Pará é o 1° Estado do Norte e o 4º do país que mais reduziu os crimes violentos letais

(Foto: Reprodução) – Dados se referem ao ano de 2024, aponta o Anuário de Segurança Pública

O Pará segue tendo destaque na redução dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que inclui homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Segundo os dados da 19ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), na última quinta-feira (24), o Pará foi o 1° estado da região Norte e o 4° do país que mais reduziu os casos de CVLI no ano de 2024, ficando atrás apenas da Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em números absolutos, no ano completo de 2023 foram computados 2.110 CVLi, já em 2024 o número reduziu para 1.884, garantindo a preservação de 226 vidas no Pará. Em relação à taxa de CVLI por 100 mil habitantes, o estado saiu de 24,5 em 2023, para 21,6 em 2024.

O secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, destaca que desde o início da gestão estadual, em 2019, o governo do Pará tem como prioridade os investimentos em segurança e o fortalecimento de ações que contribuam, cada vez mais, para a redução de todos os tipos de crime no território paraense.

“Mais uma vez o Anuário de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, analisa dados de todos os Estados da federação e atesta a contínua redução de indicadores no Pará. A exemplo dos crimes violentos letais em que o Estado alcançou redução histórica em 2024, o Pará atesta como o quarto estado que mais teve redução do CVLI”, disse o titular da Segup.

Ele acrescentou: “Outro ponto importante de destaque é que o Pará segue fora do ranking das 10 cidades mais violentas do Brasil, como já tivemos antes. Nós sabemos que precisamos melhorar e avançar a cada dia, mas os resultados obtidos demonstram um trabalho integrado, árduo e diuturno das forças de segurança com a presença ostensiva da polícia nas ruas, além da atuação precisa nas investigações qualificadas, que vêm nos ajudando a alcançar e identificar padrões de organizações criminosas e desarticular esses grupos. Esse trabalho integrado com as forças de segurança, reunindo nossos três pilares estratégicos – investimento, inteligência e integração – tem surtido efeito e colocando o Pará entre os estados que mais reduziram a criminalidade no Brasil de forma sistemática”, afirmou Ualame Machado.

Redução das Morte Violentas Intencionais 

Segundo os dados divulgados, indicadores de Mortes Violentas Intencionais (MVI) entre os anos de 2023 e 2024, indicam o Pará com redução 7,3%, acima da média nacional, ao registrar 2.745 e 2.560 casos, respectivamente. Se comparado ao ano de 2018 que registrou 4.720 MVI, a redução chega a 46%. Em relação à taxa de MVI por 100 mil habitantes, o Pará saiu de 56,6 em 2018 para 31,9 em 2023 e 29,5 em 2024, de acordo com dados do Anuário.

Redução dos Crimes Violentos Letais contra Policiais Civis e Militares 

O Anuário de Segurança Pública também atestou a redução de 32% nos Crimes Violentos Letais Intencionais contra Policiais Civis e Militares, quando foram registrados 22 casos em 2023 e 15 no ano de 2024. Os números mantêm o Pará os dois estados da região norte com redução de CVLI contra agentes de segurança.

Cidades paraenses estão fora do ranking das 10 cidades mais violentas do País 

O anuário também montou um ranking das 10 cidades mais violentas no ano de 2024, nenhuma do Pará figura na lista. É importante ainda reiterar que outros estudos nacionais como a publicação do Atlas da Violência no ano de 2019, mostrou que no ano de 2017 dois anos antes da gestão atual,  10 municípios paraenses figuraram na lista de cidades mais violentas, como: Altamira, Marituba, Marabá, Ananindeua, Tucuruí, Belém, Parauapebas, Paragominas, Tailândia e Abaetetuba.

“Nós já estivemos com várias cidades no ranking das mais violentas do Brasil, inclusive figurando entre as 10 mais violentas, e graças a todo o investimento e fortalecimento de ações, conseguimos tirar Belém, Ananindeua, Altamira e outras que já figuram nessa lista. Atualmente, na lista com 20 municípios, ainda temos um município que figura nessa lista, mas já esteve em posições mais altas. Marituba, por exemplo, já apresentou a taxa de 100,1 mortes por 100 mil habitantes, reduziu para 58,8, saindo da 7ª para a 15ª posição no ranking, a um passo de sair dessa lista”, observou Ualame Machado.

 

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/14:22:00

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Falso advogado é preso pela Polícia Civil durante operação no VG

(Foto: Reprodução) – O principal alvo da operação é um homem, de 31 anos, que se passava por advogado, apontado como líder do grupo criminoso.

A Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), realizou operação, ontem (24), e cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão e bloqueio de valores, tendo como alvo um grupo criminoso especializado na prática de furto qualificado mediante fraude eletrônica praticado contra idosos.

Os mandados foram deferidos pela 5ª Vara Criminal de Várzea Grande, com manifestação favorável da 5ª Promotoria de Justiça do município. Os bloqueios de valores, de aproximadamente R$ 300 mil, tem como fim o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelas vítimas idosas.

O principal alvo da operação é um homem, de 31 anos, que se passava por advogado, apontado como líder do grupo criminoso. Dois homens, de 27 e 39 anos, foram identificados como seus comparsas e também são alvos de mandados, porém um deles não foi localizado e segue foragido.

 Modo de ação

As investigações iniciaram em março deste ano, com objetivo de desarticular um grupo criminoso que atua nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande e se dedica a prática de furto qualificado mediante fraude eletrônica, praticado contra idosos, em fase de aposentadoria ou benefício de prestação continuada.

O líder do grupo criminoso se identificava para os idosos como sendo exímio advogado do ramo previdenciário, representante de um escritório de advocacia, mas na verdade se trata de bacharel em direito. Para convencer os idosos de que se tratava de advogado habilitado, procurava usar trajes sociais e linguagem técnica da advocacia. Nas visitas que realizava aos idosos, um de seus comparsas se passava por seu motorista.

Para cooptar as vítimas, o falso advogado também costumava frequentar salões de beleza, igrejas, hospitais, locais onde acreditava que conseguiria encontrar idosos. Com a boa lábia, convencia funcionários ou pessoas que frequentavam os locais, que era um exímio advogado do ramo previdenciário, fazendo com que esses contatos o indicassem para outros conhecidos idosos.

 

Fonte: Kb2 Nóticias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/14:15:18

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Discussão termina em facadas e tiro em garimpo

Foto:Reprodução | Conflito entre dois homens de 53 anos no garimpo Novo Astro terminou com ferimentos por faca e arma de fogo; um deles foi transferido em estado grave para o Hospital Regional de Alta Floresta.

Um desentendimento entre dois homens terminou de forma violenta no garimpo Novo Astro, localizado a cerca de 140 km da zona urbana de Nova Bandeirantes, na tarde de quinta-feira (24). Ambos, de 53 anos, ficaram feridos, um deles em estado grave.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada pelo Hospital Municipal após a entrada dos dois homens feridos. Um deles apresentava múltiplos cortes no rosto, cabeça, perna e braço, e foi sedado devido à gravidade dos ferimentos, sendo posteriormente encaminhado ao Hospital Regional de Alta Floresta. O outro homem foi atingido por um disparo de arma de fogo no braço.

Em conversa com a PM, o ferido por tiro relatou que a confusão teve início após ser empurrado de uma motocicleta. A discussão evoluiu e ambos se armaram — um com uma faca e o outro com uma arma de fogo. Durante a briga, U.A.S. desferiu golpes de faca contra R.N.N.P., que revidou com um disparo.

A Polícia Civil está investigando o caso.

 

Fonte: nativanews e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Juiz aposentado é preso por dirigir bêbado e atropelar mulher

Juiz aposentado foi levado para a Seccional de Araçatuba, onde teve a prisão em flagrante convertida em preventiva (Foto: Google Maps/Reprodução)

A vítima, Thais Bonatti, de 30 anos, está hospitalizada em estado grave

Um juiz aposentado, de 61 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira, 24, depois de atropelar uma ciclista na cidade de Araçatuba, interior do Estado.

Informações da Polícia Civil indicam que o magistrado, identificado como Fernando Augusto Fontes Rodrigues Júnior, estava alcoolizado no momento do acidente. A reportagem tenta contato com a defesa dele.

A vítima, Thais Bonatti, de 30 anos, está hospitalizada em estado grave.

Conforme o boletim de ocorrência, o caso aconteceu na Avenida Waldemar Alves, no bairro Jardim Presidente. Júnior estava dirigindo uma caminhonete modelo Ford Ranger, quando parou o veículo perto de um ponto de descarga de mercadorias de um supermercado.

O registro policial informa que uma mulher que o acompanhava tentou sentar em seu colo. Neste momento, o juiz aposentado acelerou o carro e passou com a caminhonete por cima da ciclista.

Quando a Polícia Militar chegou ao local da ocorrência, Thais já tinha sido socorrida ao pronto-socorro. Os agentes foram ao local e constataram que o estado de saúde da vítima era grave. A perícia técnica foi acionada para investigar o caso.

Júnior foi levado à Delegacia Seccional e submetido a exame clínico de embriaguez. O médico legista atestou que o juiz estava “alcoolizado/embriagado”. Um juiz das garantias foi acionado também para acompanhar a ocorrência.

A polícia deu voz de prisão ao magistrado e, na sequência, a sua prisão em flagrante foi convertida em preventiva (sem prazo pré-definido).

Fernando Júnior foi indiciado por lesão corporal culposa e encaminhado à cela especial da Cadeia Pública de Penápolis, interior do Estado, onde aguardará a audiência de custódia.

 

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Exportações do Pará caem no 1º semestre de 2025, mas setor químico mostra força; veja números

Vista aérea de navio de carga e de contêiner de carga em porto. (Foto: Freepick)

Apesar da leve retração geral de 0,4%, produtos químicos lideram alta com crescimento de 46,5%, enquanto mineração e produtos do reino vegetal enfrentam forte queda e tensão cresce com tarifas dos EUA.

No primeiro semestre deste ano, as exportações no Pará somaram 10,9 bilhões de dólares, uma variação negativa de 0,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o estado exportou 11,1 bilhões de dólares.

Porém, no mês de junho, antes mesmo do início das tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras anunciadas pelos EUA, as exportações fecharam em 1,6 bilhão de dólares, o que representa uma queda de 23,6% em comparação a junho de 2024 (2,1 bilhões de dólares). Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

No primeiro semestre de 2025, as exportações do Pará apresentaram comportamentos distintos entre os setores, quando comparadas ao mesmo período de 2024.

O setor de produtos minerais, apesar de manter o maior volume exportado, registrou queda de 10,6% no valor total, passando de US$ 7,5 bilhões em 2024 para US$ 6,7 bilhões em 2025, mesmo com um leve aumento de 4,21% no volume físico, de 73,5 para 76,6 bilhões de quilogramas líquidos exportados.

Em contraste, o setor de produtos das indústrias químicas ou indústrias conexas teve um aumento expressivo de 46,5% no valor exportado, saltando de US$ 887 milhões no primeiro semestre de 2024 para US$ 1,3 bilhão em 2025. O volume também cresceu em 12%, de 2,5 bilhões para 2,8 bilhões de quilogramas líquidos, consolidando o setor como uma das áreas em crescimento na pauta de exportações do estado.

Já o segmento de produtos do reino vegetal apresentou queda significativa, tanto no valor exportado quanto no volume. O faturamento recuou de US$ 1,5 bilhão em 2024 para US$ 1,04 bilhão em 2025, uma queda de 30,66%, enquanto o volume exportado caiu de 3,6 bilhões para 2,4 bilhões de quilogramas líquidos – uma queda de 33,33%.

Focando no mês de junho, a tendência de queda nos produtos do reino vegetal e mineral se manteve.

As exportações de produtos minerais caíram de US$ 1,3 bilhão em junho de 2024 para US$ 1,07 bilhão em junho de 2025 – queda de 17,69% – embora o volume físico tenha aumentado – de 14 bilhões para 14,3 bilhões de quilogramas líquidos no intervalo de um ano, um aumento de apenas 2,14%.

Os produtos do reino vegetal recuaram ainda mais na exportação, com redução de US$ 387 milhões para US$ 212 milhões – queda de 45,21% – acompanhada de forte queda no volume. Em junho do ano passado, foram exportados 869 milhões de quilogramas líquidos, enquanto que em junho deste ano, o número foi para 512 milhões. A variação negativa foi de 41,08% no período.

Por outro lado, as exportações químicas se mantiveram mais estáveis, com uma leve queda de 9,57% no valor de US$ 188 milhões para US$ 171 milhões, mas o aumento de 8,48% no volume de 507 para 550 milhões de quilogramas líquidos sinaliza ganhos de competitividade.
Indústria paraense demonstra força e adaptabilidade, segundo Fiepa

A cadeia produtiva do Pará vem demonstrando, segundo o setor de indústria, uma forte capacidade de adaptação ao mercado internacional.

“É notório o esforço da indústria paraense em manter seus contratos, cumprir rigorosamente os prazos de entrega e buscar, de maneira constante, a diversificação dos destinos de suas exportações”, afirmou Cassandra Lobato, gerente do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA).

Essa diversificação pode ser observada tanto pela inserção de novos produtos quanto pela manutenção de itens tradicionais na pauta exportadora. Segundo Lobato, madeira, suco de frutas e pimenta continuam sendo carro-chefe, enquanto produtos como soja e carne bovina ganham cada vez mais espaço no comércio exterior.

Principais parceiros e ameaças no horizonte

De acordo com a representante da Fiepa, entre os principais destinos das exportações paraenses estão China, Estados Unidos e Malásia. No que diz respeito às importações, destacam-se Estados Unidos, Rússia e China. Contudo, a relação comercial com os EUA pode sofrer uma ruptura caso se concretizem as medidas tarifárias previstas.

“Para o 2º semestre de 2025, a expectativa é preocupante caso as medidas tarifárias de 50% dos Estados Unidos realmente sejam implementadas. Temos uma projeção negativa, com uma possível redução de 2,81% nas exportações aos EUA”, alertou Cassandra.
Setores mais vulneráveis aos efeitos das tarifas

Entre os setores que mais sentiriam os impactos, conforme Lobato, estão alimentos e bebidas, com destaque para o segmento de suco de frutas, e a madeira, que corre o risco de perder até 40% do seu mercado internacional no comércio com os EUA.

“É um ponto de atenção, pois acaba tendo consequências diretas nos quesitos comerciais. Diante disso, é imprescindível que as medidas comerciais sejam tratadas com cautela e equilíbrio para evitar impactos ampliados que possam atingir segmentos econômicos mais vulneráveis e, consequentemente, acarretar consequências sociais”, enfatizou a gerente da FIEPA.

Diante desse cenário de incerteza, Cassandra Lobato defende a via diplomática como caminho para mitigar danos e garantir a continuidade dos negócios.

“Reforçamos a importância de um diálogo diplomático aberto e construtivo entre as nações, buscando soluções que minimizem prejuízos, preservem os investimentos e assegurem a continuidade das relações comerciais históricas e mutuamente benéficas”, concluiu.
Exportações minerais em queda: contexto externo e interno, segundo economista

De acordo com Nélio Bordalo, economista, consultor de empresas e Conselheiro do CORECON PA/AP (Conselho Regional de Economia dos Estados do Pará e Amapá), a discrepância entre o aumento do volume físico e a queda no valor das exportações minerais tem raízes principalmente na conjuntura internacional e na estrutura da pauta exportadora paraense.

“Essa situação sinaliza uma possível deterioração nos termos de troca para os produtos minerais exportados pelo Pará”, avaliou o economista.

Entre os fatores apontados para essa queda de receita estão a redução dos preços internacionais das commodities minerais, como o minério de ferro, além do impacto da desaceleração da economia chinesa — principal compradora do produto. Bordalo também destacou a ampliação da oferta por concorrentes e a menor demanda global por aço como agravantes.

“Outro fator relevante é o perfil da pauta exportadora mineral do Pará, ainda fortemente concentrada em produtos de baixo valor agregado”, explicou.

“A exportação de minérios em estado bruto, sem beneficiamento local ou transformação industrial, limita a geração de receitas, mesmo quando há crescimento nos volumes exportados”, disse.

Além disso, mudanças na composição dos produtos exportados, com maior participação de minérios de menor teor ou menor cotação, podem ter contribuído para a queda na receita.
Setor químico em ascensão aponta caminhos para diversificação

Em sentido oposto ao setor mineral, o setor químico apresentou um desempenho robusto no semestre, com crescimento tanto no valor quanto no volume das exportações. Para Bordalo, esse resultado pode indicar uma mudança positiva na estrutura econômica do estado.

“Esse avanço certamente reflete um aumento na demanda internacional por insumos químicos, incluindo produtos derivados de matérias-primas do Pará”, afirmou.

Ele destacou o papel dos polos industriais, especialmente em Barcarena, que contam com melhor infraestrutura logística e maior capacidade de aproveitamento industrial dos recursos naturais.

Apesar de ainda ser cedo para afirmar que há uma transformação estrutural em curso, Bordalo vê potencial no crescimento do setor químico como parte de uma estratégia mais ampla para diversificação da economia local.

“Caso esse movimento seja sustentado por políticas públicas adequadas e investimentos privados em agregação de valor, há potencial para uma diversificação da pauta exportadora do estado”, destacou.

“Isso pode reduzir a dependência de commodities primárias e tornar a economia paraense mais resistente a choques externos”, avalia.
Exportações Gerais – Janeiro a Junho de 2025
Total exportado: US$ 10,9 bilhões
Variação em relação ao 1º semestre de 2024: queda de 0,4%
Valor em 2024: US$ 11,1 bilhões

Desempenho em Junho de 2025
Total exportado em junho: US$ 1,6 bilhão
Variação em relação a junho de 2024: queda de 23,6%
Valor em junho de 2024: US$ 2,1 bilhões
Importante: Queda ocorreu antes do anúncio das tarifas de 50% dos EUA

Setor de Produtos Minerais
Janeiro a Junho de 2025:

Valor exportado: US$ 6,7 bilhões (queda de 10,6% em relação a 2024)
Volume exportado: 76,6 bilhões kg (aumento de 4,21%)

Junho de 2025:

Valor: US$ 1,07 bilhão (queda de 17,69%)
Volume: 14,3 bilhões kg (aumento de 2,14%)

Setor de Produtos do Reino Vegetal
Janeiro a Junho de 2025:

Valor exportado: US$ 1,04 bilhão (queda de 30,66%)
Volume exportado: 2,4 bilhões kg (queda de 33,33%)

Junho de 2025:

Valor: US$ 212 milhões (queda de 45,21%)
Volume: 512 milhões kg (queda de 41,08%)

Setor de Produtos Químicos e Indústrias Conexas
Janeiro a Junho de 2025:

Valor exportado: US$ 1,3 bilhão (aumento de 46,5%)
Volume exportado: 2,8 bilhões kg (aumento de 12%)

Junho de 2025:

Valor: US$ 171 milhões (queda de 9,57%)
Volume: 550 milhões kg (aumento de 8,48%)

 

Fonte:O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Menina de 9 anos morre depois de comer bolo e pão de queijo na casa da avó

Pão de queijo foi entregue por um tio da vítima (Foto: Freepik)

Um gato que mora perto da casa da avó também morreu após apresentar sintomas parecidos com os da garota; o animal foi recolhido para exames

Uma menina de 9 anos morreu na noite de quarta-feira, 23, em Minas Gerais, depois de comer bolos e pães de queijo na casa da avó, na cidade de São Francisco. Ela passou mal e deu entrada no hospital municipal já em parada cardiorrespiratória.

Conforme informações preliminares da Polícia Militar, a avó preparava um café da tarde e servia bolo para a menina e uma irmã dela. Por volta das 18h, um tio das crianças apareceu na residência da mulher com pães de queijo. O homem entregou os produtos e foi embora.

Caso ocorreu em Minas Gerais e investigações suspeitam de envenenamento proposital
Mulher morre após comer feijão supostamente envenenado que ela mesma serviu ao marido e ao enteado

Após a refeição, a criança começou a sentir fortes dores abdominais e uma secreção espumosa começou a sair pelo nariz, segundo o relato da PM. A avó tentou reanimar a criança e um vizinho a levou para o hospital municipal de São Francisco.

A criança chegou à unidade já em parada cardiorrespiratória e, apesar do atendimento, não resistiu. Não há relatos de que a irmã e a avó tenham passado mal também. Conforme a mãe da menina, ela estaria em São Francisco para passar as férias escolares na casa da avó.

Ainda na noite de quarta, a PM informou que um gato foi apresentado à polícia com os mesmos sintomas da garota. Ele foi levado por um homem que mora perto da casa da avó. Na mesma noite, o animal morreu. O relato não especifica se o animal vivia na mesma casa onde estavam os alimentos e a quem pertencia.

O corpo da menina foi levado ao Instituto Médico Legal de Januária e foi liberado para necrOpsia. O gato e os alimentos foram recolhidos para exames da perícia. A reportagem buscou contato com a Polícia Civil para mais detalhes sobre o caso e aguarda retorno.

 

Fonte: Estadão Conteúdo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Marido persegue assaltantes e bate em caminhonete roubada para salvar esposa, em Parauapebas (PA)

Foto/Reprodução/Redes sociais | Durante o assalto, a vítima pulou do veículo; Polícia investiga o caso.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma colisão entre veículos após o roubo de uma caminhonete, no município de Parauapebas, no sudeste do Pará (Foto/Reprodução/Redes sociais)

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma colisão entre veículos após o roubo de uma caminhonete, no município de Parauapebas, no sudeste do Pará. A ação ocorreu por volta das 15h30 de quinta-feira (24).

Uma mulher foi vítima de assalto à mão armada quando trafegava com sua caminhonete Toyota SW4 branca por uma avenida de Parauapebas. O roubo ganhou repercussão após vídeos mostrarem a vítima pulando do veículo em movimento para escapar dos criminosos em uma rua movimentada do centro da cidade, informou, ainda, o portal Correio de Carajás.

Segundo a Polícia Civil, dois homens abordaram a mulher quando ela trafegava pela avenida. Eles anunciaram o roubo e entraram na caminhonete. Um deles portava arma de fogo. Durante a ação, a mulher foi agredida com coronhadas na boca e nos braços.

O marido da vítima, que seguia logo atrás em uma caminhonete Hilux, presenciou o assalto e iniciou uma perseguição para tentar salvar a esposa. Durante o acompanhamento, ele conseguiu colidir frontalmente com a caminhonete roubada, atingindo o para-choque do veículo.

O impacto da colisão fez com que um dos criminosos abandonasse o veículo e fugisse a pé pelas ruas do bairro. O segundo assaltante, que estava dirigindo o veículo, conseguiu escapar dirigindo pela contramão. A caminhonete SW4 foi encontrada abandonada algumas horas depois na esquina entre as ruas B e 06, no bairro Cidade Nova. A vítima recebeu atendimento médico e registrou boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informa que equipes da Seccional de Parauapebas investigam o caso. Testemunhas são ouvidas para auxiliar nas buscas aos suspeitos.

 

Fonte:O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Preta Gil chega ao Theatro Municipal para velório no Rio de Janeiro

O caixão com o corpo da cantora Preta Gil chega ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no centro do Rio (Foto:EGBERTO RAS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO).

Cantora morreu no domingo (20), em Nova York, onde fazia tratamento contra câncer de intestino

O corpo da cantora Preta Gil chegou ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (25), por volta das 7h, para ser velado.

A despedida da artista será aberta ao público entre 9h e 13h, oferecendo aos fãs a oportunidade de prestar as últimas homenagens. Familiares e amigos próximos ocupam uma área reservada no saguão do teatro, onde foi instalado um telão de LED exibindo imagens da trajetória de Preta.

Após o velório, o corpo da cantora será levado ao Crematório e Cemitério da Penitência, no Caju, Zona Norte do Rio, onde haverá uma cerimônia de despedida restrita à família e amigos próximos, das 15h às 17h.

O cortejo será realizado em um carro do Corpo de Bombeiros e seguirá por trechos simbólicos da cidade, incluindo o circuito dos megablocos, que passou a levar o nome da artista em homenagem à sua trajetória e contribuição ao carnaval de rua carioca. Preta Gil era a fundadora do “Bloco da Preta”, um dos mais populares do Rio.

Diferentemente do que a cantora havia expressado em vida, não haverá apresentações musicais ou trio elétrico durante o velório. A artista morreu no último domingo (20), aos 50 anos, em Nova York, nos Estados Unidos, onde estava desde maio para um tratamento experimental contra um câncer de intestino, diagnosticado em janeiro de 2023.

O corpo da cantora chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na quinta-feira (24), e seguiu imediatamente para o Rio de Janeiro. Em razão do velório e da estimativa de grande presença de fãs, a Prefeitura montou um esquema especial de trânsito e segurança no entorno do Theatro Municipal. Desde a noite de quinta-feira,  ruas próximas ao local estão interditadas.

LEIA MAIS:Vítima de câncer, Preta Gil morre aos 50 anos

Corpo de Preta Gil será velado na sexta-feira em cerimônia aberta ao público no Theatro Municipal do Rio

Corpo de Preta Gil chega ao Brasil nesta quinta-feira (24)

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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FGTS distribuirá quase R$ 13 bi do lucro de 2024 a trabalhadores

Foto:Reprodução | Cerca de 134 milhões de trabalhadores receberão R$ 12,929 do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2024. O valor equivale a 95% do lucro de R$ 13,61 bilhões registrado no ano passado.

O Conselho Curador do FGTS aprovou nesta quinta-feira (24), em Brasília, o balanço do fundo no ano passado. Tradicionalmente votada em agosto, a distribuição dos lucros também foi definida na reunião de julho. Após um lucro recorde de R$ 23,4 bilhões em 2023, o FGTS lucrou quase R$ 10 bilhões a menos em 2024.

Com a partilha dos lucros, o FGTS terá rentabilidade de 6,05% em 2024, acima da inflação oficial de 4,83% no ano passado.

No ano passado, o FGTS distribuiu 65% dos lucros aos cotistas. O percentual ficou em 99% em 2023 e em 2022. Em 2021, 96% do resultado positivo foram partilhados.

A queda no lucro em 2024 ocorreu porque, em 2023, o FGTS obteve um lucro extra de R$ 6,6 bilhões da reestruturação do fundo que financia a reconstrução do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O restante da queda decorreu das enchentes no Rio Grande do Sul, que impulsionaram os saques no FGTS no ano passado.

No ano passado, tanto a arrecadação quanto os saques no FGTS bateram recorde. Em 2024, o fundo arrecadou R$ 192 bilhões, alta de 9% em relação aos R$ 175,4 bilhões em 2023. Isso decorre da queda no desemprego e do aumento da formalização no mercado de trabalho.

Ao mesmo tempo, os saques somaram R$ 163,3 bilhões, com alta de 15%. De acordo com a Caixa Econômica Federal, administradora do FGTS, as inundações no Rio Grande do Sul elevaram as retiradas.

Prazo para pagamento

Como um trabalhador pode ter mais de uma conta no FGTS, os R$ 12,969 bilhões serão repartidos entre 235 milhões de contas. O dinheiro é distribuído proporcionalmente ao saldo em cada conta em nome do trabalhador em 31 de dezembro do ano anterior.

A Caixa Econômica Federal tem até 31 de agosto para creditar a parcela dos lucros do FGTS repartida entre os cotistas.

Pela legislação, o FGTS rende 3% ao ano mais a taxa referencial (TR). No entanto, a distribuição dos lucros – existente desde 2017 – melhora o rendimento do fundo. O crédito – rendimento tradicional mais a distribuição do lucro – é incorporado ao saldo da conta.

Em 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Fundo deverá ter correção mínima pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mas a correção não é retroativa sobre o estoque das contas e só vale a partir da publicação do resultado do julgamento.

Se o resultado da distribuição do lucro por trabalhador e do rendimento de 3% ao ano mais a TR ficar menor que a inflação, o Conselho Curador é obrigado a definir uma forma de compensação para que a correção alcance o IPCA.

Como consultar o saldo

O trabalhador pode verificar o saldo do FGTS por meio do aplicativo FGTS, disponível para os telefones com sistema Android e iOS.

Quem não puder fazer a consulta pela internet deve ir a qualquer agência da Caixa pedir o extrato no balcão de atendimento.

O banco também envia o extrato do FGTS em papel a cada dois meses, no endereço cadastrado.

Quem mudou de residência deve procurar uma agência da Caixa ou ligar para o número 0800-726-0101 e informar o novo endereço.

Posso sacar?

O dinheiro, porém, só poderá ser retirado de acordo com as regras de saque, como demissão sem justa causa, compra da casa própria, doenças graves ou saque-aniversário.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Estado do Pará tem uma das polícias mais letais do Brasil, aponta estudo

Foto:Reprodução | Os estados do Amapá, Bahia e Pará lideram o ranking nacional de letalidade policial, com as maiores taxas de mortes causadas por policiais em 2024.

Os dados são do 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (24).

Segundo o estudo, o Amapá teve a maior taxa do país, com 45,1 mortes por 100 mil habitantes decorrentes de intervenções policiais.

Em seguida aparecem a Bahia, com 40,6, e o Pará, com 37,5. Os três estados registraram índices cinco vezes maiores que a média nacional, de 8,2 por 100 mil.

Cidades onde a polícia mata mais do que o crime organizado

Em 55 municípios brasileiros, a maioria das mortes violentas registradas em 2024 foi provocada por intervenções policiais. Em algumas dessas cidades, mais de 80% das mortes violentas intencionais (MVI) tiveram como autores agentes do Estado.

Na cidade de Porto Grande (AP), por exemplo, 100% das mortes violentas foram causadas por policiais. O mesmo ocorreu em Guajará (AM). No top 10 dos municípios com maior proporção de mortes causadas por policiais, cinco estão no Norte do país.

Já no Nordeste, municípios baianos como Camaçari, Simões Filho e Lauro de Freitas também aparecem com altos percentuais — acima de 60% das mortes violentas nessas cidades vieram da atuação policial.

O relatório alerta que essas cidades compartilham um padrão preocupante: forte presença de facções criminosas, vulnerabilidade social extrema e ações policiais com pouca supervisão e elevado grau de violência.

“A presença do Estado se materializa de forma letal nessas regiões. Onde faltam escolas, saúde e saneamento, sobra bala”, afirma um trecho do estudo.

Quem são as vítimas?

O perfil das vítimas da letalidade policial no Brasil permanece praticamente inalterado:

91,1% são homens
79% são negros
48,5% têm até 29 anos
73,8% morrem por arma de fogo
57,6% das mortes ocorrem em via pública

O estudo feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que jovens negros e moradores das periferias continuam sendo os mais afetados pelas ações policiais letais.

Estados do Norte e Nordeste concentram letalidade

Além das altas taxas estaduais de Amapá, Bahia e Pará, a análise municipal reforça que os estados do Norte e Nordeste concentram as cidades onde a letalidade policial é mais crítica.

Das 55 cidades com maior proporção de mortes violentas causadas por policiais, 32 estão nas duas regiões. O relatório chama atenção para a ausência de políticas públicas integradas nesses territórios e a predominância de uma lógica de confronto no lugar da prevenção.

Diferenças entre estados

Enquanto Amapá, Bahia e Pará apresentam taxas superiores a 37 por 100 mil habitantes, outros estados, como São Paulo (8,2), Santa Catarina (8,5) e o Distrito Federal (8,9), mostram índices muito mais baixos, apesar de enfrentarem problemas de segurança similares.

A diferença revela desigualdades estruturais e operacionais no modo como as forças de segurança atuam no Brasil.

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública defende que é urgente implementar reformas institucionais, com foco na redução da letalidade, controle externo das polícias e respeito aos direitos humanos.

O relatório mostra que, em muitos municípios, os agentes do Estado são responsáveis por mais mortes do que os criminosos, uma realidade que desafia o papel constitucional das polícias e compromete a confiança da população.

Fonte:  CNN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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