Sem Cristiano Ronaldo, Éder decide e Portugal frustra a França para levar a 1ª Euro

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Francisco Leong/AFP) – O cenário parecia perfeito para uma festa francesa, com estádio lotado, geração talentosa em campo e um rival sem o seu melhor jogador desde os 15 minutos do primeiro tempo. O que os franceses não contavam, no entanto, era com o atacante Éder, que atua no Lille. Coadjuvante durante toda a campanha portuguesa, ele fez um belo gol no segundo tempo da prorrogação, calou o Stade de France e sacramentou a vitória por 1 a 0 de Portugal sobre a França, neste domingo.

Foi a primeira conquista portuguesa na Eurocopa, coroando, apesar da ausência na decisão, a participação de Cristiano Ronaldo com o seu país. Chorando copiosamente com a conquista, ele agora celebra um patamar não alcançado por nenhum outro atleta português na sua história. Os franceses, por sua vez, desperdiçam a chance de serem tricampeões e perdem um torneio em casa pela primeira vez. Antes, haviam vencido a Euro de 1984 e a Copa de 1998, essa sobre o Brasil, com um 3 a 0 na final.

Aplausos e choro de Ronaldo roubam a cena

A etapa inicial da decisão não reservou muitas emoções aos presentes no estádio de Saint-Denis. Apesar da linda festa na execução dos hinos de França e Portugal, o mais interessante passou longe de acontecer com a bola rolando.

O primeiro lance de perigo saiu aos dez minutos, dos pés de Griezmann. O atacante do Atlético de Madrid recebeu lançamento na entrada da área e tentou surpreender com um toque de cabeça por cobertura, exigindo grande defesa de Rui Patrício, no ângulo direito. No escanteio batido na sequência, Giroud subiu mais alto que a zaga, mas o arqueiro fez defesa tranquila.

Os holofotes, no entanto, voltaram-se rapidamente para Cristiano Ronaldo, que  Após dez minutos se arrastando em campo por conta de uma trombada com Payet, Cristiano saiu de campo aplaudido de pé tanto por franceses quanto por portugueses, chorando muito na maca. Quaresma entrou no seu lugar.

Por incrível que pareça, os portugueses melhoraram sem seu astro, diminuindo bastante a pressão adversária e conseguindo segurar a bola no campo de ataque. Tanto que, até o intervalo, a única chance saiu com o volante Sissoko, o melhor dos primeiros 45 minutos, que recebeu bom passe de Payet já dentro da área, girou com facilidade sobre a marcação de Cédric e chutou forte para outra boa defesa do goleiro português.

Jogo melhora e França bate na trave

No começo do segundo tempo, o duelo continuou cercado de bastante tensão e poucos lances de perigo. Os primeiros 20 minutos passaram no mesmo roteiro da primeira etapa, com os portugueses marcando muito forte na entrada da área e os franceses mostrando bastante dificuldade.

O panorama mudou quando o técnico Didier Deschamps tirou de campo Payet, um dos xodós da torcida, e promoveu a entrada do jovem Coman. Rápido, o jogador do Bayern de Munique conseguiu criar bons lances pelo lado esquerdo e colocou companheiros na cara do gol.

O primeiro foi Griezmann, aos 20, que cabeceou livre dentro da área, mas mandou para fora. Dez minutos depois, Giroud recebeu passe rasteiro pelo lado esquerdo da área e chutou cruzado para boa defesa de Rui Patrício. Foi o último lance do centroavante, que deu lugar a Gignac na sequência.

Bem postado defensivamente, Portugal ainda se arriscou no ataque, já com Éder na função de centroavante, com Nani e Quaresma abertos pelos lados. E foi exatamente dos dois jogadores de lado que saiu o único lance de perigo, quando Nani cruzou fechado da direita, Lloris soltou e Quaresma virou uma bicicleta, exigindo boa recuperação do goleiro francês.

O principal lance de perigo, no entanto, ficou para os acréscimos. Gignac recebeu cruzamento quase dentro da pequena área. Com categoria, protegeu e girou para cima de Pepe, deixando o zagueiro do Real Madrid no chão. Na hora de finalizar, porém, carimbou a trave.

Herói improvável

O primeiro tempo da prorrogação foi de mais estudo que qualquer outra coisa, deixando tudo de melhor reservado para a parte final. E foi logo com quatro minutos que os portugueses vieram à forra. Um minuto depois de Raphael bater falta no travessão, Éder ganhou lance de Koscielny na intermediária, girou e bateu forte, rasteiro, sem chances de defesa para Lloris.

A partir dali, os portugueses conseguiram anular praticamente todas as alternativas dos anfitriões, totalmente perdidos por conta das desvantagens. Com Cristiano Ronaldo de auxiliar técnico, a taça foi mesmo para as mãos portuguesas.

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Sete de Setembro empata e elimina o Sinop do Brasileiro da Série D

O Sete de Setembro e o Sinop empataram, agora há pouco,  em 2 a 2,  pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro da Série D, no estádio  Douradão, em Dourados-MS. Mesmo com um jogador  a menos o time sinopense arrancou o empate, mas precisava vencer e também dependia da combinação de resultado para  se classificar.

O Sete de Setembro começou pressionado no primeiro minuto de jogo com Johny. Ele ficou com a sobra e arrematou, mas sem perigo para o goleiro do Sinop. Aos 3, Mateus do ‘Galo do Norte’ deu carrinho em Mário Lúcio e recebeu primeiro cartão amarelo. Aos 4, Fogaça comete falta dura e recebe segundo amarelo da partida. Aos 5, Cabralzinho reclama da arbitragem e recebe o vermelho o Sinop fica com um a menos. Aos 9, Fabrício soltou uma bomba e o goleiro sinopense Zé Carlos fazer uma linda defesa. Aos 20, Bruno solta uma bomba e o goleiro do Sinop evita o gol. Aos 27, Sete coloca pressão na tentativa de abrir o marcador. Aos 31, Fogaça desperdiça boa chance de finalizar para o Sinop. Aos 31, Otacílio Neto jogador do ‘Sete’ é advertido após entrada dura em jogador sinopense. Aos 41, jogada individual pela esquerda, Mário Lúcio leva o zagueiro no drible mas pega mal na hora do arremate. Aos 43, Fabrício cobra falta, aproveita falha da zaga mato-grossense e abre o marcador para o Sete de Setembro.

No segundo tempo o “Galo do Norte voltou com alteração. No lugar de Valdir Papel entrou Abner. Aos 5, Abner chega bem e cabeceia nas mãos do goleiro Fernando Hilário. Aos 6, Birigui acerta na substituição e Sinop passa a jogar mas ofensivo. Aos 08, Abner recebe na grande área e arrisca uma bicicleta, mas Hilário tira com tranquilidade. Aos 10, Johny vai à linha de fundo e cruza na cabeça de Otacílio Neto. Mesmo desequilibrado, o atacante manda com perigo ao gol do Sinop. Aos 14, Fogaça sozinho na área, desvia de cabeça e manda para fora. Aos 16, ‘Sete’ se apaga no jogo e Sinop com um a menos dentro de campo busca empate. Aos 23, Prego ganha do marcador e toca para dentro da área, Otacílio Neto estava com o gol aberto mas chutou para fora. Aos 32, Sinop empata o jogo. Abner dribla marcadores e deixa Pretinho livre para mandar para o funda da rede. Aos 36, o Sete amplia o marcador com Johny livre na área para finalizar. Aos 40, Nandinho, do Sinop, recebe amarelo por reclamação. Aos 44, o Sete pressiona em busca do terceiro gol. Aos 48,  Sinop empata com Pretinho, cobrando pênalti.

O próximo desafio do Sete de Setembro será no domingo (17), contra o Luziânia-DF, às 17h, no estádio Serra do Lago. Já o Galo do Norte recebe o Anápolis-GO, no mesmo dia e horário, em Sinop.

Grupo A11

Sete de Setembro – 10 potos

Anápolis – 8

Luziânia – 5

Sinop – 3
Fonte: Só Notícias/Cleber Romero (foto: Só Notícias/Luiz Ornaghi/arquivo)
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Novo Remo conquista 1ª vitória em Belém e volta ao G4.

Foto: O Liberal-Azulinos derrotaram o Fortaleza, um dos favoritos da competição, e saíram aplaudidos do Mangueirão

Leões entraram em disputa na noite deste domingo (10), no Mangueirão, em Belém, e a luta pelo território foi vencida pelo de coloração azul-marinho. O Remo conseguiu derrotar o Fortaleza diante da torcida azulina e, além do primeiro triunfo em casa, retornou ao G4 da Série C do campeonato brasileiro.

A partida também marcou a estreia do técnico Waldemar Lemos na capital paraense e ele foi um dos festejados aos 29 minutos do primeiro tempo, quando Eduardo Ramos tirou o zero do placar para o Remo. Já na segunda etapa, foi a vez de Edno, aos 40, guardar a redonda na rede e sacramentar a vitória remista.

Os três pontos a mais levaram o Clube de Periçá à quarta colocação do grupo A, com os mesmos 12 pontos de Salgueiro (PE) e ASA (AL), mas com um saldo de gols superior, sendo três tentos positivos contra um do Carcará e zero do ASA. Por outro lado, o Fortaleza, que vinha se acostumando com a liderança do grupo, caiu para a segunda posição, mas ainda a um ponto do primeiro lugar ocupado pelo Botafogo (PB).

Após a euforia – e alívio – pelo resultado de hoje, o Remo voltará seus esforços para enfrentar o América, às 16h deste sábado (16), na Arena das Dunas, em Natal (RN). Enquanto isso, o Fortaleza voltará para o seu território para uma disputa direta pela liderança do grupo contra o Botafogo (PB), às 19h deste domingo (17), no Castelão, em Fortaleza.

1º tempo: Eduardo Ramos marca e Remo sai aplaudido – O primeiro jogo do técnico Waldemar Lemos começou com um Remo avassalador. Os azulinos foram ao ataque e pressionaram muito o Fortaleza nos primeiros 10 minutos de partida. Aliás, as chances aconteceram a partir de alguns segundos de partida. O primeiro foi quando Eduardo Ramos recebeu de Edno e lançou Ciro, que entrou na área, tirou da marcação e chutou muito perto do canto direito de Ricardo Berna.

Aos três minutos, o Clube de Periçá atacou pelo outro lado do campo. Héricles recebeu na direita e rolou para a chegada de Eduardo Ramos, que soltou um torpedo pela linha de fundo. No minuto seguinte, o Fortaleza conseguiu uma investida, aproveitando uma falha na saída de bola remista. No lance, ocorrido aos quatro minutos, Anselmo foi acionado por Felipe e teve o chute travado. Pio tentou o chute e também foi travado. Tudo isto dentro da área remista.

Foi quando o jogo passou a ficar mais equilibrado e a equipe cearense conseguiu reter a posse de bola, mesmo que de forma improdutiva ofensivamente. A atitude do time de Marquinhos Santos serviu para deixar a partida mais lenta, mas por pouco tempo. Isto porque, aos 29, Weelington Saci escapou pela esquerda em um contra golpe e acionou Edno, que saiu para fazer a função de ponta esquerda. O camisa 9 cruzou na área e Eduardo Ramos, por trás da marcação de Elivélton, só tocou para a rede. Remo 1 a 0.

Aos 43, o Tricolor do Pici ainda tentou responder e quase contou com um vacilo de Max para isto. No lance, Yuri desarmou Railan na ponta e tocou para Max, que, ao tentar tocar para Michel Schmoller, deixou a bola no pé de Pio. O meia cearense tentou lançar Éverton na área, mas Henrique se atirou na redonda e interceptou.

2º tempo: Edno fecha a conta e torcida grita ‘Olé’ – O Fortaleza voltou assustando na segunda etapa. Ainda no primeiro minuto, Pio dominou a bola na entrada da área e cruzou para Anselmo cabecear livre de marcação da marca do pênalti. Fernando Henrique afastou com o pé direito e mandou pela linha de fundo.

Mas o Remo voltou a se impor em campo e conseguiu uma daquelas ‘blitz’ na defensiva cearense. O primeiro lance foi aos 17, quando Marcinho entrou na área e rolou para Levy, que tirou da marcação e chutou forte de esquerda para uma boa defesa de Ricardo Berna. No minuto seguinte, Marcinho – que havia entrado no lugar de Héricles – voltou a aparecer bem no ataque e cruzou na cabeça de Ciro, que cabeceou para escorar para Edno, mas Berna interceptou o passe. Depois, aos 19, foi a vez de Levy cobrar falta rápida para Eduardo Ramos. O camisa 10 entrou na área e chutou cruzado. Berna abusou da elasticidade para espalmar pela linha de fundo.

Em nova investida pela esquerda com Marcinho. A bola chegou em Eduardo Ramos, que saiu de dois, entrou na área e, cercado, tocou de calcanhar para Edno. O atacante azulino tirou de Juliano e chutou cruzado, mas a bola atravessou toda a área tricolor e saiu pela lateral do outro lado do campo.

O Fortaleza parecia entregue e seguia confuso taticamente, mas Felipe – que havia começado como meia e passou para a lateral direita – chamou a responsabilidade. Ele saiu do campo de defesa, tabelou com Juliano, driblou quatro jogadores do Remo e chutou da entrada da área pela linha de fundo. A bola passou perto da trave direita de FH.

Mas, aos 40, Marcinho voltou a puxar o Leão Azul para o ataque. Ele disparou pela direita e deixou para Murilo, que avançou e cruzou na área. O próprio Marcinho recebeu o lançamento e tentou tocar direto para o gol, mas Juliano rebateu. A redonda voltou no jovem meia azulino, que tocou para o chute de Edno sacramentar a vitória remista por 2 a 0.

O time de Waldemar Lemos ainda teve mais duas oportunidades, com Marcinho de novo aos 45 minutos e com Ciro aos 48. Em ambas, os azulinos entraram na área e chutaram colocado, mas viram Berna rebater pela linha de fundo.
Ficha técnica (Remo 2 x 0 Fortaleza)

Remo – Fernando Henrique; Levy (Murilo), Henrique, Max e Wellington Saci; Michel Schmoller (Lucas Garcia), Yuri, Héricles (Marcinho) e Eduardo Ramos; Ciro e Edno. Técnico: Waldemar Lemos

Fortaleza – Ricardo Berna; Edimar, Lima e Elivelton (Clebinho); Railan, Juliano, Felipe, Pio e Bruninho (Maranhão); Éverton (Juninho) e Anselmo. Técnico: marquinhos Santos

Gols: Eduardo Ramos 29’/1ºT e Edno 40’/2ºT (Remo)

Cartões amarelos: Michel Schmoller e Yuri (Remo)

Local: Mangueirão (Belém/PA)

Hora: 18h30

Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira – MG (ASP-FIFA)

Assistentes: Ricardo Junio de Souza – MG (CBF-2) e Wesley Moreira de Carvalho – MG (CBF-2)

Público: 8.128 (7.992 pag. e 1.316 cred.)

Renda: R$ 149.979,00

Por ORM
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Nota de Falecimento

É com pesar que noticiamos o falecimento do pioneiro “Bide Almeida”  que morreu  com câncer no fígado; ele era um dos pioneiros da Linha Gaúcha

bidaO pecuarista Alcebíades Almeida morreu na tarde de sábado(9) em Sinop, vítima de um câncer no fígado. Casado com a senhora Ivonete,pai de 03 filhos, Fabinho, Gleice e Poliana, o Bide como era conhecido lutava a vários anos contra a doença, que se agravou do ano passado, devido a um tipo hepatite e diabetes, buscou tratamento em São Paulo, quando médicos teriam percebido o avançado estado do tumor e lhe deram pouca esperança de cura. Estava a alguns dias em Sinop em tratamento, mas os medicamentos não responderam positivamente e a sua saúde foi se fragilizando, até falecer na tarde do último sábado.

O corpo de Bide foi trazido para Novo Progresso, sendo o velório iniciado na manhã deste domingo no pavilhão da comunidade Linha Gaúcha, a cerca de 60 km de Novo Progresso, sentido Itaituba, localidade onde era um dos pioneiros, da família Almeida(os gaúchos) como são conhecidos por muitos.O sepultamento ocorreu no início da noite deste domingo(10), lá mesmo no cemitério local.

Publicado por Édio Rosa Cultura FM
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Marcha das Vadias em Curitiba faz protesto contra o fascismo.

Mulheres maquiaram estátua na Marcha das Vadias (Foto: Reprodução/RPC) -Centenas de pessoas se reuniram na Praça 19 de dezembro em Curitiba, na manhã deste sábado (9), para mais uma edição da Marcha das Vadias. O tema do encontro foi “Vadias contra o Fascismo”, que faz referência às situações cotidianas de culpabilização de mulheres vítimas, à promoção da cultura do estupro e o aumento da violência contra as mulheres.

Na concentração na praça, que também é conhecida como “Praça do Homem Nu”, por conta de uma estátua de pedra, manifestantes maquiaram a estátua de uma mulher que também fica na praça. Na convocação do evento, inclusive, o grupo chama o local de “Praça da Mulher Nua”.

Da praça, o grupo percorreu as principais ruas da região central da cidade, como a Catedral Nossa Senhora da Luz, o calçadão da XV de Novembro, o Paço Municipal e a Boca Maldita.

“A nossa principal pauta ainda é contra a culpabilização da vítima, mas a gente procura sempre agregar outras pautas junto. Por exemplo, nós nos posicionamos contra a transfobia, a gente e posiciona contra a LGBTfobia em geral, a gente se posiciona a favor dos movimentos negros, a gente se posiciona a favor os movimentos campesinos, indígenas”, afirmou a estudante Suelen Regina, uma das organizadoras.

A professora Adriana Baggio também elencou a violência como um dos principais motivos para comparecer à marcha. “O objetivo é mostrar que as mulheres têm direito de andar seguras, de viverem com segurança não importando a roupa que elas vistam, profissão que elas tenham, ou o que elas façam, nada disso”, afirmou.

“Marchamos porque, no Brasil, há uma denúncia de violência contra a mulher a cada sete minutos; marchamos porque a cada 11 minutos uma mulher é estuprada e mais de 55 mil casos de estupro são denunciados por ano no país; marchamos porque o Paraná é o décimo nono Estado que mais mata mulheres e Curitiba é a Capital que mais mata mulheres trans”.

A escolha do tema, segundo a organização da marcha, foi feita por conta do contexto social e político, especialmente com a atuação do Congresso em temas como os estatutos do Nascituro e da Família, a retirada dos debates de gênero e diversidade sexual dos planos de educação, e o projetos de lei como a que prevê castração química.

“É pela via institucional que o Estado segue nos matando; é essa política masculina, patriarcal e fascista que temos no Brasil, e que se utiliza de meios arbitrários para criar um governo majoritariamente de homens cis e brancos, e que continuará negando nossos direitos”, diz o manifesto.

Origem da marcha
O movimento surgiu no Canadá, em 2011 após uma onda de estupros ocorridos na Universidade de Toronto, quando um policial convidado para orientar sobre segurança, disse que as mulheres poderiam evitar o estupro se “não se vestissem como vadias”.

Essa fala gerou indignação e diversos protestos que culminaram na primeira Marcha das Vadias. O movimento, que se espalhou pelo mundo, questiona a cultura de responsabilizar as mulheres em casos de agressão sexual.

Mulheres maquiaram estátua na Marcha das Vadias (Foto: Reprodução/RPC)
Mulheres maquiaram estátua na Marcha das Vadias (Foto: Reprodução/RPC)

Por: G1
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Beyoncé é confundida com Ludmilla em parada da Billboard.

Site da Billboard, que classifica os 200 álbuns mais vendidos do mundo cometeu a gafe

Em um passado não muito distante, Ludmilla já quis ser Beyoncé. Tanto que, no início de sua carreira, ela chegou a ser conhecida como MC Beyoncé. E o destino (ou a falta de atenção de alguém) uniu o nome das duas cantoras. Tudo indica que a Billboard acabou confundindo as duas artistas na lista do “Top 200 Albums” em seu site e linkou o nome da funkeira brasileira ao da diva internacional.

O álbum “Beyoncé”, lançado no ano de 2003 com hits como “XO”, “Drunk in Love” e “Flawless”, ocupa neste sábado, 9, a 107ª posição no ranking. Até aí, tudo bem. O que acontece é que, na hora de redirecionar para o conteúdo da Beyoncé, a página leva para a discografia da MC Beyoncé (Ludmilla no passado), para ouvir os funks dançante da cantora.

Em seu perfil no Instagram na tarde deste sábado, Ludmilla compartilhou a coincidência com sua ídola e brincou: “Gente, será que agora a Bey sabe que eu existo? Eu vou passar mal, Munique.”

beonce
Por: Ego
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Cidadania – Um milhão de certidões foram expedidas no PA em 6 anos

Foto: Rodolfo Oliveira (Agência Pará)- Aline, 20, Alice, 18, e Andreza Soares, 15, são irmãs, filhas de Dilena Soares, 46, que moram no Tapanã, em Belém. A certidão de nascimento em mãos foi o sonho alcançado no início de junho. Os registros delas estão entre as mais de um milhão de certidões de nascimento emitidas desde 2010.
O combate ao sub-registro no Estado recrudesceu em 2010, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que 39 mil pessoas, na sua maioria crianças, não tinham registro.

“As pessoas julgavam a minha mãe por nós não termos registro, mas não sabem da luta dela. Ela é uma guerreira e fez tudo por nós. Minha mãe chegou a perder o emprego de doméstica para nos ajudar a conseguir nossa documentação. Hoje, com essa vitória, eu penso em começar a estudar e fazer um curso para abrir o meu próprio salão de manicure. Quero muito ajudar a minha família”, diz Aline Soares.

Há 20 anos, Dilena Soares convivia com o fato de que suas filhas só tinham a Declaração de Nascido Vivo (DNV). Quando crianças e na adolescência, elas só estudaram em casa e nunca foram atendidas no sistema público de saúde ou participaram de programa social.

“Eu sempre tive muita dificuldade para trabalhar e cuidar delas. As coisas ficaram ainda mais complicadas quando o pai faleceu. Passei por muitos impedimentos tentando tirar a certidão delas em cartórios que não aceitavam o fato de uma moça de 20 anos não ter documento algum. Foi quando eu soube do trabalho da Secretaria de Assistência Social”, diz Dilena, ao ressaltar que agora vai ficar mais fácil o acesso, para uma das filhas que está grávida, aos hospitais por meio do Sistema Único de Saúde.

A certidão é o primeiro documento de um cidadão e a base para a emissão de outros documentos como o Registro Geral (RG) ou mesmo o acesso ao sistema de saúde pública.

A assistente social Isolda da Cunha informa que o papel da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) é facilitar a emissão da certidão de nascimento. “Fazemos a interlocução entre órgãos públicos e o cartório, assim como a orientação para se cadastrar no Centro de Referência de Assistência Social, programas sociais e tirar o restante da documentação pendente, como o RG”, detalhou a profissional.

As causas do sub-registro estão ligadas às grandes distâncias das populações ribeirinhas para os cartórios, a questão cultural, pois há pais que nunca se registraram e acreditam que os filhos não precisam.

“Muitas vezes as pessoas desconhecem os seus direitos a programas do governo, à aposentadoria, a auxílio para crianças e adultos com algum tipo de deficiência ou até mesmo a oportunidade de acesso à escola”, explica Leila Machado, diretora responsável pelas ações de combate ao sub-registro na Seaster.

Outra iniciativa parte do Fundo de Apoio ao Registro Civil do Pará, responsável por custear certidões de nascimento por meio de parcerias com mais de 200 cartórios em todo o Estado. De acordo com a Seaster, nestes cinco anos de atividades do Fundo, 168 mil pessoas em situação de pobreza e de emergência receberam a 2ª via da certidão de nascimento. O Fundo foi criado por meio de uma Lei Estadual que completou cinco anos de atividade em 2016.

Por: O Liberal
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Sem compromisso -Belém é a capital brasileira do sexo só pelo prazer

Foto: Oswaldo Forte (O Liberal)-Belém é a capital do País onde as pessoas mais fazem sexo só por atração, ou seja, sem envolvimento amoroso. Chega a 38,5% a parcela de homens e mulheres belenenses que admitem o hábito de sexo eventual.
Em São Paulo, por exemplo, o índice de pessoas que dizem topar ir para a cama com alguém apenas por desejo físico é bem inferior, 27,4%, o menor do País. Não por acaso, é na capital paraense onde os habitantes mais têm medo de contrair uma doença sexualmente transmissível (54%) e que mais se preocupam com o uso de preservativo nas relações sexuais (36,5%).

Esses e outros dados foram obtidos pela pesquisa Mosaico 2.0, que, pela segunda vez, traçou um perfil da sexualidade dos brasileiros. Foram entrevistadas 3.000 pessoas dos 18 aos 70 anos de idade de sete regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio, Salvador, Porto Alegre, Belém, Belo Horizonte e Distrito Federal).

O estudo é conduzido pela psiquiatra sexóloga Carmita Abdo, coordenadora do ProSex (Projeto Sexualidade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, e apoiado pela farmacêutica Pfizer, para marcar os 18 anos do lançamento do Viagra, medicamento para disfunção erétil.

Segundo Carmita Abdo, os resultados ajudam a compreender o perfil contemporâneo dos belenenses nos aspectos da sexualidade e da afetividade. “Esses três dados que colocam Belém no topo estão correlacionados, ou seja, uma coisa leva a outra. O fato do sexo ser feito por atração, meramente, acaba nos levando a pensar que a falta de conhecimento entre as pessoas não estabeleceu um grau de confiança a ponto de ser prescindido o uso do preservativo. Consequentemente, passa a ter muita preocupação com a aquisição de uma doença sexualmente transmissível”, avalia a sexóloga.

“Esse estudo nos leva a abrir essas perspectivas de pensar em cada cidade o que seria mais interessante de conhecer e de se aprofundar. Com certeza esses três itens de Belém associados devem ser, daqui pra frente, sem dúvida, mais aprofundados através de estudos específicos”, completa.

Para efeito de comparação, em todas as capitais pesquisadas o maior medo em relação ao sexo para os homens e mulheres é não satisfazer o parceiro. No Distrito Federal e em Porto Alegre, esses percentuais chegam a 52% e 50,3%, respectivamente. Belém aparece em último, com uma preocupação de 47% dos entrevistados de não ter uma boa performance na cama. Já o temor de contrair uma DST, alcança a maioria dos entrevistados apenas em Belém (54%). No Rio de Janeiro, em segundo lugar nesse quesito, o índice é seis pontos percentuais a menos: 48%.

Apesar de ser mais intenso em Belém, o sexo apenas pela atração física, sem necessidade de um compromisso, tem aumentado consideravelmente em todo o País e segue uma tendência mundial. Carmita anota que essa evolução está diretamente associada às mudanças na sexualidade feminina. Ela explica que nos últimos oito anos os índices masculinos de sexo exclusivo por atração praticamente se manteve (76,4%). Em compensação, as respostas das mulheres que admitem fazer saltaram de 43%, em 2008, para 57,1% esse ano.

“De oito anos para cá, observamos que muitas mulheres passaram a separar o que é erótico e o que é afeto. Se isso é bom ou não, não estamos aqui fazendo um juízo de valor. Mas essa mudança apresenta uma forma de relacionamento que tem se tornado cada vez mais habitual, do sexo fortuito, totalmente desvinculado de uma continuidade. Antigamente, para se fazer sexo, tinha necessariamente que ter um relacionamento com uma pessoa e esse ato representava uma intimidade conquistada ao longo do tempo. Hoje, existe cada vez menos essa relação entre sexo e intimidade”, anota.
sexo
Por: O Liberal
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Emplacamento Detran: Metade da frota paraense de veículos está irregular

Foto: Oswaldo Forte (O Liberal)-Quase metade da frota de veículos do Pará circula com documentação vencida. O percentual de inadimplência no licenciamento anual é de 49% do total de 1,8 milhão de carros, motos, ônibus, caminhões e todos e qualquer veículo que necessita de emplacamento junto ao Departamento Estadual de Trânsito do Pará (Detran-PA).

A informação foi dada pelo diretor Técnico Operacional do órgão, Valter Aragão. Com 13 anos de casa, ele afirmou que aguarda com cautela o desfecho do projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), com o objetivo de garantir aos contribuintes o parcelamento das multas de trânsito em até 12 vezes, permitindo, dessa forma, o licenciamento do veículo.

Para Valter Aragão, toda proposição favorável à população é bem-vinda e tem o apoio do Detran, que é um órgão executivo e não arrecadador. “Não temos a intenção de prejudicar ninguém’’, reiterou Valter Aragão, que, no entanto, recordou que em 2013 os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) declararam inconstitucional lei similar que permitia o parcelamento, em até seis vezes, das multas de trânsito aplicadas no Estado de Alagoas.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4734) foi proposta pelo governo alagoano, com o argumento de que, ao instituir o parcelamento, a Assembleia Legislativa local violova competência privativa da União de legislar sobre trânsito e transporte, conforme prevê a Constituição Federal. A proposta de Alagoas foi derrubada pelo STF, mas há proposições semelhantes de outros estados à espera de decisão do STF.

No Pará, o licenciamento do veículo é composto por vários itens. Por exemplo, IPVA, seguro obrigatório DPVAT, taxas de expedição do documento e multas de trânsito, quando houver.

Só após a quitação desses valores e de eventuais multas vencidas, o veículo estará licenciado. Valter Aragão observou que no dia a dia da fiscalização do trânsito, em Belém, a maior justificativa de quem está em atraso com a documentação se refere à crise econômica. Em 2015, o Detran lavrou aproximadamente 100 mil autos de infrações de trânsito, contudo, o montante arrecadado não foi informado.

“As alegações mais comuns dizem respeito à crise e ao desemprego. Pouquíssimos costumam reclamar do valor das multas em si. A maioria fala ‘ah, esqueci’, ‘não tenho dinheiro’, ‘o valor está alto, a crise me pegou’, quase ninguém tem queixas de multas, que variam entre R$ 53,00, (dirigir sem CNH, por exemplo) e R$ 1.915,402, para quem é pego dirigindo bêbado’’, declarou o diretor do Detran.

“Temos de aguardar a decisão da Alepa, acreditamos que eles (os deputados) farão uma análise jurídica da questão’’, frisou. “O Detran e os demais órgãos do sistema de segurança, de maneira articulada, vêm intensificando as ações de conscientização e fiscalização na busca de um trânsito mais seguro’’, acrescentou ele. Quem é pego com documentos atrasados está sujeito a ter o carro guinchado e levado para o curral do órgão, até a regularização da situação.

O projeto de lei está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alepa, e seguirá para análise nas comissões de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor e de Transportes, Comunicação e Obras Públicas. Em seguida, irá para votação em plenário. Caso seja aprovado pelos parlamentares, será encaminhado para sanção do governador Simão Jatene. Por fim, regulamentado pelo Departamento de Trânsito no Pará (Detran).
Por: O Liberal sexo

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Corinthians resolve no segundo tempo, vence a Chape e chega a quatro vitórias seguidas

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) -O Corinthians sofreu para jogar nos primeiros 45 minutos, mas foi o senhor do jogo na etapa final e conseguiu uma importante vitória na tarde deste sábado, por 2 a 0 sobre a Chapecoense, na Arena Condá, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols do triunfo, o quarto consecutivo da equipe pela competição (somado a Santa Cruz, América-MG e Flamengo), foram marcados por Rodriguinho e Marquinhos Gabriel, esse já nos acréscimos.

Com o resultado, os alvinegros alcançam os 28 pontos conquistados, mesmo número do líder Palmeiras, que entra em campo apenas na terça-feira, contra o Santos, no Palestra Itália. O arquirrival ainda lidera, no entanto, por conta do melhor saldo de gols (16 a 14). A Chape, por sua vez, estaciona nos 18 pontos, no meio da tabela.

Na próxima rodada, os comandados de Cristóvão Borges terão pela frente o clássico contra o São Paulo, às 16h (de Brasília) do próximo domingo, no estádio de Itaquera. Os alviverdes, por sua vez, têm um duelo regional com o Figueirense, nos mesmos dia e horário, no Orlando Scarpelli.

Jogo ruim, arbitragem no mesmo nível

O duelo em Chapecó mostrou muita dificuldade dos dois times em conseguir criar lances, principalmente pela forte marcação dos dois lados. O único armador de ofício entre os 22 atletas em campo era Giovanni Augusto, que não conseguiu dar prosseguimento nas ações ofensivas do Alvinegro. Para piorar, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro parou o jogo insistentemente, sempre demorando a autorizar cobranças de falta e até interrompendo o embate por cinco minutos para tirar a faixa “CBF da corrupção do meio da torcida do Corinthians.

A primeira chance de gol foi dos donos da casa. Aos 17 minutos de bola rolando, Gil ganhou a jogada pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro na primeira trave. Ananias se antecipou ao garoto Pedro Henrique e bateu com o pé esquerdo, exigindo boa defesa de Cássio. Depois, em novo lance pela esquerda, Ananias novamente ganhou de Pedro e cruzou para Bruno Rangel. O centroavante, na marca do pênalti, subiu sem ser incomodado por Uendel, mas mandou para fora.

Sem conseguir criar e vendo o adversário criar certo perigo, o Timão resolveu ficar mais com a bola e parou de esticar o jogo para Luciano e Romero, sempre em desvantagem. O clube teve uma baixa ainda na etapa inicial quando Pedro Henrique conseguiu o corte em investida de Ananias, mas esticou demais a coxa esquerda. O defensor urrou de dor e logo foi substituído para a entrada de Yago.

Os visitantes reservaram seus melhores lances para o intervalo. No primeiro, Luciano recebeu na intermediária ofensiva e, mesmo muito próximo da bola, arriscou de longe. A bola quicou e o goleiro Marcelo Boeck espalmou para o lado. Romero chegou a tempo de chutar, mas mandou na lateral da rede. Depois, Giovanni Augusto recebeu dentro da área e rolou para o mesmo Luciano, que, mesmo sem ângulo, chutou e jogou pela linha de fundo.

Bronca de Cristóvão faz Timão engrenar

O Corinthians foi para o intervalo já ao som de muitas críticas do técnico Cristóvão Borges, que não gostou dos diversos erros de passe e das dificuldades na armação. O papo quase teve resultado logo de cara, mas foi atrapalhado por outro membro do trio de arbitragem. Uendel cobrou falta pelo lado esquerdo e Balbuena subiu mais alto que a zaga adversária para cabecear no canto direito, sem chances para Marcelo Boeck. O auxiliar Pablo Almeida Costa, no entanto, viu impedimento inexistente do corintiano.

A melhora, no entanto, ficou evidente com o domínio territorial dos paulistas. Sempre com a bola, os alvinegros acabaram ajudados pela falta de esforço ofensivo da Chape, que deu quatro “chutões” seguidos em lances nos quais poderia sair jogando. No último, a bola foi trabalhada pelo Timão da esquerda para a direita até cair nos pés de Giovanni Augusto, na meia-lua ofensiva. O meia, que fazia partida ruim, achou Rodriguinho na linha da grande área. O volante teve calma para limpar a bola com a direita e, de esquerda, tocar no canto esquerdo, sem chances para o goleiro.

Ainda sem ficar plenamente satisfeito, apesar da vantagem no placar, Cristóvão promoveu mais duas mudanças no ataque: saíram Luciano e Giovanni para as entradas de Danilo e Guilherme, com o objetivo de reter com mais facilidade a posse de bola. Mesmo com alguns erros de Rodriguinho na saída de bola, as alterações realmente ajudaram o time e deixaram a Chape bem longe da meta defendida por Cássio.

No fim, ainda deu tempo dos alvinegros ampliarem. Depois de saída de bola arrisca, porém bem executada por Yago, Fagner recebeu pela direita e enxergou a movimentação de Marquinhos Gabriel. O meia se aproveitou da bobeira da zaga adversária e tocou com o pé esquerdo na saída de Boeck, selando o triunfo aos 47 minutos do segundo tempo.

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