Influenciador é indiciado por maus-tratos a animais após jogar galinhas vivas para cães comerem

 Influenciador é preso por maus-tratos após jogar galinhas vivas para cachorros comerem e filmar — Foto: Reprodução/Redes sociais 

Inquérito da Polícia Civil confirma mutilações e negligência; suspeito responde em liberdade, mas está proibido de ter a guarda de cães durante o processo.

A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou um influenciador por maus-tratos a animais e perturbação do sossego após ele jogar galinhas vivas para serem comidas por cães da raça cane corso em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O inquérito aponta que os cães foram maltratados ao terem as orelhas mutiladas pelo tutor.

O influenciador Alexandre dos Santos Veloso Coelho, de 25 anos, chegou a ser preso em flagrante em maio, após publicar nas redes sociais vídeos que mostram o momento do ataque às galinhas pelos cães. (veja acima)

Segundo a polícia, as investigações reuniram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e vídeos que comprovaram os crimes.

A defesa do influenciador informou que se manifestará “em momento oportuno”.

Armas apreendidas com indiciado

O vídeo publicado que mostrou um dos cães atacando as aves reforçou os indícios de negligência e abuso, o que configura maus-tratos.

Mandados de busca autorizados pela Justiça resultaram na apreensão de armas de pressão, uma réplica de fuzil, uma arma de choque e uma caixa de esferas para pistola de CO₂.

O inquérito, com 156 páginas, foi enviado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, acompanhado de uma representação para que o investigado seja impedido de manter a guarda de cães.

Relembre o caso

Alexandre, que atualmente tem cerca de 860 mil seguidores nas redes sociais, recebeu alvará de soltura mediante pagamento de fiança de R$ 3 mil, conforme decisão judicial do dia 7 de maio.

A Justiça determinou que ele permaneça proibido de ter cães sob sua responsabilidade até o fim do processo, compareça a todos os atos judiciais e não se ausente de casa por mais de oito dias. Ele segue solto.

Durante o flagrante, a Polícia Militar encontrou os dois cães com sinais de maus-tratos: orelhas cortadas, sem acesso a água ou comida.

Os policiais também localizaram restos de galinhas no lixo e, dentro da residência, fogos de artifício, armas de airsoft sem identificação e uma arma de choque que, segundo uma testemunha, era usada nos próprios animais.

Em um dos vídeos, o influenciador debocha da situação e diz que está “treinando os bichos para ficarem brutos”.

Ele se apresentou à polícia com um advogado e permaneceu em silêncio durante o flagrante. À época, a defesa afirmou que se manifestaria em momento oportuno.

 

Fonte: g1 Minas — Belo Horizonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:57:52

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Atacante do Paysandu, Rossi comemora acesso de santarenos no Parazão: “O povo merece”

(Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu) – Em 2026, Santarém vai voltar a ter três representantes no Campeonato Paraense, com São Raimundo, São Francisco e Amazônia.

Em 2026, Santarém vai voltar a ter três equipes no Campeonato Paraense. Nesse sábado, 26, São Raimundo e Amazônia garantiram vaga na final da Série A2 do Parazão e confirmaram o retorno à elite estadual na próxima temporada. O São Francisco era, até então, a única equipe da cidade com vaga confirmada no Parazão 2026.

Pelas redes sociais, a volta das equipes santarenas ao estadual do próximo ano foi comemorada pelo atacante Rossi, do Paysandu. Natural da cidade de Prainha, na região de Santarém, o atleta bicolor destacou que “o povo merece muito” ter três equipes na elite do futebol paraense.

Parabéns ao futebol santareno por essa conquista. Três clubes da cidade na elite do futebol paraense. Com direito ao clássico RaiFran! O que povo de Santarém e região merece muito. O que o povo não merece é o descaso com o estádio Colosso do Tapajós”, escreveu.

A última vez que Santarém teve três representantes na primeira divisão do Campeonato Paraense foi em 2019. Na época, São Raimundo, São Francisco e Tapajós disputaram a competição. Em 2025, o São Francisco conseguiu a permanência na elite, enquanto que o Tapajós foi rebaixado à segunda divisão em 2026.

 

Fonte:  Estado do Pará Online  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:47:46

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Visitantes enfrentam longas filas na esplanada das fontes do Parque da Cidade em Belém

(Foto: Reprodução) – Último domingo de julho atrai famílias ao espaço aquático gratuito, recém-inaugurado na capital paraense.

O Parque da Cidade, em Belém, registrou longas filas na manhã deste domingo (27) com a movimentação de visitantes que buscavam acesso à esplanada das fontes, área recém-inaugurada voltada ao lazer infantil. O fluxo intenso se deve ao último domingo de julho, tradicionalmente um dos dias mais quentes do verão amazônico, o que levou muitas famílias a procurarem alternativas para se refrescar.

Inaugurado no dia 17 de julho, o complexo aquático da esplanada das fontes oferece atrações como toboáguas, escorregadores com piscinas de até 50 cm de profundidade — ideal para crianças pequenas —, baldes em formato de coqueiros, chuveiros em forma de cogumelo, entre outros itens voltados ao entretenimento seguro. O espaço é gratuito e destinado a crianças de até 12 anos, funcionando em dois turnos: das 8h às 11h e das 14h às 18h.

Para garantir a segurança no local, cinco bombeiros e dois salva-vidas atuam em sistema de revezamento. O acesso ao espaço depende do cumprimento de algumas regras: é obrigatório o uso de roupas de banho adequadas; crianças que usam fraldas devem utilizar fraldas impermeáveis; não é permitido correr, empurrar outras crianças, entrar com brinquedos grandes, objetos cortantes, alimentos ou bebidas. Além disso, não é autorizada a entrada de pets.

Com o calor intenso e a gratuidade da atração, a expectativa é de que o espaço continue com alta procura ao longo da temporada.

 

Fonte:  Estado do Pará Online  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:47:46

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Justiça proíbe uso de tração animal na praia de Ajuruteua, em Bragança

(Foto: Reprodução) – Decisão prevê multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento por parte da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bragança.

O Tribunal de Justiça do Estado do Pará concedeu liminar para o pedido da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB Pará (CDDA). Na ação, o órgão pedia a anulação da decisão da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bragança, que liberava o uso de animais em carroças para o transporte de pessoas na praia de Ajuruteua, em Bragança, fato que vinha sendo registrado neste mês de julho no local.

A decisão, assinada pela Desembargadora Rosileide Cunha, prevê proibição imediata dessa prática em Ajuruteua. Em caso de descumprimento da decisão, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bragança será multada em R$ 5 mil diariamente.

Em contato com a reportagem do Estado do Pará Online (EPOL), o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB Pará, Wellington Santos, explicou que, antes de tentar via liminar, foi tentado um acordo junto ao Secretario de Meio de Ambiente de Bragança, Ubiranilson Santos de Oliveira.

Nossa Comissão entrou em contato com Secretario de Meio de Ambiente de Bragança que prometeu tomar providências. Só que isso não foi feito. Como não teve efeito, entramos com uma liminar no plantão da Justiça de Bragança, mas o plantão (do Tribunal) disse que não tinha urgência. A Comissão recorreu ao desembargo. No recurso, a Desembargadora proibiu a tração animal em toda orla de Ajuruteua e na praia. É uma vitória. Existe uma Lei que proíbe a tração animal em todo o Estado do Pará”, disse.

Ainda de acordo com o Presidente da CDDA, a mesma ação será feita para evitar o uso de tração animal em Belém e na praia de Algodoal, na cidade de Maracanã.

 

Fonte:  Estado do Pará Online  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:45:26

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Brasil à beira do tarifaço: confronto comercial com os EUA se intensifica

(Foto: REUTERS – Pilar Olivares / RFI) – Contêineres são vistos no porto do Rio de Janeiro, Brasil, em 10 de julho de 2025.

Sem sinais claros de que os Estados Unidos estão dispostos a negociar, o governo brasileiro se prepara para a entrada em vigor, a partir desta sexta-feira, 1° de agosto, da tarifa de 50% sobre todas as suas exportações para o mercado americano. Se o quadro se confirmar — e essa é a expectativa no Palácio do Planalto neste momento — o país terá recebido o percentual mais punitivo aplicado pela Casa Branca.

Sem sinais claros de que os Estados Unidos estão dispostos a negociar, o governo brasileiro se prepara para a entrada em vigor, a partir desta sexta-feira, 1° de agosto, da tarifa de 50% sobre todas as suas exportações para o mercado americano. Se o quadro se confirmar — e essa é a expectativa no Palácio do Planalto neste momento — o país terá recebido o percentual mais punitivo aplicado pela Casa Branca.

Diante deste cenário, o presidente Lula receberá da equipe econômica em até 48 horas um leque de medidas que deverão compor o plano de contingência que está sendo desenhado para enfrentar o tarifaço. A ideia é criar uma espécie de “válvula de escape para os setores mais atingidos”, nas palavras de fontes do governo ouvidas pela RFI.

Há uma missão de oito senadores brasileiros em Washington neste momento. O grupo da Comissão Temporária Externa começa nesta segunda-feira (28) uma agenda para tentar convencer parlamentares e empresariado a mobilizar-se pelo caso brasileiro. Eles ficam nos Estados Unidos até o dia 31 de julho, a véspera do tarifaço. O Congresso americano está em recesso, antecipado por conta das denúncias do caso Epstein que envolvem o nome de Donald Trump. A pausar foi decidida para ajudar a decantar o cenário político.

Na Escócia, onde anunciou ter chegado a um acordo com a União Europeia, o presidente Donald Trump, afirmou que não pretende adiar o prazo de sexta-feira dado aos países com quem não chegou a um entendimento, o Brasil entre eles, para a aplicação das tarifas de reciprocidade. O setor produtivo brasileiro queria uma prorrogação. A China provavelmente terá 90 dias adicionais.

“Caça às bruxas”

A Casa Branca condicionou a negociação à interferência do Executivo no processo contra Jair Bolsonaro que está no Judiciário. Trump falou em caça às bruxas. Do lado brasileiro, que se diz disposto a negociar toda a pauta comercial, se necessário for, esta questão é inegociável, pois interfere na soberania e na autonomia dos poderes em uma democracia. O impasse, segundo disseram essas fontes à RFI está no fato de a carta enviada por Trump ao Brasil com o aviso da cobrança da tarifa não dar margem a uma terceira via.

Na semana passada, o vice-presidente Geraldo Alckmin, que foi designado por Lula para tratar do tema, falou com o secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, dispondo-se a negociar. Alckmin propôs aumentar o comércio entre os dois países, ampliar a integração econômica com mais investimentos e até um acordo de bitributação. Ainda assim, não teve resposta. O caso estaria nas mãos da Casa Branca, que concentra cada vez mais poderes. Lula disse na última sexta-feira que Alckmin busca todos os dias contatar um interlocutor do governo americano.

A União Europeia acabou cedendo. Neste domingo, o bloco negociou uma tarifa de 15% e não 30% sobre bens que o americano havia previsto. Mas fez várias concessões, como a de se comprometer a compra US$ 750 bilhões em energia dos americanos para substituir o gás russo. E a investir US$ 600 bilhões a mais do que o previsto nos Estados Unidos. Além disso, ainda que automóveis e produtos farmacêuticos tenham ficado na tarifa de 15%. Continua valendo a de 50% para aço e alumínio. A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, disse que foi o melhor acordo que conseguiu. Trump, que a recebeu no seu campo de golf na Escócia, afirmou que foi o maior acordo de todos os tempos. Ainda há detalhes a serem discutidos.
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Laranja pode abrir precedente

O governo brasileiro continua insistindo que quer negociar, desde que sem viés político ou ideológico. A expectativa de fontes ouvidas pela RFI Brasil neste final de semana é a de que a disputa com os Estados Unidos deve entrar em “um longo período, que começa no dia primeiro de agosto, quando passam a valer os 50%, até a eleição presidencial de 2026”. Diante disso, o presidente Lula receberá da equipe econômica em até 48 horas um leque de medidas que deverão compor o plano de contingência que está sendo desenhado para enfrentar o tarifaço. Entre elas, linhas de crédito.

A ideia é evitar a pressão por mais gastos fiscais. Enquanto isso, o governo brasileiro e as empresas que operam aqui e nos Estados Unidos esperam a decisão de um tribunal americano onde uma distribuidora de suco de laranja baseada em Nova Jersey entrou com ação e pedido de liminar suspendendo o tarifaço do Brasil, que pode inviabilizar o seu negócio. A depender da decisão judicial, outras empresas podem ver um grande precedente para buscar o mesmo caminho.

 

Fonte: Redação Terra e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:38:04

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Gramado detonado, Neymar provocado e expulsão por ‘cera’: veja tudo o que rolou na 17ª rodada do Brasileirão

(Foto: Wagner Meier/Getty Images) – Duelo entre Flamengo e Atlético marcou o encerramento da rodada

O Campeonato Brasileiro viveu um fim de semana de emoções com a 17ª rodada, encerrada na noite deste domingo, 27. Perto do fim do primeiro turno, a competição ganhou um novo líder.

O Flamengo bateu o Atlético-MG por 1 a 0, no Maracanã, e aproveitou a derrota do Cruzeiro por 2 a 1 para o Ceará, no Mineirão, para ultrapassar a Raposa na tabela. Com uma partida a menos, os cariocas agora somam 36 pontos, dois a mais que os mineiros, que têm 34 na vice-liderança.

A rodada, porém, teve muito mais emoção do que a mudança na liderança. De provocações a lances inacreditáveis, veja tudo o que rolou neste fim de semana.

Neymar como alvo

A relação conturbada de Neymar com torcedores foi além da discussão após a derrota por 2 a 1 para o Internacional, na rodada passada. Antes do jogo contra o Sport, na Ilha do Retiro, rubro-negros trataram de provocar o craque santista.

No lado de fora do estádio, os torcedores pernambucanos exibiram máscaras de Bruno Marquezine, ex-namorada do jogador, e cartazes com referências ao prêmio da Bola de Ouro: “Neymar nunca terá”, dizia uma das mensagens.

A atitude, contudo, ficou principalmente fora da Ilha do Retiro. A Polícia Militar barrou a entrada das máscaras, sob a argumentação de que atrapalharia o reconhecimento facial.

Gramado detonado

As reclamações após a vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Grêmio não ficaram restritas apenas aos torcedores sobre o futebol apresentado pelo Verdão. Em entrevista coletiva, o técnico Abel Ferreira detonou o gramado do Allianz Parque.

“Eu sou muito sincero. Está ruim o gramado. Com a quantidade de espetáculos que tem, como que vai trocar? Só se for no final do ano. É o que é”, afirmou o português.
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A troca do gramado da casa palmeirense deve acontecer antes da próxima temporada. O clube e a WTorre, empresa responsável pela administração do estádio, já preparam a mudança do campo sintético no mesmo formato, de grama artificial, para a próxima temporada.

Reclamação contra o VAR

Abel Ferreira não foi o único técnico a demonstrar irritação na entrevista coletiva após a partida. Depois da derrota do Fluminense por 3 a 1 para o São Paulo, Renato Gaúcho detonou a atuação do VAR.

O segundo gol do Tricolor Paulista, marcado por Ferreirinha, foi o que motivou o descontentamento do treinador. O árbitro chegou a ir ao monitor analisar o lance, mas entendeu que o atacante estava em posição legal e validou a jogada.

“Pelo que eu vi, todo mundo viu, o Ferreirinha estava impedido. Se o VAR tem outra linha tem que mostrar para a gente. A CBF tem que mostrar o lance, porque, se for o que a gente viu no estádio, o Ferreirinha estava impedido. Eu não sei de onde que o VAR tirou que foi gol”, disse Renato Gaúcho.

Expulsão por ‘cera’

Uma das cenas curiosas da rodada ficou para um dos últimos jogos. Em uma atitude pouco comum, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza expulsou o goleiro Léo Jardim, do Vasco, por ‘cera’.

Com o cruzmaltino vencendo por 1 a 0, o primeiro cartão amarelo foi aplicado aos 24 da segunda etapa, por ‘cera’. Perto do fim do jogo, aos 41, ele continuou atrasando o reinício da partida e recebeu o segundo amarelo, que resultou em vermelho.

O reserva Daniel Fuzato ainda chegou a entrar em campo, mas, com um a menos, o Vasco não segurou o Internacional, que empatou com Johan Carbonero, já nos acréscimos.

Gol perdido de maneira inacreditável

No duelo contra o Flamengo, Rony aproveitou confusão de Viña com o goleiro Rossi e saiu de cara para o gol adversário. De maneira inacreditável, o atacante bateu em cima de Guillermo Varela, que salvou o rubro-negro.

Fonte: Redação Terra e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:38:04

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De troca de nome à retirada de cadeira erótica: as adaptações dos motéis de Belém para receber participantes da COP 30

(Foto: The New York Times) – Remoção de cadeira erótica e troca de camas circulares por modelos retangulares estão entre as mudanças feitas por administradores de motéis em Belém para a recepção de hóspedes da COP 30; donos dos estabelecimentos, no entanto, planejam manter algumas características, como iluminação colorida e banheira em formato de coração.

A menos de três meses do início da cúpula, estabelecimentos avaliam mudanças na estrutura e na oferta de serviços para acomodação de hóspedes

Troca de lençóis, remoção de cadeira erótica, adaptação do nome e retirada de foto com nudez da parede. Essas mudanças estão entre as adaptações feitas por motéis de Belém para recepcionar hóspedes que participarão da COP 30 em novembro. O assunto foi destaque de uma reportagem do The New York Times nesta semana, que retratou os ajustes feitos pelos empreendimentos em muitos de seus 2,5 mil quartos para acomodar visitantes.

Entre aqueles que têm feito mudanças, o jornal americano destacou um motel chamado Love Lomas, que tem oferecido aos hóspedes a opção para a retirada de uma cadeira erótica, feita de metal e couro, de um dos quartos, além de uma nova pintura dos cômodos e na compra de lençóis novos. O empreendimento, no entanto, optou por manter a iluminação colorida na suíte premium e ainda avalia se fará mudanças no cardápio, que oferece hoje cervejas, hambúrgueres e o aluguel de objetos sexuais.

— As pessoas acham que é como um bordel, mas é apenas um espaço como qualquer outro — disse ao NYT Ricardo Teixeira, 49, administrador do espaço. Ele conta que também administra um segundo motel na cidade, denominado Fit Motel, onde as camas circulares têm sido trocadas por modelos retangulares.

Além de Ricardo, Yorann Costa, 30, proprietário do Motel Secreto, conta que tem preparado os quartos com beliches e removendo uma foto de uma bunda pendurada na parede. Ele hesitou, no entanto, a remover uma barra de pole dance, o papel de parede de oncinha e uma banheira em formato de coração do quarto.

— Estamos tirando tudo erótico dos quartos, a localização é perfeita — declarou. — Mas, eu também tenho que pensar sobre o que vem depois da COP30. Não dá para gastar muito dinheiro e remover tudo — completou ele.

Próximo dali, conta o NYT, também fica a Acrópole, onde a palavra “motel” foi substituída por “pousada”. Em meio às adaptações, a fachada teve a cor mudada de vermelho para cinza, mas manteve uma ilustração da deusa Afrodite nua junto a um herói mitológico grego.

— Esta é uma grande oportunidade para nós — afirmou o proprietário, Alberto Antonio Braga da Silva, 55, que também anunciou que transformará um dos ambientes do motel em um espaço de coworking.

O jornal americano relata, no entanto, que os administradores têm tido dificuldade em convencer os organizadores do evento de que os estabelecimentos poderão ser opções viáveis para receber as delegações de embaixadas, descritas como “conservadoras”. Entre as outras opções consideradas estão os navios de cruzeiros, contratos pelo governo neste mês como unidades temporárias de acomodação, além da disponibilização de uma plataforma para realizar as reservas, que ainda não saiu do papel.

Na cidade, no entanto, preocupam os preços a serem pagos pelas reservas, que provocaram atritos recentemente entre o setor hoteleiro e delegações internacionais, que tem pressionado pela diminuição dos valores. A alta dos custos por hospedagem, contudo, já também teria chegado para os motéis, conta o NYT. De acordo com o jornal, os preços subiram de cerca de US$ 150 por noite para até US$ 650, enquanto a diária em um hotel pode chegar a US$ 1.000, em razão da alta demanda.

‘Minha COP, minha vida’

Pressionado pela falta de hospedagens, o governo também tem estudado utilizar habitações de um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida em Belém, cuja construção sequer foi concluída. Como informou o GLOBO, o Ministério das Cidades tem estudado a transformação do Residencial Viver Pratinha em espaços para acomodação temporária.

O empreendimento, que passou por um processo de ocupação ilegal nos últimos anos, teve as obras retomadas em março de 2023. Imagens divulgadas pela própria pasta durante uma visita do ministro Jader Barbalho Filho ao local, em abril deste ano, mostram construções degradadas, com infiltrações, portas e janelas depredadas e vias internas esburacadas. O ministério afirma que 256 das 768 unidades habitacionais do conjunto passam por obras e devem ficar prontas até outubro.

Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) afirmou que planeja adotar salas de aula como abrigo para os cerca de 900 agentes que atuarão ao longo do evento. O órgão reconheceu que a “saturação da estrutura de hospedagem regular na cidade de Belém” exigirá “um esforço inédito e significativo na área de hotelaria” em um documento do Ministério da Justiça e Segurança Pública do dia 16 de junho.

 

Fonte: The New York Times e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:31:49

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Exclusivo: registro indica esquema na PM para fraudar câmera corporal

(Foto: Reprodução) – Dados da plataforma usada pela PM paulista para armazenar imagens das câmeras mostram esquema para deletar gravações com usuário anônimo

Informações extraídas da plataforma usada pela Polícia Militar de São Paulo para armazenar as imagens das câmeras corporais dos PMs indicam esquema de manipulação de dados que permite fraudar e deletar as gravações por meio de usuário anônimo dentro do sistema.

O Metrópoles teve acesso, com exclusividade, a registros da plataforma Evidence em que uma major ligada à cúpula da corporação teria fraudado o sistema para deletar gravação feita durante homicídio em Santos, no litoral paulista, na Operação Verão.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que a denúncia desse caso é investigada em sindicância interna da Polícia Militar.

A ocorrência aconteceu na tarde de 9 de março de 2024, no Morro do José Menino. Joselito dos Santos Vieira, de 47 anos, foi morto com três tiros de fuzil e nove de pistola, em suposto confronto com policiais militares. Parentes da vítima ouvidos pela reportagem na época questionaram a versão oficial e afirmaram que Joselito não possuía arma de fogo. O caso foi arquivado em junho deste ano.

Pelo menos seis policiais estavam presentes na ocorrência. Entre eles, o então coordenador operacional da PM, Gentil Epaminondas Carvalho, e o coronel Carvalho, número três na hierarquia da corporação. A major que teria atuado para que as imagens da ocorrência fossem deletadas é Adriana Leandro de Araújo, que era diretamente subordinada ao coronel.

Um dos responsáveis por implementar o sistema das câmeras em São Paulo, o ex-soldado e especialista em provas digitais Bruno Dias afirmou ao Metrópoles que qualquer policial habilitado na plataforma pode alterar a própria permissão e deletar vídeos em massa.

“O sistema tem inúmeras vulnerabilidades. É totalmente passível de fraude. Existe uma permissão chamada ‘alterar a permissão’. Um policial pode alterar a própria permissão, se colocar como administrador do sistema e fazer o que ele quiser no sistema. Em torno de seis policiais por batalhão poderiam fazer isso”, afirma Dias.

“Você pode apagar vídeos avulsos, apagar em massa. Você pode alterar a autoria, deixar o vídeo sem autor relacionado. Você pode também alterar data e hora do fato. Isso é gravíssimo. Compromete a legitimidade dos vídeos enquanto provas”, completa.

A gravação deletada da ocorrência que resultou na morte de Joselito dos Santos Vieira foi feita pela câmera corporal do soldado Thiago da Costa Rodrigues.

Nos inquéritos civil e militar, não há indícios de que o policial tenha feito disparos de arma de fogo. No entanto, ele estava na mesma viatura dos policiais que atiraram e são acusados pelo homicídio.

No veículo, de código E-M12012, além de Thiago, estavam a subtenente Regiane Ribeiro De Souza, que efetuou três disparos de pistola calibre 22, o soldado Bruno Pereira dos Santos, que fez dois disparos de pistola .40, e o cabo Felipe Alvaram Pinto, que efetuou três disparos de fuzil calibre 5.56, de acordo com informações do inquérito policial militar.
Em uma viatura de apoio, de código E-M12013, estava o cabo Bruno de Oliveira Silva, que teria efetuado um disparo de fuzil 7.62.
O então coordenador operacional da PM, coronel Gentil Epaminondas Carvalho, estava em uma viatura descaracterizada. Segundo a SSP, a participação do oficial em incursões da Operação Verão se deu para fiscalizar e orquestrar atividades de campo.

As equipes foram enviadas ao local porque, horas antes, o policial Ruterval Adriel Jorge havia sido baleado na região, em outra rua do Morro do José Menino.
Enquanto as equipes procuravam pelos suspeitos, Joselito foi morto na rua Pedro Borges Gonçalves, por volta das 16h40. A polícia diz que ele teria se escondido em uma garagem e atirado contra a equipe.

O laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) indica que o corpo Joselito foi atingido por 12 disparos, apesar de os policiais envolvidos na ocorrência e o IPM mencionarem apenas nove.

A plataforma Evidence, utilizada pela Polícia Militar para processar os vídeos das câmeras corporais, mostra que a gravação da câmera do soldado Thiago foi introduzida no sistema às 5h17 de 10 de março de 2024, dia seguinte à ocorrência.

Oito dias depois, em 18 de março, a major Adriana Leandro de Araújo acessou o arquivo às 16h28 e mudou o nome do policial envolvido. A filmagem foi atribuída a um usuário anônimo, com nome “Usuário de Operações”, cadastrado na plataforma com um e-mail externo ao da corporação, com o domínio “gmail”.

Mais tarde, às 17h01 daquele dia, a major alterou a data da ocorrência para 5 de janeiro de 2024. Ela também mudou o nome da ocorrência no sistema para “tt” e depois para “Z-13”, sigla que costuma ser utilizada em ocorrências envolvendo pequenas brigas, por exemplo, e que não está associada a homicídio.

Com essas modificações, seria impossível localizar o arquivo por meio de uma busca simples, já que ele não possui um código de identificação fixo.

“A principal forma de pesquisa para encontrar um vídeo é justamente pela data e pela hora”, afirma Bruno Dias. “Mas, como o sistema permite alterar, você não consegue mais localizar esse vídeo. O sistema tem hoje em média 20 milhões de vídeos. Como você vai localizar? Você precisa dos metadados. Mas os metadados são totalmente adulteráveis dentro do sistema. Você fica totalmente ali sem entender como achar.”

Mesmo assim, em 19 de março de 2024, dia seguinte às primeiras alterações, Adriana Leandro de Araújo acessou o arquivo mais uma vez. Às 12h43, ela apertou o botão “excluir”, para deletar o vídeo.

As operações no arquivo constam em uma auditoria de usuário feita pela Axon. O documento interno, ao qual o Metrópoles teve acesso, foi emitido em 26 de abril de 2024. A reportagem também teve acesso a uma série de questionamentos feitos à empresa pela própria Polícia Militar, sobre manipulações indevidas feitas em vídeos de ocorrências.

Em notificação enviada à Axon por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação, em 17 março de 2022, a corporação afirma que um usuário com o nome genérico “Axon” alterou o status de imagens inseridas no sistema anteriormente.

No documento, a PM paulista reconhece que “não é possível realizar uma auditoria” para determinar quais operações teriam sido feitas pelo usuário.
Hash e criptografia

Para o perito forense Sergio Hernandez, especialista em cadeia de custódia, o modelo da Axon adotado pela Polícia Militar de São Paulo não é confiável. O problema, diz ele, está relacionado à inviolabilidade do processo de coleta, transporte e armazenamento do vestígio digital, além de não ser possível realizar perícias.

No sistema em vigor, não seria possível garantir que a gravação apresentada como prova é a mesma que foi feita pela câmera, sem alterações ou manipulações.

“A partir do momento que um sistema é aberto para que algum operador tenha permissão para, por exemplo, editar, fazer cortes, ou excluir essas evidências, eu é um sistema que não apresentaria uma confiabilidade”, afirma Sergio Hernandez. “O sistema Axon apresenta custódia, mas não apresenta cadeia de custódia.”

Um dos principais fatores responsáveis pela inviabilidade jurídica das gravações das câmeras corporais seria a aplicação tardia da função hash. No universo da criptografia, trata-se de um código alfanumérico permanente atribuído a uma informação que garante sua autenticidade e integridade.

No sistema da Axon adotado pela PM, o código hash não é aplicado na câmera, só quando a gravação sobe no sistema Evidence. Dessa forma, não haveria como garantir que, antes da extração das imagens, não houve adulteração.

“Nossa legislação, especificamente o código 158 do código de processo penal, limita que o transporte da evidência só será posto a condicionamento e proteção do vestígio. Eu não posso transportar um vestígio sem a sua proteção. No momento que eu deixo para aplicar a função hash no sistema, eu poderia facilmente editar esse vídeo, fragmentar esse vídeo, cortar esse vídeo, e aplicar a função hash naquilo que me interesse. Então, por isso que o sistema tornou-se no Brasil um sistema inválido em conformidade com nossa legislação”, diz Sergio Hernandez.
Novas câmeras, mesmos problemas

Após anos de testes, o uso das câmeras corporais em larga escala teve início em São Paulo, no início de 2021, quando foram implementados 2.500 equipamentos de modelo Axon Body 3. Nos meses subsequentes, o programa foi ampliado, até atingir a marca de 10 mil câmeras corporais, o que corresponde a cerca de 12% do efetivo da Polícia Militar.

O modelo foi duramente criticado pelo atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no decorrer da campanha eleitoral, e pelo secretário da Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite (PP). No fim do ano passado, após uma sequência de episódios de violência e homicídios envolvendo policiais militares, Tarcísio reconheceu pela primeira vez a importância das câmeras.

Antes disso, em setembro, a gestão havia assinado novo contrato, com a Motorola, para substituir as câmeras da Axon. Para especialistas, o novo modelo adotado é menos eficiente, já que não oferece a possibilidade de gravação ininterrupta. Em vez disso, propõe acionamento remoto a partir da central do Centro de Operações da PM (Copom).

“É um grande retrocesso”, ressalta Bruno Dias. “Fomos os primeiros no mundo a implementar a gravação ininterrupta. E realmente os números mostram que houve um grande avanço. Houve uma alteração da cultura, diminuiu-se essa lógica de ‘bandido bom é bandido morto’. Os policiais se sentiam seguros por estarem sempre gravando as suas ações. Tivemos uma queda gigantesca dos índices criminais”, afirma.

O que diz a SSP

Questionada pelo Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que a denúncia citada pela reportagem é alvo de sindicância instaurada pela Polícia Militar para “apurar com o máximo rigor todas as circunstâncias relativas aos fatos”.

“A instituição reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e, acima de tudo, com a defesa da vida. Condutas incompatíveis com os princípios da instituição não serão toleradas. Caso seja confirmada qualquer irregularidade, as medidas cabíveis serão adotadas para garantir a responsabilização dos envolvidos”, diz nota enviada pela SSP.

A reportagem também enviou mensagem para a major Adriana Leandro de Araújo. Até o momento da publicação, não houve retorno. O Metrópoles não conseguiu estabelecer contato direto com o coronel Gentil Epaminondas Carvalho. Procurada, a empresa Axon também não retornou. O espaço segue aberto para manifestações.

 

Fonte: Google News – Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:25:26

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‘Corremos o maior risco que o planeta já enfrentou desde que existimos como civilização’, diz Carlos Nobre

O cientista Carlos Nobre — Foto: Gabriel Reis/Valor

Um dos mais respeitados cientistas climáticos do mundo, Carlos Nobre alerta que a humanidade vive uma corrida contra o tempo contra o aumento da temperatura global

Um dos mais respeitados cientistas climáticos do mundo, Carlos Nobre dedica-se há décadas ao estudo da Amazônia e das mudanças climáticas. Pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados da USP e copresidente do Painel Científico para a Amazônia, ele foi o primeiro a alertar para o risco de a Floresta Amazônica se tornar uma savana. Nesta entrevista, Nobre alerta que a humanidade vive uma corrida contra o tempo: com a temperatura global já tendo ultrapassado 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o cientista traça cenários sombrios — e aponta a bioeconomia como um camininho que pode salvar a Amazônia e o planeta.

O senhor afirma que a humanidade vive o maior desafio de sua história. Em que se constitui o desafio?

Nós corremos o maior risco que o planeta já enfrentou desde que existimos como civilização. Por quase dois anos, a temperatura passou de 1,5°C acima do período pré-industrial. A última vez que houve uma crise climática desse nível foi no último período interglacial, há 120 mil a 130 mil anos. Só existiam alguns milhões de humanos então, na África equatorial. Era um fenômeno natural.

Agora esse aquecimento é totalmente responsabilidade nossa. Jogamos gases de efeito estufa na atmosfera com a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento, a agropecuária, a indústria, resíduos. É o Antropoceno.

Por que esse aumento é tão perigoso?

O máximo que reduziremos até 2030 nas emissões de gases do efeito estufa será 3%. Se fizermos isso e só zerarmos as emissões em 2050, vamos passar de 2°. Nesse nível, ondas de calor, chuvas excessivas, secas, incêndios florestais — acontecerão com mais frequência.

Estamos próximos do ponto de não retorno da Amazônia?

Muito próximos. Em 40 a 45 anos, a estação seca já se prolongou em quatro a cinco semanas. Se continuar assim, em duas ou três décadas, teremos seis meses de estação seca. Não se mantém floresta nessas condições. Na década de 1990, a Amazônia removia até 1,5 bilhão de toneladas de gás carbônico por ano. Agora está na faixa de 200 a 300 milhões de toneladas. Antes, tínhamos uma seca severa a cada 20 anos. Agora tivemos quatro secas super severas: 2005, 2010, 2015-2016 e a maior seca da história da Amazônia em 2023-2024. No ano passado tivemos recorde de fogo na floresta. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostraram que mais de 85% dos incêndios foram causados por humanos. Como o desmatamento caiu muito — mais de 50% de redução em 2023 e 2024 — agora o crime organizado está usando o fogo para desmatar.

Quais seriam as maiores oportunidades de transformação no Brasil?

O Brasil tem a maior biodiversidade do mundo. De 18% a 20% de todas as espécies conhecidas estão nos biomas brasileiros. Mas só 0,4% do PIB brasileiro vem de produtos da biodiversidade amazônica. A grande oportunidade do Brasil é uma nova bioeconomia da sociobiodiversidade. Valorizar nossa biodiversidade, manter nossos biomas, usar modernas tecnologias. Temos condição de restaurar a Amazônia, o Cerrado.

Não basta manter o que temos, precisa restaurar?

Restaurar! O governo brasileiro lançou na COP28 o Arco da Restauração: restaurar 240 mil km² de todo o sul da Amazônia. Doações para comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas. Empréstimo de 1% de juros ao ano para o setor privado fazer grande restauração. Hoje, restaurando a floresta, você ganha muito mais que pecuária ou soja, pelo valor do mercado de carbono.

Por que é tão difícil aplicar essas questões na prática?

Globalmente, o setor econômico mais negacionista sobre mudança climática é o agronegócio. No Brasil também. Esse setor quer continuar escondendo. Ele não quer admitir que, se continuar assim, até ele vai ser muito prejudicado. Se passar dos pontos de não retorno, o Brasil vai deixar de ser um grande produtor agrícola. Mais de 50% do Cerrado vai virar Caatinga, com produtividade baixa. Metade da Caatinga vira semideserto. A Amazônia vai ficar uma savana super degradada. Precisamos convencê-los que o risco climático é muito grande para eles.

O que esperar da COP30?

No G20 no Rio, o presidente Lula brilhantemente disse que todos os países têm que chegar a emissões líquidas zero até 2040, não mais 2045. Que a COP30 seja onde se fale: vamos zerar as emissões em 2040. O embaixador André Corrêa do Lago está trazendo o desafio de conseguir o Fundo Verde Clima de US$ 1,3 trilhão. Esse é um desafio global. E convencer a China, que é o maior emissor hoje, a liderar essa busca. China, Brasil, Índia, Rússia, países europeus têm que acelerar.

Teria algum motivo para otimismo?

Vejo otimismo porque os jovens do mundo inteiro estão muito preocupados. Eu, vivendo 85-90 anos num país tropical, vou experimentar 15-20 ondas de calor. Um bebê que nasce agora, se a temperatura passar de 2°C, vivendo 90 anos, vai experimentar 60-80 ondas de calor.

Se atingirmos 2,5°C até 2050, explodiremos vários pontos de não retorno. Acelera o descongelamento do permafrost (solo congelado) da Sibéria, norte do Canadá, Alasca. Até 2100, vamos jogar mais de 200 bilhões de toneladas do permafrost – principalmente metano. Só a Amazônia e o permafrost vão para 500 bilhões de toneladas. Impossível baixar a temperatura depois. Podemos chegar a 3-4ºC em 2100, o que torna toda a região equatorial inabitável. O Rio de Janeiro fica inabitável por 120-150 dias ao ano. Se chegamos a 3-4°C em 2100, começamos a liberar metano do fundo dos oceanos. Se isso acontecer, chegamos a 8-10°C em 2150. Só o Polo Norte, Polo Sul e topo dos Alpes, Andes e Himalaias serão habitáveis.

Tivemos seis extinções em massa de espécies. Todas foram fenômenos naturais. Essa seria a primeira extinção em massa causada por uma espécie.

 

Fonte: André Duchiade  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:20:48

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Homem é agredido na rua da Alegria, mas recusa registrar ocorrência e suspeito de liberado

Polícia Militar atendendo a ocorrência no Bairro Vista Alegre do Juá – Foto : Reprodução / O Repórter Invisível

Caso aconteceu na Vista Alegre do Juá; Polícia Militar realizou cerco e abordou suspeito, mas vítima optou por não seguir com denúncia.

Um homem foi agredido na manhã de hoje (27) na Rua da Alegria, entre as ruas 11 e 12, na Vista Alegre do Juá, em Santarém, oeste do Pará.

A agressão, segundo informações preliminares, teria ocorrido após um desentendimento no trânsito.

A Polícia Militar, por meio do 3º BPM, foi acionada e compareceu rapidamente ao local, onde realizou buscas e conseguiu abordar um suspeito com as características repassadas por testemunhas.

A oficial de dia, tenente Júlia, informou que a vítima — que estava no carro com o filho no momento da agressão — optou por não registrar a ocorrência, o que impediu a prisão do suspeito.

“Quando as guarnições chegaram, recebemos as características do suspeito, que foi abordado aqui as proximidades, porém a pessoa que foi agredida não teve interesse de fazer o registro.
Então, devido a essa situação, a gente vai liberar o acusado, já que não consta nada contra ele, feito a pesquisa nos nossos sistemas”, explicou a tenente.

De acordo com populares, a agressão foi violenta e envolveu vários indivíduos, alguns em motos e outros em um carro.

A vítima teria sido bastante espancada, o que chamou a atenção dos moradores da área.
Apesar da recusa da vítima em registrar o caso, a Polícia Militar destacou que continua à disposição da população e reforçou a importância de oficializar denúncias.

“As guarnições estão diminuídas, temos a resposta para a sociedade, mas aí depende dele fazer o registro, já que ele não tem interesse, a gente vai seguir o nosso policiamento, mas conte com a Polícia Militar”, reforçou a tenente.

A guarnição do 3º BPM seguiu com o policiamento na área logo após o ocorrido.

 

Fonte: Luiz Henrique Nunes, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/15:16:37

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