Duelo no Pará, um com faca, outro com revólver: os dois morrem

(Foto: Reprodução) – Uma briga entre Ailson Leão da Silva e Daniel de Sousa Muniz terminou em tragédia para os dois

Um violento confronto entre dois homens acabou em tragédia no último fim de semana, em um assentamento localizado na zona rural de Curionópolis, no sudeste do Pará, a cerca de 27 quilômetros do histórico distrito de Serra Pelada. O desfecho foi fatal para ambos os envolvidos: Ailson Leão da Silva e Daniel de Sousa Muniz morreram no local após um embate sangrento que envolveu golpes de faca e disparos de arma de fogo.

De acordo com as autoridades policiais, o caso foi registrado por volta das 21h30. As circunstâncias que levaram ao confronto ainda são desconhecidas e estão sendo investigadas. O que se sabe até o momento é que os dois homens teriam iniciado uma luta corporal intensa.

Durante a briga, segundo o jornal Correio de Carajás, um deles atacou o outro com uma faca. Ferido, o homem esfaqueado reagiu sacando uma arma de fogo e atirando contra o agressor.

O resultado foi devastador: ambos caíram mortos ainda no local, transformando o assentamento em palco de um duelo fatal, quase como em um velho faroeste rural, onde a violência parece ter falado mais alto do que qualquer tentativa de resolução pacífica.

Peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves estiveram na cena do crime, realizando os levantamentos técnicos e removendo os corpos para o Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso, que deverá ter novos desdobramentos nos próximos dias, a partir da oitiva de testemunhas.

O episódio evidencia mais uma vez o clima de tensão e violência latente em áreas rurais isoladas, muitas vezes marcadas por conflitos territoriais e disputas pessoais. Um simples desentendimento — cuja origem ainda é um mistério — foi o estopim para um embate brutal que ceifou duas vidas de forma imediata.

 

Fonte: Ver o Fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:09:01

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Cartel executa rival com extrema crueldade e expõe o coração da vítima em vídeo.VEJA

As imagens, extremamente fortes, revelam o nível de brutalidade que esses grupos criminosos utilizam na guerra por territórios

Um vídeo aterrorizante circula em grupos fechados de mensagens e mostra o momento em que integrantes do Cártel del Noreste (CDN) executam, com requintes de crueldade, um suposto membro do cartel rival La Niña.

As imagens, extremamente fortes, revelam o nível de brutalidade que esses grupos criminosos utilizam na guerra por territórios no México. A gravação mostra a vítima sendo torturada de forma violenta antes de ser morta.

Em um dos momentos mais chocantes do vídeo, os executores retiram o coração da vítima e o exibem diante da câmera, como uma demonstração de poder e intimidação contra outros grupos rivais.

De acordo com fontes locais, esse tipo de execução tem se tornado cada vez mais comum na disputa sangrenta entre cartéis, principalmente nas regiões de fronteira. O Cártel del Noreste, conhecido por sua crueldade extrema, vem protagonizando diversos episódios semelhantes nos últimos anos.

A identidade da vítima ainda não foi oficialmente confirmada, mas relatos indicam que ele seria um integrante do cartel La Niña, capturado em meio a confrontos recentes.

VEJA VÍDEO:

Atenção: o vídeo abaixo contém imagens fortes e pode ser sensível para algumas pessoas.

Fonte: Portal 92amz (92)98151-7280 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/14:53:05

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Polícia investiga caso de mulher assassinada a tiro em medicilândia

(Foto: Reprodução) – O homicídio ocorreu na noite de sábado, 26

Uma mulher foi assassinada a tiro na cidade de Medicilândia (PA) na noite desse sábado, 26 de julho. A vítima identificada como sendo a nacional, Ângela Maria da Silva Alves, de 40 anos, foi alvejada a tiro e não resistiu.

A polícia está investigando o crime de homicídio que ocorreu por volta das 23h na Rua Antônio Maciel.

A  motivação e autoria do crime ainda são desconhecidas.

Logo após o crime ser consumado, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada pelo filho da vítima.

A guarnição se deslocou até ao local, isolou a cena de crime e acionou a Policia Civil. A PM também coletou informações com uma nacional, cuja estava acompanhando Ângela, e a mesma relatou que os assassinos foram dois indivíduos, os quais estavam numa motocicleta e após efetuarem o disparo, seguiram para destino ignorado.

A Polícia Militar intensificou o policiamento no intuito de conseguir observar qualquer atitude suspeita, afim de prender os autores do assassinato, mas sem êxito.

Fonte: Gazeta Real Uruará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/14:48:55

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MPT pede ao nº 1 da Alepa que obedeça STF e não crie cargos para “servidores fantasmas” na Casa

MPT avisa ao nº 1 da Alepa que não crie novos cargos para Deputado Chicão (MDB), presidente da Alepa: contratação irregular. Foto: Alepa/arquivo JC

O Ministério Público do Trabalho (MPT) do Pará recomendou à Alepa (Assembleia Legislativa do Pará) para que sejam cumpridas decisões judiciais que tratam do respeito à proporcionalidade na criação de cargos em comissão tendo como base a quantidade de cargos da carreira, no âmbito da Casa.

No documento também consta que a criação de cargos comissionados deve obedecer a preceitos constitucionais, restringindo-se às funções de direção, chefia e assessoramento.

Em razão de informações veiculadas recentemente pela Alepa, em seu site, e das tratativas de acordo existentes em processo movido pelo MPT e Ministério Público do Pará (MPPA), a recomendação também prevê que a Casa, presidida pelo deputado Chicão (MDB), se abstenha de aprovar projetos de decretos que criam de forma inconstitucional e desproporcional quantidades excessivas de cargo em comissão na estrutura da organização e funções anômalas.

Servidores fantasmas

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De acordo com o MPT, a criação dos cargos deve ser justificada pela relação de confiança entre o nomeante e o nomeado e sua quantidade proporcional à necessidade da administração e ao número de servidores efetivos, com as atribuições detalhadas na lei que os cria.

Segundo proposta apresentada pela Alepa, no Decreto Legislativo 24/2025, haveria a criação de funções de apoio legislativo no âmbito da Casa sem previsão na Constituição Federal, com o aparecimento de uma figura sui generis, sem proteção ou vinculação a concurso público e ao local de trabalho na dependência da Alepa, abrindo para a possibilidade de “servidores fantasmas”.

Esse trabalhador também não teria vinculação com os cargos comissionados ou da carreira, sendo ora semelhante ao cargo em comissão, uma vez que a função pode ser desempenhada por pessoas de fora do quadro, ora semelhante ao cargo de carreira por não se restringir a funções de direção, chefia e assessoramento.

Ação civil pública

O MPT e o MPPA ajuizaram uma ação civil pública no Tribunal de Justiça do Pará após inquérito que apurou irregularidades na contratação de servidores públicos sem concurso, contratação irregular de estagiários, excesso de cargos comissionados, entre outros fatos na Assembleia Legislativa do Pará.

A ação já transitou em julgado por decisão proferida no Supremo Tribunal Federal. A Alepa procurou o Ministério Público para negociar as condições de cumprimento da decisão por meio da celebração de um Termo de Ajuste de Conduta.

Posteriormente, contudo, apresentou nos autos proposta prevendo que cargo em comissão não se restringe às funções de direção, chefia e assessoramento, bem como não se justifica pela relação de confiança entre o nomeante e o nomeado. Segundo o Ministério Público, tal proposta ofende as normas constitucionais do concurso público, além de conter uma quantidade excessiva de cargos comissionados de forma totalmente desproporcional à quantidade de efetivos.

Ação conjunta do MPT e MPPA

O MPT e MPPA têm atuação conjunta no combate às fraudes na administração pública por meio de Cooperação interministerial e da Comissão Interministerial de Combate às Irregularidades na Administração Pública – COCIAP (Convênio 13/2024), que permite expedir ofícios, notificações e recomendações, para cumprir as normas constitucionais atinentes à matéria, de forma conjunta ou em separado.

Para cumprimento da recomendação expedida, deverão ser comunicadas ao Ministério Público do Trabalho, no prazo de 15 dias a contar de 23 de julho, as providências que foram efetivamente adotadas, ou a eventual não necessidade de adoção em razão de prévia regularização do quadro de servidores da Alepa.

O não atendimento da recomendação do Ministério Público implica a possibilidade de responsabilização por improbidade, civil, penal, administrativa e eleitoral.

Fonte: MPT/PA-AP e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/14:43:45

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Pará e Amapá operam como “portas de saída” do tráfico de drogas na Amazônia, diz Anuário

(Foto: Reprodução) – Fórum de Segurança Pública e institutos de pesquisa apontam que capital do Pará está sob controle de duas facções criminosas.

Os estudos sobre o tráfico de drogas na Região Norte contidos no Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, divulgado na semana passada, apontam que “a porta de entrada de drogas é o Estado do Amazonas e as portas de saída são os Estados do Pará e no Amapá”.

Na Região Norte, incluindo os Estados do Amazonas e Pará, houve aumento de 92% nas apreensões de cocaína, de 5,4 toneladas em 2013 para 10,4 toneladas em 2024, quando a média nacional subiu 72% no mesmo período. As apreensões de maconha cresceram 6.530%, passando de 229 quilos em 2013 para 15,2 toneladas em 2024, enquanto a média nacional dobrou.

A rota do tráfico 

O estudo mostra que após o ingresso em território brasileiro via município de Tabatinga, as cargas ilícitas transitam pelo rio Solimões e, subsequentemente, pelo rio Amazonas, e são ocultadas de diversas formas: dentro de compartimentos ocultos nos grandes barcos, misturadas às cargas, submersas e presas nos cascos das embarcações e até em fundos falsos de canoas usadas pelos indígenas e pescadores. E passam às centenas, todas as horas do dia e todos os dias do ano. A cidade de Manaus, com seu porto estratégico na confluência dos rios Solimões e Negro, serve como um ponto de distribuição e transbordo.

Os principais pontos de escoamento para os mercados nacional e internacional, notadamente o europeu, são os portos de Vila do Conde, localizado próximo a Belém, no Pará, e o Porto de Santana, em Macapá, no Amapá, que são terminais marítimos com acesso ao oceano Atlântico e representam as “portas de saída” da rota.

Cocaína em Barcarena

No início de setembro do ano passado, a Polícia Federal apreendeu 39 quilos de cocaína em um navio ancorado no Porto de Vila do Conde, município de Barcarena, no Pará. A apreensão partiu de fiscalização que havia iniciado pela PF, junto com a Marinha do Brasil e a Receita Federal.  O navio, de transporte de bois, chegou da Europa ao porto e estava aguardando para ser carregado e voltar à Europa quando foram encontrados os primeiros blocos de cocaína escondidos no casco da embarcação. Três horas mais tarde, outros tabletes foram achados. Um inquérito policial foi aberto para apurar a origem e destino da droga e identificar os responsáveis pelo crime.

Os especialistas apontam que a rota do rio Solimões virou eixo estratégico do narcotráfico para transporte de cocaína entre Colômbia-Peru e Europa. Observou-se também aumento de investigações sobre garimpo ilegal, violência e lavagem de dinheiro, indicando convergência de mercados ilícitos financiados pelos lucros do tráfico.

Dados no Pará  

A quantidade de drogas apreendidas pela Polícia Federal no Pará caiu entre 2021 e 2024. No primeiro ano aferido pelo Anuário, em 2021, no Pará foram apreendidas 2,8 toneladas de drogas, já em 2024, esse número é de 876 quilos. Um dado que chama atenção é que em 2022, esse número foi bastante alto, com apreensão de mais de 5 toneladas de drogas.Um número que salta aos olhos vem do Amazonas, e mostra que, em 2024, apenas naquele Estado foram apreendidas mais de 6 toneladas de drogas. Com esse dado, o Pará se mantém na terceira posição em drogas apreendidas, atrás do Amazonas e de Rondônia.

Em 2020, último ano apurado no segmento de apreensão de maconha, o Pará teve 664,46 quilos dessa droga apreendidos, segundo dados das Polícias Federal e Estadual.

Dominação criminosa

Analisando os contextos nacional e regional, o Anuário apurou que um terço dos municípios da Amazônia Legal, ou seja, 260 dos 772, está sob influência de facções criminosas, sendo que o Comando Vermelho domina cerca de 130 municípios e o PCC está crescendo na região.  Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o padrão de atuação das facções se expandiu para crimes ambientais, como desmatamento, garimpo ilegal, contrabando de madeira e tráfico de animais, criando um ciclo chamado de narcoecologia, que é quando o tráfico financia ilícitos ambientais e a lavagem ocorre via recursos de garimpo e madeira.

Um crescimento de 300% se mostra nos relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, nas áreas da Amazônia Legal entre 2016 e 2023, bem acima dos 101,7% da média nacional, o que indica intensificação do acompanhamento financeiro para rastrear a lavagem de ativos.

Operações federais recentes, como a “Operação Linhagem”, em maio de 2025, desarticularam redes criminosas envolvidas em tráfico e lavagem com movimentação estimada de R$ 362 milhões em três anos só no estado do Amazonas. As facções constroem uma “rede” entre narcotráfico, garimpo ilegal e lavagem via empresas de fachada, contaminando legalidade formal com recursos ilícitos.

Esse segmento é apontado em relatórios internacionais que mostram que apenas cerca de um terço das investigações de crime ambiental, como garimpo e extração de madeira, incluem um rastreamento financeiro eficaz, o que enfraquece a capacidade de desmantelar essas redes nacional e internacionalmente.

Quem manda no Estado

O Fórum e outros institutos de pesquisa, como o Mãe Crioula, apontam que na Amazônia Legal são 129 cidades sob o domínio do Comando Vermelho e 28, sob o PCC.  Belém, por exemplo, está sob domínio do Comando Vermelho e do PCC, assim como localidades do sudoeste do Estado. O mapa de ocupação das facções mostra que no Pará, o domínio é do Comando Vermelho.

Papo Reto

•Os números da criminalidade divulgados pelo Anuário de Segurança Pública na última quinta-feira são tão reais quanto uma nota de R$ 3. São subnotificados, por assim dizer.

•Os dados medidos em 2019, por exemplo, favorecem a queda dos índices, mas pecam por uma razão na comparação ao ano anterior.

•Em 2018, a Segurança Pública usou dois instrumentos para medir a violência, além da própria métrica, que foi o do Sistema Público de Saúde.

•É nesse detalhe que se esconde o perigo, como entenderão os bons entendedores.

•”O Brasil não se engajou seriamente nas negociações com os EUA”, reclama um porta-voz da Casa Branca, referindo-se à grave omissão de Lula e sua tentativa de empurrar o “abacaxi” para o vice, Geraldo Alckmin, de quem Trump não admite sequer ouvir o nome.

•Aliás, os governadores Tarcísio de Freitas (foto), Ratinho Jr e Ronaldo Caiado bateram duro em Lula pelo “visível desinteresse” em negociar tarifa com os EUA.

•Caso permaneça o tarifaço de Trump, São Paulo, sozinho, perderá no mínimo 120 mil empregos com a queda da atividade das empresas que dependem de insumos americanos.

•Uma balsa transportando caminhões e postes vinda de Marabá com destino a Itaporanga (AM) naufragou no temido Pedral de Nazaré dos Patos, próximo a Breu Branco, no sudeste do Pará, por imperícia do comandante.

•Fóssil de peixe-pênis com dentes peludos foi encontrado no Grand Canyon, Estados Unidos. As pesquisas concluíram que a região ofereceu as condições ideais para o surgimento de vida complexa há meio bilhão de anos.

 

Fonte: Portal Olavodutra e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/14:37:52

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Filho matou mãe e mentiu à polícia: veja o que ele revelou após prisão

Foto:© Reprodução- Instagram | Matteos França alegou que matou Soraya após um surto por causa de dívidas. Enforcou a mãe, escondeu o corpo e registrou um falso desaparecimento antes de confessar. A polícia investiga se houve premeditação

A professora Soraya Tatiana Bomfim França, de 58 anos, foi encontrada morta sob um viaduto em Vespasiano (MG), no último domingo (20). Dois dias depois do crime, o próprio filho da vítima, Matteos França Campos, de 32 anos, confessou ter cometido o assassinato.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, o homem relatou que vinha discutindo com a mãe por causa de problemas financeiros.

Ele acumulava dívidas com apostas online e, no dia 18 de julho, teria tido um “surto” durante uma briga no apartamento onde ambos viviam, e a enforcou.

Após o crime, Matteos colocou o corpo da mãe no porta-malas do carro e o deixou perto de um viaduto.

O corpo foi encontrado dois dias depois, coberto com um lençol, com roupas e queimaduras. A polícia aguarda o laudo da necrópsia para confirmar a causa da morte, mas não há sinais de violência sexual.

Mesmo após o crime, Matteos registrou um boletim de ocorrência, alegando que a mãe havia desaparecido enquanto ele viajava com amigos para a Serra do Cipó. A versão levantou suspeitas, e as investigações apontaram contradições.

“Todos os elementos indicavam que não havia outra pessoa no imóvel antes da viagem”, afirmou a delegada Ana Paula Rodrigues de Oliveira, que conduz o caso. Matteos foi preso temporariamente nesta sexta-feira (25). As investigações continuam.

 

Fonte: Notícias ao Minuto  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/06:09:48

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Arte contemporânea da região amazônica protagoniza festival na Suíça

Festival Amazônia Mapping ganha versão pocket na Suíça — Foto: Divulgação

Em parceria inédita com o Solar Festival, as artistas paraenses Aíla e Roberta Carvalho levam sua força criativa para a Suíça, e mostram ao mundo a potência da arte contemporânea do nortista

A Amazônia ocupa o centro da cena cultural internacional com uma participação inédita no Solar Festival 2025, que ocorre até segunda-feira (28) em Zurique, na Suíça.

Pela primeira vez, a programação do festival é pensada a partir do olhar de duas artistas criativas amazônidas: Aíla e Roberta Carvalho, ambas paraenses, que levam para o coração da Europa uma amostra pulsante da produção contemporânea do Norte do Brasil.

Conduzida pelas vozes de quem vive, cria e resiste na floresta, a programação mescla arte, tecnologia e ancestralidade, conectando música, videomapping, realidade virtual, performances e debates.

Aíla e Roberta foram convidadas a fazer uma collab desta edição como reconhecimento pelo trabalho que desenvolvem à frente de projetos pioneiros como o festival MANA – primeiro festival das mulheres da música da Amazônia – e o Amazônia Mapping – um festival de arte e tecnologia pioneiro no Brasil – que agora ganham versões internacionais durante o Solar Festival.

“Da Terra Firme pro mundo. Fico muito emocionada de vir de onde eu vim, e poder levar hoje a música do nosso Pará para outras fronteiras e ouvintes”, afirma Aíla. “Essa é a primeira vez que fazemos uma edição do MANA em outro país. Tenho certeza que é só o começo!”

Música e tecnologia

Na programação, Aíla leva ao palco do Moods, um dos principais de Zurique, o seu show que mistura o pop amazônico com a música eletrônica, do zouk ao brega, da lambada ao carimbó.

A apresentação visual tem direção de Roberta Carvalho, que também assina obras de videomapping na fachada do Schiffbauplatz, “Symbiosis”, na Ilha Saffa, além de ministrar uma oficina na ZHdK, renomada Universidade das Artes de Zurique.

Para Roberta, a presença da Amazônia é também um gesto político. “Raramente a região é vista como produtora de pensamento contemporâneo. Com essa programação, queremos marcar um território simbólico: o da Amazônia como centro de criação, de onde brotam vozes, imagens e ideias capazes de impactar o mundo.”

Imersão amazônica

A dupla apresenta ainda a mostra imersiva “Amazônia Mapping VR”, com experiências sensoriais em realidade virtual assinadas por artistas como Rafael Bqueer, Jean Petra, Dj Méury, Bianca Turner e PV Dias.

O Solar Festival existe desde 2019 e tem como proposta celebrar a cultura brasileira em Zurique. A edição de 2025 expande essa visão e abraça o tema “Arte e Cultura como Catalisadores para uma Consciência Transformadora”, com foco na crise climática e no saber ancestral como instrumento de resistência e futuro.

O festival traz shows do grupo Kayatibu, coletivo multimídia de jovens indígenas do povo Huni Kuin; performance de Uýra Sodoma, artista indígena travesti da etnia Munduruku; filmes de Keila Sankofa, artista visual e cineasta do Amazonas; e uma mesa de debate com artistas e lideranças sobre o conceito de “florestania”. A programação busca afirmar a Amazônia como território de futuro, arte e tecnologia.

 

Fonte:  g1 Pará e TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/06:09:48

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Queda de ponte entre Maranhão e Tocantins foi causada por excesso de peso, diz PF

Foto:Reprodução | Perícia durou mais de sete meses. Laudo aponta que a queda foi provocada pela deformação do vão central, causada pelo excesso de peso dos veículos.

Mais de sete meses depois da tragédia que matou 14 pessoas e deixou outras três desaparecidas, a Polícia Federal concluiu a perícia sobre a queda da ponte Juscelino Kubitschek, que ligava os municípios de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO).

No dia 22 de dezembro de 2024, próximo da véspera do Natal, dezenas de veículos cruzavam a ponte quando ela cedeu. Dezoito pessoas caíram no rio Tocantins. Apenas uma sobreviveu. O Fantásticoteve acesso exclusivo ao laudo final, que revela em detalhes como e por que a estrutura desabou.

A perícia da Polícia Federal durou mais de sete meses. Os peritos usaram drones, scanners a laser e modelagem 3D para reconstruir a cena do colapso. O laudo aponta que a queda foi provocada pela deformação do vão central, causada pelo excesso de peso dos veículos.

“No momento em que esse vão central foi cedendo, isso causou um esforço lateral na ponte, que causou aquela rachadura que a gente vê na filmagem”, explicou o perito criminal federal Bruno Salgado Lima.

O processo de colapso durou entre 15 segundos. O vão central caiu em menos de um segundo. A ponte foi construída na década de 1960, durante o governo de Juscelino Kubitschek, com um vão livre de 140 metros — um feito de engenharia para a época.

A estrutura foi erguida sobre um trecho profundo do rio Tocantins, onde não era possível instalar pilares. Para vencer esse desafio, foi usado concreto protendido, uma tecnologia inovadora no Brasil naquele período. Com o passar das décadas, a ponte não acompanhou o crescimento da frota de veículos nem o aumento da carga transportada.

Além disso, os materiais foram perdendo resistência com o tempo. A última grande reforma da ponte ocorreu entre 1998 e 2000. Os peritos identificaram que, nessa intervenção, foi feito um reforço lateral, retirada a camada original de concreto e aplicada uma nova camada de asfalto.

Essa alteração pode ter comprometido a estrutura. O reforço lateral “foi arrancado do concreto como se fosse fita crepe”, descreveu o perito criminal federal Laércio de Oliveira Silva Filho.

Em 2019, o DNIT encomendou um relatório técnico, publicado em 2020, que já apontava problemas graves: vibrações excessivas e um rebaixamento de 70 centímetros no vão central. O documento classificava as condições da ponte como “sofríveis e precárias” e recomendava reformas.

Uma tentativa de licitação foi feita em 2024, mas não teve vencedor. A ponte caiu antes que uma nova licitação fosse concluída. Com o laudo em mãos, a Polícia Federal agora vai ouvir os responsáveis pelo planejamento de recuperação da ponte. “Queremos entender por que o reparo não foi feito e por que o fluxo na ponte não foi interrompido”, afirmou o delegado Allan Reis de Almeida.

Para ele, não há dúvidas de que houve crime. “Houve uma omissão por parte de agentes públicos quanto à manutenção da obra. Não posso falar que esse desastre foi um caso fortuito. Ele foi anunciado, era de conhecimento, e era plausível que poderia acontecer.”

O DNIT, responsável pela manutenção da ponte, informou que os trabalhos da comissão técnica que apura os fatos foram finalizados e estão na corregedoria do departamento.
O Ministério dos Transportes disse que o superintendente regional do DNIT no Tocantins, Renan Bezerra de Melo Pereira, foi exonerado em abril.
Em nota, Renan Bezerra afirmou que exerceu o cargo com zelo e responsabilidade por apenas um ano e cinco meses, que aguarda as perícias e que não é culpado pela tragédia.

Entre as vítimas da queda da ponte está a família de Alessandra, o marido Salmon e o neto Felipe, de 10 anos. Eles viajavam de Palmas para o Maranhão e se despediram dos parentes um dia antes do acidente. “Eles estavam muito felizes com essa viagem”, contou Maristelia Alves, parente das vítimas.

A caminhonete da família aparece em um vídeo entrando na ponte, atrás de um caminhão. O corpo de Alessandra foi encontrado. Salmon e Felipe continuam desaparecidos. “É muito sofrimento para a nossa família”, disse Maristelia.

Em fevereiro, o que restou da ponte foi implodido. No mesmo local, uma nova estrutura está sendo construída. A nova ponte terá 630 metros de extensão — 100 a mais que a anterior — e um vão central de 154 metros, sustentado por dois pilares com altura equivalente a um prédio de sete andares. A obra, orçada em R$ 171 milhões, deve ser concluída em dezembro.

Enquanto isso, balsas fazem a travessia entre os estados. A espera pode durar horas. “Aqui já tem um pouco mais de duas horas esperando”, disse o gesseiro Luiz Oliveira. “Às vezes, eu chego aqui meio-dia e consigo passar 10 horas da noite”, relatou o caminhoneiro Júlio César.

Para o diretor técnico-científico da Polícia Federal, Roberto Reis Monteiro Neto, o caso é um alerta. “Esse é um caso que mostra a importância da prevenção. Se eu tenho uma manutenção adequada, no tempo adequado, e reavaliações periódicas da carga suportada pelas pontes, talvez a gente consiga evitar que isso aconteça novamente.”

 

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/06:09:48

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Homem armado faz motorista de ônibus refém e causa pânico entre passageiros no Tapanã, em Belém

Assaltante faz motorista de ônibus refém em Belém. — Foto: Reprodução / TV Liberal
Assaltante foi surpreendido pela chegada de viatura da PM durante o crime.

Um homem armado causou pânico entre passageiros de um ônibus na manhã de domingo (27) no bairro do Tapanã, em Belém.

Ele entrou no coletivo e tentou realizar um assalto, mas foi surpreendido pela chegada de uma viatura da Polícia Militar. Ninguém ficou ferido.

Com a aproximação dos policiais e os gritos dos passageiros, o suspeito reagiu e fez o motorista do ônibus refém. O crime foi nas proximidades da feira do conjunto Cordeiro de Farias.

O local foi isolado por equipes da polícia para garantir a segurança da situação. Durante as negociações, o criminoso fez diversas exigências, incluindo um colete à prova de balas e garantias de que não seria ferido.

Ainda durante a ação, o homem chegou a iniciar uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Após cerca de três horas de negociações, ele se entregou à polícia.

De acordo com a Polícia Civil, o assaltante foi levado para a Seccional de Icoaraci e já está à disposição da Justiça.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/06:09:48

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Boto-tucuxi e peixe-boi-amazônico são resgatados no Pará

Animais da fauna aquática amazônica resgatados no Pará são de espécies ameaçadas de extinção. — Foto: Reprodução / TV Liberal

Resgates ocorreram em Itaituba e em Muaná durante ações de proteção à fauna. Ambas as espécies são ameaçadas de extinção.

Duas operações de resgate mobilizaram órgãos ambientais e comunitários no último sábado (26) em diferentes regiões do Pará. As espécies da fauna aquática amazônica são ameaçadas de extinção.

O primeiro resgate foi no distrito de Miritituba, em Itaituba, no sudoeste do estado, onde um filhote de boto-tucuxi, também conhecido como boto-cinza (Sotalia fluviatilis), foi encontrado preso em uma rede de pesca nas proximidades da zona portuária.

O animal, da espécie de golfinho de água doce típica da bacia amazônica, foi retirado da armadilha por pescadores e devolvido ao rio Tapajós com vida.

Já em outro ponto, na comunidade ribeirinha do rio Inamaru, no município de Muaná, arquipélago do Marajó, moradores encontraram um filhote de peixe-boi-amazônico (Trichechus inunguis) sozinho, sem sinais da mãe nas redondezas.

O resgate foi registrado em vídeo, onde o animal aparece sendo alimentado por duas pessoas com leite em mamadeira, um procedimento emergencial até a chegada do apoio especializado.

A Secretaria do Meio Ambiente de Muaná e o Batalhão de Polícia Ambiental foram acionados para garantir o manejo seguro e o encaminhamento adequado do filhote, espécie que representa o único sirênio exclusivo de águas doces da região amazônica.

Espécies ameaçadas

Tanto o boto-tucuxi quanto o peixe-boi-amazônico figuram na lista de espécies ameaçadas de extinção.

O boto, também chamado de pirajaguara, sofre com a captura acidental em redes, tráfico e degradação de habitat. Já o peixe-boi é vulnerável à caça e à perda de áreas de alimentação e reprodução.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/06:09:48

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