Ministério das Cidades assina contratos para 320 novas moradias rurais no Pará

Foto:Reprodução | O objetivo, segundo o governo federal, é assegurar moradia digna para a população das áreas atendidas.

Neste sábado (2/8), o ministro das Cidades, Jader Filho, assina contratos para a construção de 320 novas unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida na modalidade Rural, destinadas aos municípios de Cametá e Mocajuba, localizados no nordeste do Pará.

O objetivo, segundo o governo federal, é assegurar moradia digna para a população das áreas atendidas. Em Cametá, serão contratadas 283 novas moradias, enquanto em Mocajuba o total será de 37 unidades.

As cerimônias de assinatura ocorrerão às 9h, no Ginásio de Esportes da Semed, em Cametá (Trav. Floriano Peixoto, 425 – 491), e às 11h30, no Auditório da Escola Professora Isaura Baia, em Mocajuba (rua Manuel de Souza Furtado).

O Minha Casa, Minha Vida Rural contempla diferentes modalidades para construção e melhoria de moradias em áreas rurais, beneficiando agricultores familiares e diversos segmentos da população que vivem no campo.

O programa foi criado pela Medida Provisória nº 1.162, de fevereiro de 2023, e posteriormente convertido na Lei nº 14.620, de julho do mesmo ano.

Com recursos provenientes do Orçamento Geral da União (OGU) — e, futuramente, também do FGTS, conforme regulamentação — o MCMV Rural busca atender famílias com renda bruta anual de até R$ 120 mil.

Entre os beneficiários estão silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores, povos indígenas, integrantes de comunidades remanescentes de quilombos e demais povos e comunidades tradicionais previstos na Lei nº 11.326/2006.

O programa está estruturado em três faixas de renda: Faixa Rural 1: famílias com renda bruta anual de até R$ 40 mil; Faixa Rural 2: renda anual entre R$ 40.000,01 e R$ 66.600,00; Faixa Rural 3: renda anual entre R$ 66.600,01 e R$ 120.000,00.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/09:47:31

 

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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 85 milhões

Foto:Reprodução | O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 85 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.896 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 85 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Fonte:  Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/09:45:04

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Teste da Orelhinha: obrigatoriedade e gratuidade do exame completam 15 anos no Brasil

Foto:Reprodução | A Lei nº 12.303/2010 estabelece que os hospitais e maternidades são obrigados a realizar o exame de forma gratuita nas crianças nascidas em suas dependências.

O teste da orelhinha é uma triagem auditiva com o objetivo de identificar possíveis problemas auditivos em crianças recém-nascidas. Neste sábado (2), a lei que torna obrigatória a realização gratuita do teste em todos os hospitais e maternidades completa 15 anos de sanção. O exame é indolor e deve ser feito em todos os recém-nascidos.

A Lei nº 12.303/2010 estabelece que os hospitais e maternidades são obrigados a realizar o exame de forma gratuita nas crianças nascidas em suas dependências. A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2 de agosto de 2010 e entrou em vigor no dia da publicação do decreto.

A otorrinolaringologista Silvana Maziviero destaca que a lei é importante, pois promove a possibilidade de ampliar o número de recém-nascidos que terão acesso à identificação precoce de uma perda auditiva, o que pode evitar o agravamento de um problema de saúde.

“Uma perda auditiva não tratada vai trazer atraso de linguagem e no desenvolvimento psicomotor, além de atrasos na vida social. Sendo que, se identificamos (um problema) de forma precoce, pode-se intervir precocemente”, explica a especialista.

Quem deve fazer o exame?

O teste deve ser realizado em todos os bebês logo após o nascimento. A otorrinolaringologista explica que, no caso de crianças com baixo risco apresentarem problemas auditivos, o procedimento deve ser feito novamente após seis meses do parto.

Já para aquelas que apresentam alto risco, cujos partos aumentaram a probabilidade de ocasionar um problema auditivo, é aconselhável repetir o teste de forma trimestral, a depender da indicação médica.

Silvana Maziviero elenca os seguintes casos para considerar um recém-nascido na categoria de alto risco:

Crianças encaminhadas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI);
Bebês com icterícia grave;
Mães que tiveram doenças com chance de gerar toxicidade à criança durante a gravidez, como sífilis, caxumba, rubéola e toxoplasmose.

Como é feito o teste e o que fazer em caso de falha?

O teste da orelhinha é um procedimento indolor que utiliza uma sonda, parecida com um fone de ouvido, que emite um som e capta sua resposta para indicar o resultado.

Em caso de falha no teste, ou seja, quando o resultado não indica normalidade nas condições auditivas, a criança deve ser triada novamente alguns dias depois. Se a falha persistir, a criança precisa ser examinada por um otorrinolaringologista para avaliar os motivos da continuidade da alteração.

A otorrinolaringologista ressalta que a falha no primeiro teste não indica, com certeza, que o recém-nascido apresenta um problema auditivo, pois há a possibilidade de haver algum líquido ou secreção no ouvido da criança, além de outros fatores que prejudiquem o resultado do procedimento. Por isso, é necessário buscar um acompanhamento contínuo.

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/08/2025/09:42:44

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Governo Lula vai lançar programa ‘Aqui é Brasil’ para acolher deportados dos EUA

Foto:©  AGÊNCIA FAB / SGT JOHNSON | A iniciativa prevê uma série de ações para atender a brasileiros que retornem ao país em condições de vulnerabilidade

O governo Lula (PT) vai publicar, nos próximos dias, uma portaria que cria o programa “Aqui é Brasil”, para implementar medidas de acolhimento humanitário a brasileiros repatriados e deportados.
A iniciativa prevê uma série de ações para atender a brasileiros que retornem ao país em condições de vulnerabilidade, como uma resposta à intensificação das deportações e relatos de maus-tratos contra imigrantes brasileiros expulsos dos Estados Unidos na gestão de Donald Trump.

O caso mais emblemático ocorreu em 24 de janeiro, quando 88 brasileiros desembarcaram no aeroporto de Manaus (AM) após serem deportados dos EUA. Eles chegaram algemados nos pés, mãos e cintura, relatando agressões físicas, xingamentos e humilhações.

O programa será oficialmente lançado na próxima quarta (6), em Brasília, e entrará em vigor imediatamente após a publicação da portaria conjunta entre os ministérios envolvidos na iniciativa: Direitos Humanos, Relações Exteriores, Saúde, Desenvolvimento Social e o Ministério da Justiça, com apoio da Polícia Federal.

De acordo com a minuta da portaria, à qual a Folha de S.Paulo teve acesso, as ações serão financiadas, em uma primeira etapa, com um crédito extraordinário de R$ 15 milhões.

As despesas futuras serão arcadas pelos ministérios participantes, de acordo com o orçamento de cada um.

Está prevista a criação de uma estrutura de recepção humanitária nos principais pontos de entrada no país, com medidas de acolhimento realizadas por equipes multidisciplinares de saúde, assistência social e apoio psicológico.

Também serão ofertados alimentação, itens de higiene pessoal, abrigo temporário, transporte terrestre ou aéreo até o local de residência, apoio para regularizar documentos e encaminhamento para ações de capacitação e retorno ao trabalho.

Um parecer técnico do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania que embasa a criação do programa afirma que “as novas diretrizes do atual governo norte-americano agravaram a situação dos imigrantes”.

O documento destaca que ações do governo Trump, como a realização de operações anti-imigração em locais como igrejas e escolas, “resultaram em impactos diretos na rotina da comunidade brasileira residente nos Estados Unidos, que passou a viver sob constante estado de medo e insegurança”.

O programa, que internamente chegou a ser batizado como “De Volta para Casa”, agora será divulgado com o nome “Aqui é Brasil”.

Em junho, 109 brasileiros em situação de vulnerabilidade nos Estados Unidos foram recebidos em uma operação humanitária coordenada pelo governo federal. De fevereiro a junho deste ano, 892 pessoas foram repatriadas. Os aeroportos de Fortaleza e de Belo Horizonte são dois que possuem espaços para acolhimento e suporte logístico.

“Com essa iniciativa, o governo federal reforça seu compromisso com a promoção dos direitos humanos e com a proteção integral dos brasileiros e brasileiras em qualquer parte do mundo”, diz a pasta de Direitos Humanos.

Na semana passada, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou uma mensagem dirigida aos imigrantes brasileiros que estão de forma ilegal no país. “Até o E.T. sabia a hora de voltar para casa”, diz a mensagem, em referência ao filme de ficção científica “E.T. O Extraterrestre” (1982).

A publicação ocorreu em meio ao aumento da tensão na relação entre os países, após a decisão de Donald Trump de impor tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras e aplicar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Imigrantes têm denunciado condições de superlotação e insalubridade em celas do escritório federal de imigração na cidade de Nova York, levantando preocupação entre parlamentares locais.

As denúncias de superlotação aumentaram à medida que o governo Trump intensificou as deportações, levando os centros de detenção ao limite da capacidade. O número de pessoas em detenção nos EUA subiu para quase 57 mil neste mês, frente a menos de 40 mil no início do ano.

 

Fonte:Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/07:01:30

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Murilo Huff explica decisão de comprar vaca de R$ 17 milhões

Negociação foi feita em leilão tradicional de Ribeirão Preto (SP) | Foto:Reprodução

Cantor sertanejo investe na pecuária de elite e amplia atuação com a marca Nelore Huff, apostando em genética de alto valor no mercado nacional

Murilo Huff, conhecido por seu sucesso na música sertaneja, está expandindo seus horizontes para além dos palcos. O cantor acaba de se tornar sócio de um dos animais mais valorizados da pecuária brasileira: a vaca Íris 8 FIV da Valônia, da raça Nelore, que ultrapassa os R$ 17 milhões em valor de mercado.

A negociação aconteceu durante o tradicional Leilão Raridades, em Ribeirão Preto (SP), e envolveu outras quatro potências do setor: Syagri, Pecuária São Jorge, Nelore HK e Nelore Brasão. Huff entrou na sociedade por meio da Nelore Huff, sua marca voltada ao agronegócio e à criação de gado de elite.

Em entrevista à Globo Rural, o cantor comentou a decisão: “Foi um momento de muita euforia e orgulho, pois se trata de uma das vacas mais cobiçadas do Brasil e do mundo, com vários recordes em pista. Além disso, é uma grande reprodutora e tem diversos filhos campeões. Então, com certeza, vai contribuir nos nossos cruzamentos”, afirmou.

Com um currículo impressionante, Íris 8 FIV da Valônia já conquistou títulos como o de Grande Campeã da Expozebu 2019 e da Expoinel Minas 2020. Também possui um recorde de peso, com 1.306 kg, registrado nas Terras de Kubera, além de protagonizar a venda de prenhez mais cara da história da raça Nelore, com valor superior a R$ 500 mil.

Apesar da rotina nos palcos, Huff vem se dedicando com seriedade ao campo. “O agronegócio sempre foi uma paixão que tive vontade de tirar do papel.

Então, mesmo fora dos palcos, sigo fazendo o que eu gosto. Dessa forma nada se torna intenso, mas, sim, prazeroso. A criação de gado é algo que gosto demais para investir em uma raça bem pura e única”, revelou o cantor.

A escolha pela raça Nelore, segundo ele, foi estratégica: “Os meus olhos sempre brilharam, principalmente, pensando em investimentos. Sei que a raça tem um porte com bastante valor agregado e penso em transformar a ‘Nelore Huff’, com práticas de inseminação, a atingir a maior pureza possível”.

 

Fonte:Rafael Miyake/DOL Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/07:01:30

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Convidados nus: veja as exigências da festa de Bruna Marquezine

Comemoração exclusiva no Rio de Janeiro terá regras rigorosas, lista seletiva de convidados e investimento de mais de R$ 1 milhão | Foto:Reprodução

Bruna Marquezine está preparando uma festa de aniversário digna de cinema para celebrar sua chegada aos 30 anos.

A comemoração, marcada para o dia 15 de agosto, acontecerá na icônica Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, local conhecido por ter sediado o último baile do Império no século XIX.

O evento promete ser uma das noites mais glamourosas do ano, reunindo celebridades, artistas e amigos próximos da atriz.

Por se tratar de um patrimônio histórico administrado pela Marinha, a realização da festa exige o cumprimento de uma série de regras. Segundo informações do portal R7, Bruna precisou assinar um termo de uso com diversas exigências, incluindo a proibição de nudez na ilha, além da restrição ao uso de drones e canhões de luz, medida necessária para não interferir nas operações do Aeroporto Santos Dumont, que fica nas proximidades.

Outra preocupação é com a preservação do patrimônio: o volume do som deverá ser controlado para não comprometer os vitrais históricos do local.

A produção do evento está a cargo de uma equipe especializada, com atenção a cada detalhe, desde os tecidos da decoração até o perfume do ambiente.

Para viabilizar o evento, Bruna também contribuiu financeiramente com ações culturais apoiadas pela Marinha. A atriz fez doações para projetos como Uma Tarde no Museu, voltado para a educação de crianças da rede pública, e iniciativas de acessibilidade para visitantes.

De acordo com o colunista Matheus Baldi, da revista IstoÉ, o orçamento da festa ultrapassa R$ 1 milhão. Entre os mimos da noite estão buffet de alto padrão, ambientação luxuosa e a possibilidade de uma atração internacional: a apresentação de um DJ famoso teria sido oferecido como presente por um amigo milionário da atriz, embora ainda não se saiba se ela aceitou.

 

 

Fonte: Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/09:17:04

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Tio de Michelle Bolsonaro é preso por armazenamento de material de abuso sexual infantil

Foto:Reprodução | Gilberto Firmo, de 52 anos, foi detido em flagrante durante operação da Polícia Civil em Ceilândia (DF)

A Polícia Civil de Goiás prendeu em flagrante, nesta sexta-feira (1º), Gilberto Firmo, de 52 anos, tio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e presidente do PL Mulher, por armazenamento de material relacionado à exploração sexual de crianças e adolescentes.

A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em Ceilândia (DF), com apoio da Polícia Civil do Distrito Federal.

De acordo com as investigações, Gilberto é suspeito de compartilhar e fazer upload de centenas de arquivos com imagens e vídeos de abuso sexual infantil pela internet.

Durante a operação, os agentes encontraram diversos arquivos contendo cenas explícitas de violência sexual contra crianças e adolescentes no celular do investigado. O aparelho foi apreendido e será submetido à perícia técnica, a fim de aprofundar a análise do material e identificar outros possíveis envolvidos.

À CNN Brasil, o advogado de defesa de Gilberto, Samuel Magalhães, confirmou a prisão e afirmou que seu cliente passará por audiência de custódia neste sábado (2). A assessoria de imprensa de Michelle Bolsonaro foi procurada, mas ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

A investigação segue em andamento, e o material apreendido será analisado para avaliar a extensão dos crimes cometidos e eventuais conexões com redes de exploração na internet.

 

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/07:01:30

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Veículos com placas finais 49 a 69 têm descontos no IPVA até 4 de agosto

Foto:Reprodução | Os proprietários podem antecipar em parcela única ou parcelar o imposto. Após a data do licenciamento, o pagamento será feito com acréscimo de multas e juros.

A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) informa aos proprietários de veículos automotores, com finais de placas 49 a 69, que até a próxima segunda-feira (4) é possível pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com descontos de até 15%.

Os descontos, válidos para quem não recebeu multas de trânsito, são de 15% sobre o valor do imposto para quem está há dois anos sem multa; 10% para quem não recebeu multas no ano passado, e 5% de desconto nas demais situações.

Há três opções de pagamento do IPVA no Pará: antecipação em parcela única, com desconto; parcelamento em até três parcelas antes do vencimento, sem desconto, e pagamento integral na data do licenciamento anual no Departamento de Trânsito (Detran). Após a data do licenciamento, o pagamento será feito com acréscimo de multas e juros.

Para consultar o valor do imposto e emitir o Documento Estadual de Arrecadação (DAE), o proprietário do veículo deve acessar o site da Sefa, www.sefa.pa.gov.br .O pagamento do DAE pode ser feito via Pix ou usando o código de barras.

Neste caso, usar a rede bancária autorizada – Banco do Estado do Pará (Banpará), Banco da Amazônia (Basa), Bradesco, Banco do Brasil, Santander, Itaú e Caixa Econômica Federal – e casas lotéricas.

A alíquota do IPVA é de 2,5% para automóveis, caminhonetes e veículos aquaviários recreativos ou esportivos, não destinados à atividade comercial; 1% para ônibus, micro-ônibus, caminhões, cavalos mecânicos, motocicletas e similares.

Os veículos com mais de 15 anos de fabricação estão isentos. Embarcações e aeronaves devem recolher o IPVA até o dia 30 de junho.

Mais informações estão disponíveis no site www.sefa.pa.gov.br; por atendimento telefônico ou por mensagem no Call Center, 0800-725-5533, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Há também o chat no site da Sefa.

 

Fonte:  Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/08/2025/17:34:47

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Fonte:  Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2025/08:44:37

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Custo de hospedagem pode barrar países pobres e afetar legitimidade da COP30, diz presidente do evento

Plataforma do governo federal dedicada a hospedagens na COP30 — Foto: Reprodução

Países em desenvolvimento dizem que custo da estadia pode inviabilizar presença em Belém. Valor médio das diárias em Belém é 5 vezes maior que o orçamento dessas delegações.

O custo e a falta de vagas de hospedagem em Belém podem fazer que os países mais pobres e também mais afetados pela mudança do clima fiquem de fora da COP30, que acontece em Belém em novembro.

A análise da organização e de especialistas converge: é preciso agir ainda nos 100 dias que faltam para o evento para evitar que ausência de nações ou mesmo que delegações reduzidas afetem a legitimidade do que for decidido na conferência.

“Temos que encontrar uma maneira de que eles possam estar em Belém. Com a ausência dos países pobres, ficaria uma COP sem legitimidade”, afirma André Corrêa do Lago, presidente da COP30.

Os países sob risco de não participar têm um orçamento limitado de US$ 143 por dia, considerando alimentação e hospedagem. Vale dizer que esse valor é padrão em todas as COPs, historicamente.

Mas a realidade em Belém é de preços “extorsivos”, como descreveu o próprio André Corrêa do Lago. Eles chegam a até dez vezes o praticado na cidade, com diárias a US$ 700. O governo do Pará, comandado por Helder Barbalho (MDB), diz que que vem adotando uma série de soluções para ampliar a oferta de hospedagem e que não pode intervir na questão dos preços (veja íntegra do posicionamento abaixo).

Faz meses o preço das hospedagens têm sido uma questão para o governo, que já buscou acordo com a rede hoteleira no estado, sem sucesso. Nesta semana, a questão se tornou oficial com o escritório climático da Organização das Nações Unidas (ONU) realizando uma reunião de emergência para debater os altos preços das acomodações.

A crise se agravou quando 25 países entregaram uma carta na qual questionam a situação. Entre os signatários está o bloco dos Países Menos Desenvolvidos (LDC, em inglês), que inclui 44 países em desenvolvimento como Tuvalu, Liberia, Angola, Gâmbia, entre outros.

Uma das questões que foram levantadas é de que países em desenvolvimento e pobres fiquem de fora das discussões, sendo eles justamente os mais afetados pela crise do clima.

Sem países, COP pode ser colocada em xeque

O presidente da COP30 admitiu que os altos preços podem inviabilizar a vinda dessas nações, mas disse que o país deve agir, sob pena de isso fira a legitimidade do evento. Isso porque a questão pode ser interpretada como uma medida que inviabilizou os países de participarem das discussões.

Uma das soluções propostas foi a oferta limitada de quartos por preço mais acessível, mas isso impediria que os grupos viessem completos, com todos os negociadores. Mas isso também é um risco.

Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, resume a preocupação de ambientalistas e observadores que acompanham as últimas COPs. Ele explica que isso poderia colocar em xeque os acordos feitos na COP.

“No caso de países que tiverem a delegação diminuída e por isso não puderem participar dos debates, eles podem questionar as resoluções que eles gostariam e não puderam debater. Esse é o ponto mais grave, porque você pode colocar sob questionamento as resoluções de toda a conferência. Eles podem alegar que o país inviabilizou a participação deles”, avalia Astrini.

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Plataforma e soluções

O governo havia prometido como resposta uma plataforma com hospedagens até US$220 por diária, que teria esse grupo como prioritário — apesar do valor estar acima das diárias que os grupos têm.

O g1 teve acesso à plataforma nesta sexta-feira e não há hospedagens nesse preço, a média é acima de US$ 300.

Segundo Lago, os quartos disponíveis foram os de menor valor encontrado. No entanto, na reunião, os países trouxeram demandas que pedem estadias que se limitem a US$ 70 a diária, porque ainda teriam que arcar com os custos de transporte e alimentação com o valor de US$ 143.

“O que a SECOP está fazendo é assegurar um número mínimo de quartos por um preço abaixo do que está no mercado. Os preços mais baratos não estão sendo aceitos por esses países mais pobres, temos que tentar baixar ainda mais os preços desses quartos”, disse Lago.

A outra solução que havia sido prometida era a disponibilização de navios. Mas ela também saiu mais cara do que o esperado por quem aguardava a medida como resposta, com cabines a US$600.

Lago disse que o governo segue no diálogo para tentar viabilizar a vindo dos países mais pobres, por meio da Casa Civil.

Consultora relata desafio pelas acomodações

E não só os países pobres podem ficar de fora, mas as organizações da sociedade civil, pesquisadores e ambientalistas. O risco é de que, com a pressão dos preços, haja um esvaziamento do evento.

Vanessa Robinson, que é consultora e atua ajudando ONGs internacionais a conseguirem acomodação no Pará. Ela conta que os altos preços têm sido um desafio, principalmente para os países mais pobres.

“É difícil porque as organizações são importantes no debate. A gente quer uma COP com participação popular, mas os preços estavam inviabilizando isso”, explica.

A consultora conta que grupos da Indonésia, México têm dificuldade, mas mesmo as instituições da Europa não estão conseguindo fechar hospedagens que contemplem os orçamentos. Robinson disse que em uma de suas buscas chegou a receber uma oferta de R$ 77 mil, para a estadia, fora a comissão de agentes imobiliários, que pode chegar a 20% do valor da locação.

“A gente tenta encontrar e não consegue, porque está muito caro. É preciso fazer um trabalho de conscientização com as pessoas que estão alugando, explicar a importância da COP. É possível, mas exige envolvimento e diálogo”, afirma.

Vanessa diz que, em parte, o problema existe por uma lacuna do poder público que não atuou em conjunto com a comunidade local para explicar a dimensão e importância do evento.

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Risco de COP com debate esvaziado

E não só os países pobres podem ficar de fora, mas as organizações da sociedade civil, pesquisadores e ambientalistas. O risco é de que, com a pressão dos preços, haja um esvaziamento do evento.

Uma das metas do Brasil era mostrar suas ações ao receber uma COP na Amazônia e era isso que o Instituto Perifa Sustentável, de São Paulo, pretendia fazer. Eles estão indo para a quinta COP que a organização participa e levariam a Brasilândia, região mais vulnerável da capital paulista.

No entanto, diferente dos cinco anos anteriores, em que estiveram de Europa à Ásia, eles não conseguem estar no Pará. Mahryan Sampaio, e co-fundadora do Instituto, explica que não há opções acessíveis: de casas, hostels e hotéis, todos têm preços inacessíveis.

“A média de valor que recebemos é de R$ 60 mil para uma pessoa passar todos os dias do evento em Belém. Isso é muito mais do que já pagamos no exterior. Estamos tentando nos reunir com outras entidades e alugar casas juntos, mas ainda assim os preços são muito altos”, explica.

Mahryan explica que isso coloca em xeque a meta de ter uma COP que seja participativa.

“Quando a gente pensa na luta global sobre a mudança do clima, sobretudo no Brasil, é impossível pensar em uma COP que tenha isso no centro sem ouvir quem mais sofre. E mas mais do que isso, quem está pensando nas soluções no país”, explica.

Posicionamento do governo do Pará

Veja íntegra da nota:

“O Governo do Pará reforça que vem adotando uma série de soluções para ampliar a oferta de hospedagem em Belém e na região metropolitana durante a COP 30. Além da rede hoteleira já existente, estão em construção novos hotéis, como o Vila COP, que contará com 405 leitos para delegados e líderes. A União contratou navios para hospedagem flutuante, e escolas da rede estadual estão sendo adaptadas no padrão hostel para receber visitantes. Também foram estimulados o aluguel de temporada e parcerias com plataformas digitais para ampliar a disponibilidade de leitos.

Em julho, o Governo do Pará firmou Acordo de Cooperação Técnica com a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira – Seção Pará (ABIH/PA) para garantir quartos a custos acessíveis na rede hoteleira para delegações de 196 países e demais participantes da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorrerá em Belém, em novembro de 2025.

A Procuradoria-Geral do Estado lembra que a locação de imóveis e as tarifas praticadas pelo setor hoteleiro em Belém são regidas por normas de direito privado, baseadas na livre negociação entre as partes, sem previsão legal para intervenção direta do Poder Público. Mesmo diante desses limites, o Governo do Pará mantém diálogo constante com proprietários, imobiliárias e empreendimentos de hospedagem para reforçar a importância de práticas responsáveis durante a conferência.”

 

Fonte:  Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/08/2025/17:34:47

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Remo joga mal, perde para a Ferroviária e deixa escapar chance de voltar ao G4 da Série B

Ronaldo e Juninho marcaram os gols da Ferroviária na vitória em cima do Remo (Foto:Thiago Gomes/O Liberal).

Leão ainda teve o atacante Pedro Rocha sendo expulso aos 15 minutos do segundo tempo

Em uma atuação apagada, o Remo foi derrotado pela Ferroviária na noite desta sexta-feira, 1º de agosto, pela 20º rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

No Estádio do Mangueirão, o Leão perdeu por dois a zero e ainda teve o atacante Pedro Rocha expulso no segundo tempo.

Com a derrota, o Remo manteve a quinta colocação com 30 pontos e pode perder mais posições até o final da rodada. Já a Ferroviária deu um salto na tabela, saindo da zona de rebaixamento e chegando ao 14º lugar, agora com 23 pontos.

Na próxima rodada, o Remo vai até Belo Horizonte, no sábado, 9, encarar o América Mineiro às 16h na Arena Independência. Já a Ferroviária entra em campo um dia antes, na sexta-feira, 8, para abrir a 21ª rodada da Série B em duelo com o Amazonas, às 19h, na Fonte Luminosa, em Araraquara, no interior de São Paulo.

Primeiro tempo

Buscando mais equilíbrio no meio de campo, o técnico António Oliveira iniciou a partida com Nathan Camargo na vaga de Caio Vinícius. Além disso, Sávio voltou ao time titular na lateral esquerda. Mudanças que pouco fizeram efeito de forma imediata contra a Ferroviária.

Aliás, o início do jogo teve a equipe paulista com maior volume de posse de bola e mais presente no campo ofensivo. Indicativo de que, apesar de estar na zona de rebaixamento, a Ferroviária não ia esperar o Remo “dar as cartas” em campo.

A primeira chegada azulina aconteceu com oito minutos, quando Pavani trocou passes na intermediária direita e arriscou do meio da rua. O goleiro Denis Júnior fez a defesa.

A partir de então, o Remo passou a ditar mais o ritmo do jogo. A principal chance azulina do primeiro tempo aconteceu nesse período. Aos 16 minutos, Matheus Davó foi lançado em velocidade e saiu de cara com Denis Júnior. No entanto, ele atrasou a passada e a zaga paulista chegou.

A resposta da Ferroviária veio em dose dupla com Juninho. Na primeira, ele pegou um sem pulo na entrada da área e contou com desvio na zaga do Remo para evitar o gol. Depois, ele mandou do meio da rua e Marcelo Rangel acompanhou a bola indo pela linha de fundo.

Os 20 minutos finais do primeiro tempo foram de amplo domínio do Remo, com posse de bola, volume de jogo e controle das ações ofensivas. Marrony e Pedro Rocha pelo lado esquerdo e Nathan Santos pelo lado direito conseguiram quebrar a linha defensiva da Ferroviária, mas não a ponto de passar pelo goleiro Denis Júnior.

Quem conseguiu mudar o placar foi a Ferroviária. No último lance da etapa inicial, Fabrício Daniel esticou para Juninho na esquerda. Ele tocou para Ronaldo, que, na pequena área, fez o giro em cima Kayky Almeida e deixou a equipe paulista em vantagem no jogo.

Segundo tempo

A volta do intervalo seguiu o ritmo do final do primeiro tempo. Embora o Remo estivesse mais presente no campo ofensivo, quem balançou as redes foi a Ferroviária. Com oito minutos, Fabrício Daniel puxou o contra ataque e esticou para Netinho.

Em velocidade, o ex-jogador do Paysandu ganhou de Kayky Almeida na primeira disputa de bola, entrou na área e rolou para Juninho. Com Marcelo Rangel batido no lance, o também ex-Paysandu colocou a bola no fundo do gol. Dois a zero.

O Remo voltou a ficar no quase aos 12 minutos quando Sávio recebeu na esquerda e cruzou rasteiro para Marrony. Na marca do pênalti, o atacante azulino mandou por cima do gol.

Ao 15 minutos, o que era ruim, piorou. Pedro Rocha fez falta no campo de ataque para parar a saída de bola da Ferroviária. Falta, segundo cartão amarelo e o atacante do Remo foi expulso.

Na base do abafa, o Remo tentou diminuir o placar com Nathan Santos fazendo boa jogada individual pela direita, mas parando em Denis Júnior. Na sobra, Sávio ficou na defesa paulista.

Nos minutos finais, o Remo foi todo ao ataque embalado pelas entradas de Alan Rodríguez no lado esquerdo, Jaderson no meio de campo e Janderson no ataque. Em contrapartida, a Ferroviária teve o contra ataque a favor para finalizar de vez o jogo. No entanto, nenhuma das duas coisas aconteceu e a partida foi fechada em dois a zero para a equipe paulista.

Ficha técnica

Remo 0 x 2 Ferroviária-SP

Local: Estádio do Mangueirão

Data: 01/08/2025

Hora: 19h

Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes (CBF/GO)

Assistentes: Leone Carvalho Rocha (CBF/GO) e Hugo Sávio Xavier Corrêa (CBF/GO)

VAR: Leonardo Rotondo Pinto (CBF/MG)

Cartão amarelo: Pedro Rocha (REM) | Ricardinho (FER)

Cartão vermelho: Pedro Rocha (REM)

Gol: Ronaldo (48′ 1T) e Juninho (81 2T)

Remo: Marcelo Rangel; Nathan Santos (Marcelinho), Kayky Almeida (Alan Rodríguez), Camutanga e Sávio; Nathan Camargo (Janderson), Pavani (Jaderson) e Victor Cantillo (Caio Vinícius); Pedro Rocha, Marrony e Matheus Davó.

Técnico: António Oliveira

Ferroviária: Denis Junior; Lucas Rodrigues, Ronaldo Alves, Gustavo Medina e Edson Lucas (Zé Mário); Ricardinho, Alencar (Ian Lucas) e Netinho (Tárik); Fabrício Daniel (Kevin), Ronaldo e Juninho (Wesley Pomba).

Técnico: Vinícius Bergantin

Público pagante: Não divulgado

Público total: Não divulgado

Renda: Não divulgado

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/08/2025/17:34:47

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