Polícia apura estupro coletivo de moça de 19 anos em Araraquara

Franca – A Polícia Civil de Araraquara (SP) apura a denúncia de estupro coletivo contra uma jovem de 19 anos. Ela contou que estava em um ponto de ônibus, no Jardim Cambuy, no final da noite de sábado, 23, quando foi abordada por cinco homens que passavam em um veículo Honda Civic de cor prata.
Ela teria sido colocada à força dentro do carro e levada para um canavial, onde foi estuprada por três dos cinco homens. Os envolvidos teriam usado até um pedaço de cana-de-açúcar para violentá-la. Após o ato, eles fugiram e a vítima conseguiu ligar para uma amiga.
Foi esta amiga que a socorreu e a levou até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central. De lá, ela foi transferida para o hospital e maternidade Gota de Leite, onde permanece internada. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que tenta identificar os autores.
Investigação
O delegado Arnaldo D’Avóglio Filho, que estava de plantão, contou que não foi possível ouvir a vítima no hospital, pois ela estava sedada. Foi a amiga que narrou o ocorrido. A expectativa é de que a jovem preste depoimento nesta segunda-feira, 25. Policiais buscam pistas, como imagens de câmeras da região, para tentar identificar o carro e os ocupantes.
R7
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Sertanejo confessa ter brochado mais de 50 vezes

O cantor sertanejo Eduardo Costa revelou durante entrevista apimentada ao apresentador Wellington Muniz, que já falhou na cama várias vezes. As informações são do UOL.
“Eu já brochei mais de 50 vezes”, confessou o cantor.

Eduardo Costa justificou ainda, que para ele “brochar é um estado de espírito” e que “qualquer coisa que a pessoa fizer e eu não gostar, eu brocho”.
(Com informações do UOL)

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Fim de semana violento nas rodovias federais do PA

Um fim de semana violento nas rodovias federais do Pará, com 27 acidentes, 31 feridos e quatro mortes. Esse foi o levantamento feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre a sexta-feira (22) e o domingo (24), divulgado na manhã desta segunda-feira (25).
Do total de ac identes, 19 deles ocorreram na rodovia BR-316, principalmente nos primeiros 20 quilômetros de via. Inclusive, três das quatro ocorrências com vítimas fatais foram registradas na rodovia. A outra foi na BR-230, no município de Novo Repartimento, quando um carro atropelou um motociclista na tarde de domingo, que não resistiu aos ferimentos.
Ainda de acordo com a PRF, 81% dos acidentes foram provocados por má conduta dos motoristas, como falta de atenção, não guardar distância segura de carros, excesso de velocidade, desobediência de sinalização, ingestão de álcool e forçar a ultrapassagem.
O fim de semana ainda registrou 1.398 notificações extraídas por agentes da PRF, 19 CNHs apreendidas,  31 veículos retidos, oito condutores autuados por embriaguez e cinco presos por embriaguez.
(Com informações da PRF)

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Menina de 3 anos morre na cadeira do dentista

Uma menina de apenas três anos de idade morreu durante um procedimento odontológico na Califórnia, nos Estados Unidos.  As informações são do R7.
Marvelena Rady não acordou após sofrer complicações ainda não esclarecidas durante um procedimento em uma clínica odontológica da cidade de San Ramon.
Funcionários do corpo de bombeiros tentaram reanimar a menina ainda na clínica odontológica, mas não tiveram sucesso.
Ela mais tarde foi levada para o hospital Valley Center Regional San Ramon, onde foi declarada morta.
A dentista responsável pelo procedimento é Cheri Amanda Dang. Ela tem licença para atuar desde 2009 e tem autorização para o uso de anestesia geral — utilizada no tratamento da menina morta.
O xerife da cidade afirmou que a causa da morte ainda está sob investigação.

DOL

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Sesc abre concurso com vagas em 12 cidades do Pará

Serviço Social do Comércio (Sesc)
Inscrições
De 14 de julho e 15 de agosto
Vagas
90 vagas para contratação imediata e 890 em cadastro de reserva
Salário
De R$ 867 e R$ 4.950
Taxa de inscrição
R$ 50, R$ 60 e R$ 68
Prova
18 de setembro
O Departamento Regional Pará do Serviço Social do Comércio (Sesc) divulgou edital de concurso público que objetiva o preenchimento de 90 vagas para contratação imediata e outras 890 em cadastro de reserva para 12 cidades no estado.
As remunerações para as funções variam entre R$ 867 e R$ 4.950 somadas a benefícios de vale transporte, plano de saúde, vale alimentação, seguro de vida e auxílio creche, para jornada mensal de até 220 horas.
As vagas são para as cidades de Belém, Ananindeua, Santarém, Castanhal, São Francisco do Pará, Benevides, Inhangapi, Salinópolis, Marabá, Capanema, Tailândia e Rondon do Pará.
Os cargos, de nível fundamental, médio e superior, abrangem as funções de cozinheiro, administrador de portaria, auxiliar de serviços gerais, padeiro, salgadeiro, doceiro, chapista, açougueiro, auxiliar de açougueiro, saladeiro, despenseiro, operador de caixa, assistente de administração, auxiliar de atividades sociais, técnico em instrução, assistente técnico, advogado, médico, contador, auxiliar de serviços gerais, inspetor de sala, nutricionista, orientador pedagógico, merendeiro, auxiliar de cozinha, pedagogo, auxiliar de saúde bucal, cirurgião dentista, encarregado administrativo, ajudante de motorista, motorista, professor (educação inclusiva) e assistente técnico nas áreas de cinema, teatro e informática.
As inscrições devem ser realizadas, exclusivamente, pela internet, no site da organizadora do certame, até o dia 15 de agosto de 2016. As taxas variam entre R$ 50 e R$ 68.
A aplicação da prova objetiva está prevista para ser realizada no dia 18 de setembro de 2016, nas cidades de Belém, Castanhal, Santarém e Marabá. O processo seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.
tópicos:
Ananindeua,
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Castanhal,
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Rondon do Pará,
Salinópolis,
Santarém,
São Francisco do Pará,
Tailândia

G1 GLOBO

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Pará deverá adotar sistema para monitorar casos de microcefalia

O estado do Pará passará a adotar o Sistema de Registro de Atendimento às Crianças com Microcefalia (Siram), que desde janeiro de 2015 permite ao Sistema Único de Saúde (SUS) mapear e monitorar os atendimentos feitos às crianças com casos suspeitos ou confirmados da doença, com ou sem relação ao vírus zika, em todo o país.
Dados da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) apontam que até maio deste ano foram notificados 35 casos de microcefalia no Pará, e em apenas um foi confirmada a relação com a zika. Os outros casos estão sendo investigados para que haja a confirmação ou descarte da relação com o vírus.
Na Santa Casa de Misericórdia do Pará, hospital localizado em Belém que é referência na atenção à gestante de alto risco e ao recém-nascido, a previsão é que o sistema seja implantado a partir do próximo dia 10 de agosto.
Sistema
Com a ajuda do recurso, os profissionais de saúde terão acesso às consultas e históricos de atendimentos clínicos, dados do responsável da criança, registro de exames, além de diagnóstico de microcefalia e triagens neonatais.
“No início, foram perdidas algumas informações sobre essas crianças com microcefalia. Quando elas chegavam a uma unidade de saúde, não se sabia que tipo de atendimento estavam recebendo e por quais tratamentos já haviam passado”, afirma Edilson Calandrini, assessor de Gestão de Risco da Santa Casa, que avalia a adoção da plataforma como algo essencial para acompanhar passo a passo desde o nascimento do bebê e todos os tratamentos feitos.
A identificação da microcefalia é feita, primariamente, pela medição do perímetro cefálico, procedimento de rotina recomendado desde o primeiro exame do recém-nascido até os dois primeiros anos de acompanhamentos clínicos da criança. O objetivo e a avaliação do crescimento cerebral. Após o atendimento inicial e a constatação da microcefalia, a Santa Casa encaminha as crianças para a Unidade de Referência Materno-Infantil (Uremia), onde continua o tratamento. O processo permite o acompanhamento assistencial mais adequado às necessidades de cada criança.
O SUS preconiza o acompanhamento por diferentes especialistas dependendo das necessidades e complicações de cada criança.
G1 GLOBO

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Número de eleitores cresce 4% e vai a 144 milhões em todo o país

BRASÍLIA – Nas eleições municiais deste ano, haverá 144,1 milhões de brasileiros aptos a votar para prefeito e vereador. Trata-se de um crescimento de 4% em relação aos 138,5 milhões de eleitores em 2012. Os números foram divulgados nesta segunda-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As mulheres, que já eram maioria, aumentaram ainda mais a diferença. Hoje, elas são 52,2% do eleitorado brasileiro. Em 2012, eram 51,9%. Os números não incluem os eleitores do Distrito Federal, Fernando de Noronha e cidades do exterior, onde os eleitores brasileiros não votam para prefeito e vereador.
O voto será facultativo para 2,3 milhões de eleitores com 16 e 17 anos, e 11,4 milhões com 70 anos ou mais. No caso dos adolescentes, o eleitorado diminuiu 20,4% em relação a 2012. Para a faixa etária acima dos 70, aumentou 12,9%. A faixa etária com mais eleitores está entre os 30 e 34 anos: 11,23% do total.
São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral, com 8,9 milhões de eleitores. Na última posição vem Araguainha, em Mato Grosso, com 954 eleitores. O número de municípios com mais de 200 mil eleitores, em que pode haver segundo turno caso nenhum candidato tenha mais de 50% dos votos válidos, aumentou de 83, em 2012, para 92, em 2016.
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Em 1540 municípios, todos os eleitores terão que passar por identificação biométrica (impressão digital). Em outras 840 cidades, onde o cadastramento biométrico ainda não é obrigatório, a checagem das digitais será feita apenas no caso dos eleitores com dados já coletados. Esses 2.380 municípios reúnem 39,4 milhões de eleitores.
O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, voltou a avaliar que haverá mais eleições para prefeito anuladas e, em consequência, mais eleições suplementares. Um dos motivos é que não será mais possível o segundo colocado vencer a disputa em caso de anulação da candidatura do primeiro. Haverá necessariamente nova eleição.
Outra mudança na legislação que contribui para isso é que o prazo para registro de candidaturas foi adiado de 5 de julho para 15 de agosto. O objetivo, segundo Gilmar, foi baratear as eleições, mas terá também outra consequência: a Justiça Eleitoral começará a analisar mais tarde as impugnações. Assim, o julgamento poderá se estender para depois do resultado da eleição, levando à anulação de votações já realizadas.
– A redução de prazo tem consequências no que diz respeito à judicialização e à insegurança jurídica quanto ao verdadeiramente eleito. Vamos ter também inevitavelmente anulação de eleições, realização de eleições suplementares. A legislação agora exige no caso de cargos majoritários que se façam novas eleições se houver a anulação, e não aquela eleição do segundo colocado. Temos que contar também com eleições suplementares em maior número do que tínhamos até aqui – disse Gilmar.
Até agora, ocorreram 122 registros de candidatura. O prazo vai até 15 de agosto, e a maioria dos candidatos costuma deixar isso para os últimos dias. O TSE estima que a eleição custará R$ 600 milhões.
Na semana passada, o TSE divulgou o cálculo do teto de quanto os candidatos a prefeito e vereador poderão gastar em cada município. Dependendo do caso, o limite de despesas varia entre 30% e 70% dos maiores gastos declarados na eleição anterior. Mas levou a distorções. Um erro na prestação de contas de um candidato a vereador em Manaus em 2012 permitirá que os candidatos ao cargo gastem até R$ 26,7 milhões. Tudo isso porque um recibo de 2012 no valor de R$ 2.850 foi computado como sendo de R$ 28,5 milhões.
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– O que o legislador quis foi tirar uma fotografia dos gastos, aplicando um redutor. O resultado foi que temos essa fotografia um tanto quanto distorcida. É uma questão sem dúvida delicada. Terá de ser submetida ao TSE para uma deliberação. Mas a intenção, a boa fé do legislador, é evidente. Mas não contava ele com as distorções perpetradas por declarações que não correspondem minimamente à realidade – disse Gilmar.
O ministro defendeu uma reforma política com a diminuição do número e partidos. Segundo dados disponíveis no site do TSE e da Câmara, há 35 legendas registradas, das quais 27 têm representação no Congresso.
– Estamos convencidos de que não se pode mais que cheguemos à eleição de 2018 sem um reforma. Não podemos mais conviver com essa situação de multiplicação de partidos. Estamos aí com 28, 29 partidos representados no Congresso Nacional, e 35 ou 36 partidos habilitados recebendo um montante significativa de fundos. Há partidos que estão comprando helicóptero, jatinho, avião com fundo partidário. Isso precisa ser realmente superado – disse Gilmar.
O GLOBO

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Suplicy é detido durante reintegração de posse em São Paulo

SÃO PAULO – O ex-senador e candidato a vereador Eduardo Suplicy (PT) foi detido na manhã desta segunda-feira durante uma reintegração de posse na região da rodovia Raposo Tavares, na Zona Oeste de São Paulo por resistência. Suplicy e mais duas pessoas foram levada ao 75º DP, no Jardim Arpoador.
Suplicy se deitou na rua para impedir a reintegração de posse e chegou a ser carregado pelos policiais militares. Nas redes sociais, o petista afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “a truculência da Polícia Militar do governo Alckmin é inaceitável. Se fazem isso com um ex-senador da República, imagine o que sofre a população que tanto precisa de apoio”.
O cantor Supla, filho do ex-senador, afirmou nas redes que seu pai está bem. “Quero avisar a todos que o meu pai está bem…acabei de falar com o delegado e o próprio pai!agradeco a preocupação e o carinho de todos!”, disse.
O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), liderado por Guilherme Boulos, escreveu: “Se não soltarem o Suplicy e pararem o despejo, São Paulo vai parar!”
Desde o início desta manhã, moradores realizaram protesto contra reintegração de posse de um terreno que pertence à prefeitura de São Paulo. Mais cedo, eles chegaram a entrar em confronto com policiais da Tropa de Choque e até atearam fogo em um ônibus para impedir a aproximação da polícia e do oficial de Justiça. As chamas foram controladas rapidamente.

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Por volta das 8h, quando a tropa chegou ao local, moradores jogaram pedras nos policias que revidaram com bombas de efeito moral e gás lacrimogênio. Ao todo, 350 famílias ocupavam a área.

Devido ao protesto, segundo a SPTrans, cinco linhas de ônibus foram afetadas e não circulam na região, que fica próxima à rodovia Raposo Tavares. Os moradores dali têm que andar até o km 17 da via para conseguir pegar um ônibus.
Em nota, a Prefeitura disse que a área ocupada apresenta risco elevado de desabamento, o que inviabiliza construção de moradia popular. “A Defesa Civil do município estudou a possibilidade de retirar apenas parte dos barracos, mas concluiu que isso colocaria os demais barracos em risco, por causa da fragilidade estrutural do conjunto. A reintegração de posse é uma determinação judicial e os moradores foram avisados previamente sobre a desocupação. Ao todo, 211 famílias residem no local e já estão cadastradas no programa habitacional da Prefeitura de São Paulo”, informou a administração municipal.
O GLOBO
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Lei Maria da Penha: após dez anos, um dos desafios é a ressocialização de agressores

País tem 735 mil processos em andamento na Justiça em apenas 14 estados
SÃO PAULO – Dez anos se passaram desde a criação da Lei Maria da Penha e, apesar da pouca idade, a conquista de um feito resume a importância da primeira legislação de combate à violência doméstica no Brasil: ela é uma das leis mais conhecidas pelos brasileiros. Entretanto, o cenário de agressões a mulheres ainda é assustador. O país tem 735 mil processos em andamento na Justiça em apenas 14 estados. Somente em 2015, 941 casos novos por dia chegaram a esses tribunais. Os números são de um levantamento feito pelo GLOBO nas últimas semanas em todas as regiões (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso, Amazonas, Tocantins, Piauí, Espírito Santos e Roraima).
O número de processos no Rio de Janeiro representa 19% desse total (139 mil). O Tribunal de Justiça de São Paulo, maior do país, não soube informar o volume de ações penais no estado. O mesmo se repetiu em outros 12 tribunais.
DENÚNCIAS CRESCERAM 605% EM DEZ ANOS
Apesar da existência de uma secretaria destinada a cuidar de políticas para mulheres no governo federal, há falta de dados estatísticos. Não se sabe quantos agressores são condenados.
No próximo dia 7, a Lei Maria da Penha completará uma década de existência. Entidades em defesa dos direitos das mulheres afirmam que seu maior legado é o fim do silêncio das vítimas. Para elas, o volume de processos judiciais indica a mudança de postura e não um aumento da violência.
— Por muito tempo se pensou que a solução para a violência em casa tinha que ser buscada no próprio ambiente doméstico. A lei deu uma contribuição enorme para romper com essa mentalidade quando definiu que a denúncia não precisa partir só da vítima — disse a promotora de Justiça de São Paulo Valéria Scarance.
Desde a nova lei, as denúncias ao Disque 180 cresceram 605% — de 12.664 em 2006 para 76.651 no ano passado. Na Justiça de Pernambuco, as ações penais aumentaram 841% — de 1.796 novos processos, em 2007, para 15.120.
A Lei Maria da Penha endureceu a pena ao agressor e ampliou a proteção à vítima, com medidas protetivas. Crimes de ameaças e lesão corporal são a maioria dos casos. Pela natureza leve, poucos agressores vão para a prisão. É aí que promotores e juízes entendem estar o principal desafio da lei nos próximos dez anos: voltar o olhar ao agressor e oferecer um atendimento de reeducação para reduzir a violência.
A iniciativa existe em outros países e começa a caminhar no Brasil. Mas ainda é vista como um tabu. Somente foi adotada em dez estados.
— É uma proposta cheia de controvérsias no próprio movimento de mulheres. Muitos defendem que os recursos, que são poucos, devem priorizar a vítima e não o agressor — explica Marisa Sanematsu, do Instituto Patrícia Galvão, ONG que atua em defesa dos direitos da mulher.
Apesar da polêmica, o encaminhamento para grupos de ressocialização começou a ser feito por juízes. Agressores são obrigados a participar de reuniões num modelo similar ao existente para usuários de álcool. Nos casos hediondos, como homicídios, estupro e tortura, o caminho continua sendo o encarceramento.
EM 3 CIDADES, JUSTIÇA ADOTA ‘BOTÃO DO PÂNICO’
Não há dados sobre o índice de impunidade em casos de violência doméstica. O que se sabe é que, além da morosidade da Justiça, outro fator tem forte influência sobre o desfecho das ações: muitas mulheres recuam da denúncia.
Um dos primeiros casos de repercussão nacional após a aprovação da lei segue impune. Paulo Eduardo Costa Steinbach atropelou e matou a mulher grávida, Yara Margareth Steinbach, na saída de uma clínica em Florianópolis, por ciúmes. O crime foi em novembro de 2006. O acusado chegou a ser preso, mas o julgamento ainda não foi marcado, à espera de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele está em liberdade.
O Mapa da Violência divulgado em 2015 mostrou que metade dos 4.762 homicídios de mulheres em 2013 teve como autor um familiar da vítima, sendo 33% o parceiro. De 1980 a 2013, 106.093 mulheres foram mortas. Ano passado, um estudo indicou que a Lei Maria da Penha diminuiu em 10% a taxa de homicídio contra as mulheres.
Vitória (ES) apareceu com a segunda maior taxa de feminicídio em 2013. A Justiça estadual então resolveu testar o “botão do pânico”, dispositivo eletrônico que pode ser acionado pela mulher quando o agressor não mantém a distância garantida por lei. Em três anos, foram 23 atendimentos e 11 prisões. Apenas outras duas cidades já adotaram a medida: Jaboatão dos Guararapes (PE) e Limeira (SP).
por Silvia Amorim e Luiza Souto

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Mais de 40 são detidos em operação policial na Praça da República

Mais de 40 pessoas foram detidas e levadas para averiguação na Seccional de São Brás durante a operação da Polícia Civil que percorreu a Praça da República, segundo balanço da “Operação Saturação” divulgado nesta segunda-feira (25). Entre os detidos foi identificado um foragido da polícia, que será encaminhado de volta ao presídio.
A ação percorreu a Praça da República. Nas abordagens, os guardas e policiais fizeram revistas e verificação documentos. Outros 17 que estavam com alvará de soltura de condicional foram liberados. Nesta ação também foram apreendidos entorpecentes, objetos usados para consumo de drogas e um simulacro, artefato que imita uma arma de fogo.
A operação ocorreu de forma integrada com outros órgãos e contou com a atuação de 25 guardas da GMB, além do Grupamento de Ações Táticas (GAT), Ronda da Capital (Rondac) e Canil com a participação de 25 homens da Polícia Militar. Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb), Secretaria Municipal de Economia (Secon) e Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) também integraram a ação. Após a Praça da República, a operação seguiu para as praças próximas ao Terminal Rodoviário de Belém.
O capitão da PM, Alan Sullivan, contou que em dois anos já foram apreendidas mais de 300 facas nos arredores da Praça da República, usadas para cometer delitos. “Por isso, este trabalho, realizado de forma conjunta, é tão importante para evitar crimes como furtos, roubos, lesões corporais e até homicídios”, ressaltou Cap. Sullivan.
G1 OGLOBO

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