Seis barragens de mineração ameassam romper em MT e MPF investiga

Supostas irregularidades nas instalações de barragens de rejeitos de mineração em Mato Grosso, se tornaram alvos de investigação por parte do Ministério Público Federal (MPF) após divulgação de um relatório por parte do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
O documento aponta que seis do total de 23 barragens existentes no estado, apresenta irregularidades. Elas são: Rejeito Casa de Pedra, em Cuiabá; Dique Finos, em Vila Bela da Santíssima Trindade; B1 e B5, em Nova Lacerda; Barragem EPP, em Pontes e Lacerda e Cava Central, em Poconé.
O que preocupa é que há semelhança de classificação com a barragem Fundão de Mariana (MG). Ela se rompeu no final do ano passado e causou profundos danos à natureza e aos moradores da região, inclusive com morte.
O documento elaborado pela DNPM classifica as barragens como sendo “baixo risco e dano” com a letra E. Para aquelas com “alto risco e dano” a letra A. As seis investigadas em MT receberam a letra C. Diante disso as mineradoras receberam notificação em 2014, para apresentarem o Plano de Segurança de Barragem (PSB) e Plano de Ação Emergencial de Barragem de Mineração (PAEBM).
O prazo final encerra em seis meses. A medida é uma forma de diminuir a classe de risco. O MPF solicitou informações sobre a segurança das barragens ao DNPM e o encaminhamento de documentos que atestam a confiabilidade. Foram enviados documentos referentes aos relatórios anuais de lavra atualizados pelos donos das barragens.
Foi relatado ainda que no início deste ano foi iniciada uma fiscalização das barragens de MT inscritas no Plano Nacional de Segurança de Barragens, como forma de certificar as informações repassadas pelas proprietárias ou administradoras.
Além de certificar a implantação das medidas previstas nos projetos apresentados, condições de operação das barragens e aplicação das medidas exigíveis para a garantia da segurança. O documento chama atenção para as barragens Cava Central e Sallina I em Poconé. Elas teriam alto risco de danos.
O MPF quer ainda que a DNPM informe como será a atuação na campanha de fiscalização das barragens de mineração que estão inseridas no Plano Nacional de Segurança de Barragens. Para comprovação é necessário que órgão encaminhe o cronograma de atividades.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




MAP continuará atuando em Itaituba, confirmam diretores ao MP

Diretores da empresa MAP Linhas Aéreas informaram ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) nesta segunda-feira, 25 de julho, que a empresa vai continuar a atuar em Itaituba, no sudoeste do Estado.
A possibilidade de interrupção dos serviços da empresa, a única em atuação no município, era motivo de preocupação para pacientes que dependem do transporte aéreo para realização de tratamentos médicos, como os doentes renais crônicos.
A MAP, segundo os dirigentes reunidos com o MP, vai continuar a operar as linhas Itaituba-Manaus (AM) e Itaituba-Belém.
Fonte: MPF

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Festival das Tribos começa nesta quinta com a Festa dos Visitantes

A 22ª edição do Festival Folclórico das Tribos Indígenas de Juruti, conhecido como “Festribal” começa nesta quinta-feira (28) e segue até o dia 31 de julho no município de Juruti, Oeste do Pará. A festa, realizada no Tribódromo, localizado no bairro Maracanã, tem como tema este ano “Festribal 2016 – “O Encanto que vem da Floresta”. A expectativa da organização é que o evento reúna 20 mil pessoas durante as três noites.
A quatro dias da festa, os trabalhos de pintura, montagem de palco, camarotes, arquibancadas e a construção de rampas de acesso estão sendo finalizados no Tribódromo. Os serviços de som e iluminação também já começaram a ser feitos. “Nossas expectativas são as melhores. Convidamos toda a população das cidades vizinhas, do nosso estado, de todo o Brasil prestigiar um dos eventos mais importantes da nossa cidade”, informou o secretário de cultura de Juruti, Carlos Pinheiro.
A festa dos visitantes, realizada na primeira noite, vai ter show nacional com a dupla sertaneja Victor e Léo e apresentações regionais de DJ e banda de forró.  A segunda noite terá apresentação das tribos mirins e ensaio técnico das tribos oficiais. Na terceira e última noite, será o duelo das tribos Munduruku e Muirapinima. A divulgação da campeã será na tarde de domingo (31).
O Festribal
A festa das tribos é um evento realizado desde 1995. O Festribal resgata, em forma de espetáculo, a cultura indígena nativa da cidade, figurando entre as maiores manifestações culturais da Amazônia e é marcada pela tradicional disputa entre as tribos indígenas Munduruku (vermelho e amarelo) e Muirapinima (vermelho e azul), que esse ano vão defender os temas “Mitos” e “Espíritos”, respectivamente. Tribódromo é o nome do local onde é realizado o duelo das tribos.
A cultura indígena é retratada em forma de música, artes cênicas, alegorias e danças. O modo de vida do caboclo, os rituais indígenas, o pescador e o farinheiro são algumas das inspirações do festival. Em 2008 o Festribal passou a ser considerado Patrimônio Cultural do Pará. Nas duas últimas edições do evento a Tribo Munduruku sagrou-se bicampeã da disputa.
A manifestação cultural e folclórica atrai um grande público dos municípios da região Oeste do Pará, de outros estados do Brasil e até de outros países. Cada apresentação é avaliada por uma equipe de jurados, responsáveis por atribuir notas em quesitos técnicos e artísticos. Entre os itens julgados, estão: Apresentador, Porta Estandarte, Guardiã Tribal, Tuxaua, Índia Guerreira, Pajé, Canto Indígena, Regional, Evolução, Ritual Indígena, Alegoria, Tribo Originalidade, Tribo Coreografada, Originalidade em Conjunto, Harmonia e Galera.
A estrutura do Tribódromo tem capacidade para receber até 6 mil pessoas, segundo a organização. O espaço é fechado e toda estrutura é vistoriada pelo Corpo de Bombeiros. Também estão assegurados dois geradores e  banheiros químicos à disposição dos visitantes.
Segurança
Para garantir a segurança da população local e os visitantes que devem prestigiar a festa, a coordenação do evento firmou parcerias com vários órgãos de segurança da região, como as Polícias Civil e Militar de Juruti e Santarém, Departamento Municipal de Trânsito, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros de Santarém, Conselho Tutelar e a Secretaria Municipal de Saúde, com a instalação de um posto com ambulância e socorristas. Além da polícia, haverá seguranças particulares durante as três noites de festa.

Evolução da Tribo Munduruku, no Tribódromo
Evolução da Tribo Munduruku, no Tribódromo

Evolução da Tribo Muirapinima, no Tribódromo
Evolução da Tribo Muirapinima, no Tribódromo

Serviço
Evento? 22ª edição do Festival Folclórico das Tribos Indígenas de Juruti-PA
Quando? De 28 a 31 de julho de 2016
Onde? Juruti, Oeste do Pará
Ingressos?  Arquibancada (R$ 10 e R$ 20); Cadeiras (R$ 200 – 3 noites); Camarotes (R$ 6 a 8 mil – 20 lugares)
Programação oficial
28/7 (quinta-feira)
Festa dos Visitantes com a dupla Victor e Léo
21h – Música Eletrônica
23h – Dupla Victor e Léo
1h – Banda Êxtase (ritmos: forró, arrocha, etc)
29/7 – (sexta-feira)
20h – Apresentação das tribos mirins
23h – Ensaios técnicos das tribos oficiais
30/7 – (sábado)
Apresentação das tribos oficiais
20h30 – Tribo Muirapinima
23h30 – Tribo Munduruku
31/7 – (domingo)
15h30 – Apuração das notas dos jurados
17h – Divulgação da tribo campeã

 Fonte: RG 15/O Impacto e Rui Neri

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




VEM AÍ BELEZA FASHION PARÁ 2016, O MAIOR EVENTO DE BELEZA JOVEM DO NORTE DO BRASIL

Era uma vez…
Era uma vez uma pequena menina que sonhou em ser Miss, essa pequenina queria muito, muito ser Miss, o que não sabia era que já era Miss, nasceu e sempre foi uma Miss, sonhou e um dia acordou e viu seu pequeno sonho transformado em uma grande realidade. Eles são assim, imprevisíveis, sorrateiros, entram na mente, na alma, até chegar ao coração, sem serem convidados, os intrusos mais bem recepcionados de que se tem notícias. Um sonho muda, muda rotas, caminhos, certezas, vem dúvidas, serás, aqueles “Será se eu vou conseguir?”, perguntas, certezas, sempre certezas de que acontecerá, sonhos são assim, feitos sob medida para cada um, cabem dentro do coração, lá no fundo, engordam, pelo menos os de doce de leite, podem e devem ser compartilhados, sonhados juntos e realizados, ah, como sonhos são lindos, maravilhosos, transformadores, acolhedores, e com toda certeza, podem sim se realizarem.
Com a força de seus sonhos, Maria Clara Ferreira de 5 anos de idade na época, foi coroada Mini Miss Pará 2015, durante uma seletiva em sua cidade natal Novo Progresso-PA, com carisma e muita simpatia, a Mini Miss Pará encantou a todos e conquistou jurados, obtendo no Concurso Nacional a 4ª colocação no top5, e ainda agraciada com o título de Mini Miss Brasil World 2016, representará o País no Face Of The Globe 2016, na França e Inglaterra ainda esse ano. Maelly Munhoz Ortiz, jovem de 17 anos, durante a mesma seletiva, foi intitulada Miss Teen Pará 2015, e graças ao seu inquestionável talento musical, fez inúmeras amizades, novas experiências, sendo conceituada durante o Evento Nacional uma das misses mais simpáticas, divertindo a todos e ao mesmo tempo tirando a tensão de competição, para ela tudo serviu de aprendizado para seu crescimento pessoal e profissional.
Superação, eficiência e força de vontade, definem a empresária Élida Ferreira, grande responsável pela propagação da cultura paraense, a empresária não mediu esforços, investindo e apostando alto para levar representantes paraenses ao Concurso Nacional Beleza Fashion Brasil 2015, realizado anualmente na capital do Mato Grosso do Sul, Élida Ferreira, mãe de Maria Clara Ferreira (Mini Miss Pará 2015), obteve merecido reconhecimento por seu belíssimo trabalho, recebendo de Josmair Cardoso diretor do Beleza Fashion Brasil, honraria por méritos próprios, e ainda concedida Coordenadora Estadual do Beleza Fashion Pará, tornando-o em pouquíssimo tempo, no Maior Evento de Beleza Jovem do Norte do Brasil, tendo como essência, Solidariedade mais que Beleza e Elegância, e a Inclusão Social como enorme diferencial de outros certames.
Numerosas são as surpresas ansiosamente aguardadas para a realização do Beleza Fashion Pará 2016, que vem movimentando as redes sociais e as cidades das Misses participantes, estas em seus últimos preparativos, juntamente com amigos, familiares e torcidas. O evento está marcado para o próximo 31 de Julho na Capital Belém, a partir das 20hrs no Teatro Estação Gasômetro, noite célebre, tornara-se inesquecível com a presença de graciosidade, fraternidade, belas crônicas misses e convidados ilustres. Sublimes jovens paraenses de 4 a 31 anos de idade de 20 cidades diferentes, serão apresentadas a todo o Pará, destas, escolhidas apenas 5 que representarão o Pará no Concurso Nacional Beleza Fashion Brasil 2016, nas categorias Mini Miss, Miss Juvenil, Miss Pré Teen, Miss Teen e Miss Américas.

miss1 miss2 miss3
Por: FELYPE FURTADO

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




MULHER DESAPARECE EM FLORESTA DE ALTAMIRA

É o que afirma o agricultor João Divino, marido de dona Ana Lúcia Santos de Jesus de 37 anos. Segundo ele a mulher tem problemas psicológicos e há dias não estava tomando a medicação controlada. Ela simplesmente saiu de casa em direção à floresta e não retornou. A região é de difícil acesso e fica a 105 km do porto da balsa na Gleba Assurini, zona rural de Altamira no sudoeste do Estado.
“A gente já procurou ela até de noite, mas não encontramos, agora viemos aqui na cidade para pedir ajuda” explica João Divino.
Ana Lúcia pode até estar por perto, mas estaria se escondendo segundo o marido. É que a mulher fica descontrolada quando deixa de tomar as pílulas regularmente. O homem já procurou a Polícia Civil e foi encaminhado ao Corpo de Bombeiros de Altamira. Uma equipe deve se deslocar para o Assurini nesta quinta-feira (21) para iniciar uma busca especializada.
“A esperança da gente é que localize logo ela pra ela tomar os remédios dela, ai a gente volta a viver como antes em casa, ela cuidando da nossa casa né?,” fala esperançoso o esposo João Divino.

Fonte: O Xingu

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Jovem sofre acidente na Avenida Industrial em Castelo de Sonhos – Guia GTA

Segundo informações o jovem identificado como Michael estava com uma  moto pop na avenida industrial  quando passou no quebra mola e perdeu o controle da motocicleta , acabou caindo e batendo a cabeça.
O jovem ficou desmaiado no local não se sabe ainda o estado de saúde do mesmo, uma testemunha que estava no local informou a nossa equipe que o jovem estava empinando a   motocicleta uma pratica que já é  bem comum em Castelo de Sonhos.
Acidente Castelo dos Sonhos

ACIDENTE-1

Por: Rhauan Costa

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Juizados Especiais Federais têm novos coordenadores no Pará

A juíza federal Carina Bastos de Senna, da 12ª Vara, é a nova coordenadora dos Juizados Especiais Federais (JEFs) no Estado do Pará para o biênio 2016-2018. A função vinha sendo desempenhada pelo juiz federal Sérgio Wolney de Oliveira Batista Guedes, da 10ª Vara. O vice-coordenador é Mauro Henrique Vieira, magistrado titular da 8ª Vara.
O Ato Presi 603 (veja aqui a íntegra), assinado pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Hilton Queiroz, também designou os juízes federais Domingos Daniel Moutinho da Conceição Filho e Érico Rodrigo Freitas Pinheiro como coordenador e vice-coordenador do JEF em Santarém, na região oeste do Pará. Na Subseção Judiciária de Marabá, no sul do Estado, a coordenação ficará a cargo do magistrado Heitor Moura Gomes. Marcelo Honorato ficará com a vice-coordenação.
Produtividade – Em Belém, as quatro varas de Juizado Especial Federal Cível julgaram de janeiro a dezembro do ano passado quase 4 mil processos a mais em relação aos feitos distribuídos aos JEFs, que têm a competência de julgar pequenas causas, no valor de até 60 salários mínimos (atualmente R$ 52.800,00).
Dados do Transparência em Números, o sítio virtual que permite a qualquer cidadão consultar relatórios estatísticos referentes à tramitação de processos em toda a Primeira Região, incluindo o Tribunal Regional Federal, Seções e Subseções Judiciárias, indicam que no ano passado a 8ª, 10ª, 11ª e 12ª Varas da Seccional do Pará, todas especializadas em JEF, receberam um acervo em torno de 20.658 novos processos e julgaram 24.489, ou seja, 3.831 a mais, aproximadamente.
Em 2014, chegou-se a ter em tramitação ajustada (que não considera os feitos suspensos e aqueles que aguardam julgamento do recurso ou agravo) em torno de 30 mil processos, sendo que no final de 2015 atingiu-se por volta de 14 mil feitos, isto é, menos da metade.
portal.trf1.jus.br

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Juiz não pode substituir prefeito

Lei Orgânica não prevê magistrado na linha de sucessão
Em ofício assinado na última sexta-feira, 22, a propósito da substituição do prefeito de Marabá por membro do Judiciário, devido ao impedimento dos demais substitutos, o Presidente do Tribunal de Justiça do Pará, Desembargador Constantino Augusto Guerreiro, esclareceu que inexistia tal possibilidade. De acordo com a fundamentação do magistrado, o art. 58 da Lei orgânica do Município de Marabá não dispõe sobre Juiz de Direito integrar a linha sucessória de eventuais substitutos do titular da Prefeitura Municipal. “Ou seja, não há previsão no ordenamento jurídico local em deferência à possibilidade de magistrado assumir o cargo de Prefeito ante a ocorrência de impedimento do titular e dos demais substitutos legais”, complementa.
O ofício considera ainda que a resolução nº. 012/92 do TJ/PA, que possibilitava a assunção interina da Prefeitura por Juiz titular de Vara da Fazenda foi revogada pela resolução nº. 02/2000 do TJ/PA, “que vedou aos Juízes de Direito substituir o Prefeito”, e, inobstante esta última resolução ter sido revogada pela resolução nº. 02/2013 do TJ/PA, não houve previsão de regra de repristinação da primitiva resolução.
Além disso, considerou-se o entendimento do Supremo Tribunal Federal no julgamento ADI nº. 687, que assentou não competir aos Estados-membros disciplinar transversalmente a linha de sucessão do titular do cargo de Prefeito Municipal, “sob pena de indevida interferência na autonomia político-administrativo conferida constitucionalmente aos municípios”, argumenta o presidente.
De acordo com o magistrado, a definição de integrantes da linha sucessória dos titulares de Prefeitura é matéria que deve ser legislada pelo respectivo ente municipal, por meio de sua lei orgânica. “No caso da comarca de Marabá, inexiste previsão que outorgue à Juiz de Direito a ocupação eventual do cargo de Prefeito. A ausência de previsão legal impede que o Poder Judiciário se arvore em competência administrativa do município, razão pela qual a falta de representante na Prefeitura Municipal deverá ser solucionada por medida interna corporis”, conclui o ofício.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: João Vital

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




O homem contratado para fazer sexo com adolescentes

  Em algumas regiões do Maláui, no leste da África, meninas são obrigadas a fazer sexo com os chamados ‘hienas’
Em algumas regiões remotas no sul do Maláui, no leste da África, é comum que as meninas paguem por sexo com um homem chamado “hiena” quando chegam à puberdade. A prática não é vista pelos mais velhos como estupro, mas como uma espécie de ritual de “purificação”. No entanto, pode ter o efeito contrário: transmitir doenças.
A reportagem da BBC conversou com um desses homens. Confira.
Encontro com Eric Aniva no pátio empoeirado de seu casebre de três quartos no distrito de Nsanje, no sul do Maláui. Cabras e galinhas perambulam pela sujeira do lado de fora. Vestindo uma camisa verde encardida, ele vem à minha direção mancando e me cumprimenta com entusiasmo. Parece gostar da ideia de ter virado o centro das atenções.
Aniva é um notável “hiena” em seu vilarejo. Trata-se de uma alcunha dada a um homem contratado por comunidades em diversas partes remotas do Maláui para providenciar a chamada “purificação” sexual. Se um homem morre, por exemplo, sua mulher deve dormir com Aniva antes de poder enterrá-lo. Se outra sofre um aborto, de novo a “purificação sexual” é necessária.
Mas o mais chocante é que aqui em Nsanje, as meninas, depois de sua primeira menstrução, são obrigadas a manter relações sexuais durante três dias com Aniva para marcar a passagem da infância à vida adulta.
Caso se oponham, acredita-se que uma doença ou algum infortúnio fatal poderia acontecer com suas famílias ou com o vilarejo como um todo.
“Muitas das pessoas com quem me deitei são meninas em idade escolar”, diz Aniva à BBC.

Aniva posa com um tubérculo que diz melhorar seu desempenho sexual
Aniva posa com um tubérculo que diz melhorar seu desempenho sexual

“Algumas meninas têm 12 ou 13 anos, mas eu prefiro as mais velhas. Todas essas meninas sentem prazer comigo. Elas ficam orgulhosas e dizem a outras pessoas que sou homem com H, sei como dar prazer a uma mulher”.
Apesar disso, muitas meninas com quem conversei no vilarejo demonstram aversão ao ritual.
“Não havia nada que podia fazer. Tive de me submeter a isso para o bem dos meus pais”, diz uma das meninas, Maria, para mim. “Se eu recusasse, minha família poderia ser atacada por doenças – e até morrer – então fiquei apavorada”.
Elas me disseram que todas as suas amigas têm de fazer sexo com um ‘hiena’.
Aniva aparenta cerca de 40 anos (ele é vago quanto à sua idade exata) e tem atualmente duas mulheres, que sabem do seu trabalho. Ele alega ter dormido com 104 meninas e mulheres – mas parece ter perdido a conta, uma vez que mencionou a mesma cifra para um jornal local em 2012. Aniva diz ter cinco filhos legítimos, mas não sabe quantas mulheres ou meninas talvez já tenha engravidado.
Ele me diz que é um dos dez hienas na comunidade, e que todo vilarejo do distrito de Nsanje tem um deles. Os homens recebem de US$ 4 a U$ 7 (R$ 17,20 a R$ 23,10) por cada serviço.

Uma das poucas lideranças femininas do Malauí, Theresa Kachindamoto quer acabar com "ritual de purificação"
Uma das poucas lideranças femininas do Malauí, Theresa Kachindamoto quer acabar com “ritual de purificação”

A uma hora de carro dali, no final de uma estrada de terra, sou apresentado a Fagisi, Chrissie e Phelia, mulheres na faixa de seus 50 anos e guardiães das tradições de iniciação do vilarejo.
É o trabalho delas organizar os rituais a cada ano, ensinando as meninas sobre como ter responsabilidade como esposas e satisfazer um homem sexualmente.
A “purificação sexual” com o hiena é o último estágio desse processo, organizado voluntariamente pelos pais da menina. Segundo explicam Fagisi, Chrissie e Phelia, a iniciação é necessária “para evitar que os pais e o resto da comunidade sejam atingidos por infecções”.
Eu falo para elas que há um risco muito maior de esses rituais transmitirem doenças.
Segundo a tradição, a relação sexual com um hiena nunca deve ser feita de forma protegida. Mas elas dizem que um hiena é escolhido por suas boas maneiras e, por causa disso, estaria imune ao vírus HIV, que transmite a Aids.
Porém o HIV representa um grande risco à comunidade. Segundo a ONU, um em cada dez malauianos possui o vírus. Por isso, pergunto a Aniva se ele também tem o HIV. E ele me surpreende ao dizer que sim. Pior: não menciona isso aos pais das meninas que o contratam.
À medida que nossa conversa avança, Aniva percebe minha reação negativa. Ele para de se vangloriar e me diz que faz menos ‘purificações’ que no passado. “Eu ainda faço alguns rituais aqui e ali”, confessa. E então acrescenta: “Estou me aposentando”.
Todos os envolvidos sabem que esses rituais são condenados por observadores externos – não apenas pela igreja, como por ONGs e pelo governo, que lançou uma campanha contra as chamadas “práticas culturais nocivas”.
“Não vamos condenar essas pessoas”, diz May Shaba, médico e secretário permanente do Ministério do Gênero e do Bem-Estar. “Mas vamos tentando informá-los de que eles precisam mudar esses rituais”.
Quem tem mais educação formal talvez pense duas vezes antes de contratar um hiena. Mas as mulheres mais velhas com quem falei permanecem relutantes à mudança.
“Não há nada de errado com a nossa cultura”, diz Chrissie. “Se você olhar a sociedade de hoje, você percebe que as meninas não são responsáveis, então temos de ensinar a elas boas maneiras, para que elas não se desviem do caminho certo, sejam boas esposas para seus maridos e nada aconteça às suas famílias”.
Segundo Claude Boucher, padre católico francês que viveu no Maláui por 50 anos e agora é um proeminente antropólogo, os rituais datam de séculos. Ele conta que os rituais resultam de crenças antigas pelas quais as crianças só atingem a maturidade a partir de uma relação sexual com os mais velhos.

Da esq. à dir.: Aniva, Fanny com sua filha mais nova, a irmã de Fanny e um antigo cliente
Da esq. à dir.: Aniva, Fanny com sua filha mais nova, a irmã de Fanny e um antigo cliente

No passado, como as meninas não atingiam a puberdade antes de 15 ou 16 anos, isso era feito por seu potencial futuro marido. Hoje, o ritual é realizado por um profissional do sexo — um hiena — e não há qualquer constrangimento nisso.
Boucher destaca que as tentativas de mudar a sexualização das crianças vêm enfrentando resistência nas áreas no sul do país, apesar de mais de um século de cristianismo e 30 anos de epidemia de Aids. Na maioria do país — e particularmente nas áreas perto das cidades de Blantyre e Lilongwe — a “purificação sexual” é rara.
No distrito central de Dedza, no Maláui, os hienas são usados apenas para fazer a “purificação” de viúvas ou mulheres inférteis, mas Theresa Kachindamoto — uma das poucas lideranças femininas no Maláui — transformou a luta contra o ritual em sua principal prioridade.
Ela está tentando convencer outras lideranças regionais a realizar esforços similares. Em alguns distritos, como Mangochi, no leste do país, as cerimônias estão sendo adaptadas para substituir o sexo por uma unção mais benéfica para a menina.
Em Nsanje, entretanto, há pouco esforço por mudança. Como o Maláui é um dos países mais pobres do mundo, e sofre com índices alarmantes de fome nas zonas rurais, mudar esse cenário não está nas prioridades do governo.
Em um vilarejo remoto, encontrei uma das duas esposas de Aniva, Fanny, junto com sua filha bebê. Fanny era viúva antes de ser “purificada” por Aniva com sexo. Eles se casaram logo depois.
O relacionamento dos dois, no entanto, parece tenso. Sentada ao lado dele, ela admite timidamente que odeia o que ele faz, mas a atividade permite o sustento da família. Eu pergunto a ela se ela espera que sua filha, de dois anos de idade, passe pela mesma iniciação daqui a 10 anos.
‘Não quero que isso aconteça’, diz ela. “Quero que essa tradição acabe. Somos forçadas a dormir com hienas. Não se trata de uma escolha voluntária e acho isso muito triste para todas as mulheres”.
“Como você se sente em relação ao que lhe aconteceu?”, pergunto.
“Eu tenho raiva de tudo o que aconteceu até hoje”, diz ela.
Quando pergunto a Aniva se ele quer que sua filha passe pelo ritual de purificação sexual, ele me surpreende de novo.
“A minha filha não. Não posso permitir que isso aconteça. Agora estou lutando para o fim dessa prática”.
“Então, você está lutando contra isso agora?”, retruco.
“Não, disse ele, eu parei”, responde Aniva.
“Sério?”, replico.
“Sim. Eu parei. Pode acreditar”.

Por BBC

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




“Pílula do câncer” começa a ser testada em humanos nesta segunda-feira (25)

Serão avaliadas as reações em dez tipos de câncer: cabeça e pescoço, mama, pulmão, colo, fígado, pâncreas, melanoma, estômago, colo uterino e próstata
Começam nesta segunda-feira (25) os testes em humanos com a fosfoetanolamina, o composto que ficou conhecido como a “pílula do câncer”. As atividades estarão concentradas no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, e a substância será utilizada por 10 pacientes.
Esse primeiro grupo determinará a segurança da dose, e se não houver efeitos colaterais, a pesquisa muda de fase, abrangendo mais 200 pacientes.
Serão avaliadas as reações em dez tipos de câncer: cabeça e pescoço, mama, pulmão, colo, fígado, pâncreas, melanoma, estômago, colo uterino e próstata. Os testes devem avançar e, se os resultados obtidos nas fases forem positivos, mil pessoas participarão do processo, recebendo doses da pílula.
Para o governador de São Paulo, essa fase é fruto de trabalho dos pesquisadores e vem sendo aguardada com muita expectativa. “Primeiro houve aprivação pela Faculdade de Medicina e depois agora pela Conep. E começa o trabalho na segunda-feira. Estamos com bastante esperança que isso possa trazer um avanço no tratamento”, disse Geraldo Alckmin.
Os testes com 210 pacientes devem durar seis meses, e só começaram após aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde. Paulo Hoff, oncologista e diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, descreveu como será o procedimento: “benefício tende a acontecer nos primeiros dois a quatro meses. Pacientes que não tiverem benefícios em quatro meses, dificilmente apresentarão benefício tardio. isso para qualquer tipo d etratamento contra o câncer. Mas vamos dar ao produto toda a possibilidade para que mostre o benefício, o tempo que for necessário”.
Defensor público que acompanhou todo o processo que antecedeu a liberação dos testes em humanos disse que o uso da terapia não pode ser negado.
Daniel Macedo defendeu que os testes clínicos sejam realizados de forma séria para constatar a segurança da “pílula do câncer”: “não estou dizendo que a fosofetanolamina é a cura do câncer. Não estamos afirmando o abandono dos tratamentos convencionais. O que queremos é que ocorra os testes clínicos, com credibilidade”.
A Furp (Fábrica de Remédios do Governo do Estado), encaminhou para os testes no Icesp a substância sintetizada em um laboratório de Cravinhos. Segundo o governo, o pesquisador da USP de São Carlos, Gilberto Chierice,que iniciou a produção da substância, acompanha essa fase de testes.
UOL

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br