Menor foi estrupado no garimpo São José por homem de 55 anos

Por volta das 12h do dia 30 de outubro, a guarnição da Policia Militar da comunidade São José, no município de Jacareacanga, foi informada pelo senhor,. F. J. M. F., que seu filho, o menor de 07 anos, havia sido vítima de estupro, no local conhecido como Baixão da Pimenteira, distante 05 km da comunidade de São José.

Com essas informações, a guarnição da Policia Militar do São José, deslocou-se imediatamente ao local do ocorrido, onde realizou a detenção do acusado, Cicero Carrilho Castro, 55 anos, conhecido como Paulista, no garimpo Pimenteira. Após a detenção do acusado, Paulista, foi conduzido e apresentado na 104 UIPP de Jacareacanga, para procedimentos cabíveis.

O menor foi também conduzido para Jacareacanga, onde foi realizado exames médico, o qual foi comprovado o ato.

Paulista, será conduzido para Itaituba, onde ficará aguardando na Casal Penal, pronunciamento da justiça.

Fonte: Anderson Pantoja – Portal Bure
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Policia apreende comparsar menor acusado de estuprar professora em Trairão:

O crime aconteceu na noite do ultimo domingo, 05, quando Edvan Moura Rodrigues em companhia do menor invadiram a casa de uma professora e a estupraram, e mais uma mulher que estava na casa.
Na segunda feira, Edvan foi preso, porém seu comparsa o menor conseguiu fugir, mas não por muito tempo, nesta quita feira, 09, o mesmo foi apreendido quando tentava deixar o município, em seguida foi transferido para Itaituba para os devidos procedimentos.

Segundo informações relatadas pelas vitimas, foi que viveram momentos de terror, dos foram extremamente violentos, e ficaram por cerca de uma hora dentro da casa. O menor acusado de ser um dos estupradores vai completar 18 anos em Dezembro, por isso seu procedimento será diferenciado e logo poderá estar solto, para estuprar de novo. A professora está muito abalada, foi medica e passa bem.

Fonte Júnior Ribeiro.
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Polícia Civil cumpre mandado de prisão de acusado de estupro de vulnerável em Rurópolis.

Após um trabalho de investigação da polícia civil de Rurópolis, por volta de 17h:40min, desta quinta-feira dia 09/11, foi dado cumprimento ao mandado de prisão em desfavor do nacional Maurício Dias da Silva, onde o mesmo é acusado de ter cometido “estupro de vulnerável”  contra  a menor de idade de 06 anos, de iniciais G.S.S. O acusado já se encontra preso aguardando transferência para o Centro de Recuperação de Itaituba/PA.

A prisão contou o trabalho mais uma vez com brilhante trabalho de policiais da 17ª companhia independente de polícia militar sob o comando do Major Márcio Abud.

A guarnição de serviço estava ao  comando do tenente PM Scalabrim, com o sargento  PM Siqueira, sargento PM Pinheiro, que deram apoio ao Investigador Marcos Aldrin.

Fonte: http://plantao24horasnews.com.br com informações  do radialista  Ezequiel  Azevedo Rádio  Transamazônica.
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PF prende dez médicos do Tocantins

A Polícia Federal prendeu dez médicos de Palmas na Operação Marcapasso, deflagrada na terça-feira, 7. As prisões, ordenadas pelo juiz federal João Paulo Abe, vale por três dias, em regime temporário.
A Marcapasso mira esquema de fraude em licitações do Tocantins para aquisição de equipamentos OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais) de alto valor agregado e grande custo para o sistema de Saúde.
Ao mandar prender os médicos, o juiz federal proibiu José Edimar Brito Miranda, pai do governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), de acessar ou frequentar órgãos públicos estaduais.
Os médicos foram levados pela PF para a Casa de Prisão Provisória de Palmas. Eles estão sob suspeita de receber propinas de empresas para indicar equipamentos.
“Mediante o direcionamento de processos licitatórios, o esquema engendrado possibilitava o fornecimento de vantagens ilícitas a empresas, médicos e empresários do ramo, bem como a funcionários públicos da área de saúde”, assinalou o juiz. Com base em investigação da Polícia Federal, o magistrado destacou que a organização criminosa que agia na área da saúde do Tocantins era formada por três núcleos distintos.
“No referido caderno apuratório presidido pelo competente delegado Júlio Mitsuo Fujiki, foi possível delimitar, inicialmente, a atuação dos possíveis investigados, tendo a autoridade policial os agrupado em três grandes núcleos, compostos por médicos, empresários e instituições públicas e privadas da área da saúde.” O núcleo médico era composto por médicos que, em tese, seriam os responsáveis por elaborar a especificação exata dos OPMEs a serem incluídos no registro de preço dos processos licitatórios, a fim de garantir a escolha das empresas participantes do esquema.
O núcleo empresarial era formado pelas empresas participantes do esquema fraudulento que, após vencerem os certames para fornecimento de OPMEs, realizavam o pagamento de vantagem indevida aos médicos e entidades que foram responsáveis pela sua seleção como vitoriosa no processo licitatório.
E o núcleo da saúde era formado por instituições públicas e privadas que prestam serviços na área de saúde, sendo composto por quatro unidades hospitalares e ‘pela própria Secretaria Estadual de Saúde de Palmas’.
“Assim, considerando as circunstâncias e as condutas individualizadas, bem como a documentação carreada aos autos, verifica-se que há fortes elementos de convicção para se concluir pelo envolvimento dos investigados nos crimes de fraude à licitação, associação criminosa, corrupção ativa e corrupção passiva”, anotou o magistrado. “São fortes os indícios de que os integrantes do núcleo médico fazem parte de um vasto esquema de corrupção, razão pela qual, a decretação da prisão temporária em relação a eles é absolutamente imprescindível ao prosseguimento das investigações”, segue João Paulo Abe.
“Tal providência, longe de se embasar apenas em conjecturas ou inferências, decorre da forte percepção de que, a manutenção circunstancial dos investigados em liberdade poderá implicar o extermínio de provas em relação ao pagamento de propinas de origem ainda não descortinada nesta apuração.”

Adiante, o juiz federal argumentou. “Ressalte-se que, mesmo no tocante aos médicos que não receberam quantias tão consideráveis, a segregação temporária é medida salutar, a qual possibilitará uma melhor delimitação da amplitude de sua participação na organização criminosa, bem como objetivará afastar a possibilidade de interferências na coleta de provas atinentes ao comprovado e sistemático pagamento de propinas, corrupção passiva e peculato por eles perpetrado.”

Fonte: O Mocorongo
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MPF deve apurar suposta extorsão praticada por índios

Não há dúvida que a denúncia feita por uma autoridade constituída do município, deve ser considerada como de grave conotação. Porém, não é isso que aconteceu sobre o relato feito na tribuna nesta semana pelo delegado e vereador Jardel Guimarães, que disse ter sido abordado por homens armados, dizendo-se indígenas, que mediante grave ameaça, queria obrigar o parlamentar pagar o valor de 200 reais, para poder permanecer com familiares e amigos em uma praia na região do rio Arapiuns, precisamente a praia do Toronó, próximo à comunidade Lago da Praia.

Os índios, que constituíram um verdadeiro ‘Estado Paralelo’ naquela região, acionaram o Ministério Público Federal (MPF) relatando inverdades, tudo para tentar desviar o foco dos crimes praticados por eles. Conforme relatado pelo vereador Jardel Guimarães, ‘extorsão sobre grave ameaça’. Ainda segundo o parlamentar, menores de idade, com fardas da rede municipal de ensino, acompanhavam o grupo suspeito de praticas irregulares, o que em tese pode se considerado como crime de corrupção de menores, estabelecido no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), no seu artigo 244-B, que diz: Corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 (dezoito) anos, com ele praticando infração penal ou induzindo-o a praticá-la: Pena-reclusão, de 1 a 4 anos.

O MPF como responsável pelos interesses dos índios tem que investigar o que realmente aconteceu, e para isso tem que ouvir o vereador Jardel Guimarães. Como defensor e promotor da justiça, o órgão não pode admitir esse tipo de abuso fora da lei, tendo que disciplinar os índios a agirem dentro da lei, uma vez que não é previsto em nenhuma legislação, e, portanto não possuem legitimidade para promover cobrança, que se constitui ilegal, um verdadeiro absurdo. O MPF como guardião da lei, tem que apurar e coibir tais abusos que lei nenhuma ampara e saber para onde está indo o dinheiro arrecadado pelos índios.

RG 15 / O Impacto
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Advogado é executado a tiros em São Félix do Xingu

Mário Pinto foi morto enquanto buscava a esposa no trabalho. Foi o segundo advogado morto no município neste ano.

Um advogado foi executado na noite de terça-feira (8), no município de São Félix do Xingu, no sudeste paraense. Mario Pinto havia ido buscar a esposa no trabalho quando foi alvejado três vezes por um atirador em uma motocicleta.
O crime ocorreu por volta das 20h, em frente à escola municipal Filomeno de Sousa Reis. Segundo o delegado Leilano Mendes, o caso apresenta características claras de execução. “Com as circunstâncias que ocorreu, dele chegar atirando e fugir, não bota dúvidas sobre o tipo de crime. Ainda não há informações sobre suspeitos e motivação do homicídio, mas já estamos colhendo algumas informações”, afirmou.

Mario é o segundo advogado morto no município neste ano. Em setembro, a advogada Dilamar Maritins Silva foi encontrada morta em uma fazenda de sua propriedade. O delegado, entretanto, afirma que os casos são tratados de forma diferente. “O caso da Dilamar foi um funcionário da fazenda que surtou, acabou cometendo o homicídio. Ela não militava como advogada. Ao contrário da morte do Mário, que atuava como advogado e claramente foi executado”, completou o delegado.
A esposa do advogado foi ouvida ainda na noite de ontem. Nesta quarta-feira (8), outras testemunhas deverão ser ouvidas.

Fonte: DOL
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Delegado Rilmar Firmino comanda Encontro Nacional da Polícia em Santarém

Santarém é pela primeira vez o cenário do Encontro Nacional de Chefes de Polícia Civil. O evento conta com a participação de delegados gerais de todo o Brasil e a presença do Secretário Nacional de Segurança Pública, Carlos Alberto dos Santos Cruz. Para falar desse evento e sobre outros temas, conversamos com Delegado Geral da Polícia Civil do Pará, Rilmar Firmino e com o presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia, delegado Eric Ceba.

Jornal O Impacto: Delegado Rilmar Firmino, qual a importância para Santarém e o Pará da realização de um evento dessa magnitude?

Rilmar Firmino: Primeiramente, por se tratar de uma das cidades mais antigas e também uma das importantes da Amazônia, e por se tratar da Amazônia como um todo, a questão da segurança pública hoje não tem divisas e muito menos fronteiras e essa reunião que é a 49ª, cada vez mais aumenta o intercâmbio entre as polícias judiciárias, que é importantíssimo e necessário, até porque sabemos que a bandidagem de hoje não tem fronteiras e nem divisas e o intercâmbio deles é muito grande. Nós chefes de Polícias Judiciais dos estados, temos a obrigação de juntos combater o crime como um todo. Não adianta especular ou achar algo se baseando em estatísticas, porque o Estado “A” hoje está em primeiro, o Estado “B” está em segundo ou terceiro, pois com toda certeza a política de segurança pública foi implantada no Brasil, o Pará será o primeiro amanhã, Rio Grande do Norte será o terceiro, Distrito Federal será o quarto, nós ficaremos só contando posições e achando que 62 mil mortos em um País, dependendo da localização, o Estado está bem ou está mal. Na verdade, o Brasil está mal, 62 mil mortes no ano de 2016 é o reflexo da violência e o aumento da criminalidade e aqui na Amazônia podemos dizer que temos uma situação diferenciada, a Amazônia faz fronteira com a Colômbia, o Peru e a Bolívia, são exatamente os três maiores produtores de cocaína do mundo. Aqui, é uma rota do tráfico, isso é fato; para se ter uma ideia, agora no primeiro semestre nós acompanhamos uma carga de drogas, quase meia tonelada, que saiu de Letícia, na Colômbia, entrou por Tabatinga, chegou até Belém, sem nenhuma parada, até porque o ponto de parada obrigatória que nós tínhamos era a Base Candirú no estreito de Óbidos, que inclusive foi desativada desde 2009. Como a União vai combater o tráfico de entorpecentes e o tráfico de armas, que são duas molas propulsoras da violência e da criminalidade, sem ter fiscalização? Se você pegar as rodovias federais, saindo de Santarém até Guarantã do Norte, vai ter só um posto da Polícia Rodoviária Federal que é a da Serra do Piquiatuba. Então, é brincadeira tratar a segurança pública da forma que é tratada. Nós temos 17 deputados estaduais, temos três senadores e um Ministro de Estado, isso é um descaso com a Amazônia, é um descaso com o estado do Pará.

Jornal O Impacto: O senhor está prestes a completar mais um ano à frente da Delegacia Geral, qual avaliação que o senhor pode fazer sobre os trabalhos desenvolvidos em 2017?

Rilmar Firmino: Nossa equipe está há sete anos no comando da Polícia Civil. Eu digo que é uma equipe, não é o delegado Rilmar. Eu passei dois anos como Delegado Adjunto, estou hoje no quinto ano como Delegado Geral da Polícia e os algozes foram muitos nesses sete anos. Graças à sensibilidade e ao respeito que o Governador do Estado tem para com a Polícia Civil e o sistema de segurança pública. Ao longo desse sete anos nós construímos 60 Unidades Integradas, reformamos 70 Delegacias, nós conseguimos fazer em menos de quatro anos dois concursos públicos com ingresso de mil policiais. A partir do próximo dia 30 nós estaremos formando 500 policiais civis e na quinta-feira (09), nós iniciamos o curso de formação para 150 delegados da Polícia Civil. No total nós incorporamos ao nosso efetivo mais 650 policiais. Então, nosso efetivo hoje gira em torno de três mil, sendo que um mil policiais terão menos de quatro anos na ativa. Isso é muito bom, pois trata-se de uma renovação e reestruturação da Polícia Civil. No que diz respeito a equipamentos e armamentos, nós não temos o que reclamar. Sobre a capacitação, nós conseguimos no primeiro semestre, implantar a Academia Itinerante, onde tivemos a oportunidade de percorrer todas as Regionais, capacitando nossos polícias. Na verdade, é a disciplina do dia a dia, armamento, munição e tiro, investigação policial; isso foi muito importante sendo que o reflexo se tem na prática. Estamos há sete anos sem um acidente com arma de fogo na Polícia Civil; o efetivo que nós temos, a quantidade de armas que possuímos e não termos acidente ou incidentes com armas de fogo, isso se chama prevenção.

Jornal O Impacto: Com relação aos concursados, qual a previsão para assumirem os cargos?

Rilmar Firmino: Veja só, a partir do dia 30 termina o curso de formação, dia 06 de dezembro é a festa e solenidade de formatura e a partir do dia 10 de dezembro será homologado o concurso. A partir daí fica a cargo do Governador, pois sempre tem sido feito de forma automática, entre o término do curso de formação e o período da nomeação, é só o prazo legal da homologação do concurso. Tem sido feito assim e tenho certeza não vai ser diferente.

Jornal O Impacto: Com relação à operação que investiga as mortes no Sudeste paraense. O que pode ser revelado sobre as motivações, haja a vista que na última operação foi presa a mãe do atual prefeito de Tucuruí, suspeita de ser a principal mandante do crime, o que o senhor tem a dizer sobre isso?

Rilmar Firmino: Tanto no município de Goianésia, quando o prefeito Russo foi morto, quanto em Breu Branco, quando o Diego Alemão foi morto e também o prefeito de Tucuruí, Jonny Williams, em todas as três investigações nós chegamos a um resultado satisfatório; tanto que o pessoal que cometeu o crime contra o prefeito Russo está preso; sobre Breu Branco, todos estão presos, tanto o mandante quanto o pistoleiro e o intermediário; também nós já temos boa parte da investigação avançada sobre o crime de Tucuruí, sendo que na semana passada deflagramos a operação onde foram cumpridos 5 mandatos de prisão temporária, 12 mandados de busca e apreensão e 8 mandados de condução coercitiva. Então fizemos algumas apreensões em residências, alguns materiais serão submetidos à perícia, em breve nós chegaremos à conclusão final do inquérito da morte do prefeito Jonny Williams. Finalizou Rilmar.

O presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia, delegado Eric Ceba, também concedeu entrevista à nossa reportagem, onde fala sobre o evento que aconteceu em Santarém. Acompanhe:

Jornal O Impacto: Delegado, como se deu a escolha de Santarém para sediar esse encontro?

Eric Ceba: Na verdade, as deliberações do Conselho são feitas a cada reunião e na última reunião houve a proposta, por entendermos a importância da região Norte no contexto da segurança do Brasil e da Polícia Civil do estado do Pará, a projeção que ela tem tido. Nós achamos que seria muito importante, seria um marco no momento em que toda população pede uma melhoria de segurança, uma política efetiva de Segurança Pública, uma política que traga resultados e paz para a população. Então, nós entendemos que aqui reuniria todas as condições, uma Polícia que tem apresentado bons resultados, uma região que é considerada o pulmão do mundo. Não só os crimes contra as pessoas, contra o patrimônio, mas também os crimes ambientais devem ser olhados. Trata-se também de uma rota do tráfico de drogas, que é o que acaba movimentando a criminalidade pelo Brasil inteiro, de certa forma há uma passagem de armas. Para nós, além de ser muito importante, é um marco essa reunião aqui no estado do Pará e pela beleza da cidade e hospitalidade da população, o povo paraense de uma forma geral é muito receptivo. A última reunião foi no Rio Grande do Sul, nós tivemos a reunião em Porto Alegre e depois tivemos uma outra setorial em Rondônia e, agora essa aqui no estado do Pará e a próxima por questão de logística será no Rio de Janeiro.

Jornal O Impacto: Qual sua avaliação sobre a gestão adotada no Pará pelo delegado Rilmar Firmino?

Eric Ceba: É importante frisar que o Doutor Firmino é o segundo chefe de Polícia mais antigo do Brasil. Então, ninguém consegue alcançar uma longevidade dessa se não tiver um envolvimento e comprometimento com a política de segurança, com sua instituição e sua população. O Pará tem levado boas práticas, é um modelo de gestão muito importante e é a interação que nós temos feito; o Pará tem servido de referência para outras polícias no Brasil, no sentido de boas práticas, práticas modernas e valorização de servidor, pela preocupação com a coisa pública, com a própria população. É uma referência pra gente.

Jornal O Impacto: Como o senhor vê a situação do Rio de Janeiro, você acha que essa situação pode se espalhar para o País?

Eric Ceba: Veja só, a situação do Rio de Janeiro é preocupante, é uma densidade demográfica muito grande em um espaço muito pequeno e isso acaba provocando uma pressão. Isso a gente vive em Brasília (Distrito Federal), o aumento de uma população de forma desordenada e acaba que as políticas públicas não conseguem acompanhar. Isso é preocupante, mas eu entendo que é controlável, basta que se faça uma política séria e efetiva de segurança pública e mais do que isso, acabar com o sentimento de impunidade no Brasil. A Lei existe, fala-se muito toda vez que acontece uma morte ou um crime bárbaro, todo mundo diz: “Vamos mudar a lei, os políticos vão para o congresso, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo”, tudo é pura pirotecnia. Na verdade, o que se precisa é aplicar a Lei com mais rigor, na essência do que ela foi para aqueles que ainda querem se ressocializar e se recuperar, para aqueles que não querem, cadeia. Espalhar para o resto do Brasil é de fato uma preocupação, principalmente pelo crime organizado, mas o combate é pela Polícia Civil e pela Polícia Federal, colocando esses camaradas na cadeia, desapropriando esses criminosos, tirando esses patrimônios que esses criminoso conquistam com o crime.

Jornal O Impacto: O Ministro da Justiça fez sérias declarações com relação à associação entre o crime organizado e o poder público no Rio de Janeiro. No seu ponto de vista, o que levaria o Ministro a fazer esse tipo de declaração?

Eric Ceba: Talvez ele tenha verbalizado aquilo que todo mundo sabe e não tem coragem de falar, a verdade é essa. Eu costumo dizer o seguinte: eu tenho 33 anos de Polícia,o aparelho policial do Estado tem de ser respeitado, se não for respeitado tem de ser temido, então, ele deixa de ser respeitado e temido quando um agente público desce ao nível do criminoso, e aí nós começamos a ver mortes de policiais e outros tipos de ações que vêm contra o Estado. Eu dei uma nota 10 para o Ministro e não restrinjo só para o Rio de Janeiro e sim para o Brasil inteiro. Todos os maus policiais e agentes públicos comprometem a estrutura do Estado, e deveriam ser punidos e estar na cadeia, mais ainda do que próprio bandido. A verdade é essa!

Fonte: RG 15/O Impacto
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Casal desaparecido desde o mês passado em Salinas deixa família em pânico

A família de Felipe Tomas Corrêa Lima, de 24 anos, está movimentando as redes sociais porque ele e a namorada Marluce Camily Amorim da Silva, também de 24 anos, estão desaparecidos desde o dia 27 de outubro, com celulares fora de área, depois de viajarem a trabalho para uma loja recentemente inaugurada em Salinas, há 220 km de Belém.

Segundo informações da mãe de Felipe, Carmem Corrêa, o casal já morava junto e tinha um bom relacionamento com todos, por isso a ideia de fuga é descartada. Aflita, ela afirma também que um rapaz identificado como “Maycon” acompanhou os dois durante a viagem e chegou a hospedar o casal no próprio apartamento.

“A última vez que falei com meu filho foi na manhã do dia dia 27 de outubro. Ele me disse que estava só terminando de tomar o café para ir trabalhar. Perguntei se era certo e ele afirmou que sim. Esse Maycon é um gerente que pediu para ele até cobrir as férias de um funcionário na loja, e como a casa dele era perto, os dois ficaram lá”, relata a mãe ainda muito abalada, que volta para Belém amanhã.

A polícia já foi acionada e está tomando as devidas providências. Apesar do apelo nas redes sociais, Carmem diz que ainda não recebeu nenhuma informação. Felipe e Kamily moram em Belém, e estavam se preparando para voltar à Belém para prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no último domingo (5), mas não apareceram.

Fonte: DOL.
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Hospital abre vaga para psicólogo e fonoaudiólogo em Altamira. Saiba mais:

Duas boas oportunidades de emprego foram divulgadas hoje. A empresa Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar está com vagas abertas para os cargos de psicólogo (a) e fonoaudiólogo (a).

Os interessados devem ter disponibilidade para residir em Altamira, onde trabalharão no Hospital Regional Público da Transamazônica. Todos os cargos ofertados estão disponíveis para pessoas com deficiência (PCD).

Cargo: Psicólogo
Número de vagas: 1 (uma)
Forma de candidatura: cadastramento do currículo no site www.prosaude.org.br/trabalheconosco
Pré-requisitos: Ensino Superior completo em Psicologia, registro no Conselho Regional da classe e disponibilidade de horário.
Horário e escala de trabalho: 220 horas.

Cargo: Fonoaudiólogo
Número de vagas: 1 (uma)
Forma de candidatura: cadastramento do currículo no site www.prosaude.org.br/trabalheconosco
Pré-requisitos: Ensino Superior completo em Fonoaudiologia, registro no Conselho Regional da classe e disponibilidade de horário.
Horário e escala de trabalho: 220 horas.

Fonte: DOL.
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Ministro diz que quem ganha mais de 5 salários mínimos está acima da justiça

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso criticou a forma como as pessoas são punidas no Brasil, em entrevista durante o Fórum sobre “Combate à Corrupção e Compliance”, evento promovido pela Escola Brasileira de Direito (EBRADI), na ExpoTransamerica, em São Paulo.

Na ocasião, ele não evita dizer que o direito penal brasileiro “não consegue atingir quem ganha mais de 5 salários mínimos. Além de ter criado um país de ricos delinquentes. Nosso Direito é feito para prender menino pobre com 100 gramas de maconha.”

O ministro também pontuou que o momento da Operação Lava Jato é oportuno para esconder a corrupção já enraizada no Brasil. Barroso é uma das principais vozes da operação na Corte, além disso, ele defende o fim do modelo amplo para foro privilegiado.

“Defendo que só exista foro para casos no exercício do mandato. Isso eliminaria 80% dos casos”.

Fonte: DOL.
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