Exportações: o Brasil mais vendeu nas primeiras semanas de janeiro

Conheça cada um dos itens

Após recorde em 2017, o desempenho o saldo da balança comercial brasileira está em alta: nas duas primeiras semanas de janeiro, as vendas para fora superaram as importações em US$ 1,49 bilhão. Confira:

Petróleo e derivados

Com a Petrobras em recuperação, o país voltou a crescer na venda de petróleo e derivados. Nas duas semanas de janeiro, a média diária de vendas ficou em US$ 130 milhões.

Materiais de transporte

São reboques, carrocerias e outros equipamentos produzidos no país. Nas duas semanas de janeiro a média diária de exportações ficou em US$ 76,4 milhões.

Minério

O Brasil se mantém como um importante produtor e exportador de minério. Em janeiro, a média diária de vendas ficou em US$ 74,89 milhões.

Metalúrgicos

Cada vez mais o país tem vendido produtos com valor agregado. E os itens metalúrgicos, apenas em duas semanas, alcançaram a média diária de exportações de US$ 73,1 milhões.

Químicos

O Brasil também desenvolve e vende produtos químicos – a indústria nacional exportou, na média diária, US$ 59,2 milhões.

Soja

O agronegócio brasileiro está entre os mais produtivos do mundo. A cada ano, produz da terra uma quantidade maior de alimentos. Toda essa tecnologia ajuda o país a exportar. Em janeiro, a média diária de vendas ficou em US$ 54,8 milhões.

Carnes

A proteína animais brasileira é uma das mais desejadas do mundo e isso se reflete nas exportações. Nas duas primeiras semanas de janeiro as vendas ficaram em US$ 48 milhões.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Emerson Sheik está de volta ao Corinthians

Clube acertou o retorno do atacante, campeão mundial em 2012

O Corinthians acertou nesta segunda-feira (15) o retorno do atacante Emerson Sheik ao clube, segundo informou o UOL. Ele está com 39 anos.

Em 2012, Sheik conquistou a Libertadores e o Mundial de Clubes com a camisa do Timão. Ele deixou a equipe até 2015, quando se transferiu para o Flamengo. No ano passado, ele defendeu a Ponte Preta, que acabou rebaixada à Série B do Brasileirão.

O jogador deve passar por exames médicos nesta terça-feira (16), em São Paulo, para então assinar contrato com o Corinthians.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Brasil é o país mais violento para populações camponesas no mundo

Pastoral da Terra: 65 pessoas foram assassinadas em conflitos no campo em 2017

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) contabiliza 65 pessoas assassinadas em conflitos no campo em 2017, o que faz do Brasil o país mais violento para as populações camponesas no mundo, de acordo com a CPT. Os dados são preliminares e devem integrar relatório que a comissão divulga, todos os anos, com balanço sobre conflitos no campo no país.

O estudo destaca o crescimento de assassinatos em massa como método para exterminar grupos que atuam em defesa de direitos. Nos últimos anos, as mortes de lideranças vinham sendo mais frequentes que as chacinas, por isso a comissão caracteriza o ano de 2017 como “o da volta dos massacres no campo”. “O que nós estamos vendo é isto: um Brasil que está eliminando, de forma sistemática, pessoas que lutam pela terra, pela água”, diz o integrante da coordenação nacional da CPT, Paulo César.

Entre os crimes mapeados pela CPT, estão as chacinas de Pau D’Arco, no Pará, em maio, quando dez trabalhadores rurais foram assassinados; de Colniza, em Mato Grosso, em abril, quando nove posseiros e agricultores foram executados; e a de Vilhena, no estado de Rondônia, onde três trabalhadores rurais foram mortos por lutarem pela reforma agrária, segundo as informações recebidas por integrantes da comissão que atuam em diferentes regiões do Brasil.

Paulo César relata que a Pastoral da Terra avalia que a situação guarda conexão com a crise política vivenciada no Brasil, o que leva à agudização também das disputas de interesses entre comunidades tradicionais, agricultores em geral e grupos interessados em explorar territórios, como o agronegócio, setor que tem conquistado mais espaço institucional: “O significado disso para o campo está sendo desastroso, porque tanto a força das bancadas quanto das empresas que alimentam essa política têm sido muito grande”.

Os dados de 2017 revelam que houve piora no cenário em relação ao ano anterior, quando o relatório da CPT indicou o pior resultado desde 2003. Em 2016, as diversas formas de violência no campo resultaram em 61 mortes. Em 2015 foram 50 pessoas assassinadas em conflitos agrários. Diante disso, a comissão alerta que é preciso ter políticas efetivas para garantir segurança às pessoas que vivem e lutam no campo.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Ato bloqueia pista central da Radial Leste com barricada de fogo

Polícia está no local para investigar o protesto

A pista central da Avenida Radial Leste, no sentido Centro, foi bloqueada por um protesto na manhã desta terça-feira (16), na Zona Leste de São Paulo.

O ato contou com uma barricada formada com pneus, que pegava fogo por volta das 6h20. De acordo com o G1, ainda não se sabe o motivo do ato e não há manifestantes na via. A Polícia está no local para investigar o ocorrido.

Ainda segundo a reportagem, motoristas devem seguir pela rua da Mooca como via alternativa.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Papa encontra público ‘dividido’ no Chile

Insatisfação contra igreja se acentuou após a repercussão, em 2010, dos crimes de pedofilia do então sacerdote Fernando Karadima

O papa Francisco chegou ao Chile no início da noite desta segunda-feira (15) ciente de que não é um campeão de popularidade por ali. Segundo o instituto Latinobarómetro, trata-se do país latino-americano onde menos se confia neste pontífice (sua nota é de 5,3, ante uma média de 6,8 de sua avaliação na região) e na Igreja Católica, em geral, com apenas 45% dos chilenos se declarando católicos – o índice caiu cerca de 20 pontos percentuais desde 2010.

A Igreja chilena afirma que há mais de 13 milhões de católicos no país, ou seja, 74% da população. Mas pesquisas como as do Latinobarómetro e outra, a Pesquisa do Bicentenário feita em 2014, indicam que esse número estaria agora em torno de 59%.

A queda se acentuou após a divulgação com intensa repercussão midiática em 2010, dos crimes de pedofilia do então sacerdote Fernando Karadima, 87, um dos religiosos mais importantes do país.

O Vaticano realizou uma investigação e o considerou culpado de 75 casos de abusos a menores, afastando-o em 2011. Porém, os chilenos cobram do papa um posicionamento mais condenatório não apenas contra Karadima, mas também contra sacerdotes e bispos acusados de terem encoberto o caso por vários anos.

Há, ainda, desconforto entre os chilenos pelo fato de, até agora, o papa ter mostrado simpatia pela causa da Bolívia em sua reivindicação por um acesso ao mar, recuperando parte de seu território perdido para o Chile, num conflito no século 19.

Apesar de haver um tratado entre os dois países desde 1904, fixando a fronteira como é hoje, o atual presidente boliviano, Evo Morales, tem buscado levar a questão a fóruns e organismos internacionais, como o Tribunal de Haia, como uma espécie de cruzada nacionalista que tem servido também a seus propósitos eleitorais.

Quando visitou a Bolívia em 2015, e há duas semanas, ao receber Morales em Roma, o papa Francisco se declarou simpático à causa. Há tensão em Santiago sobre o que ele poderá dizer sobre o tema aos chilenos. Em especial, à presidente Michelle Bachelet, em seu encontro com a mandatária, no palácio de La Moneda, nesta terça-feira (16).

A posição do Chile é a de que não há volta atrás em relação ao estabelecido pelo tratado, até porque este também criou vantagens para os bolivianos, como a eliminação de impostos para que seus produtos fossem transportados por terra até portos no Chile, onde podem, então, ser embarcados.

Também há protestos contra o gasto com a segurança do pontífice e da declaração de feriado nos dias e nas cidades pelas quais irá passar enquanto estiver no país. Uma pesquisa recente do Instituto Cadem aferiu que apenas 23% dos entrevistados qualifica a visita como “muito importante”, enquanto 50% a considera “pouco ou nada importante”.

Além disso, 54% afirmam estar “em desacordo” com a declaração de feriado durante a presença do pontífice em Iquique, Santiago e Temuco porque o Chile é, oficialmente, um Estado laico.

ATAQUES A IGREJAS

Até agora, o desconforto com a visita papal tem se mostrado por meio de ataques a igrejas nos últimos dias, reivindicados pelo grupo Lautaro -uma guerrilha ativa nos anos 1980 e que realizava atentados contra a ditadura militar (1973-1990).

Nos últimos anos, o grupo vem se rearticulando e abarcando bandeiras como o anarquismo e a causa de grupos indígenas mapuche que reivindicam parte dos territórios chileno e argentino.

Também entre políticos chilenos e simpatizantes da esquerda, a visita do papa é malvista. Está viva na memória de muitos chilenos a visita amigável do papa João Paulo 2º ao país, em 1987, na qual saiu na varanda do Palácio de La Moneda, sede do governo chileno, ao lado do ditador Augusto Pinochet.

TCHAU, ARGENTINA

Ao sobrevoar o território da Argentina, seu país natal, a caminho do Chile, Francisco mandou uma mensagem aos conterrâneos: “Enquanto sobrevoo o espaço aéreo argentino, estendo minhas calorosas predições e envio meus melhores desejos de coração a todo o povo da minha pátria, garantindo-lhes minha proximidade e bênçãos”.

Como costuma fazer, Francisco pediu que os argentinos rezassem por ele. A mensagem segue o protocolo de enviar declarações a todos os países que o papa sobrevoa em suas viagens.

O presidente Mauricio Macri agradeceu publicamente e completou: “Desejo [ao papa] que sua visita aos irmão do Chile e do Peru seja fonte de paz, esperança e inspiração. A Argentina o acompanha com o carinho e o respeito de sempre”.

Com esta viagem, Francisco terá visitado nove países da América Latina desde sua ascensão, em 2013, sem nunca ter voltado à Argentina, onde teme que sua imagem seja usada politicamente.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Altamira- Homem deixa carta após assassinar ex: ‘Matei porque não me amava’

O suspeito, que fugiu após cometer o crime, está sendo procurado pela polícia

Inconformado com o fim do relacionamento, um homem matou a ex-mulher em Altamira, no Pará, nesta segunda-feira (15). Perto do corpo de Deusiane Araújo Conceição, 27 anos, a polícia encontrou uma carta escrita pelo suspeito, que confessou o crime. A vítima foi assassinada na residência do casal.

“Eu matei ela porque ela falou que não morava eu mais (sic) e eu tenho uma filha muito linda e amável. Falei pra ela que no dia que ela tirasse ela de mim fazia uma besteira com ela. E hoje, dia 15 e janeiro, eu matei ela e agora me mato (…)”, relatou na carta o autor do homicídio, identificado como Ediones Santos de Souza.

De acordo com o G1, a vítima tinha manchas de sangue e estava suja de fezes. Ediones, que fugiu após cometer o crime, está sendo procurado pela polícia. A corporação acredita que Deusiane tenha sido asfixiada, já que não havia marcas de tiros e nem perfurações. A mulher deixa uma filha, fruto do relacionamento com o suspeito.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Conta dos Estados sai do azul para rombo de R$ 60 bi

Se governadores não tomarem medidas drásticas até o fim do ano, vão entregar um rombo bilionário para seus sucessores

Em um período de três anos, os Estados saíram de um resultado positivo de R$ 16 bilhões em suas contas para um déficit de R$ 60 bilhões no fim de 2017. Isso significa que os governadores assumiram seus postos, em 2015, com o caixa no azul e, se não tomarem medidas drásticas até o fim deste ano, vão entregar um rombo bilionário para seus sucessores

O levantamento feito a pedido do Estado pelo especialista em contas públicas Raul Velloso mostra o resultado de uma equação que os governos não conseguiram resolver: uma folha de pagamento crescente associada a uma queda na arrecadação de impostos por causa da crise econômica. “É o mandato maldito”, diz Velloso. “Diante da pior recessão do País, os Estados saíram de um resultado positivo para um déficit histórico.”

O Rio Grande do Norte foi o Estado cuja deterioração fiscal se deu mais rapidamente nesse período. Depois de ter acumulado um superávit de R$ 4 bilhões entre 2011 e 2014, entrou numa trajetória negativa até acumular um déficit de R$ 2,8 bilhões de 2015 a outubro de 2017.

Esse descompasso fiscal pode ser visto nas ruas. Com salários atrasados, a polícia civil entrou em greve e uma onda de violência tomou o Estado no fim do ano. Os policiais encerraram a paralisação, mas servidores da saúde continuam em greve.

Além do Rio Grande do Norte, os casos de desajuste fiscal que ficaram mais conhecidos foram os do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Mas outros Estados seguem o mesmo caminho, como Goiás, Pernambuco e Sergipe. Eles estão entre os mais mal avaliados pelo Tesouro Nacional sob o ponto de vista de capacidade de pagamentos. “Há uma fila de Estados prontos para passarem por uma crise aguda (como a do Rio Grande do Norte)”, diz o economista Leonardo Rolim, consultor de orçamentos da Câmara.

Para o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, o grande vilão do déficit estadual é o aumento da folha de pagamento dos Estados, que precisa, a cada ano, arcar com um número maior de aposentados. “O envelhecimento da população é muito rápido e, por isso, o aumento dos gastos também.” De acordo com o levantamento de Velloso, as despesas e receitas anuais dos Estados empataram em 2014, atingindo R$ 929 bilhões cada uma. Desde então, as receitas recuaram de forma mais abrupta: atingiram R$ 690 bilhões nos dez primeiros meses de 2017, enquanto as despesas somaram R$ 715 bilhões.

Do lado das receitas, além da crise reduzir a arrecadação com impostos, o corte de repasses do governo federal acentuou a dificuldade dos Estados. “Até 2014, o governo dava empréstimos que mascaravam a situação”, afirma a economista Ana Carla Abrão Costa, que foi secretária da Fazenda de Goiás até 2016.

Se, nos últimos anos, o desajuste fiscal já obrigou a maioria dos Estados a reduzir investimentos, neste ano, o corte deve ser ainda maior. Isso porque, como é último ano de mandato, os governadores não podem deixar restos a pagar para os que assumirem em 2019. Tarefa que, para Velloso, é impossível. “Não tem a menor condição de eles zerarem esses déficits.”

Já Rolim diz que os governadores poderão recorrer a manobras, como o cancelamento de restos a pagar. “É uma espécie de calote. Despesas com obras não concluídas, por exemplo, não tem problema, mas fornecedores poderão ficar sem receber.”

Para Ana Carla, as contas vão acabar fechando porque o ano é de eleição. “Como não podem deixar restos a pagar, os Estados vão buscar recursos extraordinários como nunca”, afirma. O superintendente do Tesouro de Goiás, Oldair da Fonseca, afirmou que o governo trabalha com austeridade para não deixar restos a pagar para 2019. Ele destacou que o déficit de 2017 ficará em R$ 900 bilhões – em 2015, havia sido o dobro.

O secretário das Finanças do Rio Grande do Norte, Gustavo Nogueira, afirmou que a raiz do problema é o déficit previdenciário. O governo de Pernambuco disse que não considera como despesa total as despesa empenhadas (autorizadas), como foi feito no levantamento, e que fechou o ano com receita para cobrir seus gastos. O de Sergipe não retornou.

O governo do Rio afirmou que sua situação foi muito prejudicada pela crise, já que sua economia é dependente da indústria do petróleo. O de Minas Gerais informou que já recebeu o Estado em situação delicada e que a folha de pagamento tem deteriorado as contas ainda mais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Ponte em construção desaba e sete pessoas morrem na Colômbia

Um dos lados da estrutura de mais de 400 metros veio abaixo. Segundo jornal, ela seria entregue em março.

Uma ponte em construção desabou na Colômbia na tarde desta segunda-feira (15) na estrada que liga Bogotá a Villavicencio. A construção fica numa localidade chamada Chirajara.

Segundo informou a Defesa Civil a veículos da imprensa colombiana, sete corpos foram retirados dos escombros. Não há informações de mais feridos e os dados sobre desaparecidos são desencontrados.

Com 446 metros de extensão e 280 metros de altura, a ponte estaiada seria entregue em março.

Fonte: G1,.
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Temer se reúne no Planalto com diretor-geral da Polícia Federal

Michel Temer se reúne com Fernando Segóvia

O presidente Michel Temer se reuniu na manhã desta segunda-feira (15) com o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia.

O encontro, segundo o blog apurou, ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a participação de Gustavo Rocha, subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil.

Procuradas pelo blog, fontes do Planalto afirmam que Segovia foi discutir segurança pública com o presidente. Uma proposta envolvendo policiais federais fardados para atuar no policiamento ostensivo, como fronteiras.

A reunião não constava da agenda oficial do presidente quando este texto foi publicado.

Após o blog procurar o Planalto, a Secretaria de Comunicação da Presidência atualizou a agenda do presidente com o encontro.

O assunto oficialmente ainda não foi divulgado.

Procurada pela produtora Ana Paula Andreolla da TV Globo, a assessoria da Polícia Federal disse que não vai se manifestar sobre o encontro entre Segovia e Temer.

Envio de respostas à PF
Nesta semana, Temer vai entregar à Polícia Federal as respostas das perguntas enviadas a ele pela PF em um inquérito que investiga suposta propina paga ao presidente pela edição de um decreto que beneficiou empresas do setor de portos.

O presidente entregará as respostas até quarta-feira (17), segundo o seu advogado.

Temer recebeu um questionário com 50 perguntas da Polícia Federal no último dia 3.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Pará tem o segundo maior saldo positivo da balança comercial brasileira em 2017

Duas empresas firmaram compromisso de dar início ao processo de verticalização da cadeia da soja: a Louis Dreyfus e a Cevital, que serão as primeiras a agregar valor à essa produção no Pará. Baixar Foto Foto: CAMILA DOMINGUES / DIVULGAÇÃO FOTOS PreviousNext

As exportações do Pará tiveram, em 2017, um aumento de 37,80% em relação ao ano anterior. Foram exportados US$ 14,4 bilhões, contra US$ 10,5 bilhões em 2016. Já as importações diminuíram 12,41%, passando de US$ 1,1 bilhão nesse mesmo ano, para US$ 965,9 no ano passado. Com isso, o superávit em 2017 foi de US$ 13,5 bilhões. Os dados são do Ministério do Comércio Exterior.

Este desempenho coloca o Pará como o segundo maior saldo positivo da balança comercial em todo o Brasil, em 2017, atrás apenas de Minas Gerais (saldo de $ 18 bilhões), à frente de Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. No ano passado, o Pará contribuiu com 6,65% do total das exportações brasileiras.

Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki, um dado relevante é o incremento de exportações de produtos do agronegócio, como soja e outros alimentos: 20,9% a mais que em 2016.

“Este aumento se deve diretamente às políticas de Estado no âmbito do programa Pará 2030, que estabelece metas e ações para o desenvolvimento sustentável da economia paraense em médio prazo”, afirma o secretário. “Algumas cadeias incentivadas pelo programa, como a da soja, já respondem positivamente às políticas implementadas’’, acrescentou.

O agronegócio contribuiu, em 2017, com 11,7% do total de exportações, lideradas pelo setor mineral. No total, foram exportadas no ano passado quase um milhão de toneladas de soja, um incremento de 20% em relação ao ano anterior. “Estes dados também sinalizam ao Estado novas ações”, diz Adnan Demachki.

“Não queremos somente exportar soja. Nosso planejamento é produzir proteína animal. Transformar soja em óleo e farelo, e este em ração. Por fim, a ração será usada para produzir frangos e suínos. Já temos o compromisso de duas empresas para o início da verticalização da cadeia da soja: a Louis Dreyfus e a Cevital, que em breve serão as primeiras a agregar valor à essa produção no Pará’’, frisou.

Pará 2017

Exportações
US$ 14.484.463.701,00 (37,80% mais que em 2016)

Importações
US$ 965.934.631 (- 12,41% em relação ao mesmo período)

Superávit
US$ 13.518.529.070,00

Toneladas exportadas
185.419.353

Toneladas importadas
2.790,539

Participação nas exportações / Brasil
6,65% – 7º maior exportador brasileiro

Saldo/Brasil

Principais produtos exportados / Pará
Minério de ferro – US$ 7.781.843.458 – 53.73%
Outros minérios – US$ 1.941.012.619 – 13.40%
Alumina calcinada – US$ 1.361.873.169 – 9.40%

Agronegócio/exportações / 2017
US$ 1.692.700.255
11,7% do total
2.007.977 toneladas
Crescimento 20,9%

Principais produtos exportados
Soja
Carne bovina
Açaí
Óleos vegetais (palma)
Bovinos
Milho
Cacau

Principais destinos / agronegócio
China
Hong Kong
Estados Unidos
Egito
Países Baixos (Holanda)

Fonte: Agencia Pará.
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