Riqueza de 1% acumulada em dez anos acabaria com a pobreza por 22 anos

(Foto: Reprodução) – Esta nova análise revelou um “aumento astronômico” na riqueza privada entre 1995 e 2023, com um crescimento de US$ 342 bilhões (€ 296,4 bilhões)

Um relatório divulgado nesta quinta-feira (26) pela Oxfam Internacional concluiu que a riqueza acumulada desde 2015 por 1% dos mais ricos do mundo permitiria erradicar a pobreza nos próximos 22 anos.

No documento Do lucro privado ao poder público: financiar o desenvolvimento, não a oligarquia, a organização não governamental denunciou que a riqueza dos 1% mais ricos aumentou US$ 33,9 bilhões (cerca de € 29 bilhões) em termos reais desde 2015, quando foram acordados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

O montante seria o suficiente para acabar com a pobreza anual 22 vezes, denunciou a Oxfam, no relatório publicado no âmbito da preparação da Conferência Internacional sobre o Financiamento do Desenvolvimento, que ocorre na próxima semana em Sevilha, no Sul de Espanha.

Esta nova análise revelou um “aumento astronômico” na riqueza privada entre 1995 e 2023, com um crescimento de US$ 342 bilhões (€ 296,4 bilhões), oito vezes maior que o aumento da riqueza pública.

O documento acusa os governos ricos de promoverem os maiores cortes na ajuda ao desenvolvimento, “algo essencial para a sobrevivência”, desde que os registros de ajuda começaram em 1960.

“A riqueza de apenas três mil multimilionários aumentou US$ 6,5 bilhões (€ 5,63 bilhões) em termos reais desde 2015 e representa agora o equivalente a 14,6% do PIB mundial”, afirmou a ONG.

A análise argumentou ainda que só os países do G7 (grupo dos sete países mais desenvolvidos do mundo), que representam cerca de três quartos de toda a ajuda oficial, estão reduzindo este apoio financeiro em 28% até 2026, em comparação com 2024.

Ao mesmo tempo, a crise da dívida “está levando à falência os países pobres, que estão pagando muito mais aos seus credores ricos do que podem gastar em salas de aula ou hospitais”.

O relatório também examina o papel dos credores privados, que “representam mais de metade da dívida dos países de baixo e médio rendimento, exacerbando a crise da dívida com a sua recusa em negociar e as suas condições punitivas”.
Propostas

A Oxfam apelou aos governos para que subscrevam as propostas políticas “que propõem uma mudança radical, combatendo a desigualdade extrema e transformando o sistema de financiamento do desenvolvimento”.

Estas propostas incluem o desenvolvimento de novas parcerias estratégicas contra a desigualdade, a rejeição do financiamento privado como uma “solução milagrosa” para o desenvolvimento, a tributação dos super-ricos e a reforma da arquitetura da dívida, bem como a revitalização da ajuda.

O levantamento foi elaborado pela empresa de estudos de mercado Dynata, entre maio e junho, no Brasil, Canadá, França, Alemanha, Quênia, Itália, Índia, México, Filipinas, África do Sul, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

Em conjunto, estes países representam cerca de metade da população mundial, segundo a Oxfam.

 

 

Fonte: Mateus Souza – Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/15:27:45

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STJ rejeita recurso da defesa e mantém julgamento do caso Yasmin no Pará

(Foto: Reprodução) – A fundamentação apontou falha técnica na formulação do pedido, que não enfrentou adequadamente os fundamentos da decisão anterior

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou mais um recurso apresentado pela defesa de Lucas Magalhães, acusado de envolvimento na morte de Yasmin Fontes Cavaleiro. A decisão, publicada na segunda-feira (23), manteve o processo sob competência da Justiça do Pará, negando a tentativa de transferi-lo para o Distrito Federal.

Segundo consta na decisão, o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, não conheceu o Agravo em Recurso Especial, o que implica a rejeição da peça sem análise do mérito. A fundamentação apontou falha técnica na formulação do pedido, que não enfrentou adequadamente os fundamentos da decisão anterior.

O advogado Madson Nogueira, representante da família da vítima, informou que os recursos apresentados pela defesa têm sido rejeitados pelas instâncias superiores. De acordo com ele, há um padrão de indeferimento decorrente de inconsistências nas argumentações utilizadas.

Com a negativa do STJ, o processo permanece em tramitação no Judiciário paraense. A morte de Yasmin Fontes Cavaleiro continua sendo objeto de acompanhamento público, dada a repercussão do caso no estado.

 

 

Fonte: Vinícius Soares – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/15:25:12

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Uso de IA em programas para deixar de fumar tem taxa de sucesso de até 50%

(Foto: Reprodução) – Alguns modelos conseguem também analisar padrões de comportamento dos usuários, como períodos de maior ansiedade, recaídas ou gatilhos, e ajustar automaticamente as intervenções.

Tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA) têm se mostrado aliadas eficazes para ajudar fumantes a largar o cigarro convencional e o eletrônico, com possibilidade de aumentar o acesso a programas de cessação do tabagismo.

Experiências e estudos de vários países apresentadas durante a conferência internacional de controle do tabaco, que acontece em Dublin (Irlanda), mostram que as taxas de sucesso com o uso dessas ferramentas chegam a 50%.

O acesso a programas de cessação de tabagismo é hoje um grande gargalo no mundo. Segundo relatório lançado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no evento, apenas um terço dos países (33%) oferece esses serviços. Ao mesmo tempo, 60% dos tabagistas desejam parar de fumar.

Usando algoritmos de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina, essas tecnologias simulam conversas humanas, respondem dúvidas, oferecem incentivo e ajudam a desenvolver estratégias para lidar com o desejo de fumar.

Alguns modelos conseguem também analisar padrões de comportamento dos usuários, como períodos de maior ansiedade, recaídas ou gatilhos, e ajustar automaticamente as intervenções.

Eles também podem integrar dados de dispositivos como os smartwatches, monitorando estresse e frequência cardíaca, para enviar alertas ou mensagens de apoio em momentos críticos.

Durante a conferência, pesquisadores da China apresentaram resultados promissores de um sistema de monitoramento baseado em IA (m-Health) que fornece mensagens personalizadas de acordo com o estágio de abandono e as preferências e necessidades de cada usuário em tempo real.

Em um ensaio clínico randomizado envolvendo 272 fumantes, a taxa de abandono do tabagismo do grupo de intervenção foi bem maior que a taxa do grupo controle (17,6% contra 7,4%).

“Na China, mais de 50 milhões de fumantes querem parar de fumar, mas a maioria não tem acesso a medidas eficazes de cessação. Nosso estudo mostra o potencial significativo das intervenções personalizadas de m-Health”, disse Pinpin Zheng, professor e diretor do Departamento de Medicina Preventiva e Educação em Saúde na Escola de Saúde Pública da Universidade Fudan.

Segundo ele, a abordagem demonstrou oferecer um modelo escalável e baseado em evidências para expandir o apoio à cessação na China e a nível global.
O Reino Unido foi um dos países pioneiros na implementação de IA na cessação do tabagismo dentro do sistema público de saúde (NHS). Desde 2021, o aplicativo Quit Genius, que combina terapia cognitivo-comportamental digital com suporte de IA, tem sido oferecido a fumantes.

Estudos mostram que, após seis meses, cerca de 45% dos usuários permaneciam sem fumar, enquanto as taxas com métodos convencionais giram em torno de 20% a 30%.

Na Nova Zelândia, o Ministério da Saúde adotou o chatbot QuitBot, integrado às redes sociais e aplicativos de mensagens. Relatórios do governo indicam que os usuários da ferramenta tiveram uma taxa de cessação 1,7 vez maior do que aqueles que tentaram parar sem suporte digital.

Revisões recentes, como uma meta-análise publicada na revista Nicotine & Tobacco Research, indicam que as intervenções digitais baseadas em IA são eficazes e escaláveis, especialmente quando combinadas com terapias medicamentosas.

O estudo avaliou 12 ensaios clínicos randomizados e concluiu que o uso de IA aumenta em até 50% as chances de sucesso na cessação do tabagismo em comparação com tentativas não assistidas.

Outro levantamento, realizado pela OMS em 2024, aponta que países que integraram soluções digitais e IA aos seus programas de combate ao tabagismo, como Reino Unido, Austrália e Canadá, observaram reduções sustentadas nas taxas de fumantes, especialmente entre os jovens adultos e usuários de cigarros eletrônicos.

Apesar dos avanços, especialistas alertam que a tecnologia deve ser uma aliada, e não uma substituta, dos tratamentos já validados, com acompanhamento de profissionais (humanos) e uso de medicamentos.
COMPONENTES PSICOLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS

A psicóloga Vera Lúcia Borges, do programa de cessação do tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer), afirma que o tabagismo é uma doença que tem componentes psicológicos e comportamentais muito fortes e que o tratamento precisa envolver apoio a essas questões aliado a medicações para controlar sintomas.

“A IA deve se somar a isso, não substituir. O tabaco, de todo o tipo, toma um espaço na vida da pessoa, tem toda uma associação com sentimentos, com momentos, com cheiros. A gente precisa ouvir o usuário e tentar entender que tipo de sentimento esse produto gera.”

Segundo ela, muitas pessoas relatam que o cigarro traz um efeito de relaxamento em momentos de estresse e ansiedade. “É o efeito químico da nicotina no cérebro, que também faz as pessoas ficarem dependentes. No tratamento, precisamos desconstruir isso.”

Borges afirma que os dados do Brasil mostram que as taxas médias de sucesso na cessação do tabagismo, ao final de quatro sessões, giram em torno de 46%, mas em grupos isolados podem passar de 70%. Não há estudos mostrando se essas taxas persistem a longo prazo.

Durante a conferência em Dublin, o programa brasileiro de cessação do tabagismo foi bastante elogiado pela sua capilaridade. O tratamento é oferecido na atenção primária à saúde e em ambulatórios especializados e dura um ano. Envolve avaliação individual, encontros com suporte psicossocial e uso de medicamentos, se necessário.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por exemplo, oferece a terapia nas 239 clínicas da família. Segundo Renato Cony, subsecretário de promoção, atenção primária e vigilância em saúde do Rio, entre as medicações ofertadas estão adesivos de nicotina e do antidepressivo bupropiona.

“Parte da população já nos procura hoje para parar de usar o vape, não só o cigarro convencional. Anos atrás, as pessoas achavam que estavam fazendo um bom negócio ao trocar cigarro por vape. Mas acabam com uma carga tabágica muito maior. Não é uma redução de danos.”

 

Fonte: Mateus Souza – Folha Press e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/15:22:28

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Copa do Mundo de Clubes: quem são os jogadores mais bem pagos e quanto ganham; veja ranking

Os jogadores mais bem pagos da Copa do Mundo de Clubes — Foto: Reuters

Segundo a Forbes, cinco grandes nomes do futebol acumulam US$ 381 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) em ganhos no último ano; confira o ranking.

Mesmo sem ser o principal favorito ao título da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2025, Lionel Messi tem uma conquista garantida: é o jogador mais bem pago do torneio.

Apenas cinco grandes estrelas do futebol que estão na competição somam, juntas, US$ 381 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) em ganhos nos últimos 12 meses. A lista, elaborada pela revista Forbes, inclui Kylian Mbappé, Erling Haaland, Vinicius Jr. e Harry Kane.

Todos esses atletas participam do novo formato da competição, que reúne 32 clubes e oferece uma premiação recorde de US$ 1 bilhão. São US$ 125 milhões destinados ao time campeão e a final está marcada para 13 de julho.

Para estimar os ganhos de cada jogador, a Forbes levou em conta salários, bônus e receitas fora de campo, como contratos de patrocínio, participações em eventos e empreendimentos pessoais.

Os dados foram cruzados com informações de fontes da indústria, como o site Capology.com, além de análises feitas por especialistas do setor esportivo.

Veja abaixo quanto ganham os mais bem pagos e saiba mais sobre o novo Mundial de Clubes.

1️⃣ Lionel Messi (Inter Miami)

Lionel Messi em partida pela seleção da Argentina. — Foto: Reuters
Lionel Messi em partida pela seleção da Argentina. — Foto: Reuters

Ganhos totais: US$ 135 milhões
Idade: 38 anos
Nacionalidade: Argentina
Em campo: US$ 60 milhões
Fora de campo: US$ 75 milhões

2️⃣ Kylian Mbappé (Real Madrid)

 Mbappé fez 3 gols na vitória do Real Madrid que tirou o Manchester City da Liga dos Campeões — Foto: Violeta Santos Moura/Reuters
Mbappé fez 3 gols na vitória do Real Madrid que tirou o Manchester City da Liga dos Campeões — Foto: Violeta Santos Moura/Reuters

Ganhos totais: US$ 90 milhões
Idade: 26 anos
Nacionalidade: França
Em campo: US$ 70 milhões
Fora de campo: US$ 20 milhões

3️⃣ Erling Haaland (Manchester City)

Haaland durante jogo entre Manchester City e RB Leipzig — Foto: Molly Darlington/Reuters
Haaland durante jogo entre Manchester City e RB Leipzig — Foto: Molly Darlington/Reuters

Ganhos totais: US$ 62 milhões
Idade: 24 anos
Nacionalidade: Noruega
Em campo: US$ 48 milhões
Fora de campo: US$ 14 milhões

4️⃣ Vinicius Jr. (Real Madrid)

Vinicius Jr — Foto: Reuters
Vinicius Jr — Foto: Reuters

Ganhos totais: US$ 55 milhões
Idade: 24 anos
Nacionalidade: Brasil
Em campo: US$ 40 milhões
Fora de campo: US$ 15 milhões

5️⃣ Harry Kane (Bayern de Munique)

Harry Kane (Bayern de Munique) — Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach
Harry Kane (Bayern de Munique) — Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach

Ganhos totais: US$ 39 milhões
Idade: 31 anos
Nacionalidade: Inglaterra
Em campo: US$ 29 milhões
Fora de campo: US$ 10 milhões

Copa do Mundo de Clubes

A Copa do Mundo de Clubes, que teve sua estreia neste ano, será realizada a cada quatro anos e reúne 32 equipes. A partida inaugural ocorreu em 14 de junho, e a final está marcada para 13 de julho.

O torneio oferece uma premiação recorde de US$ 1 bilhão, com até US$ 125 milhões destinados ao time vencedor. No entanto, esse valor nem sempre é repassado integralmente aos jogadores.

Na MLS, por exemplo, os jogadores recebem apenas 50% das premiações externas, com um limite de US$ 1 milhão por equipe — o que gerou protestos, como o do Seattle Sounders FC.

Outra reclamação recorrente entre os atletas é o excesso de jogos. Harry Kane, do Bayern de Munique, chegou a afirmar que os jogadores “não estão sendo ouvidos” e que existe um limite para manter o desempenho físico sem comprometer a saúde.

 

Fonte: Rafaela Zem, g1 — São Paulol e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/15:18:51

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Senado aprova ampliação da Câmara para 531 deputados a partir de 2027

(Foto: Reprodução) – Após as eleições de 2026, a Câmara dos Deputados terá 531 deputados federais, 18 a mais que os atuais 513.

É o que determina projeto de lei complementar aprovado pelos senadores no Plenário, nesta quarta-feira (25), com 41 votos favoráveis e 33 contrários (PLP 177/2023). Ele também estabelece que a criação e a manutenção dos novos mandatos não poderão aumentar as despesas totais da Câmara entre 2027 e 2030. O projeto volta agora para análise da Câmara, pois o Senado votou por retirar parte do texto que já havia sido aprovado pelos deputados.

A correção periódica do número de deputados em relação à população de cada estado e do Distrito Federal é um mandamento da Constituição. Ela não fixa número total máximo de deputados, mas determina que uma lei futura regule o assunto. A Constituição também estabelece que nenhuma unidade da federação pode ter menos de 8 representantes e que o estado mais populoso (São Paulo, atualmente) deve ter, no máximo, 70 cadeiras.

Assim, deputados e senadores aprovaram, cinco anos depois de promulgada a Constituição, a Lei Complementar 78, de 1993, que estabeleceu o atual total de 513 representantes na Câmara — o número foi escolhido com base no Censo de 1986. O texto aprovado nesta quarta-feira revoga e substitui essa lei. Com a mudança, o Congresso Nacional passará a ter 612 parlamentares (são 594 atualmente), pois o Senado continuará com 81 cadeiras.

A matéria foi relatada no Plenário do Senado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), que defendeu a pertinência do projeto.

— A última vez em que se estabeleceu o número de deputados por cada estado do Brasil foi em 1986. No próximo ano completará 40 anos. Durante esses quase 40 anos, estamos simplesmente descumprindo a determinação da nossa Constituição. A lei de 1993 simplesmente estabeleceu que o número de deputados são 513. Não fez a proporcionalidade que a Constituição manda — disse o relator.

Após negociações, Castro optou por acatar sugestões do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e apresentou novo relatório pouco antes da votação. Com a alteração, a Câmara terá que manter os novos mandatos sem aumento real de despesas durante a próxima legislatura (2027-2030), inclusive das verbas de gabinete, cotas parlamentares, passagens aéreas e auxílio-moradia. Nesse período, as despesas terão atualização monetária anualmente.

— Não haverá impacto orçamentário de nenhum centavo — afirmou Castro.

Castro também aceitou retirar do texto final a previsão de auditoria dos dados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com possibilidade de pedido de impugnação por partidos políticos ou estados.

O texto aprovado determina que as futuras redistribuições de vagas deverão ter como base dados oficiais de cada censo demográfico do IBGE, vedado o uso de dados obtidos por meio de pesquisas amostrais ou estimativas intercensitárias. Ou seja, a próxima atualização será feita com os dados do Censo de 2030.

Durante a sessão, vários senadores discursaram a favor do projeto, como Rogério Carvalho (PT-SE), Efraim Filho (União-PB), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e Weverton (PDT-MA).

— Essa matéria quem tem que deliberar é o Congresso. É importante porque no ano que vem tem eleições e isso precisa estar, um ano antes, deliberado — destacou Rogério Carvalho.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, optou por registrar seu voto, deixando a presidência dos trabalhos momentaneamente a cargo do senador Nelsinho Trad (PSD-MS). Pelas regras, quem preside a votação não pode votar, a não ser em caso de desempate.

Senadores contrários ao projeto afirmaram que a criação de novas cadeiras implicará pesado impacto orçamentário. Eduardo Girão (Novo-CE) pediu a Davi Alcolumbre o adiamento da votação para que o projeto fosse analisado primeiro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O requerimento de adiamento foi rejeitado e, em seguida, um requerimento de urgência para votação do projeto foi aprovado, com 43 votos favoráveis e 30 contrários.

Girão assinalou que pesquisa do instituto Datafolha mostrou que 76% da população brasileira é contra o aumento do número de deputados federais. Ele disse que a mudança vai aumentar os gastos da Câmara em R$ 150 milhões por ano.

— Sabemos que vai ter impacto. Não é só de salário de deputado: é de estrutura de gabinete, apartamento funcional, emendas parlamentares. Será que os deputados vão abrir mão das suas emendas para acomodar os 18 que vão entrar? É claro que não. Se teve aumento de emendas sem os 18 deputados, imagine com os 18 deputados — argumentou.

O presidente do Senado rebateu, observando que a votação do projeto já estava acordada com as lideranças na Casa.

— Mesmo com manifestações contrárias, esta presidência se comprometeu que estaríamos com esta matéria, nesta semana, em deliberação. E vamos deliberar no dia de hoje — disse.

Os senadores Cleitinho (Republicanos-MG), Magno Malta (PL-ES) e Izalci Lucas (PL-DF) também falaram contra o projeto.

Revisão periódica

A necessidade de rever a distribuição de cadeiras surgiu após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto de 2023, ao acatar uma ação do governo do Pará que apontou omissão do Legislativo em atualizar o número de deputados de acordo com a mudança populacional, como previsto na Constituição. A corte deu prazo para o Congresso aprovar a redistribuição de vagas de acordo com o Censo de 2022, sob pena de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizá-la.

— Em nenhum momento o Supremo disse que o número de deputados tinha que se manter em 513. Pelo contrário, o número de deputados é competência exclusiva do Congresso Nacional. Se o Congresso não fizer, o Supremo determinará ao TSE que aplique a proporcionalidade, sem revogar a Lei Complementar 78, que estabeleceu que o número de deputados é 513 — alertou Castro.

O projeto original, da deputada Dani Cunha (União-RJ), foi aprovado pela Câmara em reação à decisão do STF. O prazo concedido pelo tribunal acaba em 30 de junho. O Congresso tenta acelerar a análise para que sete mandatos atuais não sejam cancelados para a criação das novas cadeiras, conforme decidiu o STF. Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a inclusão desse item na pauta do Plenário do Senado atendeu a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

Relatório

Em seu parecer favorável ao projeto, Marcelo Castro destacou que o acréscimo de 18 cadeiras resulta da adoção de três premissas:

Não redução das bancadas atuais
Suprimento das vagas aos estados sub-representados conforme a população divulgada no Censo de 2022, o que significou o acréscimo de 14 vagas
Correção de distorções, de maneira que nenhuma unidade da federação com população maior que outra possa ter bancada menor, o que significou o acréscimo de mais quatro cadeiras

O relator afirmou também que, além da proporcionalidade, também devem ser levadas em consideração as diretrizes constitucionais de erradicação da pobreza e da marginalização e de redução das desigualdades sociais e regionais.

“Se redistribuídas as atuais 513 vagas na Câmara segundo o critério de proporcionalidade estrita, dos sete estados que perderão vagas, cinco se situam na região Nordeste. Isso não significa apenas menor representatividade no Congresso Nacional, mas também menos recursos disponíveis para o desenvolvimento de uma região historicamente sacrificada”, argumentou o parlamentar.

Segundo o relatório, a última grande redistribuição proporcional das vagas na Câmara dos Deputados ocorreu em 1986, ainda sob a égide da Constituição anterior. Desde então, a composição da Câmara manteve-se inalterada, não obstante o crescimento populacional de mais de 40% no período e a ocorrência de mudanças significativas na distribuição demográfica do país.

Para Castro, essa defasagem gerou desequilíbrios representativos, especialmente em estados que experimentaram crescimento populacional acentuado desde então, e o projeto corrige essas distorções.

“Importa destacar, ainda, que o número de parlamentares proposto mantém o Brasil entre as democracias com menor proporção entre a quantidade de deputados e o tamanho de sua população. Mesmo com o acréscimo de 18 cadeiras, o índice de representação brasileira continua inferior ao observado em países como Alemanha, França, Itália, Canadá, Argentina, México e Reino Unido, segundo dados da União Interparlamentar (UIP). Essa comparação revela que o Parlamento brasileiro, ao contrário de ser saturado, é parcimonioso em termos de representação proporcional”, observa o relator.

 

Fonte: Agência Senado e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/15:05:42

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Indígenas devem ser compensados por danos de Belo Monte até decisão do Congresso

(Foto: Reprodução) – Indígena observa canteiro de obras da Usina Belo Monte (Letícia Leite/ISA)

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) referendou a liminar do ministro Flávio Dino, de março deste ano, que deu dois anos ao Congresso Nacional para regulamentar a participação dos povos indígenas nos resultados da exploração de recursos minerais e hídricos em seus territórios, afetados pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte (UHBM), no Rio Xingu, no Pará. A decisão foi tomada em sessão do plenário virtual, finalizada nessa terça-feira, 24, e enquanto não sair a regulamentação legislativa, as empresas deverão compensar financeiramente os povos indígenas afetados pelos empreendimentos dessa natureza.

A medida foi adotada no âmbito do mandado de injunção 7490, impetrado pela Associação Yudja Miratu da Volta Grande do Xingu e outras seis entidades representativas dos povos indígenas que habitam o Rio Xingu, que hospeda a barragem da hidrelétrica no território paraense. O mandado de injunção é um instrumento jurídico utilizado quando um direito previsto na Constituição não pode ser exercido, porque não existe uma lei específica que o regulamente. A ação foi protocolada no dia 7 de janeiro deste ano.

O relator da matéria, ministro Flávio Dino, afirmou que a omissão alegada diz respeito às condições específicas para desenvolvimento de pesquisa e lavra de recursos minerais, bem como para o aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica em terras indígenas, previstas no § 1º, do Artigo 176 da Constituição Federal; e ao modo de participação dos indígenas nos resultados da lavra e do aproveitamento dos recursos hídricos, contidos no § 3º, do Artigo 231 da Carta Magna.

Conforme Dino, desde a promulgação da Constituição de 1988, o Congresso Nacional ainda não regulamentou esses dispositivos e, mesmo que tramitem projetos de lei tratando dos temas, isso não significa lei específica, o que configura a omissão alegada pelas associações indígenas.

A Usina de Belo Monte foi construída e inaugurada em novembro de 2015, sem que os indígenas fossem escutados, conforme prevê a legislação vigente, e enfrentou uma série de contestações na Justiça, a pedido do Ministério Público Federal (MPF). Em recurso especial, analisado pelo STF, cujo relator foi o ministro Alexandre de Moraes, os ministros decidiram não invalidar a licença que permitiu o empreendimento, sob pena de graves prejuízos aos cofres públicos, mas decidiram que os indígenas devem ser indenizados pelos prejuízos causados.

Na petição, as associações indígenas requerem ao Supremo que, mediante a omissão legislativa, seja repassado às comunidades indígenas afetadas com o funcionamento da Hidrelétrica de Belo Monte, o equivalente a 50% do valor total devido aos Estados, Distrito Federal, Municípios e órgãos da administração direta da União, a título de compensação financeira pela exploração dos recursos hídricos, incluindo-se os potenciais energéticos, conforme prevê o Decreto-Lei 227/67”.
A decisão

Em seu voto, referendado pelos ministros nesta terça-feira, 24, Flávio Dino reconhece a omissão do Congresso e deu 24 meses de prazo para que os parlamentares regulamentem os artigos da Constituição. A decisão determina, ainda, uma série de critérios a serem seguidos pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte para reparar os povos indígenas pelos danos causados, até que seja suprida a falta de regulamentação pelo Congresso Nacional.

A medida cautelar de Dino também considera que empreendimentos voltados para o aproveitamento dos potenciais energéticos de recursos hídricos em terras indígenas geram impactos onde quer se instalem, sem que precisem estar, obrigatoriamente, instalados dentro do território, pois seus impactos vão muito além.

Com base nessa premissa, até que seja sanada a omissão legislativa, todos os empreendimentos com esse perfil, autorizados pela União ou pelo Congresso Nacional, devem seguir condições específicas, como a elaboração de estudos acerca dos impactos nas atividades produtivas dos indígenas e as formas de reparação a eles, assim como maneiras de garantir a participação dos povos originários nos resultados econômicos das empresas.
Mapa mostra terras indígenas próximas à hidrelétrica Belo Monte (Reprodução/Jerusalem House)

Dino ressalta que sua decisão “não determina novas explorações de potenciais energéticos em terras indígenas”, pois estas dependerão do cumprimento de todos os requisitos constitucionais e legais, como a Convenção 169 da OIT.

“O escopo desta decisão judicial limita-se a suprir lacunas e omissões em face da Constituição Federal, fixando as condições de participação dos povos indígenas em atividades atingindo suas terras, de modo que eles deixem de ser apenas vítimas e passem à condição de beneficiários”, frisou o ministro.

Na decisão, o magistrado deu dez dias para que a União e o Congresso Nacional enviem manifestação, assim como mandou citar a empresa Norte Energia S.A, responsável pela Usina de Belo Monte, para se manifestar nos autos do processo, caso queira. A empresa informou à CENARIUM que não irá se pronunciar sobre a decisão do STF.

Outros órgãos citados serão a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), assim como o Estado do Pará e os municípios de Altamira, Vitória do Xingu e Brasil novo. A Aneel tem 15 dias para se manifestar sobre a energia elétrica produzida pela Belo Monte e suas repercussões em relação à Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH).

Situação em outros países

Em seu voto, Flávio Dino cita exemplo de três países onde os danos causados aos indígenas são indenizados, mas deixa claro que os dados evidenciam que não existe uma receita pronta, que possa ser importada ao território nacional, acerca da melhor forma de reparar – com justiça – os indígenas pelos impactos sofridos em virtude da exploração de recursos naturais presentes em suas terras e dos necessários à manutenção de seu modo de viver.

Na Austrália, por exemplo, “o pagamento de indenização por danos causados às terras indígenas ou a eles próprios, em virtude de exploração mineral em suas terras, tem suas condições estabelecidas em acordos firmados entre empresas requerentes e os indígenas, considerando, especialmente, o valor do mineral envolvido, a privação do uso da terra e a privação do uso de benfeitorias na terra”.

No Canadá, embora a legislação vigente (Indian Act30) assegure as reservas aos indígenas, também define que elas não deixam de ser território federal. Assim, “o governo é livre para decidir quando e como dispor dos recursos naturais e do subsolo”, mas contrapartida, assegura que dos rendimentos obtidos com a exploração de recursos naturais tenham uma parcela destinada aos indígenas, numa espécie de distribuição de lucros.

A mineração em terras dos Maori, na Nova Zelândia, “é objeto de acordo entre o titular da licença e os indígenas, devendo abranger, dentre outros aspectos, a compensação por perdas ou danos sofridos, o reembolso de todos os custos e despesas razoáveis do proprietário em virtude das negociações, além da compensação pela perda de renda, privacidade e comodidades”.

As autoras do mandado de injunção no STF:

Associação Yudjá Miratu da Volta Grande do Xingu;
Associação Indígena Juruna Unidos da Volta Grande do Xingu;
Associação Indígena Korina Juruna da Aldeia Paquiçamba;
Associação Indígena Arara Unidos da Volta Grande do Xingu;
Associação Resistência Indígena Arara do Maia;
Associação Bebô Xikrin do Bacajá – ABEX; e
Associação Indígena Berê Xikrin da TI Bacajá.

Fonte: Ana Cláudia Leocádio e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/14:59:41

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Homem é preso em flagrante por porte ilegal de arma em Marabá

A 21ª Seccional de Polícia Civil de Marabá | Foto: Portal Debate

Durante a revista, os agentes encontraram com ele um revólver calibre 38, contendo duas munições intactas.

Antônio Glaydson Martins de Sousa, de 29 anos, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo na manhã de quinta-feira (26/6), no bairro Liberdade, núcleo Cidade Nova, em Marabá, no sudeste do Pará. A prisão ocorreu após ele tentar fugir de uma abordagem dos agentes da Polícia Militar, que realizava patrulhamento na área.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na 21ª Seccional Urbana da Polícia Civil, a equipe percebeu uma atitude suspeita e tentou abordar Antônio, que correu e resistiu à prisão. Após uma breve perseguição, ele foi detido. Durante a revista, os agentes encontraram com ele um revólver calibre 38, contendo duas munições intactas.

Encaminhado à delegacia, Antônio Glaydson Martins de Sousa foi autuado por porte ilegal de arma de fogo, conforme o artigo 14 do Estatuto do Desarmamento, e permanece à disposição da Justiça.

 

 

Fonte: Mateus Souza – Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/14:50:59

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TCE-PA cobra providências da Aneel em relação aos serviços da Equatorial

O conselheiro Fernando Ribeiro, presidente do TCE-PA, esteve em Brasília e reuniu com o diretor-geral da Aneel Sandoval Feitosa. | Luiz Fabiano/TCEPA

O presidente do tribunal relatou diversas reclamações recebidas de prefeitos de municípios de todas as regiões do Estado, com mais incidência de irregularidades na prestação do serviço nas cidades do Marajó.

A busca por melhorias no atendimento da concessionária Equatorial Pará, ganha mais um forte aliado: na última terça, 24, o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA), conselheiro Fernando Ribeiro, esteve em Brasília para participar de uma audiência com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa. Ribeiro detalhou as condições de fornecimento de energia elétrica prestadas pela empresa à população paraense. O conselheiro relatou diversas reclamações recebidas de prefeitos de municípios de todas as regiões do Estado, com mais incidência de irregularidades na prestação do serviço nas cidades do Marajó.

“A má qualidade dos serviços prestados precisa de uma solução urgente. É inquestionável a percepção dos consumidores quanto à degradação do serviço da Equatorial Pará, especialmente no que diz respeito à continuidade do fornecimento, à demora na recomposição após interrupção da energia — principalmente no interior do estado — e à falha em atendimentos comerciais específicos”, frisou Fernando Ribeiro.

No ofício protocolado na Aneel, o presidente do TCE-PA pontuou, entre outros critérios, o aumento na quantidade de desligamentos não programados; a demora no tempo de recomposição (retorno da energia) após essas ocorrências; o crescimento nas perdas de equipamentos por oscilação de tensão no sistema; a impossibilidade de implantação de qualquer indústria artesanal no meio rural, baseada exclusivamente no fornecimento de energia pública.

O documento também propõe que seja realizada uma auditoria para constatar a qualidade dessa apuração por parte da concessionária. “Estive em Marabá, em Bragança e em Paragominas nos últimos três meses, e, em todos esses municípios, recebi reclamações sobre a má qualidade dos serviços fornecidos pela Equatorial. Como presidente da Corte de Contas do Pará tenho que olhar o resultado da gestão, muito mais do que a contabilidade. O objetivo é saber se o serviço público está sendo bem prestado aos cidadãos”, enfatizou o presidente do TCE-PA, conselheiro Fernando Ribeiro.

Ribeiro detalhou ao diretor-geral da Aneel, as ocorrências relatadas pelos prefeitos e pelo setor econômico paraense. Segundo ele, os consumidores do interior do estado, têm sido penalizados pela degradação da qualidade dos serviços prestados pela Equatorial Pará.

Participaram da audiência os prefeitos de Soure, Paulo Victor Lima e de Salvaterra, Valentim Lucas de Oliveira, além de representantes da Associação Rural da Pecuária do Pará (ARPP). Eles relataram as constantes falhas no serviço de fornecimento de energia, como apagões prolongados, falhas técnicas recorrentes e prejuízos à economia e aos serviços essenciais.

Após ouvir os relatos da comitiva paraense, liderada pelo presidente do TCE-PA, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, comprometeu-se a se manifestar sobre as demandas apresentadas em até 20 dias. “Vamos fazer um diagnóstico da situação para ter uma análise mais completa e cobrar uma atuação da Equatorial no Pará”, informou Feitosa.

“Entendo que o objetivo é sanar os problemas para que os munícipes tenham uma boa condição de vida e que as atividades econômicas possam se desenvolver. Vamos olhar, ainda, como está o cumprimento da qualidade do fornecimento dos serviços nos municípios. Também verificaremos como está o andamento do programa Luz para Todos e se a Equatorial está cumprindo as metas estabelecidas pelo Ministério de Minas e Energia. Dentro de até 20 dias, vamos dar uma posição”, assegurou o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica.

PREJUÍZOS

De acordo com o presidente da ARPP, Fernando Augusto Dacier Lobato, a situação precária no fornecimento de energia elétrica vem dificultando o desenvolvimento do setor e da região. “Estou feliz de estar aqui representando o setor produtivo do Marajó para relatar fatos relacionados à energia rural e que estão prejudicando o setor. A energia solar não resolve, porque ela ainda é fraca. Então, venho aqui para solicitar o retorno dos programas Luz para Todos e Luz no Campo. Algumas comunidades ainda possuem energia alternativa, por meio de geradores. Por isso, a volta dos programas é fundamental”, relatou.

 

Fonte: Luiza Mello/Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/14:43:07

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Idosos são mortos a golpes de terçado no Pará

(Foto: Reprodução) – As vítimas eram tio e tia da esposa do suspeito do crime bárbaro que chocou a comunidade de Areia.

Nesta quinta-feira (26), um casal de idosos, Evandro Cerdeira da Silva, de 73 anos, e Isabel de Sousa Nascimento, de 75 anos, foram mortos a golpes de terçado, na comunidade de Areia, distante cerca de 30km da zona urbana de Óbidos, no oeste do Pará. O crime aconteceu durante a madrugada e teria sido praticado pelo esposo de uma sobrinha das vítimas.

Segundo informações levantadas pela Polícia Militar, o suspeito teria tido uma discussão com a companheira na noite de quarta-feira (25). Depois saiu de casa armado de terçado, chegou a bater na porta da casa de vizinhos, e em seguida foi até à casa dos tios da esposa, matando Isabel, que era cega, dentro da residência. Evandro, que ainda tentou escapar foi alcançado e morto no quintal.

Ainda de segundo a polícia, após cometer o duplo homicídio, o suspeito foi para a casa de uma irmã, contou que tinha matado o casal de idosos, e ficou lá até ser encontrado e preso pela guarnição. O indivíduo, que de acordo com moradores da comunidade Areia, é evangélico e não tinha desavença com familiares ou vizinhos, não apresentou resistência à prisão e confessou o crime à polícia.

No local, os policiais militares encontraram um copo e uma garrafa d’água, o que leva a crer que ele provavelmente pediu água para que os idosos abrissem a porta da casa. A arma usada no crime, também foi localizada e apreendida, assim como um celular encontrado no meio do mato.

 

 

Fonte: Ingrid Sales – G1 Santarém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/14:29:28

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Paraense de 13 anos faz história no Brasileiro de Wrestling Sub-15

Na grande decisão, Isaac mostrou domínio, concentração e explosão de força, saindo do tatame como campeão brasileiro. | Divulgação

Isaac Muniz, de 13 anos, brilha no Campeonato Brasileiro de Wrestling Sub-15, conquistando ouro no Greco-Romano e bronze no Livre, inspirando jovens atletas.

No último fim de semana, o Ginásio do SESI, em Cubatão, São Paulo, foi palco de uma competição que ficará marcada na história do esporte paraense. Isaac Muniz, um garoto de apenas 13 anos, conquistou destaque nacional ao participar do Campeonato Brasileiro de Wrestling Sub-15, demonstrando uma garra, técnica apurada e maturidade além da sua idade.

O jovem atleta, natural do Pará, saiu da competição com duas medalhas: o título de Campeão Brasileiro no estilo Greco-Romano e uma medalha de bronze no estilo Livre. Essas conquistas colocaram o Estado do Pará, a Escola Estadual Presidente Costa e Silva e a equipe WAT entre os principais destaques do evento.

Isaac enfrentou uma verdadeira maratona de lutas, competindo entre os melhores atletas da sua categoria em todo o país. Sua trajetória no estilo Greco-Romano foi especialmente emocionante. Após uma derrota na luta de estreia, ele não se deixou abater. Com determinação, venceu a segunda rodada, avançou às semifinais com força e chegou à final com muita vontade de vencer.

Na grande decisão, Isaac mostrou domínio, concentração e explosão de força, saindo do tatame como campeão brasileiro. Sua história é um exemplo de perseverança e talento, e sua vitória certamente inspira jovens atletas de todo o Brasil.

 

Fonte: Magno Fernandes – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/14:26:29

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