1ª Primeira semana mundial da amamentação e incentivo ao aleitamento é comemorada em Novo Progresso

Neste domingo (07/08) às 16h00min, aconteceu em Novo Progresso na quadra de esportes da EMEIEF Professor Valdomiro Mendes Rodrigues, há 1º Primeira semana mundial da amamentação e incentivo ao aleitamento, que já é comemorado todos os anos em outros estados e municípios, na primeira semana do mês de agosto. A partir desse ano 2016, serão comemorados todos os anos a Semana Mundial da Amamentação em Novo Progresso conforme a lei aprovado 464/2016 e 465/2016.

O evento contou com Assistência Social do município em parceria com a Secretária de Saúde. Estavam sendo aguardadas 100 mães no evento e segundo os organizadores o objetivo foi alcançado. Teve entrega de medalhas e Diploma de amamentação a todas as mães presentes e sorteio de brindes, com palestras e parodia. Foi um sucesso!

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Da Redação: Folha do Progresso News/ Fotos: Jailson rosa

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

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Publicação: 050/2016 – XINGU INDUSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS EIRELLI – ME

editalPublicação: 050/2016

XINGU INDUSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS EIRELLI – ME, CNPJ nº 20.227.365/0001-50, situada na Rodovia Br 163 (Cuiaba/Santarém), s/n, Km 1182, Zona Rural, Novo Progresso/PA, torna público que requereu da SEMMA de Novo Progresso/PA, através do processo nº 151/2016 a Licença de Operação, para a atividade de  beneficiamento de madeira.




Publicação: 049/2016 – J.M.S ALEXANDRE SERRARIA – ME

editalPublicação: 049/2016

J.M.S ALEXANDRE SERRARIA – ME, CNPJ nº 25.101.651/0001-07 situada na Rodovia Br 163, s/n, Km 1000, Vila Isol, Novo Progresso/PA, torna público que requereu da SEMMA de Novo Progresso/PA, através do processo nº 158/2016 a Licença de Instalação, para a atividade de  desdobro de madeira em toras para produção de madeira serrada e o seu beneficiamento.




Publicação: 048/2016 – J.M.S ALEXANDRE SERRARIA – ME

editalPublicação: 048/2016

J.M.S ALEXANDRE SERRARIA – ME, CNPJ nº 25.101.651/0001-07 situada na Rodovia Br 163, s/n, Km 1000, Vila Isol, Novo Progresso/PA, torna público que requereu da SEMMA de Novo Progresso/PA, através do processo nº 159/2016 a Licença Prévia, para a atividade de  desdobro de madeira em toras para produção de madeira serrada e o seu beneficiamento.




Publicação: 047/2016 – K G K – COMERCIO DE MADEIRAS LTDA – ME

editalPublicação: 047/2016

K G K – COMERCIO DE MADEIRAS LTDA – ME, CNPJ nº 10.798.808/0002-09 situada na Rodovia Br 163 M/E CBA/STM Fundos, s/n, Km 1120, Santa Julia, Novo Progresso/PA, torna público que requereu da SEMMA de Novo Progresso/PA, através do processo nº 127/2016 a Licença de Operação e Licença Prévia, para a atividade de  madeira serrada, laminada/faqueada.




Publicação: 046/2016 – LAMIFER – LAMINADOS E MADEIRAS DO PARÁ LTDA – EPP

editalPublicação: 046/2016

LAMIFER – LAMINADOS E MADEIRAS DO PARÁ LTDA – EPP, CNPJ nº 05.329.550/0001-72 situada na Rodovia Br 163, s/n, Km 1120, Santa Julia, Novo Progresso/PA, torna público que recebeu da SEMMA de Novo Progresso/PA, através do processo nº 103/2016 a Licença de Operação nº 013/2016, para a atividade de desdobro de madeira em tora para produção de madeira laminada/faqueada.




Ibama arquiva licenciamento da hidrelétrica São Luiz do Tapajós

Como havia sido indicado pela Funai, pela comissão de licenças do próprio Ibama e por recomendação do MPF, empreendimento foi considerado inviável

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) arquivou hoje (4/8) o processo de licenciamento ambiental da usina São Luiz do Tapajós, conforme recomendado pelo Ministério Público Federal (MPF) e seguindo pareceres da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do próprio Ibama. O arquivamento se dá por razões legais – a usina alagaria território indígena Munduruku e obrigaria remoção de aldeias, o que é proibido pela Constituição, mas também por falhas nos estudos de impacto ambiental.

“Determino o arquivamento do processo nº 02001.003643/2009-77. O projeto apresentado e seu respectivo Estudo de Impacto Ambiental – EIA não possuem o conteúdo necessário para análise de viabilidade socioambiental, tendo sido extrapolado o prazo previsto na resolução Conama 237/1997, para apresentação das complementações exigidas pelo Ibama”, diz a presidente do Ibama, Suely Mara Araújo, em despacho enviado à Diretoria de Licenciamento do órgão para que tome providências para o encerramento do processo.

“Cabe destacar que a Funai aponta óbices legais e constitucionais ao licenciamento ambiental do empreendimento, em razão do componente indígena, óbice esse corroborado pela Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama”, diz ainda o documento. Agora, o conteúdo do despacho da presidência do Ibama será comunicado ao interessado – no caso as Centrais Elétricas do Brasil (Eletrobras), com abertura de prazo para recurso.

A Eletrobras, responsável pelo empreendimento, não cumpriu a obrigação de corrigir uma série de lacunas graves nos estudos e o Ibama entendeu que não existe mais prazo para que os problemas sejam resolvidos. Em parecer enviado ao gabinete da presidência do Ibama, a Diretora de Licenciamento do órgão, Rose Mirian Hofmann, apontou que além da inconstitucionalidade prevista pela Funai e reforçada pelo MPF, havia razões suficientes também do ponto de vista ambiental para o arquivamento do processo. Em 2014, o Ibama pediu estudos da Eletrobras para uma lista extensa de possíveis impactos que haviam sido negligenciados. O prazo, aponta Hofmann em seu parecer, era de quatro meses e até a suspensão do licenciamento em abril de 2016, nada havia sido respondido. Também não houve pedido de prorrogação.

As omissões nos estudos de impacto ambiental incluem a ausência de avaliação sobre assoreamento dos corpos d’água tributários do Tapajós, o impacto sobre os lençóis freáticos e até sobre a ictiofauna, uma das questões mais sensíveis para a região já que os moradores estão entre os maiores consumidores do mundo de pescado. “A ausência de algumas dessas informações no EIA salta aos olhos, por serem impactos notórios da tipologia de geração hidroelétrica, que precisam ser avaliados antes da decisão sobre a viabilidade do empreendimento”, destacou o parecer da diretora de licenciamento.

Na semana passada, o MPF havia enviado recomendação ao Ibama pedindo o cancelamento definitivo da usina. “Cabe ao Ibama o cancelamento do processo de licenciamento ambiental da usina São Luiz do Tapajós, em função de inconstitucionalidade do projeto ante a necessidade de remoção forçada de povos indígenas, nos termos do artigo 231 da Constituição Federal”, dizia a recomendação do procurador da República Camões Boaventura. O MPF também apresentou à Justiça ação contra a hidrelétrica, apontando a ausência da consulta prévia prevista pela Convenção 169. Desobedecendo determinação da Justiça, a consulta nunca foi realizada.

A Funai, em pareceres técnico e jurídico enviados ao Ibama no primeiro semestre, também tinha apontado a inconstitucionalidade do projeto de São Luiz do Tapajós, que incidia diretamente sobre a Terra Indígena Sawre Muybu dos índios Munduruku e alagaria três aldeias desse povo. Desde o anúncio do governo federal de que pretendia construir barragens no Tapajós, ainda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, os índios Munduruku e os ribeirinhos do Tapajós têm liderado um forte movimento se opondo aos projetos. Por várias vezes eles ocuparam o canteiro de obras da usina de Belo Monte, no Xingu, na tentativa de evitar que barragens semelhantes fossem construídas em suas terras. Também fizeram muitas viagens a Brasília para tentar sensibilizar as autoridades sobre seus direitos.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará

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Ibama inicia operação Olimpíada nos aeroportos

O Ibama começa a monitorar a partir desta segunda-feira (01/08) os cerca de dois mil embarques e desembarques de voos internacionais previstos para ocorrer durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Com a operação, que reforçou o número de agentes de fiscalização nos principais aeroportos do circuito olímpico, o Instituto quer evitar que passageiros ingressem no País com plantas, animais exóticos ou substâncias que ameacem o meio ambiente na bagagem, ou retornem dos Jogos levando para o exterior componentes da biodiversidade brasileira.

No alvo principal do Ibama estão o tráfico de animais silvestres, o transporte de exemplares da flora brasileira, a exportação de componentes do patrimônio genético e a circulação de substâncias químicas controladas pelo Instituto, além do porte de artefatos que usam fragmentos de animais nativos protegidos, como cocares indígenas, quadros de borboletas e adornos com penas, ossos e dentes, entre outros.

A operação prosseguirá até o fim dos Jogos Paralímpicos, em setembro. As ações estão centradas nos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Manaus, Galeão e outros estratégicos, além do Porto do Rio. São esses os terminais por onde circulará a maior parte dos cerca de um milhão de viajantes previstos para o período dos Jogos.

“Em um evento deste porte, com pessoas de 205 países, precisamos evitar prejuízos ao meio ambiente. Entre eles, destacam-se os danos à nossa fauna e flora, como a introdução de uma espécie exótica que possa ameaçar os ecossistemas e as espécies nativas, ou o tráfico da biodiversidade brasileira para uso em pesquisas ou mesmo para o desenvolvimento de produtos no exterior”, diz o coordenador-geral de Fiscalização Ambiental do Ibama, Jair Schmitt.

Assessoria de Comunicação do Ibama

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Anvisa suspende Sibutramina e Omeprazol

O medicamento Biomag (cloridrato de sibutramina monoidratado) e seu genérico, o Cloridrato de Sibutramina, de 10 mg e 20 mg, fabricados pela empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos S. A, foram suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quinta-feira (4).

Segundo a Anvisa, os medicamentos utilizados no tratamento de obesidade estavam sendo fabricados com um princípio ativo fornecido por um fabricante diferente do aprovado pela Agência.

OMEPRAZOL

A Agência também suspendeu o medicamento Gastrium (Omeprazol), de 10mg e 20 mg, fabricado pelo mesmo laboratório.

Durante uma auditoria foi identificado que o medicamento indicado para acidez no estômago era fabricado com formulação distinta da aprovada pela Anvisa.

A determinação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta, com a resolução em que a empresa deverá recolher todo o estoque dos medicamentos existentes no mercado.

(DOL)
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Homem é preso em flagrante pela PM após furtar condicionador em supermercado.

Na manhã desta segunda segunda-feira (01) por volta das 9h00min, foi preso em flagrante ” Rogério Robson Almeida” de 35 anos, após ter roubado  14  frascos de condicionadores DOVE em supermercado.

Rogério foi imobilizado por funcionários no momento que saia do Supermercado Castanha (Antigo Duvalle), em Novo Progresso.

Funionaros seguraram Rogério entregaram para policia.
Funionaros seguraram Rogério entregaram para policia.

Após ser flagrado por funcionários que  acionaram a Policia Militar comandada pelo Sargento Rilton, Rogério  foi preso em flagrante.

O que Rogério iria fazer com os itens furtados não se sabe, a Policia Militar conduziu Rogério até a delegacia de Policia Civil para as devidas providências. Rogério é do Mato grosso, o mesmo não portava documento pessoal.

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(Foto: Produtos recuperados)

Fonte/Fotos: Folha do progresso News/ Reportagem Jailson Rosa

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