Trio é preso por tráfico de drogas em Parauapebas

(Foto: Reprodução) – A prisão foi efetuada pela Polícia Civil e contou com o apoio do efetivo da Delegacia de Homicídios de Parauapebas e da Seccional Urbana de Parauapebas.

A Polícia Civil do Pará, por meio da Superintendência Regional de Carajás, prendeu três pessoas em flagrante pela prática do crime de tráfico de drogas, em Parauapebas, sudeste paraense, na quinta-feira (12). As prisões ocorreram com o apoio do efetivo da Delegacia de Homicídios de Parauapebas e da Seccional Urbana de Parauapebas.

A equipe da PC tomou conhecimento sobre a comercialização de entorpecentes na rua Melquesedeque, localizada no bairro Betânia. A partir das informações, os agentes iniciaram as diligências no perímetro e constataram o crime de tráfico de drogas na região.

“No decorrer da ação, dois homens e uma mulher foram vistos praticando o crime de comercialização de drogas, momento em que os policiais civis realizaram a abordagem e busca pessoal nos suspeitos. Foram encontrados com eles 1.114 kg de substância análoga à skunk, 15 g de material similar à cocaína, duas balanças de precisão, diversos pinos utilizados para embalar drogas análogas à cocaína, um revólver calibre 38, 30 munições de calibre 9 mm, quatro munições calibre 38 e uma cápsula deflagrada”, explicou o superintendente regional, delegado João Abel.

Posteriormente, os suspeitos foram presos e conduzidos até a Delegacia de Parauapebas para realização dos procedimentos necessários.

 

 

Fonte: Ingrid Sales – PCPA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/15:34:16

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Após tragédia, alerta de bomba obriga avião da Air India a fazer pouso de emergência

(Foto: Reprodução) – Mais de 150 passageiros foram retirados com segurança após aeronave dar meia-volta sobre o Mar de Andamão

Uma ameaça de bomba mobilizou as autoridades aeroportuárias da Tailândia nesta sexta-feira (13), após um avião da Air India, que havia decolado de Phuket com destino a Nova Délhi, precisar realizar um pouso de emergência. A bordo do voo AI 379 estavam 156 passageiros, todos retirados sem ferimentos.

Segundo informações preliminares, o alerta teria sido provocado por uma suspeita encontrada dentro da aeronave, levando a tripulação a acionar imediatamente os protocolos de segurança. O avião, que já estava em rota sobre o Mar de Andamão, deu meia-volta e retornou ao aeroporto internacional de Phuket.

Após o pouso, equipes de segurança escoltaram os passageiros até a área de desembarque. O local foi isolado para inspeção detalhada da aeronave, mas até o momento as autoridades tailandesas não divulgaram o conteúdo da ameaça nem se algum explosivo foi encontrado.

O caso segue sob investigação, e a Air India ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente.

 

Fonte: Vinícius Soares – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/15:25:23

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Sexta-feira 13 é mesmo mais ‘azarada’? O que a ciência diz sobre a data mais temida do calendário

(Foto: Reprodução) – Pesquisas internacionais avaliaram mortalidade, acidentes e picos de emergência; veja o que a ciência concluiu

Acidentes, falhas cirúrgicas, picos de infarto ou de emergências hospitalares: será que a sexta-feira 13 carrega um risco maior para a saúde do que qualquer outro dia do calendário? O g1 localizou estudos científicos que avaliam metodologicamente o impacto da data nas ocorrências médicas pelo mundo.

Os pesquisadores analisaram prontuários médicos, registros de acidentes e outros dados para avaliar se a fama de “amaldiçoada” da data se confirma ou não. Abaixo, veja o que dizem os estudos e confira aind o que se sabe sobre a origem da superstição sobre a sexta-feira 13.

1 – Impacto em cirurgias?

Estudo publicado em 2024 na “Annals of Surgery Open” e liderado por Sanjana Ranganathan, do Houston Methodist Hospital, investigou se cirurgias realizadas na data têm piores desfechos pós-operatórios. A pesquisa analisou 19.747 pacientes submetidos a 25 procedimentos comuns entre 2007 e 2019, comparando quem operou no dia 13 com os que passaram por cirurgia nos dias 6 e 20.

O acompanhamento foi de até um ano após o procedimento, e os dados mostraram que não houve diferença significativa nas taxas de morte, complicações ou reinternações. A conclusão do estudo: operar numa sexta-feira 13 não representa maior risco.

2 – Acidentes com mulheres

Publicado em 2004 na revista científica “BMC Public Health”, o estudo de Igor Radun e Heikki Summala, da Universidade de Helsinque, reavaliou uma pesquisa anterior que apontava mais mortes de mulheres em acidentes de trânsito nas sextas-feiras 13. Com base em dados nacionais da Finlândia entre 1989 e 2002, os autores compararam 21 sextas-feiras 13 com as sextas anteriores e posteriores, excluindo feriados. Foram analisados número de acidentes, feridos, mortos e responsabilidade por sexo.

O resultado não mostrou diferença significativa, e as mulheres não estavam mais envolvidas nesses acidentes. A hipótese de efeito supersticioso ligado ao gênero não foi confirmada.

3 – Lua, sexta 13 e zodíaco

Publicado em 2011 no “World Journal of Surgery”, o estudo liderado por Jochen Schuld, do Hospital Universitário de Saarland (Alemanha), analisou 27.914 prontuários de cirurgias realizadas entre 2001 e 2010 para investigar se fases da Lua, sexta-feira 13 ou signos do zodíaco influenciam emergências ou sangramentos intraoperatórios.

As datas foram cruzadas com 111 ciclos lunares, 15 sextas-feiras 13 e os 12 signos. O resultado: nenhum fator teve impacto nos desfechos avaliados. A conclusão dos autores é direta: essas crenças não se confirmam na prática médica.

4 – Demanda nos prontos-socorros

Publicado em 2012 no “American Journal of Emergency Medicine”, o estudo liderado por Bruce M. Lo, da Eastern Virginia Medical School (EUA), analisou 49.094 atendimentos em seis serviços de emergência entre 2002 e 2009 para avaliar se a sexta-feira 13 aumenta a procura por pronto-socorro.

Foram comparadas sextas 13 com as sextas anteriores e posteriores, além de períodos mensais. A média de atendimentos foi até menor na sexta 13 em relação ao mês seguinte. Apenas os casos de trauma penetrante apresentaram leve aumento. Conclusão: a data não representa risco extra para os plantões de emergência.

5 – Mais casos de infarto?

Publicado em 2016 no Medical Journal of Australia, o estudo liderado por Majd B. Protty avaliou se a sexta-feira 13 impacta negativamente internações por síndrome coronariana aguda em Gales do Sul. Foram analisados dados de 56.062 pacientes internados entre 1999 e 2014, comparando 217 combinações de dias e datas com os resultados da sexta 13.

Usando modelos de regressão de Cox, os autores não encontraram aumento no risco de mortalidade para a data. Algumas outras datas, como segunda-feira 30, mostraram menor mortalidade, mas os pesquisadores atribuíram isso a possíveis falsos positivos. A conclusão é que a superstição não altera o risco cardíaco.

Origem da sexta-feira 13

A origem dessa superstição é desconhecida. Pesquisadores dizem que a má fama da sexta-feira 13 tem origem religiosa e cultural. Uma das versões para a simbologia da sexta-feira 13, ligada ao cristianismo, diz que em sua última ceia, que aconteceu em uma quinta-feira, Jesus teria se reunido com seus 12 discípulos, totalizando 13 pessoas na refeição.

A origem da sexta-feira 13 também tem explicações na história, mais especificamente na monarquia francesa. De acordo com a história, o rei Felipe IV sentiu seu poder ameaçado pela influência exercida pela Igreja dentro de seu país.

A verdadeira histeria pela sexta-feira 13 começou no início do século 20, com o livro de Thomas Lawson, “Friday, the Thirteenth”, de 1907. A história é sobre um corretor de ações que escolhe este dia para deliberadamente quebrar o mercado.

A superstição também foi imortalizada pelo cinema norte-americano, na década de 1980, com a sequência de filmes de terror intitulada “Sexta feira 13”, com o personagem Jason Voorhees. (g1)

 

Fonte: Vinícius Soares – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/15:10:49

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Prefeito anuncia Thalles Roberto como atração do veraneio de Marabá; apresentação será no dia 22 de julho

(Foto: Reprodução) – A iniciativa integra a agenda de eventos do veraneio deste ano, que, segundo a gestão municipal, será o maior dos últimos anos em estrutura e programação artística

O prefeito de Marabá, Toni Cunha (PL), anunciou nesta sexta-feira (13), por meio das redes sociais, a contratação do cantor Thalles Roberto como uma das atrações do veraneio 2025 do município. A apresentação está marcada para o dia 22 de julho, com programação voltada ao público evangélico.

A iniciativa integra a agenda de eventos do veraneio deste ano, que, segundo a gestão municipal, será o maior dos últimos anos em estrutura e programação artística. Para o público católico, o mandatário já havia confirmado anteriormente a participação do cantor coreano Júnior Chu, também com repertório religioso.

Thalles Roberto iniciou sua trajetória musical como backing vocal do grupo Jota Quest, nos anos 1990. Posteriormente, integrou a banda gospel mineira Oficina G3, antes de seguir carreira solo. Ao longo dos anos, consolidou-se no segmento da música cristã com sucessos como Deus da Minha Vida, Arde Outra Vez e Clareia, acumulando apresentações em eventos religiosos em diferentes estados brasileiros.

O calendário oficial do veraneio de Marabá ainda deve incluir outros nomes do cenário musical nacional. A programação completa deverá ser divulgada nas próximas semanas pela Secretaria Municipal de Cultura e o gabinete do prefeito.

 

Fonte: Vinícius Soares – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/15:07:52

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Conheça o robô brasileiro que colhe até 100 cachos de açaí por manhã

(Foto: Reprodução) – Tecnologia 100% nacional promete aumentar produtividade e reduzir riscos na atividade extrativista

A Kaatech, empresa de inovação do Grupo Kaa, apresenta nesta sexta-feira (13/06), no Festival do Açaí 2025, o Açaibot, primeiro robô desenvolvido para a colheita mecanizada do açaí em larga escala. A demonstração acontece no estande da Kaatech, a partir das 15h, no Hangar Centro de Convenções, em Belém (PA).

Com tecnologia brasileira e operação por controle remoto, o equipamento estará disponível em pré-venda com reserva de 1.000 unidades e condições facilitadas. O Açaibot tem capacidade de colher mais de 100 cachos por manhã, multiplicando por até 10 vezes a produtividade de um extrativista, ao mesmo tempo em que reduz acidentes e o uso de mão de obra infantil.

O lançamento integra o projeto de modernização da cadeia produtiva do açaí promovido pelo Grupo Kaa, que inclui ainda o transporte via cabovia elétrica, mudas geneticamente aprimoradas e produção de açaí em pó com tecnologia própria. O complexo industrial do grupo em Icoaraci, que terá geração própria de energia a partir do caroço do açaí, deve gerar mais de 4 mil empregos diretos e indiretos na região.

 

Fonte: Vinícius Soares – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/15:05:23

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Escola Gabriel Sales Pimenta realiza festa junina em Marabá

(Foto: Reprodução) – A festa foi chamada durante esse ano de “O arraiá dos Namorados”, devido à data comemorativa do dia 12 de junho.

A noite de quinta-feira (12) foi marcada com muita música, danças,cores e tradição junina no núcleo Morada Nova, em Marabá, sudeste estadual. O tradicional arraiá da Gasp (Escola Estadual de Ensino Integral Gabriel Sales Pimenta) foi celebrado com muita animação reunindo toda comunidade escolar e população em geral, na quadra da escola. A festa foi chamada durante esse ano de “O arraiá dos Namorados”, devido à data comemorativa do dia 12 de junho. A celebração representa a valorização da cultura brasileira, em especial a rural, integrando famílias e a escola. A instituição de ensino pertence à Seduc (Secretaria de Estado de Educação) e é subordinada à DRE (Diretoria Regional de Ensino).

A animação iniciou com a coreografia da Quadrilha Mirim “Os Pipokinhas”, logo em seguida estudantes do ensino médio protagonizaram a dança do carimbó, sob orientação da professora Evelyn Lopes, depois foi a vez do Boi Bumbá Estrela Dalva, do bairro Liberdade, encantar o público com a figura folclórica do boi ao som de tambores e danças. Quem também se apresentou foi a Quadrilha Junina Águia de Fogo também do bairro Liberdade, com a participação de alunos do Residencial Tiradentes, sob o tema “Passarada”, enaltecendo a cultura nordestina, destaque para a rainha que “voou” na quadra da escola em um bamboo, enquanto faíscas saíam acompanhando o voo. A junina Águia de Fogo é um fruto de projeto da professora Patrícia Barbosa.

O concurso de Miss Caipira da Gasp foi uma emoção à parte. As estudantes Geovana, Thaynara, Danielle, Manuela e Yasmim se apresentaram dançando e encantando com trajes típicos e muita alegria. A grande vencedora do concurso foi a aluna Geovana do primeiro ano, que vendeu quase 3 mil votos.

Além de toda programação, o público pôde saborear comidas típicas, como vatapá , galinha ao tucupi, cachorro quente, canjica, bolos e muito mais. Pescarias e o Correio “Encantado”garantiram a diversão e flerte da garotada. A atração finalizou com a apresentação da Quadrilha da Gasp, onde toda a coreografia foi pensada e idealizada pelos alunos, com auxílio do professor Milton Júnior Severino Favacho. A decoração da festa foi assinada pelas professoras Sâmia Souza e Vandecleia Oliveira.

Repercussão-A funcionária pública Elloyse Cordeiro Almeida de 24 anos acompanha a tradição da Festa Junina desde 2020 quando iniciou o ensino médio na escola. “Eu gosto muito daqui, é sempre um ambiente muito acolhedor e eu não falto, porque eu gosto das pessoas, da energia da festa junina, do movimento, do gosto das comidas típicas que são uma delícia e fico a noite toda esperando a apresentação do boi bumbá”, expressou ela.

O diretor da escola, Fabrício Lima, também foi o animador da grande festa. Para ele, celebrar a cultura junina dentro do ambiente escolar é uma forma de valorizar nossas raízes, reforçar a identidade cultural brasileira e promover a integração entre alunos, famílias e a comunidade.

Segundo ele, as festas juninas vão muito além das danças, comidas típicas e trajes coloridos. “É um momento educativo e afetivo. Os alunos aprendem sobre a história das festas populares, as tradições do campo, os costumes regionais, além de desenvolverem habilidades como trabalho em equipe, responsabilidade e criatividade.”

O gestor também destaca que eventos como esse despertam o sentimento de pertencimento. “Quando a escola se abre para a comunidade e valoriza as manifestações culturais do povo, ela fortalece seu papel social e educativo. A festa junina é uma oportunidade de unir gerações e manter viva uma tradição que fala muito sobre quem somos como povo.”

A professora Maria Nilma leciona na Escola Gabriel Sales Pimenta há mais de 20 anos. Ela costurou o figurino das estudantes da dança do carimbó e sempre participou ativamente da organização da festa, assim como todos os professores. “No início nós ficávamos até a madrugada trabalhando, hoje até meia-noite. É muito bom ver os alunos empenhados e o quanto eles ajudam. Os estudantes aprendem também durante a organização e são protagonistas. É uma experiência muito boa e quando eu me apresentar foi sentir falta”, afirmou.

O vereador Aerton Grande também estava participando da animação. Ele estudou no Gabriel Sales Pimenta. “A gente não pode deixar de incentivar a cultura, além do movimento e divertimento, movimenta a economia com as vendas de comidas típicas. Estamos sempre prontos para ajudar, porque é um bairro carente”, disse ele.

Outro vereador que também estudou na escola e participou da festa foi Dean Guimarães. Ele ainda teve a oportunidade de lecionar na escola e relembrou os momentos durante a festa. “Educação, cultura e esporte são pilares de uma sociedade. Eu não consigo mensurar quantos anos essa festa tem, não só o bairro vem, mas os bairros vizinhos também participam e a gente está aqui para apoiar também e prestigiar danças e comidas típicas e toda essa oportunidade de economia que a festa junina proporciona”, conta ele.

“Festas juninas como a da Escola Gabriel Sales Pimenta são momentos especiais em que a escola se conecta com as famílias e com a cultura do nosso povo. É bonito ver a comunidade toda reunida, celebrando, sorrindo e mantendo vivas as nossas tradições. A educação também passa por esses encontros cheios de afeto”, finalizou o diretor da DRE, professor Magno Barros.

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/15:02:07

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Motociclista morre após colidir contra ônibus na zona rural de Marabá

(Foto: Reprodução) – O caso ocorreu na tarde desta sexta-feira (13), na estrada do Rio Preto, próximo à Fazenda Bandeira, no sentido Três Poderes

Um acidente de trânsito na tarde desta sexta-feira (13) resultou na morte de um motociclista, ainda não identificado. O caso aconteceu na estrada do Rio Preto, próximo à Fazenda Bandeira, no sentido Três Poderes, zona rural de Marabá.

De acordo com informações, a vítima, que morava em Nova Ipixuna, região sudeste do Pará, colidiu frontalmente com um ônibus. O motociclista não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente, antes da chegada do socorro.

As autoridades foram acionadas para averiguar o acidente e remover o corpo da vítima. Não há detalhes sobre as circunstâncias do acidente, nem informações sobre o número de passageiros no ônibus ou sobre o estado de saúde dos ocupantes do veículo.

 

 

Fonte: Ingrid Sales – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/14:56:58

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Brasil luta muito, mas é derrotado por Cuba na Liga das Nações

(Foto: Reprodução) – Divulgação/CBV/Direitos Reservados

Seleção brasileira sofre revés no Maracãnazinho por 3 sets a 1

A seleção brasileira lutou muito, conseguiu levar para o tie-break, mas acabou derrotada por 3 sets a 2 (parciais de 27/25, 26/24, 21/25, 20/25 e 15/13) por Cuba, na noite desta quinta-feira (12) no ginásio do Maracãnazinho, no Rio de Janeiro, pela segunda rodada da edição 2025 da VNL (Liga das Nações de Vôlei).

Após o revés, o Brasil ocupa a terceira colocação da classificação com quatro pontos. Na estreia na competição, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho derrotou o Irã por 3 sets a 0 (parciais de 25/19, 25/16 e 25/18).

Na partida desta quinta, o oposto Darlan foi o destaque da seleção brasileira, com 21 pontos (19 de ataque e 2 de saque). O próximo compromisso do Brasil na VNL será diante da Ucrânia, a partir das 10h (horário de Brasília) do próximo sábado (14).

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/14:52:59

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A nova Serra Pelada: como a corrida pelo ouro nessa região brasileira se compara ao maior garimpo da história

(Foto: Reprodução) – Uma “Nova Serra Pelada”? A Corrida pelo Ouro na Amazônia Revivendo Sonhos e Aprofundando Pesadelos

Com prejuízos ao crime organizado que superam os R$ 345 milhões e a apreensão de 33 aeronaves e 123 dragas, a nova corrida pelo ouro na Amazônia, embora diferente, já supera em alguns aspectos a escala do garimpo dos anos 80.

A imagem de Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto da história, ainda assombra a memória do Brasil. Nos anos 80, dezenas de milhares de homens cavaram uma cratera colossal no Pará em busca do sonho da riqueza. Hoje, a Amazônia vive uma nova febre do ouro, levantando a questão: estaria a região testemunhando o surgimento de uma nova Serra Pelada?

A comparação entre os dois fenômenos revela um cenário complexo. Se por um lado a Serra Pelada original foi um espetáculo de força humana concentrada, a corrida atual pelo ouro é marcada pela tecnologia, logística avançada e uma escala de operação difusa, mas igualmente impactante, medida em números de operações policiais e prejuízos milionários ao crime.

Serra Pelada (anos 80): relembrando a escala da extração manual e do “formigueiro humano”

A Serra Pelada original, que atingiu seu auge na década de 1980, tornou-se um mito mundial. As fotos de Sebastião Salgado imortalizaram a imagem das “formigas humanas”, dezenas de milhares de garimpeiros que, de forma quase que totalmente manual, escavaram e moveram milhões de toneladas de terra em busca de ouro.

O trabalho era rudimentar, baseado na força bruta, com homens carregando sacos pesados de minério em escadas de madeira improvisadas, conhecidas como “adeus mamãe”.

A escala era visual e humana: uma única e gigantesca cratera que crescia a cada dia pela ação de milhares de indivíduos, um testemunho da ambição e da resistência física em condições extremas.
A corrida pelo ouro hoje: a nova escala com dragas, tratores e logística avançada
A imagem de Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto da história, ainda assombra a memória do Brasil. Nos anos 80, dezenas de milhares de homens cavaram uma cratera colossal no Pará em busca do sonho da riqueza. Hoje, a Amazônia vive uma nova febre do ouro, levantando a questão: estaria a região testemunhando o surgimento de uma nova Serra Pelada?

Diferente do garimpo manual de décadas atrás, a exploração de ouro na Amazônia hoje é mecanizada e tecnologicamente equipada.

O garimpo ilegal utiliza um arsenal de dragas, tratores e escavadeiras para revolver o leito dos rios e o solo da floresta, causando um impacto ambiental muito mais rápido e extenso.

A logística também evoluiu drasticamente. A operação moderna conta com pistas de pouso clandestinas, redes de comunicação via satélite e uma complexa cadeia de abastecimento para levar

combustível e suprimentos às áreas remotas.

Esse avanço tecnológico permite que a extração ocorra em locais antes inacessíveis, ampliando o alcance da devastação.

O confronto em números: prejuízo de R$ 345 milhões ao crime e toneladas de equipamentos apreendidos

A resposta do Estado à nova Serra Pelada revela a magnitude da operação criminosa. A Operação Catrimani II, realizada entre abril de 2024 e abril de 2025 na Terra Indígena Yanomami, oferece um panorama da escala do garimpo moderno:

Prejuízo ao crime: mais de R$ 345 milhões em perdas para as organizações criminosas.

Aeronaves: 33 aeronaves que davam suporte à logística do garimpo foram apreendidas.

Maquinário pesado: 123 balsas e dragas foram apreendidas ou inutilizadas.

Infraestrutura: 508 acampamentos ilegais e 53 pistas de pouso clandestinas foram destruídos.

Insumos e minério: mais de 186 mil litros de combustível, 34 kg de ouro e 158 toneladas de cassiterita foram apreendidos.

Esses números mostram uma operação industrial, muito distante da imagem do garimpeiro individual de Serra Pelada.

Uma cratera colossal no Pará contra uma devastação difusa na Amazônia

A imagem de Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto da história, ainda assombra a memória do Brasil. Nos anos 80, dezenas de milhares de homens cavaram uma cratera colossal no Pará em busca do sonho da riqueza. Hoje, a Amazônia vive uma nova febre do ouro, levantando a questão: estaria a região testemunhando o surgimento de uma nova Serra Pelada?

A maior diferença entre os dois fenômenos está em sua distribuição geográfica. Serra Pelada era um ponto único e concentrado, uma cratera visível do espaço.

A exploração atual, por outro lado, é um problema difuso. Não há uma única “nova Serra Pelada”, mas sim milhares de pontos de garimpo espalhados por vastas áreas da Amazônia.

Somente na Terra Indígena Yanomami, por exemplo, foram abertos 50 hectares de novas áreas de garimpo entre julho e setembro de 2024.

A destruição hoje é menos concentrada em um único ponto, mas o somatório de suas áreas pode representar um impacto territorial muito maior, como um câncer que se espalha pela floresta.

É uma nova Serra Pelada? As diferenças na organização e no impacto econômico da exploração moderna

Embora a busca pelo ouro seja a mesma, a organização por trás da exploração mudou radicalmente. O garimpo moderno é frequentemente financiado e protegido por facções do crime organizado, que usam a atividade para lavar dinheiro e expandir sua influência.

A escala econômica também é diferente. Na Serra Pelada original, a riqueza, embora volátil, circulava de forma mais direta entre os garimpeiros.

Hoje, o lucro principal da atividade ilegal tende a se concentrar nas mãos dos financiadores e líderes das redes criminosas, que operam com uma lógica empresarial.

Portanto, embora o termo nova Serra Pelada evoque o passado, o fenômeno atual é mais complexo, tecnificado e perigosamente integrado a estruturas criminosas de grande porte.

 

Fonte: Bruno Teles – clickpetroleoegas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/14:42:15

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Governo do Estado lança Pavilhão Pará para estimular participação dos municípios na COP30

(Foto: Bruno Cecin/Ag. Pará) – Os 144 municípios paraenses terão a oportunidade de apresentar as iniciativas sustentáveis na COP e buscar parcerias

O Governo do Estado lançou, nesta quinta-feira (12), o Pavilhão Pará na COP30 para estimular a participação dos municípios na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas, em novembro, na capital paraense. O espaço será gerenciado pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e montado no Centro de Convenções Centenário da Assembleia de Deus, na Avenida Augusto Montenegro. O lançamento ocorreu no Parque da Cidade, com a presença de prefeitas e prefeitos, que ainda tiveram a oportunidade de plantar uma árvore.

A ideia é tornar o Pavilhão Pará um ambiente estratégico para que os municípios apresentem as potencialidades, iniciativas sustentáveis e oportunidades de desenvolvimento durante a COP30. O pavilhão terá 144 estandes (um para cada cidade), praça de alimentação, palco e área para rodas de conversa e podcast. O espaço vai funcionar de 17 a 21 de novembro.

Segundo o governador do Pará, Helder Barbalho, esta será a primeira vez que municípios poderão participar de uma COP. “Todos os 144 municípios terão um espaço para mostrar os seus projetos de sustentabilidade, terão a oportunidade de buscar parcerias que possam ser construídas dentro da agenda de sustentabilidade, como também, é claro, para mostrar as suas culturas, mostrar a sua gastronomia, mostrar as suas habilidades, as riquezas”, destacou.

A vice-governadora Hana Ghassan apresentou a estrutura para as prefeitas e prefeitos. “Este é um momento histórico para o Estado do Pará e todas as cidades. Está prevista a participação de mais de 150 países na COP30. Teremos a oportunidade única de mostrar o nosso Estado, promover a produção local”, disse.

Os estandes terão tamanhos padronizados de 16 metros quadrados, com telão, mobiliário, iluminação e ainda está inclusa a montagem da estrutura.

O vice-presidente da Federação da Associação dos Municípios do Estado do Pará (Famep), Xarão Leão, que também é prefeito de Breves, pontuou a visibilidade que o Pavilhão Pará trará para todas as regiões do Estado. “Esta é uma oportunidade única para que a gente possa mostrar tudo o que temos de bom nos municípios e no Estado do Pará”, reforçou.

Bosque dos Municípios – Durante o lançamento do Pavilhão Pará na COP30, as prefeitas e prefeitos tiveram a oportunidade de plantar a muda de uma árvore no Parque da Cidade. A ação permitiu a criação do Bosque dos Municípios, que conta com espécies da flora brasileira.

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), deputado Chicão, destacou a importância do Parque da Cidade como um dos principais legados da COP30. “É um equipamento público que vai ficar para as futuras gerações. Daqui a 100 anos vai continuar existindo”, enalteceu.

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/06/2025/14:31:10

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