STF mantém prisão de policiais acusados de chacina em fazenda de Pau D’arco

Ministra Cármen Lúcia negou habeas corpus a acusados da morte de dez pessoas na fazenda Santa Lúcia

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de liminar (decisão provisória) em habeas corpus e manteve a prisão preventiva de um grupo de policiais acusados da morte de dez pessoas em uma fazenda de Pau D’Arco, no Pará, em maio de 2017.

A decisão de Cármen Lúcia é desfavorável a dez policiais militares que entraram com recurso no STF após a ministra Laurita Vaz, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ter ordenado, em dezembro, que os acusados voltassem a ser presos preventivamente, a pedido do Ministério Público do Pará.

Já presos desde setembro, por ordem da Vara Criminal de Redenção (PA), os acusados haviam sido soltos no fim do ano passado, após habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), motivo pelo qual o MP-PA recorreu ao STJ.

Na decisão em que determinou que os policiais voltassem a ser presos, a ministra Laurita Vaz escreveu terem sido apontados pela acusação diversos indícios de associação criminosa para a prática de homicídios, torturas, ameaças a testemunhas e manipulação da cena do crime.

Para Laurita Vaz, caso os policiais sejam soltos, “as vítimas sobreviventes, testemunhas, estarão desprotegidas. A colheita de provas também estará ameaçada, uma vez que, como ficou claro, os envolvidos possivelmente não hesitarão em repetir a conduta anterior”.

No recurso ao STF, os advogados dos acusados argumentaram que o recurso do MP-PA ao STJ, que manteve as prisões, não seria cabível, por questões processuais. A ministra Cármen Lúcia, que despacha em regime de plantão durante o recesso da Corte, não acolheu os argumentos.

Após negar a liminar para soltar os policiais, Cármen Lúcia pediu nova manifestação do Ministério Público sobre os argumentos das defesas e deixou o mérito da questão para ser resolvido pela relatora do habeas corpus, ministra Rosa Weber, na volta do recesso, em fevereiro.

Entenda o caso

Deflagrada em 24 de maio, a reintegração da Fazenda Santa Lúcia foi autorizada pela Vara Agrária de Redenção (PA), que expediu mandados de prisão e de buscas e apreensões contra os posseiros, com base na denúncia de que estariam envolvidos na morte de um segurança da fazenda e em outros crimes.

Os policiais envolvidos disseram ter sido recebidos a tiros pelos posseiros, mas, um mês e meio após o início das investigações, a Secretaria estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e a Polícia Civil anunciaram que os laudos periciais apontam que não houve confronto. Os exames balísticos indicaram também que alguns dos sem-terra foram executados. Nenhum policial foi ferido.

Fonte: ORMNews.
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Sargento da PM é morto durante abordagem

 Crime aconteceu perto de Castanhal na manhã desta quarta-feira

Um sargento da Polícia Militar, identificado como João Francisco Lameira, morreu após ser baleado na manhã desta quarta-feira (17) durante abordagem de rotina próximo ao quilômetro 96, na estrada que vai para Igarapé-Açu, nordeste paraense. As primeiras informações são de que a arma do policial também foi roubada. O sargento ainda chegou a ser encaminhado para UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Castanhal, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O sargento estava lotado em São Francisco do Pará.

Os homens, que estavam em companhia de duas mulheres, fugiram em um Siena Prata logo após o crime. A quadrilha estaria realizando assaltos na região. O bando foi perseguido por equipe da Polícia Militar de Castanhal e São Francisco do Pará. Eles trocaram tiros com os policiais na estrada de São Francisco. As duas mulheres foram presas e estão na delegacia do município. Um dos homens foi baleado e morreu no local. Os outros acusados fugiram para área de mata. Homens das Polícias Civil e Militar continuam realizando buscas na região.

Fonte: ORMNews.
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Moradores fecham Augusto Montenegro em protesto

 Grupo quer melhorias na via. Trânsito está lento no trecho

Moradores do distrito de Icoaraci, em Belém, fecham o quilômetro 12, da avenida Augusto Montenegro, em protesto na manhã desta quarta-feira (17). Segundo informações do Ciop (Centro Integrado de Operações), os moradores reivindicam melhorias na via. Eles utilizam queimam pneus velhos e pedaços de madeira para impedir a passagem dos veículos no sentido Entrocamento-Icoaraci. O trânsito está lento no local.

Fonte: ORMNews.
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Polícia Militar recaptura foragido da penitenciária de Santarém

Bruno Fábio Quadro Melo conhecido como “Seborreia” estava usando documento falso no momento da abordagem policial.

Seborreia que já teve várias passagens pela Seccional de Polícia Civil é acusado de envolvimento em assaltos. Ele também tinha dois mandados de prisão em aberto e no momento da abordagem policial apresentou documento de identidade falso, com o nome de Pedro Henrique Menezes do Nascimento.

O foragido foi conduzido a 16ª Seccional de Polícia Civil e apresentado ao delegado de plantão, Herbert Farias Viana.

Fonte: G1 PA.
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MPPA afirma que são evidentes os erros nas obras de muro na orla de Mosqueiro

Muro construído na praia do Marahu cedeu após maré alta, o que causou prejuízo de R$ 5 milhões aos cofres públicos de Belém. “Prefeitura e empresa admitiram falhas no projeto”, declara promotoria.
MPPA afirma que são evidentes os erros nas obras de muro na orla de Mosqueiro MPPA afirma que são evidentes os erros nas obras de muro na orla de Mosqueiro

O Ministério Público do Pará (MPPA) disse que vai analisar os documentos da licitação para as obras de revitação da orla de Mosqueiro, após reunião nesta terça-feira (16) com representantes da prefeitura de Belém e da Impax, empresa responsável pelo empreendimento. Segundo o MPPA, tanto a secretaria de Urbanismo quanto a empresa admitiram falha no projeto que causou fissuras no muro instalado na praia do Marahu. O incidente ocorreu durante maré alta no início de janeiro e assustou moradores.

Segundo a prefeitura, a obra deve custar cerca de R$ 23 milhões aos cofres municipais, sendo que o trecho onde ocorreram as fissuras compreende R$ 5 milhões deste total. A secretaria de Urbanismo de Belém disse que o problema foi causado por uma fuga de material do aterro colocado para calçamento.

A promotora de justiça Ana Maria Magalhães afirmou que “ficou evidente até para leigos que havia problema na obra do muro e, hoje, tanto a empresa que está realizando a obra quanto a secretaria de urbanismo reconhecem falha no projeto”. Em contrapartida, a empresa informou que já contratou especialistas para rever o projeto e que deve marcar uma audiência pública, ainda sem data definida, para apresentar as medidas que serão tomadas.

De acordo com o secretário de Urbanismo (Seurb), Adinaldo Oliveira, um estudo está sendo realizado por meio da empresa com pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) e que as obras devem continuar assim que “concluir e definir qual o modelo que pode eliminar esses riscos”. A obra, segundo o secretário, ainda deve ser executada nas praias de Areão, Bispo, Praia Grande, Chapéu Virado, Porto Arthur, Ariramba, Murubira, Baía do Sol, Marahu. O trecho da praia do Paraíso, de acordo com a empresa responsável, já foi concluído.

Em nota a Impax informou que o incidente atingiu somente 77 metros de extensão da obra e que o empreendimento deve ser concluído dentro do prazo previsto e das dotações orçamentárias corretas e licitadas, sem prejuízo aos cofres públicos.

A Secretaria Municipal de Urbanismo informou que representantes da secretaria participaram de reunião no Ministério Público Estadual, atendendo convite da promotoria de Mosqueiro, juntamente com a empresa que está executando a obra. Na oportunidade, foi esclarecido o que ocorreu no muro de arrimo em construção na praia do Marahu e foi informado também que todas as providências já foram tomadas, e a solução, cujo estudo encontra-se em fase conclusiva.

A secretaria diz que, após a conclusão dos estudos, será realizada uma audiência pública para apresentar o problema ocorrido e a solução encontrada e serão retomadas as obras nas praias do Marahu e Baía do Sol. A secretaria diz que as obras nas praias do Paraíso, Bispo e Praia Grande encontram-se em pleno andamento.

A Seurb também informou ao Ministério Público que a obra está totalmente segurada e os custos para reparar o problema ocorrido serão totalmente arcados pela empresa executora, não tendo nenhum custo para a prefeitura ou Governo Federal.

Fonte:G1 PA.
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Répteis em extinção são resgatados de cativeiro em Benevides, no PA

Segundo a Polícia, tartarugas e jabutis foram encontrados em um balneário no município.

A Polícia Militar apreendeu sete tartarugas e seis jabutis em Benevides, na região metropolitana de Belém, nesta terça-feira (16). Segundo a Polícia, os animais, que são de espécies ameaçadas de extinção, foram encontrados em um balneário.

A dona da propriedade não estava no local, mas segundo a Polícia não havia documentação permitindo a criação dos animais. As tartarugas foram encontradas em um tanque e os jabutis em um cercado.

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Os animais foram encaminhados para a Delegacia Especializada em Meio Ambiente da Polícia Civil. A lei de crimes ambientais prevê que criar as espécies em cativeiro sem autorização é crime e pode acarretar em prisão de até um ano além de multa.

Fonte:G1 PA.
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Xinguara alcança índice de risco de surto de mosquito Aedes aegypti

Município atingiu grau 4,9 de acordo com o levantamento do Lira. Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que índices superiores a 4 são tidos como risco de surto.

O município de Xinguara, no sul do Pará, está em estado de alerta para uma infestação da larva do mosquito Aedes aegypti. De acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde do município, o município atingiu o grau 4,9 dentro da escala do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Lira).

O índice é feito em base aos ordenamentos da Organização Mundial da Saúde, que apontam municípios com grau 4 ou superior estão com risco de surto do mosquito e também de doenças transmitidas por ele. Em 2017, Xinguara sofreu com surto de Chikungunya com mais de 170 casos da doença notificados, além de terem sido registrados oito mortes.

Em 2018, Xinguara já registrou sete suspeitas de dengue. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as ações de combate ao mosquito são feitas regularmente, além de palestras e orientação da comunidade sobre a gravidade do caso, mas falta conscientização da população para evitar um surto de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti na região.

“Nós continuamos com as ações, pedimos aos moradores que nos ajudem no combate ao mosquito. Os maiores criadouros do Aedes Aegypti são os quintais das residências”, afirmou a secretária municipal de saúde Janaína Pereira.

Fonte:G1 PA.
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Promotoria ajuíza nova ação contra as empresas do aterro sanitário de Marituba

Está é a quarta ação ajuizada pelo Ministério Público contra as empresas controladoras da gestão do lixo no município. A má administração do tratamento dos resíduos culminou na Operação Gramacho, em dezembro de 2017.
O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) ofereceu mais uma denúncia criminal, por meio da promotora da 4º e 5º PJ de Marituba em exercício, Marcela Christine Ferreira de Mello, contra as empresas acusadas de causarem dano ambiental ao município, devido ao descaso no gerenciamento da Central de Processamento e Tratamento de Resíduos (CPTR), em Marituba (aterro sanitário de Marituba). Esta é a quarta ação ajuizada pelo Ministério Público contra as empresas controladoras da gestão do lixo no município.

A má administração do tratamento dos resíduos no local culminou na Operação Gramacho, deflagrada em 6 de dezembro de 2017, numa ação conjunta entre o MPPA e a Polícia Civil.

Desta vez, quatro empresas e dez pessoas foram denunciadas na ação. As acusadas são a Solvi Participações S/A; Guamá – Tratamento de Resíduos LTDA; Revita Engenharia S.A e Vega Valorização de Resíduos S.A. (sócia da Guamá no momento do fato). Já as pessoas físicas denunciadas são o presidente da Solvi, Carlos Leal Villa, o engenheiro Eleusis Bruder di Creddo, diretor técnico da Solvi, a conselheira da administração da Vega, Célia Maria Francini Vasconcelos, o engenheiro ambiental Diogo Nicolleti, administrador da Guamá, Lucas Rodrigo Feltre, diretor-presidente da Revita, o biólogo Mauro Renan Costa, o engenheiro civil Gustavo Andrade Nunes, Lucas Dantas Pinheiro e Adriano Locatelli da Rosa, respectivamente o gerente e diretor de operações da Guamá, além do advogado Cássio Chaves Cunha, que atuava na defesa da empresa.

De acordo com a promotora Marcela Christine, para melhor entendimento e para facilitar a instrução processual, a ação foi dividida em grupos de crimes, ordenados em forma cronológica, resultando, assim, em dez tópicos, sendo o primeiro “Delitos praticados no processo de licenciamento ambiental” (Art. 69 da lei 9.605/1998).

Na ação, os denunciados são acusados de praticaram o armazenamento, a guarda, o depósito e o processamento dos resíduos sólidos em desacordo com as normas legais e regulamentares, deixando-os descobertos, expostos, causando poluição atmosférica, com emissão de odores e gases.

No documento, o MPPA pede ao juízo de Marituba que os réus sejam intimados para a audiência de instrução de julgamento e requer ainda a condenação dos acusados.

A denúncia do MPPA foi feita com base no inquérito policial civil instaurado em 13 de março de 2017 pela Divisão Especializada em Meio Ambiente (DEMA), para apurar a prática de crimes ambientais supostamente praticados pela sociedade Guamá Tratamento de Resíduos LTDA e outras empresas responsáveis pela gestão do empreendimento Central de Processamento e Tratamento de Resíduos (CPTR) – Marituba.

O inquérito havia sido instaurado em razão de diversas denúncias e protestos realizados pela população do município, principalmente em razão do mau cheiro que vinha do lixão. O relatório policial concluiu que os denunciados são autores de “diversos e reiterados ilícitos ambientais graves, à frente da gestão de resíduos sólidos urbanos da região metropolitana de Belém, por meio da Central de Processamento, gerenciada pela Guamá LTDA”.

De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público, a investigação policial foi realizada por vários meses e foram produzidas várias provas. Também foram anexados inúmeros documentos e requeridas algumas medidas cautelares (algumas sigilosas).

Estas medidas culminaram na deflagração da “Operação Gramacho”, em 06 de dezembro de 2017, realizada em atuação conjunta entre o MPPA e a Polícia Civil. A operação teve como resultado o cumprimento de vários mandados de prisão, busca e apreensão, condução coercitiva e outras medidas, em três estados: Pará, Bahia e São Paulo.

Os alvos foram os investigados ligados às atividades das empresas controladoras da gestão do lixo em Marituba, dentre eles, Lucas Rodrigo Feltre, formado em administração de empresas e atualmente um dos Diretores da Revita/Grupo Solví, Lucas Dantas Pinheiro, que foi gerente operacional da Guamá até ser demitido em fevereiro de 2017, por justa causa, devido a ato de improbidade, e Diego Nicoletti, engenheiro ambiental responsável por empreendimentos do Grupo Solvi nas Regiões Norte e Nordeste. Os três continuam presos desde a deflagração da operação, em dezembro de 2017.

Uma audiência será realizada por determinação judicial nesta quinta-feira (18), às 9h, no Fórum de Marituba, para tratar da situação do tratamento emergencial do chorume e do odor que incomoda a população do local.

Histórico
Segundo a Polícia Civil, em janeiro de 2017, por não haverem mais lagoas para armazenamento de chorume, as empresas responsáveis pela gestão do lixão despejaram o líquido bruto no solo, sem impermeabilização, conduzindo os poluentes diretamente para o Igarapé Pau Grande, situado em grande parte no interior do Refúgio da Vida Silvestre, unidade de conservação de proteção integral em Marituba.

Na Operação Gramacho, além de Lucas Rodrigo Feltre e Lucas Dantas Pinheiro também foram cumpridos quatro mandados de condução coercitiva: Carlos Leal Villa, presidente do Grupo Solví e de seu Conselho Consultivo, Carlos Henrique Lima Aguilar, que assumiu o cargo de gerente geral do empreendimento em maio de 2017, Paulo Henrique Cansian Pontes, atual gerente de operações, Cláudio de Figueiredo Toscano, diretor da Solvi Participações S/A, e o engenheiro ambiental Eleusis Bruder Di Creddo, diretor técnico e presidente do Instituto Solví.

Também foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em Belém e Marituba, além de mandados para proibição de contratar com o poder público e mandado de ausentar-se do país e de garantir a manutenção da operação do aterro.

A Promotoria de Justiça do Ministério Público de Marituba já havia apresentado três denúncias contra os responsáveis pela administração do aterro, havendo agora, portanto, quatro processos criminais em trâmite na Justiça.

Fonte:G1 PA.
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Desvio a 1km da cidade de Brasil Novo sentido Medicilândia está com tráfego interrompido

Desvio a 1km da cidade de Brasil Novo sentido Medicilândia, está com tráfego interrompido na manhã desta terça (16), por conta de um incidente com uma carreta, o veículo tentava subir uma ladeira quando voltou na estrada de chão do desvio e ficou em formação L.

Outros veículos tentam puxar a carreta para liberar o tráfego.

Mais informações a qualquer momento.

Fonte: Plantão 24hrs
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Polícia Militar prende em Santarém vulgo “Seborreia” assaltante foragido de alta periculosidade.

Elemento de alta periculosidade fugitivo da cadeia de Itaituba conhecido por “Seborreia” foi preso em Santarém na manhã desta terça-feira (16), na Av Tapajós próximo a praça Tiradente onde pilotava uma motocicleta tipo Bros.

Por volta das 11:00 horas em rondas preventivas do policiamento da área comercial comandada pelo Sgt Pm Júlio, auxiliado pelos CBs PMs Saul e Lameira, abordaram um elemento suspeito em uma motocicleta Bros de Placa QEH 7799 de cor Azul, o mesmo se identificou com os documentos pessoais de Pedro Henrique Menezes do Nascimento, sendo que o mesmo foi reconhecido pelos policiais como Bruno Fábio Quadro Melo, vulgo “Seborreia”, foragido do Centro de Recuperação Agrícola Sílvio Hall Moura.

Assaltante perigoso com um currículo extenso no mundo do crime em todo o Oeste do Pará e membro de facções criminosas, com dois mandados aberto contra o mesmo.

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Os documentos que o mesmo apresentou são falsificados, o mesmo foi conduzido e apresentado ao Delegado de Plantão Delegado Herbert Farias Viana pra os devidos procedimentos.

Fonte: Portal do Oeste News.
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