As principais ameaças digitais no Brasil em 2017

Ransomware é a praga virtual mais frequente no país

Uma pesquisa recente do TrendMicro revelou que o Brasil é o segundo país que mais sofre com ataques de ransomware – programa que ‘sequestra’ arquivos e só liberam mediante um resgate. Estados unidos está no topo do ranking que investigou o comportamento de malwares em 15 países nos primeiros 6 meses de 2017. Enquanto o Brasil apresenta uma taxa de ataques de 12%, a fatia dos EUA é de 15%.

Além do ransomware, as ameaças mais frequentes no Brasil são aplicativos mobile maliciosos, adware, exploit kits, malware e online banking malware.

De acordo com o site ‘TecMundo’, ataques do tipo adware – que exibe automaticamente uma grande quantidade de propagandas sem a permissão do usuário – também são frequentes no Brasil.

“O Adware mais visto em atividade no Brasil é o OpenCandy: a Trend Micro detectou mais de 12 mil casos durante o período analisado. O principal problema desse adware é que, durante sua execução, pode ser instalado um spyware ou pode tornar a instalação de programas do PC da vítima, mais lentos”, disse texto da pesquisa.

O malware mais difundido atualmente é o Worm Downad (também conhecido como Conficker e Kido) que afeta o sistema Windows. Neste caso, o Brasil é líder dos países mais infectados, com cerca de 20 mil casos detectados

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Humanidade corre risco de suicídio,diz Papa sobre arma nuclear

Declaração foi feita após polêmica com Estados Unidos e Coreia do Norte

Após o Vaticano negar que o papa Francisco estaria trabalhando para mediar a crise entre os Estados Unidos e Coreia do Norte, o Pontífice disse nesta segunda-feira (30) que “a humanidade corre risco de suicídio” fazendo referência ao uso de armas nucleares.

Durante visita a sede do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, a subsecretária Flaminia Giovanelli, afirmou à rádio Vaticano, que ao falar sobre armas nucleares, a declaração de Francisco foi repleta de “palavras muito fortes”.

“O papa ressaltou novamente, algo que faz habitualmente, o fenômeno do comércio das armas. Ele reiterou a denúncia desse comércio que estimula e sustenta esse conflitos, que não são surtos, mas, sim uma guerra real”, acrescentou Giovanelli.

Para Jorge Mario Bergoglio, “a amaeça que, infelizmente, esteve presente há décadas, mas às vezes se torna mais aguda na atualidade”, é um risco ao “suicídio da humanidade”, finalizou a subsecretária do Dicastério.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Concentração de dióxido de carbono na atmosfera bate recorde em 2016

Fenômeno provocou secas nas regiões tropicais e reduziu a capacidade dos “sumidouros”

A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera aumentou em 2016 até atingir níveis recordes, informou hoje (30) a Organização Meteorológica Mundial (OMM) em seu boletim anual sobre o impacto dos gases de efeito estufa.

A informação é publicada poucos dias antes do início da Conferência da ONU sobre Mudança Climática, que será realizada entre os dias 6 e 17 de em novembro na cidade alemã de Bonn.

Em 2016, a concentração atmosférica de CO2 – principal gás de efeito estufa de longa duração – alcançou 403,3 partes por milhão (ppm), acima das 400 registradas em 2015.

Segundo a OMM, atualmente a concentração de CO2 na atmosfera representa 145% dos níveis pré-industriais (antes de 1750).

A agência da ONU atribui o aumento recorde de 3,3 partes por milhão da média anual, em parte, ao resultado das atividades humanas combinadas com um intenso impacto do fenômeno meteorológico El Niño, que teve devastadores efeitos em várias áreas do mundo entre 2015 e os primeiros meses de 2016.

O fenômeno provocou secas nas regiões tropicais e reduziu a capacidade dos “sumidouros” – como as florestas, a vegetação e os oceanos – para absorver CO2.Em observações diretas, não se viram esses níveis de concentração de CO2 em 800 mil anos, assegura a OMM em seu boletim.

Se forem empregados os indicadores indiretos para medir a quantidade de CO2 na atmosfera, níveis similares aos de agora foram observados no período de 3 milhões a 5 milhões de anos, ou seja, no Plioceno Médio, quando a temperatura era de 2 a 3 graus superior e o nível do mar entre 10 e 20 metros acima do atual.

O crescimento demográfico, as práticas agrícolas mais intensivas, o maior uso da terra, aumento do desmatamento, a industrialização e o uso de energia procedente de fontes fósseis contribuíram para uma aceleração da taxa de aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera desde o início da era industrial.

“Infelizmente, não vimos números positivos na concentração dos principais gases de efeito estufa até agora”, disse, em entrevista coletiva. o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, que enviou mensagem aos governos: há “necessidade urgente de elevar o nível de ambição se queremos cumprir seriamente os objetivos do Acordo de Paris”.

O Acordo de Paris tem como objetivo evitar que o aquecimento global supere os 2 graus centígrados no final deste século em relação aos níveis pré-industriais, embora as nações tenham se comprometido a fazer todos os esforços necessários para não ultrapassar 1,5 grau.

Fonte: ORMnews.
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Temer recebe alta após internação para cirurgia urológica

Por orientação médica, o presidente deve repousar em casa até quarta-feira (1º).

O presidente Michel Temer teve alta no início da tarde de hoje (30) após ser submetido a uma cirurgia urológica para desobstrução da uretra e retirada de sonda vesical, na sexta-feira (27). Ele saiu do Hospital Sírio-Libanês e seguiu para sua residência que fica no bairro Alto de Pinheiros, zona oeste da capital paulista. Por orientação médica, o presidente deve repousar em casa até quarta-feira (1º).

A cirurgia foi coordenada pelos médicos Kalil Filho, Miguel Srougi e Felipe A. Barroso Braga. A intervenção foi considerada bem-sucedida.

Temer foi internado no Sírio-Libanês na sexta-feira com quadro de retenção urinária por hiperplasia benigna da próstata. O problema foi descoberto na quarta-feira (25), quando o presidente foi internado no Hospital do Exército após se sentir mal. Ainda em Brasília, o presidente foi submetido a uma sondagem vesical, que consiste na introdução de um cateter através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. O presidente passou a tarde de quarta-feira no hospital e deixou o local no início da noite.

Fonte: ORMNews.
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Pena contra trabalho escravo deve ser maior, defende Raquel Dodge

Procuradora-geral da República defendeu hoje um endurecimento da legislação para reduzir a impunidade do crime

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu hoje (30) um endurecimento da legislação contra o trabalho escravo, como uma maneira de reduzir a impunidade no crime de submeter empregados a situações análogas à de escravidão.

Dodge falou na abertura de um seminário, em Brasília, sobre a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que em dezembro do ano passado condenou o Brasil por não prevenir a prática do trabalho escravo, no caso conhecido como Fazenda Brasil Verde.

“A sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos é importante para que a utilizemos como marco, como instrumento na luta contra a escravidão contemporânea”, disse Dodge. “O que a Corte faz não é censurar o que ocorreu no Brasil, o que a sentença faz é apontar onde podemos avançar.”

A procuradora-geral da República citou diversos itens em que o organismo internacional aponta a necessidade de avanços, entre eles o da persecução penal adequada, que inclui a investigação criminal e o processo penal. Segundo ela, devido ao fato de a pena mínima prevista para este crime no Código Penal – de dois anos de reclusão – ser pequena e de o processo legal não ter uma duração razoável, o resultado é a impunidade.

“A duração do processo tem que ser mais razoável, tem que ocorrer no prazo, antes que se encerre o prazo para prescrição pela pena aplicada, cuja pena mínima é baixa”, afirmou a procuradora-geral. “A punição tem que ser proporcional à gravidade desse crime. Um crime que afeta a dignidade da pessoa humana não é um crime pouco grave, é um crime muito grave, e a pena tem que ser proporcional. A pena mínima é muito baixa”, opinou.

Um levantamento feito este ano pelo Ministério Público Federal (MPF) contabilizou mais de 450 processos espalhados pelo Brasil contra pessoas suspeitas de submeter outras à escravidão – todos sem solução, seja pela condenação ou absolvição. Segundo especialistas, não há ninguém preso no Brasil por esse crime, apesar de mais de 52 mil pessoas terem sido libertadas nos últimos 20 anos em ações de fiscalização.

Portaria

Dodge voltou a criticar como “retrocesso” a portaria recentemente publicada pelo Ministério do Trabalho que alterou o conceito de trabalho escravo para fins de concessão de seguro-desemprego.

“Aquele conceito abraçado nessa portaria está apenas a dizer que escravidão é uma questão de ofensa, a um certo grau, à liberdade humana. Ela é muito mais que isso, a escravidão fere a dignidade humana. Aquela portaria implica na mudança de um conceito que está sedimentado em lei e da política pública que está sendo praticada no país nos últimos 40 anos”, afirmou a procuradora-geral da República.

Após a repercussão negativa da portaria, a ministra Rosa Weber suspendeu os efeitos da portaria por meio de decisão liminar (provisória), atendendo a um pedido feito pelo partido Rede.

Fonte: ORMNews.
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Indústria no Pará investe em boas ideias para reduzir custos

Uma iniciativa, quando amparada e bem empregada, pode gerar resultados surpreendentes

“O colaborador viu o desperdício e desenvolveu um mecanismo. Deu tão certo que patenteamos a inovação e somos a única empresa a utilizar essa nova tecnologia. O que era desperdício virou procedimento”. Assim, Marcelo Oliveira, gerente de produções de cabos de alumínio da Alubar Metais e Cabos, atestou o quando uma gestão focada na inovação, incentivando novas ideias, pode contribuir para a competitividade de mercado quando os custos na produção são reduzidos. A empresa no estado do Pará, localizada no município de Barcarena, está reduzindo em cerca de 10% esses custos, ou seja, diretamente está aumentando as chances de bons negócios.

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Líder de mercado na produção de cabos elétricos de alumínio na América Latina, a Alubar tem garantido vencer a concorrência pelo valor praticado. Na  cadeia produtiva do alumínio, minério de ampla utilização no cotidiano, faz com que a empresa, que produz vergalhões, ligas e cabos de alumínio nus e isolados, utilizados em linhas de transmissão e redes de distribuição de energia elétrica, para grandes concessionárias de todo o Brasil, e cabos de cobre de baixa e média tensão, mecanismo para que a energia chegue aos domicílios e comércios, se torne mais competitiva.

E como é possível praticar um preço mais atrativo e conquistar mercados? A resposta pode estar na redução dos custos de produção. Dados de 2016 afirmam que receita líquida da fábrica foi de R$ 609 milhões, um aumento de 63% em relação ao ano anterior. O lucro liquido, neste mesmo período, foi de R$ 40 milhões (aumentou 14% em relação a 2015). Parte disto atribui-se a reutilização de materiais na própria produção. Ou seja, o que iria para o lixo ou entregue para descarte adequado é reaproveitado. Ganha a empresa, ganha meio ambiente e ganha a sociedade. Atualmente a redução dos custos está chegando aos 10%.
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Ainda segundo Marcelo Oliveira, a peça chave na redução desses custos, cruciais neste e em qualquer mercado, está nas mãos daqueles que realizam o trabalho. “É do chão de fábrica que vem a revitalização de materiais e também a revelação de muitos talentos. Assim, a gestão tem focado no incentivo da geração de ideias. Com este leque aberto, inovações estão sempre surgindo”. O gerente explica que foi um colaborador pensando em reduzir as perdas durante um processo de engraxamento dos cabos de alumínio utilizados em regiões salinizadas como protetor que veio a solução. “A sugestão dada por ele foi empregada, desenvolvemos um equipamento há três anos e patenteamos o Dispositivo de Aplicação Pneumática para Condutores Elétricos. Acabou nosso desperdício com a graxa, que é cara, através de uma simples ideia”, afirmou o gestor da área.

Com o incentivo da empresa na empregabilidade de ideias focando na inovação, foi o que despertou em Tiago Oliveira, operador de produção, artista de trabalhos manuais desde a adolescência, a produzir quadros em tela pintados por ele utilizando sobras de alumínio, do minério já beneficiado.

Já Rafael Oliveira, auxiliar de produção, colaborador há seis anos, viu nos restos da produção, o que seria descartado no lixo, fonte de inspiração. Atualmente ele produz objetos artísticos partindo de madeira restante dos carretéis (grandes bobinas que servem para enrolar os cabos), sucatas, pedaços de cinta plástica – que serve para o fechamento das embalagens – e até pauzinhos de picolé, material residual da área do refeitório da empresa na confecção de peças. Ele faz miniaturas de empilhadeiras, veículo dele de trabalho. Já fez violão, caminhão, careta, entre outros objetos. “Só não acho justo cobrar pela minha arte, sei que tem valor, mas o material todo era lixo. Já me sinto valorizado. A empresa separou até um espaço para ser minha oficina de criação. Assim, prefiro presentear meus colegas”, revelou.

https://youtu.be/bSZD1VA0L0w

Para Raimundo Nonato Oliveira, gerente do controle da qualidade e meio ambiente é surpreendente quando boas ideias geram frutos, seja pelos resíduos aproveitados pelos empregados ou destino adequado de resíduos não aplicáveis na indústria. A exemplo, no processo produtivo dos cabos de alumínio é descartada uma borra, mesmo que ainda rica em alumínio, um passivo ambiental perigoso. Desta forma cabe o descarte responsável. A Alubar produz 30 toneladas deste material por mês e antes pagava para um fornecedor dar um fim correto ao resíduo, e ainda tinha custos com o transporte. Atualmente, encontraram formas de vender a borra e ainda lucrar R$120 mil, anualmente. “Seja com este resíduo ou outros materiais, é nossa responsabilidade social a melhoria contínua. Apostamos tanto em pessoal quanto na reutilização de resíduos para êxito nas nossas atividades”, finaliza.

“O ano de 2016 foi marcado pela segunda maior crise do país, de acordo com dados do IBGE. Foi um período de grandes desafios para empresas que atuam no mercado brasileiro ou mesmo mundial. Para a Alubar foi um momento de se reinventar e aguçar, de forma mais precisa, as características que são peculiares ao seu modelo e cultura de trabalho: capacidade de inovação, liderança e espírito de equipe. Não é à toa que nos consolidamos no mercado como a maior produtora de cabos elétricos de alumínio na América Latina”, afirmou Maurício Gouvea, Diretor Executivo da Alubar Metais e Cabos, no relatório da empresa do ano passado.

Fonte: ORMNews.
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Justiça decreta prisão de Prefeito de Tucuruí por assassinato de ex-Prefeito

Arthur Brito era vice-prefeito e assumiu o cargo após a morte do prefeito Jones William.  

A Polícia Civil realiza na manhã desta segunda-feira (30), em Tucuruí, no sudeste paraense, uma operação para prender suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito Jones William, crime ocorrido em julho deste ano. Entre as pessoas que foram conduzidas coercitivamente para depor sobre o caso está o atual prefeito Arthur Brito, que assumiu o cargo após a morte de Jones.
Prisão de parentes e amigos do prefeito de Tucuruí

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de condução coercitiva, 10 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária. Além de Arthur, também foram procurados pela polícia Josy Brito e Lucas Brito, mãe e irmão do atual Prefeito; comandante Wilson e Marlon, amigos de Arthur; Birinha e Patrick, pistoleiros, sendo o segundo ainda segurança de Josy; Tiago Canaã, que trabalhava como motorista do atual Prefeito; e dois homens identificados como Clóvis e Cleiton, que seriam agiotas e sócios do Prefeito.
Os policiais estão nas casas dos envolvidos desde às 6h para cumprir os mandados judiciais. Segundo informações de policiais, e pelo menos outras nove pessoas estão na mira da Polícia.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Barco do ICMBio é incendiado em novo ataque após depredação de prédios no AM

Um barco do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi incendiado neste sábado (28), durante um novo ataque em Humaitá, no Sul do Amazonas. Garimpeiros são suspeitos do crime, que teria sido cometido em represália a uma operação dos órgãos ambientais. Após o ataque, funcionários do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que atuavam na cidade, deixaram o município escoltados por policiais.

A ação criminosa ocorreu após ataques a prédios do ICMBio e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que também foram queimados na sexta-feira (27). O caso ocorreu após a operação “Ouro Fino” – realizada pelo Ibama e ICMBio – apreender balsas que atuavam na extração ilegal de ouro no Rio Madeira, em uma área de proteção ambiental.

A informação sobre o novo ataque foi confirmada pelo Ibama na tarde deste sábado. Segundo o Instituto, o barco estava ancorado na margem do Rio Madeira, quando um grupo de pessoas ateou fogo na embarcação e fugiu em seguida.

Os autores do incêndio ainda não foram identificados. O Ibama informou ainda que ninguém ficou ferido e que os danos são apenas materiais. Por conta das chamas, houve perda total da embarcação.

Por questão de segurança, 25 agentes do Ibama que trabalhavam na cidade foram levados para a cidade de Porto Velho, em Rondônia, escoltados pela Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança.

Reforço na segurança

A segurança em Humaitá, no Sul do Amazonas, foi reforçada por soldados do Exército e Policiais Federais. O reforço de agentes da Força Nacional de Segurança chegou ainda na sexta-feira (27), durante o ataque a prédios públicos, que durou cerca de cinco horas.

Segundo o 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que atua no município, a situação foi controlada na cidade por volta de 23h de sexta. Foram usadas bombas de efeito moral, gás e spray de pimenta. Durante a ação, materiais foram arremessados contra a tropa, de acordo com a polícia.

Ainda segundo o 4º BPM, a situação na cidade era tranquila até no início da tarde deste sábado.

Represália

O ataque dos garimpeiros teria sido uma represália a uma operação feita por agentes do Ibama, ICMBio e Exército contra o garimpo ilegal no Rio Madeira, numa área de proteção ambiental.

Várias balsas usadas no garimpo foram incendiadas pelos órgãos ambientais. A informação foi confirmada pelo Ibama e segundo o superintendente do órgão no Amazonas, José Leland Barroso, a ação é legalizada pelo artigo 111 do decreto 6.514.

Conforme a lei, os produtos, inclusive madeiras, subprodutos e instrumentos utilizados na prática de infrações contra o meio ambiente poderão ser destruídos ou inutilizados quando a medida for necessária para evitar o seu uso em situações em que o transporte e a guarda forem inviáveis em face das circunstâncias.

“O Ibama tentou remover as balsas para o porto de Humaitá e ficar sob a guarda da Marinha, mas os garimpeiros não deixaram que as balsas fossem rebocadas e não tinha outra maneira de fazer, senão usar o artigo 111 do decreto 6.514”, explicou.

Revoltados com a destruição das balsas, os garimpeiros se reuniram para protestar. Os manifestantes invadiram e incendiaram os prédios do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Eles também entraram no prédio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), onde funciona o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), mas foram contidos. Sem acesso ao local, o grupo ateou fogo em veículos que estavam estacionados na área.

Barroso informou que as fiscalizações na área devem continuar. “Consideramos uma barbárie, um ato terrorista. Desafiaram o poder do estado brasileiro e isso vai ter resposta, o Ibama não vai recuar, compactuar com isso. O Ibama vai continuar com usas atividades. Podem tocar fogo em todos os nossos escritórios, mas vamos continuar”, disse.

Fonte: G1.
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Polícia do Rio é a que mais morre e uma das que mais mata no Brasil

Dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública

Só em 2016, 437 policiais civis e militares foram mortos em confrontos no Brasil, de folga ou em serviço. Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o número é 17% maior do que no ano anterior, sendo que 15 estados registraram aumento no número de morte de policiais no período.

O Rio de Janeiro lidera o ranking de policiais assassinados, com 132 mortes. O estado tem também a segunda polícia que mais mata no Brasil, ficando atrás apenas do Amapá.

O levantamento revela que os moradores do interior da região norte têm quase quatro vezes mais chances de serem mortos pela polícia do que no resto do país, como cita o “Fantástico”.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Analistas ambientais da SEMMA-NP participam de capacitação em geotecnologia

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Sant Clay e Ana Carolina.

Analistas Ambientais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Novo Progresso (Semma-NP) participaram, no período de 24 a 25 de Outubro, de capacitação para aprimorar a habilidade no uso de geotecnologias aplicáveis a gestão ambiental.

O curso ocorreu na cidade de Belém-Pa nas dependências no Hotel Regente, realizado pelo IMAZON (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, com o apoio do Fundo Amazônia/BNDES e com a GIZ.

No dia 26 os analistas ambientais do município participaram de um seminário sobre embargo ambiental (Federal, Estadual e Municipal).

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Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso – Fotos: SEMMA-NP