Que carisma! Kazim dá show em coletiva: “Morro por essa camisa”

Misturando palavras em inglês e português, atacante turco é apresentado nesta quinta-feira e se diz identificado com a história popular do Corinthians

O nome é chique, mas Colin Kazım-Richards mostrou um imenso carisma e humildade ao ser apresentado como novo jogador do Corinthians, nesta quinta-feira, no CT Joaquim Grava. Misturando palavras em inglês e português durante a entrevista coletiva, o atacante inglês naturalizado turco falou da emoção em defender o Timão e disse ter se identificado de imediato com a história popular do clube.

– Eu conheço essa realidade. Eu jogo futebol há 13 anos, e antes disso, eu não tinha comida, eu não tinha chuteira. Eu não moro na favela, não sou da favela, mas eu entendo tudo. Meu melhor amigo foi preso, meus primos foram presos. Eu entendo gente que não tem o que comer, mas usa o dinheiro para comprar ingresso para ir ao estádio – afirmou.

Kazim falou com os jornalistas sentado entre os dois filhos e pedindo ajuda para a esposa na tradução de algumas palavras. Sem timidez, o atacante prometeu se doar ao máximo para ajudar o Timão a se recuperar em 2017.

– O meu filho não conhece outro time. Ele é corintiano. Fomos em uma loja e perguntei qual camisa ele queria e ele escolheu a camisa do Corinthians. Minha esposa nasceu em Guarulhos. Tudo caminhou para eu jogar aqui. Eu tenho paixão e tenho coração para jogar aqui. Eu morro para o meu time, eu morro para essa camisa.
Jogar no time que o Ronaldo jogou é muito bom. Eu nasci em Londres e nunca imaginei jogar no Corinthians, nem em sonho. Agora é jogar. Eu luto muito em campo e tenho característica de jogador do Corinthians. Eu jogo com raça o tempo todo
Kazim, novo atacante do Corinthians

Aos 30 anos, Kazim rodou o mundo com o futebol. Na Turquia, defendeu os rivais Galatasaray e Fenerbahçe. Passou ainda por Toulouse, da França, Olympiakos, da Grécia, Blackburn, da Inglaterra, Feyenoord, da Holanda, e Celtic, da Escócia. Depois de atuar pelo Coritiba no ano passado, chegou ao clube em que atuou seu grande ídolo: Ronaldo Fenômeno.

– Jogar no time que o Ronaldo jogou é muito bom. Eu nasci em Londres e nunca imaginei jogar no Corinthians, nem em sonho. Agora é jogar. Eu luto muito em campo e tenho característica de jogador do Corinthians. Eu jogo com raça o tempo todo – disse.

Veja outras trechos da entrevista de Kazin:

Missão:
– Meu objetivo é ajudar o Corinthians. Ele é o melhor clube do América. Eu vim aqui, porque é meu sonho jogar em um grande time como o Corinthians. Meu pai adora o futebol brasileiro. Ele tem 49 anos e gosta de Zico, Romário, Ronaldo Fenômeno.

A cara do Corinthians:
– Eu luto muito em campo e tenho característica de jogador do Corinthians. Eu jogo com raça o tempo todo.

A experiência no Coritiba:
– Eu quero falar obrigado ao Coritiba. Aqui é diferente, não se pode explicar. Estou há dois dias e tem mais de 50 pessoas trabalhando aqui. É tudo maior. O Campeonato Brasileiro é difícil, todo jogo é um grande jogo. Tem 13 times que podem ganhar o título. Eu tinha proposta para China, Dubai, mas eu falei que queria jogar aqui. Ganhar um título com o Corinthians seria muito bom. Eu não fiz pré-temporada antes de jogar no Coritiba, eu joguei direto.

Dificuldades com a língua:
– Individualmente, eu falo bem. Mas em coletiva é mais difícil. Meu filho me ajuda muito, ele fala bem. Ele me corrige.

Fonte: Globo Esporte.
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PM arrastou ex-namorada pelo cabelo e atirou várias vezes, diz testemunha

Soldado Márcio Lima não se conformava com fim do namoro e matou Janaína Mitiko nesta quarta-feira.

Uma testemunha que presenciou a morte de Janaína Mitiko, 32, afirmou que o ex-namorado dela, o policial militar Márcio da Silva Lima, 31, deu vários tiros na jovem, foi ao carro, carregou a arma e disparou mais vezes nesta quarta-feira (11) em Itaquera, Zona Leste de São Paulo.

“Escutamos vários tiros. Do nada, parou um pouquinho e continuaram vários de novo. Foi uma coisa terrível, horrível mesmo. Ele pegou, arrastou pelo cabelo, jogou no chão e só foi… acabaram as balas, ele foi no carro, encheu o pente de novo e descarregou”, disse a testemunha que não quis se identificar.

Janaína foi assassinada porque Márcio não aceitava o término do relacionamento, segundo uma amiga comentou nas redes sociais nesta quinta-feira (12).

As informações iniciais são de que o casal namorou por cerca de um ano e meio. Após ter sido agredida pelo namorado, antes do Natal, ela terminou o relacionamento.

Segundo a polícia, Janaina passou a receber ameaças do homem, que a esperou na porta de casa até ela voltar da academia por volta das 22 horas desta quarta, em Itaquera. Após agredi-la, o criminoso efetuou disparos e fugiu.

Outra amiga de Janaina lamentou o caso nas redes sociais. “Uma das partes não aceita o término e comete o crime. (…) É o fim de duas vidas: de um lado, uma moça linda fazendo faculdade de Pedagogia e uma mãe que gostaria de ver a filha formada, e do outro um homem se achando maior que Deus e ao mesmo tempo legal, com uma carreira destruída”, disse.

O criminoso acabou se apresentando na 1ª Cia do 39º BPM e foi autuado em flagrante por homicídio no 24º DP. Às 9h30 desta quinta, o homem estava no presídio Romão Gomes, e o local do crime estava preservado para a realização da perícia.

Fonte: G1 PA.
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Denúncias da população ajudam em mais de 20 mil investigações no Pará

Segup divulgou balanço de ligações feitas ao Disque-denúncia 181.
Cerca de 18% das ligações são trotes, o que é crime.

A Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) divulgou um balanço da contribuição da população em investigações policiais através do Disque Denúncia da polícia em 2016. Segundo o governo, o telefone 181 recebeu mais de 37 mil ligações no ano passado, das quais 22.829 auxiliaram em investigações policiais.

O Disque-denúncia foi criado em janeiro de 2006, para permitir que a população repassasse informações para a polícia de forma segura. A central telefônica é adminstrada pela Segup, e todas as ligações recebidas pelo número são sigilosas, gratuitas e anônimas.

“Reforçamos sempre que o serviço 181 é seguro para o repasse de informações sobre qualquer tipo de crime e forma de violência. A Central de Chamadas não está atrelada a qualquer sistema de monitoramento ou identificação de chamadas”, disse Cibele Sette Câmara, diretora do serviço.

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Cibelle Sete Câmara, diretora do Disque Denúncia 181 (Foto: Divulgação / Agência Pará)

Auxílio inestimável
De acordo com a Segup, graças a denúncias feitas para o número 181 a polícia conseguiu prender suspeitos de assassinato e desarticular esquemas de tráfico de drogas, localizando, por exemplo, um submarino que estava sendo construído para transportar entorpecentes perto de Vigia, nordeste do estado.

“O serviço 181 é investigativo. Por exemplo, digamos que alguém saiba de um carregamento de drogas que está chegando em determinado lugar e quer avisar a polícia. Nesse caso, ela pode usar o Disque Denúncia. Já quando a situação é de um assalto em curso, uma ocorrência de incêndio ou mesmo um acidente de trânsito com vítimas, aí sim, ela pode acionar o 190, cuja atuação é voltada para o atendimento de casos de urgência e emergência, via de regra”, explica Cibele.

Das denúncias recebidas pelo telefone da Segup em 2016 a maioria foi relacionada ao tráfico de drogas: foram 10.905 ligações. Mas o telefone também ajuda a localizar fugitivos: 1.231 cidadãos usaram este canal de comunicação para denunciar o paradeiro de pessoas procuradas pela polícia. Denúncias de roubos e perturbação de sossego também são recorrentes.

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Cerca de 18% das ligações recebidas pelo telefone 181 em 2016 foram trotes, diz Segup (Foto: Divulgação / Agência Pará)

Trotes criminosos
Apesar da utilidade do serviço, a secretaria lamenta a quantidade de trotes recebidas no telefone. Segundo dados da Segup, 18% dos registros feitos no Disque-Denúncia são trotes. Vale lembrar que comunicar falsamente um crime é contra a lei, e o responsável pode ser punido com até um ano de prisão.

Felizmente a quantidade de trotes vem diminuindo. “No ano em que foi criado, 2007, o Disque Denúncia recebeu mais de 40 mil ligações, sendo que desse total apenas sete mil davam conta de informações verídicas. Em 2011 o número de ligações atendidas saltou para quase 134 mil, das quais 21 mil eram consistentes. No ano passado, atingimos 59% de denúncias anônimas válidas, o que corresponde, em números absolutos, a 28 mil de um total de 47 mil”, enumera Cibelle.

De 2007 até 15 de dezembro do ano passado, 717 mil denúncias já foram registradas pelo Disque 181. Dessas, 182.495 foram atestadas como verdadeiras. “Ainda enfrentamos a questão do trote, agora bem menos frequentes. As crianças são as que mais fazem ligações falsas, mas temos muitos adultos fazendo isso também, o que é lamentável”, conclui a diretora.

Fonte: G1 PA.
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Piso dos professores tem reajuste de 7,64% e vai para R$ 2.298

O ajuste deste ano é menor que o do ano passado, que foi de 11,36%

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo aa regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.
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O ajuste deste ano é menor que o do ano passado, que foi de 11,36%. O valor representa um aumento real, acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%. O novo valor começa a valer a partir deste mês.

“Significa um reajuste acima da inflação, cumprindo a legislação”, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho. “É algo importante porque significa, na prática, a valorização do papel do professor, que é central na garantia de uma boa qualidade da educação. Não se pode ter uma educação de qualidade se não tivermos professores bem remunerados e motivados”, acrescenta.

A lei vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Pela lei, os demais níveis da carreira não recebem necessariamente o mesmo aumento, o que é negociado em cada unidade federativa.

Crise

Em um cenário de crise, o reajuste preocupa estados e municípios. Estudo divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que o reajuste do piso salarial dos professores vai gerar um aumento de R$ 5,083 bilhões nos gastos municipais.

De acordo com a CNM, de 2009 a 2016 os gastos com a folha de magistério tiveram uma expansão de R$ 41,829 bilhões. O valor já cresceu 241,9%, muito acima da inflação relativa ao período e maior do que o próprio aumento das receitas do Fundeb.

O Fundeb é formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais. Pelo menos 60% desses recursos devem ser destinados a pagamento de pessoal.

Segundo a CNM, atualmente, os municípios comprometem, em média, 78,4% dos recursos do Fundeb apenas com a folha de pagamento desses profissionais, de acordo com dados do Sistema de Informação sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope). Em 2015, mais de 70 Municípios já comprometiam 100% desses recursos.

O ministro da Educação ressaltou que, ao final do ano passado, o governo antecipou o repasse de R$ 1,25 bilhão do Fundeb. “O pagamento foi honrado ainda dentro do exercício de 2016, o que não ocorria. O prazo para que o repasse fosse feito é até abril do ano subsequente”, disse.

Ele acrescenta que, em 2017, os repasses aos estados e municípios serão mensais, “o que vai totalizar R$ 1,3 bilhão e ajudará o fôlego dos estados e municípios e suas respectivas folhas”, finalizou. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Santos busca parceiro para bancar Marta no futebol feminino

Jogadora tem salário estipulado em R$ 200 mil mensais

O Santos já trabalha para contratar mais uma vez a meia-atacante Marta para o futebol. A diretoria santista iniciou as negociações com a jogadora e, inclusive, busca parceiros para bancar o salário da atleta, estipulado em R$ 200 mil mensais, o teto salarial do elenco profissional.
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Os parceiros são antigos conhecidos do departamento de futebol feminino do Santos – a Fupes (Fundação Pró-Esportes de Santos) e a Copagaz, distribuidora de gás. Os dois já foram parceiros do clube no período em que Marta e companhia conquistaram a Copa Libertadores da América da categoria.

Marta é considera no projeto santista a “cereja do bolo”. A ideia é fazer do clube uma referencia no Futebol Feminino do país. O clube estuda promover uma categoria de base para a modalidade, algo inovador no país, além de investir em escolinhas de futebol.

No ano passado, o presidente Modesto Roma se reuniu com os dirigentes do Chelsea para buscar uma parceria no Futebol Feminino. O clube inglês não poupa investimentos na categoria e, por isso, possui um dos principais times de futebol feminino do mundo.

A Inglaterra, inclusive, detém uma Liga considerada uma das mais fortes do mundo na categoria. A estratégia de Modesto Roma é fortalecer a equipe santista feminina, com intercâmbios, e trazer mais visibilidade e recursos a modalidade no Brasil.

No entanto, para alavancar o Futebol Feminino, a diretoria santista acredita que é essencial a contratação de Marta, que defendeu o clube entre 2009 e 2010 e voltou para rápida passagem em 2011.

O nome de Marta é forte na categoria mundialmente. A ex-camisa 10 do Santos foi eleita a melhor jogadora do mundo por cinco anos consecutivos -entre 2006 e 2010. Hoje, aos 30 anos, ela defende o Rosengard, da Suécia.

Recentemente, o Santos anunciou a contratação Jéssica Martinez, revelação da seleção paraguaia.

Além disso, o clube paulista reforma o terceiro andar da Vila Belmiro para alojar o elenco da equipe feminina. O espaço terá quartos, banheiros e cozinhas, para abrigar cerca de 30 jogadoras. Com informações da Folhapress.   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: Notícias ao minuto.
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Milícias armadas invadem ministérios na Líbia

Segundo a imprensa local, os grupos são ligados a Khalifa al Ghwell, ex-primeiro-ministro do governo islâmico rebelde

Milícias armadas invadiram nesta quinta-feira (12) as sedes dos ministérios da Defesa, da Justiça e do Trabalho da Líbia, situadas em Trípoli, capital do país africano.
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Segundo a imprensa local, os grupos são ligados a Khalifa al Ghwell, ex-primeiro-ministro do governo islâmico rebelde que manteve o poder na cidade entre 2014 e 2016 e autor de uma tentativa de golpe de Estado em outubro passado.

A situação ainda está bastante confusa, mas sites líbios falam em “duros confrontos” entre as forças legalistas de Fayez al Sarraj, premier designado pelas Nações Unidas (ONU) para guiar um governo de unidade nacional, e as milícias de Ghwell.

Em outubro de 2016, o ex-premier rebelde chegou a ocupar edifícios públicos e uma emissora de TV, mas acabou derrotado e forçado a voltar para sua cidade natal, Misurata. No entanto, não exclui-se que os responsáveis pelas invasões desta quinta sejam ligados ao general Khalifa Haftar, inimigo de grupos islâmicos inspirados na Irmandade Muçulmana.

Após a Primavera Árabe, que levou à queda e morte de Muammar Kadafi, a Líbia caiu em uma guerra civil que já dura anos e só se aproximou de uma solução com a criação de um governo de unidade nacional, no ano passado.

Contudo, essa coalizão ainda enfrenta oposição no país, principalmente das milícias ligadas a Khalifa al Ghwell e Khalifa Haftar, que, por sua vez, são adversárias. O caos na nação árabe abriu espaço para a atuação do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) e deu mais liberdade para traficantes de seres humanos organizarem as chamadas “viagens da morte” rumo à Itália no Mediterrâneo. (ANSA)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Febre Amarela: Brasil está sentado em ‘bomba-relógio’

O aumento de casos de febre amarela silvestre (transmitida em regiões rurais e de mata) em Minas Gerais pode ser um surto cíclico da doença, como o já observado em 2009. Mesmo assim, o país corre risco de ver um retorno dela às áreas urbanas, avaliam pesquisadores.
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Desde o início de janeiro, 23 casos suspeitos foram notificados no interior de Minas Gerais – 14 deles levaram à morte dos pacientes. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, 16 deles são considerados prováveis, após exames apontarem a presença do vírus, mas ainda estão sendo investigados.

No interior de São Paulo, uma morte foi confirmada como causada pela febre amarela silvestre em dezembro, a primeira desde 2009. “Já esperávamos um surto maior da febre amarela silvestre, mas devemos nos preocupar, sim. Estamos sentados em uma bomba-relógio”, disse à BBC Brasil o epidemiologista Eduardo Massad, da USP.

“Precisamos entender o risco de reintrodução de febre amarela urbana, o que seria uma enorme tragédia, talvez maior do que zika, dengue e chikungunya juntas – porque ela mata quase 50% das pessoas que não são tratadas.”

A febre amarela é considerada endêmica nas regiões rurais e de mata do Brasil, onde é transmitida por mosquitos de espécies diferentes, como o Haemagogus e o Sabethes, para macacos e, ocasionalmente, para humanos não vacinados. Mas não há registro de casos em áreas urbanas – onde o vetor é o mosquito Aedes aegypti – desde 1942.

O Ministério da Saúde notificou a OMS (Organização Mundial da Saúde) dos casos, seguindo recomendação do Regulamento Sanitário Internacional de informar à organização ocorrências importantes de saúde pública.

Em 2016, o Brasil teve seis casos da doença confirmados, segundo o governo. O último surto da febre amarela silvestre ocorreu entre 2008 e 2009, quando 51 ocorrências foram confirmadas. A pasta também afirmou que enviou duas equipes e cerca de 285 mil doses de vacina contra a febre amarela para Minas Gerais para controlar a doença. Pessoas nas áreas onde há registro de casos serão vacinadas, e, em seguida, moradores de municípios vizinhos.

Em sua fase inicial, que dura de três a cinco dias, a febre amarela causa calafrios, febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço, perda de apetite, náuseas e vômitos. Em sua fase mais grave, a doença provoca hemorragias e insuficiência nos rins e no fígado, o que pode levar à morte.

Macacos

Atualmente, 15 municípios mineiros estão em situação de alerta para a febre amarela. Também estão sendo monitoradas cidades onde ainda não houve casos em humanos, mas que registraram mortes de macacos possivelmente causadas pela doença.

O monitoramento ocorre normalmente no Brasil todos os anos, especialmente entre dezembro e maio, considerado o período de maior probabilidade de transmissão da febre amarela.

A bióloga Marcia Chame, coordenadora da Plataforma Institucional de Biodiversidade e Saúde Silvestre na Fiocruz Rio, diz que as autoridades de saúde no Brasil já haviam percebido que os surtos extravasam o ambiente das florestas aproximadamente a cada sete anos e atingem mais seres humanos no interior do país.

“Este surto maior é cíclico e, por isso, já há atenção sobre isso. Isso tem relação com todas as atividades humanas que invadem a floresta. E no Brasil também temos um processo importante de perda de ambientes naturais”, disse à BBC Brasil.

Segundo ela, o aumento das mortes de macacos – principais hospedeiros do vírus no ciclo de transmissão silvestre – é o principal indicativo de que o surto pode estar se aproximando das populações humanas.

“Desde 1940 não temos ciclos, no Brasil, de transmissão deste vírus pelo Aedes aegypti, só pelo Haemagogus. A morte de macacos perto de pessoas mostra que um ciclo que deveria estar limitado ao ambiente das matas está mais perto das áreas onde vivem humanos. E quando eles estão próximos, é mais fácil para o mosquito passar o vírus para uma pessoa”, explica.

A bióloga Marcia Chame explica que macacos são uma espécie de ‘sentinela’, cujas mortes avisam humanos sobre a proximidade de um surto. “Em 2009, no Rio Grande do Sul, as pessoas chegaram a matar os macacos, achando que eles transmitiam a doença, mas ele nos presta um serviço, porque é o sentinela. É importante notificar as autoridades dessas mortes.”

Na Fiocruz, a equipe liderada por Chame tenta entender o que causa esses surtos de maior proporção na tentativa de evitar, também, que o vírus volte às cidades. “Estamos modelando a ocorrência de febre amarela contra 7,2 mil parâmetros ambientais, climatológicos e outros, para tentarmos identificar que variáveis que causam isso, mas é muito complexo”, explica.

“Elas acontecem em ambientes diferentes, com espécies de macacos e de mosquitos vetores diferentes. Precisamos que a população nos ajude a identificar esses animais e o que está ao redor dos locais onde são encontrados – empreendimentos imobiliários, construções.”

O receio, diz ela, é que com a diminuição das áreas florestais, animais que foram infectados frequentem cada vez mais os centros urbanos em busca de alimento e abrigo. Lá, eles também poderiam ser picados pelo Aedes aegypti, abundante nas cidades brasileiras.

Retorno

Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas que moram ou têm viagem planejada para áreas silvestres, rurais ou de mata verifiquem se estão vacinadas contra a febre amarela. Em geral, a vacina passa a fazer efeito após um período de dez dias.

O risco de que moradores de áreas endêmicas e até ecoturistas contraiam o vírus e o levem para cidades maiores é a principal preocupação dos especialistas. Na verdade, eles ainda tentam descobrir por que isso não ocorreu até agora.

“Ainda é um desafio entender como a febre amarela não voltou para os centros urbanos, já que temos um grande número de pessoas que vão a áreas endêmicas para turismo ou a trabalho e voltam para cidades infestadas de Aedes aegypti”, diz Eduardo Massad.

O médico e pesquisador Carlos Brito, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), concorda. “Dizemos que a febre amarela só não voltou ainda às cidades porque Deus é brasileiro. É uma preocupação real.”

Os pesquisadores tentam compreender se o Aedes aegypti teria, por exemplo, menos competência como vetor da febre amarela do que da dengue, da chikungunya e da zika, outros vírus da mesma família.

“Hoje os deslocamentos de pessoas pelo país são muito mais rápidos. Por isso, estes vírus se disseminam com mais facilidade. O fato de a febre amarela ainda não ter se disseminado no país todo é um alento, que dá expectativa de que não aconteça o mesmo que ocorreu com zika e chikungunya nos últimos dois anos”, afirma Brito.

“Mas uma coisa é fato: se em 30 anos de dengue batemos recordes de números de casos em 2015 e em 2016, não é porque a população brasileira cresceu. Isso mostra que perdemos o controle do mosquito.”

Vacina

O Ministério recomenda a vacina para pessoas a partir de nove meses de idade que vivem nas áreas endêmicas ou viajarão para lá e a partir dos seis meses, em situações de surto.

Segundo a pasta, todos os Estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender a todas as pessoas nestas condições.

Para Massad, no entanto, o governo deveria elaborar uma estratégia para ampliar a vacinação contra a febre amarela em todo o país, incluindo as zonas costeiras, onde estão alguns dos maiores centros urbanos, que não são consideradas endêmicas.

De acordo com o ministério, apenas os Estados de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da Área com Recomendação para Vacinação (ACRV) de febre amarela.

Mas enquanto ainda não se explica como o vírus se manteve fora das cidades durante os últimos 75 anos – mesmo com o aumento da infestação pelo Aedes aegypti – o pesquisador continua preocupado.

“A probabilidade de levar uma picada de Aedes aegypti no Rio durante o Carnaval é 99,9%. É inescapável. As pessoas ficaram preocupadas com Olimpíada, Copa do Mundo. Isso é besteira. Imagine se chega alguém com febre amarela no Rio no Carnaval”. Com informações da BBC Brasil.   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: Notícias por Minuto.
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PEC de tucano vetaria candidatura de Lula à presidência da República

Medida proibiria reeleição de candidatos que já tenham exercido por duas vezes mandato de chefe do Poder Executivo

Uma proposta de lei do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) pode proibir a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao seu terceiro mandato para a Presidência da República nas eleições de 2018.
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De acordo com o Blog de Jamildo, no UOL, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 41/2016 proibe a reeleição de candidatos que já tenham exercido por duas vezes mandato de chefe do Poder Executivo, como é o caso do ex-presidente.

A medida atingiria também ex-prefeitos e governadores, mesmo se os cargos tiverem sido exercidos em estados ou municípios diferentes, de forma não consecutiva e na sucessão ou substituição dos eleitos nos seis meses anteriores ao pleito.

A medida de Bauer está aguardando designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Fonte: Notícias ao minuto.
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Mãe dá à luz a bebê com 6,5 quilos e 55 centímetros nos EUA

Menino tem pouco mais de um mês e veste roupas normalmente utilizadas por crianças de nove meses

Um bebê nascido no dia 6 de dezembro, a pouco mais de um mês, nos Estados Unidos, veio ao mundo com nada menos do que 6,5 quilos e 55 centímetros. Loyalty Adonis Grover continua crescendo de forma acelerada, tanto que o menino já veste roupas normalmente utilizadas por crianças de nove meses.
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Em entrevista ao canal de TV norte-americano “WDSU”, a mãe, LaQueena Grover, conta que todos ficaram espantados. “Sério, quando o médico o tirou, o queixo do meu marido literalmente caiu.

A mulher conta que as pessoas achavam que ela estava esperando gêmeos ou trigêmeos por conta do tamanho da sua barriga. Quando ela dizia de se tratava de apenas um bebê, tinha quem insistisse: “talvez tenha outro escondido atrás de um dos bebês”, relata.

Hoje, Loyalty pesa 6,8 quilos e mede 61 centímetros. Ele passou os seus primeiros 27 dias de vida em observação no hospital onde nasceu, na Luisiana.
Fonte: Notícia ao Minuto.
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Ministro do governo Temer tem bens bloqueados

Ministro Blairo Maggi tem bens bloqueados pela Justiça do MT

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), teve bens bloqueados nesta quarta-feira (11) devido a um processo de improbidade administrativa que corre na Justiça do Mato Grosso.
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A decisão permitia o bloqueio de até R$ 4 milhões de Maggi e outros oito réus. O ministro teve R$ 403 mil indisponibilizados. A decisão, tomada na segunda (9) pelo juiz Luís Aparecido Bortolussi Júnior, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular, também bloqueou veículos do ministro.

Outro réu afetado foi o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso José Riva (PSD), que ficou conhecido como o “maior ficha-suja do país” por responder a mais de cem processos. Uma das ações chegou a colocá-lo na prisão por quatro meses.

Maggi é acusado de participar de esquema que comprou uma vaga de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Mato Grosso. O ex-conselheiro Alencar Soares Filho e teria recebido R$ 4 milhões para se aposentar antes do prazo, abrindo lugar para a nomeação do ex-deputado estadual Sérgio Ricardo de Almeida.

Além do bloqueio de bens, Bortolussi Júnior também determinou o afastamento de Sérgio Ricardo do cargo, mas ele manterá o salário até a conclusão do processo.O caso da venda da vaga foi investigado pela Polícia Federal na Operação Ararath, que apura esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas negociadoras de crédito no Mato Grosso.

Um inquérito criminal que investigava Maggi no âmbito da Operação Ararath foi arquivado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli por recomendação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

OUTRO LADO

O ministro informou por meio de nota que está pronto para “prestar todos os esclarecimentos à Justiça” e “recorrer da medida, por entender não ter sido justa a decisão proferida”.

Maggi disse ainda que o entendimento do juiz do Mato Grosso está “na contramão do entendimento do Procurador-Geral da República, a quem coube apurar com rigor as denúncias que geraram o presente feito”. Com informações da Folhapress

Fonte: Notícias ao Minuto.
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