Inscrições abertas para peregrinação da imagem de Nossa Senhora da Conceição rumo ao Círio 2025

Visita da imagem peregrina de Nossa Senhora da Conceição, na Capitania Fluvial de Santarém, dia 14 de novmebro de 2018 — Foto: CFS/Divulgação

Instituições públicas e privadas podem receber visita comunitária entre 3 de agosto e 19 de novembro; agendamento já está disponível.

A Diretoria da Festa de Nossa Senhora da Conceição abriu, nesta quarta-feira (23), as inscrições para a peregrinação da imagem de Nossa Senhora da Conceição em instituições públicas e privadas como parte da preparação para o Círio de 2025. A iniciativa visa levar momentos de oração e renovação da fé a empresas, órgãos governamentais e entidades sociais de Santarém e região.

O período oficial de visitas vai de 3 de agosto, com a Missa de Envio na Catedral Metropolitana, até 19 de novembro. Os interessados já podem agendar a data de sua preferência, inclusive para meses posteriores, entrando em contato com a Secretaria da Paróquia da Imaculada Conceição. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas presencialmente — de segunda a sábado, em horário comercial — ou pelo telefone (93) 99167-7409.

A peregrinação da imagem é uma tradição que aproxima a comunidade religiosa das instituições locais, criando espaços de espiritualidade e devoção antes do grande Círio. A expectativa é de que centenas de entidades participem desta edição, fortalecendo o vínculo entre a Igreja e a sociedade santarena.

 

Fonte: Luiz Henrique Nunes, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/15:15:51

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Justiça Eleitoral condena JK do Povão por calúnia contra o deputado federal Henderson Pinto

(JK do Povão — Foto: Reprodução) – No curso do processo, JK do Povão confessou, em juízo, que, de fato fez a publicação do vídeo em que acusava Henderson Pinto de vender emendas parlamentares.

Denunciado pelo Ministério Público Eleitoral em Ação Penal Eleitoral, o ex-candidato a prefeito de Santarém, no oeste do Pará, JK do Povão, foi condenado pela Justiça Eleitoral a pena de 6 meses de detenção e 10 dias multa por crime de calúnia contra o deputado federal Henderson Pinto. Por se tratar de pena privativa de liberdade não superior a 4 anos, ela foi substituída por pena restritiva de direitos que fixou o pagamento de 5 salários mínimos (conforme valor à época dos fatos) para a vítima.

A sentença foi publicada no sistema da Justiça Eleitoral no último dia 24, e refere-se ao julgamento de Ação Penal Eleitoral que tem o Ministério Público Eleitoral como autor e o deputado Henderson Pinto como terceiro interessado. A defesa de JK do Povão ainda pode recorrer da decisão.

Conforme a denúncia oferecida pelo MPE, JK do Povão praticou crime previsto no Art. 324 do Código Eleitoral (Calúnia, Difamação e Injúria em propaganda eleitoral), quando na condição de candidato ao cargo de prefeito de Santarém, “fez circular nas suas redes sociais, vídeo sob sua responsabilidade, caluniando a vítima Henderson Lira Pinto, imputando-lhe falsamente fato definido como crime”.

No vídeo, segundo o MPE, o então candidato a prefeito acusa Henderson Pinto, de vender emendas parlamentares em Brasília, usando as seguintes falas: “(…) Mas pessoal, o que mais eu achei o pai d’égua agora foi ver Deputado Henderson Pinto compartilhando uma fake News do JK do Povão. Até onde chegou, né Deputado Henderson, o senhor compartilhando fake news para tentar denegrir a minha imagem. Mas a Perfuga foi real, foi real e o senhor sabe disso. O senhor teve que fazer acordo com o MP. Eu nunca vi político corrupto fazer acordo para não ser preso, mas o senhor fez acordo, tá bom? E olha aí vai vazar aí as suas vendas de emenda. Todo mundo sabe que o senhor vende emenda em Brasília lá, a 10% e já sabe até quem é o deputado que compra suas emendas em Santarém. Tá bom? Um abraço Deputado, sucesso”.

No curso do processo, JK do Povão confessou, em juízo, que, de fato fez a publicação do vídeo em que acusava Henderson Pinto de vender emendas parlamentares.

No relatório da sentença, o juiz destacou que a confissão do réu (JK do Povão) foi de grande relevância para a elucidação da autoria do crime, e que por esse motivo ele fez jus à atenuante da pena.

O g1 fez contato com o ex-candidato JK do Povão, que informou que sua defesa está preparando nota sobre o caso.

 

Fonte: Sílvia Vieira, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/15:07:52

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Motoqueiro morre na BR-230 em Altamira

(Foto: Reprodução) – Francisco Rodrigues Feitosa, de 47 anos, natural de Portel, morreu após colidir com um caminhão na Transamazônica.

Mais uma morte registrada na BR-230, a Rodovia Transamazônica. O acidente envolveu uma motocicleta e um caminhão em um trecho perigoso da estrada, próximo à ladeira do Cigano, em Vitória do Xingu.

Francisco Rodrigues Feitosa, de 47 anos, natural de Portel, morreu após colidir com um caminhão na Transamazônica. O acidente aconteceu no trecho conhecido como ladeira do Cigano, sentido Vila Belo Monte.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, o caminhoneiro seguia do Rio Grande do Sul. Na BR-230, conduzia o veículo sentido Altamira. Ele se apresentou voluntariamente na unidade da PRF, acompanhado de uma testemunha. O teste do bafômetro deu negativo.

A PRF confirmou ainda que o motoqueiro não possuía habilitação. A testemunha contou que ele invadiu a pista em alta velocidade e bateu na lateral do caminhão. O impacto foi tão forte que o corpo foi arremessado para o acostamento.

O local do acidente ficou interditado por alguns minutos. O Instituto Médico Legal e a Polícia Civil estiveram na cena para os procedimentos legais. A moto ficou destruída e foi levada para a base da PRF. O corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Altamira.

 

Fonte: Confirma Notícia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/15:02:29

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Acesso à internet já alcança 91,8% dos domicílios no Pará

(Foto: Reprodução) – Apesar de ainda estar abaixo da média nacional de 93,6%, o Pará mostra um crescimento consistente no acesso à rede, puxado principalmente pelo uso do telefone celular

O acesso à internet segue em expansão no Pará e, em 2024, já alcança 91,8% dos domicílios do estado, segundo os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em números absolutos, isso representa aproximadamente 2,6 milhões de residências conectadas, um avanço em relação a 2023, quando o índice era de 90,2%.

Apesar de ainda estar abaixo da média nacional de 93,6%, o Pará mostra um crescimento consistente no acesso à rede, puxado principalmente pelo uso do telefone celular, que está presente em 98,9% dos lares com internet. Por outro lado, a posse de computadores ou tablets segue em baixa, aparecendo em apenas 25,1% das residências — o menor índice entre as regiões do país.

O levantamento também aponta mudanças no consumo de mídia. Os serviços de streaming pagos já estão presentes em 37,7% dos domicílios paraenses, enquanto a televisão por assinatura continua em queda, alcançando apenas 16,2% das residências — em 2023, esse número era de 19,4%.

Entre os principais usos da internet estão chamadas por voz ou vídeo (94,3%), troca de mensagens em aplicativos (91,4%), consumo de vídeos e séries (89,5%), redes sociais (84,4%) e streaming de música ou podcasts (83,7%).

A inclusão digital também tem avançado entre os idosos. Entre 2019 e 2024, o uso da internet por pessoas com 60 anos ou mais cresceu 34,2 pontos percentuais no estado. Já entre as pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto, o índice de uso da rede é de 76%. Em contrapartida, entre os que concluíram o ensino médio, o número sobe para 97,4%, chegando a mais de 98% entre aqueles com ensino superior completo ou incompleto.

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:57:24

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Mortes caem, mas imprudência ainda assusta nas rodovias do Pará

(Foto: Reprodução) – Apesar da redução, os sinistros resultaram em 77 pessoas feridas e 14 mortes.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço parcial da Operação Férias Escolares 2025, referente ao período de 1º a 20 de julho, nas rodovias federais que cortam o estado do Pará. Nesse intervalo, foram registrados 48 acidentes, número 37% menor em comparação ao mesmo período de 2024.

Apesar da redução, os sinistros resultaram em 77 pessoas feridas e 14 mortes. Em julho do ano passado, a PRF contabilizou 110 acidentes, sendo 53 deles considerados graves, com um total de 37 vítimas fatais.

Operação Férias Escolares 2025: Detalhes e Resultados

A operação, iniciada em 2 de julho, segue até 1º de agosto, com foco na intensificação do policiamento ostensivo e na realização de ações educativas de trânsito. O objetivo é coibir infrações e orientar motoristas em períodos e locais com maior fluxo de veículos — especialmente durante as férias escolares, quando o tráfego costuma aumentar significativamente devido ao deslocamento de famílias e turistas.

A maioria dos acidentes está relacionada a infrações graves, como excesso de velocidade e ultrapassagens indevidas. Por isso, a PRF tem concentrado esforços em ações de prevenção, com cerca de 350 agentes escalados em regime de revezamento durante toda a operação.

A BR-316, que liga Belém ao interior do Pará, é um dos principais pontos de atenção, junto a outros trechos críticos identificados pelo órgão.

🚗 Orientações da PRF para uma viagem segura:

Respeite os limites de velocidade
Mantenha distância segura entre veículos
Ultrapasse apenas em locais permitidos
Revise o veículo antes de viajar
Evite horários de pico e dirigir cansado
Faça pausas a cada 3 ou 4 horas, ou revezamento de condutor

Fonte: Notícia Marajó e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:52:50

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Brasileiro é preso na Indonésia com mais de três quilos de cocaína

(Foto: Reprodução) – Grupo é acusado de tentar entrar com cocaína e metanfetamina na ilha de Bali; brasileiro pode ser condenado à morte

Um brasileiro, uma sul-africana, uma argentina e um britânico foram presos na Indonésia, acusados de tentar entrar com drogas na ilha turística de Bali, informou a agência antinarcóticos nesta quinta-feira (24).

O brasileiro e a sul-africana, que viajavam separadamente, foram detidos em 13 de julho no aeroporto de Bali e podem ser condenados à pena de morte.

Segundo o chefe da agência local de narcóticos, I Made Sinar Subawa, o brasileiro levava pouco mais de três quilos de cocaína em dois sacos, escondidos na mochila e na mala. Ainda de acordo com ele, o suspeito recebeu instruções para entregar a droga a um homem radicado em Bali.

A sul-africana foi presa no mesmo dia, após desembarcar de um voo vindo de Singapura. Ela carregava quase um quilo de metanfetamina escondido nas roupas. Durante o interrogatório, a mulher teria confessado que recebeu ordens para transportar a droga de Joanesburgo para Bali.

Outro caso envolveu uma argentina, Eleonora Gracia, de 46 anos, presa em março no aeroporto internacional de Bali com mais de 244 gramas de cocaína escondida em um preservativo inserido em sua vagina. Ela foi condenada a sete anos de prisão, segundo decisão da juíza Tenny Erma Suryanthi, de um tribunal da ilha.

A confissão da argentina levou à prisão do britânico Elliot James Shaw, de 50 anos, suspeito de ser o destinatário da droga. Ele foi condenado a cinco anos e meio de prisão e ao pagamento de uma multa de 1 bilhão de rúpias (equivalente a US$ 61.386 ou cerca de R$ 340 mil).

A Indonésia possui uma das legislações antidrogas mais severas do mundo, prevendo pena de morte para tráfico. Atualmente, dezenas de pessoas aguardam no corredor da morte, entre elas, uma idosa britânica condenada por tráfico de cocaína.

As últimas execuções por esse tipo de crime ocorreram em 2016, quando um indonésio e três nigerianos foram fuzilados por um pelotão de execução.

 

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:45:12

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Adepará destaca prazo final para vacinação obrigatória contra a raiva em 50 municípios

(Foto: Reprodução) – Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) observa que revendas agropecuárias precisam comprovar a vacinação dos animais de produção

O prazo final para a vacinação de animais contra a raiva se encerra na próxima quinta-feira, dia 31 de julho, nos 50 municípios da região nordeste paraense, onde a imunização é obrigatória. O foco da campanha da Adepará são os animais de produção, ou seja, aqueles criados com o objetivo de gerar produtos ou subprodutos para consumo humano ou utilização em outras atividades.

A Adepará observa que, há uma semana do final da campanha, o produtor rural ainda pode adquirir a vacina nas revendas agropecuárias cadastradas na Agência de Defesa Agropecuária do Estado. Os produtores devem comprovar a vacinação dos animais até o dia 15 de agosto em uma unidade da Agência do seu município.

O prazo já está na prorrogação e, conforme a Adepará, não será mais estendido. “Além de realizar a vacinação, é preciso comprovar que os animais foram vacinados e isso é feito mediante a apresentação da nota fiscal de compra da vacina antirrábica e a descrição do rebanho que foi vacinado”, explica a fiscal estadual agropecuária, a médica veterinária Khrisna Tabosa.

Os produtores rurais devem vacinar os animais contra a raiva, uma doença transmitida principalmente por morcegos hematófagos (morcegos vampiros), que não tem cura. A vacinação dos animais é o principal método de prevenção da doença.

Na campanha, a Adepará orienta que além dos bovinos também devem ser vacinados os búfalos, bem como caprinos, ovinos e equídeos.

Comprovação da vacina é exigida para a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA)

A Guia de Trânsito Animal (GTA) é o documento que autoriza a movimentação de rebanhos pelo território paraense. Somente animais vacinados contra a raiva poderão circular pelas barreiras agropecuárias existentes no estado.

A imunização contra a raiva animal foi instituída pela portaria Nº 8272/2021 em 50 municípios sob jurisdição das regionais de Abaetetuba, Castanhal, Capanema e Capitão Poço. A norma estabelece a vacinação anual contra a raiva sob a responsabilidade dos proprietários de animais.

Controle populacional dos morcegos 

Além da vacinação dos animais, a Agência também realiza o controle populacional dos morcegos por meio de cadastro e monitoramento de abrigos, assim como a captura desses mamíferos.

Os morcegos são mamíferos que ajudam a preservar os ecossistemas e são protegidos pela Lei Federal 9.605/98 (Lei do Meio Ambiente). Dependendo do ecossistema, eles promovem a polinização das flores e a dispersão de sementes de diversas plantas.

A Adepará comunica que os morcegos são animais importantes na recuperação de áreas desmatadas, mas se estiverem infectados, principalmente os da espécie Desmodus rotundus (morcego vampiro), podem transmitir a raiva. Para evitar a doença, a população deve manter vacinados (anualmente) contra a raiva os animais domésticos (cães e gatos), bem como os animais de produção com exceção das aves.

Serviço: 

Vacinação – até 31 de julho de 2025 (acesse o site da Adepará para saber mais sobre os 50 municípios com obrigatoriedade da vacina)

Comprovação – até 15 de agosto de 2025

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:41:44

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Por racismo indígena, MPF pede afastamento de diretora escolar da Semed em Santarém

A Semed, segundo o MPF, saiu em defesa da gestora e não a afastou do cargo. Foto: arquivo JC

O Ministério Público Federal (MPF) enviou recomendação à Semed (Secretaria Municipal de Educação) de Santarém (PA) para que afaste imediatamente a diretora da Escola Municipal São Miguel por suposta prática de racismo institucional e atos discriminatórios contra indígenas do povo Munduruku da aldeia Pau D’arco, no Lago Grande.

Também foram recomendadas a abertura de processo disciplinar e a adoção de outras medidas antirracismo contra Maria Odineth Pereira da Silva.

Ameaças e intimidações

Após receber denúncias sobre o tema, investigações realizadas pelo MPF revelaram um padrão sistemático de condutas discriminatórias, incluindo uso de linguagem e conceito pejorativos e estereotipados sobre povos indígenas, ameaças de exclusão do ambiente escolar e da própria comunidade, tentativa de demissão de servidor por participar de movimentos indígenas, e impedimento de acesso a recursos escolares para atividades relacionadas à causa indígena.

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Assinada pelo procurador da República Vítor Vieira Alves, a recomendação registra que, entre os fatos apurados, destacam-se:

• Ameaças e intimidação: a diretora escolar teria intimidado e coagido um pedagogo indígena em uma reunião em abril deste ano, ameaçando-o de demissão caso ele continuasse a participar de movimentos de afirmação étnica na comunidade. Lideranças indígenas também teriam sido impedidas de se manifestar em reuniões escolares sob ameaça de acionamento da polícia;

• Declarações racistas: o MPF colheu depoimentos que atribuem à diretora falas de cunho racista e pejorativo. Uma testemunha relatou que, durante o processo de autorreconhecimento indígena da comunidade em 2023, a diretora dizia às crianças frases como “qualquer hora dessas vocês vão andar nu, porque o pai de vocês virou índio”. Ela também teria dito que “depois que se declarassem índios que procurassem local para morar e estudar, porque lá mesmo na escola ela não iria aceitar”;

• Ameaças de expulsão: a diretora é acusada de ameaçar expulsar os indígenas da escola e da comunidade, chegando a proferir a seguinte frase em uma reunião: “todos aqueles que viraram indígenas deviam procurar outro território que fosse longe de Pau D’Arco”;

• Omissão da Semed: o MPF aponta que a Semed, mesmo informada dos fatos, manifestou-se em defesa da gestora escolar, justificando a tentativa de dispensa do pedagogo indígena com um argumento genérico. A secretaria não instaurou processo administrativo para apurar as denúncias, o que o MPF classificou como “omissão incompatível com seu dever institucional”. O documento frisa que a Semed, além de não ter instaurado processo disciplinar, tampouco demonstrou ter adotado medidas efetivas para reparar os danos já causados ou implementar ações preventivas capazes de evitar a repetição de episódios semelhantes.

    Exposição de crianças indígenas

O MPF reforça que as condutas apuradas são agravadas pelo fato de o racismo institucional ter sido praticado em ambiente escolar, pela própria dirigente.

O órgão destaca que a exposição de crianças indígenas e não indígenas a esse tipo de comportamento preconceituoso pode gerar evasão escolar, baixo rendimento acadêmico e danos significativos à autoestima e formação identitária dos alunos, perpetuando a exclusão social e ferindo o direito fundamental à educação em igualdade de condições.

Além disso, a prática em pleno ambiente escolar também configura grave violação ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante o direito ao respeito e à preservação da identidade.

A recomendação do MPF também cita que a mesma gestão escolar já foi investigada anteriormente por racismo institucional contra alunos quilombolas da comunidade Patos do Ituqui e que, naquela ocasião, foi constatada a omissão das autoridades diante de denúncias de bullying racista.

Medidas recomendadas 

Além do afastamento imediato da diretora, o MPF recomendou à Semed, na pessoa de sua titular, Maria José Maia da Silva, a adoção de uma série de medidas, com prazos definidos:

• Afastamento e processo disciplinar: instaurar imediatamente processo administrativo para apurar os fatos e afastar ou exonerar a diretora da Escola Municipal São Miguel;

• Campanha de conscientização: elaborar e implementar, em até 60 dias, uma campanha contínua contra o racismo nas aldeias sob sua circunscrição;

• Reunião de diálogo: promover, em até 30 dias, uma reunião na Escola São Miguel com a participação de representantes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), do Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita), do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e do Conselho Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto (Cimap), para garantir o respeito aos direitos indígenas;

• Comissão de Igualdade Racial: instituir, em 90 dias, uma Comissão Permanente de Igualdade Racial na Educação, com participação indígena e quilombola;

• Ato público de desagravo: promover um ato público de desagravo à comunidade indígena Munduruku da aldeia Pau D’arco, com um pedido formal de desculpas.

Sobre recomendações – Recomendação é um instrumento por meio do qual o Ministério Público expõe, em ato formal, fatos e fundamentos jurídicos sobre determinada questão, com o objetivo de fazer com que o destinatário pratique ou deixe de praticar condutas ou atos para melhoria dos serviços públicos e de relevância pública ou do respeito aos interesses, direitos e bens defendidos pela instituição.

É uma atuação voltada para a prevenção de responsabilidades ou correção de condutas. Embora não possua caráter obrigatório, visa à solução do problema de forma extrajudicial. O não acatamento infundado de uma recomendação – ou a insuficiência dos fundamentos apresentados para não a acatar total ou parcialmente – pode levar o Ministério Público a adotar medidas cabíveis, incluindo ações judiciais cíveis e penais contra os agentes públicos responsáveis.

 

Fonte: MPF e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:23:23

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Adolescente é salva por motociclistas após pedir socorro com “gestos” na Grande Belém

(Foto: Reprodução) – Uma adolescente foi salva por motociclistas após ser rendida e ameaçada por um homem enquanto voltava da escola na BR-316, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.

O caso, que também foi publicado pelo G1, ocorreu na última semana e foi registrado por câmeras de monitoramento instaladas na via.

A jovem contou que foi abordada por um homem que vestia uma camisa verde, quando seguia a pé para casa. Inicialmente, o suspeito ofereceu capinhas de celular, mas logo em seguida exigiu que ela entregasse seu aparelho. Ela obedeceu, mas conseguiu convencê-lo a devolver o celular, alegando que precisava apagar algumas fotos. Foi nesse momento que as ameaças começaram.

“Ele falava que ia me dar um tiro. O tempo todo ele falava que ia me matar. Ele ficou me beliscando o tempo todo para eu não reagir a nada. Para eu não pedir ajuda. Para eu não gritar”, relatou a adolescente.

As imagens mostram o homem andando com a adolescente até a frente de uma loja, tentando disfarçar a situação ao abraçá-la. Mesmo diante da violência e das ameaças, a jovem conseguiu manter a calma. Quando avistou dois motociclistas parados no semáforo próximo, sinalizou discretamente com os lábios, pedindo ajuda.

“Eu só virei o rosto, o sinal fechou, então eu pedi ajuda, mas sem gritar, sem nada. Foi só no silêncio mesmo. ‘Me ajuda, por favor, me ajuda’. Quando eu pedi ajuda, que ele percebeu e começou a me beliscar mais forte. Foi aí que começaram as ameaças”, contou a vítima.

Segundo ela, o homem chegou a afirmar que sabia onde ela estudava e que a esperaria na frente da escola para matá-la.

A atitude da jovem chamou a atenção dos motociclistas. Em depoimento ao G1, um deles relatou o momento exato em que perceberam o pedido de socorro:

“Nós estávamos no sinal esperando abrir, quando de repente, olhamos para o lado e ela gesticulou com a boca pedindo ajuda. Nesse momento, o rapaz me cutucou falando ‘mano, essa moça está precisando de ajuda. Ela pediu ajuda para mim e para você’”, disse o motociclista, que preferiu não se identificar.

Os motociclistas decidiram agir rapidamente. Um deles relatou:

“Vamos subir a calçada de moto e vamos abordá-lo lá na frente. Foi o que nós fizemos. Não tocamos nele, porque ficamos com medo de sofrer alguma retaliação”.

Eles então cercaram o suspeito e a adolescente com as motos. O homem se assustou com a aproximação e se afastou da vítima.

“Nós chegamos e eu perguntei, ‘tá acontecendo alguma coisa moça?’ e ele se afastou dela. Nisso que ele se afastou, eu meti a moto entre ele e ela para guardar logo a vida dela”, contou.

Após a intervenção dos motociclistas, o homem fugiu do local. A adolescente afirmou que, naquele momento, sentiu apenas alívio.

“Eu consegui respirar de novo. Eu fiquei muito nervosa, tensa, porque eu não estava conseguindo respirar, eu já estava nervosa demais”, lembrou.

Até esta terça-feira (22), segundo a Polícia Civil, nenhum suspeito havia sido preso e o caso não tinha sido registrado na delegacia da área. A corporação reforçou a importância de formalizar denúncias para que os casos possam ser devidamente investigados.

 

Fonte: Ver o Fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:17:03

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Aegea irá universalizar o saneamento em Barcarena (PA) até a COP30

Renato Medicis, vice-presidente regional da Aegea: “Antecipamos os investimentos de universalização que seriam aplicados até 2033 e, até o final de 2025, o saneamento na cidade será universalizado.” — Foto: Divulgação

Empresa conquistou a concessão de 99 municípios paraenses e investe em operação-modelo que poderá ser replicada na região Norte

Com a aproximação da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30, que acontecerá em novembro em Belém (PA), a Aegea Saneamento planeja apresentar um projeto-modelo no estado: a universalização do abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto no município de Barcarena, cidade localizada na Região Metropolitana de Belém. Dessa forma, as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento serão antecipadas em quase dez anos, beneficiando uma população de cerca de 120 mil habitantes. Até a COP30, a Vila da Barca, comunidade sobre palafitas em Belém (PA), também terá o abastecimento de água tratada universalizado e obras de esgotamento sanitário em execução. O modelo seguirá experiência realizada nas palafitas de Manaus (AM).

Em abril, a Aegea venceu a concorrência para concessão dos serviços públicos de saneamento em 99 municípios do Pará, com previsão de mais de R$ 15,2 bilhões em investimentos em um contrato de 40 anos. Nos primeiros cinco anos, a empresa irá investir cerca de R$ 5,9 milhões. Em Belém, o esgoto coletado e tratado pela companhia deverá dobrar em dois anos.

Desde 2014, a Aegea já atua em dois municípios do Pará: em Novo Progresso, no sul do estado, com a Águas de Novo Progresso, e em Barcarena, por meio da Águas de São Francisco. “É uma região com água abundante, mas onde a população não tem acesso a nenhum tipo de tratamento sanitário”, observa Renato Medicis, vice-presidente regional da Aegea. Para atingir a meta da universalização em Barcarena, a concessionária e a prefeitura municipal desenvolveram o programa Trata Bem Barcarena. “Antecipamos os investimentos de universalização que seriam aplicados até 2033 e, até o final de 2025, o saneamento na cidade será universalizado”, diz.

Até lá, a companhia finalizará a implantação de mais de 100 quilômetros de novas redes de água e mais de 260 quilômetros de redes de esgoto na cidade, além de obras de infraestrutura de construção e ampliação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), estações elevatórias e Estações de Tratamento de Água (ETAs). Com isso, Barcarena será o primeiro município paraense a ter 99% da população com acesso a água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto – como prevê o Marco Legal do Saneamento. Atualmente, o estado do Pará tem pouco mais de 50% da população com acesso a água e cerca de 17%, a esgoto coletado e tratado.

Desafio social

Mas há um outro lado desse trabalho, diz Medicis, que vai além das obras de engenharia. É preciso esclarecer a população sobre a operação e criar soluções para que, a infraestrutura seja, de fato, utilizada. “O primeiro desafio é social, de convencimento quanto a importância de consumir água tratada e dar o destino adequado aos dejetos, protegendo a saúde e o meio ambiente”, afirma.

Medicis explica, por exemplo, que muitas famílias utilizam água de poço raso individual, o chamado poço amazônico – cuja água não passa por tratamento e pode estar contaminada por coliformes fecais ou excesso de ferro. A insegurança da água demanda que os moradores comprem água mineral para beber e cozinhar. Por isso, para apresentar à população os benefícios de água e esgoto tratados, a Aegea mantém programas de relacionamento como o Afluentes, em articulação com lideranças comunitárias locais.

A comunidade Luz Divina, uma região de Barcarena de urbanização recente, conta com quase 2 mil moradores em 300 terrenos cadastrados. Segundo Rosa Maria Dias da Silva, presidente da associação local, a chegada da Aegea, por meio da Águas de São Francisco ao bairro trouxe melhoras para a saúde além de outros aspectos positivos. “Tivemos vários benefícios com a saúde pública, e ainda valorização de imóveis, porque ter acesso à água e tratamento de esgoto valoriza bastante o endereço”, afirma.

A líder comunitária conta que o trabalho da concessionária envolveu uma série de reuniões para apresentar à população os planos para o local e, também, as recomendações sobre descarte de lixo e riscos do esgoto sem tratamento. “No começo tem aquela rejeição, o povo fala que não vai colocar esgoto porque a tarifa vai ser cara”, diz Rosa. Mesmo assim, ela diz que a relação com a concessionária é muito aberta para ouvir a população e fazer todos os esclarecimentos sobre a operação. Com isso, aos poucos a comunidade vai sendo informada e compreendendo a importância do saneamento e seus benefícios, como a redução de doenças por veiculação hídrica.

Experiência amazônica

Muito do que é aplicado em Barcarena – e que, em breve, deve ser replicado nos 99 municípios paraenses sob concessão da Aegea – vem da experiência da empresa em Manaus, onde opera há sete anos por meio da Águas de Manaus. Na capital amazonense, a universalização da água foi alcançada em dois anos.

Por lá, a tarifa foi adequada à realidade socioeconômica. Hoje, cerca de 25% da população da cidade, em torno de 600 mil pessoas, é beneficiada pela Tarifa Social Manauara, que prevê desconto na conta de água e esgoto para pessoas de baixa renda, em geral aquelas inscritas no CadÚnico do governo federal. Em média, essas famílias pagam de R$ 30 a R$ 50 (caso tenham esgoto disponível) por mês pelos serviços. Para famílias em situação de extrema vulnerabilidade, a Aegea criou um plano de tarifas ainda mais acessível. A Tarifa 10, lançada em março de 2023, prevê uma cobrança fixa de R$ 10 de água e esgoto. Atualmente aproximadamente de 28 mil famílias manauaras são beneficiárias. Em Barcarena, já são pouco mais de mil contempladas.

O executivo ressalta que a intenção da empresa no Pará é manter esse olhar atento às populações vulneráveis e garantir o acesso ao serviço. Para isso, a concessionária desenvolve soluções técnicas para atender nos mais diferentes cenários, como moradias em palafitas, por exemplo, sujeitas às subidas e baixas dos rios. “O modelo tradicional de infraestrutura de saneamento urbano não funciona nesses locais. Temos que desenvolver projetos específicos para cada região, não é uma solução técnica de prateleira. O saneamento tem que ser para todos. Estamos empenhados em levar água e esgoto para todas as localidades, independentemente dos desafios”, afirma. A previsão, com a Águas do Pará, é beneficiar até 1,8 milhão de pessoas com a Tarifa Social.

 

Fonte: Aegea e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2025/14:10:56

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