TSE empossa novos ministros indicados por Lula

(Foto: Reprodução) – Estela Aranha e Floriano de Azevedo Marques terão dois anos de mandato no Tribunal Superior Eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) empossou nesta terça-feira (5) dois ministros nomeados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor o tribunal, que é responsável pela organização das eleições no país. No mês passado, a partir de uma lista tríplice formada somente por mulheres, Lula escolheu a advogada Estela Aranha para uma vaga de ministra efetiva do TSE. O ministro Floriano de Azevedo Marques também foi empossado na última terça. O ministro cumprirá o segundo mandato de dois anos para o cargo de ministro efetivo.

De acordo com a Constituição, cabe ao presidente da República nomear os advogados que compõem o tribunal. O TSE é composto por sete ministros, sendo três do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados, além dos respectivos substitutos.
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Fonte: Por Jovem,Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/15:28:16

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Carreta da Mulher é alvo de furto em Parauapebas e atendimentos de saúde são cancelados

(Foto: Reprodução) – Criminosos levaram cabos de energia da unidade móvel, impedindo o funcionamento dos equipamentos e prejudicando dezenas de mulheres que aguardavam atendimento no Bairro dos Minérios

A madrugada desta quarta-feira (6) foi marcada por um ato criminoso em Parauapebas que deixou dezenas de mulheres sem atendimento de saúde. A Carreta da Mulher, unidade móvel da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), foi alvo de furto no Bairro Bairro dos Minérios, resultando na paralisação de todos os serviços programados para o dia.

Segundo informações da prefeitura, os criminosos levaram os cabos de energia do veículo, impossibilitando o funcionamento dos equipamentos médicos e de apoio utilizados nos atendimentos. A ação gerou transtorno e indignação às mulheres que aguardavam consultas e exames, especialmente aqueles voltados à prevenção e acompanhamento da saúde feminina.

Nota de repúdio

Em nota oficial, a Prefeitura de Parauapebas repudiou o crime e reforçou que medidas legais já estão sendo adotadas para que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados.

“Repudiamos com veemência qualquer ato que prejudique o acesso da população aos serviços públicos de saúde, especialmente aqueles voltados à saúde da mulher. Assim que tomamos conhecimento do ocorrido, a equipe técnica da Semsa esteve no local para avaliar os danos e adotar as providências cabíveis”, destacou o comunicado.

A prefeitura também informou que trabalha para restabelecer o funcionamento da unidade o mais breve possível e garantir que os atendimentos sejam retomados.

Importância da Carreta da Mulher

A Carreta da Mulher é um dos serviços de maior alcance da saúde municipal. A unidade móvel percorre diversos bairros de Parauapebas oferecendo exames, consultas e acompanhamento médico especializado, ampliando o acesso da população feminina aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

Nos últimos meses, o projeto tem sido essencial para descentralizar os atendimentos e levar saúde de qualidade a comunidades mais distantes, garantindo ações de prevenção, diagnóstico e cuidado integral às mulheres.

Investigações

O caso foi comunicado às forças de segurança, que já trabalham para identificar os envolvidos no furto. A prefeitura pede o apoio da população no combate a esse tipo de crime, considerado um ataque direto ao bem coletivo.

 

 

Fonte: Portal Pebinha de Açúcar e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/15:21:41

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Brasil monitora direitos de indígenas e mulheres em metas da COP30

(Foto: Reprodução) – Diretora diz que evento terá foco nas populações que mais sofrem

A presidência da COP30 está monitorando a forma com que os países abordam os direitos indígenas e das mulheres nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). Segundo a diretora executiva da COP30, Ana Toni, até agora apenas 22 países entregaram suas NDCs à COP.

“Estamos olhando para todas as NDCs que estão chegando. queremos que todos os países coloquem as terras indígenas, os direitos indígenas e os direitos das mulheres nas suas NDCs”, disse Ana Toni.

O assunto foi debatido nesta terça-feira (5), em reunião conjunta das comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, com o tema COP 30: um compromisso com as vidas que sustentam os biomas.

Ana Toni disse que o grande diferencial da COP no Brasil é que será uma conferência das pessoas, com ênfase nas populações que mais sofrem, como mulheres, quilombolas e indígenas.

“Mas não só olhar para as pessoas como as vítimas do clima, mas também como lideranças que vão nos ensinar como sair do problema da mudança do clima. Não podemos esquecer que ação climática é ação humana”.

Durante o debate, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, disse que a pasta está em mobilização contínua pelo Brasil para conversar com as comunidades indígenas sobre a COP30 e esclarecer o papel e a importância do evento internacional. Ela destacou a necessidade de garantir acesso direto aos financiamentos climáticos para organizações indígenas.

“Precisamos fazer mais recursos chegarem ao chão dos territórios. Isso vai trazer um impacto enorme porque viabiliza que os povos indígenas façam seu próprio trabalho de proteção ambiental. Sem povos indígenas, não há justiça climática”, destacou a ministra.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, disse que a pasta trabalha na criação de um protocolo para proteger as mulheres em emergências climáticas.

“Cada vez que o Brasil tem um desastre natural, a gente sabe que são as mulheres que cumprem uma agenda de reconstrução e salvação de sua comunidade, porque as mulheres são solidárias”, ressalta.

O ministério também está preparando uma programação especial para a COP30 para consolidar a participação das mulheres no debate. “Precisamos ainda comprovar que as mulheres são capazes de debater esse tema, que às vezes fica só com os homens especialistas”, defendeu a ministra.

O seminário atende a pedido das deputadas Célia Xakriabá (Psol-MG), Dandara (PT-MG), Dilvanda Faro (PT-PA), Duda Salabert (PDT-MG) e Elcione Barbalho (MDB-PA). Segundo as parlamentares, o objetivo é fortalecer a atuação conjunta das comissões na construção de uma agenda legislativa e política alinhada com os compromissos de justiça climática, proteção dos territórios e promoção da igualdade de gênero.

 

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/15:13:32

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Latino compra metade do cavalo de R$ 10 milhões de Gusttavo Lima e entra em seleto grupo de luxo; veja lista

Latino compra metade do cavalo de R$ 10 milhões de Gusttavo Lima — Foto: Reprodução/Instagram e Danilo Eduardo/Reprodução/Instagram

Wesley Safadão, Simone Mendes e Zé Neto são alguns dos famosos que investem no milionário mercado de equinos

Entre os muitos luxos na vida de celebridades como Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Simone Mendes e Zé Neto (da dupla com Cristiano) estão os cavalos de alto padrão. Esses artistas, todos do meio sertanejo, seguem uma tradição ligada à música brasileira que retrata animais, fazendas e a vida no interior. Muitos desses equinos de alto desempenho podem valer R$ 10 milhões — sem contar os custos para mantê-los com boa saúde.

O próprio embaixador — título pelo qual Gusttavo ficou conhecido entre seus fãs — até outro dia tinha 100% do cavalo Oregon, da cobiçada raça Friesian, avaliado em um valor milionário. Na última segunda-feira (4), no 4º Leilão Haras Frange, realizado no Palácio Tangará, em São Paulo, o sertanejo leiloou metade do animal. O comprador dos demais 50% foi ninguém menos que Latino, que pagará o preço de R% 5 milhões em 50 parcelas de R$ 100 mil.

Conheça mansão onde vive Gusttavo Lima e Andressa Suita

Sim. Gusttavo Lima e Latino agora são sócios do cavalo, de acordo com divulgação do Haras. O animal costuma sempre impressionar por conta de sua pelagem totalmente negra, crina longa e “porte imponente”.

Outro que esteve no Leilão Haras Frange foi o cantor Zé Neto. De acordo com a divulgação oficial, ele comprou 100% da égua Whiz So Much por R$ 2,5 milhões, valor que foi dividido em 50 parcelas de 50 mil.

Outros famosos têm animais com altos valores. De acordo com a revista Globo Rural, Wesley Safadão também tem em sua propriedade um cavalo de luxo. Trata-se do Streak Of Fling, da raça Quarto de Milha, que já é conhecida pelo alto desempenho em esportes e por seu valor de mercado. Ainda segundo a publicação, três embriões faturaram R$ 1 milhão em um único leilão.

Simone Mendes é outra que tem um cavalo da raça Quarto de Milha, uma das mais cobiçadas, além de outros. “Economizo na roupa para investir no cavalo. Eu tenho cavalo Quarto de Milha e eu adoro, acho lindo, tenho uma paixão muito forte, é um dos meus investimentos de vida. Eu invisto em cavalos, assim como em imóveis e outras coisas”, disse ela ao Portal Leo Dias no ano passado.

 

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/15:01:54

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MPF vai ouvir a sociedade sobre a desativação do Pronto-Socorro Mário Pinotti, o PSM da 14, em Belém (PA)

(Foto: Arte: Comunicação/MPF) – Evento, aberto à participação de qualquer pessoa interessada, será realizado no próximo dia 13, na sede do MPF na capital paraense

O Ministério Público Federal (MPF) vai realizar uma escuta pública sobre a desativação do Hospital Pronto-Socorro Municipal (PSM) Mário Pinotti, conhecido como PSM da 14, em Belém (PA). O evento está marcado para o próximo dia 13, às 14h, no auditório da sede do MPF na capital paraense.

A iniciativa tem como finalidade ouvir a sociedade, usuários do sistema de saúde, profissionais da área e entes públicos sobre o tema. O objetivo é também construir consensos entre os participantes e buscar encaminhamentos por parte da prefeitura.

Qualquer pessoa interessada pode participar. Para quem quiser fazer manifestações durante o evento, as inscrições serão feitas no local, na entrada do auditório, meia hora antes do início da escuta pública, e seguirão a ordem de chegada.

As manifestações ocorrerão das 14h às 17h, e a inscrição não garante o direito à fala caso o tempo se esgote. Após esse horário, os integrantes da mesa farão suas considerações e encaminhamentos. O encerramento está previsto para as 18h.

Foram convidados para compor a mesa o prefeito de Belém, o secretário de Saúde do município, o diretor-geral do PSM Mário Pinotti, o superintendente estadual do Ministério da Saúde no Pará, além de representantes do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e das Defensorias Públicas da União (DPU) e do Estado (DPE-PA).

Diversas outras entidades, como conselhos de saúde e de categorias profissionais, sindicatos, a Câmara Municipal e órgãos de fiscalização, também foram convidadas a participar do evento.

Serviço:

O quê: Escuta Pública sobre a desativação do Hospital Pronto-Socorro Mário Pinotti.
Quando: 13 de agosto, a partir das 14h.
Onde: auditório do MPF em Belém, na rua Domingos Marreiros, 690, bairro Umarizal.
Participação com fala: inscrições para fala no local, a partir das 13h30, por ordem de chegada.

 

Fonte: cgn.inf.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:47:15

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Durante caçada na Bahia, homem é picado por cascavel e ingere gasolina

(Foto: Reprodução) – Paciente ingeriu gasolina após acidente durante caçada; família arcou com conta de R$ 195 mil e tentou repassar valor ao governo…

Um homem de 42 anos, morador de Barreiras, no oeste da Bahia, que ficou internado em estado gravíssimo após ser picado por uma cascavel e ingerir gasolina, não conseguirá que o Estado da Bahia arque com os custos da internação feita em hospital particular. A sentença que rejeitou o pedido foi publicada nesta terça-feira (5), no Diário de Justiça Eletrônico.

Picada de cobra e gasolina

O caso aconteceu no dia 20 de dezembro de 2024. Segundo o processo, o homem participava de uma caçada quando sofreu a picada e, logo em seguida, ingeriu cerca de 250 ml de gasolina. Ele chegou à UPA de Barreiras por volta das 22h com sintomas graves: vômitos com sangue, insuficiência respiratória, anemia, edema no membro afetado, além de risco iminente de morte.

O paciente foi transferido para o Hospital do Oeste, da rede pública, mas não havia vaga na UTI. Ele ficou internado na chamada “sala verde”, recebendo atendimento básico, enquanto aguardava por uma transferência que não se concretizou.

Internação na rede privada

Diante da situação crítica e da falta de leitos no SUS, a família optou por interná-lo no Instituto de Terapia Intensiva de Barreiras, um hospital particular. Cada dia na unidade custava R$ 6.500, e o total da internação — de 25 de dezembro até 15 de janeiro — ficou em aproximadamente R$ 195 mil.

Sem condições de pagar, o paciente entrou na Justiça pedindo que o Estado fosse obrigado a arcar com os custos e a pagar R$ 10 mil por danos morais.

Vaga recusada pela família

No processo, o governo da Bahia informou que, após decisão liminar emitida no dia 8 de janeiro de 2025, uma vaga foi oferecida no Hospital do Oeste no dia seguinte. Porém, a família recusou a transferência, alegando receio por conta do atendimento anterior.

O juiz entendeu que, embora inicialmente tenha havido demora, o Estado agiu dentro do prazo após a liminar, e que a recusa partiu da própria família. Por isso, não haveria como responsabilizar o governo pelas despesas.

Conta não será reembolsada

O magistrado destacou ainda que o Supremo Tribunal Federal já definiu que, em casos como esse, o pagamento de serviços prestados por hospitais particulares só é possível dentro dos parâmetros da tabela do SUS — o que não se aplica quando o paciente busca o serviço por conta própria, sem encaminhamento oficial.

O pedido de indenização por danos morais também foi negado. A Justiça entendeu que, embora o caso tenha sido grave, não houve prova de abalo emocional que justificasse reparação financeira.

 

Fonte: cgn.inf.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:47:15

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MPF aciona Justiça e pede plano urgente de proteção contra agrotóxicos no Planalto Santareno (PA)

(Foto ilustrativa por fotokostic/Canva) – Ação aponta danos à saúde, contaminação de igarapés e desaparecimento de fontes de alimento para povos e comunidades tradicionais

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça Federal, nesta segunda-feira (4), com uma ação para obrigar a União, o estado do Pará, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) e o município de Santarém (PA) a elaborarem e executarem um plano emergencial para proteger as populações e o meio ambiente dos impactos da pulverização de agrotóxicos na região do Planalto Santareno.

O Planalto Santareno, localizado na região oeste do estado, fica a aproximadamente 42 km da área urbana de Santarém e é caracterizado pela expansão do agronegócio e pelo monocultivo de grãos. Na mesma região está a Terra Indígena (TI) Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno, composta por cinco aldeias.

O objetivo central da ação é cobrar uma resposta efetiva dos órgãos públicos, com a elaboração urgente de um conjunto de normas que regulamente a atividade. O plano deve, necessariamente, estabelecer distâncias mínimas de segurança entre as áreas de aplicação de agrotóxicos e os locais onde vivem pessoas, como comunidades indígenas, quilombolas e de agricultores familiares, além de escolas, unidades de saúde e cursos d’água.

O plano ainda deve indicar coordenadores responsáveis, ações, prazos, metas e indicadores bem definidos e ter como conteúdo mínimo os seguintes itens:

a identificação de todas as comunidades (indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e camponesas) do Planalto Santareno.

o estabelecimento de distâncias mínimas de segurança entre as áreas de aplicação e núcleos populacionais (especialmente de comunidades tradicionais, como aldeias e quilombos), escolas, unidades de saúde, cursos d’água e outras áreas sensíveis.

a realização de fiscalizações periódicas nos imóveis rurais que exerçam atividade agrícola na região do Planalto Santareno, sugerindo-se periodicidade mensal no primeiro ano.

o monitoramento da saúde dos comunitários e dos cursos d’água, sugerindo-se periodicidade mensal no primeiro ano.

Após a aprovação do plano emergencial, o MPF pede que ele seja executado, sob supervisão judicial, e avaliado periodicamente, mediante relatórios trimestrais, até a sua conclusão por homologação judicial.

A ação é fruto de investigação que reuniu provas quanto ao risco aos quais pessoas e meio ambiente estão expostos. Um dos documentos centrais é um laudo pericial da Polícia Federal que constatou a proximidade excessiva das lavouras com as moradias. Os peritos encontraram plantações a apenas seis metros de casas na aldeia Açaizal e registraram a ausência total de barreiras de proteção, como faixas de segurança ou quebra-ventos. Imagens anexadas ao processo mostram caixas d’água comunitárias ao lado de plantações, e análises de solo revelaram a presença de três tipos de agrotóxicos: paration, alacloro e atrazina.

Omissão do poder público – Segundo o procurador da República Vítor Vieira Alves, autor da ação, a omissão dos órgãos públicos é um fato incontroverso. O MPF destaca que a própria Adepará admitiu oficialmente, em 2022, que não realizava fiscalizações no Planalto Santareno por “inexistência, na legislação estadual, de critérios específicos para distâncias mínimas na pulverização terrestre”. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) chegou a reconhecer a necessidade das medidas e a elaborar minutas de normas, mas, até o momento, não as aprovou.

O MPF aponta que essa inércia ocorre apesar de o uso de agrotóxicos na região ter crescido 600%, conforme dados citados na ação. A situação levou o Conselho Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto (Cimap) a denunciar ao MPF que o veneno é carregado para os igarapés, contaminando fontes de água e os açaizais. Os indígenas relataram o desaparecimento de diversas espécies de árvores frutíferas essenciais para sua economia e cultura, como graviola, piquiá, uxi e pupunha.

Impactos avassaladores – Os danos à saúde são um dos pontos mais alarmantes citados na ação. Um estudo do projeto Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCT) – Observatório das Dinâmicas Socioambientais (Odisseia) revelou que 100% das análises de urina de moradores da região continham resíduos do herbicida glifosato.

Outra pesquisa, da doutora em neurociências e biologia celular e professora na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) Eliza Maria da Costa Brito Lacerda, apontou déficits na discriminação de cores entre os moradores, um indicativo precoce de efeitos neurofisiológicos.

Em depoimento ao MPF, a pesquisadora transcreveu relatos que demonstram a gravidade da exposição: “As pessoas relatam que elas sentem o cheiro dos agrotóxicos sendo aplicados. Elas sentem o sabor dos agrotóxicos quando eles estão sendo aplicados. […] Isso é um nível de exposição extremamente alto. É como se elas estivessem tomando eles, em gotas”.

Racismo ambiental – A ação cita ainda que 70% dos entrevistados em um estudo da doutora em toxicologia e professora da Ufopa Flávia Garcez da Silva apresentavam sintomas como cefaleia, vertigem e náuseas, além de alterações laboratoriais significativas, como dislipidemias. Um exemplo do perigo é o caso da escola municipal Professora Vitalina Motta, em Belterra (PA), que teve as aulas suspensas após uma “nuvem de veneno” invadir o espaço escolar.

O MPF argumenta que essa realidade configura um quadro de “racismo ambiental”, em que populações vulneráveis são desproporcionalmente expostas aos riscos, e um “verdadeiro genocídio cultural”, pois a degradação força o abandono de territórios e a perda de modos de vida tradicionais.

Pedidos de reparação – Além da elaboração do plano emergencial, a ação busca a reparação pelos danos já causados. O MPF pede a condenação dos réus à implementação de um plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD). Requer também o pagamento de indenizações por danos morais coletivos e sociais, e o reconhecimento do direito à indenização individual para os moradores das comunidades afetadas desde o ano 2000. O valor total da causa foi estimado em R$ 900 milhões.

 

Fonte: mpf.mp.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:43:00

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Por que a Nasa quer colocar um reator nuclear na Lua até 2030

Projeto faz parte das ambições dos EUA de construir uma base permanente para humanos viverem na Lua — Foto: BBC News fonte

O reator forneceria energia para humanos na Lua, mas há dúvidas sobre sua viabilidade
TOPO

A agência espacial dos Estados Unidos, Nasa, vai acelerar os planos para construir um reator nuclear na Lua até 2030, de acordo com a imprensa americana.

Isso faz parte das ambições dos EUA de construir uma base permanente para humanos viverem na superfície lunar.

De acordo com o site de notícias Politico, o chefe interino da Nasa mencionou planos semelhantes da China e da Rússia, e disse que esses dois países “poderiam, potencialmente, declarar uma zona de exclusão” na Lua.
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Mas ainda há dúvidas sobre quão realistas são as metas e o cronograma, considerando os recentes cortes no orçamento da Nasa, e a preocupação de alguns cientistas com interesses geopolíticos por trás do plano.

Países incluindo os Estados Unidos, China, Rússia, Índia e Japão estão correndo para explorar a superfície da Lua, com alguns planejando assentamentos humanos permanentes.

“Para avançar adequadamente nessa tecnologia crítica, capaz de apoiar uma futura economia lunar, com geração de energia de alta potência em Marte, e fortalecer nossa segurança nacional no espaço, é imperativo que a agência aja rapidamente”, escreveu à Nasa o secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy — que foi nomeado chefe interino da agência pelo presidente Donald Trump —, segundo informou o jornal New York Times.

Duffy solicitou propostas de empresas privadas para construir um reator capaz de gerar pelo menos 100 quilowatts de energia, o que é relativamente pouco. Para comparação, uma turbina eólica terrestre típica gera entre 2 a 3 megawatts.

‘Nova corrida para a Lua’

A ideia de construir um reator nuclear na Lua não é tão nova. Em 2022, a Nasa assinou três contratos de US$ 5 milhões com companhias para projetar um reator.

Em maio deste ano, China e Rússia anunciaram que planejam construir uma estação de energia nuclear automatizada na Lua até 2035.

Muitos cientistas concordam que essa seria a melhor — ou talvez a única — forma de fornecer energia contínua na superfície lunar.

Um dia lunar equivale a quatro semanas na Terra, compostas por duas semanas de luz solar contínua e duas semanas de escuridão. Isso torna a dependência da energia solar um grande desafio.

“Até mesmo a construção de um habitat lunar modesto para acomodar uma tripulação pequena demandaria geração de energia em escala de megawatts. Painéis solares e baterias sozinhos não conseguem atender a essa demanda”, sugere Sungwoo Lim, professor em Aplicações espaciais, exploração e instrumentação na Universidade de Surrey.

“A energia nuclear não é apenas desejável, é inevitável”, afirma.

Lionel Wilson, professor de Ciências Planetárias na Universidade de Lancaster, acredita que é tecnicamente possível instalar reatores na Lua até 2030, “desde que haja compromisso com o financiamento necessário”, e destaca que já existem projetos para reatores menores.

“É apenas uma questão de haver lançamentos suficientes do Artemis para construir a infraestrutura na Lua até lá”, afirma, se referindo ao programa espacial da Nasa, Artemis, que tem como objetivo enviar pessoas e equipamentos para a Lua.

Há, ainda, algumas questões de segurança.

“Lançar material radioativo por meio da atmosfera terrestre traz preocupações de segurança. Você precisa ter uma licença especial para fazer isso, mas não é algo intransponível”, diz Simeon Barber, especialista em Ciência Planetária na Open University.

A diretriz de Duffy foi uma surpresa após a mais recente turbulência na Nasa, provocada pelo anúncio do governo de Trump de cortes de 24% no orçamento da agência para 2026.

Isso inclui cortes em um número significativo de programas científicos, como o Mars Sample Return, que visa trazer amostras da superfície do planeta para a Terra.

Interesses políticos

Cientistas também estão preocupados que esse anúncio seja motivado por interesses políticos, dentro da nova corrida internacional para a Lua.

“Parece que estamos voltando aos velhos tempos da primeira corrida espacial, o que, do ponto de vista científico, é um pouco decepcionante e preocupante”, afirma Barber.

“A competição pode criar inovação, mas se houver um foco mais estreito no interesse nacional e na tentativa de estabelecer propriedade, então corre-se o risco de perder de vista o panorama maior que é a exploração do Sistema Solar”, acrescenta.

Os comentários do ministro de Transportes dos EUA sobre a possibilidade da China e da Rússia “declararem uma zona de exclusão” na Lua parecem se referir a um acordo chamado Artemis Accords.

Em 2020, sete países assinaram o acordo para estabelecer princípios sobre como deveriam cooperar na superfície lunar.

O documento inclui as chamadas zonas de segurança, que devem ser estabelecidas ao redor das operações e dos equipamentos que os países instalarem na Lua.

“Se você constrói um reator nuclear ou qualquer outro tipo de base na Lua, você pode alegar que existe uma zona de segurança ao redor, porque você tem equipamentos ali”, explica Barber.

“Para algumas pessoas, isso é equivalente a dizer: ‘nós somos donos desse pedaço da Lua, vamos operar aqui e vocês não podem entrar’.”

Barber destaca que ainda há obstáculos a serem superados antes de se instalar um reator nuclear na Lua para uso humano.

O programa Artemis 3, da Nasa, por exemplo, pretende enviar seres humanos à superfície lunar em 2027, mas tem enfrentado uma série de contratempos e incertezas relacionadas ao financiamento.

“Se você tem energia nuclear para uma base, mas não tem como levar pessoas e equipamentos ate lá, então isso não serve para muita coisa”, acrescentou.

“Os planos não parecem estar muito bem integrados no momento”, concluiu.

 

Fonte: Georgina Rannard – Correspondente de Ciência da BBC News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:35:45

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Madeireira denunciada pelo MPF é condenada a pagar R$ 22,8 milhões por desmatamento em terra indígena no Pará

(Foto ilustrativa por DaveMeier/Pixabay) – Investigação revelou como a empresa usava dados falsos para simular a legalidade de produto retirado da Terra Indígena Alto Rio Guamá

A Justiça Federal acolheu pedidos do Ministério Público Federal (MPF) e condenou a empresa Transporte e Comércio de Madeiras Bonfim a pagar uma indenização de R$ 22,8 milhões para reparação de danos ambientais cometidos na Terra Indígena (TI) Alto Rio Guamá, no nordeste do Pará.

A decisão, proferida no último dia 3, é resultado de uma ação penal movida pelo MPF que desvendou um sofisticado esquema de extração ilegal de madeira, desmatamento e fraude documental na TI, da etnia indígena Tembé.

A empresa foi considerada culpada pelo crime ambiental de desmatar e explorar economicamente floresta em terras de domínio público sem autorização. Segundo a denúncia do MPF, a madeireira, cujo nome fantasia é Transbon, foi responsável pelo desmatamento de, no mínimo, 1,7 mil árvores nativas de diversas espécies em 2012.

As investigações, feitas pelo MPF em parceria com a Polícia Federal e com apoio técnico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), revelaram que a extração ilegal era apenas o primeiro passo do esquema. Para dar aparência de legalidade à madeira extraída ilegalmente, a empresa inseriu, por centenas de vezes entre 2008 e 2013, dados falsos nos sistemas oficiais de controle florestal.

Comprovações das fraudes – Com a inserção de dados falsos nos sistemas de controle florestal, o objetivo da empresa era gerar créditos florestais fraudulentos para “esquentar” a madeira, ou seja, simular que o produto tinha origem legal. As irregularidades apontadas nos laudos periciais eram evidentes e demonstravam a impossibilidade física das operações declaradas:

• veículos incompatíveis: foram registrados automóveis de passeio e motocicletas para o suposto transporte de grandes volumes de toras;

• tempos de viagem fraudulentos: em uma das operações, o sistema registrou um trajeto de 204 km sendo percorrido em apenas 12 minutos. Em outros casos, viagens curtas levaram meses para serem concluídas, indicando que as guias eram reutilizadas;

• preços irrisórios: os valores de compra e venda declarados eram muito inferiores aos preços de pauta estabelecidos pelo fisco estadual, indicando que as transações comerciais eram fictícias e visavam apenas a movimentação dos créditos.

A investigação encontrou vasta evidência material, incluindo fotografias de toras com a logomarca da empresa no pátio de extração, cadernos de contabilidade manuscritos pelos funcionários e depoimentos de auditores que participaram das fiscalizações.

Demais punições – Além da indenização de R$ 22,8 milhões, a sentença impôs à Transbon a pena de prestação de serviços à comunidade, que deverá se materializar no custeio de projetos ambientais, obras de recuperação de áreas degradadas e manutenção de espaços públicos. A empresa também terá que pagar multa de R$ 20 mil, valor que será destinado a entidades de proteção ambiental. Ainda cabe recurso da decisão.

 

Fonte: mpf.mp.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:35:45

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Botafogo perde para o Red Bull Bragantino e é eliminado na Copa do Brasil Feminina

Foto:Reprodução | Chegou ao fim a participação do Botafogo na Copa do Brasil Feminina.

As Gloriosas perderam para o Red Bull Bragantino por 2 a 1 na noite desta terça-feira (5/8), no Estádio Gabriel Marques, em Santana de Paranaíba, em jogo único válido pela terceira fase.

O Red Bull Bragantino abriu o placar logo no começo do primeiro tempo, com um bonito gol de Paulina, de letra.

O Botafogo empatou aos 16 minutos do segundo tempo, com Carol, que havia acabado de entrar, interceptando uma bola na intermediária ofensiva.

Porém, dois minutos depois, o Red Bull Bragantino marcou o segundo, com Débora, de cabeça, após cobrança de escanteio. O Botafogo buscou o ataque nos minutos finais para tentar levar a disputa para os pênaltis, mas não conseguiu furar a defesa do time da casa.

A equipe alvinegra, comandada pelo técnico Léo Goulart, jogou com Michelle; Sinara, Grazy (Raiani), Thaiane e Natane; Tefinha (Bia), Duda Basílio (Kika) e Tipa; Rebeca (Analu), Júllia e Paola (Carol).

Próximos jogos

O Botafogo agora foca na disputa semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino A2. Com o acesso já garantido, as Gloriosas enfrentam o Fortaleza no PV, na próxima sexta-feira (8/8), às 21h, e depois no Estádio Nilton Santos, dia 15.

Fonte: FogãoNET e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/08:10:09

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