Esquema de fraude é desarticulado pela polícia em Altamira.

Foto: Polícia Civil – Já estão presos em Altamira, sudoeste paraense, Doriana Batista da Silva, Joilson Celestino Pereira e Flávio Carvalho Lopes, suspeitos pelo crime de furto qualificado praticado mediante abuso de confiança e associação criminosa. Eles estavam com mandados de prisão preventiva expedidos pela justiça. As informações são da Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (1º). O crime deixou prejuízo de R$ 151,9 mil à empresa.

De acordo com o delegado Rubens Mattoso, da Seccional de Altamira, os suspeitos utilizaram cartões magnéticos para fazer saques em dinheiro e em seguida faziam o cancelamento do crédito do cartão. A vítima do golpe foi o responsável por um autoposto no mesmo município.Uma das pessoas acusadas exercia cargo de confiança na empresa e, por isso, tinha acesso à movimentação financeira.

Durante as investigações do crime, o delegado teve acesso aos extratos de vendas dos cartões usados pelos acusados, entre 1º de janeiro e 19 de maio deste ano, e também às imagens de câmeras de segurança que mostram a suspeita Doriana fazendo as operações, além dos depoimentos de testemunhas e da própria vítima.

Ainda segundo o delegado, a vítima somente descobriu o crime após realizar o balanço de caixa e conciliações bancárias, já que a empresa passava por dificuldades financeiras em decorrência da fraude. Além disso, ressalta o delegado, a fraude também foi possível graças a confiança exercida por Doriana que mantinha um cargo de confiança na empresa.

Por ORMNEWS

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‘Três? Só se for com dois homens’, dispara Cleo Pires sobre sexo

Depois de posar nua para a capa de uma revista, Cleo Pires fez revelações ao divulgar um vídeo onde conversa sobre diversos assuntos. A atriz vai lançou seu site oficial nesta quinta-feira (30).

Uma das perguntas foi sobre se faria um menage: “Um não é pouco às vezes, acho que um pode ser bom (risos). Dois, às vezes, fica até demais. Mas dois geralmente é bom, dependendo da segunda pessoa. Três? Só se for com dois homens. Uma outra mulher na minha cama, acho que ia matar ela. Não consigo dividir. Os meus homens são meus”.

“Uma amiga minha fez uma coleção inspirada nas amarrações sadomasoquistas japonesas. Eu tenho tido essas fantasias, mas não tenho achado ninguém pra fazer comigo”, continuou ela.

Por Notícias ao Minuto – 
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Operação “Rios Voadores” -Empresários e engenheiros foram alvos da operação da PF em Sinop, Sorriso e Guarantã

O delegado da Polícia Federal de Sinop, Samir Zugaibe, informou, há pouco, ao Só Notícias, que os oito presos nos municípios de Sinop, Sorriso e Guarantã do Norte, esta manhã, são engenheiros florestais e empresários. Eles são acusados de envolvimento em uma organização criminosa especializada em desmatamento ilegal e grilagem de terras públicas federais no Pará e alvos da operação “Rios Voadores” deflagrada pela Polícia Federal daquele estado. A PF de Sinop apenas deu apoio no cumprimento dos mandados.

Em Sinop foi cumprido quatro prisões preventivas e duas de buscas e apreensão; duas prisões preventivas, uma condução coercitiva e uma de busca em Sorriso; além de duas prisões e uma de busca em Guarantã do Norte. Ao todo, foram expedidas 51 medidas judiciais, sendo 24 prisões preventivas, nove conduções coercitivas e 18 mandados de busca e apreensão em empresas e casas pertencentes aos investigados em Mato Grosso, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
Veja Lista dos envolvidos:
De acordo com informações da assessoria de imprensa da PF do Pará, após arredamento das terras usurpadas, elas eram usadas pelo grupo para o desenvolvimento de atividade econômica agropecuária. As investigações começaram após a operação Kaiapó, realizada pelo Ibama, em 2014, por meio de atos de fiscalização no interior e no entorno da Terra Indígena Menkragnoti, situada no município de Altamira (PA). Foram  apreendidas 26 motosserras e 3 motocicletas, além de desmontados 11 acampamentos. Também foram detidas 40 pessoas e identificado o responsável pelo desmatamento da área embargada (mais de 13 mil hectares).

Consta que o principal investigado desmatou, entre os anos de 2012 e 2014, mais 29 mil hectares, sendo multado pelo Ibama na cifra de R$ 119 milhões. Segundo informações da Receita Federal, a organização criminosa, por meio de pessoas físicas e jurídicas que a compõe, movimentou mais de R$ 1 bilhão, entre os anos de 2012 e 2015, grande parte de origem ilícita ou incompatível com os rendimentos dos titulares das contas.

De acordo com as investigações, os principais investigados e beneficiados com a prática criminosa eram protegidos por outros membros da organização que serviam como “testas de ferro”. Mediante a falsificação de documentos e outras fraudes, estas pessoas de confiança dos cabeças da organização criminosa assumiam a propriedade da terra grilada por seus “patrões” chegando a admitir a prática de crimes ambientais. Eles preservam o nome dos reais autores da conduta, quando flagrados em fiscalizações do Ibama realizada durante uma das fases da investigação.

A organização criminosa estruturava-se em quatro núcleos: 1) núcleo operacional (executam o desmatamento); 2) núcleo referente aos agentes que compram terras desmatadas ilegalmente; 3) núcleo financeiro (financia o desmatamento); 4) núcleo familiar (dissimulação das vantagens econômicas obtidas). O núcleo operacional subdividia-se em i) grupo dos agenciadores de mão de obra, “Gatos”; ii) grupo dos gerentes das fazendas desmatadas ilegalmente; iii) grupo dos “Testas de ferro”; iv) grupo dos agrimensores (produzem cadastro ambiental fraudulentos). Os crimes investigados são: organização criminosa; falsificação de documentos; a prática, de forma reiterada e habitual, de desmatamento ilegal, ateamento de fogo e grilagem de terras públicas federais, na Amazônia brasileira (visando a criação/venda de gado e plantação/venda de soja/arroz); ocultação e dissimulação das vantagens econômicas obtidas.

Conforme Só Notícias já informou, os policiais federais e agentes do Ibama estiveram em Sorriso, esta manhã. Um dos alvos foi uma empresa do ramo de fertilizantes, localizada na Perimetral Sudeste. Os policiais e agentes do Ibama entraram no prédio após um chaveiro ser solicitado para abrir a porta. No entanto, a empresa estava vazia.

Veja Lista dos envolvidos:

Fonte: Só Notícias/José Carlos Araújo

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Nova etapa da Lava Jato investiga JBS, dona da Friboi

A ação ocorreu na manhã desta sexta-feira

A nova etapa da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (1º), tem como um dos alvos a empresa JBS, dona da Friboi, de acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo.

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Ponte Preta goleia o Santa Cruz em pleno Arruda

O Santa Cruz largou bem no Brasileirão-2016 em seu retorno à elite após nove anos nas divisões inferiores. Mas a má fase veio, levando o time para a zona de rebaixamento. Má fase que não foi amenizada na noite desta quinta-feira. A Ponte Preta, transbordando eficácia diante de um adversário sem inspiração, goleou o Tricolor por 3 a 0, em pleno Arruda, pela 13ª rodada da competição. William Pottker, duas vezes, e Felipe Azevedo marcaram os gols do time campineiro. Clique aqui e confira como foi o lance a lance da partida.

Graças ao seu segundo triunfo na condição de visitante, a Ponte Preta foi aos 17 pontos e, ao mesmo tempo em que se afastou da zona de rebaixamento, ficou próxima do G4. Já o Santa Cruz segue com apenas 11 e na 19ª colocação. Foi a quarta derrota consecutiva do Santinha no Brasileirão.

PRÓXIMOS JOGOS

Santa Cruz e Ponte Preta voltarão a atuar pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, dia 3. E no mesmo horário. O Tricolor visitará o Botafogo, no Mário Helênio, em Juiz de Fora. Já a Ponte receberá o São Paulo, no Moisés Lucarelli.

EFICAZ, PONTE MARCA DUAS VEZES COM POTTKER

O Santa Cruz tentou propor o jogo. Mas faltava inspiração para Grafite & Cia. no Arruda. Inspiração que a Ponte teve. Atuando com três volantes e bem postada em campo, a equipe de Campinas soube ser eficaz quando teve chances. A primeira veio aos 21. Lançamento preciso de Vitor Júnior e finalização de William Pottker. Ponte 1 a 0 em Recife.

A posse de bola era tricolor. Ma sem a mobilidade necessária e com dificuldade para transpor a marcação da Ponte, o Santa Cruz não oferecia perigo ao gol de João Carlos. A Ponte, por sua vez, seguia letal. A cobrança de falta de Reinaldo parou na trave esquerda. Mas, aos 38, não teve trave para ajudar. Erro de Lelê, recuperação de William Pottker, disputa com Danny Morais e segundo gol do camisa 9. Segundo gol da Ponte. Vitória parcial mais do que justa.

GOLEADA DA PONTE NO ARRUDA

O Santa voltou com Mário Sérgio e Wallyson nas vagas de Léo Moura e Lelê. Mudanças que não surtiram o efeito imaginado por Milton Mendes em um primeiro momento. O time seguia com mais posse de bola, mas sem objetividade. A primeira chance só veio aos 15, com Arthur. Sete minutos depois, Grafite ficou cara a cara com João Carlos, mas não passou pelo goleiro rival. Nem o agora vice-artilheiro do Brasileirão fazia a diferença.

Já a Ponte Preta, a eficaz Ponte Preta, continuava letal. Clayson armou contra-ataque preciso e quem concluiu a jogada foi Felipe Azevedo, aos 24. Virou goleada. Milton Mendes garantiu a entrada de mais um atacante, Bruno Moraes – o quinto do Santa em campo. Quem saiu? O zagueiro Danny Morais. O Tricolor, então, passou a ter a zaga sendo formada pelo volante Uillian Corrêa e o lateral-esquerdo Allan Vieira, que já havia iniciado o jogo no setor.  O Santa seguiu tentando e até levou perigo para João Carlos. Mas não era dia do Santinha. Melhor para a Ponte que, com justiça, goleou o rival em Recife.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Galo goleia o Botafogo em jogaço no Mineirão

Já ouviu fala naquela expressão futebolística “pegou o elevador”. Pois, o Atlético-MG parece estar numa subida que não parece ter fim no Campeonato Brasileiro. Nesta quinta-feira, o Galo bateu o Botafogo por 5 a 3, no Mineirão e emendou a quarta vitória seguida na competição, colando de vez no G-4, que agora se encontra a apenas um ponto de distância do clube mineiro, agora sétimo colocado.

E pensar que há exatas duas semanas, o Galo estava na zona de rebaixamento. Mas tudo mudou, e tamanha mudança passa pelos pés do meia Cazares. Destaque nas últimas vitórias do Atlético-MG no Brasileirão, o equatoriano novamente roubou a cena nesta quinta e, além de marcar dois, sendo um deles marcado com apenas 12 segundos de jogo e outro um golaço por cobertura, o camisa 11 ainda deu as assistências para Robinho e Fred marcarem.

Pelo lado do Botafogo, a equipe comandada por Ricardo Gomes teve uma boa atuação e chegou a equilibrar o jogo em alguns momentos, porém se mostrou incapaz de parar o ímpeto ofensivo do Galo, liderado por um Cazares inspiradíssimo. Diante da derrota fora de casa, o Fogão tem freada a empolgação gerada pela vitória sobre o Inter, no Sul do país, na rodada passada, e retorna à zona de rebaixamento do Brasileirão, ficando na 18ª colocação.

O Jogo – O Galo precisou de apenas 12 segundos para abrir o placar no Mineirão. Em lançamento após a saída de bola, Leonardo Silva desviou de cabeça e Fred ajeitou bonito de chaleira para Cazares mandar para o fundo das redes. Passado o gol, o Botafogo se recompôs em campo e chegou a equilibrar as ações.

Apesar da melhora da equipe carioca, o Galo quase marcou com Cazares, em cobrança de falta espetacularmente defendida por Sidão. Pouco depois, Júnior Urso levou perigo de cabeça, mas quem teve as melhores chances no restante do primeiro tempo foi o Botafogo, sendo que a melhor delas se deu na cabeçada de Bruno Silva, que passou perto do gol de Victor.

A maior presença do Fogão no campo ofensivo, contudo, era um convite para o Galo apostar nos contra-ataques e foi assim que Robinho marcou o segundo gol alvinegro aos 46 minutos, em jogada que Cazares só rolou para o camisa 7 fuzilar para o gol.

Com a vantagem no placar, o Galo não puxou o freio no segundo tempo e, assim como na etapa inicial, marcou logo no começo, aos 2 minutos, em nova jogada de Cazares, que deu assistência precisa para Fred guardar o seu. O Botafogo, porém seguiu valente, dando trabalho para a defesa atleticana em diversos lances. Num deles, Victor fez bela defesa em falta cobrada por Camilo.

O Galo, porém, se mantinha ligado na partida e chegou próximo de marcar novamente em três oportunidades, sendo duas delas com Cazares e outra com Júnior Urso. Pouco depois, Victor também mostrou estar em uma noite inspirada e operou um milagre em chute de Sassá de dentro da pequena área. O goleiro, contudo, não conseguiu impedir que o atacante diminuísse o placar aos 28 minutos, em cobrança de pênalti.

Para a frear a reação botafoguense, o Galo, contudo, tinha Cazares e, pouco depois de carimbar a trave de Sidão, o equatoriano marcou mais um aos 32 minutos, quando, de fora da área, encobriu o goleiro botafoguense, marcando um golaço no Mineirão.  Ainda no final da partida, houve tempo para Núñez descontar para o Botafogo, Carlos anotar o quinto do Galo, e Bruno Silva ainda marcar mais um para a equipe carioca.
Fonte: Gazeta Esportiva
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Palmeiras goleia Figueirense, segue 100% em casa e abre três pontos

O Palmeiras manteve os 100% de aproveitamento como mandante no Campeonato Brasileiro na noite desta quinta-feira. A vitória por 4 a 0 sobre o Figueirense, alcançada no Estádio Palestra Itália, faz o time alviverde abrir três pontos de vantagem como líder do Campeonato Brasileiro.

Com gols de Moisés, Dudu e Gabriel Jesus (2), o Palmeiras alcançou seu sétimo triunfo dentro de casa e chegou aos 25 pontos, três a mais que o arquirrival Corinthians, segundo colocado no torneio nacional. Já o Figueirense segue com os mesmos 14 pontos, na 15ª posição.

Na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, tentando melhorar seu desempenho na condição de visitante, o Palmeiras encara o Sport às 20 horas (de Brasília) de segunda-feira, na Ilha do Retiro. Já o Figueirense enfrenta o Atlético-MG às 19 horas de domingo, no Orlando Scarpelli.

O Jogo – A totalidade do público ainda não havia entrado no Palestra Itália no momento em que o Palmeiras abriu o placar. Logo aos sete minutos, em escanteio do lado direito, Dudu cobrou curto e Roger Guedes levantou na área para cabeçada certeira de Moisés. O Figueirense reclamou de impedimento de Gabriel Jesus, inexistente.

O Palmeiras quase aumentou a vantagem aos 36 minutos do primeiro tempo. Dudu desceu pela direita e cruzou para cabeçada de Gabriel Jesus na segunda trave. Com o goleiro Gatito Fernandez já vencido, Marquinhos Pedroso conseguiu salvar em cima da linha.

Jogando sem correr grandes riscos no campo de defesa, o Palmeiras marcou o segundo três minutos antes do final do primeiro tempo. Após cruzamento de Roger Guedes pela direita, Cleiton Xavier acabou travado pela marcação dentro da área. A bola sobrou para Tchê Tchê, que rolou para Dudu fuzilar Gatito Fernandez.

Aos 10 minutos do segundo tempo, pouco depois de Moisés sair com dores para a entrada de Matheus Sales, o Palmeiras marcou seu terceiro gol na partida. O lateral Zé Roberto recebeu de Dudu pela esquerda e cruzou para cabeçada de Gabriel Jesus na primeira trave.

Aos 19 minutos da etapa complementar, com o jogo sob controle, Cuca resolveu tirar Cleiton Xavier para a entrada de Lucas Barrios, com quem viveu polêmica ao longo da semana. Em seguida, o ex-palmeirense Ayrton cobrou falta com perigo para Fernando Prass, na rede pelo lado de fora.

Em sua terceira alteração, Cuca sacou o atacante Dudu e colocou o jovem Vitinho. O Palmeiras fechou o placar diante do Figueirense já nos acréscimos. Após cruzamento da direita feito por Roger Guedes, Lucas Barrios não conseguiu completar na primeira trave e a bola sobrou para Gabriel Jesus marcar seu nono gol no Brasileiro, assumindo a artilharia do torneio.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo)
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STF devolve 300 mil hectares de terra ao estado do Pará

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na última quinta-feira (23) de forma unânime pelo cancelamento de mais de seis mil títulos e os respectivos registros de imóveis em cartórios no interior do estado do Pará, devolvendo ao governo estadual 300 mil hectares de terras na região do Baixo Amazonas.

Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal
Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal

A decisão foi tomada na sessão desta semana da 1ª turma do STF, que anulou o Mandado de Segurança impetrado por Antônio Cabral de Abreu, acusado de grilagem das terras pertencentes ao Estado e à União, conhecidas como Gleba Juruti Velho.

Na decisão o ministro Luiz Fux alertou para “a situação caótica dos registros de terras no Estado do Pará, que chegou ao ponto de ter municípios em que os registros e matrículas imobiliários apontam áreas territoriais maiores do que o próprio Estado, situação teratológica que certamente conduziu a Corregedoria Nacional de Justiça a tomar a decisão ora impugnada, para tentar colocar ordem na atividade registral daquela unidade federativa”.

O procurador estadual Ophir Cavalcante Júnior, coordenador da Procuradoria Geral do Estado do Pará em Brasília, foi quem defendeu os interesses do Pará no STF. Segundo o procurador estadual, a decisão dos ministros é considerada uma vitória da sociedade paraense.

“A questão fundiária é um dos maiores focos da tensão no campo, que tem repercussões desastrosas na questão dos direitos humanos, meio ambiente e na segurança jurídica para o desenvolvimento do agronegócio”, concluiu Ophir Cavalcante Júnior.

Fonte: G1

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Pesquisa investiga o manejo sustentável em território caiapó

A aldeia A’Ukre, uma das 19 existentes no território indígena caiapó, localizado no sul do Pará, foi escolhida como uma espécie de laboratório socioambiental para um estudo sobre o uso coletivo da terra e o manejo dos recursos naturais na Floresta Amazônica.
Área na Amazônia oriental constitui “ilha de floresta preservada”, mas sofre pressão da pecuária extensiva, da exploração madeireira, da mineração e da expansão da agricultura da soja (Foto: Aldeia A’Ukre, no sul do Pará, onde foi realizado o estudo/Arquivo da pesquisadora)

Área na Amazônia oriental constitui “ilha de floresta preservada”, mas sofre pressão da pecuária extensiva, da exploração madeireira, da mineração e da expansão da agricultura da soja (Foto: Aldeia A’Ukre, no sul do Pará, onde foi realizado o estudo/Arquivo da pesquisadora)

A pesquisa, intitulada “Governance of land-use change: a collaboration to understand the impacts of institutional arrangements on Amazonian forest resource use” e coordenada no Brasil por Patricia Fernanda do Pinho, tem apoio da FAPESP e da University of Michigan, Estados Unidos.

“Decidimos estudar o território indígena caiapó porque ele é uma vasta ilha de floresta preservada em meio a um mar de paisagens degradadas, sofrendo enorme pressão da pecuária extensiva, da exploração madeireira, da mineração e da crescente expansão da agricultura da soja”, disse Pinho.

“Nosso objetivo foi entender como essa comunidade indígena orgulhosa e aguerrida consegue proteger seus recursos naturais ameaçados, promovendo a sustentabilidade e a manutenção de biodiversidade e contribuindo para a mitigação das adversidades climáticas”, acrescentou.

Professora visitante no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), Pinho é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos e doutorada em Ecologia Humana pela University of Califórnia-Davis.

O projeto de pesquisa faz parte da plataforma internacional da International Forestry Resources and Institutions (IFRI), rede de 14 centros coordenada pela University of Michigan, dedicada ao estudo da governança de recursos de uso comum, como florestas e áreas pesqueiras.

“A finalidade da IFRI é capacitar os usuários desses recursos e os agentes do poder público a definir e implementar políticas baseadas em evidências. A ideia foi aplicar o protocolo de pesquisa desenvolvido pela rede na aldeia A’Ukre e, com base nele, promover um levantamento que, até então, era inédito nas comunidades indígenas existentes no Brasil, considerando variáveis ecológicas, econômicas e sociais, e comparando os dados locais com a escala global definida a partir dos dados colhidos em outros países”, explicou Pinho.

Antes de a pesquisa ter início, a comunidade indígena e as organizações não governamentais que trabalham com os caiapós foram consultadas, para saber se tinham interesse e aprovavam o estudo.

“Conseguimos a aceitação da comunidade indígena e iniciamos a implementação do protocolo da IFRI sobre as estratégias locais de manejo dos recursos. Os resultados foram sintetizados no artigo “Characterizing sustainable community-based forest management: the case of the Kayapó indigenous people in Brazilian Amazonia”, que será publicado em breve por revista especializada”, informou a pesquisadora.

“Um dos resultados relevantes foi a promoção de um curso de capacitação para moradores da aldeia A’Ukre, de modo que eles mesmos possam fazer a coleta dos dados científicos que os ajudem a controlar e manejar os recursos disponíveis em seu território”, disse.

“São dados como os diâmetros das árvores, as alterações observadas na estrutura das folhas e na qualidade dos frutos, a quantidade de castanhas produzida por cada árvore, a abundância de espécies de pássaros que atuam como dispersores de sementes, os preços de venda da produção para os atravessadores que as revendem ao mercado externo. Isso tudo com avaliações sazonais, considerando as quatro estações da região amazônica: enchente, cheia, vazante e seca. Outros dados importantes a serem monitorados são variáveis hidrológicas, como o volume do rio, que constitui o único meio viável para o escoamento da produção e tem sido ao longo dos últimos anos afetado pelas mudanças climáticas na região”, detalhou a pesquisadora.

 (Foto: Aldeia A’Ukre, no sul do Pará, onde foi realizado o estudo/Arquivo da pesquisadora)
(Foto: Aldeia A’Ukre, no sul do Pará, onde foi realizado o estudo/Arquivo da pesquisadora)

Invasões frequentes

Os caiapós já há alguns anos concentram esforços na exploração da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa), buscando beneficiar-se também de outros produtos da biodiversidade da região, como a semente da árvore cumaru (Dipteryx odorata), valorizada por seu aroma, sabor e propriedades medicinais.

A extensão territorial do território caiapó –1,1 milhão de hectares – constitui um grande trunfo para os indígenas, pela abundância de recursos naturais disponíveis. Mas também um grande desafio, devido à dificuldade de controle. De fato, nessa escala, só é possível detectar invasões por meio de monitoramento aéreo ou por satélite. E as invasões são frequentes.

“Porém, a despeito de estarem cercados por latifúndios voltados para a exploração econômica imediatista e predatória e sujeitos a vários tipos de violência, os caiapós têm conseguido manter sua autonomia perante todos esses desafios”, enfatizou Pinho.

A população é constituída por aproximadamente 7 mil pessoas, distribuídas em aldeias com 200 a 500 habitantes, situadas ao longo dos principais rios que cortam o território.

As aldeias são tão espaçadas que o deslocamento de uma a outra demanda às vezes vários dias de viagem. Isso cria uma grande descentralização decisória, fazendo com que cada aldeia goze de ampla autonomia. Por outro lado, reforça os vínculos existentes entre os moradores de cada aldeia.

O acesso difícil e perigoso conta pontos a favor da preservação da área. Bem como a fama de valentia dos caiapós, que várias vezes se mostraram implacáveis com os intrusos que ousaram invadir suas terras.

“Também de grande importância é o fato de que o retorno econômico proporcionado pelos manejos tradicionais não constitui sua prioridade. Mas, sim, o que poderíamos definir como ‘bem-estar socioambiental’. É importante destacar esses elementos para que sirvam de lição a outros grupos, não só indígenas, que dependem do gerenciamento de áreas protegidas”, concluiu Pinho.

CC BY 4.0 Pesquisa investiga o manejo sustentável em território caiapó by Revista ecoLÓGICA is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Por – Revista ecoLÓGICA
José Tadeu Arantes | Agência FAPESP –

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Polícia Militar altera os editais de concursos públicos.

Além das mudanças, foram alteradas ainda as datas de entrega dos registros solicitados

concurso policia militar 2016
concurso policia militar 2016

A Polícia Militar do Pará, por meio do Diário Oficial do Estado (DOE), alterou na última quinta-feira (23) subitens nos editais dos concursos públicos para admissão aos cursos de formação de praças, de oficiais e adaptação de oficiais. Além dessas mudanças, foram alteradas ainda as datas de entrega dos registros solicitados. Agora, os documentos constantes na Resolução nº 001/2016 e no formulário, bem como os formulários preenchidos para a investigação de antecedentes pessoais, devem ser apresentados nos dias 10, 11, 13, 14, 17, 18, 19, 20 e 21 de outubro.

A partir das retificações anunciadas, consta a informação referente às candidatas que irão levar crianças de colo e pretendem amamentá-las durante a realização somente da primeira etapa (prova de conhecimentos). As mães deverão solicitar atendimento especial pelo e-mail concursos@fadesp.org.br em até 24 horas antes do início da prova, informando o nome da criança e do acompanhante, e deverá anexar à solicitação, o cartão de inscrição da pretendente, assim como os documentos de identificação com foto da candidata e acompanhante. Este último ficará em sala reservada para essa finalidade e será responsável pela guarda do bebê. Segundo o Edital Nº 002/CFP/PMPA, de 21 de junho de 2016, a candidata que não levar acompanhante não fará a prova.

Entre as mudanças estão também que, para serem aprovados na prova de conhecimentos, os candidatos deverão obter no mínimo 60% do total de pontos, o equivalente a 36 questões corretas, sendo eliminados do concurso àqueles que não alcançarem o mínimo indicado.

Por O Liberal

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