Veja a lista dos nomes das vítimas do acidente da UFPA

(Foto: Reprodução) – As vítimas fatais incluem três estudantes, o motorista do coletivo e o condutor da carreta.

Um grave acidente envolvendo uma carreta e um ônibus com estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) deixou cinco mortos e dezenas de feridos na madrugada de quarta-feira (16), na BR‑153, em Porangatu (GO). As vítimas fatais incluem três estudantes, o motorista do coletivo e o condutor da carreta.

Veja a lista dos nomes das vítimas do acidente da UFPA

Welfesom Campos Alves (estudante)
Leandro Souza Dias (estudante de farmácia – UFPA)
Ana Letícia Araújo Cordeiro (estudante de pedagogia – UFPA)
Ademilson Militão (mortorista)

Os alunos viajavam em comboio rumo ao Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia. Ao todo, 75 pessoas foram atingidas de alguma forma na colisão. A seguir, veja tudo que se sabe até o momento sobre o acidente.

 

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/15:12:47

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Ação de Fiscalização de Postura removerá outdoors irregulares em Marabá

(Foto: Reprodução) – A iniciativa baseia-se na Lei nº 17.333/2008 do Código de Postura Municipal, que estabelece regras claras para a instalação de meios de publicidade no município.

Em Marabá, segundo o Departamento Municipal de Fiscalização de Postura (DMFP) há mais de dois mil outdoors e outras estruturas de comunicação visual em situação irregular no município. A coordenação do DMFP informa que a partir do dia 5 de agosto iniciará uma ação para remover toda comunicação visual irregular, seja em terrenos públicos ou privados. A iniciativa baseia-se na Lei nº 17.333/2008 do Código de Postura Municipal, que estabelece regras claras para a instalação de meios de publicidade no município.

“Nosso objetivo é promover uma limpeza visual na cidade, respeitando o que determina a legislação. Temos observado muitos casos em que os espaços estão ocupados por mídias não regularizadas, o que prejudica a organização urbana e visual do município”, destaca Marlivon Andrade, coordenador do DMFP.

Ele ressalta ainda que todas as estruturas de comunicação visual em desacordo com as normas, incluindo outdoors, placas e painéis, serão retiradas. Empresas ou pessoas físicas que mantêm essas estruturas sem a devida autorização devem se regularizar o quanto antes para evitar transtornos.

“Se a sua placa ou outdoor está instalado sem o devido registro e, principalmente, se não há nenhuma identificação visível para que possamos entrar em contato, orientamos que compareça diretamente ao Departamento de Postura”, orienta Marlivon.

O atendimento do DMFP está disponível na sede do órgão, que fica na Folha 26, Quadra 07, Lote 4-B, no subsolo, próximo ao Banco do Brasil. O telefone para mais informações é 94 99155-2425. (Com Prefeitura de Marabá)

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/15:10:10

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Quaest: 53% desaprovam governo Lula, e 43% aprovam

Presidente Lula durante entrevista para o Jornal Nacional, no Palácio da Alvorada. — Foto: Ricardo Stuckert / PR

Números indicam melhora na avaliação, segundo a Quaest, pois a diferença entre aprovação e desaprovação foi de 17 pontos, em junho, para 10 agora. Desaprovação, entretanto, segue acima da aprovação. Margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.

A desaprovação do governo Lula (PT) oscilou 4 pontos para baixo, no limite da margem de erro, e está em 53% entre os eleitores brasileiros, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (16). A aprovação da gestão do presidente oscilou para cima e é de 43%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.

No levantamento anterior da Quaest, a desaprovação chegou ao recorde de 57%, enquanto a aprovação foi de 40%, a menor do mandato — diferença de 17 pontos. Conforme a pesquisa desta quarta, o intervalo agora é de 10 pontos, o menor desde janeiro, quando havia empate técnico entre aprovação e reprovação.

Lula, entretanto, segue mais desaprovado que aprovado.

Veja os números:

Aprova: 43% (eram 40% na pesquisa de junho);
Desaprova: 53% (eram 57%);
Não sabe/não respondeu: % (eram 3%).

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 10 e 14 de julho. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil.

O levantamento aponta que:

Houve melhora na avaliação de Lula no Sudeste. A diferença entre desaprovação e aprovação caiu pela metade: de 32 para 16 pontos;
Melhorou a avaliação do governo entre quem tem ensino superior completo: aprovação subiu 12 pontos e a desaprovação caiu 11 — distância que era de 31 pontos está em 7;
Também melhorou a visão entre as pessoas de 35 a 59 anos: a diferença era de 21 pontos, com maior desaprovação, agora está em 8 pontos e se aproxima de empate na margem de erro;
Diminuiu o intervalo de aprovação e desaprovação entre eleitores com renda familiar de 2 a 5 salários mínimos: deixou de ser de 19 pontos e está em 9;
As mulheres, que mais desaprovavam a gestão Lula em junho, voltaram a apresentar empate técnico de avaliações positivas e negativas dentro da margem de erro.

Para o diretor da Quaest, Felipe Nunes, os números mostram uma recuperação do governo Lula fora de sua base de apoio.

“A recuperação do governo aconteceu entre quem é de classe média, que tem alta escolaridade, no Sudeste. São os segmentos mais informados da população, que se percebem mais prejudicados pelas tarifas de Trump, e que consideram que Lula está agindo de forma correta até aqui, por isso passam a apoiar o governo”, disse Nunes.

“O governo saiu de coadjuvante para protagonista na pauta pública nacional. Depois de conseguir pautar uma parte da sociedade, a ala mais petista, na taxação dos super-ricos, agora, conseguiu pautar os setores médios, menos ideológicos e mais informados, com uma agenda que unificou a esquerda e dividiu a direita”, afirmou.

Tarifaço de Trump e discurso de ricos contra pobres

A pesquisa Quaest desta quarta também mostra que 72% dos brasileiros consideram que o presidente dos EUA, Donald Trump, está errado ao impor o tarifaço ao Brasil por acreditar que há uma perseguição política a Bolsonaro.

Ainda de acordo com o levantamento, 79% dos entrevistados afirmam que a taxa de 50% anunciada pelo americano aos produtos brasileiros vai prejudicar sua vida ou de sua família.

Outros números

A pesquisa também aponta que

40% avaliam o governo Lula negativamente, e 28%, positivamente (em junho, eram 43% e 28%, respectivamente);
46% acham que a economia piorou nos últimos 12 meses e 21%, que melhorou (em junho, eram 48% e 18%);
A parcela dos que acham que a economia brasileira vai piorar nos próximos 12 meses subiu de 30% para 43% e a que acha que vai melhorar caiu de 45% para 35%;
79% acham que o conflito entre Congresso e Executivo mais atrapalha que ajuda;
63% acham que o governo deve subir imposto dos mias ricos para diminuir o dos mais pobres e 33% acham que não;
53% dizem que não está certo discurso que coloca ricos contra pobres;

Veja, abaixo, a avaliação do presidente por segmento:

Região

A Quaest mostra que diminuiu pela metade a diferença entre aprovação e desaprovação ao governo Lula no Sudeste: foi de 32 pontos (64% desaprovavam, 32% aprovavam) em junho para 16 pontos (56% desaprovam, 40% aprovam) neste levantamento. A margem de erro nesse segmento é de 3 pontos.

No Sul, a aprovação foi de 37% para 35%, enquanto a desaprovação passou de 62% para 61%. A diferença saiu de 15 para 16 pontos. A margem de erro nesse segmento é de 6 pontos.

As regiões Centro-Oeste e Norte apresentaram leve oscilação na aprovação de Lula, que foi de 42% para 40%. Já a desaprovação se manteve em 55%. A diferença, agora, é de 15 pontos. A margem de erro é de 5 pontos para mais ou menos.

O Nordeste segue como região com maior aprovação a Lula, com 53%. Eram 54% de junho. A desaprovação segue em 44%. A margem de erro nesse segmento é de 4 pontos para mais ou menos.

Gênero

As mulheres melhoraram a avaliação de Lula e os índices de aprovação e desaprovação voltaram a empatar dentro da margem de erro, cenário que ocorreu no começo de 2025. Agora, 49% das mulheres desaprovam Lula (eram 54% em junho), e 46% aprovam (eram 42%). A margem de erro é de 3 pontos.

Já os homens mantém a desaprovação maior, com 58% (eram 59%), do que a aprovação, que continua em 39%. A margem de erro também é de 3 pontos.

Faixa etária

A avaliação do governo melhorou entre quem tem de 35 a 59 anos. A desaprovação saiu de 59%, em junho, para 52%, enquanto a aprovação saiu de 38% para 44%. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos .

Houve oscilação entre os eleitores com 60 anos ou mais, com empate técnico: 48% dizem aprovar o governo de Lula (eram 52% em junho), enquanto 46% desaprovam (eram 45%). A margem de erro é de 5 pontos para mais ou menos.

Entre os jovens, de 16 a 34 anos, 58% desaprovam o governo federal, oscilação em relação à pesquisa divulgada em março (eram 60%). A aprovação neste grupo é de 38%, que também oscilou (eram 37%). Margem de erro é de 4 pontos neste segmento.

Escolaridade

Melhorou a aprovação do governo Lula entre os entrevistados que têm ensino superior completo: era de 33% em junho e está em 45%, enquanto a desaprovação caiu de 64% para 53%. A diferença agora está em 7 pontos (dentro da margem de erro de 4 pontos), enquanto era de 31 pontos.

Oscilou para baixo a desaprovação de Lula com quem estudou até o ensino fundamental completo, que foi de 47% para 42%. A aprovação oscilou um ponto, de 50% para 51%, e fez a diferença que era de 3 pontos ir para 9 pontos. A margem de erro no segmento é de 4 pontos para mais ou menos.

Para os entrevistados com ensino médio completo, a desaprovação é de 62% (eram 61%), enquanto a aprovação oscilou dois pontos para baixo: 35% (eram 37% em março). A margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos.

Renda familiar

Entre os entrevistados que têm renda familiar de 2 a 5 salários mínimos diminui pela metade a diferença entre quem aprova e quem desaprova o governo de Lula. A desaprovação oscilou 6 pontos para baixo, no limite da margem de erro (que é de 3 pontos no segmento): de 58% para de 52%. A aprovação oscilou 4 pontos para cima: de 39% para 43%. A distância deixou de ser de 19 pontos e está em 9.

A aprovação e a desaprovação provação de Lula entre os mais pobres (renda de até 2 salários mínimos) seguem empatadas tecnicamente: 49% (eram 50%) a 46% (eram 46%). Até a pesquisa de março, a aprovação do presidente era maior que desaprovação nesse segmento. A margem de erro é de 4 pontos para mais ou menos.

Nas famílias com renda acima de 5 salários mínimos, 61% desaprovam o governo Lula, ante 64% em junho. A aprovação neste grupo é de 37% (eram 33%). As oscilações estão dentro da margem de erro do segmento, que é de 4 pontos.

Religião

A avaliação de Lula entre os católicos voltou a empatar no limite da margem de erro: 51% aprovam o governo (eram 45% em junho), enquanto 45% desaprovam (eram 53%). A margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos.

Entre os evangélicos, 69% desaprovam a gestão de Lula (eram 66% em março), contra 28% que aprovam o trabalho do presidente (eram 30%). A margem de erro é de 4 pontos para mais ou menos.

Bolsa família

Há empate entre os beneficiários do Bolsa Família, que até junho mais aprovavam o governo: agora, 50% aprovam a gestão petista (eram 51%), já 45% desaprovam (eram 44%). A margem de erro é de 4,4 pontos para mais ou para menos.

Entre aqueles que não recebem o benefício social, 55% desaprovam a gestão federal (eram 61%), contra 41% que aprovam (eram 37%). A diferença que era de 24 pontos está, agora, em 14. A margem de erro é de 2,5 pontos.

Voto para presidente no 2º turno de 2022

Houve oscilação dentro da margem de erro entre as pessoas que votaram em branco, nulo ou não votaram na eleição presidencial de 2022. Entre esses eleitores, a aprovação de Lula foi de 65% para 61%. A margem de erro é de 5 pontos para mais ou menos.

A aprovação de Lula se manteve em 74% entre os que votaram no presidente no 2º turno de 2022. A desaprovação foi de 24% para 23%. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos.

Entre eleitores de Jair Bolsonaro (PL), 89% desaprovam (eram 91%) e 9% aprovam (eram 9%). A margem de erro é de 4 pontos para mais ou menos

Avaliação geral do governo

O levantamento da Quaest divulgado nesta quarta-feira questionou aos eleitores como eles avaliam o governo Lula no geral. Houve oscilação tanto entre quem avalia o governo como negativo quanto quem considera positivo.

Veja os números:

  Positivo: 28% (eram 26% em junho)
  Negativo: 40% (eram 43%)
    Regular: 28% (eram 28%)
Não sabe/não respondeu: 4% (eram 3%)

 

Fonte: Osmond Chia, da BBC News; e da BBC News Brasil em Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:57:09

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Governo Trump abre investigação comercial sobre o Brasil

(Foto: Reprodução) – Governo Trump abre investigação comercial sobre o Brasil

O governo de Donald Trump anunciou nesta terça-feira (15/07) ter iniciado uma investigação sobre o que chamou de práticas comerciais “desleais” do Brasil.

O objetivo da investigação é analisar se políticas brasileiras na área de comércio seriam “irracionais ou discriminatórias” e se “oneram ou restringem o comércio dos EUA”, segundo um comunicado do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), uma agência do governo federal.

Na semana passada, na carta postada em sua rede social e endereçada ao Brasil, Trump já havia pedido a investigação comercial, agora recém-confirmada.

O embaixador do comércio dos EUA, Jamieson Greer, disse que a investigação foi iniciada por ordem de Trump “sobre os ataques do Brasil às empresas americanas de mídia social, bem como outras práticas comerciais desleais que prejudicam empresas, trabalhadores, agricultores e inovadores tecnológicos americanos”.

“O USTR detalhou as práticas comerciais desleais do Brasil, que restringem a capacidade dos exportadores americanos de acessar seu mercado há décadas, no Relatório Nacional de Estimativa de Comércio (NTE). Após consultar outras agências governamentais, consultores credenciados e o Congresso, determinei que as barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil merecem uma investigação completa e, potencialmente, uma ação corretiva”, escreveu Greer no comunicado.

O texto lista argumentos para investigar áreas específicas na atuação do Brasil:

Comércio digital e serviços de pagamento eletrônico: o governo americano argumentou que o Brasil poderia retaliar empresas dos EUA nessas áreas que eventualmente se recusem a “censurar” discursos políticos;
Tarifas preferenciais: de acordo com o comunicado da agência americana, o Brasil concede tarifas mais baixas às exportações de parceiros comerciais globalmente competitivos, “prejudicando assim as exportações americanas”;
Fiscalização anticorrupção: os EUA argumentaram que o Brasil falha em estimular medidas de transparência e anticorrupção;
Proteção à propriedade intelectual: o governo americano acusou o Brasil de negar proteção e fiscalização referentes a direitos de propriedade intelectual, o que prejudicaria companhias dos EUA do setor de inovação e criatividade;
Etanol: os EUA afirmaram que o Brasil passou a aplicar “uma tarifa substancialmente mais alta às exportações de etanol americano”;
Desmatamento ilegal: de acordo com o comunicado, “o Brasil parece não estar conseguindo aplicar efetivamente as leis e regulamentações destinadas a impedir o desmatamento ilegal”, o que prejudicaria a competitividade de produtores norte-americanos de madeira e produtos agrícolas.

Em reportagem publicada pelo The New York Times, a investigação anunciada é classificada como “uma das mais potentes armas de comércio” dos Estados Unidos.

Segundo o jornal, a medida também representa uma “escalada na disputa repentina que renovou os debates sobre a extensão dos poderes tarifários de Trump e a interferência que isso pode ter na política de outros países”.

Ainda de acordo com a reportagem, a investigação pode resultar em tarifas adicionais ao Brasil.

‘Estamos fazendo isso por que eu posso’

Na terça-feira (15/7), Trump conversou com jornalistas e afirmou que impôs as tarifas sobre o Brasil porque, segundo ele, “pode fazer isso”.

Ele também afirmou querer que mais dinheiro entre na economia dos Estados Unidos.

“Estamos fazendo isso porque eu posso fazer. Ninguém mais seria capaz”, disse o presidente americano, direto da Casa Branca, em Washington.

“Temos tarifas em vigor porque queremos tarifas e queremos o dinheiro entrando nos EUA”, acrescentou.

No mesmo dia, Trump já havia dado novas declarações em apoio a Bolsonaro. Na ocasião, ele reagiu ao pedido de condenação feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O presidente dos EUA ponderou que não é amigo de Bolsonaro, mas trata-se de alguém que ele conhece.

“O presidente Bolsonaro é um bom homem. Conheci muitos primeiros-ministros, presidentes, reis e rainhas, e sei que sou muito bom nisso. O presidente Bolsonaro não é um homem desonesto. Ele ama o povo brasileiro. Ele lutou muito pelo povo brasileiro”, defendeu Trump.

Ele também voltou a usar o termo “caça às bruxas” para classificar o julgamento do ex-presidente brasileiro no STF.

“Ele [Bolsonaro] negociou acordos comerciais contra mim em nome do povo brasileiro, e foi muito duro, porque queria fazer um bom negócio para seu país. Ele não era um homem desonesto. Acredito que isso seja uma caça às bruxas e que não deveria estar acontecendo”, complementou Trump.

Em reportagem, o New York Times analisa que, “ao mirar o Brasil, Trump desencadeou queixas de usar os poderes comerciais para acertar contas políticas”.

“O presidente alegou ampla autoridade para emitir impostos elevados, mesmo sem a aprovação expressa do Congresso, na tentativa de combater o déficit comercial do país, abordar questões de segurança e, às vezes, interferir em assuntos internos de outro país”, destaca o jornal.

Como Brasil prepara resposta aos EUA

Desde o anúncio das novas tarifas contra o Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem defendendo a soberania das instituições brasileiras, inclusive da Justiça, e rejeitando a tutela estrangeira.

O Planalto ainda não estabeleceu detalhes de como responderia às tarifas americanas e que setores seriam afetados, mas a regulamentação do decreto dá ao governo brasileiro “munição” para eventualmente reagir a partir do 1° de agosto, data prevista para a entrada em vigor das tarifas anunciadas por Trump.

Em entrevista à TV Globo na semana passada, porém, Lula afirmou que priorizaria, como resposta inicial às tarifas americanas, recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e a um comitê com empresários atuantes no Brasil, reunidos recentemente em busca de possíveis soluções.

No ano passado, o comércio entre Brasil e EUA foi de US$ 90 bilhões.

Washington reportou um superávit com o Brasil de US$ 7,4 bilhões em 2024, um aumento de 33% em relação ao ano anterior.

Moraes e as plataformas americanas

Embora na carta de 9 de julho Trump não tenha citado diretamente o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o presidente americano afirmou que um julgamento contra Bolsonaro “não deveria estar acontecendo”.

Moraes é relator do processo contra Bolsonaro e de vários inquéritos mirando o ex-presidente e seus apoiadores.

A carta de Trump também justificou as tarifas mencionando decisões do STF que puniram plataformas de mídia social dos EUA com multas e com a saída do mercado de mídia social brasileiro.

Na sexta-feira passada (11), Moraes ordenou o bloqueio de mais uma conta no Rumble, desta vez do comentarista Rodrigo Constantino.

A Rumble e a Trump Media, empresa do presidente americano que controla a rede Truth Social, apresentaram uma petição à Justiça americana na segunda-feira questionando a exigência brasileira.

Com pressão de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Jair Bolsonaro que se licenciou do cargo de parlamentar para morar nos EUA, o governo americano já deu sinais de que considera impor sanções contra Moraes.

As possíveis punições com base nessa lei incluem o bloqueio de bens e contas nos EUA, além da proibição de entrada em território americano.

 

Fonte: Osmond Chia, da BBC News; e da BBC News Brasil em Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:57:09

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

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Tarifaço de Trump ameaça exportação de mel orgânico do PI; conheça diferenças para mel convencional

Exportação de mel orgânico produzido no PI é ameaçada com tarifaço de Trump; conheça diferenças para mel convencional — Foto: Reprodução/TV Clube

Atualmente, os Estados Unidos consomem cerca de 80% do mel produzido no Brasil. Em 2024, o Piauí liderou o ranking brasileiro de exportação do produto para o país.

As exportações de mel orgânico do Piauí para os Estados Unidos podem sofrer uma drástica queda, caso a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, anunciada por Donald Trump, entre em vigor a partir de 1º de agosto.

Nesta quarta-feira (16), o g1 conversou com Darcet Costa Souza, professor titular da Universidade Federal do Piauí (UFPI), chefe do departamento de zootecnia e responsável pelo setor de apicultura da instituição. Segundo ele, a imposição da tarifa é uma ameaça, sobretudo, aos pequenos produtores.

“A consequência imediata é a redução na importação, o mercado norte americano deve diminuir o consumo do nosso mel e, consequentemente, a remuneração de produtores. Os pequenos apicultores vão sentir na pele. Para muitos, a apicultura é a principal fonte de renda no sertão do Piauí”, afirmou.

Atualmente, os Estados Unidos consomem cerca de 80% do mel produzido no Brasil. Em 2024, o Piauí liderou o ranking brasileiro de exportação do produto para o país. O tarifaço de Trump, anunciado na quarta-feira (9), no entanto, causou o cancelamento imediato de grandes encomendas.

“O Piauí tem se destacado porque a maior parte do mel é produzida em áreas de mata nativa, por pequenos produtores. Além de ser um produto certificado como orgânico, ou seja, ter o reconhecimento do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), tem a certificação social, que favorece a comercialização. Importadores norte americanos têm uma tendência a avaliar quem fez o produto que eles estão comprando”, comentou o professor.

LEIA TAMBÉM: Entenda como tarifaço de Trump já afeta produtores de mel do Nordeste
Exportação de mel orgânico produzido no PI é ameaçada com tarifaço de Trump; conheça diferenças

Quais as diferenças entre o mel orgânico e o tradicional

Com destinos de exportação como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e países da Europa, o mel produzido no semiárido do Piauí é resultado de práticas sustentáveis.

“O mel orgânico é produzido dentro de um sistema de produção orgânica, tem uma regulamentação nacional e uma série de requisitos a serem cumpridos. Se difere da agricultura convencional e de grande escala por não fazer uso de adubos, fertilizantes e inseticidas, e exige, por exemplo, que as abelhas estejam dispostas em um raio mínimo de três quilômetros”, explicou Darcet Souza.

“Se eu estou em uma área de produção de eucalipto, utilizada por abelhas como fonte de recursos florais, mas que tem o combate a pragas, essa produção é convencional. No planeta, são poucas as áreas que têm condição de produzir um mel orgânico”, completou.

O professor avalia ainda que a demanda por alimentos orgânicos no Brasil tem crescido, impulsionada pela conscientização dos consumidores sobre a importância da saúde e da sustentabilidade.

“A vantagem é que é um alimento especial, o risco à saúde é quase zero, pela ausência de resquícios de agrotóxicos. Vários estudos comprovam a presença de resíduos de pesticidas em alimentos convencionais. E principalmente após a pandemia de Covid-19, a demanda por alimentos orgânicos aumentou”, pontuou o pesquisador.

Produtores propõem divisão de taxa

Para arcar com a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, exportadores de mel buscam estratégias. Segundo a Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro (Casa Apis), entre as possibilidades analisadas, está a divisão da taxa com os importadores norte-americanos.

“As alternativas que nós temos é negociar e dividir ou, se somos nós que vamos pagar, vamos ter que aumentar o preço do mel, em dólar, para poder compensar essa despesa, porque não vamos poder pagar [a tarifa] e manter os negócios”, afirmou o presidente da Casa Apis, Sitônio Dantas.

O setor teme uma queda nas exportações e aumento nos custos logísticos. Desde o anúncio da tarifa, duas grandes operações de exportação foram prejudicadas no Piauí. São elas:

585 toneladas de mel orgânico do Grupo Sama, um dos maiores exportadores do país, que tenta viabilizar o envio da mercadoria
95 toneladas de mel da Casa Apis, no Sul do Piauí, que conseguiu embarcar a carga no domingo (13) após negociação com os compradores

 

Fonte: Ilanna Serena, g1 PI  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:51:18

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Mulher é presa após matar vizinha com 17 facadas durante briga por som alto no Maranhão

(Foto: Reprodução) – Uma mulher foi presa em flagrante após matar a própria vizinha com 17 golpes de faca, na última quinta-feira (10), na cidade de Barra do Corda, localizada na região central do Maranhão.

O crime aconteceu na localidade conhecida como Baixão da Rio Madeira, no bairro Trizidela, e teve como vítima Antônia Maria da Conceição. Segundo a Polícia Civil, o assassinato foi motivado por uma discussão entre as duas mulheres por causa do volume alto de um aparelho de som.

De acordo com as investigações, a confusão começou quando a suspeita, incomodada com o barulho vindo da casa de Antônia Maria, foi tirar satisfação. Durante o desentendimento, a vítima quebrou uma garrafa de vidro e teria partido para cima da vizinha, que reagiu com uma faca. A suspeita então desferiu 17 golpes contra Antônia, que morreu ainda no local.

Após o crime, a autora não tentou fugir e permaneceu na cena, onde foi presa em flagrante por policiais militares. Ela foi conduzida à Delegacia Regional de Barra do Corda e, posteriormente, levada à Unidade Prisional da cidade, onde está à disposição da Justiça.

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer completamente as circunstâncias do homicídio.

 

Fonte: inoticiama e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:45:01

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Médicos do HRBA ameaçam paralisação por falta de insumos e cobranças injustas; hospital pode ficar sem atendimento

HRBA, com sede em Santarém: qualidade no atendimento comprometida. Foto: arquivo JC

Médicos do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém (PA), gerido pelo Instituto Social Mais Saúde (ISMS), devem divulgar hoje (15) uma carta aberta expressando profundo descontentamento com as condições de trabalho, “glosas contratuais indevidas” (descontos e penalidades) e a falta de diálogo com a gestão da OSS (Organização Social de Saúde).

O JC obteve uma cópia do documento. Nele, os médicos listam uma série de problemas que, segundo os profissionais, comprometem a qualidade do atendimento e a valorização dos serviços prestados pelo HRBA.

Confira as principais reivindicações e denúncias:

Glosas contratuais indevidas: Os médicos relatam que descontos e penalidades foram aplicadas com base em interpretações equivocadas e falhas técnicas, mesmo quando apresentaram contestações fundamentadas. Em alguns casos, a ausência de materiais básicos, como agulhas para mielograma, inviabilizou procedimentos, mas os contratos foram glosados em 100%, desconsiderando a disponibilidade dos profissionais.

Métricas injustas: O cálculo de atendimentos com base no número de consultas realizadas, e não nas disponibilizadas, penaliza os médicos pelo absenteísmo (falta) dos pacientes, algo que foge ao seu controle. Além disso, procedimentos essenciais, como intervenções em neurocirurgia, foram ignorados no cômputo contratual, resultando em glosas abusivas.

Procedimentos excluídos do contrato: O Setor de Imagem foi prejudicado pela exclusão de procedimentos intervencionistas, como toracocenteses e paracenteses, o que limita a atuação médica e expõe os profissionais a riscos de negligência.

Questões éticas na obstetrícia: O contrato da equipe de Ginecologia e Obstetrícia inclui metas quantitativas para cesarianas, contrariando as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Os médicos consideram essa exigência um erro técnico grave e uma violação da autonomia profissional.

Terceirização da anestesiologia: A transferência do serviço de anestesiologia para uma empresa terceirizada, sem consulta ao corpo clínico, foi criticada como uma medida precipitada que compromete a integração multiprofissional e a qualidade do cuidado. O caso já foi alvo de apontamento {recomendação) pelo Ministério Público.

Pressão para assinatura de contratos: Os novos contratos foram apresentados com prazo exíguo, obrigando os médicos a assiná-los em poucos dias, sob coerção, o que impediu uma análise adequada das mudanças propostas.

Contexto institucional
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O HRBA, gerido pelo ISMS desde uma controversa seleção em 2023 (anulada pela Justiça por falta de transparência e republicada posteriormente), é referência em alta complexidade no Pará.

A atual gestora do hospital, contudo, tem sido alvo de críticas, incluindo um processo do Ministério Público por filas de espera em cirurgias cardíacas.

No documento, o corpo clínico exige:

Suspensão dos termos aditivos firmados em junho.
Pagamento integral dos contratos conforme o termo anterior.
Presença da diretoria corporativa no hospital para negociações.

Caso as demandas não sejam atendidas em 7 dias, os médicos ameaçam suspender serviços não emergenciais e acionar órgãos como o Ministério Público e conselhos profissionais.

A carta encerra reafirmando a disposição para o diálogo, mas ressalta que “a inação da gestão” poderá levar a medidas mais drásticas, com impactos diretos na assistência à população.

Falta de insumos

Ainda segundo os médicos, a falta de insumos para procedimentos cirúrgicos é uma constante no HRBA. Um exemplo citado é a ausência de agulhas para mielograma (exame essencial para diagnóstico de doenças da medula óssea), o que inviabilizou procedimentos mesmo com médico e paciente presentes.

A carta menciona que a falta de insumos paralisou temporariamente cirurgias cardíacas, e quando tentaram reagendar, os médicos foram penalizados com glosas por “repetição de procedimento”.

Contraponto

Nota da OSS Mais Saúde sobre o caso:

O Instituto Mais Saúde esclarece que, até o momento, não recebeu qualquer manifestação formal assinada por médicos, razão pela qual não pode comentar as questões levantadas na reportagem.

O serviço médico na unidade é realizado por aproximadamente 50 empresas especializadas, formadas por mais de 200 profissionais regularmente cadastrados no corpo clínico, compondo uma relação de proximidade e transparência em conformidade com as normas vigentes e os contratos firmados.

O Instituto reafirma que seu compromisso com uma gestão eficiente e de qualidade, reconhecendo a experiência e dedicação do corpo clínico aos pacientes e mantem-se aberto ao diálogo com todos os parceiros, especialmente os médicos.

**** Atualização: Essa matéria foi atualizada às 18h, para inclusão do contraponto do Instituto Mais Saúde.

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Fonte: Jeso Carneiro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:32:53

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Madrasta morre após comer feijão envenenado que ela mesma serviu ao marido e enteado

(Foto: Reprodução) – Uma tragédia familiar chocou a cidade de Cataguases, na Zona da Mata mineira.

Uma mulher de 61 anos morreu nesta segunda-feira (14) após consumir feijão supostamente envenenado, que ela mesma teria servido ao marido, de 51 anos, e ao enteado, de apenas 6 anos. Pai e filho estão internados em estado grave na Santa Casa de Misericórdia de Cataguases.

A informação foi divulgada também pelo portal G1, que confirmou os dados junto às autoridades locais. De acordo com informações preliminares da Polícia Militar (PM), a principal suspeita é de que a mulher tenha envenenado propositalmente a comida e, em seguida, cometido suicídio.

Segundo o relato da PM, o menino foi levado ao hospital pelo pai na tarde de domingo (13), já em parada cardiorrespiratória. A criança está internada em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Pouco depois de chegar à unidade hospitalar, o homem também passou mal, apresentando convulsões, e permanece internado em estado grave.

Em depoimento aos policiais, o filho da mulher contou que ficou sabendo da situação por meio de uma vizinha. Ao ir até a casa da mãe, ele a encontrou inconsciente. O caso foi comunicado imediatamente às autoridades.

A Polícia Civil esteve no imóvel onde o casal residia e recolheu uma série de vestígios que podem ajudar a elucidar o caso. Foram encontrados frascos com líquidos de coloração incomum, alimentos, instrumentos cortantes, aparelhos celulares — um deles parcialmente carbonizado —, além de amostras do feijão servido na refeição. Esse material será submetido à perícia para identificar a substância que teria causado o envenenamento.

O corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exames de necropsia para determinar oficialmente a causa da morte.

As investigações estão sob responsabilidade do delegado Conrado Rodrigues Guedes, da Delegacia de Cataguases. A linha investigativa inicial adotada pela polícia é a de envenenamento seguido de suicídio.

O caso segue em apuração, e a polícia aguarda os laudos periciais para esclarecer as circunstâncias e motivações da tragédia. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o tipo de substância utilizada nem sobre o que pode ter motivado o possível crime.

 

Fonte: Ver o Fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:09:23

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VÍDEO – Frentista é agredido por cliente durante trabalho em posto de combustíveis em Belém

(Foto: Reprodução) – Uma agressão contra um frentista foi registrada em vídeo e gerou grande revolta nas redes sociais.

O trabalhador levou um tapa no rosto por um homem identificado como “Betinho 99”, durante o atendimento em um posto de combustíveis em Belém.

A agressão aconteceu de forma repentina e foi filmada pela própria vítima, que divulgou o registro nas redes sociais.

As imagens mostram o momento em que o trabalhador, enquanto exercia sua função, é surpreendido pelo ato de violência.

O conteúdo viralizou rapidamente, causando indignação entre os internautas.

De acordo com o relato do frentista, ele sempre tratou o agressor com respeito em outras ocasiões em que o mesmo frequentou o posto para abastecer, ainda assim foi atacado.

VEJA O VÍDEO:

Fonte: Ver o Fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/14:09:23

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Frigoríficos de Mato Grosso do Sul suspendem produção de carne para EUA

Ao menos quatro frigoríficos do MS suspenderam produção para os EUA (Foto:Dario Lopez-Mills/AP/VEJA)

A produção de carne vendida para os Estados Unidos foi suspensa por frigoríficos do estado do Mato Grosso do Sul. Pelo menos quatro frigoríficos paralisaram a produção: JBS, Naturafrig, Minerva Foods, Agroindustrial Iguatemi.

As informações são do governo do estado e do Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de Mato Grosso do Sul (Sincadems). Segundo a entidade, a produção nacional continua normalmente.

A justificativa para a suspensão da produção é logística: as empresas querem evitar que produtos não vendidos por conta do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump se acumulem.  A taxa de 50% torna inviável a venda de carne, segundo  disse o vice-presidente do sindicato, Alberto Sérgio Capucci, ao G1. Segundo ele, as carnes enviadas aos EUA demoram cerca de 30 dias para chegar aos Estados Unidos

Representatividade dos EUA nas exportações de carne

Em junho, os Estados Unidos foram o segundo destino principal das carnes brasileiras atrás apenas da China. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), os americanos compraram  18,2 mil toneladas de carne em junho, o que gerou receita de US$ 123,6 milhões para o setor. No mês,  o Brasil exportou ao todo 271,2 mil toneladas de carne bovina, alta de 23,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, por  1,428 bilhão de dólares, crescimento de 50%.

No acumulado do primeiro semestre do ano, as exportações brasileiras somaram US$ 7,23 bilhões, crescimento de 27,1% em relação ao mesmo período de 2024 (US$ 5,68 bi).  Entre os principais mercados no semestre, a China liderou com 641,1 mil toneladas e US$ 3,22 bilhões em compras, um aumento de 28,2% em valor na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os Estados Unidos aparecem em segundo lugar, com 181,5 mil toneladas e US$ 1,04 bilhão, alta de 102%. O Chile importou 58,9 mil toneladas, com receita de US$ 315,5 milhões (+37,4%). O México comprou 52 mil toneladas, totalizando US$ 276,3 milhões, crescimento  de 235,7%.

 

Fonte: veja.abril e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/07:00:01

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