Acidente com vítima fatal na estrada do Bis em Itaituba

Na noite do último domingo (5) por volta das 22h um grave acidente aconteceu na Estrada do Bis em Itaituba, mais precisamente em frente à base da Shell. De acordo com informações, uma moto com duas pessoas chocou-se contra um caminhão.

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O caminhão estava chegando na base da Shell e a motocicleta seguia sentido centro quando houve a colisão. Ainda segundo informações, os rapazes estavam sem capacete, um deles morreu na hora e o outro foi socorrido e levado para o Hospital Municipal de Itaituba gravemente ferido.

Segundo informações  a vitima que veio a óbito foi identificado  por Macicley Dos Santos.

Fonte: Portal Giro.
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Bolsonaro contrata professor de economia básica, diz jornal

Na semana passada, em entrevista feita à jornalista Mariana Godoy, o deputado ficou em uma saia justa ao ser questionado sobre economia

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) contratou o professor Adolfo Saschida, pesquisador do Instituto de Pesquisa e Econômica Aplicada (IPEA), para lhe dar aulas de economia básica, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Na semana passada, em entrevista feita à jornalista Mariana Godoy em seu programa de entrevistas na RedeTV, o presidenciável mostrou que o seu conhecimento em economia deixa a desejar.

Ao ser questionado por um espectador sobre o tripé macroeconômico (meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação), o deputado afirmou: “Quem vai falar de economia por mim é minha equipe econômica no futuro”.

“O que o pessoal exige de mim de entendimento em economia, então teria que exigir o conhecimento em medicina: eu vou indicar o ministro da Saúde. Tem que ter um entendimento em questão de Forças Armadas: vou indicar o ministro da Defesa. O entendimento na questão da agropecuária: vou indicar o ministro da Agricultura. Então é um exagero nessa parte aí”, completou.

Fonte: EXTRA.
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Poucos compareceram ao primeiro dia de vacinação contra HPV

Ação é exclusiva para pessoas de 15 a 26 anos, que já tomaram a 1ª dose.

Campanha para a segunda dose da vacina contra HPV Quadrivalente teve início na manhã de sábado passado, mas, segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) poucas pessoas foram ao prédio do Nível Central da Sespa, localizado na rua Presidente Pernambuco, no bairro Batista Campos, em Belém, para receber a dose.
Todos os sábados, ao longo do mês de novembro, de 9h às 16h, será ministrada a vacina, o prédio servirá como posto de atendimento extra para a população de 15 a 26 anos que já tomou a primeira dose da vacina em setembro. Como a ação é exclusiva para esse público, é obrigatória a apresentação do cartão de vacinação, e tem por objetivo dar sequência ao esquema vacinal dos jovens, que é composto por três doses. A segunda e a terceira devem ser tomadas, respectivamente, dois e seis meses após a primeira.
“A ideia de ter um posto extra aos sábados é possibilitar ao grupo de pessoas que estudam, trabalham e não podem ir durante a semana, tomar a dose da vacina sem ter que enfrentar tanta espera”, esclarece a coordenadora estadual de imunização, Jaíra Ataíde. “Começar a campanha da segunda dose logo no início de novembro foi uma estratégia, pois, as pessoas que tomaram a primeira no início de setembro, já estão com o tempo hábil para a segunda vacina”, completa.
Durante a campanha realizada no mês de setembro, cerca de 3.000 pessoas compareceram ao posto da Batista Campos. A expectativa, de acordo com a diretora de Imunização, é que o mesmo número de pessoas procure o local, ao longo desse mês, para dar continuidade ao esquema vacinal.
“Em todos os sábados do mês de novembro, nós vamos trabalhar com um suporte de 800 doses por dia. Durante a semana, postos de atendimento regular nos bairros da capital e em municípios do interior do Estado que efetuaram a primeira dose, também devem disponibilizar a vacina para o resto da população”, pontua.
Ainda segundo a coordenadora, em virtude da primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizada no domingo, já era esperada uma menor movimentação, principalmente por conta da faixa etária atingida pela ação.

“Nesses dois primeiros sábados (o próximo no dia 11), nosso público alvo está voltado para o Enem. Assim, já esperávamos uma procura menor. Acreditamos, porém, que a partir da segunda quinzena de novembro, o movimento vai normalizar e a clientela que tomou a primeira dose venha tomar a segunda”, disse Jaíra Ataíde.
Mas nem a prova do Enem impediu que o estudante André Cardoso fosse ao posto buscar a imunização. “Eu preferi vir logo no primeiro dia porque, em setembro, deixei para a última hora e acabei tendo que enfrentar muita fila. Os próprios professores de biologia da escola reforçaram que a gente precisa garantir a imunização, pois, caso contrário, os efeitos que os vírus causam nas células são muito prejudiciais”, justificou o vestibulando de 17 anos.

Mateus Rodrigues também aluno do ensino médio, aproveitou o dia livre de estudos para se vacinar. “Desde pequeno a minha avó sempre me conscientizou sobre a importância de tomar vacina”, conta. “Na campanha de setembro, assim como desta vez, preferi garantir a vacinação logo no primeiro dia, para não correr o risco de perder a oportunidade”, acrescenta.
A vacinação para as faixas etárias preconizadas pelo Ministério da Saúde, de 9 a 14 anos, prossegue normalmente nos postos de saúde do Estado.

Fonte: ORMNews.
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Grupo chinês irá investir R$ 1,5 bilhão na construção de silos em Mato Grosso

Representante de investidores chineses e uma construtora brasileira anunciaram ao governo de Mato Grosso e comitiva que participa de missão oficial na China um projeto de construção de 30 silos de armazenamento de grãos no Estado, totalizando R$ 1,5 bilhão de investimento. A obra será feita pela empresa brasileira, que também acompanha a comitiva de Mato Grosso na missão oficial à China. O grupo está em negociação com os investidores chineses por meio de uma consultoria.

O diretor de operação desta consultoria, Richard Ren, explicou que o Governo chinês incentiva as empresas chinesas a fazerem investimos no exterior e que o Brasil é um lugar de destaque no cenário internacional. “Já investimos no sul do Brasil e agora estamos ampliando os investimentos para Mato Grosso e o apoio e interesse dos empresários e do próprio Governo é fundamental para essa decisão”, disse.

A armazenagem da produção de grãos em Mato Grosso é um problema no Brasil e também em Mato Grosso. Conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), há um déficit de cerca de 50 milhões de toneladas. No Estado, o déficit é de aproximadamente 19 milhões de toneladas.

Serão construídos os silos em 10 polos do Estado, sendo que um, em Nova Maringá, já está com as obras iniciadas. O projeto prevê a venda de cotas dos terminais de armazenagem para cooperativas, empresas ou pessoas físicas. A empresa NovaLog fará a gestão dos armazéns.

O governador Pedro Taques destacou o papel do Estado como agente indutor de negócio, criando ambiente e segurança jurídica para a atração de investimentos. “No momento de crise temos que buscar novos caminhos, alternativas e é isso que estamos fazendo. Os investimentos anunciados aqui hoje se traduzem em mais dinheiro circulando no Estado, mais impostos e que, no fim, se revertem em benefícios para o cidadão, que é o nosso objetivo principal”.

A cidade de Paranatinga é uma das contempladas. O prefeito Josimar Bezerra, que compõe a comitiva oficial, disse que acompanha esse projeto há três anos e a notícia deve ser comemorada. “Esse é um projeto que ajudará os produtores, mas também beneficiará diretamente o município”.

O governador Pedro Taques chegou neste domingo em Beijing liderando comitiva formada por empresários, representantes do setor produtivo do Estado e prefeitos para participar de agendas que visam buscar novos investimentos, ampliar e diversificar o comércio de Mato Grosso com a China.

Fonte: agronoticias.
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Pará lidera em casamentos de meninas e adolescentes

Casamentos na infância ou na adolescência são causam 30% da evasão escolar.

O Brasil é o 4º país no mundo com maior índice de casamentos de crianças e adolescentes meninas. São mais de 554 mil meninas de 10 a 17 anos no Brasil – mais de 65 mil delas entre 10 e 14 anos, segundo estudo do Banco Mundial. Em estudo pioneiro da Plan International Brasil e Promundo de 2015 foi analisado o contexto do casamento infantil nos dois estados brasileiros com maiores índices, de acordo com o Censo de 2010: Pará e Maranhão. O número de meninas casadas é muito superior ao de meninos. Apesar dos altos índices de ocorrência, o tema quase nunca é tratado em público.

Segundo o Censo de 2010 foram 22.849 meninos de 10 a 14 anos casados, contra 65.709 meninas na mesma idade. Na faixa de 15 a 17 anos foram 78.997 meninos e 488.381 meninas. Outro destaque é a idade marital de 9,1 anos a mais para os homens, e as uniões informais são mais comuns que as formais, quando envolvem homens adultos com meninas. O casamento infantil acarreta em vulnerabilidades para as meninas e intensifica as desigualdades de gênero. O estudo do Banco Mundial aponta que ele responde por 30% da evasão escolar feminina no ensino secundário no mundo.

Para Cristina Romeiro, psicóloga do Ministério Público do Estado (MPE), com atuação há 27 anos na Promotoria da Infância e da Juventude, os dados revelam uma situação grave da infância brasileira e paraense, uma vez que a infância é a base da estrutura da personalidade da pessoa. “A infância é a fase do brincar, da socialização e do início da escolaridade”, explica Romeiro.

Ainda segundo ela, por toda essa fragilidade da infância é fundamental, em primeiro lugar, a proteção da família, com afeto, limites e garantias de direitos, da sociedade e do poder público. “É muito grave quando os números mostram que crianças são encaminhadas ao casamento. Isso remete à questão de gênero, da mulher ser usada, coisificada nas suas relações, se tornando objeto de uso e de prazer”.

Para ela, a sexualidade é uma questão de direito e liberdade. “Essas meninas, casando muito cedo e se envolvendo em relações conjugais amorosas, mostra que estão sendo usadas, como coisas em relações sexuais. Além de revelar uma sociedade que não protege sua infância e que as famílias estão despreparadas, sendo que estas muitas vezes estão em vulnerabilidade social ou em situação de risco”.

A psicóloga reforça que as crianças e adolescentes estão vivendo a sexualidade sem a maturidade psicológica. “Isso causa trauma e dano psíquico nas crianças, na infância brasileira e paraense, e compromete o futuro delas, a autoestima, a personalidade, o equilíbrio emocional, a confiança, causa evasão escolar ou baixa escolaridade, e uma mulher insegura, sem planos de profissionalização; e se ela não foi protegida como vai proteger os filhos dessa relação?”, questiona. Por fim, na opinião dela há dois caminhos para prevenir o problema: família e educação. “Políticas públicas precisam trabalhar a família e o papel do pai e da mãe, e a escola, que pode desenvolver a criança e o adolescente por meio dos aspectos cognitivos, da socialização, da arte, da literatura, da música, para fortalecê-las e não esquecer que elas precisam ser educadas com afeto, limite e proteção, seja da família, da escola, da sociedade e do poder público”, finaliza a psicóloga.

Fonte: ORMNews.
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Pará enfrenta uma epidemia de sífilis

Aumento dos casos se deve à falta do principal remédio de combate à doença.

O Pará enfrenta uma epidemia de sífilis, conforme dados repassados pelo Ministério da Saúde (MS) a O LIBERAL, . O número de casos da doença em adultos cresceu de 32, em 2010, para 1.008, em 2016, o que representa um aumento de mais de 3.000%. Nos dois últimos anos, esse salto foi de 137% e, ao que tudo indica, 2017 deverá fechar com um novo recorde. Apenas no primeiro semestre deste ano, já foram anotados 467 casos de sífilis adquirida, o que corresponde a cerca de três novos registros da doença por dia no Estado. No caso da sífilis primária, uma única dose de penicilina benzatina intramuscular é o suficiente para a cura. E é aí que repousa o grande problema. Esse aumento de casos, observado em todo o País, se deve, em parte, a um desabastecimento global do insumo farmacêutico ativo utilizado na produção da penicilina. Essa escassez data de junho de 2014 e é o que justifica a epidemia da doença, sobretudo nos estados do Norte e Nordeste.

No Pará, o ano de 2016 fechou com taxa de 4,2 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos, decorrente de seis mortes naquele ano. No entanto, nos dois anos anteriores essa taxa alcançou patamares três vezes maiores. Em 2015, quando foram registrados 19 óbitos, a taxa foi a 13,2; e, em 2014, quando iniciou a falta da medicação, foram 21 mortes e taxa de 14,6 – disparada a maior do País naquele ano. Considerando o período entre 2010 e 2016, o Estado contabilizou 73 óbitos por sífilis congênita. A taxa de mortalidade nacional da doença é de 6,8, sendo maior no Nordeste (7,7) e no Norte (5,1).

Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é diminuir para 0,5 ou menos essa taxa, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Adele Schwartz, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis do MS, admite que os números representam uma situação de epidemia, mas ressalta que o aumento também se deve à maior cobertura de testagem, sendo possível identificar mais casos. Ela acrescentou que a população ainda se preocupa pouco com a doença, que pode trazer consequências graves, e que o problema é de escala global.

Conhecida como uma doença que não escolhe idade, sexo, nem classe social, ela é transmitida pela bactéria treponema pallidum, principalmente por via sexual. Mas nos últimos anos tem se tornado cada vez mais incidente a transmissão da mãe para o filho, durante a gravidez. De acordo com o Boletim Epidemiológico 2017, foram notificados 1.389 casos de sífilis em gestantes no Pará no ano passado, 82,2% a mais em relação a 2010 (762). Só nos primeiros seis meses desse ano, outras 561 mulheres grávidas já foram diagnosticadas.

Mais preocupante ainda são os casos de sífilis congênita, ou seja, as notificações diagnosticadas em bebês. Entre 2010 e 2016, o crescimento foi de 135,2%, passando de 310 identificações para 729. Quase metade do total de 2016 já foi notificado nos primeiros seis meses do ano atual: 304 casos. A falta de tratamento pode causar cegueira, demência e más formações, no caso de fetos. Mas infectologistas destacam que o tratamento é rápido, assim como o diagnóstico, que pode ser feito com um teste rápido, com resultado pronto em dez minutos.

Apesar do aumento significativo da doença entre adultos, o ministério destaca que a maior preocupação é com as gestantes. Em todo o País, o crescimento de sífilis nas mulheres grávidas ampliou cerca de três vezes entre 2010 e 2016, indo de 10.040 a 37.436 casos. O Ministério da Saúde quer fortalecer a prevenção nas grávidas para diminuir a propagação da doença.   

Fonte: ORMNews.
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Helder libera mais recursos no Pará

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, liberou novos recursos para estimular o desenvolvimento do Pará. Foram destinados mais R$ 10 milhões para a pavimentação de vias em São Domingos do Capim, Mãe do Rio e Ipixuna do Pará, no nordeste paraense. O ministro da pasta, Helder Barbalho, anteontem anunciou os recursos nas cidades atendidas.

“Estamos trabalhando por todo o Brasil, e o Estado do Pará precisa desta atenção. É por isso que estamos mais uma vez anunciando estes investimentos para que mais municípios sejam contemplados, permitindo que o asfalto chegue, trazendo valorização dos imóveis, elevação da autoestima, qualidade de vida à população e mais desenvolvimento da cidade e região”, disse. Mãe do Rio recebeu R$ 6 milhões para a execução de ações preventivas na orla da cidade. “O sentimento é de gratidão por mais esta ajuda que o Ministério da Integração proporciona ao povo de Mãe do Rio”, afirmou o prefeito José Rabelo. “Acredito que o nosso Estado do Pará tem jeito porque quando nós trabalhamos de verdade alcançamos muitas conquistas, e é por isso que agradecemos ao nosso ministro por mais essa ajuda ao povo do Pará, que é a nossa prioridade”, disse a deputada federal, Elcione Barbalho.

IPIXUNA

Já em Ipixuna do Pará, Helder liberou R$ 3 milhões, também para obras de pavimentação, e visitou as ruas que já estão recebendo asfalto, no distrito de Novo Horizonte, com os recursos do Ministério da Integração Nacional, repassados no fim de 2016. “Ter um ministro paraense é motivo de orgulho para todos nós”, enfatizou a prefeita Katiane Cunha.

O senador Jader Barbalho, que integrou a visita da comitiva na cidade, destacou o trabalho de união dos representantes públicos. “Como senador do Pará quero destacar mais uma vez a minha satisfação de poder contar com o apoio de um ministro do nosso Estado que trabalha em parceria com a nossa bancada, resultando em todas estas conquistas”, disse. Para o presidente da Federação das Associações dos Municípios do Estado do Pará (Famep), Xarão Leão, o apoio chega em um momento crucial. “Essas obras vão gerar melhores condições de vida para os cidadãos a curto prazo”.

As ações fazem parte de medidas para impulsionar o crescimento socioeconômico da região. “Mais um fim de semana de alegria vendo mais e mais recursos chegando aos nossos município”, disse o deputado estadual Soldado Tercio.

SÃO DOMINGOS DO CAPIM

Em São Domingos do Capim, Helder liberou R$ 1,5 milhão. “A nossa população tem muito o que comemorar e agradecer porque em breve teremos nossas ruas asfaltadas”, afirmou o prefeito Elsinho Silva. “Estou contando os dias para o asfalto chegar aqui”, disse a moradora Tomazia Neves. O deputado federal Beto Faro destacou a importância das cidades receberem os benefícios. “O esforço que o ministro Helder tem feito está sendo fundamental”, disse. “É exatamente isso que o nosso povo espera de nós como políticos”, complementou Beto Salame, deputado federal.

Hidrovia Guamá-Capim

Em São Domingos do Capim, Helder anunciou a parceria com o Ministério dos Transportes, através da assinatura de contrato do projeto feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes para os estudos de viabilidade técnica e ambiental para a implementação da Hidrovia Guamá-Capim. Devem ser investidos R$ 3 milhões, com prazo de conclusão de 9 meses.

A expectativa é de que a hidrovia possa impulsionar o desenvolvimento regional, gerando mais rotas para o escoamento da produção. O estudo analisará as principais rotas de transporte e a conexão hidroviária com os demais rios navegáveis da região, além de prospectar projetos passíveis de levar grandes volumes de cargas pela hidrovia. Serão avaliados 372 km de rios, em uma área que integra municípios como Paragominas, São Domingos do Capim, São Miguel do Guamá e parte da Região Metropolitana de Belém.

“Este é um sonho muito antigo dos moradores, que vai interligar várias cidades desta região não apenas pelas estrada, mas também pelos nossos rios, fazendo com que sejam navegáveis a todo o instante, gerando mais desenvolvimento, emprego e renda ao nosso Estado”, afirmou Helder.

COMITIVA

Helder Barbalho esteve acompanhado pelo senador Jader Barbalho; deputados federais Beto Faro, José Priante, Elcione Barbalho, Simone Morgado e Beto Salame; deputados estaduais Soldado Tercio, Francisco Melo (Chicão) e Thiago Araújo; presidente Famep, Xarão Leão; vice-prefeito de Capanema, Claudionor Moreia; ex-prefeitos de Viseu, Cristiano Vale; de Castanhal, Paulo Titan; e de Ipixuna do Pará, Salvador Chamon, e demais lideranças da região.

Fonte: DOL.
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Homem armado invade escola de Ananindeua durante prova do Enem

Segundo a PM, suspeito fugia após assalto e entrou em escola da Cidade Nova 5. Houve ainda falta de luz em três locais de realização do exame no Pará, segundo balanço divulgado neste domingo, 5.

Um homem armado invadiu uma escola da Cidade Nova 5, em Ananindeua, durante o primeiro dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste domingo (5). Segundo o balanço da segurança do Pará, divulgado em coletiva de imprensa pela Polícia Militar na sede do Corpo de Bombeiros, em Belém, houve ainda registro de falta de energia elétrica em três escolas do interior do estado.

De acordo com o coronel Marco Antônio Rocha, coordenador geral da operação, o suspeito entrou na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professora Maria Araújo de Figueiredo após um assalto, durante a fuga. “Ele invadiu o local, mas logo foi detido”, segundo o coronel. O homem era foragido do Centro de Recuperação Penitenciário do Pará I (CRPP I), localizado em Santa Isabel.

Falta de luz

Houve a ocorrência de queda de energia elétrica em três municípios do estado. Em Abaetetuba, salas de realização do Enem ficaram sem luz no campus da Universidade Federal do Pará. Houve pane ainda em Bragança e Santarém. De acordo com a PM, em pouco tempo o serviço de energia foi restabelecido e não causou prejuízos aos candidatos.

Em nota, a Celpa informou que “em Bragança não aconteceu interrupção do fornecimento no horário da prova do Enem. A única ocorrência de falta de energia foi registrada na manhã do domingo (5), motivada pelo choque entre um caminhão e um poste. Durou em torno de 40 minutos. Em Abaetetuba a interrupção também ocorreu pela parte da manhã, sendo normalizada bem antes do horário do início da prova”.

Já em Santarém, segundo a Celpa, um imprevisto técnico na subestação ocasionou a interrupção do fornecimento de energia em alguns trechos da cidade durante a tarde. A falta de energia durou cerca de 20 minutos. Técnicos da concessionária estavam a postos para solucionar situações emergenciais no menor tempo possível de acordo com a gravidade da situação.

Segundo a empresa, “nas escolas que foram afetadas pela falta de energia e onde ocorreram a prova do Enem no município do oeste paraense, o andamento do processo seletivo transcorreu de forma normal”.

Denúncias de fraude

Duas denúncias de uso de ponto eletrônico foram apuradas pela Polícia Militar na Universidade do Estado do Pará (UEPA), campus Djalma Dutra, em Belém, e Escola Centro Social Auxilium, no bairro da Pedreira, também na capital. “Enviamos equipes mas não achamos materialidade, então a denúncia não se confirmou”, explicou o coronel.
Balanço do primeiro dia de provas do Enem 2017 ocorreu no prédio do Corpo de Bombeiros, na avenida Júlia César, em Belém (Foto: Ascom/PM) Balanço do primeiro dia de provas do Enem 2017 ocorreu no prédio do Corpo de Bombeiros, na avenida Júlia César, em Belém (Foto: Ascom/PM)

Balanço do primeiro dia de provas do Enem 2017 ocorreu no prédio do Corpo de Bombeiros, na avenida Júlia César, em Belém (Foto: Ascom/PM)

Complexidades

Apesar das intercorrências, a PM avalia que o primeiro domingo de provas do Enem 2017 foi “tranquilo e positivo” em relação à segurança. “São 830 escolas que realizam o teste do Enem, compreendendo 75 municípios, e colocamos policiamento em todas as localidades”, destaca.

O coronel pontua ainda que o Inep, o órgão responsável pela organização das provas do Enem, considerada 60 localidades do país como áreas “complexas”, por dificuldade de acesso e de comunicação, com cobertura falha de internet e telecomunicações. “Desse total, 18 cidades estão no Pará, então aqui enfrentamos mais esse desafio. Comparamos a operação para o Enem ao Círio e às Eleições, com diferença que no Enem não contamos com as Forças Armadas”.

Fonte: G1 PA.
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Dez cidades do Pará criaram mais de 7 mil postos de trabalho

Dez cidades do interior do Pará foram responsáveis, juntas, pela criação de mais de 7 mil postos de trabalho ao longo deste ano. Os dados obtidos pelo DIÁRIO foram extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e demonstram que o mapa da mina, em tempos de desemprego, está mesmo fora do eixo da Grande Belém que, ao contrário das cidades interioranas, acumulou perdas ao longo do ano.

De janeiro a setembro, Belém, por exemplo, contratou 59.647 trabalhadores, ao mesmo tempo em que desligou outros 61.193, gerando saldo negativo de 1.546 postos. As 10 cidades que mais geraram empregos no Pará, tomando como análise o saldo positivo que ficou entre admitidos e desligados, foram: Marabá (2.265 vagas), Barcarena (1.354), Paragominas (681), Santarém (516), Xinguara (490), Pacajá (445), Cametá (424), Itaituba (375), Ulianópolis (363) e Acará (204). Em setembro, outras cidades se destacaram no balanço de geração de empregos, como Paraupebas, Castanhal e Tomé-Açu.

Entre os 10 municípios que lideram a lista dos que mais geraram empregos no Estado, 4 deles têm a construção civil como o setor que saiu na frente. Marabá está em primeiro lugar do ranking. A cidade, por exemplo, gerou 1.396 postos de trabalho apenas neste ramo. Juntos, os 10 municípios geraram 3.295 vagas no setor.

INTERIOR

Presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Pará (Sinduscon), Alex Carvalho acredita que as cidades do sul e sudeste do Pará são as que prometem gerar empregos no ramo. “A demanda de obras deve aumentar nessas regiões. A Metropolitana tem muitas obras públicas de mobilidade urbana, unidades habitacionais também. No Oeste, com o crescimento do agronegócio, vamos precisar de estradas. São essas com grandes potenciais para os próximos meses”, estima. O setor de serviço também teve um número expressivo no saldo de geração de empregos formais, segundo o Caged. O ramo abriu 1.987 vagas nos 10 municípios.

A indústria da transformação, que compreende as atividades que envolvem transformação física, química e biológica de materiais, em substâncias e componentes para obter produtos novos, gerou 927 postos de empregos. Neste ramo, entram as indústrias de produtos alimentícios, bebidas, cigarro, roupas, papel, combustível, eletrônicos, carros e móveis.

Construção civil é destaque positivo

Segundo Roberto Sena, supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA), setembro representa uma sazonalidade na criação de postos de trabalho no Estado. Ao longo dos primeiros 9 meses do ano, este mês foi o segundo que registrou saldo positivo na geração de empregos, depois de junho.

Com a injeção do 13° salário, em novembro e dezembro, o economista acredita que pode haver um equilíbrio ainda maior neste saldo. “Ano passado, foi injetado R$ 4 bilhões no Pará. Nesta base, com mais dinheiro na economia, a tendência é o desemprego se equilibrar, ao menos até o fim de 2017”, analisa. Sena observa que o setor da construção civil foi responsável por impulsionar as contratações. “Ele puxa o serviço e o comércio, principalmente na construção de obras no interior. Movimenta a economia das cidades grandes e pequenas também”, explicou. Sena destaca que outro ramo que respondeu às contratações positivas no Pará foi o da indústria de transformação.

TRANSFORMAÇÃO

“Este setor pouco tem tido saldo negativo ao longo do ano. No interior é forte e, particularmente no Estado, trabalha muito com a metalurgia”, aponta. Ele avalia o crescimento dos postos de emprego na agropecuária como o início de uma recuperação na economia vinda do campo. “Mesmo o Pará tendo perdido 23 mil de trabalho nos últimos 12 meses, é animador o crescimento na agropecuária, que, quando se coloca investimento, cresce”, garante.

Fonte: DOL.
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Nascentes do Xingu promove ciclo de palestras para discutir novas tecnologias no setor de saneamento

Especialistas na área de saneamento básico se reuniram na última semana para um ciclo de palestras, com o objetivo de discutir as novas tecnologias, os processos, evoluções e inovações voltadas para a prestação dos serviços no Brasil. O encontro foi promovido pela Nascentes do Xingu, empresa responsável pela gestão de 29 concessões de água e esgoto em Mato Grosso, Pará e Rondônia, no auditório do Hotel Paiaguás, em Cuiabá.

No encontro, aberto ao público, cerca de 20 participantes tiveram a oportunidade de compartilhar conhecimentos, experiências, novas perspectivas acerca de investimentos e tecnologias em equipamentos para tratamento de água e esgoto, além de soluções ambientais para os avanços e desenvolvimento do setor no país.

Um dos temas abordados no evento foi a questão das “Inovações no tratamento de lodos de Estações de Tratamento de Água”, apresentado pelo professor doutor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Sidney Seckler. Nesse contexto, ele falou sobre o tratamento e disposição de lodos gerados em estações de tratamento de águas de abastecimento e águas residuárias, que são um dos maiores custos operacionais na área de saneamento. Entre os tópicos, abordou as diferentes técnicas de adensamento, condicionamento, desidratação e disposição final de lodos que permitam obter soluções economicamente viáveis e ambientalmente sustentáveis

“A ideia é reforçar aos profissionais da área de saneamento que o mais simples e aparentemente o óbvio é a melhor alternativa. Evitar muitas vezes soluções alternativas que surgem e que por serem assim não são adequadas. O intuito também é desmistificar um pouco o conceito de tratamento avançado e encarar o que nós já fazemos hoje como bem feito. Por pressão de fornecedores, eles forçam a adoção de determinadas tecnologias, que por serem novidades passam a ser vistas como uma solução para tudo, quando na verdade não é, ou seja, cada caso é um caso e tem que ser estudado com bastante cuidado”, alertou o professor Seckler.

O professor doutor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Pedro Alem Sobrinho, discorreu acerca do tratamento de esgoto, os aspectos legais, concepções básicas de geração de lodo, consumo de energia e estimativa de custos de implantação, visando atende a legislação. Para ele, as novas tecnologias surgem em função de algumas necessidades. Mas nem sempre elas são aplicáveis a todos os casos. Por isso, é preciso avaliar em função das necessidades locais a tecnologia mais adequada.

“A tecnologia mais antiga, pode ser a mais interessante. Novas tecnologias muitas vezes representam apenas adaptações de tecnologias já usuais, porém trazem vantagens em função de novas disponibilidades de equipamentos técnicos. Hoje, a automação é simples e antigamente era complicado. Juntando todas essas tecnologias, o tratamento de esgoto vai se tornando mais adequado e até mais econômico por conta das necessidades legais existentes”, destacou o professor Pedro Alem.

Para o assessor técnico e biólogo do setor de Infraestrutura de um órgão ambiental, Victor Rodrigues, as palestras foram importantes para tirar dúvidas e aprimorar os conhecimentos sobre as estações de tratamento de água e esgoto, e melhorar a qualidade do serviço que é prestado para a população.

“As palestras foram de grande valia, tendo em vista a demanda que atendemos no órgão ambiental. Foram abordados problemas que encontramos na análise do parecer, principalmente a questão da destinação final do lodo, que atualmente faz parte de uma grande discussão na parte ambiental, por causa da geração de resíduos que as estações de tratamento de água e esgoto produzem. Essa questão de geração de lodo é de grande preocupação devido ao agravo ambiental que a destinação incorreta destes dejetos causam no meio ambiente. Com as palestras, conseguimos sanar diversas dúvidas em relação ao licenciamento ambiental, destinação final do lodo e qual sistema de tratamento correto para ser aplicado”, enfatizou o biólogo.

Segundo o engenheiro sanitarista e ambiental, Lineu Machado, que também prestigiou o evento, essa troca de conhecimento sobre o setor de saneamento foi bem produtiva e importante para todos aqueles que trabalham direta ou indiretamente com sistemas de tratamento de água, efluentes, e meio ambiente de uma forma geral. “Para nós profissionais da área de saneamento, foi uma oportunidade ímpar poder participar deste encontro. Tivemos a presença de especialistas renomados em tratamento de água e esgoto. Mostra um pouco do que estamos acertando no dia a dia e o que precisamos aprimorar. Com certeza vamos levar isso para nosso ambiente de trabalho e melhorar nossa eficiência operacional”, avaliou o engenheiro.

Por Assessoria de Comunicação Nascente do Xingu
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