Governo chinês destrói igreja cristã não regulamentada

A igreja tinha cerca de 50 mil fiéis

As autoridades chinesas demoliram uma igreja cristã evangélica ao norte do país, em Linfen, na província de Shanxi.

O Partido Comunista costuma desconfiar de movimentos organizados que possam fugir de seu controle, principalmente organizações religiosas.

Pastores e membros da igreja destruída, a Jindengtai (candelabro dourado), já haviam sido presos em 2009 após uma ação violenta da polícia do governo na região.

A província de Shanxi foi uma das primeiras regiões chinesas a receber missões de cristãos protestantes, desde o fim do século 19, sendo atingida também pela rebelião dos Boxers (1899-1901), movimento antiocidental e anticristão que matou mais de 30 mil chineses cristãos.

Segundo o jornal chinês “Global Times”, a demolição faz parte de uma campanha municipal para eliminar construções ilegais. A igreja tinha cerca de 50 mil fiéis.

As religiões oficialmente reconhecidas na China (catolicismo, protestantismo, islamismo, budismo e taoismo) estão estritamente sob controle e regulação.

Há na China, segundo dados de 2014, 5,7 milhões de católicos e 23 milhões de protestantes, porém este número não inclui membros de igrejas não reconhecidas, majoritariamente protestantes. Outras igrejas não oficiais foram destruídas na China nos últimos anos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Helicóptero desaparece na Índia com sete pessoas a bordo

A aeronave servia a estatal petroleira Oil and Natural Gas Commission

Um helicóptero que servia a estatal petroleira Oil and Natural Gas Commission desapareceu sobre o Mar da Arábia na manhã deste sábado (13), anunciou a marinha indiana. Na aeronave estavam dois pilotos e cinco funcionários da estatal que seguiam para uma plataforma.

De acordo com informações da Associated Press, o porta-voz da marinha, capital D. Sharma, informou que um avião e alguns navios foram enviados para a região para reforçar as buscas.

O piloto perdeu contato com o controle de tráfego aéreo logo após a decolagem do aeroporto Juhu. A aeronave pertence à companhia estatal Pawan Hans.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Homem vai cobrar dívida de R$ 5 e é esfaqueado por dois

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima ferida e o levou até o Hospital Regional de Ariqueme

Um homem foi encontrado por policiais, após sofrer uma tentativa de de homicídio ao tentar cobrar uma dívida de R$ 5. A vítima foi esfaqueada duas vezes, pelo homem a quem cobrara a dívida e um outro, que estava no local quando chegou. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (12), no Vale do Jamari, em Rondônia.

De acordo com informações do ‘G1’, ele havia ido na casa de um conhecido, no Setor 8, para cobrar uma dívida, quando iniciou-se uma discussão. Em seguida, um dos suspeitos pegou uma faca e foi em direção a vítima. Ao tentar se defender com o braço, ele foi ferido no pulso. O homem correu, mas foi atingido novamente na cabeça e nas costas.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima ferida e o levou até o Hospital Regional de Ariquemes. Os dois suspeitos não foram localizados e o caso foi registrado como tentativa de homicídio na Delegacia de Polícia Civil de Ariquemes, que investiga o ocorrido.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Corinthians muda foco e negocia com atacante Gilberto, ex-São Paulo

Henrique vira plano B, já que Fluminense pediu muito dinheiro por ele

A busca por um atacante para substituir Jô no Corinthians continua forte. O alvo da vez é Gilberto, ex-São Paulo. O jogador aparece como opção mais barata e fácil, já que está sem clube.

A diretoria corintiana entrou em contato com representantes do atleta para tentar um acordo.

Gilberto tem 28 anos e disputou o último Brasileiro pelo São Paulo. Lá jogou 43 vezes e fez 15 gols.

Um obstáculo é o Santos, que também tem interesse em seu futebol e o procurou recentemente.

Além do São Paulo, Gilberto também tem passagens pelo Chicago Fire-EUA, Vasco, Toronto FC-CAN, Portuguesa, Sport, Internacional, Vera Cruz-PE e Santa Cruz.

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A chegada de um centroavante é a prioridade da diretoria do Corinthians. O clube aguarda apenas a realização de exames médicos de Henrique e Mateus Vital para confirmar a contratação do zagueiro e do meia, respectivamente. O acerto com um substituto de Jô seria a última peça para a montagem do elenco do técnico Fábio Carille.

Enquanto um novo centroavante não chega, o treinador deve dar mais uma chance para Kazim. O turco foi titular contra o PSV e será também diante do Rangers, pela Florida Cup.

Quanto a Henrique Dourado, o Corinthians segue interessado, mas virou segunda opção. O Corinthians ofereceu pagar R$ 8 milhões pelo jogador e o Fluminense quer 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 18 milhões), valor da multa rescisória.

As duas partes estão dispostas a melhorar os valores, mas a distância ainda é grande. O time paulista cogitou ceder alguns jogadores, mas os tricolores recusaram. A negociação só será retomada se um dos lados ceder bastante em relação ao que pretende.

Fonte: R7 Notícias.
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Jogador com passagem pelo Vasco é assassinado a tiros no litoral de São Paulo

Alan Júnior Pereira Alves foi morto nesta última sexta-feira (12), em Praia Grande, município da Baixada Santista, litoral de São Paulo. O jogador de futebol iniciou a carreira no Atlético Sorocaba, mas teve passagem pelo Vasco. Atualmente defendia o Club Deportivo y Social Santa Rita, do Equador, e passava férias em sua cidade de origem.

De acordo com informações do jornal A Tribuna , o jogador estava conversando com um amigo na rua, identificado como Mafaldo Alexandre Pereira. Os dois foram surpreendidos por uma dupla que passou de moto e atirou contra ambos. Alan Alves não resistiu aos ferimentos e morreu na hora. Já seu colega, foi encaminhado ao Pronto-Socorro do Quietude e encontra-se em estado grave.

Segundo uma fonte à publicação, Alan estava em Praia Grande desde dezembro e tinha vindo ao Brasil para passar as férias com a família. Ele retornaria ao Equador na sexta, mas havia mudado sua passagem um dia depois. “Não sei nem o que falar. Ele era um ídolo dos moradores daqui, um menino exemplar. Nunca foi envolvido com drogas e não tinha inimigos. Acredito que ele estava no lugar errado e na hora errada”, disse.

No perfil de Alan no Facebook, inúmeros amigos e familiares se mostraram inconformados com o acontecimento e lamentaram o ocorrido. A causa do assassinato ainda não foi identificada e as autoridades irão apurar o caso. Aos 26 anos de idade, o atleta também teve passagem pela Portuguesa do Rio de Janeiro, Sines de Portugal, Comercial, Arapongas e Goytacaz.

Nas redes sociais, o clube equatoriano lamentou a morte de seu jogador. “O Santa Rita lamenta profundamente o falecimento de Alan Pereira, ex-futebolista da nossa instituição na temporada 2017. A nossa nota de sentidas condolências aos seus familiares, perante esta tragédia, Deus lhes dê a força necessária para suportar esta dor. Descanse em paz, irmão”, escreveu.

Fonte: Esporte – iG .
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Papa Francisco vai receber os mais pobres, o lado menos visível do Chile

O papa vai visitar o Lar de Cristo, que atende a cada ano cerca de 37 mil pessoas

O papa Francisco vai se reunir no Chile com os “mais pobres entre os pobres”, o lado menos visível de um dos países com maior desenvolvimento econômico da América Latina, mas que esconde uma profunda desigualdade e segregação social.

Francisco vai visitar o Lar de Cristo, a maior entidade de ajuda social no Chile, que atende a cada ano cerca de 37 mil pessoas – idosos, crianças, sem-teto e dependentes químicos.

“Fazem parte dos mais pobres entre os pobres no Chile”, disse à AFP o sacerdote Pablo Walker, capelão do Lar de Cristo, uma instituição fundada em 1944 pelo jesuíta Alberto Hurtado, primeiro santo chileno.

A oeste de Santiago, um lugar pouco visitado pelos turistas que se multiplicam na capital chilena, estão os escritórios centrais do Lar de Cristo, o santuário do padre Alberto Hurtado.

Ali, Francisco vai se reunir na próxima terça-feira com um pequeno grupo de “acolhidos” pela instituição para conhecer, em primeira mão, suas histórias, enquanto tomam um mate e comem as típicas sopaipillas, uma massa frita.

Eles representam o lado mais escondido do Chile, o país com maior receita per capita da região (cerca de 20 mil dólares) e o segundo com menor pobreza, embora seja um dos mais desiguais, como resultado da rigorosa aplicação de políticas neoliberais.

“A pobreza no Chile tem o traço da derrota, porque há uma narrativa de ser um país onde quem quer conseguir algo, pode. Então, os pobres não puderam”, explica Walker.

‘Pobreza disfarçada’

A pobreza no Chile caiu de 40%, no começo dos anos 90, aos 11,7% atuais, muito abaixo da média da América Latina, onde o índice aumentou em 2016, alcançando 30,7% da população (186 milhões de pessoas).

Mas, no Chile, há uma “pobreza disfarçada”, conta à AFP o sacerdote jesuíta Felipe Berríos, que passou uma temporada na África e hoje vive em um dos assentamentos mais pobres do país, erguido sobre um aterro sanitário na região norte.

“Certamente o país tem padrões hospitalares e estabelecimentos educacionais melhores, mas diferentemente do que eu vi na África, onde não havia nada, essa é uma pobreza com coisas. Aqui, as pessoas têm coisas, mas são pobres”, descreve o sacerdote.

E o consumismo – favorecido pelo amplo acesso ao crédito – provocou uma espécie de miragem, em que o Chile teria combatido a pobreza extrema, conta o religioso.

Quem passou anos deixado de lado, catando no lixo ou vivendo de esmolas, hoje pode comprar algo novo, mas em muitas parcelas, exemplifica o sacerdote, fundador da iniciativa Teto, que constrói casas sociais em toda a América Latina.

Segundo dados da Fundação Sol, quase 11 milhões de chilenos (de um total de 17,5 milhões) têm algum tipo de dívida.

Por isso, mesmo trabalhando, alguns continuam pobres, explica Recaredo García, economista e pesquisador da Fundação Sol. Ele calculou que, sem subsídios ou transferências estatais, a pobreza afetaria 26,9% dos chilenos, chegando a 28% no caso das mulheres.

“Quando se fala do crescimento econômico do Chile nas últimas décadas e que o resultado deste modelo neoliberal foi melhorar o poder aquisitivo das pessoas e suas condições de vida, as evidências empíricas nos indicam que não foi assim”, conclui García.

A maioria dos lucros do crescimento econômico no Chile se concentraram nos setores mais ricos do país.

Um estudo recente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) identificou que 33% da receita gerada pela economia chilena fica nas mãos do 1% mais rico da população.

E 0,1% do segmento mais rico, cerca de 10 mil pessoas, concentra 19,5% da receita.

Enquanto 90% dos trabalhadores de classe média alta dizem que seu salário é bom para viver, 47% dos de classe mais baixa lutam para sobreviver.

Fonte: Diário de Pernambuco.
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Países e organizações indignadas com Trump por declarações racistas

Vários países africanos e representantes de organizações internacional criticaram duramente o presidente Donald Trump por se referir ao Haiti, El Salvador e nações africanas como “países de merda”.

Trump recorreu imediatamente a sua arma favorita, o Twitter, para se defender e negar que tenha usado esta expressão, mas rapidamente foi desmentido por um senador do Partido Democrata que estava presente na reunião e confirmou que o presidente proferiu as ofensas.

“O primeiro representante dos Estados Unidos se expressando nesses termos é indigno, preocupante e ofensivo”, afirmou neste sábado no Twitter a secretária-geral da Organização Nacional de Francofonia (OIF), a canadense Michaëlle Jean, de origem haitiana.

Em poucas horas, o assunto se transformou num escândalo internacional e gerou uma forte onda de indignação.

“Se forem confirmados, são comentários escandalosos e vergonhosos por parte dos Estados Unidos. Lamento, mas a única palavra que se pode utilizar é racista”, afirmou, em Genebra, o porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU, Rupert Colville.

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O governo do Haiti, que na sexta recordou o devastador terremoto de 2010, emitiu uma nota na qual considerou “inaceitáveis” as declarações de Trump “odiosas e abjetas”, por achar que refletem “uma visão simplista e racista completamente equivocada”.

A União Africana condenou as declarações “ofensivas e perturbadoras” do presidente americano.

“Isso é ainda mais ofensivo dada a realidade histórica do número de africanos que chegaram aos Estados Unidos como escravos”, disse à AFP Ebba Kalondo, porta-voz do presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki.

O governo de Botsuana convocou o embaixador americano para explicar se essa nação africana é “considerada um país de merda”.

O governo de El Salvador, por sua vez,também protestou “exigindo respeito à dignidade de seu nobre e corajoso povo”, em comunicado lido pelo presidente Salvador Sánchez Cerén.

As expressões “agridem a dignidade” dos cidadãos salvadorenhos, completou.

– Desmentido de Trump –

Em uma primeira mensagem no Twitter, Trump admitiu que foram ditas coisas “duras” em uma reunião na Casa Branca ontem pra discutir imigração, mas garantiu que “essa não foi a linguagem usada”.

Uma hora mais tarde, Trump voltou ao tema no Twitter para assegurar que nunca disse “qualquer coisa depreciativa sobre os haitianos, além de dizer que o Haiti é, obviamente, um país muito pobre e com muitos problemas”.

Pouco depois, porém, o senador democrata Rick Durbin, que participou da reunião, disse que Trump de fato se referiu a “países de merda” e que fez isso mais de uma vez.

Trump “tuitou esta manhã negando que usou essas palavras. Não é verdade. Ele disse essas coisas cheias de ódio, e as disse repetidamente (…) Deu essas declarações vis e vulgares, chamando essas nações de países de merda”, lamentou Durbin.

Diversas fontes apontam que Trump se referia a nações africanas, ao Haiti e a El Salvador.

“Por que todas essas pessoas de países de merda vêm aqui?”, teria dito Trump, acrescentando que queria imigrantes de países nórdicos, como a Noruega.

O congressista democrata negro Cedric Richmond e seu colega Jerrold Nadler, integrante do Comitê Judicial da Câmara de Representantes, revelaram que planejam promover uma moção de censura contra Trump, na próxima semana.

“Temos que mostrar ao mundo que este presidente não representa os sentimentos da maior parte do povo americano”.

Nos Estados Unidos, as reações também não demoraram a aparecer.

Nascido em Chicago e filho de pais porto-riquenhos, o congressista democrata Luis Gutiérrez comentou que “agora se pode dizer com 100% de certeza que o presidente é um racista”.

“Tenho vergonha do nosso presidente”, acrescentou.

A onda de indignação também imperava entre os republicanos. A legisladora Mia Love, de família haitiana, disse que a declaração de Trump era “divisiva” e defendeu que um pedido de desculpas é imperativo.

Para Tim Scott, o único senador negro entre os republicanos, as declarações de Trump são “decepcionantes”.

Na quinta-feira, Trump recebeu na Casa Branca um grupo de congressistas democratas e republicanos para tentar chegar a um acordo sobre uma lei geral migratória.

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O republicano Lindsey Graham e o democrata Durbin tentavam alinhavar o acordo, mas, ao chegarem à Casa Branca, observaram que Trump estava acompanhado de outros legisladores que defendem “linha dura” com os imigrantes.

O acordo tenta chegar a uma saída para a situação dos cerca de 680 mil jovens que ingressaram de forma irregular no país ainda crianças e que regularizaram seu status com o programa DACA, aprovado durante o governo de Barack Obama e cancelado por Trump.

Fonte: em.com.br
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Topless, Fani Pachecho posa com calcinha assinada em foto sem retoques

Ex-BBB postou imagem “crua” nas redes sociais

Com seu nome pintado na calcinha, Fani Pacheco fez a alegria dos fãs ao compartilhar uma prévia de um ensaio nua que fez recentemente.

A ex-BBB postou imagem “crua” nas redes sociais e garantiu a ausência de retoques. “Prévia do ensaio que mostra em forma de foto a nudez e as nuances da minha alma, com a foto crua. Falo sobre a beleza da realidade. Falo da plenitude da Alma em primeiro lugar. Isso é perfeição!”, escreveu na legenda do clique.

Fonte: marie claire.
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Todos os problemas do Brasil advêm da violência e da mobilidade social

Somos genocidas. No Brasil, em 2017, foram mais de 60 mil assassinatos, entre inocentes, ladrões de galinha, bandidos e policiais. Isso significa 12% de todos os assassinatos em todo o planeta.

O Brasil só tem dois problemas principais: violência e mobilidade social. Todo o resto advém disso, do desemprego à desigualdade de renda, do corporativismo à baixa produtividade, da péssima elite política ao racismo e rentismo nosso de cada dia. Nosso Estado não entrega mínimas condições de as pessoas sobreviverem e investirem recursos (não só dinheiro) no seu futuro. É mais que falta de saúde e educação, é falta de esperança.

Diz a etiqueta que um novo colunista deve se apresentar, e aqui vai minha declaração de princípios: o de um economista que vê na injustiça social o maior entrave a sairmos da armadilha da classe média.

Hoje, sou professor da New York University Shanghai, da Fundação Dom Cabral e da Copenhagen Business School. Nesta coluna, quero trazer as melhores práticas mundiais e evidências científicas com um único objetivo: um novo contrato social de desenvolvimento de longo prazo que combina justiça social com proteção ao ambiente.

O termo-chave é longo prazo. O caminho vai ser longo e tortuoso. Não há saídas fáceis nem imediatas. Nossa próxima geração está a ponto de ser perdida e, mesmo que façamos tudo o mais rapidamente possível, ainda mataremos milhares de brasileiros nos próximos anos, além de mantermos alijados outras dezenas de milhões.

Parafraseando H.L. Mencken, grande pensador americano do início do século 20: “Para todo problema complexo existe uma solução simples. E errada”.

A falta de esperança é mais aguda nos jovens que entram no mercado de trabalho. China e Dinamarca têm algo em comum hoje: os jovens sabem que por esforço e persistência podem alcançar uma vida melhor para suas famílias. Isso vale até para os cerca de 200 milhões de migrantes que vivem de forma semilegal no leste chinês.

Isso não existe no Brasil. Cresci parte da minha infância em Madureira, área pobre e violenta do Rio. Não conheço ninguém dessa época que tenha virado classe média alta ou rico.

Mas essa não é uma história de meritocracia, e sim quase um espelho do principal resultado de um dos melhores artigos de economia de 2017, de Raj Chetty e coautores, que mostra que crianças pobres em regiões mais ricas conseguem ascender muito mais facilmente.

No nosso caso, éramos classe média alta até minha mãe pedir o divórcio e levar os filhos para reconstruir a vida, custasse o que custasse. Mas, como ainda tínhamos família em áreas nobres do Rio, íamos para boas escolas. Isso mais as vantagens dos primeiros anos em ambiente rico, muita sorte e, sim, também esforço são os responsáveis pelo nosso sucesso.

Não houve meritocracia. Éramos da elite e, por caminhos tortos, com um pouco mais de esforço, voltamos ao nosso lugar. Que no Brasil é quase de direito.

Precisamos de políticas pró-mobilidade, que certamente reduziriam desigualdade. E que vão requerer esforço por parte de todos.

Muitas medidas são contraintuitivas. Abertura comercial unilateral e reformas que parecem intragáveis são fundamentais para os mais pobres. Outras são mais aceitas, como redesenho para expansão do Bolsa Família e sistemas de cotas. Economia com justiça social.

Nenhum país se desenvolveu em um piscar de olhos. Não é fácil e vai demorar, mas que tal tentarmos?

Fonte: Folha de São Paulo.
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Ave do Pará surgiu da rara mistura de duas espécies

Um caso misterioso de origem de espécies finalmente foi elucidado por pesquisadores do Brasil e do Canadá. Análises de DNA e das propriedades ópticas das penas revelaram que o dançador-de-coroa-dourada (Lepidothrix vilasboasi), pássaro que só existe no Pará, é uma ave híbrida, que surgiu da mistura de outras duas espécies há mais de 150 mil anos.

Casos como esses são raríssimos –existem apenas quatro espécies de aves de origem híbrida confirmadas no mundo todo, e o passarinho paraense é o primeiro do tipo no Brasil.

Os resultados estão em artigo na revista científica “PNAS”. A pesquisa é assinada por Alexandre Aleixo, do Museu Paraense Emilio Goeldi, e por Alfredo Barrera-Guzmán, da Universidade de Toronto, entre outros cientistas.

Quem olha para o mapa da distribuição geográfica do bicho na Amazônia já consegue ter uma ideia inicial a respeito de como ele surgiu. Hoje, é possível encontrar o dançador numa área que fica entre a margem direita do rio Tapajós e a margem esquerda do rio Jamanxim.

Dois parentes próximos da ave –seus prováveis “pais”– habitam áreas que flanqueiam esse território. Do lado oeste ficam as matas frequentadas pelo uirapuru-de-chapéu-branco (L. nattereri), enquanto no leste vive o cabeça-de-prata (L. iris).

O do cabeça-de-prata, aliás, muda de cor dependendo de como a luz incide sobre ele, mais ou menos como uma bolha de sabão –pode parecer rosado ou azulado, além de prateado. Nesse ponto, o L. vilasboasi foge do padrão de seus parentes, com seu topete amarelo um pouco menos brilhante.

OLÁ, SUMIDO

Foi com base nessa distinção que o primeiro ornitólogo a encontrar o pássaro, o alemão Helmut Sick, acabou considerando que ele merecia ser classificado como espécie e deu-lhe um nome em homenagem aos indigenistas da família Villas-Bôas.

Depois do registro inicial da existência do bicho, porém, passaram-se 45 anos sem que ele voltasse a ser visto, o que levou alguns pesquisadores a imaginar que o dançador-de-coroa-dourada fosse apenas um híbrido ocasional das duas espécies de topete brilhante, talvez uma versão emplumada das mulas (filhas de jumentos e éguas, membros de duas espécies diferentes –a analogia é imperfeita porque essas espécies de aves ainda são bastante próximas geneticamente).

Desde 2002, porém, o L. vilasboasi e seu topete amarelo voltaram a ser vistos nas matas entre o Tapajós e o Jamanxim, e agora a equipe brasileiro-canadense apresentou análises de DNA de mais de cem indivíduos das três espécies. O veredicto: o dançador “tem composição genética rigorosamente intermediária entre as duas espécies que o circundam”, diz Aleixo, do Museu Goeldi.

Várias pistas indicam que essa mistura é antiga. Uma delas tem a ver com a chamada heterozigosidade –uma medida de quanto um indivíduo é heterozigoto, ou seja, carrega cópias diferentes de um gene vindas do pai e da mãe. O DNA de animais como aves (e humanos) sempre vem em duas cópias, com um conjunto de genes derivados do lado paterno e outro vindo do lado materno.

Dependendo de uma série de fatores, esses pares de cópias podem ser iguais (homozigotos) ou diferentes (heterozigotos).

Acontece que, num indivíduo híbrido de primeira geração, espera-se que um elevado nível de heterozigosidade –afinal, ele está recebendo genes de duas espécies diferentes. No caso do dançador, porém, esse nível está abaixo do esperado, o que significa que, após a “mestiçagem” inicial, a espécie teve tempo para desenvolver características genéticas próprias ao longo de gerações.

Essa ideia foi confirmada pela descoberta de híbridos recentes entre as duas espécies “genitoras” –os quais, surpreendentemente, não contavam com o topete amarelo, mas sim com penas brancas no alto da cabeça.

A análise das propriedades ópticas dessas penas mostrou que a coloração típica do L. vilasboasi se deve ao acúmulo de carotenoides. Além disso, como no caso dos genes, a estrutura das penas, responsável pela interação delas com a luz e, portanto, pela coloração, também é intermediária na espécie híbrida.

Por que o amarelo, então? “A ideia é que surgiu uma população híbrida que provavelmente ficou isolada geograficamente”, explica o pesquisador brasileiro.

“Os machos dessa população”, prossegue, “tinham coroa bem menos brilhante do que a das demais espécies. Isso levou a uma pressão de seleção forte em favor de qualquer macho que tivesse uma coroa mais chamativa do que a média. Alguma mutação deve ter possibilitado a incorporação dos carotenoides na coroa, favorecendo os machos com as penas amarelas.”

Aleixo diz que agora o importante é estabelecer estratégias para conservação –o bicho, afinal, só pode ser encontrado na zona de influência da BR-163, região que tem sofrido pressão do desmatamento por causa do avanço do agronegócio. A ave já consta da lista brasileira de espécies ameaçadas

Fonte: Folha de São Paulo.
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