Homem morre agredido após defender irmã transexual de violência

Ainda segundo o relato do BO, o feirante bateu a cabeça quando os dois caíram no chão e o assassino segui dando socos em sua cabeça

Um feirante morreu nesta quarta-feira (8) após ser agredido enquanto defendia a irmã, transexual, no Jardim São Luís, zona sul de São Paulo.

Conforme o relato da irmã registrado no boletim de ocorrência, ela estava na rua Geraldo Fraga de Oliveira mexendo em seu celular quando um homem chegou e ameaçou jogar a bicicleta em cima dela. O irmão, Petherson Roberto dos Santos Vicente, 24, tentou defendê-la e teve início uma discussão com o agressor.

Durante a discussão, Petherson deu um soco no homem e os dois começaram a brigar. Ainda segundo o relato do BO, o feirante bateu a cabeça quando os dois caíram no chão e o assassino segui dando socos em sua cabeça, fugindo de bicicleta na sequência. Foi chamada ambulância, mas Pheterson morreu no local.

TRANSFOBIA

Apesar da vítima não ter sido a transexual, o ataque a ela é um exemplo da intolerância no Brasil. O país ocupa o primeiro lugar em homicídios de LGBTs na América. Só de transgêneros, foram 53 assassinatos registrados no primeiro quadrimestre de 2017, um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2016.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Monitor da Violência: governo do Pará repassa informações de apenas 15% das mortes violentas no estado

Novo levantamento feito pelo G1 mostra o andamento dos inquéritos. São 102 casos no Pará, mas 85% seguem sem informações completas. No Brasil, são 1.195 mortes em apenas uma semana.

O governo do Pará e os órgãos de segurança do estado forneceram informações de apenas 15% das 102 mortes violentas monitoradas pelo G1 entre os dias 21 e 27 de agosto. Os demais 85% dos casos seguem sem informações completas, o que inclui os nomes das vítimas, endereço das ocorrências, tipo de arma utilizada, número e situação do inquérito e, ainda, se houve prisão do suspeito.

O G1 registrou, no período, todas as mortes violentas ocorridas no Brasil. Agora, acompanha todos esses casos. O trabalho é resultado de uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Com uma série de iniciativas que envolvem reportagem e análise de dados, o projeto se chama Monitor da Violência.

Nesta segunda etapa do projeto, após o levantamento inicial do número de casos, o G1 buscou o detalhamento de cada morte desde 4 de outubro, quando acionou o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, subordinado à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), por e-mail e, depois, por telefone. Não houve resposta.

No dia 18 de outubro, o G1 procurou a assessoria de comunicação da própria Segup para obter as informações. A secretaria se comprometeu a informar os dados solicitados até 26 do mesmo mês. Neste dia, no entanto, a Segup pediu prorrogação de prazo, até 1º de novembro. Na data combinada, a secretaria respondeu que, “em decorrência do caráter de sigilo das investigações”, as informações não poderiam ser divulgadas.

Ao mesmo tempo, o G1 passou a procurar, por telefone e pessoalmente, cada uma das 33 delegacias envolvidas. Os contatos se deram com delegados, escrivães e investigadores. Apenas em 12 delegacias de polícia do Pará foi possível obter algum tipo de detalhamento das mortes ocorridas entre 21 e 27 de agosto — dessas, seis informaram todos os dados solicitados; outras seis repassaram parte do que havia sido pedido.

Nas outras 21 delegacias, a resposta foi que os dados não poderiam ser fornecidos ou que deveriam ser requeridos por e-mail, o que foi feito. Não houve resposta, entretanto.

No dia 1º de novembro, o G1 procurou o Ministério Público do Estado (MPPA). Em 6 de novembro, o MPPA disse, por meio da assessoria de imprensa, que, “de acordo com a análise das planilhas, as informações só poderiam ser levantadas junto aos inquéritos policiais em andamento nas delegacias”.

Por fim, o G1 solicitou, em 7 e 8 de novembro, o detalhamento das mortes por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) para, respectivamente, a Segup e para a Delegacia Geral de Polícia do Pará. O prazo para resposta é de 20 dias, prorrogáveis por mais dez.

A Lei de Acesso à Informação, em vigor desde 2012, foi criada com o objetivo de garantir à população o acesso a dados da administração pública. A legislação prevê que as informações sejam divulgadas independentemente de quem faz o pedido. Prevê, ainda, que o solicitante não precisa informar o motivo do pedido. O órgão público questionado só pode negar a informação em casos específicos, por exemplo em casos que coloquem em risco a honra e a intimidade de pessoas.

Fonte: G1 PA.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Veja as fotos da campeã do Miss Bumbum 2017

Representante do Amazonas, Rosie Oliveira, de 28 anos, foi eleita a Miss Bumbum 2017. Com 100 cm de quadril, a modelo superou Raíssa Barbosa, do Acre, e Jane Ferreira, de Pernambuco, que ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Veja mais fotos da morena:
004_32 002_34 003_32 rosie_oliveira_2_1 rosie_oliveira_5_1

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cédulas de dinheiro poderão ter prazo de validade

Começou a tramitar no senado o projeto de lei 435/2017, que prevê que as cédulas de dinheiro passarão a ter prazo de validade. Se aprovada, a nova lei determinará até quando uma nota de Real ainda terá algum valor monetário.

Segundo o autor do projeto, o senador Sérgio Petecão, do PSD-AC, o objetivo do projeto é evitar que o “entesouramento” de dinheiro, fazendo com que nas cédulas não fiquem guardadas em casa. O senador acredita que a proposta irá estimular a circulação de dinheiro e movimentar a economia.

A proposta está aberta a consulta pública pela internet.

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




CPI pede condução coercitiva do artista que fez performance nu no MAM e de curador do ‘Queermuseu’

A Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) dos Maus-Tratos no Senado aprovou em sua última sessão, na quarta-feira, 8, o pedido para que sejam levados para depoimento, em condução coercitiva,o artista Wagner Schwartz e o curador do Queermuseu, Gaudêncio Fidélis.

Schwartz é o artista que fez a polêmica performance Bicho, em que ficava nu e o público podia mexer em seu corpo, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em setembro. Na ocasião, uma criança, que estava ao lado da mãe, tocou em sua perna e em sua mão, situação que foi filmada por presentes e que viralizou na internet, causando diversos protestos. Já Fidélis foi o curador responsável pela também polêmica exposição Queermuseu, cancelada pelo Santander em Porto Alegre, após críticas nas redes sociais por suposto retrato de pedofilia e zoofilia em algumas das obras selecionadas.

O autor dos pedidos de condução coercitiva foi o presidente da CPI, o senador Magno Malta (PR-ES). De acordo com ele, Wagner Schwartz e Gaudêncio Fidélis foram convocados pelo colegiado para depoimento, mas não compareceram. Segundo o site oficial do Senado, a CPI ainda decidiu criar um grupo de trabalho com integrantes do Ministério da Justiça, da Polícia Federal e da Safernet.

A CPI dos Maus-Tratos tem ainda a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) como vice-presidente, José Medeiros (PODE-MT) como relator, e os senadores Marta Suplicy (PMDB-SP), Paulo Rocha (PT-PA), Eduardo Amorim (PSDB-SE) e Lídice da Mata (PSB-BA) como membros titulares. A finalidade da Comissão é “investigar as irregularidades e os crimes relacionados aos maus-tratos em crianças e adolescentes no País”.

Interação de criança com homem nu gera polêmica após abertura de exposição no MAM: Fotos de divulgação mostram o artista Wagner Schwartz nu, em performance no MAM, sendo filmado pelo público. © Divulgação/Atraves.tv Fotos de divulgação mostram o artista Wagner Schwartz nu, em performance no MAM, sendo filmado pelo público.

Nas duas situações, o Ministério Público não entendeu que foram praticados crimes por parte dos museus ou dos artistas. Em Porto Alegre, o MPF recomendou que o Santander reabrisse a exposição Queermuseu, o que não ocorreu. Já em São Paulo, o MP local afirmou, em entrevista coletiva, que o maior dano causado à criança que tocou em Wagner Schwartz foi o fato do vídeo ter sido espalhado pela internet sem a aprovação dos responsáveis legais e que iniciaria uma investigação sobre isso. O MAM, assim que as imagens da criança começaram a circular na web, esclareceu que havia, na sala, placas indicando sobre o conteúdo da performance.

Condução coercitiva. Em um primeiro momento, a pessoa é ‘convidada’ a prestar depoimento, sob pena de, não o fazendo, ser operada a já autorizada condução coercitiva, meio legalmente conferido à autoridade para fazer comparecer aquele que injustificadamente desatendeu prévia intimação, ou seja, na hipótese de ausência imotivada de comparecimento ou desobediência à intimação.

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Colômbia faz apreensão recorde de 12 toneladas de cocaína

Drogas da organização criminosa Clã del Golfo foram detidas na região de Urabá.

A Polícia Nacional da Colômbia apreendeu mais de 12 toneladas de cocaína da organização criminosa Clã del Golfo, na região de Urabá. O anúncio da maior apreensão dessa droga na história do país foi feito pelo presidente colombiano Juan Manuel Santos, nesta quarta-feira (9).

O presidente foi para o departamento de Antioquia para conhecer de perto os resultados da Operação Agamemnon II, contra o tráfico de drogas. Segundo ele, o valor da apreensão é estimado em US$ 360 milhões, ao preço de mercados da droga nos Esatados Unidos.

“Graças a uma operação da nossa Polícia, com a colaboração da inteligência do exterior, de países amigos, foi feita a maior apreensão da história. Nunca antes, desde que começamos há mais de 40 anos a luta contra o tráfico de drogas, fizemos uma apreensão desta magnitude, mais de 12 toneladas de cocaína “, anunciou Juan Manuel Santos.

O presidente parabenizou a Polícia Nacional e disse que seu governo continuará a lutar contra o tráfico de drogas: “Quero parabenizar de todo nosso coração com nossa Polícia e com todos aqueles que participaram desta operação. Continuaremos lutando contra o narcotráfico em outras frentes”, disse ele.

Ele também lembrou que, com a operação de hoje, o total de cocaína confiscada na Colômbia em 2017 já superou as apreensões do ano passado: “Adicione 362 toneladas este ano. No ano passado tivemos 317 a esta altura, ou seja, 15% a mais”.

O Chefe de Estado disse também que a Operação Agamemnon II já deu resultados positivos desde que foi lançada há três meses e meio: quatro dos líderes mais importantes do Clã do Golfo foram capturados ou mortos. Ele também informou que hoje, no departamento de Meta, 46 bandidos da mesma organização foram capturados.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mudanças no Enem reduziram o número de candidatos eliminados

No total, 273 candidatos inscritos foram eliminados no domingo

Um total de 273 candidatos inscritos no Exame Nacional do ensino Médio (Enem) foram eliminados no primeiro dia de prova realizada no domingo (5). Desses, 264 foram por descumprimento de regras do edital, como portar equipamentos eletrônicos, ausentar-se antes do horário permitido, usar material impresso e não atender a orientações dos fiscais. Outros nove candidatos foram eliminados por porte de objetos proibidos identificados pelo sistema de detecção de metal.

O número de eliminações no primeiro dia de prova deste ano foi bem menor do que no ano passado, quando 3,9 mil pessoas foram eliminadas no primeiro dia e 4,7 mil no segundo dia. O principal motivo das eliminações em 2016 (44,3%) foi a falta de marcação do tipo de prova recebida. Neste ano, como foi usada a prova personalizada, com os cadernos de questões identificados com nome e número de inscrição do participante, não foi preciso marcar o tipo de prova recebida.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as medidas de segurança adotadas neste ano para deixar o Enem mais seguro resultaram na redução das eliminações. “A grande campanha de divulgação dessas novas medidas pode ter sido uma das causas que inibiram participantes com intenção de burlar o Enem 2017”, diz o Instituto.

O Enem 2017 estreou a prova personalizada e o uso de detectores de ponto eletrônico e teve a maior cobertura de detectores de metal desde que o recurso começou a ser usado: 100 participantes por detector.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santarém: Delegados de todo Brasil debatem ações e fortalecimento da Polícia

Delegados trataram de ações e medidas de fortalecimento institucional para o combate à corrupção e ao crime

Prossegue até sexta-feira, 10, no Hotel Barrudada, em Santarém, no oeste do Pará, a 49ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil, evento que reúne delegados dos 27 estados brasileiros, além de representantes da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O evento foi aberto oficialmente na manhã desta quarta-feira, 8, na comunidade do Carapanari, no auditório do restaurante “Casa do Saulo”. Após a abertura oficial, feita pelo presidente do CNCPC, diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Eric Sebar, o vice-presidente do Conselho na região norte, delegado-geral Rilmar Firmino, apresentou tecnicamente o Sistema de Segurança Pública do Pará, assim como informações sobre a cidade de Santarém. Ele também aproveitou para evidenciar alguns números da Polícia Civil.

O delegado Rilmar Firmino destacou a atuação da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) e a apreensão de mais de uma tonelada de entorpecentes, somente em 2017, e o ingresso de novos agentes por meio do concurso vigente. “Temos a previsão da entrada de 650 novos policiais civis ainda no primeiro semestre de 2018, sendo que na próxima sexta-feira teremos a aula inaugural para os 150 candidatos aprovados para o cargo de delegado”, destacou. “Graças ao esforço da gestão, ao planejamento da Secretaria de Segurança Pública e a sensibilidade do governador, apresentamos à sociedade paraense centenas de novos policiais”, complementou.

Programação – Como primeiro tema da agenda de trabalho, os delegados partiram para debater, durante um painel, sobre a identidade visual utilizada pelas Polícias Civis em todo Brasil, o que envolve recursos gráficos e layouts de uniformes, plotagens de veículos e até banners utilizados em entrevistas coletivas. O painel foi apresentado por Greta Anzanello, diretora da Divisão de Comunicação Social da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Ao final, foi aprovada uma resolução, no âmbito do Conselho, que disciplina o uso de um modelo único de recursos visual da chamada Polícia Judiciária no país.

Na sequência do encontro, delegados e delegadas trataram de ações e medidas de fortalecimento institucional para o combate à corrupção e ao crime organizado. Debateram assuntos e operações nacionais e votaram modelos de atuação das Polícias Civis em todos os estados, inclusive no fortalecimento institucional por meio de ações padronizadas no aspecto operacional, mas também de Comunicação Social.

“Neste primeiro dia de trabalho, tivemos intensas discussões, inúmeras colaborações de cada estado, como forma de fortalecer institucionalmente a Polícia Civil e, nesse sentido dar uma melhor resposta à sociedade. Aproveitamos para estabelecer diretrizes para futuras ações a serem desencadeadas”, avaliou o delegado Eric Sebar.

“Tenho a certeza que tanto hoje quanto amanhã, iremos tratar de boas práticas da Polícia Judiciária em todo o país, e aproveitaremos para fazer um intercâmbio. Amanhã, vamos aproveitar para discutir a participação do Governo Federal nas ações de Segurança Pública nos estados”, declarou o vice-presidente do CNCPC, região norte, delegado Rilmar Firmino.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pará precisa de R$ 1,41 bilhão para recuperar rodovias

Em 2017, 13,5% das rodovias foram consideradas em bom ou ótimo

A 21ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias constatou uma queda na qualidade do estado geral das rodovias que cortam o Pará. A classificação regular, ruim ou péssima atingiu 86,5% (3.365 km), enquanto que em 2016 esse índice era de 68,5%. Em 2017, 13,5% (527 km) das rodovias foram consideradas em bom ou ótimo estado, enquanto um ano atrás esse percentual era de 31,5%. A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 3.892 km no Estado.

Para chegar a esses índices, o estudo levou em consideração as condições do pavimento, da sinalização e da geometria da via. Com rodovias tão problemáticas, os paraenses têm um acréscimo de 35,7% no custo do transporte rodoviário, uma vez que rodovias com deficiência têm menos segurança, exigem mais manutenção dos veículos e maior consumo de combustível.

Na avaliação da CNT, para a reconstrução, a restauração e a manutenção dos trechos danificados nas rodovias avaliadas no Estado, seriam necessários investimentos da ordem de R$ 1,41 bilhão. Já para a manutenção dos trechos desgastados, o custo estimado é de R$ 746,59 milhões.

Segundo ele, a drástica redução dos investimentos públicos federais a partir de 2011 levou a um agravamento da situação das rodovias. Em 2011, os investimentos públicos federais em infraestrutura rodoviária foram de R$ 11,21 bilhões; em 2016, o volume investido praticamente retrocedeu ao nível de 2008, caindo para R$ 8,61 bilhões. Este ano, até o mês de junho, foram investidos apenas R$ 3,01 bilhões.

A Pesquisa CNT de Rodovias leva em conta as condições do pavimento, da sinalização e da geometria da via, além de apontar os pontos críticos dos trechos. Conforme o estudo, 69,8% da malha viária do Pará não é pavimentada ou está em condições precária (regular, ruim ou péssima). Nessa análise, o estudo considerada as condições da superfície da pista principal e do acostamento. Outros 30,2% foram considerados ótimos ou bons; 62,3% da extensão pesquisada apresentou a superfície do pavimento desgastada.

Em relação a sinalização, em que são observadas a presença, a visibilidade e a legibilidade de placas ao longo das rodovias, além da situação das faixas centrais e laterais, o estudo aponta que há problemas em 96,5% da extensão avaliada (classificação regular, ruim ou péssimo). Em 3,5%, o estado foi classificado como ótimo ou bom. Ao analisar os trechos onde foi possível a identificação visual de placas, 56,2% apresentaram placas desgastadas ou totalmente ilegíveis.

A pesquisa identificou, ainda, 50 trechos com buracos grandes e 14 com erosões na pista que colocam em risco o condutor ao trafegar pelas rodovias dessa unidade da Federação.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pará tem mais de sete mil carros emplacados em outubro

Números mostram crescimento em relação ao ano passado

O Pará registrou 7.074 carros emplacados em outubro, segundo dados divulgados pelo  Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) nesta quinta-feira (9).  Os números representam crescimento de 10,91% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emplacados 6.378 veículos. O resultado também mostra aumento de 3,95% nas vendas no comparativo ao mês de setembro deste ano, quando 6.805 unidades foram comercializadas.

O levantamento feito pelo Sincodiv tem como base os emplacamentos de veículos novos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves somaram 3.043 unidades no mês de outubro, o que representa crescimento de 7,30% em relação ao mês anterior, quando foram vendidas 2.836 unidades. No comparativo com outubro do ano passado, quando foram emplacados 2.376 veículos no Pará, o crescimento foi de 28,07%.

Quando se analisa os dados por tipo de veículos, o melhor resultado foi registrado na venda de caminhões, que cresceu 95,77% em relação ao mês de outubro de 2016. Foram 139 caminhões vendidos em outubro deste ano, enquanto o mesmo período do ano passado registrou 71 unidades comercializadas.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br