Casos de furto e receptação são apresentados no plantão do fim de semana na 16ª Seccional

16ª Seccional de Polícia Civil em Santarém — Foto: Kamila Andrade/g1

Para o suspeito de receptação foi arbitrada fiança de dois salários mínimos.

O plantão do domingo (22) na 16ª Seccional Urbana de Santarém, oeste do Pará, foi tranquilo para a equipe do delegado Rennan Viana, com poucas apresentações. Os casos mais relevantes foram uma prisão por furto qualificado e outra por receptação.

Guarnição da Polícia Militar apresentou na delegacia, um jovem suspeito de furtar quatro pares de tênis em uma residência na avenida Cristo Rei, bairro Diamantino. Ele foi autuado por furto qualificado.

Outro homem apresentado pela PM na 16ª Seccional Urbana é conhecido pelo apelido de “Cabeça”. Na casa dele, durante abordagem, a polícia encontrou os quatro pares de tênis que tinham sido furtados de uma residência no bairro Diamantino. Segundo o delegado Rennan Viana, o suspeito de receptação vai aguardar audiência de custódia, uma vez que não pagou a fiança arbitrada a ele pela autoridade policial no valor de dois salários mínimos.

Injúria

Ainda no plantão de domingo, o delegado Rennan Viana atendeu um caso que envolvia os crimes de dano, injúria e lesão corporal, que teriam sido praticados dois dois homens apresentados na Seccional por policiais militares. Os dois assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e depois foram liberados.

 

Fonte: Sílvia Vieira, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/10:00:14

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Com maioria, STF retoma quarta-feira julgamento sobre redes sociais

(Foto: Reprodução) – O Supremo Tribunal Federal (STF) tem marcada para a próxima quarta-feira (25) a retomada do julgamento sobre a responsabilidade das redes sociais por publicações ilegais feitas por usuários em suas plataformas.

Em sessão anterior neste mês, o plenário formou maioria de 7 a 1 pela possibilidade de responsabilização, na esfera cível, das empresas caso permitam que seus usuários publiquem mensagens que violem a lei.

Essas mensagens podem conter, por exemplo, conteúdos racistas, homofóbicos, misóginos, de ódio étnico, contra a honra ou antidemocráticos, entre outros tipos de crimes cometidos online.

O alcance real do entendimento da maioria e como ele deve ser aplicado são questões que ainda devem ser esclarecidas ao final do julgamento, uma vez que cada ministro votou de forma própria.

Na essência, porém, a maioria entende que as empresas de tecnologia têm responsabilidade pelo que é publicado em suas plataformas, podendo ser punidas a pagar indenizações. Votaram nesse sentido os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux, Flavio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

O único a divergir até o momento foi André Mendonça, para quem as plataformas não têm responsabilidade pelo exercício da liberdade de expressão feito por seus usuários. Ainda devem votar os ministros Edson Fachi e Cármen Lúcia.

O plenário julga dois recursos que questionam o artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014). O dispositivo prevê que, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as empresas provedoras de aplicações na internet somente podem ser responsabilizadas civilmente por publicações de terceiros se descumprirem alguma ordem judicial prévia de retirada.

Os recursos em julgamento têm repercussão geral. Isso significa que o plenário do Supremo vai estabelecer uma tese vinculante, que deverá ser seguida obrigatoriamente por todos os tribunais do país ao julgar processos sobre o assunto.

Votos

Os primeiros a votar no julgamento do tema foram os relatores dos recursos, os ministros Dias Toffoli e Luiz Fux. Os dois entenderam que o artigo 19 do Marco Civil da Internet é inconstitucional, por conferir imunidade indevida às plataformas de redes sociais.

Para os relatores, não é necessário que as empresas aguardem uma ordem judicial para que sejam obrigadas a retirar do ar o conteúdo considerado ilícito, bastando para isso a notificação extrajudicial por alguém que se sinta vítima da publicação.

Presidente do Supremo, o ministro Luís Roberto Barroso votou de forma similar, ressalvando somente que nos casos de crimes contra a honra – injúria, calúnia e difamação – ainda seria preciso uma ordem judicial prévia para a derrubada de postagens dos usuários de redes sociais.

Flávio Dino votou de forma semelhante a Barroso, no sentido de que, em regra, seja aplicado o previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet. Por esse dispositivo, basta a notificação extrajudicial de vítima ou advogado para que um conteúdo ilícito seja removido. Nos crimes contra a honra, ainda seria aplicado o artigo 19.

Formando maioria, Gilmar Mendes previu em seu voto diferentes regimes de aplicação das regras do Marco Civil, desde uma aplicação geral do artigo 21 até uma aplicação residual do artigo 19 nos casos de crimes contra a honra e de responsabilização presumida nos anúncios e impulsionamentos ilegais aceitos pelas plataformas.

Alexandre de Moraes foi o sétimo a se juntar à maioria. Para ele, as big tech que atuam no ramo das redes sociais podem ser equiparadas a empresas de mídia, sendo assim responsáveis pelo que é publicado em suas plataformas.

Outro lado 

O julgamento é acompanhado de perto pelas chamadas big tech – grandes empresas de tecnologia que dominam o mercado de redes sociais, como Google e Meta. No início do julgamento, em sustentação oral, representantes do setor defenderam a manutenção do Marco Civil da Internet como está, protegendo as aplicações do uso que é feito por seus usuários.

Representantes das redes sociais defenderam a manutenção da responsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. As redes socais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial e que o eventual monitoramento prévio do que é publicado pelos usuários configuraria censura.

Fonte: Ilustrativa – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/09:56:59

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Pescador é atacado por jacaré durante pescaria no rio Tapajós

(Foto: Reprodução) – Homem tentava retirar o animal preso em um malhão quando foi mordido na mão; vídeo mostra ferimento.

Na tarde deste domingo, 22 de junho, um pescador do distrito de Miritituba, em Itaituba, no sudoeste do Pará, foi vítima de um ataque de jacaré enquanto realizava uma pescaria no rio Tapajós.

Segundo relatos, Raimundo Oliveira Leite tentava retirar o animal que havia ficado preso em um malhão (tipo de rede de pesca), quando foi surpreendido pela reação agressiva do jacaré. O ataque ocorreu de forma repentina, no momento em que o pescador manipulava a rede.

Um vídeo gravado pela própria vítima mostra a gravidade da mordida sofrida em uma das mãos. Após o ataque, Raimundo procurou atendimento médico. Até o momento, não há informações oficiais sobre seu estado de saúde.

O caso serve de alerta a todos os pescadores da região: ao identificar a presença de animais silvestres, como jacarés, presos em redes de pesca, é fundamental redobrar a atenção. Esses animais, quando acuados, tendem a reagir de forma violenta por instinto de defesa.

VEJA O VÍDEO:

Fonte: Plantão 24horas News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/09:49:01

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Tribunal de Justiça nega prisão de empresário acusado de devastar 81 mil hectares no Pantanal

(Foto: Reprodução) – O Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou o pedido de prisão preventiva do produtor rural Claudecy Oliveira Lemes, investigado por participação em um dos maiores esquemas de desmatamento ilegal do Pantanal.

A decisão foi unânime entre os desembargadores da Quarta Câmara Criminal, que também recusaram a aplicação de tornozeleira eletrônica ao engenheiro agrônomo Alberto Borges Lemos e ao piloto Nilson Costa Vilela.

Os três são alvos da Operação Cordilheira, que apura o uso de defensivos agrícolas para promover desmatamento químico em mais de 81 mil hectares de vegetação nativa, localizados na planície alagável de Barão de Melgaço, a cerca de 120 km de Cuiabá.

Segundo as investigações, Claudecy seria o financiador e mandante das ações, enquanto o engenheiro e o piloto teriam atuado diretamente nas pulverizações ilegais.

No recurso, o Ministério Público sustentava que as medidas cautelares impostas anteriormente não seriam suficientes para evitar novos danos ambientais e garantir o andamento do processo.

Contudo, no entendimento do relator, desembargador Hélio Nishiyama, a prisão seria “desnecessária, excessiva e desproporcional”, já que desde março de 2024 não há registros de novos crimes ou descumprimentos por parte dos réus.
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O magistrado ainda destacou que o produtor tem colaborado com as autoridades, comunicando seus deslocamentos e mantendo diálogo constante com a administradora judicial das propriedades embargadas.

Além disso, reforçou que não há indícios de que o engenheiro e o piloto tenham tentado prejudicar a investigação, tornando desnecessárias medidas mais rigorosas, como o monitoramento eletrônico.

A Operação Cordilheira revelou que o objetivo dos crimes ambientais seria transformar as áreas protegidas em pastagens para pecuária, afetando reservas legais, áreas de preservação permanente e zonas de proteção ambiental. Os réus respondem por seis crimes ambientais previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), e o Ministério Público busca uma indenização superior a R$ 2,3 bilhões pelos danos causados.

 

Fonte: Alisson Gonçalves – JB News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/09:11:45

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Após três dias desaparecido, ex-vereador de Juara é encontrado morto

(Foto: Reprodução) – Após três dias desaparecido, ex-vereador de Juara é encontrado morto 

O corpo foi localizado próximo à entrada da comunidade Catuai

O ex-vereador de Juara, a 673 km de Cuiabá, Jeremias da Silva Alves, 53 anos, que estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira (19.06), foi encontrado morto na tarde desse sábado (21) na zona rural do município de Juara, a aproximadamente 694 km de Cuiabá.

Conforme a Polícia Civil, o corpo foi localizado próximo à entrada da comunidade Catuai, às margens da rodovia MT-170, a cerca de 32 km da cidade, segundo informações da Polícia Militar. O veículo da vítima, um Fiat Mobi preto, também foi encontrado nas proximidades.

De acordo com registro feito pela família, Jeremias havia saído de casa na manhã de quinta-feira (19), informando que iria até um sítio, sem detalhar a localização. Desde então, não foi mais visto. Segundo relato da filha, o pai vinha enfrentando problemas financeiros e, nos últimos tempos, apresentava quadro de consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Assim que o desaparecimento foi comunicado, a Polícia Civil iniciou as diligências. Na tarde de sábado (21), a Polícia Militar localizou primeiro o veículo e, em seguida, encontrou o corpo da vítima. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos periciais no local.

As circunstâncias da morte ainda estão sendo apuradas pela Polícia Civil de Juara, que abriu investigação para esclarecer o caso.

 

Fonte: VGN Notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/09:09:05

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Fiscalização apreende mais de 24 metros cúbicos de madeira serrada em Breves, no Pará

Carga de madeira serrada está sob a responsabilidade do comandante da embarcação no Marajó. — Foto: Reprodução / Agência Pará

Material estava sendo levado pelo empurrador “Capitão José Guilherme I” e por três balsas que também transportavam pessoas, cargas e veículos.

Agentes da Base Integrada Fluvial Antônio Lemos, vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), apreenderam 24,25 metros cúbicos de madeira serrada transportada sem a documentação exigida por lei. A abordagem foi na manhã de quinta-feira (19), em Breves, na região de Integração do Marajó.

Segundo a Segup, o material estava sendo levado pelo empurrador “Capitão José Guilherme I” e por três balsas que também transportavam pessoas, cargas e veículos.

A ação faz parte da Operação “Protetor das Fronteiras e Divisas”, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com órgãos estaduais. O objetivo é intensificar o combate a crimes ambientais e transfronteiriços em áreas de difícil acesso, como a malha fluvial amazônica.

Durante a abordagem, a equipe de fiscalização identificou a carreta carregada com madeira serrada e constatou que a licença apresentada estava em desacordo com as normas legais.

A conduta infringe a Lei de Crimes Ambientais e a Lei Estadual nº 9.575/2022, que estabelece o processo administrativo ambiental para apuração de condutas e atividades que causem danos ao meio ambiente, ainda de acordo com a Segup.

O condutor da embarcação recebeu multa de R$ 6.540,75. A empresa responsável pelo transporte foi multada em R$ 7.267,50, e a proprietária da carga, em R$ 6.540,75, totalizando R$ 20.349,00 em penalidades.

O comandante da embarcação foi indicado como fiel depositário do material apreendido, sendo responsável pela guarda e conservação até decisão final das autoridades.

A espécie da madeira apreendida ainda não foi identificada. A carga permanece sob responsabilidade do comandante da embarcação, que foi advertido sobre a proibição de vender, emprestar ou utilizar os bens apreendidos, conforme informações da secretaria.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/09:03:23

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Homem é morto com tiro de espingarda por irmão após discussão em MT

Homem é morto com tiro de espingarda por irmão após discussão em MT — Foto: Polícia Militar

Vítima foi identificada como Carmindo Eves Costa Leite, de 45 anos.

Carmindo Eves Costa Leite, de 45 anos, foi morto a tiros pelo próprio irmão de 47 anos, que não teve a identidade divulgada, na comunidade rural Campo Limpo, em Jangada, a 82 km de Cuiabá, nesse sábado (21). O suspeito está foragido.

Ao chegar no local, a Polícia Militar encontrou a vítima caída no chão, próximo ao Rio Jangada. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também compareceu e constatou a morte de Carmindo.

Testemunhas relataram à polícia que os irmãos tinham uma rixa antiga e que momentos antes do crime, ambos estavam ingerindo bebida alcoólica acompanhados da mãe. Após iniciarem uma discusão, o irmão mais velho pegou uma espingarda e disparou contra Carmindo.

Segundo a polícia, o suspeito fugiu por uma região de mata e não foi localizado até a última atualização desta reportagem.

A equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para análise e remoção do corpo. A Polícia Civil investiga o caso.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/08:56:16

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Indígena morre ao bater em caminhão, família se revolta e aponta flechas para polícias em MT

Família se revolta após morte de indígena em acidente de trânsito — Foto: Reprodução

De acordo com a Polícia Militar, Eli pilotava uma motocicleta quando foi atingido por um caminhão que realizava uma manobra para trocar de faixa na pista.

Um homem indígena identificado como Eli Ponce Okezokae, de 38 anos, morreu neste sábado (21) após se envolver em um acidente de trânsito em uma estrada próxima à cidade de Conquista D’Oeste, a 571 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, Eli pilotava uma motocicleta no sentido Comunidade Santa Clara / Conquista, quando foi atingido por um caminhão que realizava uma manobra para trocar de faixa na pista.

O acidente ocorreu nas proximidades do km 1 da BR-174, sentido Rampa Paraíso. Equipes de socorro foram acionadas e constataram o óbito da vítima. O motorista do caminhão foi encaminhado ao Hospital Municipal, relatando um mal-estar após o ocorrido.

A área foi isolada para o trabalho da perícia técnica e para a remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML). No entanto, o clima no local se agravou com a chegada de familiares e moradores, eles exigiram a presença do caminhoneiro e tentaram impedir a saída da guarnição.

Segundo a PM, alguns dos presentes chegaram a apontar flechas em direção aos policiais, o que exigiu o acionamento de reforço. Após negociação, os familiares aceitaram que a perícia fosse concluída, mas se recusaram a permitir o transporte do corpo no veículo oficial. Eles decidiram levar Eli de volta à aldeia para realizar os rituais tradicionais da etnia.

Os policiais se dirigiram ao hospital em busca de mais informações sobre o condutor do caminhão, mas foram informados de que ele já havia deixado a unidade de saúde. Denúncias recebidas pelos agentes apontam que familiares do motorista teriam ajudado para que ele saísse da cidade.

O caso segue em investigação.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/08:53:25

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O que se sabe e o que falta saber sobre queda de balão que causou 8 mortes em Praia Grande (SC)

Da esquerda para a direita: Leane Elizabeth Herrmann, Leise Herrmann Parizotto, Leandro Luzzi, Fabio Luiz Izycki, Juliane Jacinta Sawicki, Everaldo da Rocha, Janaina Moreira Soares da Rocha e Andrei Gabriel de Melo — Foto: Reprodução

Veículo que transportava 21 pessoas caiu pouco mais de 4 minutos após decolar na manhã de sábado (21). Piloto e testemunhas foram ouvidos pela Polícia Civil, que investiga o acidente.

Autoridades de Santa Catarina e órgãos de segurança aérea brasileira apuram o que aconteceu no voo do balão que incendiou e despencou com 21 pessoas a bordo em Praia Grande (SC) no sábado (21). Entre os oito mortos, quatro se jogaram do balão em chamas a cerca de 45 metros de altura, e outros quatro morreram carbonizados.

Cinco dos 13 sobreviventes se feriram, receberam atendimento no Hospital Nossa Senhora de Fátima e já tiveram alta. Veja o que se sabe e o que falta saber sobre o caso:

Quando o incêndio aconteceu?
Quantas pessoas morreram e quantas sobreviveram?
Quem são os mortos?
Qual foi a dinâmica do acidente?
Quanto tempo o voo do balão demorou?
Qual era a capacidade do balão?
O que causou o incêndio?
O extintor de incêndio funcionou?
Como eram as condições climáticas no local?

Quando e onde o incêndio aconteceu?

O incêndio aconteceu no início da manhã de sábado. A estrutura decolou perto das 7h, segundo os socorristas que atenderam o caso, no bairro Cachoeira. Os socorristas foram acionados às 8h18. O cesto de balão foi encontrado, em chamas, na lateral da via PRG-411, em um barranco, próximo à Igreja Nossa Senhora de Fátima.

Quantas pessoas morreram e quantas sobreviveram?

Entre os oito mortos, quatro se jogaram do balão em chamas a cerca de 45 metros de altura, e outros quatro morreram carbonizados. Cinco dos 13 sobreviventes se feriram, receberam atendimento no Hospital Nossa Senhora de Fátima e já tiveram alta.

Quem são os mortos?

Leandro Luzzi, de 33 anos
Leane Elizabeth Herrmann, de 70 anos
Leise Herrmann Parizotto
Janaina Moreira Soares da Rocha, 46 anos
Everaldo da Rocha, de 53 anos
Fabio Luiz Izycki
Juliane Jacinta Sawicki, de 36 anos
Andrei Gabriel de Melo

O que disse a empresa responsável pelo balão?

Em nota, a Sobrevoar disse que suspendeu as atividades e o piloto tentou salvar todos a bordo:

“Gostaríamos também de esclarecer que trabalhamos com seriedade e cumprimos todas as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), destacando que não tínhamos registros de acidentes anteriores. Infelizmente, mesmo com todas as precauções necessárias e com o esforço de nosso Piloto, cujo mesmo possui amplo experiência e adotou todos os procedimentos indicados, tentando salvar todos os que estavam a bordo do balão, sofremos com a dor causada por essa tragédia”.

Qual foi a dinâmica do acidente?

As informações sobre como foram decolagem e queda são da Polícia Civil com base nos depoimentos de seis sobreviventes, entre eles, o piloto do balão. As autoridades seguem apurando outros detalhes e aguardando perícias sobre o caso. Leia:

Balão subiu perto das 7h com 21 pessoas e logo no início do passeio começou a incendiar;
Extintor que estava dentro do cesto do balão não funcionou, segundo a polícia a partir do depoimento do piloto;
Balão passou a descer e, quando estava perto do solo, 13 sobreviventes pularam, entre eles o piloto;
Mais leve, a estrutura voltou a subir. Quatro dos mortos pularam a uma altura de cerca de 45 metros;
Chamas aumentaram e o cesto, com outras quatro vítimas, despencou. Elas morreram carbonizadas;
Às 8h18 os bombeiros foram chamados.

Quanto tempo o voo do balão demorou?

O voo teve duração de quatro minutos. Conforme o anúncio da empresa responsável, no entanto, o passeio teria duração de 45 minutos.

Qual era a capacidade do balão?

O balão tinha capacidade para carregar até 27 pessoas ou 2.870 quilos.

A empresa operava desde setembro de 2024 e tinha autorização da prefeitura para funcionar.

O que causou o incêndio?

Segundo o piloto, as chamas começaram por conta de um maçarico que estava no cesto. O equipamento, segundo o agente responsável pela delegacia da cidade, Tiago Luiz Lemos, é usado para iniciar a chama nos balões.

“Esse maçarico estava dentro do cesto. Ele [piloto] não soube precisar se ficou aceso, se ele acabou tendo uma chama espontânea, mas que foi desse equipamento que estava dentro do cesto que acabou pegando fogo e pegando fogo no cesto”, disse o investigador.

A Polícia Científica e outros órgãos de segurança foram até o local para fazer uma perícia e laudos sobre o incidente e confirmar o que aconteceu. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acompanha.

Neste domingo (22), o advogado do piloto afirmou que as causas do acidente só poderão ser confirmadas por meio de perícia. O defensor Clóvis Rogério também não confirmou as informações sobre a causa do incêndio.

O extintor de incêndio funcionou?

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, falou sobre o incêndio:

“Segundo o que foi identificado, o extintor não funcionou e aí, não foi possível apagar. O balão, então, ele sobe um pouco, vai até o solo. Um conjunto de pessoas, que são 13, conseguem sair nesse primeiro momento. O balão acaba ficando leve em razão da saída dessas pessoas e aí ele sobe novamente”, explicou Gabriel.

Como eram as condições climáticas no local?

Fazia sol na região no momento do acidente, mas o delegado-geral afirmou que havia previsão de instabilidade. A polícia vai apurar se as condições climáticas podem ter contribuído para o incêndio e queda.

Balão pega fogo no ar, cai e deixa mortos em Santa Catarina

Fonte: Caroline Borges, John Pacheco, Sofia Mayer, g1 SC e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/08:50:17

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Preço do petróleo sobe diante do risco de bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã

Navio passa pelo estreito de Ormuz — Foto: REUTERS/Hamad I Mohammed/File Photo 

O Parlamento do país aprovou neste domingo (22) o fechamento da principal via marítima de transporte mundial de petróleo. Decisão ainda precisa ser aprovada por autoridades de segurança iranianas.

Os preços do petróleo sobem nesta segunda-feira (23), diante do risco de bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã. No domingo, o Parlamento iraniano aprovou o fechamento da rota marítima, considerada a mais importante do mundo para o transporte da commodity.

A medida ainda precisa do aval do Conselho Supremo de Segurança Nacional e do aiatolá Khamenei. Mesmo assim, a possibilidade de bloqueio já gera preocupação com a oferta global da commodity, pressionando os preços para cima.

Veja a variação nos preços nesta segunda por volta das 8h15, segundo dados da Bloomberg:

O fechamento de Ormuz é visto como uma retaliação do governo iraniano aos ataques dos Estados Unidos contra três instalações nucleares no país, que marcaram a entrada dos norte-americanos na guerra entre Irã e Israel. A ofensiva representou uma nova escalada no conflito no Oriente Médio.

O estreito é responsável pelo fluxo de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado globalmente. Além disso, a via marítima é crucial para o transporte de gás natural liquefeito (GNL), com iguais 20% do comércio mundial.

O fechamento da rota pode afetar a oferta da commodity no mercado global, fazendo o preço do barril de petróleo disparar ainda mais.

Alta nos preços

Para o economista André Perfeito, os preços do petróleo podem subir, incialmente, cerca de 20% em caso de fechamento do Estreito de Ormuz, chegando a uma cotação próxima de US$ 92 o barril.

Segundo ele, os preços devem disparar ainda mais caso o conflito se estenda ao longo dos próximos dias. Nesse caso, o economista estima que o barril poderá avançar até 40%, acima de US$ 110. Seria um nível próximo ao pico de 2022, quando se intensificaram os conflitos entre Rússia e Ucrânia.

No início do conflito entre Israel e Irã, analistas do JPMorgan chegaram a afirmar que, no pior cenário, o fechamento do estreito ou uma retaliação por parte dos principais produtores de petróleo da região poderia elevar os preços para a faixa de US$ 120 a US$ 130 por barril.

“A reação vai na direção esperada [no início das negociações desta segunda]. Contudo, há a percepção que o Irã não deve escalar [o conflito] e fechar o Estreito de Ormuz. Se isso for verdade, as variações devem ser limitadas”, diz Perfeito.

‘Artéria’ do trânsito mundial de petróleo

O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e “deságua” no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, a via tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.

Cerca de 20% de todo o consumo mundial de petróleo passam pela rota. Entre o início de 2022 e maio deste ano, fluíram diariamente pelo local de 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível, segundo a plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.

Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque exportam a maior parte do seu petróleo através do estreito, principalmente para a Ásia.

Os Emirados Árabes e a Arábia Saudita buscam rotas alternativas para não depender do estreito. O Catar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, envia quase toda sua produção através da rota marítima.

Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA, havia cerca de 2,6 milhões de barris por dia de capacidade ociosa nos oleodutos existentes desses países, que poderiam ser usados para contornar Ormuz (em dados de junho do ano passado).

O ataque dos EUA

Os EUA atacaram o Irã no sábado (21). O presidente Donald Trump informou que o país bombardeou três instalações nucleares. Em pronunciamento, o republicano disse que os bombardeios foram de grande precisão e que “ou haverá paz ou tragédia para o Irã”.

“Os EUA fizeram um ataque de alta precisão contra as três principais instalações nucleares do Irã: Fordow, Natanz e Isfahan. Todos guardem esses nomes, porque foi um ataque com o objetivo de destruir a capacidade nuclear iraniana. Para que deixem de ser uma ameaça nuclear e do terror”, disse.

“Ou haverá paz ou haverá tragédia para o Irã. Que cessem os ataques que vimos nos últimos oito dias. Hoje foi o dia mais difícil de todos, e talvez o mais letal. Mas se a paz não vier rápido, nós vamos continuar atacando com precisão e habilidade”, acrescentou.

A entrada dos EUA na guerra aconteceu após uma semana de combates aéreos entre Israel e Irã. Nos últimos dias, Israel já tinha anunciado uma operação para destruir alvos nucleares iranianos. O Irã retaliou com mísseis contra cidades como Tel Aviv, Haifa e Jerusalém.

 

Fonte: Redação g1 — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/08:44:50

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