PM prende mulher suspeita de esconder drogas na fralda do filho no Pará

(Foto: Reprodução) – A suspeita permitiu a entrada dos militares na residência e, no interior do imóvel, ela indicou onde havia mais drogas, sendo encontrados mais 22 papelotes de oxi, quatro porções de maconha e uma balança de precisão

Uma denúncia de violência doméstica terminou com a prisão de uma mulher pela Polícia Militar, na manhã do último sábado (26), suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas. Os agentes encontraram papelotes de oxi dentro da fralda do filho da suspeita.

Segundo os policiais da 22ª Companhia Independente de Polícia Militar, após receberem a denúncia de violência doméstica, foram até a casa localizada no bairro da Portelinha. No local, os agentes encontraram a suposta vítima com o filho no colo, aparentemente nervosa. Ela informou que estava discutindo com o companheiro, que, segundo a PM, é conhecido pelo envolvimento com o tráfico de drogas. Ele fugiu ao perceber a chegada dos policiais ao local.

No momento em que os militares conversavam com a mulher, notaram que algo havia caído da fralda da criança. Nesse momento, foi verificado que se tratava de uma pedra de oxi. Segundo a Polícia Militar, a mãe confessou que havia mais oito papelotes da mesma substância na fralda do filho. Ela teria informado que a droga seria do companheiro.

A suspeita permitiu a entrada dos militares na residência e, no interior do imóvel, ela indicou onde havia mais drogas, sendo encontrados mais 22 papelotes de oxi, quatro porções de maconha e uma balança de precisão.

A mulher foi encaminhada para a delegacia de Polícia Civil de Portel para os procedimentos cabíveis, e a criança, para a equipe do Conselho Tutelar da cidade, para os cuidados necessários.

 

 

Fonte: Notícia Marajó e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/14:09:04

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Ciclone extratropical: vento chega aos 105 km/h em Porto Alegre; 288 mil clientes estão sem luz no RS, diz CEEE

Em Osório, o vento acompanhado de garoa balançou árvores — Foto: Reprodução/RBS TV

Alerta laranja para vendaval está vigente até o final da tarde principalmente na Serra, Região Metropolitana e Litoral Norte.

A semana inicia com tempo instável e estragos causados por um ciclone extratropical em algumas cidades do Rio Grande do Sul.

Além da queda das temperaturas por uma frente fria, ventos fortes atingiram o estado. De acordo com a Defesa Civil de Porto Alegre, às 10h foram registradas rajadas de cerca de 105 km/h no Clube dos Jangadeiros, na Zona Sul da Capital. Ao menos três ruas foram bloqueadas totalmente devido a queda de árvores e postes, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

De acordo com a CEEE Equatorial, 288 mil clientes estão sem energia elétrica em toda área de concessão. As cidades mais impactadas são Porto Alegre, Capão da Canoa, Viamão, Tramandaí e Osório.

Em Imbé, o vento arrancou o telhado de uma garagem e derrubou um poste na ponte que liga a cidade com Tramandaí.

Alerta laranja

Até o final da tarde desta segunda-feira (28), está vigente um alerta laranja para vendaval emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os ventos devem seguir variando entre os 60 km/h e os 100 km/h. Em Canguçu, no Sul do estado, o vento chegou a 102 km/h.

As áreas de maior risco são a Região Metropolitana de Porto Alegre, a Serra, o Sudeste e parte da Região Central do estado. Há possibilidade de queda de árvores, destelhamento de casas e danos em edificações.

De acordo com a Defesa Civil do Estado, Cachoeira do Sul, na região Central, reportou alagamentos. Em Piratini e Rio Grande, no Sul do estado, foram registradas quedas de árvore.

No Litoral também há registro de estragos.

Como ficam os próximos dias? 

Na terça-feira (29), o avanço de uma massa de ar polar derruba as temperaturas no RS. Conforme os meteorologistas, seguirá chovendo em algumas áreas do estado, devido à circulação de umidade do mar para o continente após a passagem da frente fria.

Os maiores volumes deverão ocorrer na Região Metropolitana, Litoral Norte, Serra e Norte. São previstas pancadas isoladas, sem grandes acumulados. Nas outras áreas, o sol volta a predominar.

Entre a quarta (30) e a quinta-feira (31), o tempo permanece firme em todo o estado, sem previsão de chuva. As temperaturas seguem baixas, em razão da massa de ar polar que avança pelo Sul do Brasil.

 

Fonte: g1 RS e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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Menina de 3 anos morre em incêndio após ficar presa dentro de casa, no Pará

Foto:Reprodução | Apesar dos esforços da comunidade, o incêndio se alastrou rapidamente e não foi possível retirar a menina do imóvel.

Uma menina de três anos morreu após a casa em que morava ser atingida por um incêncio em São Domingos do Capim, nordeste do Pará, na noite de segunda-feira (28). Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Pará, a “criança acabou ficando presa dentro da residência”.

Ávila Vitória estava em casa quando o imóvel foi atingido pelas chamas. Segundo testemunhas, familiares ficaram desesperados quando perceberam que a criança ainda estava na residência.

Apesar dos esforços da comunidade, o incêndio se alastrou rapidamente e não foi possível retirar a menina do imóvel.

Os bombeiros informaram que chamas foram controladas, com perda parcial do imóvel, e que uma perícia foi solicitada para apontar as causas do fogo.

 

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/11:00:06

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Justiça de Itaituba absolve indígena acusada de transporte irregular nas eleições

Foto:Reprodução | Justiça de Itaituba absolve indígena acusada de transporte irregular nas eleições de 2022A decisão foi proferida pelo juiz Wallace Carneiro de Sousa, de Itaituba. Foto: reprodução

A Justiça Eleitoral da 34ª Zona de Itaituba (PA) absolveu a indígena Alessandra Korap Silva, acusada de arrecadar recursos para custear transporte irregular de eleitores durante as eleições presidenciais de 2022.

A decisão, proferida pelo juiz Wallace Carneiro de Sousa na semana passada, considerou nulo o inquérito policial por falta de assistência da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) durante as investigações, conforme exigido pelo Estatuto do Índio.

A ação penal foi protocolada na Justiça pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) do Pará, com base em uma representação inicialmente encaminhada à Procuradoria Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul.

A denúncia alegava que Alessandra Korap Silva, identificada como filha da líder indígena Marileide Korap Munduruku, teria usado a rede social Twitter (atual X) para promover uma “vaquinha eletrônica” com o objetivo de financiar o transporte de eleitores no dia da eleição.

A prática, segundo o MPE, violaria os artigos 5º e 10 da Lei nº 6.091/1974 e o artigo 302 do Código Eleitoral, que proíbem o benefício eleitoral por meio de vantagens materiais.

Inquérito na PF

A Polícia Federal (PF) de Santarém instaurou inquérito para apurar os fatos, concluindo que havia indícios da conduta descrita.

O MPE, então, ofereceu denúncia contra a indígena, que se defendeu alegando ausência de provas sobre o uso dos recursos para fins eleitorais e afirmando que a mobilização tinha caráter social, vinculado à defesa dos direitos indígenas.

A defesa de Alessandra Korap Silva argumentou que o processo foi conduzido sem a participação obrigatória da Funai, violando o Estatuto do Índio (Lei nº 6.001/1973) e a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garantem assistência específica a indígenas em processos judiciais.

O juiz acatou o argumento, destacando que a ausência da Funai caracterizou “vício insanável” e tornou o inquérito inválido.

Direito fundamental

Em sua decisão, o magistrado citou o artigo 12 da Convenção 169 da OIT, que prevê a necessidade de adaptação processual às particularidades culturais dos povos indígenas.

“Não se trata de mero formalismo, mas de direito fundamental”, afirmou Wallace Sousa na sentença.

Com base no artigo 397, inciso III, do Código de Processo Penal, que prevê extinção da punibilidade em casos de nulidade processual, o juiz determinou a absolvição sumária de Alessandra Korap Silva. A decisão também declarou nulo o inquérito policial da PF de Santarém.

A sentença isentou a ré do pagamento de custas processuais. O Ministério Público Eleitoral ainda pode recorrer da decisão.

A decisão a Justiça reforça a necessidade de observância de direitos processuais específicos para povos indígenas, conforme previsto na legislação nacional e em tratados internacionais.

 

Fonte: Jeso Carneiro  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/11:00:06

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PRF aborda caminhão com controle irregular de emissões de poluentes na BR-163, em Santarém (PA)

Foto:Reprodução | Durante ação policial ocorrida na noite de segunda-feira (28) no KM 995 da BR- 163 em Santarém, uma equipe da PRF abordou um caminhão trator modelo VOLVO/FH 500 em atitude suspeita.

Diante disso, foram feitas as devidas consultas e iniciada averiguação dos equipamentos obrigatórios.

Em ato de verificação aprofundada, foi constatado que o tanque de Arla estava completamente vazio, enquanto o marcador de Arla no painel do veículo indicava o tanque em 1/2 da capacidade, ou seja, caracterizando crime ambiental.

Da forma de causar poluição em níveis tais que resultem ou possam causar danos à saúde, ou provoque mortandade de animais ou a destruição da flora por meio do lançamento de resíduos em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos.

O motorista responsável assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) tendo se comprometido a comparecer em juízo para esclarecimentos posteriores.

Fonte:O Impacto  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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Em diálogo com o MPF, aeroporto de Belém (PA) contará com sala multissensorial para pessoas com autismo

Foto ilustrativa por AndreaObzerova/Canva | Espaço é destinado à regulação emocional, redução de estímulos e conforto sensorial ao longo da experiência aeroportuária

O Ministério Público Federal (MPF) foi informado que a empresa concessionária do aeroporto internacional de Belém (PA), Norte da Amazônia Airports (Noa), vai inaugurar, no final de agosto, uma sala multissensorial no aeroporto. O anúncio foi feito na última quinta-feira (24), durante reunião entre representantes da empresa e o MPF, que acompanha e apoia a iniciativa.

Salas multissensoriais em aeroportos são ambientes projetados para oferecer mais conforto, relaxamento e bem-estar para passageiros com diagnóstico autodeclarado de neurodivergência, como Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições que envolvem hipersensibilidade sensorial.

São espaços para quem precisa de um ambiente mais tranquilo e controlado, com iluminação suave, texturas calmantes e recursos que ajudam a reduzir a sobrecarga sensorial e contribuir para uma experiência de viagem mais acessível e menos estressante. A proposta também beneficia familiares e acompanhantes, o que torna as viagens mais acolhedoras e seguras.

A sala será instalada no pavimento superior da área de embarque (área restrita), nas proximidades do portão 3, ao lado da praça de alimentação do embarque doméstico. Segundo representantes da empresa informaram ao MPF, a instalação e a manutenção da sala serão custeadas pela Noa, sem utilização, diretamente, de financiamento público.

A iniciativa da abertura do espaço é coordenada pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). Assim como o MPF e a SAC, a Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (SNDPD), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), também acompanha a iniciativa, que está dentro do Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência — Novo Viver sem Limite.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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Bolsonaro condenado pode pegar de 12 a 43 anos, e debate sobre extensão de pena segue aberto

Foto:Reprodução | A PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou neste mês as alegações finais contra Bolsonaro e outros sete réus apontados como integrantes do núcleo central de trama golpista para mantê-lo no poder após a eleição de Lula (PT) em 2022. A peça foi encaminhada ao STF

Caso seja condenado no STF (Supremo Tribunal Federal) pelos cinco crimes dos quais é acusado, Jair Bolsonaro (PL) pode, com base nos tempos previstos em lei, receber uma pena mínima de 12 anos e meio até uma máxima superior a 43 anos de prisão.

Parte dos especialistas ouvidos pela Folha avalia que a tendência é que a punição seja fixada em nível médio ou alto -mas há quem considere prematuro avaliar a dimensão das penas neste momento.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou neste mês as alegações finais contra Bolsonaro e outros sete réus apontados como integrantes do núcleo central de trama golpista para mantê-lo no poder após a eleição de Lula (PT) em 2022. A peça foi encaminhada ao STF.

Advogados e professores de direito consultados pela reportagem consideram que a manifestação já oferece indicativos sobre a pena que pode ser imposta ao ex-presidente na hipótese de ele ser condenado com base nos crimes indicados e nos fatos narrados pela Procuradoria.

Bolsonaro compõe o grupo com Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin); Almir Garnier (ex-comandante da Marinha); Anderson Torres (ex-ministro da Justiça); Augusto Heleno (ex-ministro do GSI); Mauro Cid (ex-chefe da Ajudância de Ordens); Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa); e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil).

Todos são acusados de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito e golpe de Estado. Com exceção de Ramagem, cuja ação penal foi em parte suspensa pela Câmara, os demais também respondem por dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Ao descrever o crime de organização criminosa armada, a PGR indicou agravante e causas de aumento de pena (emprego de arma de fogo, participação de funcionário público e, no caso de Bolsonaro, exercício de liderança) que podem fazer a punição para esse delito superar os 17 anos de prisão.

Como mostrou a Folha, caso seja condenado por todos os crimes de que é acusado, no enquadramento dado pela Procuradoria, o ex-presidente e outros réus poderiam receber uma pena de mais de 40 anos de prisão a depender de como os ministros fizerem o cálculo.

Professor da FGV Direito Rio, Thiago Bottino afirma que as penas devem ser elevadas em situações como a de quem promove ou organiza a cooperação no crime ou dirige a atividade dos demais. Segundo ele, muitas dessas hipóteses estão presentes na acusação do chamado núcleo principal da trama golpista.

Bottino diz que parte dos denunciados pelo 8 de Janeiro também foi acusada de alguns desses crimes, mas sem que se aplicasse o entendimento de que tiveram papel de destaque. Assim, avalia que, se forem condenados pelos mesmos delitos, as penas do núcleo principal tendem a ser maiores.

Um balanço divulgado no início do ano pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos do 8 de Janeiro no STF, apontou que a maioria dos condenados cujas ações foram classificadas como graves tiveram penas que variaram de três a 17 anos e seis meses de prisão.

Para Bottino, a pena máxima para Bolsonaro e outros acusados do núcleo principal é pouco provável, já que isso exigiria a presença de todas as agravantes e causas de aumento de pena. Segundo ele, seriam necessários mais elementos, que não parecem estar todos presentes no caso.

Mas, de acordo com o professor, também se espera “uma certa coerência nos critérios que já foram adotados. Dificilmente teria, para pessoas que tiveram uma atuação mais destacada no crime, uma pena menor do que para aqueles que tiveram atuação menos destacada”.

A criminalista Marina Coelho, vice-presidente do Iasp (Instituto dos Advogados de São Paulo), avalia que a Procuradoria apresentou uma acusação detalhada que aponta para uma pena elevada. A expectativa dela, no entanto, é que os ministros não apliquem todas as penas no tempo máximo previsto em lei.

“Acredito que vão fazer uma ponderação nessas penas, avaliar a proporcionalidade a partir das causas de aumento e elevar a um patamar menor que o máximo.”

Maria Carolina Amorim, presidente da Comissão de Direito Penal do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), avalia não ser possível prever a dimensão das penas porque elas variam muito.

“Cada pena vai ser dada de acordo com a participação de cada acusado naquele crime, de forma que calcularmos agora um patamar de quanto seria cada um é um exercício de futurologia”, afirma.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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‘Se sair, volto a matar’, diz canibal que hoje é pastor em presídio de PE

Foto:© Redes Sociais | A defesa afirma que Jorge está convertido e atua como pastor no presídio. Segundo o advogado Giovanni Martinovich, a gravação é antiga. Ele diz que seu cliente prega há mais de dois anos no sistema prisional, dedica-se exclusivamente à vida religiosa

Jorge Beltrão, líder do trio condenado por matar mulheres e usar carne humana em empadas em Garanhuns (PE), hojeprega em unidades prisionais e afirma que não quer liberdade por temer recaída e assassinato.

Um vídeo gravado em um presídio viralizou ao mostrar o líder dos “Canibais de Garanhuns” pregando como pastor evangélico. A gravação foi feita há cerca de um ano na Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá (PE), e mostra Jorge Beltrão Negromonte, condenado por assassinatos e uso de carne humana em alimentos vendidos à população.

A defesa afirma que Jorge está convertido e atua como pastor no presídio. Segundo o advogado Giovanni Martinovich, a gravação é antiga. Ele diz que seu cliente prega há mais de dois anos no sistema prisional, dedica-se exclusivamente à vida religiosa e conta com apoio de internos do setor evangélico. “hoje ele realmente está convertido. Ele quer viver preso como pastor”, disse ao UOL.

Diagnosticado com esquizofrenia e cego, Jorge afirma que não quer sair da prisão. “Se sair, volto a matar”, declarou o ex-integrante do trio canibal a seu advogado e ao corpo de jurados durante o julgamento. O defensor afirma que o cliente teme tanto uma recaída quanto ser assassinado fora do presídio. “Ele disse que, se sair, volta a escutar aquelas vozes e tudo acontece de novo”, relatou.

A defesa afirma que Jorge poderia hoje cumprir pena fora do presídio, mas ele próprio recusou. “Tenho condições jurídicas de colocá-lo na rua, em prisão domiciliar”, afirmou Martinovich. “Mas ele me disse que, se descobrirem que é o canibal, será assassinado. E preferiu permanecer onde está”.

O VÍDEO

Negromonte é apresentado como “pastor da penitenciária” no vídeo que viralizou. Na cena, ele aparece ao lado do diácono Rodrigo Gracino e de um missionário chamado Peterson, que falam rapidamente sobre o trabalho do preso, que está de camisa e gravata e traz um violão às costas.

O preso relata sua conversão e cita versículos durante a gravação. O diácono afirma que o pastor é “uma bênção” e lembra que ele “era conhecido como um dos canibais de Garanhuns”. Ao microfone improvisado, o preso conta que um missionário o abordou em 2012 e o convidou a seguir a fé. Em seguida, cita um versículo bíblico: “Quem está em Jesus, nova criatura é. As coisas velhas se passaram, tudo se fez novo” – trecho de 2 Coríntios 5:17.

O diácono encerra o vídeo citando que nada é impossível para Deus, em referência a Lucas 1:37. A frase é usada para reforçar a ideia de que, apesar do passado marcado por crimes brutais, a conversão de Jorge seria uma prova do poder transformador da fé evangélica.

O advogado diz que a conversão de Jorge é verdadeira e tem sido alvo de críticas. “Já mandaram umas 30, 40 vezes esse vídeo. As pessoas não acreditam. Acham que é deboche. Mas não é encenação”, afirmou Maierovich. “Lá dentro, você tem dois caminhos: o bem e o mal. Ele escolheu o bem”, declarou.

Maierovich não pretende pedir revisão de pena nem progressão de regime. Ele diz que Jorge insistiria para permanecer em regime fechado mesmo quando tiver direito à regressão. “Não há hospital psiquiátrico prisional ativo em Pernambuco. E na rua, ele não tem condição”, completou.

Para o advogado, a conversão de Jorge não é um caso isolado, mas reflexo da realidade do sistema prisional. “A ressocialização em presídio, no Brasil, não ressocializa. Quem está preso procura uma válvula de escape. E a única opção é seguir o contexto religioso”, disse. Segundo ele, a presença católica nas unidades é mínima, e as igrejas evangélicas assumiram esse papel. “Elas recuperam realmente muita gente”.

RELEMBRE O CASO

O trio acusado de canibalismo foi denunciado pela Justiça em abril de 2012. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Pires da Silveira e Bruna Cristina Oliveira da Silva respondiam por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, após o assassinato de uma jovem de 17 anos, Jéssica Camila da Silva Pereira. Partes do corpo da vítima foram encontradas enterradas no quintal da casa, e a carne teria sido usada na produção de empadas consumidas por eles e vendidas na cidade.

O caso ganhou notoriedade com a suspeita de motivações ritualísticas e práticas de sacrifício. Ficou conhecido nacionalmente como o dos “Canibais de Garanhuns” e envolvia a possível atuação do trio em uma seita. Em entrevistas e depoimentos, os acusados falavam em purificação e mencionavam rituais ligados ao consumo de carne humana.

O trio foi condenado em dois júris populares e teve as penas ampliadas pela Justiça. Em 2014, Jorge, Isabel e Bruna foram julgados pela morte de Jéssica Camila e sentenciados a mais de 20 anos de prisão. Em 2018, voltaram ao banco dos réus pelos assassinatos de Gisele Helena da Silva, 31, e Alexandra Falcão da Silva, 20. As penas foram somadas e, em 2019, a Justiça aumentou as condenações do grupo.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco elevou a pena de Jorge Beltrão para 71 anos e 10 meses de prisão. Isabel e Bruna também tiveram as penas ampliadas, chegando a 68 anos e 68 anos e 2 meses, respectivamente.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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Chuvas fortes deixam 30 mortos em Pequim e forçam retirada em massa

Foto:© Getty Images | Mais de 80 mil pessoas foram retiradas da capital chinesa após tempestades provocarem inundações e deslizamentos.

Com barragens em alerta máximo e previsão de mais chuvas, autoridades ampliam operações de emergência para evitar nova tragédia como a de 2023.

As fortes chuvas que atingem a região de Pequim provocaram a morte de 30 pessoas na capital chinesa, segundo anunciaram as autoridades locais nesta terça-feira. Com isso, o número total de vítimas das tempestades que assolam o norte da China subiu para pelo menos 34.
De acordo com comunicado do governo municipal, 28 mortes ocorreram no distrito de Miyun — o mais atingido — e duas no distrito de Yanqing, ambos na periferia de Pequim. Mais de 80 mil moradores precisaram deixar suas casas, sendo cerca de 17 mil apenas em Miyun.

As chuvas intensas voltaram a atingir a região durante a noite de segunda-feira, agravando a situação.

Nesse mesmo dia, um deslizamento de terra na zona rural de Luanping, na província vizinha de Hebei, causou quatro mortes. Outras oito pessoas estão desaparecidas.

Segundo relatos ao jornal estatal Beijing News, moradores locais estão incomunicáveis por conta dos danos às linhas de telefone e energia.

A precipitação média em Pequim chegou a 16 centímetros até a meia-noite desta terça, e duas localidades de Miyun registraram um acumulado de 54 centímetros, segundo dados do governo.

Devido ao risco de transbordamento, autoridades abriram as comportas de uma barragem que atingiu o nível mais alto desde sua construção, em 1959, e pediram que a população se mantenha afastada dos rios a jusante, que devem continuar subindo.

O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, classificou a situação em Miyun como “muito grave”, com “grandes perdas humanas”, e solicitou o reforço imediato das operações de resgate, segundo a agência estatal Xinhua.

As tempestades deixaram 130 vilarejos sem eletricidade, destruíram linhas de comunicação e danificaram mais de 30 trechos de estrada. Em Miyun, as enchentes arrastaram carros, derrubaram postes e causaram grandes prejuízos.

Na cidade de Taishitun, a cerca de 100 quilômetros do centro de Pequim, a lama tomou conta das ruas e as árvores arrancadas pelas águas foram deixadas com as raízes expostas. “As águas chegaram de repente, tão rápido e com tanta força. Em poucos minutos, tudo estava alagado”, disse Zhuang Zhelin, dono de uma loja de materiais de construção, à agência Associated Press.

Seu vizinho, o médico tradicional Wei Zhengming, relatou que precisou se abrigar no andar superior da clínica enquanto o nível da água subia. “Achei que, se ninguém viesse nos buscar, estaríamos em apuros”, contou, com os pés ainda cobertos de lama.

As autoridades de Pequim decretaram nível máximo de emergência na segunda-feira à noite, pedindo que a população não saísse de casa. Escolas foram fechadas, obras suspensas e atividades turísticas ao ar livre canceladas até novo aviso. A previsão é de que as chuvas mais intensas caiam durante a madrugada, com até 30 centímetros em algumas áreas.

A cidade vizinha de Tianjin também retirou cerca de 10 mil moradores do distrito de Jizhou. O governo central enviou o equivalente a 6 milhões de euros (cerca de 50 milhões de yuans) para a província de Hebei e deslocou uma equipe nacional de emergência para apoiar operações de socorro em cidades como Chengde, Baoding e Zhangjiakou.

Pequim e Hebei já haviam sofrido graves inundações em 2023, com dezenas de mortes registradas.

 

Fonte: Notícias ao Minuto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 51 milhões

Foto:Reprodução | As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet

As seis dezenas do concurso 2.894 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 51 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/07:00:06

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