes em potencial para impulsionar vendas. Uma fonte chegou a descrever a organização como uma “rede de prostituição”, enquanto outra a chamou de “religião”. “O orgasmo era Deus e Nicole era como Jesus”, afirmou.

Durante o julgamento, uma ex-funcionária detalhou os cursos “práticos” oferecidos pela empresa, incluindo um treinamento no qual era ensinada a ter orgasmos “com qualquer pessoa na rua”.

A OneTaste chegou a receber apoio do site Goop, da atriz Gwyneth Paltrow, e promoveu sua filosofia baseada no prazer sexual como ferramenta de bem-estar e empoderamento — agora desmascarada como fachada para coerção e abuso sistemáticos.

Fonte: extra.globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/07:00:22

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Brasil tem alta de feminicídio e estupro em 2024; roubo a banco, carga e de veículos caem, aponta governo

Foto:Reprodução | Mapa da Segurança Pública mostra queda em assassinatos, roubos e mortes por intervenção policial; país apreendeu mais drogas e menos armas em 2024

O Brasil registrou aumento nos casos de violência contra a mulher em 2024, segundo dados do Mapa da Segurança Pública de 2025, divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Os feminicídios, que haviam apresentado queda no ano anterior, voltaram a crescer e alcançaram o maior número da série histórica: foram 1.459 casos em 2024, o equivalente a quatro mulheres mortas por dia. A Região Centro-Oeste manteve a maior taxa do país, com 1,87 feminicídios a cada 100 mil mulheres. O número está acima da média nacional, que foi de 1,34.

Os casos de estupro chegaram a 83.114 — o maior número dos últimos cinco anos. Em média, foram 227 pessoas estupradas por dia, sendo 86% do sexo feminino. Já nas taxas por 100 mil habitantes, o maior índice foi registrado em Rondônia (87,73), seguido por Roraima (84,68) e Amapá (81,96).

Assassinatos caem 5,5% no país

Embora os feminicídios tenham subido em 2024, os demais tipos de homicídios caíram, o que resultou em uma redução de 5,5% no total de assassinatos no país. A soma de homicídio doloso, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte passou de 40.768 casos em 2023 para 38.509 em 2024.

A queda foi puxada, principalmente, pelos homicídios dolosos, que caíram 6,3%, e pelos latrocínios, que recuaram 1,6%. Assim como o feminicídio, as lesões corporais seguidas de morte também subiram (22,9%).

As mortes decorrentes de intervenções policiais caíram 4% em 2024. Foram registradas 6.134 mortes desse tipo no país, contra 6.391 em 2023.

Os crimes patrimoniais também registraram queda. São considerados crimes patrimoniais o furto e roubo de veículos, roubo de carga e roubos a instituições financeiras.

Roubo de carga: redução de 13,6%
Furto de veículo: redução de 2,6%
Roubo de veículo: redução de 6%
Roubo a instituição financeira: redução de 22,5%

Brasil apreende mais drogas e menos armas em 2024

As apreensões de entorpecentes aumentaram. Foram 1,4 mil toneladas de maconha aprendida em 2024, alta de 10% em relação ao ano anterior — uma média de 3,8 toneladas por dia. O volume é o maior dos últimos dois anos, mesmo sem a inclusão dos dados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, que não informaram seus números ao sistema do Ministério da Justiça até a data de consolidação do material.

Também cresceu a quantidade de cocaína apreendida (um aumento de 5,5% em relação ao ano anterior). Foram apreendidas 137.357 kg da droga, o maior volume dos últimos cinco anos.

Assim como no caso anterior, os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro não informaram seus dados ao Ministério da Justiça até o fechamento do relatório, o que indica que os números reais podem ser ainda maiores.

No caso das armas de fogo, houve uma queda de 2,6% no total de apreensões. Em relação ao tipo de arma de fogo apreendida, o fuzil registrou o maior aumento percentual, com um crescimento de 43%, passando de 1.365 apreensões, em 2023, para 1.957, em 2024.

 

Fonte: Judite Cypreste, Reynaldo Turollo Jr, g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/14:26:18

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Veículos podem ser transferidos virtualmente sem necessidade de transação em cartórios; saiba mais

Foto:Reprodução / Internet | A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3965/21 que autoriza a transferência de veículos por meio de aplicativos digitais, sem necessidade burocrática, ou seja, vendedores e compradores não precisarão ir a um cartório físico fazer a transação. O texto está em processo de sanção presidencial.

De acordo com informações do portal Terra, a proposta deve fazer parte do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) ou de plataformas digitais dos Detrans e da Senatrans. Os órgãos estão buscando formas de manter o sistema seguro e dentro da legalidade, como o uso de assinaturas eletrônicas com certificado digital de compra e venda, evitando, assim, fraudes.

Ainda, o Detran poderá fazer vistorias eletrônicas no processo de transferência, não sendo preciso uma análise presencial do veículo, facilitando e agilizando o trâmite para os envolvidos. A ideia é de que o modelo entre em vigor ainda neste ano e reduza custos na transferência.

 

Fonte: Macajuba Acontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/14:00:42

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Operação da PF de combate à exploração sexual infantil na internet cumpre mandado de busca e apreensão em Santarém (PA)

Equipamentos apreendidos pela Polícia Federal na casa do suspeito passarão por perícia — Foto: Polícia Federal / Divulgação

Operação Payload é coordenada pelo Núcleo de Combate aos Crimes de Abuso Sexual Infantil Online (NCCASIO).

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (11) em Santarém, oeste do Pará, a Operação Payload, com o objetivo de reprimir crimes de armazenamento e divulgação de material com conteúdo sexual envolvendo crianças. A ação, resultou no cumprimento de um mandado de busca e apreensão, conforme determinação judicial.

A operação foi coordenada pelo Núcleo de Combate aos Crimes de Abuso Sexual Infantil Online (NCCASIO), vinculado à Delegacia da Polícia Federal em Santarém.

Durante a busca, a residência do investigado foi vistoriada, e o material apreendido será submetido à análise pericial para a coleta de provas e identificação de possíveis responsáveis.

A denominação payload é um termo da área de Tecnologia da Informação (TI) que se refere a uma carga maliciosa oculta em algo aparentemente legítimo. No caso em análise, tratava-se de uma situação em que o investigado era funcionário de um provedor de internet.

Polícia Federal deu cumprimento a mandado judicial de busca e apreensão na casa do suspeito, em Santarém-PA — Foto: Polícia Federal / Divulgação
Polícia Federal deu cumprimento a mandado judicial de busca e apreensão na casa do suspeito, em Santarém-PA — Foto: Polícia Federal / Divulgação

De acordo com a Polícia Federal, a iniciativa reforça o compromisso das autoridades no enfrentamento à exploração sexual de menores, destacando a importância da atuação policial no combate a esses crimes hediondos.

“A operação demonstra a eficiência da Polícia Federal na investigação e repressão de delitos cibernéticos, além de servir como alerta à sociedade sobre a necessidade de proteger crianças e adolescentes contra violações de direitos humanos no ambiente digital”, diz nota da PF.
Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças

Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças

 

Fonte: G1/Polícia Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/14:00:55

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Indígenas protestam contra leis que flexibilizam licenciamento ambiental e demarcação de terras: VÍDEO

Foto:Reprodução | Centenas de indígenas participaram na manhã desta terça-feira (10), de uma manifestação no município de Uiramutã.

O protesto é contra dois projetos de lei que transitam no Congresso Nacional, e que estabelece um novo marco para o licenciamento ambiental, e que altera regras para a demarcação de terras indígenas no Brasil.

O protesto começou no posto de vigilância Armando Silva, na comunidade indígena Uiramutã, ao lado da sede do município. Indígenas de 19 comunidades compareceram à manifestação. Com faixas, cartazes e gritos de guerra, eles marcharam pelas principais ruas da cidade, acompanhados por uma viatura da Polícia Militar.

O projeto de lei 2159, segundo os manifestantes, “implode” o processo de licenciamentos no Brasil e seria o maior retrocesso ambiental em 40 anos. Já o projeto de lei 717/2024 derruba o procedimento de demarcação de terras indígenas no País. É de autoria do senador Esperidião Amin (PP/SC), cuja proposta já foi aprovada em votação simbólica no plenário da Casa.

O coordenador-geral do Centro Willimon, Hélio Afonso, disse que as comunidades indígenas não foram consultadas sobre o PL que trata do licenciamento ambiental. Por esse motivo, segundo ele, os povos originários são contra.

“Não aceitamos, por isso vamos resistir e lutar por nossos direitos”, avisou a liderança.

O coordenador citou ainda que, a manifestação de hoje também serve como protesto contra a nomeação recente de da enfermeira Lindinalva Lopes Marques como nova coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena Leste (Dsei-Leste).

  “Políticos colocaram o candidato deles, mas a nomeação tem que vir das lideranças”, disse.

A manifestação em Uiramutã segue a Mobilização Nacional dos povos indígenas contra os dois projetos de lei. A coordenação do movimento vai escolher mais protestantes para ir à manifestação que ocorre em Boa Vista.

VEJA VÍDEO:

 

Fonte: Folha Web e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/07:00:22

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Comando Geral da Polícia Militar do Pará promove mudanças na cúpula da Polícia Militar de Itaituba (PA)

Foto:Reprodução | Comando Geral da Polícia Militar do Pará promove mudanças na cúpula da Polícia Militar de Itaituba.

O comando geral da Polícia Militar do Pará em uma portaria divulgada nesta terça-feira, 10/06/25, de n°-1429/2025- SCCMO/DGP, nomeou o Tenente a Coronel; Diego Ferreira dos Santos para exercer a função de subcomandante do Comando de Policiamento Regional-X em itaituba.

Coronel Diego estava no comando do 15° BPM. Para o lugar do Tenente Coronel Diego, foi nomeado o Major Eder Santos Araújo que estava na presidência da comissão de correição do CPR-X, que agora passa assumir o comando do 15°BPM de Itaituba, qual já foi subcomandante.

O major Renato da Silva Rodrigues que estava como subcomandante do CPR-X, vai exercer o mesmo cargo, agora no 15°BPM. Já o capitão Fábio Roberto que estava no Sub comando do 15° foi transferido para o CPR-X .

 

Fonte: Junior Ribeiro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/07:00:22

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Homem que bateu em poste e ocasionou apagão foi parar no xilindró

Foto:Reprodução | Na noite do último sábado (8), um grave acidente de trânsito foi registrado na Avenida Nova Carajás, no bairro de mesmo nome, em Parauapebas.

De acordo com a Polícia Militar, o condutor de um veículo modelo Renault Oroch, de cor branca e placa QOK-9358, colidiu violentamente contra um poste localizado no canteiro central da via, ocasionando a interrupção do fornecimento de energia elétrica na região.

Segundo relatos da guarnição da PM que atendeu à ocorrência, o acidente aconteceu por volta das 22h50 durante patrulhamento de rotina. Ao chegar ao local, os policiais encontraram o motorista já contido por populares. Ele apresentava visíveis sinais de embriaguez, como fala desconexa e comportamento alterado.

Identificado pelas iniciais D.M.S., o suspeito recebeu voz de prisão imediatamente. No entanto, ele resistiu à abordagem policial, sendo necessário o uso de algemas para garantir a segurança da equipe e a condução legal da ocorrência.

O homem foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. A colisão causou não apenas danos ao patrimônio público, mas também transtornos aos moradores da área, que ficaram temporariamente sem energia elétrica devido ao impacto.

O veículo envolvido foi apreendido e também apresentado às autoridades competentes. A Polícia Militar registrou o caso no Boletim de Ocorrência n° 00071/2025.103417-6 e seguirá acompanhando o desdobramento da investigação.

 

Fonte: Portal Pebinha de Açúcar e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/07:00:22

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ONU recomenda fim das escolas cívico-militares no Brasil

Foto: Divulgação | O Comitê de Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) recomendou que o Brasil tome medidas concretas para impedir a expansão de escolas cívico-militares em seu território.

A recomendação integra a Revisão Periódica Universal (RPU), processo que avalia, a cada quatro anos e meio, a situação dos direitos humanos nos países-membros da ONU.

Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o alerta da ONU foi motivado por uma denúncia apresentada pelos deputados Luciene Cavalcante, Celso Giannazi e Carlos Giannazi, todos do PSOL-SP.

Eles criticaram a implementação do modelo cívico-militar nas escolas públicas do estado de São Paulo, consolidado por meio de uma lei complementar durante a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Na avaliação do Comitê, a militarização do ambiente escolar pode comprometer direitos fundamentais das crianças, incluindo liberdade de expressão, desenvolvimento psicológico e igualdade de acesso a uma educação inclusiva e plural. A ONU pede que o Brasil suspenda imediatamente qualquer iniciativa de criação ou ampliação desse modelo de ensino.

Mas a preocupação internacional não se limita às escolas. Em um relatório mais amplo, a entidade também fez duras críticas à violência sistemática contra crianças em territórios marginalizados. A ONU demonstrou “profunda preocupação” com o que considera um quadro alarmante de discriminação racial estrutural, especialmente em comunidades pobres e favelas, onde crianças negras são as maiores vítimas.

Segundo o relatório, a elevada taxa de mortalidade infantil nessas áreas é agravada por frequentes mortes e desaparecimentos durante operações militares e policiais.

O Comitê pede ao governo brasileiro ações imediatas para prevenir tais episódios, como o fortalecimento de mecanismos de controle externo da atividade policial, investigação independente dos casos e responsabilização dos envolvidos, com divulgação pública dos resultados.

A ONU também alertou para a necessidade de proteger a privacidade de crianças no ambiente digital. O Comitê recomendou que o Brasil reforce sua legislação para garantir a segurança de dados pessoais de menores, além de proibir o uso desses dados em sistemas de inteligência artificial.

Nesse sentido, o Comitê sugeriu a rápida aprovação de um projeto de lei que trata da geração de conteúdo pornográfico por meio de inteligência artificial, medida que busca proteger crianças e adolescentes de novas formas de violência sexual online.

Outra recomendação relevante foi a revisão das normas sobre adoção. O relatório aponta a necessidade urgente de estabelecer critérios mais rigorosos e mecanismos de fiscalização mais eficazes para evitar o tráfico de crianças disfarçado de adoção legal.

Segundo o Comitê, a ausência de protocolos claros contribui para a vulnerabilidade de menores à exploração e à violação de seus direitos fundamentais.

As recomendações da ONU não são obrigatórias, mas possuem forte peso político e moral. Elas funcionam como uma forma de pressão internacional para que os países respeitem os compromissos assumidos em tratados multilaterais, como a Convenção sobre os Direitos da Criança, da qual o Brasil é signatário desde 1990.

 

Fonte: portaldocarpe e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/07:00:22

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