Família procura por filho desaparecido em Novo Progresso

A família procura-se por Cícero Morais da Silva, filho de Teresinha de Jesus e Silva e Baltazar Moais da Silva, o mesmo saiu de sua cidade de origem no Maranhão á mais de 25 anos e não deu mas notícias [ ele votou na última eleição em Novo Progresso] –  o mesmo tem sua zona eleitoral em Novo Progresso-Pa, Escola Municipal Valdomiro Mendes Rodrigues, Rua Primavera s/n Cristo rei.  Zona 91, Sessão 35.

Com isso acreditamos que o mesmo resida na cidade ou nas proximidades.

Sua família está a procura de notícias suas.

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Reforma trabalhista: empregado pode ter que pagar custas se perder ação na Justiça

A reforma trabalhista prevê que o empregado que entrar com uma ação na Justiça contra a empresa e perder poderá ter que arcar com as custas do processo. De acordo com o texto, os chamados honorários de sucumbência serão de 5% a 15% do valor da ação.

Além disso, ficará mais difícil acessar a justiça gratuita. Pela lei antiga, basta uma declaração para ter acesso ao benefício.

A partir de 11 de novembro, a gratuidade só poderá ser oferecida a trabalhadores que recebam até 40% do teto do INSS, o que equivale hoje a aproximadamente R$ 2.200. Quem receber mais que isso, não poderá requerer a gratuidade. Este ponto da reforma é contestado por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade protocolada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quando ainda ocupava o cargo, e segue em análise no Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a nova legislação, a obrigação de pagar as custas também vale para quem conseguir a justiça gratuita, mas as regras para quem tiver esse benefício são um pouco diferentes. Caso perca a ação, o trabalhador que conseguiu a gratuidade pode ter que pagar os honorários caso tenha tido ganho financeiro em juízo, mesmo que em outro processo. Se não for esse o caso, fica liberado do pagamento por dois anos e, se mostrar que não pode acertar as contas nesse prazo, a obrigação é extinga.

A regra é semelhante para o pagamento de perícia. Agora, esse custo ficará a cargo da parte vencida — seja a empresa, seja o empregado.

Se o perdedor no processo for beneficiário da justiça gratuita, terá a opção de pagar com o dinheiro obtido em outro processo. Se não for o caso, esse custo fica com a União, como ocorre hoje.

Fonte: MSN.
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Temer troca comando da PF, central na Lava Jato. Entenda o que está jogo

Em uma decisão que preocupou policiais federais, o presidente Michel Temer (PMDB) anunciou a troca do comando da Polícia Federal nesta quarta-feira. Sai o delegado Leandro Daiello, o mais longevo diretor-geral da corporação desde a ditadura, e entra o delegado Fernando Segóvia, ex-adido na África do Sul e ex-superintendente da PF no Maranhão. Nos bastidores, policiais e políticos citam que a nomeação teve influência do ex-presidente José Sarney (PMDB) e do ministro da Casa Civil e réu na Operação Lava Jato, Eliseu Padilha (PMDB).

Policiais ficaram preocupados porque a mudança pode desidratar ou prejudicar investigações em andamento da Operação Lava Jato, que investiga Temer e boa parte da base aliada do Governo federal no Congresso. O presidente já escapou de duas ações penais no Congresso, mas agentes e delegados do 7º andar do edifício da Polícia Federal em Brasília ainda miram Temer pela suspeita de envolvimento em crimes durante a preparação da nova Lei dos Portos. Por isso, na prática, a mudança na chefia da PF é uma chance do presidente escolher quem vai investigá-lo.

E foi justamente na Polícia Federal que nasceu a Operação Lava Jato em Curitiba. Vieram da Polícia Federal alguns dos achados mais importantes da investigação, como o envolvimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberta Costa, que se tornaria o primeiro delator importante, a localização de contas no exterior do marqueteiro João Santana e a busca do bunker de propina do ex-deputado Geddel Vieira Lima.

Também foi a Polícia Federal que recuperou, com perícias especializadas, mensagens apagadas de telefones celulares de empreiteiros e políticos. Qualquer recuo na quantidade de agentes dedicados a investigações ou na autorização de gastos pode, no mínimo, atrasar novas descobertas do gênero.

Já houve queixas nesse sentido. Policiais da Operação Lava Jato reclamaram de diminuição de equipes de investigação na gestão de Daiello, mas comemoravam que, ao menos, ele nunca tentou interferir em inquéritos ou levantar informações sigilosas.

A força-tarefa da Polícia Federal da Lava Jato em Curitiba foi encerrada em julho e policiais perderam a dedicação exclusiva ao caso desde então. Antes disso, o Governo Temer já havia cortado orçamento específico da investigação, No Paraná, isso deixou o avanço das investigações ainda mais dependente de descobertas da força-tarefa do Ministério Público Federal. Há receio de que uma nova gestão na Polícia Federal também mude o funcionamento da força-tarefa de Brasília.

Apesar das preocupações, policiais dizem reservadamente que haverá resistência a qualquer tentativa de atrapalhar investigações. “É um ingênuo quem imagina que consegue parar a polícia com um diretor-geral. Claro que atrapalha, mas não para. Estão vendendo castelos no céu”, diz um delegado.

Fonte: MSN.
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Afastamento de William Waack é notícia no ‘Jornal da Globo’

A TV Globo anunciou o afastamento de William Waack na abertura do “Jornal da Globo”, telejornal diário apresentado pelo jornalista, na madrugada desta quinta-feira.

Renata Lo Prete, âncora da Globo News e substituta oficial de Waack no noticiário, leu o texto divulgado mais cedo pela emissora, que segue abaixo:

“A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida.

Nele, minutos antes de ir ao ar num vivo durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação.

William Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros, com um extenso currículo de serviços ao jornalismo. A Globo, a partir de amanhã, iniciará conversas com ele para decidir como se desenrolarão os próximos passos.”

Como explica a nota da emissora, o vídeo que se espalhou pelas redes sociais na quarta-feira mostra Waack pouco antes de entrar ao ar de Washington, capital dos Estados Unidos. Ao seu lado está o convidado Paulo Sotero, que falou sobre o caso à reportagem de VEJA. Ao fundo, a Casa Branca. O tema era a eleição do republicano Donald Trump.

Ao falar sobre o barulho de buzina, Waack aparentemente diz: “É preto. É coisa de preto”.

A reportagem de VEJA telefonou para o celular do jornalista duas vezes na quarta-feira. Na primeira, o interlocutor (não está claro se era Waack ou outra voz masculina) disse que o caso seria tratado pela comunicação da emissora. Na segunda vez, a ligação foi interrompida minutos depois.

Fonte: MSN.

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Governo muda 3 pontos na reforma da Previdência, mas mantém idade mínima

A proposta mínima para a reforma da Previdência acordada na manhã desta quarta-feira, 8, no Palácio do Planalto prevê três alterações em relação à original, segundo informou uma fonte ao Estado. A ideia é retirar os artigos que dificultam o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e à aposentadoria rural.

Ficou acertado também que o tempo mínimo de contribuição para uma pessoa poder se aposentar continuará em 15 anos, em vez dos 25 anos originalmente propostos.

A idade mínima – de 65 anos para homens e 62 para mulheres –, um ponto sempre considerado central para a reforma, não foi alterada.

Esses pontos foram acertados nesta quarta-feira numa reunião do presidente Michel Temer com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Eles deverão ser apresentados na forma de uma emenda aglutinativa global, que na prática substituirá o texto da proposta original.

O relator da matéria na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), deve retornar ao Planalto às 19 horas com um texto já adaptado para ser novamente discutido. O governo avalia que será possível votar a proposta ainda neste semestre.

Histórico. Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, Arthur Maia fez um histórico da tramitação da reforma da Previdência na Câmara. Seguindo o relator da matéria na Câmara, o parecer elaborado por ele na comissão foi muito diferente do projeto original enviado pelo governo, que, na avaliação dele, era “muito duro”.

“É verdade que ao longo desse projeto, o fato de o governo ter enviado um projeto de PEC muito fez com que todo esse debate na comissão especial fosse em cima desse projeto”, afirmou. Segundo ele, por causa disso, durante as audiências da comissão especial que analisou a PEC oposicionistas aproveitaram para reforçar discurso de que as futuras regras seriam as mesmas do texto original.

Maia destacou as várias mudanças feitas em seu parecer em relação ao texto original, entre eles, no Benefício de Prestação Continuada (BPC), nas regras para aposentadoria do trabalhador rural, na diminuição da idade mínima para mulheres e nas condições diferenciadas de aposentadorias para professores e policiais, além da regra de transição.

O relator ressaltou que, após a aprovação de seu parecer na comissão especial, a Câmara caminhava para conseguir aprovar o relatório no plenário. “Não se deve falar ali em parecer do relator. Propostas foram incorporadas. Muitas delas nem diriam que sou a favor. Mas busquei construir uma linha média”, disse.

Maia lembrou que a tramitação da matéria, porém, foi suspensa após a divulgação da “mal fadada”, “fraudada” delação dos executivos do grupo J&F, que comandam o frigorífico JBS, que atingiu o presidente Michel Temer. Para ele, a colaboração do grupo tem se revelado uma “grande armação que trouxe problemas gravíssimos. “A partir daquele momento, o trâmite da reforma foi, de fato, suspenso”, declarou.

Fonte: MSN.
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Pai crê que corpo de bebê que sumiu em hospital, no Rio, foi vendido para estudos

 Segundo pai, médica negou o pedido para ver o corpo do menino e tentou convencer mãe de que não era ‘uma boa ideia’

O pai do bebê cujo corpo desapareceu no Hospital Pasteur, no Méier, na Zona Norte do Rio, acredita que o corpo da criança tenha sido vendido para estudos médicos sem consentimento da família. De acordo com Wanderson Nunes, Kevin nasceu morto nesta segunda-feira, após a mãe do menino sentir fortes dores no fim de semana. A jovem deu entrada na unidade de saúde no último sábado e permaneceu internada até esta segunda-feira. Wanderson marcou o velório e o sepultamento para esta terça-feira mas, ao chegar no hospital, foi informado de que o corpo havia desaparecido.

— Cheguei por volta de 9h e, depois que pedi pelo meu filho, percebi uma movimentação estranha no hospital. Os funcionários andavam de um lado para o outro, não passavam informação. Fiquei mais de uma hora esperando até que a direção do hospital veio e me disse que não sabia onde estava o corpo do Kevin. Disseram que podia ter sido jogado fora ou levado por engano por outra funerária. Simplesmente não acreditei que isso pudesse ser possível — falou.

Segundo ele, a mãe da criança começou a sentir dores no sábado e foi levada para o Hospital Santa Maria Madalena, na Ilha do Governador, na Zona Norte. No local, pediram que ele procurasse o médico da grávida, já que não havia profissional para atendê-la. A mulher estava no quinto mês da gravidez. Wanderson, então, levou a esposa ao Pasteur. Lá, ela foi medicada e realizou exames, mas permaneceu reclamando de dores.

— Nunca vi minha esposa reclamar tanto de dor assim na vida. Ela foi medicada sábado e eu voltei para casa, o que acho que foi meu maior erro. No domingo de manhã, ela me ligou dizendo que precisaria ser operada. Quando cheguei, a médica me falou que o coração do meu filho não estava batendo mais. Fiquei sem reação. Ela tomou um remédio para ajudar a expelir a criança e teve o bebê de parto normal. Ele estava grandinho já, bonitinho, perfeitinho. Minha mulher segurou ele por 15 minutos e chorou muito. Eu não quis segurar. Foi horrível — contou.

Wanderson contou que, na segunda-feira, a esposa pediu que a médica levasse o corpo da criança novamente ao quarto para que ela pudesse se despedir uma última vez. Segundo o pai do menino, a médica negou o pedido e tentou convencer a mãe de que não era “uma boa ideia”.

— Minha esposa pediu para ver o corpo de novo, se despedir mais uma vez. A doutora ficou falando que não era uma boa ideia, que não ia fazer bem a ela. Eu estranhei, mas concordei. Também não achava que seria bom. Tudo já é doloroso demais. Mas, hoje, sabendo de tudo, acho que o corpo do meu filho foi vendido para estudo. Já ouvi histórias de coisas assim. Dizem que isso dá muito dinheiro. Acho que podem ter feito isso com o meu filho. Também comecei a achar que possa ter acontecido algum erro médico. Saí do hospital e meu filho estava bem. Quando voltei, o coração dele não batia mais e ninguém sabe explicar nada — lamentou Wanderson.

O pai do menino registrou o crime nesta terça-feira na 26ª DP (Méier). Ainda segundo ele, o hospital lhe entregou um documento em que lamenta o ocorrido, mas sem a assinatura de ninguém.

— Me entregaram um papel com desculpas, mas ninguém assina. Ninguém é culpado. Eu quero que esse hospital e todos os envolvidos paguem. Espero que, no mínimo, as pessoas deixem de vir aqui. Eles foram e continuam sendo negligentes. Quero que tenham todo prejuízo do mundo, mesmo que nada disso traga meu filho de volta. O Kevin não vai voltar, mas eles precisam pagar pelo sofrimento que estão fazendo a gente passar — disse.

Fonte: ORMNews.
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O trio improvável que pode se unir para conquistar a Presidência em 2018

O apresentador Luciano Huck está sondando Joaquim Barbosa para compor uma possível candidatura à Presidência da República, segundo a colunista da Folha e BandNews FM, Mônica Bergamo. O ex-presidente do STF, por sua vez, declara não estar interessado em pleitear cargos no Executivo, de acordo com a jornalista. O apresentador não se resigna e já estaria pensando em um plano B com Barbosa como ministro.

Mas parece que não é só em Barbosa que Huck está mirando. No domingo (5), a coluna Radar da revista Veja cantou uma bola inesperada: Marina Silva seria a vice dos sonhos de Huck. A ex-senadora já foi candidata a vice: antes da tragédia envolvendo Eduardo Campos, ela era a vice da chapa presidencial do PSB em 2014.

Para a próxima campanha eleitoral, Marina estuda ser cabeça de chapa e também estaria sondando Barbosa para a vice-presidência. Em junho, os dois se encontraram para conversar sobre o “delicado momento do Brasil”, conforme a ex-senadora afirmou em entrevista ao HuffPost Brasil.

Fontes da Rede, no entanto, afirmaram que o encontro entre Marina e Barbosa visava à formação de uma chapa conjunta para disputar as eleições.

Diante de todas essas aproximações, é possível pensar em uma coalizão desse trio improvável para vir com força em 2018 e desbancar Lula e Bolsonaro, consolidados nos primeiros lugares das pesquisas?

Na última pesquisa do Ibope, sem Lula, Marina e Jair Bolsonaro ficam empatados com 15% cada e Huck vem na terceira posição, com 8%. Juntos, Huck e Marina poderiam desbancar Bolsonaro.

Com Lula na jogada, uma vitória seria mais difícil, se as eleições fossem hoje. Isso porque Marina e Huck conseguiriam apenas 13% dos votos, empatando com Bolsonaro e ficando mais de 20 pontos percentuais abaixo do ex-presidente.

Nenhum dos três é candidato oficial.

Fonte: MSN.
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Onça-preta é amarrada por fazendeiros

https://youtu.be/lrPp_ENkPIY

Fonte: Nortão Notícias;
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Raquel Dodge denuncia ao STF relatora da reforma política Shéridan por compra de votos

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) a deputada federal e uma das relatoras da reforma política na Câmara Shéridan Oliveira (PSDB-RR) por compra de votos na eleição de 2010, quando seu ex-marido, José Anchieta Junior, concorreu à reeleição ao governo de Roraima.

Na denúncia, Shéridan – primeira-dama do Estado e secretária de Promoção Humana e Desenvolvimento – é acusada de ter oferecido vantagens a moradores de um bairro de Boa Vista para que votassem a favor de Anchieta Junior. Entre as benesses, segundo a peça, teria sido oferecido a inscrição em programa social do governo e pagamento de multas de trânsito.

A acusação foi feita com base em depoimentos e áudios gravados por eleitores.

Fonte: MSN.
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Comissão recomenda CPF como identificação nacional do cidadão

 Cada número de CPF estará vinculado aos dados biométricos de cada pessoa, garantindo a unicidade dos registros

A apresentação de um único documento para diferentes serviços pode ser uma realidade para os brasileiros.  Nessa segunda-feira (6), o Comitê Gestor da Identificação Civil Nacional (ICN) publicou uma resolução que recomenda o CPF como documento nacional do cidadão.

Cada número de CPF estará vinculado aos dados biométricos de cada pessoa, garantindo a unicidade dos registros e a segurança da identificação. A medida será possível a partir de integração entre os registros que compõem a base do Cadastro de Pessoa Física, gerida pela Secretaria da Receita Federal, com os registros da base de dados da ICN, gerida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A decisão apresenta menor custo para os cidadãos, empresas e órgãos públicos, e vai propiciar a simplificação e a ampliação no acesso a diversos serviços.

Identificação Civil Nacional

O Comitê Gestor da Identificação Civil Nacional (ICN) foi criado pela Lei nº 13.444/2017 e é formado por representantes do TSE, dos Poderes Executivo e Legislativo e do Conselho Nacional de Justiça.

O comitê deu início ao debate com órgãos estaduais de identificação civil para definição dos padrões técnicos para operação da base biométrica e geração do CPF na emissão dos documentos de identidade.

Fonte: ORMNews.
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