Petrobras e mais 3 petroleiras arrematam 19 das 47 áreas de exploração na Foz do Amazonas

Governo defende exploração de petróleo na Bacia da Foz do Rio Amazonas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Margem Equatorial tem grande potencial de reservas, mas a exploração preocupa ambientalistas. A ANP realizou leilão de 172 áreas para exploração de petróleo no país, das quais 34 foram arrematadas. Investimento mínimo previsto é de R$ 1,4 bilhão.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou nesta terça-feira (17) um leilão de concessão de 172 áreas para exploração de petróleo no Brasil.

Desse total, 34 blocos exploratórios foram arrematados nas bacias do Parecis, Foz do Amazonas, Santos e Pelotas, somando uma área de 28.359,55 quilômetros quadrados, segundo a ANP.

As nove empresas vencedoras do leilão desembolsaram mais de R$ 989 milhões ao governo pelo direito de explorar as áreas. Agora, a previsão é de um investimento mínimo de R$ 1,4 bilhão na fase de exploração.

Os principais destaques são as regiões pertencentes à Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial. A área tem sido apelidada de “novo pré-sal” devido ao seu potencial para abrigar grandes reservas de petróleo, embora a exploração levante preocupações ambientais. (leia mais abaixo)

➡️ As empresas Petrobras, ExxonMobil, Chevron e CNPC arremataram 19 dos 47 blocos exploratórios de petróleo e gás ofertados na Bacia da Foz do Amazonas, por um valor total de R$ 844 milhões.

Segundo a diretora-executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, em entrevista à Reuters, a estatal conquistou todas as áreas que pretendia. A empresa concentrou seus lances justamente na Foz do Amazonas, que é considerada uma nova fronteira exploratória.

Veja abaixo os vencedores do leilão.

Onde ficam as áreas de exploração?

Os 172 blocos ofertados no leilão desta terça-feira estão distribuídos em 16 setores, localizados em cinco bacias sedimentares — quatro marítimas e uma terrestre. (veja o mapa abaixo)

No mar, ficam as bacias:

Foz do Amazonas (na costa do Amapá e parte do Pará),
Potiguar (entre o Rio Grande do Norte e o Ceará),
Santos (na costa Sudeste, entre o Rio de Janeiro e Santa Catarina) e
Pelotas (no litoral do Rio Grande do Sul).

A única bacia terrestre é a dos Parecis, localizada nos estados de Mato Grosso e Rondônia.

A bacia Potiguar, situada a 398 km de Fernando de Noronha, foi a única que não recebeu propostas para nenhum de seus setores. Esta foi a terceira vez que a ANP colocou a área em leilão para exploração de petróleo e gás — e, em todas as ocasiões, não houve interessados nos blocos próximos à ilha.

Ao todo, 31 empresas estavam habilitadas a participar do leilão, incluindo grandes companhias como Petrobras, Shell (Reino Unido) e ExxonMobil (EUA), além de petroleiras da Austrália, Bermudas, Catar, China, Colômbia, França, Noruega e Portugal.

Inicialmente, estavam disponíveis 332 blocos, mas apenas os 172 que receberam propostas ou garantias de oferta foram incluídos no leilão desta terça.

Preocupação ambiental

Dos blocos ofertados, 63 estavam localizados nas bacias da Foz do Amazonas e Potiguar, ambas situadas na Margem Equatorial.

A região é considerada pela ANP uma “nova fronteira” para a indústria do petróleo, com potencial estimado em até 10 bilhões de barris, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

A ANP informou que o governo federal aposta na atração de investimentos para a região como forma de gerar empregos, renda e desenvolvimento local.

No entanto, a exploração da área, onde se localiza a foz do rio Amazonas, preocupa ambientalistas. A região abriga uma rica biodiversidade e cerca de 13 mil indígenas, que poderiam ser impactados em caso de um eventual derramamento de óleo.

Atualmente, a Petrobras busca obter do Ibama o licenciamento ambiental para perfurar o bloco FZA-M-59 (também conhecido como bloco 59), adquirido pela estatal na costa do Amapá, onde espera confirmar a existência de uma reserva significativa de petróleo. (entenda mais aqui)

O Ministério Público Federal (MPF) chegou a acionar a Justiça para impedir a realização do leilão, argumentando que, sem estudos prévios adequados, ele representa uma grave violação de direitos fundamentais, compromissos internacionais e da legislação ambiental brasileira.

Outra preocupação de especialistas diz respeito ao bloco localizado a 398 km da Ilha de Fernando de Noronha.

Pesquisadores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) alertaram recentemente que, em caso de vazamento na Bacia Potiguar, as correntes marítimas podem levar o óleo até Noronha em pouco tempo.

 

Fonte: Júlia Nunes, g1 — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/16:11:09

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Major Eder Santos é nomeado novo comandante do 15° BPM em Itaituba

(Foto: Reprodução) – Oficial já atuou como subcomandante da unidade e promete dar continuidade ao trabalho em parceria com a comunidade.

O Major Eder Santos Araújo foi nomeado como o novo comandante do 15° Batalhão da Polícia Militar (15° BPM), sediado em Itaituba, no sudoeste do Pará. A nomeação foi oficializada por meio de portaria divulgada pelo Comando Geral da Polícia Militar do Pará na terça-feira, 10 de junho de 2025.

Antes de assumir o novo posto, Eder atuava na presidência da comissão de correição do Comando de Policiamento Regional X (CPR-X), e já foi subcomandante do próprio 15° BPM, o que, segundo ele, reforça seu compromisso com a continuidade e aprimoramento do trabalho da corporação na região.

Em entrevista, o major falou da satisfação em retornar à unidade e destacou a importância da parceria com a população:

“É uma alegria retornar a esta unidade, que já conheço bem. Vamos dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito e mostrar à população que, com parceria e compromisso, conseguiremos manter Itaituba cada vez mais segura.”

 

Fonte: Fonte: Plantão 24horas News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/16:06:45

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Mãe do único sobrevivente de acidente em estrada no Pará relata momento de desespero do filho: ‘Ele acordou com o primo pedindo ajuda’

À esquerda, Marlon Palheta, de 11 anos, único sobrevivente do acidente; à direita, Julielma Oliveira, Paulo Oliveira e o filho do casal, Pietro Oliveira. — Foto: Arquivo pessoal

Marlon Abraão Palheta Pereira, de 11 anos, foi o único sobrevivente do acidente que matou três pessoas da mesma família. Menino era muito próximo da tia, uma das pessoas que morreram na tragédia.

Marlon Abraão Palheta Pereira, de 11 anos, foi o único sobrevivente do grave acidente registrado na quinta-feira (12) na zona rural de Nova Timboteua, nordeste do Pará. Ele estava no carro com três familiares, que morreram na tragédia.

Entre os que morreram estavam a tia de Marlon, Julielma Alves Oliveira, o esposo dela, Paulo Roberto Oliveira, e o filho do casal, Pietro Oliveira. O veículo em que a família estava capotou na PA-324 após passar por uma poça d’água e caiu em uma vala às margens da rodovia.

Em entrevista ao g1, a mãe de Marlon, Adriana Santana Palheta, disse que o filho dormia no momento do acidente e acordou com o primo pedindo ajuda.

“Ele contou que ainda tentou tirar o primo de dentro do carro, o primo não sabia nadar, ele tentou salvá-lo mas não conseguiu”, relata.

Apesar da gravidade do acidente, Adriana também disse que Marlon não teve ferimentos e não precisou ser levado ao hospital. E revelou ainda, que o garoto era muito apegado a tia Julielma. “Ele era muito próximo da tia. Todo final de semana dormia na casa dela. Eles tinham uma ligação muito forte. Ele sente muito”, relembra.

Para tentar amenizar a dor da perda, Marlon tem encontrado algum alívio no futebol, uma de suas paixões. Ele treina na Tuna Luso Brasileira, em Belém.

“No momento, o que tem ajudado ele a seguir é o futebol. Não é que ele peça muito pra ir ao treino, mas quando eu pergunto se ele quer ir pra outro lugar, ele diz que não, que prefere o futebol porque lembra menos das coisas”, contou a mãe.

A tragédia ocorreu por volta das 15h30, no km 27 da rodovia PA-324, na altura da Vila Samauma. Após o acidente, Marlon foi levado à delegacia de Nova Timboteua, onde recebeu acompanhamento psicológico e do Conselho Tutelar.

Muito emocionada, Adriana agradece pela vida do filho e lembra com carinho da relação com Julielma.

“Meu coração está muito angustiado, mas agradeço a Deus pelo grande livramento. Meu filho é um guerreiro. Ele me disse: ‘Mamãe, naquela hora, eu orei tanto a Deus’. Estamos com o coração partido porque perdemos uma família que amávamos muito. Ela (Julielma) sempre me dizia: ‘Irmã, deixa comigo. Eu vou cuidar do Abraãozinho’. Chamava ele assim, com tanto carinho. E ela cuidou mesmo, cuidou tanto, que me entregou ele vivo. Nosso coração está muito apertado, muito triste, mas creio em Deus que isso vai passar. Vai ficar só a lembrança e a saudade”, disse emocionada.

O acidente comoveu moradores da região e está sendo investigado pela delegacia de Nova Timboteua. Perícias foram solicitadas e testemunhas estão sendo ouvidas para auxiliar nas investigações.

 

Fonte: Thaís Neves, g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/16:03:29

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Blocos da Foz do Amazonas que vão a leilão nesta terça ficam no AP e PA e têm 283 mil km²

Bacia Foz do Amazonas está localizada na Margem Equatorial — Foto: Petrobras/divulgação

Leilão será realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em meio a pedido de suspensão da oferta dos blocos. Ministério Público Federal (MPF) informou que ação ‘viola série de obrigações legais e compromissos climáticos’.

Os blocos de petróleo e gás da Bacia da Foz do Amazonas que vão a leilão nesta terça-feira (17) ficam no Amapá e em parte do Pará. A área abrange cerca de 283 mil km² e inclui a plataforma continental e a região de águas profundas e ultraprofundas na chamada Margem Equatorial brasileira.

A descoberta de petróleo em países fronteiriços e a expectativa de confirmar a existência de grandes volumes de óleo e gás na Margem Equatorial levaram a área a ser considerada uma nova fronteira exploratória e até a ser apelidada de “novo pré-sal”.

Atualmente a Petrobras tenta convencer o Ibama a conceder o licenciamento ambiental para a perfuração do bloco FZA-M-59 (também chamado de bloco 59) adquirido pela estatal na costa do Amapá, onde a empresa espera confirmar a existência de considerável reserva de petróleo.

Enquanto isso, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) prepara a oferta de mais 47 blocos para exploração de petróleo e gás na mesma bacia, que fica numa área marítima onde está a foz do rio Amazonas.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça pra impedir a oferta dos 47 blocos. Na ação movida contra a União e ANP, o MPF alega que a realização do leilão sem os estudos prévios adequados representa uma grave violação de direitos fundamentais, compromissos internacionais e da legislação ambiental brasileira.

Histórico da Bacia da Foz do Amazonas

1963 – Foram adquiridos os primeiros dados sísmicos, gravimétricos e magnetométricos (em águas rasas);
1976 a 1982 – Foram assinados e executados os denominados “contratos de risco”, firmados com as empresas Shell, Elf-Agip e BP, que passaram a explorar na área da Bacia da Foz do Amazonas, tendo sido perfurados trinta e três poços, de um total de noventa e cinco poços exploratórios perfurados;
1976 – Foi registrada a descoberta subcomercial de gás natural de Pirapema (1-APS-10B-AP), com volume original provável da ordem de 10,1 bilhões de m³;
1982 – Foi descoberta outra acumulação subcomercial na área do poço 1-APS-51A-AP, com volume potencial estimado entre 6,89 e 11,42 bilhões de m³ de gás natural;
2013 – 11ª Rodada de Licitações da ANP ofertou os blocos na Bacia da Foz do Amazonas;
2014 – Início do processo de licenciamento ambiental do bloco FZA-M-59;
2018 – Primeira negativa do Ibama para operação na região;
2023 – Novo pedido para exploração e negativa do Ibama;
2025 – Petrobras recebe a aprovação do Ibama para o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF).

Sobre a região

A região possui uma vasta biodiversidade que poderia ser afetada em caso de um possível derramamento de óleo, o que preocupa ambientalistas. Na costa do estado foram identificados recifes ainda pouco estudados.

Além disso, a região litorânea amapaense conta com o maior cinturão de manguezais do mundo – que se estende pela costa da Amazônia e representa 80% da cobertura do país.

Entre as unidades de conservação está o Parque Nacional do Cabo Orange, localizado nos municípios de Calçoene e Oiapoque, e que possui uma área de aproximadamente 657.318 mil hectares. A região também é conhecida como Litoral Equatorial Amazônico.

A região também abriga terras indígenas. São cerca de 13 mil indígenas vivendo em 56 comunidades dentro de uma área contínua de 518.454 hectares, organizada em 5 regiões: BR-156, Rio Oiapoque, Rio Uaçá, Rio Urukawá e Rio Curipi.

 

Fonte: Rafael Aleixo, Welliton Lopes, g1 AP e Rede Amazônica — Macapá e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:59:12

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Peixe mais consumido do mundo é uma bomba tóxica e tem mais de 70 parasitas, diz jornal

(Foto: Reprodução) – Salmão pode conter parasitas e substâncias químicas perigosas / Pexels

A explicação para essa questão é bem simples e tem pontos naturais e técnicos

Segundo uma publicação do jornal espanhol AS, o salmão contém mais de 70 parasitas em seu corpo e é considerado uma bomba tóxica. Em suma, o peixe é considerado um dos mais populares e consumidos de todo o planeta Terra.
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A explicação para essa questão é bem simples. Durante sua juventude, é bem comum que a espécie viva perto da costa.

Essa postura faz com que o salmão tenha contato com mamíferos marinhos e uma contaminação aconteça.

Procedimentos ruins

Somado a isso, os peixes de cativeiro recebem diariamente uma alimentação repleta de aditivos químicos.

Pesticidas e antibióticos são utilizados para evitar que os peixes peguem ou sejam contaminados por doenças.

Por conta disso, esses “venenos” acabam ficando na superfície dos peixes e, assim, acabam no organismo dos consumidores finais.

Para manter as condições dos tanques entre as ideias, os funcionários utilizam substâncias consideradas tóxicas.

Conheça também o peixe brasileiro ‘queridinho’ em outros países que bateu recorde de exportações.

Outro lado moeda

Mesmo com todos esses indicativos negativos, o salmão ainda é considerado uma fonte rica em proteínas e vitaminas.

Além disso, o peixe também fornece minerais essenciais como ferro, iodo, fósforo, selênio, magnésio e cálcio.

Por fim, o animal ainda contém compostos anti-inflamatórios que contribuem para a saúde geral e auxiliam na melhora da condição da pele.

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Fonte: Deslange Paiva, Gustavo Honório, g1 SP — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:53:47

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Mulher presa por homofobia em shopping de luxo em SP faz novo ataque um dia após deixar prisão

Mulher presa em shopping faz novo ataque homofóbico após ser solta — Foto: g1

‘É revoltante saber que essa mulher foi solta depois de cometer um crime e voltou a agir com ódio e intolerância’, contou ao g1 o analista de comunicação Gustavo Leão, uma das vítimas das ofensas ocorridas nesta segunda (16), em um condomínio na região central da capital.

A jornalista Adriana Catarina Ramos de Oliveira, presa em flagrante no sábado (14) após chamar um homem de “bicha nojenta” no Shopping Iguatemi, em São Paulo, fez novos ataques homofóbicos contra homens em um condomínio na região central da capital, nesta segunda (16). O episódio aconteceu um dia depois de a mulher deixar a prisão (vídeo acima).

“É revoltante saber que essa mulher foi solta depois de cometer um crime e voltou a agir com ódio e intolerância, agora diretamente comigo e meus amigos. Isso é a prova de que a impunidade alimenta o preconceito”, lamentou o analista de comunicação Gustavo Leão, uma das três vítimas.

“É como se o sistema dissesse que tudo bem cometer esses crimes, que não vai acontecer nada. Isso é desesperador, porque coloca todos da comunidade LGBTQIAPN+ em um lugar de constante vulnerabilidade”, completou.

Adriana deixou a prisão no domingo (15), após a Justiça de São Paulo conceder liberdade provisória durante uma audiência de custódia.

Gustavo contou ao g1 que a mulher estava dizendo que no condomínio onde vivem “só moram bicha, gay e homossexual”, quando foi confrontada por um morador.

“Meu amigo estava trabalhando de home office, abriu a porta e pediu respeito. Nisso, as ofensas pioraram. Inclusive, a vizinha da frente abriu a porta para ver o desentendimento. Ele desceu com ela no elevador, pois iria avisar a administração do condomínio. Eu estava no térreo recebendo encomenda”, disse.

Neste momento, o analista passou a gravar o comportamento de Adriana.

Em tom de deboche e ironia, a mulher disse frases como: “Eu vou fazer musculação para dar o c…”, “Boiola depilada”, “Olha a gaiola das loucas”, “Dá o c…, boiola”.

Em determinado momento, a mulher chegou a dizer que Gustavo e outros dois homens “faziam sexo a noite toda”, mas foi prontamente confrontada por uma das vítimas.

“Os três?! Me respeita, me respeita! Nossa senhora”, disse o rapaz.

Durante todo o episódio, Adriana fazia os comentários homofóbicos com naturalidade, ignorando as vítimas e até fazendo brincadeiras com a situação.

O g1 procurou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para saber se a mulher foi presa novamente por homofobia, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Presa após ataque em shopping

Adriana foi presa em flagrante no sábado (14) após fazer xingamentos homofóbicos contra um homem em uma cafeteria do Shopping Iguatemi, na Zona Oeste de São Paulo.

A jornalista também ofendeu policiais civis que estavam na delegacia durante o processo da prisão.

De acordo com o boletim de ocorrência do caso, Adriana se recusou a assinar documentos pertinentes à sua prisão em flagrante e não colaborou para a realização de sua legitimação e de seu boletim de Identificação criminal.

“Durante todo o tempo que permaneceu nesta delegacia, continuou a fazer ofensas contra os policiais civis em trabalho no plantão, recusando-se a acatar as ordens legais para cumprimento dos procedimentos decorrentes da prisão em flagrante”, aponta o documento.

Clientes do shopping registraram Adriana falando “bicha nojenta” para Gabriel Galluzzi Saraiva, de 39 anos, que estava sentado na mesa ao lado.

Depois da prisão em flagrante, a Justiça mandou soltá-la mediante o cumprimento de medidas cautelares, como não frequentar o shopping.

A jornalista também chegou a chamar o homem de “assassino”. Ele, por sua vez, xingou Adriana de “imbecil” na discussão.

Os vídeos não mostram como o embate começou, mas mostram a agressora nervosa e xingando o homem. Ele não aparece nas imagens, mas também reage em tom elevado.

Adriana afirmou à TV Globo que Gabriel e seus amigos estavam rindo dela. Ela também disse que se arrependeu das ofensas.

Segundo Adriana, ela estava ao telefone quando Gabriel e outras pessoas que o acompanhavam mandaram que ela falasse baixo e calasse a boca. Ela alegou ainda que foi vítima de etarismo.

“Eu estava ao telefone, eu vou ser operada no dia 27 do joelho, vou colocar uma prótese […]. Estou muito ansiosa, muito nervosa, comecei a chorar ao telefone. E esse grupo que estava ao lado começou a rir. Quando eles começaram a rir, eu desliguei o telefone, levantei o braço e pedi a conta. Falei ‘por favor, traz a conta, eu quero ir embora'”, disse

“Eles estavam rindo de mim, falaram que eu tinha que ser anestesiada […] Aí, ele se manifestou, disse ‘fala baixo’, ‘cala a boca’. […]. Houve aquela confusão na hora, eu chamei ele de ‘boiola’. Xinguei mesmo. Ele já tinha me xingado de ‘velha’. […] Sim, me arrependo”, completou.

Já Gabriel afirmou que Adriana estava em uma mesa próxima, falando alto. Ele disse que pediu a ela para que tivesse mais calma na hora de falar com a atendente da cafeteria. Foi então que as agressões diretas e homofóbicas começaram, segundo ele.

“A gente estava tomando um café. Era por volta de 15h30. Uma senhora sentada na mesa do lado começou a pedir pela conta, descontrolada, falando bem alto ‘eu quero minha conta’, ‘eu quero ir embora’, ‘eu quero minha conta’, ‘eu quero ir embora’. Ela pedindo insistentemente, falando bem alto […] A moça fez um sinal de que já iria. Daí intervi, falei ‘calma, ela já virá, já deu o sinal’. Então, ela se descontrolou, começou a me atacar diretamente”, disse.

Giulia Podgaic, que estava sentada em uma mesa próxima, presenciou a discussão e confirmou a versão de Gabriel.

“Ouvi a mulher gritar com a funcionária do café, pedindo a conta, falando que queria ir ao banheiro, gritando. Aí a vítima pediu para a senhora se acalmar, disse ‘se acalma, ela já vai vir’, e aí ela começou a falar um monte, ofender ele de todos os jeitos, falar ‘pobre’, ‘bicha’, todas as palavras de baixo calão possíveis… ‘bicha nojenta’, ‘pobre’, ‘você não deveria estar aqui'”, afirmou.

“Ele começou a ficar nervoso, mas conseguiram retirar ele para que se acalmasse. Ele foi para outro lugar e ela continuou a ofender. Foi uma situação horrível. Chamou ele de ‘assassino’ do nada. Foi uma situação muito horrível”, completou.

Em nota, o shopping Iguatemi lamentou o ocorrido e reforçou seu respeito à diversidade.

“O shopping lamenta a ocorrência entre os dois clientes em uma das suas operações, esclarece que prestou todo o apoio necessário e segue à disposição das autoridades competentes.”

“O empreendimento reforça que o respeito à diversidade — em todas as suas formas — é um valor inegociável e repudia qualquer ato de discriminação e intolerância.”

O que diz a Secretaria da Segurança Pública

“Uma mulher de 61 anos foi presa em flagrante na tarde de sábado (14), em um shopping na Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona sul da capital. Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e, no local, constataram que a mulher havia proferido ofensas homofóbicas a um homem, de 39 anos.”

 

Fonte: Deslange Paiva, Gustavo Honório, g1 SP — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:48:25

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Após polêmica, brasileira escolhida para missão espacial diz que nunca mencionou a Nasa: ‘Tudo será esclarecido’

(Foto: Reprodução) – Alegando ter sido alvo de ataques após a polêmica, Laysa Peixoto, de 22 anos, também afirmou que foi vítima de notícia falsa

A mineira Laysa Peixoto, de 22 anos, se pronunciou após a Nasa negar que ela integra a agência espacial americana. De acordo com a jovem, em nenhum momento ela disse que a instituição a selecionou como astronauta de carreira. A brasileira também alegou estar sendo alvo de ataques após a repercussão do caso e pontuou que todas as informações serão esclarecidas.

— Em nenhum momento eu disse que a Nasa fez essa seleção para eu ir ao espaço em 2029 ou que a Nasa me selecionou como astronauta de carreira. Tudo começou com uma nota que cita essa informação falsa de que a Nasa teria me selecionado, e aí começaram os ataques sobre a minha trajetória. Os meus vínculos com a Nasa são cursos e pesquisas relacionada à tecnologia, nunca citei trabalhar na Nasa — disse Laysa em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”.

A mineira viralizou na internet após postar em suas redes sociais ter sido selecionada para “se tornar astronauta de carreira” para atuar em voos espaciais. A jovem afirmou que é “oficialmente astronauta da turma de 2025”, e que fará em 2029 o suposto voo inaugural da Titans Space. No entanto, conforme divulgado pelo portal g1, a empresa não possui licença do órgão norte-americano responsável por voos espaciais tripulados.

Em nota, A Titans Space afirmou que Laysa foi selecionada para viagem espacial. A brasileira, no entanto, não consta entre os listados no site da empresa como membro da suposta equipe técnica de astronautas anunciados na missão para 2029. A companhia oferece viagens para “turistas espaciais” com valor a partir de US$ 1 milhão.

Ao mesmo tempo, a Nasa negou que Laysa tenha recebido treinamento para ser astronauta pela agência espacial norte-americana, e afirmou que ela não está entre o grupo em processo de formação. Segundo a instituição, a formação para astronauta depende do título de mestre em cursos de tecnologia ou áreas afins em exatas, ao menos dois anos de experiência e 1.000 horas de trabalho como piloto.

Estudos no exterior

Na entrevista, Laysa também se pronunciou sobre ter estudado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), visto que a instituição negou que ela tenha concluído o curso. Segundo a jovem, ela saiu da faculdade no segundo semestre de 2023 após ganhar uma bolsa de estudos na Manhattan College.

— Eu saí da UFMG para estudar na faculdade de Manhattan, todas essas coisas serão esclarecidas — disse a brasileira.

 

Fonte: Jogo Político – O Globo 100 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:42:25

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‘Vamos fazer o país do Sul’: governador sugere separação de estados em evento

(Foto: Reprodução) – Jorginho Mello (PL) Crédito: Agência Senado

Governador catarinense Jorginho Mello (PL) fez comentário polêmico evento no Paraná

O governador catarinense Jorginho Mello (PL) sugeriu a separação dos estados do sul durante evento com os governadores gaúcho, Eduardo Leite (PSD), e paranaense, Ratinho Júnior (PSD). O comentário, feito em tom de ‘brincadeira’, fez referência ao movimento separatista “O Sul é o Meu País”, que propõe a separação dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do restante do Brasil.

“Temos dois candidatos à Presidência da República aqui. Daqui a pouco, se o negócio não funcionar muito bem lá para cima, nós passamos uma trena para o lado de cá e fazemos ‘o Sul é nosso país’, né?”, disse o governador. O evento ocorreu em Curitiba, no Paraná, na última quinta-feira (12).

Na ocasião, Mello elogiou Eduardo Leite e Ratinho Júnior. Ele também citou “passar a régua” ao comentar sobre o erro de medição que levou o governo paranaense a perceber que uma área equivalente a 500 campos de futebol pertence, na verdade, a Santa Catarina, mudando o mapa dos estados em 2024. “As divisas estavam meio erradas, aí passamos a régua, ele foi generoso e deixou nós pegarmos. Mas não tinha muita coisa boa em cima, não”, falou rindo.

O comentário do governador de Santa Catarina repercutiu de forma negativa nas redes sociais. “Piadinha de gente do Sul que se acha superior ao Norte e Nordeste”, escreveu o jornalista Guga Noblat.

 

Fonte: Millena Marques – Correio e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:38:31

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Suçuarana: três são presos após tentarem atacar agentes do ICMBio em operação contra pecuária irregular

Em 11 dias de operação, ICMBio já apreendeu cerca de 400 cabeças de gado no AC — Foto: Asscom/ICMBio
Suspeitos que tentaram invadir base do ICMBio em Xapuri foram liberados no domingo (15). Alvo principal da operação é a pecuária irregular praticada por invasores em pontos diversos dentro da Resex Chico Mendes. Além disto, cerca de 400 cabeças de gado já foram apreendidas até esta segunda (16).

Três pessoas foram presas pela Polícia Federal (PF-AC) em Xapuri, no interior do Acre, no último domingo (15) e pelo menos 400 cabeças de gado apreendidas até esta segunda-feira (16), como desdobramentos da Operação Suçuarana, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), iniciada no dia último dia 5. A ação tem como objetivo principal combater o desmatamento na Reserva Extrativista Chico Mendes (Resex).

Ainda segundo o ICMBio, os suspeitos, que foram pegos com gasolina e cortando cerca em local onde funciona a base do Instituto, foram soltos no mesmo dia. Ninguém ficou ferido na ação.

O trecho da BR-317, no km 237, que estava bloqueado por manifestantes que protestam contra a operação, foi totalmente liberado na manhã de domingo (15).

Em 11 dias, o ICMBio tem o apoio de forças de segurança para combater a pecuária ilegal de grande porte, que é o principal fator de desmatamento na unidade de conservação.

A fiscalização ocorre em toda a unidade de conservação federal, que abrange sete municípios do Acre: Sena Madureira, Rio Branco, Capixaba, Xapuri, Brasiléia, Epitaciolândia e Assis Brasil.

Participam da operação equipes da Força Nacional (FN), Polícia Federal (PF-AC), Polícia Rodoviária Federal (PRF-AC), Exército Brasileiro, Ministério Público Federal (MPF), Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) e do Batalhão de Policiamento Ambiental do Acre (BPA).

Conforme o ICMBio, animais só podem ser criados dentro da reserva pelos beneficiários na condição de subsistência. O ICMBio confirmou que a ação combate as seguintes infrações:

Não beneficiários (ou invasores)
Beneficiários que criam gado acima do limite de subsistência
Quem desmatou para colocar pasto
Quem está criando gado em área embargada em autos de infração

O órgão federal explicou ainda que a Resex é uma unidade de conservação federal criada para assegurar os meios de vida e a cultura das populações tradicionais extrativistas, além de garantir a conservação dos recursos naturais da região.

“A expansão ilegal da pecuária dentro da Resex representa uma grave ameaça tanto para o meio ambiente quanto para os próprios moradores que dependem da floresta”, destacou.

No primeiro dia de retirada de gado ilegal da reserva, ocorrido no dia 9 de junho, foram apreendidos 20 animais criados em área embargada e destinados a um frigorífico local.
Operação do ICMBio apreende gados de criações irregulares em reserva no interior do Acre

 Protestos

Os moradores da Resex fecharam a BR-317 na entrada de Xapuri pela primeira vez na manhã do dia 8 de junho. A interdição ocorreu em protesto contra a operação. A via foi liberada por volta das 19h do dia 9 de junho.

Após a suspensão, os moradores seguiram se organizando para novas manifestações. Na última sexta-feira (13), os moradores da Resex voltaram a fechar a BR-317. “Estão prendendo nosso gado, atrapalhando nossa produção e quem sente é o povo trabalhador”, dizia a nota, convocando os manifestantes para o protesto da sexta.

Ainda na sexta, um grupo de moradores de Xapuri mostrou preocupação em não conseguir passar pela BR para participarem de um concurso público em Epitaciolândia, cidade vizinha, no domingo (15). Em nota, a PRF-AC informou que o trânsito estava fluindo normalmente, sem registros de congestionamento no local.

Ações criminosas

O ICMBio denunciou ações criminosas contra a fiscalização da Operação Suçuarana. De acordo com o órgão, agentes que atuam na ação foram intimidados e impedidos de trabalhar no combate aos crimes ambientais.

Entre os atos criminosos identificados estão o bloqueio de estradas com fogo, destruição de pontes, cortes de cerca e até uma tentativa de incêndio no acampamento utilizado pela equipe de fiscalização.

“As ações criminosas foram executadas de forma articulada, na tentativa de comprometer a continuidade da operação e garantir a impunidade de atividades ilegais no interior da Resex Chico Mendes, principalmente a pecuária clandestina em áreas protegidas”, disse o órgão em nota.

O ICMBio informou ainda que todas as ocorrências foram devidamente registradas e comunicadas às autoridades competentes, incluindo órgãos de segurança pública e MPF, para a apuração dos crimes e responsabilização dos envolvidos.

O órgão informou que, na madrugada deste domingo, mais 40 animais foram destinados e a retirada de gado prosseguirá no âmbito da operação.

Processos de embargos desde 2016

No último sábado (14), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgou uma nota destacando que a operação ‘tem como base decisões judiciais que confirmam a ilegalidade da criação de gado em áreas embargadas da unidade’.

Ainda segundo o governo federal, os processos de embargos das terras são de 2016, os investigados recorreram à Justiça e foram derrotados em todas as instâncias. “Com o esgotamento dos prazos legais e o não cumprimento das determinações, a operação foi deflagrada para garantir a aplicação da legislação vigente”, destaca o comunicado.

Conforme o MMA, entre 2019 e 2022, a Resex registrou um aumento expressivo no desmatamento. Em 2023, houve uma redução significativa desses índices, porém, a ‘degradação na unidade continuou avançando, especialmente por meio do aumento dos focos de incêndio, com fortes indícios de origem criminosa’.

Em dezembro do ano passado, foi feita uma nova rodada de notificações para a retirada de gado mantido ilegalmente em áreas embargadas. O MMA destacou que a ‘criação de gado em larga escala dentro da Resex é proibida pelo plano de manejo da unidade e configura infração ambiental’.

Em abril, o ICMBio deflagrou a ‘Operação Boi Fantasma’ para combater o aumento do desmatamento na reserva extrativista. Segundo o Ministério, a ação ‘revelou fraudes no registro de rebanhos e práticas conhecidas como lavagem de gado, utilizadas para dar aparência de legalidade à produção em áreas embargadas’.

 

Fonte: Hellen Monteiro, g1 AC — Rio Branco e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:30:50

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Término de relação vira caso de ameaça e exposição em Marabá

(Foto: Reprodução) – Crime de ameaça e divulgação de imagens íntimas sem consentimento é previsto no Código Penal e pode levar à prisão

Ao atender uma denúncia de invasão de domicílio, uma equipe de Polícia Militar (PM) de Marabá se deparou com uma ocorrência de ameaça de morte e de divulgação de imagens íntimas na tarde de domingo (15). José Junior Pinho Pereira é suspeito de fazer ameaças ao ex-companheiro após o fim do relacionamento. Ele teria prometido divulgar vídeos íntimos do casal nas redes sociais. Conforme a polícia, ele também fez ameaças de morte à vítima.

A denúncia que levou até a detenção do suspeito aconteceu por volta de 15h, dando conta de que pessoas estariam tentando invadir uma casa na Folha 27, Núcleo Nova Marabá. Quando chegaram ao local, os policiais encontraram José do lado de fora da residência. Ele afirmou que foi até a casa para “surpreender” o ex-companheiro, mas acabou sendo mal recebido e uma discussão teria gerado um “conflito” entre os dois.

Na sequência, a vítima se apresentou aos PMs com um corte na mão, mas explicou que o ferimento aconteceu quando ele quebrou a porta de vidro da própria casa e negou ter sido agredido fisicamente pelo ex. Ele também explicou que o relacionamento com o suspeito já havia terminado, mas que José não aceitava o fim e vinha fazendo ameaças de morte, incluindo a divulgação de vídeos íntimos do casal.

A vítima decidiu prestar queixa e os dois foram encaminhados à 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil.

ENTENDA O CRIME

A ameaça de divulgar fotos ou vídeos íntimos sem o consentimento da outra pessoa é crime, de acordo com o artigo 218-C do Código Penal Brasileiro, incluído pela Lei nº 13.718/2018. A pena pode chegar a cinco anos de prisão, e ainda ser aumentada se ficar comprovado que o autor agiu por vingança ou com intenção de humilhar a vítima.

Esse tipo de violência costuma causar grande sofrimento psicológico e pode trazer consequências graves para quem é exposto sem autorização. Além da pena criminal, a vítima pode ter direito a medidas protetivas e apoio psicológico.

Denúncias podem ser feitas em qualquer delegacia ou pelo número 180, que atende casos de violência contra mulheres, e 190, em caso de emergência.

 

Fonte: Luciana Araújo, com informações da Polícia Civil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/06/2025/15:25:20

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