Banco Mundial projeta crescimento de 0,5% para o Brasil

Em 2016, país retrocede 3,4%, segundo entidade. Para América Latina, avanço será de 1,2% este ano
Foto: Andrew Harrer / Bloomberg

O novo relatório de “Perpectivas Globais Econômicas” do Banco Mundial, divulgado nesta terça-feira, apresentou dados positivos para o futuro da economia brasileira. No documento, a entidade projeta um avanço econômico de 0,5% para o Brasil este ano “na liberação das restrições do mercado”. Já com relação a 2016, estima-se um forte retrocesso de 3,4% para o país. Em 2019, o país crescerá 2,2%, após expansão de 1,8% em 2018, segundo a organização.

Para a América Latina, o Banco Mundial prevê uma retomada do crescimento de 1,2% em 2017, após recuo estimado de 1,4% no ano passado. O quadro seria o segundo ano consecutivo de recessão e a primeira contração plurianual em mais de 30 anos. A entidade afirma, no entanto, que “a perspectiva de melhora é em grande parte conduzida por um retorno previsto ao crescimento positivo no Brasil, a maior economia da região”.

“Restrições domésticas parecem estar amenizando em Argentina e Brasil, com os novos governos concentrados em implementar reformas para reduzir desequilíbrios fiscais e macroeconômicos”, indica o Banco Mundial, que cita reformas em andamento: “No Brasil, o Congresso Nacional aprovou recentemente uma emenda constitucional que introduz um limite no crescimento real dos gastos federais, e está também discutindo uma reforma da aposentadoria. Ambas as reformas vão melhorar as perspectivas fiscais de médio e longo prazo”.

O Banco Mundial afirma que a desvalorização do dólar frente ao real no primeiro semestre de 2016 ajudou a “reduzir drasticamente do atual déficit nas contas do país”. Apesar da melhora no cenário, o Banco Mundial destaca que as real implementação de reformas fiscais e a retomada do investimento público como desafios para concretizar tais projeções:

“Ajustes fiscais geralmente englobam cortes de investimento em áreas-chave, como infraestrutura. Enquanto esse caminho de política rapidamente reduz as pressões fiscais, não consegue resolver as deficiências estruturais que entravam a habilidade dos governos em reduzir as despesas correntes ou aumentar receitas”, aponta.

O banco alerta para níveis baixos de investimento na região da América Latina e Caribe em comparação a outras regiões de emergentes. De acordo com o relatório, a injeção de capital tem caído desde 2014:

“É crítico que os governos e o setor privado aumentem o investimento de capital para expandir o crescimento em potencial”, afirma o banco.

RETOMADA NA AMÉRICA LATINA

A estimativa de uma nova contração para a América Latina em 2016 (-1,4%), explica o Banco Mundial, se deve a efeitos da queda dos preços das commodities e desafios internos, principalmente fiscais. A organização espera, no entanto, que em 2019 a região cresça 2,6%, após avanço de 2,3% em 2018.

A entidade projeta que os preços das commodities se estabilizem e “se recuperem gradualmente”, trazendo alívio modesto aos exportadores da região a respeito de comércio e aumento de receitas fiscais e de exportação. No entanto, o cenário externo pode trazer incerteza à recuperação econômica da América Latina:

“Contratempos globais, como a incerteza de políticas nos Estados Unidos e crescimento subjugado de outros maiores parceiros comerciais, vão pesar nas economias da região, pelo menos no curto prazo”.

Uma reavaliação do ritmo do arrocho da política monetária por parte do banco central dos Estados Unidos poderia levar a variações nas taxas de juros e a flutuações do fluxo de capital, o que prejudicaria as economias vulneráveis.

Além disso, possíveis restrições comerciais ou migratórias nos EUA ou na zona do euro podem impactar na retomada do crescimento.

Mudanças de políticas nos Estados Unidos e na Zona do Euro, tais como restrição ao comércio ou à migração, poderão ter repercussões contínuas. Uma recuperação dos preços dos produtos básicos mais lenta do que a prevista prejudicaria a

CRESCIMENTO GLOBAL DE 2,7%

O crescimento econômico global deverá acelerar 2,7% em 2017 após o baixo nível pós-crise do ano passado, estimado em 2,3%. Segundo o Banco Mundial, o avanço aparece à medida que os obstáculos à atividade diminuírem entre exportadores de produtos básicos nos mercados emergentes e em economias em desenvolvimento. De acordo com o relatório, a demanda doméstica continua sólida entre os importadores de produtos básicos de mercados emergentes.

“Depois de anos de decepcionante crescimento global, estamos encorajados por ver perspectivas econômicas mais fortes no horizonte”, disse o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, em comunicado. “Agora é a hora de aproveitar esse impulso e aumentar os investimentos na infraestrutura e nas pessoas.”

O documento aponta para um crescimento nas economias avançadas de 1,8% em 2017, após alta estimada de 1,6% no ano passado. O estímulo fiscal nas economias principais – especialmente nos Estados Unidos – poderá gerar um crescimento doméstico e global mais rápido do que o projetado, embora o aumento da proteção do comércio possa ter efeitos adversos.

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“As economias avançadas continuam com dificuldades devido a um crescimento subjugado e inflação baixa em um contexto de aumento da incerteza sobre a direção das políticas econômicas, investimento morno e crescimento lento da produtividade. A atividade desacelerou nos Estados Unidos e, em menor grau, em outras grandes economias”, afirma o Banco Mundial.

Já os mercados emergentes devem avançar 4,2% este ano, ante alta de 3,4% em 2016 em meio a um modesto aumento do preço dos produtos básicos.

“O crescimento em mercados emergentes exportadores de commodities foi apoiado por certa estabilização da demanda doméstica, seguindo uma contração em 2015. O consumo privado continou a recuar no Brasil e na Rússia, mas em ritmo desacelerado enquanto a confiança aumentou. O investimento também caiu novamente em 2016, especialmente em Brasil, Colômbia e Rússia”, aponta o documento.

Fonte: O Globo
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Projeto quer rever regimentos da Polícia Militar e Bombeiros

A matéria já foi aprovada na Câmara e está pronta para ser votada pelo plenário do Senado

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Um projeto de lei para obrigar os estados a atualizar os regimentos disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros já tramita no Congresso Nacional. O autor da proposta, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) diz que a medida pode frear punições exageradas e melhorar o trabalho das corporações. A matéria já foi aprovada na Câmara e está pronta para ser votada pelo plenário do Senado.

Segundo a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, a legislação atual equipara a atuação da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros à das Forças Armadas e acaba por punir militares de forma desproporcional em alguns casos, como de indisciplina. Especialistas em segurança pública argumentam que a atualização de marcos legais das corporações pode melhorar as condições de trabalho e atende a demandas dos agentes e da sociedade.

De acordo com a legislação, transgressões aos regimentos disciplinares podem determinar a abertura de processo por infrações ao Código Penal Militar, na Justiça Militar. O documento de 1969, que rege as relações no ambiente militar, teve origem no Ato Institucional número 5 – um dos mais duros instrumentos da ditadura militar. Os regimentos das corporações também são, em sua maioria, anteriores à Constituição de 1988 e permitem que faltas como desacato ou desobediência sejam punidas com o mesmo rigor que um homicídio culposo.

Prazo para revisão

Para atualizar os regimentos das PMs e dos Bombeiros, o projeto de lei, que tramita no Congresso, fixa prazo de 12 meses para os estados – por meio das assembleias legislativas – instituírem novos códigos de ética e disciplina para as corporações. O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) diz que é preciso assegurar aos agentes garantias do processo legal, como o direito ao contraditório e à ampla defesa, além de acabar com a prisão disciplinar.

“Tem que atualizar tudo, inclusive a tipificação das condutas. Tem estado em que dormir em serviço dá cadeia, em outro, o regimento prevê o absurdo de a pessoa pedir [autorização à corporação] para se casar”, critica. Segundo Gonzaga, as leis atuais, especialmente as que tratam de punições disciplinares, são desproporcionais e “institucionalizam o assédio moral”.

Apesar de o projeto de lei não alterar o Código Penal Militar, apenas os regimentos, a proposta torna mais difícil a condenação de agentes militares por casos de baixo potencial ofensivo, e, na prática, pode diminuir o número de processos por indisciplina que chegam à Justiça Penal Militar, segundo Gonzaga.

“O projeto prevê que penas de prisão sejam aplicadas apenas às condutas tipificadas como crime e julgadas pela Justiça Militar. E que as condutas tipificadas como falta disciplinar sejam punidas, mas não com prisão, como acontece para quem chega atrasado, com cabelo grande, farda mal passada. A prisão deve ser reservada ao crime, de fato”, destaca.

Em Minas Gerais, onde os regimentos foram atualizados, a pena de prisão administrativa acabou em 2002. “A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais não deixaram de ser referência de instituições disciplinadas, que trabalham, e a segurança pública não piorou”, compara o parlamentar. No estado, a pena mais alta para infrações de indisciplina passou a ser a suspensão com perda de salário.

Militares apoiam reforma dos regimentos

A atualização dos regimentos disciplinares encontra respaldo nas corporações, segundo pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que ouviu 21 mil policiais. Mais de 83% querem a reforma dos documentos à luz da Constituição e uma parcela ainda maior discorda da aplicação de leis criadas para as Forças Armadas para o trabalho de policiais e bombeiros, a chamada desmilitarização.

Ex-chefe do Estado-Maior da PM fluminense, o coronel Robson Rodrigues da Silva, atualmente na reserva, diz que as leis militares – em especial os regimentos – são anacrônicos e ineficazes para reger a atuação de um policial hoje em dia.

“Esse regimento é quase um espelho do regulamento do Exército, mas chegou a hora de as polícias militares serem repensadas. Essa ambiguidade, que deixa um pé em uma instituição militar e outro em uma instituição civil, acaba trazendo problemas na hora de resguardar direitos e não atende aos anseios da sociedade por uma polícia de proximidade”, analisa o militar reformado e doutorando em segurança pública na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Para o sociólogo Ignácio Cano, coordenador do Laboratório de Análise da Violência da Uerj e um dos mais importantes pesquisadores do tema no país, a atualização trará dignidade aos agentes. “Desmilitarizar a polícia não é tirar a arma dos policiais. É atuar para que policiais tenham direitos como qualquer cidadão, de se organizar, de revindicar direitos, de não serem tratados de forma arbitrária e autoritária e atender melhor a população”, defendeu em entrevista recente ao Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Procurada para falar as regras disciplinares da corporação, a Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que aplica o Código Penal Militar e o Regulamento Disciplinar. Já o Corpo de Bombeiros preferiu não comentar os casos e destacou que não cabe à instituição legislar sobre as normas.

Fonte: Agência Brasil
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Vendas no comércio voltam a crescer no Pará

Números de novembro mostram recuperação pontual no final de 2016 no varejo

Foto: Fábio Costa/Arquivo O Liberal

As vendas no varejo paraense cresceram 2% em novembro na comparação com outubro, interrompendo a variação negativa dos seis meses anteriores: outubro (-1,2%), setembro (-2,0%), agosto (-1,7%), julho (-1,3%), junho (-0,6%) e maio (-5%). A última alta, foi registrada em abril, quando a variação mensal foi de 1,3%, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na avaliação de especialistas do IBGE, o bom resultado é fruto da antecipação das compras de Natal e tende a ser apenas pontual, sem marcar uma retomada na atividade do setor. A prova disso é o desempenho do comércio varejista do Pará na comparação com o mesmo mês de 2015. O Estado registrou queda recorde de 13,7%, o pior resultado dentre todas as Unidades da Federação.

No geral, na passagem de outubro para novembro de 2016, série com ajuste sazonal de volume, as vendas no varejo foram positivas para 23 das 27 Unidades da Federação, com as maiores taxas de variação sendo observadas em Tocantins (6%) e Paraíba (3,8%). Alagoas e Roraima, ambos com taxas de -0,9%, formaram os Estados com recuos mais acentuados nessa comparação. Em todo o País, a variação positiva foi igual a do Pará: 2%.

Frente a novembro de 2015, série sem ajuste sazonal, o comércio varejista registrou queda em 21 dos 27 Estados para o volume de vendas, com destaque para o Pará.seguido pelo Mato Grosso (-12%) e Amapá (-10%). A Paraíba (11%) apresentou o maior aumento do volume das vendas em novembro. A média nacional, também registrou resultado negativo de 3,5%. Quanto à participação na composição da taxa negativa do varejo, destacaram-se São Paulo (-3,4%); Rio de Janeiro (-6,8%) e Bahia (-7,5%).

O desempenho acumulado das vendas no varejo do Pará, nos últimos 12 meses (de novembro de 2015 a novembro de 2016), fechou em queda de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado. É o pior índice desde o início da pesquisa, há 15 anos, e acima da média nacional no período, de recuo de 6,5%. Nos onze meses de 2016, o Estado contabiliza redução de 13,1%, enquanto a perda nacional no mesmo período foi de 6,4%.

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, a variação de novembro no Pará sobre o mesmo mês do ano anterior foi negativa, de 14,2% para volume de vendas. Com mais esse resultado negativo, o ano já contabiliza perdas de 14,2% e nos 12 meses de decréscimo de 13,9%. No País, os recuos respectivos são de 4,5%, 8,8% e 9,1%.

A receita nominal das vendas do Estado em novembro passado registrou queda de 4,1% na análise comparativa com o mesmo mês de 2015. Nos 12 meses, o índice relativo a esta avaliação fechou com recuo 1,2%. No ano, o acumulado chega a -1,4 %. Em todo o País, os três resultados apontaram altas de 5,0%, 4,6% e 4,8%, respectivamente.

Já a receita nominal de vendas do varejo ampliado paraense voltou a apresentar queda acentuada em novembro. O recuo foi de 6,7%, repetindo as taxas negativas de 8,3% em outubro; 8,6% em setembro; 5,6% em agosto; 7,8% em julho; 6,1% em junho; 7% em maio; 3,3%, em abril; e 6,3, em março; ante a alta de 2,8% registrada no mês de fevereiro. Os resultados acumulados também apontam taxas negativas de 5,7% ao longo de 2016 e de 5,6% nos últimos 12 meses. As médias nacionais apontaram alta de 1,7% no mês; e quedas de 0,6% no ano; e de 0,6% no acumulado dos 12 meses.

Fonte: O Liberal.
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No Pará, 95% dos jovens aderiram ao alistamento militar

Enquanto uns sonham em seguir carreira, outros veem garantia de emprego

Seguir a carreira militar ainda é um sonho de muitos jovens brasileiros. Em 2015, um levantamento do Comando Militar no Norte (CMN) registrou que 95% das pessoas que fizeram o alistamento militar no Pará foram voluntários, ou seja, queriam de fato ingressar na profissão. Mas com a crise financeira e a consequente redução do número de vagas de emprego em diversas áreas por todo país, entrar nas Forças Armadas também é visto como uma das possibilidades de garantia de emprego em um momento delicado do mercado de trabalho no Brasil.

Esse é o pensamento de Gustavo Nascimento, que completará 18 anos em maio deste ano, idade na qual é obrigatório o alistamento militar. O jovem trabalha atualmente em uma loja de jogos eletrônicos, e já está organizando os seus documentos para o alistamento no Exército. “Arranjar um emprego está cada vez mais difícil, esse é um dos motivos que me faz querer seguir nessa carreira. Espero ser um dos selecionados. O meu pai já serviu na Aeronáutica. Minha família está me apoiando. Pretendo servir no Exército ou na Marinha.”, disse.

O período de alistamento militar 2017 começou no início deste mês. Até o dia 30 de junho, todo cidadão brasileiro do sexo masculino deve comparecer em uma junta de serviço militar ou acessar o site www.alistamento.eb.mil.br para se regularizar com as suas obrigações militares. No caso daqueles que moram em outros países, o registro será realizado nos consulados ou embaixadas brasileiras. Em estados como Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rondônia e Roraima e também para aqueles que moram em todo o interior de São Paulo, o alistamento on-line ainda não está disponível.

Aos que farão o alistamento, o necessário tenham em mãos cópias de sua certidão de nascimento ou qualquer documento equivalente (como as carteiras de identidade, de motorista ou de trabalho), além de comprovante de residência e uma foto 3×4 recente. Após a conclusão do alistamento, os responsáveis pelo processo anotam ou anexam no verso do certificado de alistamento militar a data em que a pessoa deve retornar à junta de serviço militar, para que o jovem possa tomar conhecimento quanto a uma possível apresentação na seleção geral ou sua dispensa definitiva do serviço militar.

Quem não cumprir com suas obrigações militares no ano de convocação, fica impedido de realizar uma série de direitos, tais como tirar passaporte, ingressar no serviço público ou ser matriculado em qualquer instituição de ensino, inclusive nas universidades, de acordo com as normas vigentes no Brasil. As regras do serviço militar ainda preveem o pagamento de multa, cujo valor varia de acordo com a quantidade de dias de atraso no processo de alistamento ou que o interessado deixou de se alistar.

Fonte: O Liberal.
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Fonte: http://Facebook.com/plantao24horasnews

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Passagem de ônibus de Belém pode ter reajuste e custar até R$ 3,40

Último reajuste da passagem de ônibus da capital ocorreu há 20 meses.
Economista diz que proposta é bem acima da inflação de 14% no período.

Usuário de Transporte Coletivo de Belém pode pagar passagem de R$ 2,34. O pedido de reajuste é do Setransbel. (Foto: Elielson Modesto/Amazônia Jornal)
Proposta da Setransbel cogita aumento de 26% na passagem de ônibus. Semob defende reajuste de 17%. Economista do Dieese estima que o maior valor que poderia ser cobrado é R$ 3,10, de acordo com inflação do período (Foto: Elielson Modesto/Amazônia Jornal)

O Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese) informou nesta terça-feira (10) que o Conselho Municipal de Transportes irá se reunir na próxima segunda-feira (16) para discutir a possibilidade de reajuste da passagem de ônibus de Belém. Até o momento duas propostas foram apresentadas: segundo a Setransbel, que representa as empresas de ônibus, o novo valor da passagem deveria ser cerca de R$ 3,40. De acordo com a Semob, o bilhete deveria custar R$ 3,15.
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Dezoito entidades compõem o Conselho Municipal de Transportes, que inclui representantes dos empresários, rodoviários, sociedade civil e o Dieese. Durante a reunição do conselho são apresentadas e debatidas as planilhas independentes da Setransbel e Semob propondo reajustes e, quando uma proposta é aprovada, o valor é encaminhado ao prefeito que pode homologar ou vetar o aumento da passagem de ônibus. Em 2016 o reajuste foi vetado, mesmo após o conselho aprovar tarifa de R$ 3. O último reajuste da tarifa ocorreu em maio de 2015, quando a prefeitura fixou o valor do bilhete nos atuais R$ 2,70.

O valor sugerido pela Setransbel representa acréscimo de 26% no custo da passagem, enquanto a tabela da Semob seria um reajuste de 17%. De acordo com o economista Roberto Sena, porém, as duas propostas apresentadas em 2017 estão fora da realidade do paraense, já que os aumentos propostos estão acima da inflação estimada nos últimos 20 meses, que é de aproximadamente 14%.
Segundo as analises do Dieese, as duas propostas de reajuste das tarifas de ônibus Urbanos levam em consideração apenas o equilíbrio financeiro das empresas”
Roberto Sena, economista

“O aumento máximo deveria levar a passagem de ônibus de Belém para R$ 3,10, de acordo com a inflação”, disse Sena. “Segundo as analises do Dieese, as duas propostas de reajuste das tarifas de ônibus Urbanos levam em consideração apenas o equilíbrio financeiro das empresas  através da recomposição  dos custos planilhados, cada uma pela sua ótica  mas nenhuma  das propostas atende  a Lei Orgânica do Município  que prevê que a Tarifa de Ônibus Urbanos em Belém tem que levar em consideração  o poder aquisitivo da população, mensurado principalmente  pela inflação calculada desde o ultimo reajuste”, explica o economista

Com a atual tariifa de R$ 2,70 , o usuário  de transporte coletivo na Grande Belém que utiliza duas conduções diárias  e não tem vale transporte , esta pagando por mês  R$ 129,60  com um impacto em relação ao salário mínimo de 13,83%. Caso o aumento de 26% seja aprovado, o gasto mensal  do usuario que apanha duas conduções diarias e  passaria dos atuais R$ 129,60 para R$ 163,20,  e o  impacto em relação ao Salário Mínimo saltaria dos atuais 14,00% para aproximadamente 17,42 %. Pela proposta da Semob, o gasto mensal neste cenário seria de R$ 151,20, com impacto de 16,14% no salário mínimo.

A reunião do conselho municipal deve ocorrer na próxima segunda-feira, 15h, na sede da Semob.

Fonte: G1 PA.

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PM recuperou R$ 15 mil roubado em saidinha bancária, em Belém

Dinheiro foi encontrado com dois suspeitos que estavam em uma moto.
Também foi apreendido um revólver calibre 38.

(Foto: Divulgação/Segup)

Policiais da Ronda Tática Metropólitana da Polícia Militar (Rotam) recuperoaram mais de R$ 15 mil roubado em saidinha bancária, nesta terça-feira (10), em Belém. O dinheiro foi encontrado com dois suspeitos que estavam em uma motocicleta. Também foi apreendido um revólver calibre 38 com munição.

Segundo a assessoria da Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup), os policiais estavam em ronda pela avenida Júlio Cesar, quando perceberam dois homens em atitude suspeita de moto. Os agentes seguiram a moto até a rotatória da avenida, onde os suspeitos foram abordados.

Ao serem revistados, foram encontrados com os homens dois celulares, a quantia de R$ 15.100, um revólver calibre 38 com três munições intactas. Ainda segundo a Segup, os suspeitos disseram que dinheiro havia sido roubado em saidinha bancária.

A vítima foi encontrada pelos policiais e o dinheiro devolvido. Os suspeitos foram encaminhados para Seccional de São Brás, onde a ocorrência foi registrada.

Fonte: G1 PA.
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Presidente em exercício, Rodrigo Maia sanciona Orçamento de 2017

Esta é a primeira peça orçamentária publicada sob vigência da emenda constitucional (PEC 55/2016) que estabelece teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos

O presidente em exercício, Rodrigo Maia, assumiu o Palácio do Planalto após viagem do presidente Michel Temer a PortugalArquivo/José Cruz/Agência Brasil
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O presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, sancionou hoje (10), sem vetos, o Orçamento Geral da União de 2017. Maia assinou a medida assim que chegou ao Palácio do Planalto, por volta das 10h30, segundo sua assessoria.

Esta é a primeira peça orçamentária publicada sob vigência da emenda constitucional (PEC 55/2016) que estabelece teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos.

Maia exerce interinamente a Presidência da República porque o presidente Michel Temer está em Portugal, onde participa do funeral do ex-presidente português Mário Soares. A lei será publicada amanhã (11) no Diário Oficial da União.

O Orçamento foi aprovada pelo Congresso Nacional no dia 15 de dezembro com previsão de R$ 3,5 trilhões de gastos federais de 2017 e salário-mínimo de R$ 945,8. No entanto, no dia 29 de dezembro, o governo corrigiu o cálculo do salário-mínimo e anunciou, por decreto, o valor de R$ 937, em vigor desde o dia 1º de janeiro.

O Orçamento estima em 1,3% o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas em um país) para 2017 e prevê 4,8% de inflação. A peça orçamentária trabalha com a estimativa de que a taxa básica de juros, a Selic, fique em 12,11%, e projeta um câmbio de R$ 3,43 por dólar.

A lei prevê que as despesas com juros e amortização da dívida pública consumirão R$ 1,7 trilhão. Segundo o texto, R$ 306,9 bilhões serão destinados ao pagamento de pessoal na esfera federal, R$ 90 bilhões vão para investimentos das estatais e R$ 58,3 bilhões para investimentos com recursos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social. Essa última dotação subiu R$ 19 bilhões em relação à proposta original. O aumento decorreu de emendas de deputados e senadores às despesas de 2017. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Pastor Valdemiro pede doação de R$ 8 milhões a fiéis

O valor cobre exatamente 30 dias de produção do canal Rede Mundial

O pastor Valdemiro Santiago, atacado com golpes de facão durante um culto no último domingo (8), precisa de R$ 8 milhões e quer que os fiéis da Igreja Mundial do Poder de Deus o ajudem a consegui-lo. O valor cobre exatamente 30 dias de produção do canal Rede Mundial, que é o cartão de visitas da igreja e transmite cultos na NET ou em UHF no canal 32.1.
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Conforme informou o UOL, o pedido do pastor Valdemiro foi feito na TV, no programa desta terça-feira (10). “Eu preciso de ajuda para pagar este canal, esta obra”, declarou, ao lado da mulher, a bispa Franciléia.

A Igreja Mundial tem oito mil fiéis, nas contas do próprio bispo, e a campanha pede que cada um deles doe R$ 1 mil. Em outro programa nesta semana, o pastor Valdemiro disse que a camisa que ele usava durante o atentado será guardada para “curar” os fiéis da Igreja Mundial do Poder de Deus.

“Passaram até a camisa ensanguentada no manto. Quando ela (a fiel) tocou no manto, ela ‘aplumou’. Foi curada. O demônio fez o serviço dele, mas acabou dando o contrário. No acerto de contas com o diabo, foi assim: ‘E aí, como é que foi com o Valdemiro? O saldo foi negativo. Porque teve até gente que saiu curada’”, afirmou, de acordo com a Veja.

Valdemiro foi atacado durante um culto no domingo (8) por Jonathan Gomes Higino, que aguardava em uma fila para ser abençoado pelo religioso. O pastor foi socorrido e levado para para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde levou 25 pontos no pescoço. O agressor foi preso   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Mais um golpe atinge usuários do WhatsApp no Brasil

Ataque promete ao usuário saber quem o adicionou no aplicativo, mas na verdade tem a finalidade de infectar o smartphone

Mais um golpe no WhatsApp vem atingindo usuários no Brasil. Desta vez, o ataque ataca apenas smartphones que possuem sistema operacional Android. De acordo com o Techtudo, com informações da PSafe, as pessoas recebem uma mensagem com uma suposta nova função que permitiria saber quais usuários adicionaram no aplicativo o número da vítima.
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Entretanto, antes de “revelar”, a mensagem de ataque pede que o usuário compartilhe a falsa notícia com outras pessoas pelo WhatsApp, exigindo ainda o download de outros aplicativos. A PSafe estima que somente na primeira semana de 2017, mais de 260 mil pessoas tenham caído no golpe.

As vítimas acabavam baixando aplicativos com vírus e os criminosos lucrando com publicidade em cima do golpe.

Fonte: Notícias ao Minuto.

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