Setor de serviços do Pará voltou a crescer em 2016

Crescimento de 2,1% interrompe queda de dez meses consecutivos

O setor de serviços no Pará interrompeu em novembro o ritmo de dez meses seguidos de queda e avançou 2,1% em relação a outubro de 2016. Em compensação, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a retração foi de 6,5%. Nesta análise, o último resultado positivo no Estado foi observado em novembro de 2015, quando a variação foi de 0,5%. Em dezembro passado, a queda foi de 0,3%; em janeiro, de 0,8%; em fevereiro, de 1,6%; em março de 5,4%; em abril, de 3,8%; em maio, de 6,1%; em junho, de 3,4%; em julho, de 4,3%, em agosto, de 5,7%; em setembro, de 10,0%; e em outubro, de 9,7%. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços O setor de serviços no Pará interrompeu em novembro o ritmo de dez meses seguidos de queda e avançou 2,1% em relação a outubro de 2016. Em compensação, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a retração foi de 6,5%. Nesta análise, o último resultado positivo no Estado foi observado em novembro de 2015, quando a variação foi de 0,5%. Em dezembro passado, a queda foi de 0,3%; em janeiro, de 0,8%; em fevereiro, de 1,6%; em março de 5,4%; em abril, de 3,8%; em maio, de 6,1%; em junho, de 3,4%; em julho, de 4,3%, em agosto, de 5,7%; em setembro, de 10,0%; e em outubro, de 9,7%. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos dez meses de 2016, o setor de serviços paraense encolheu 5,0%. Já nos últimos 12 meses (entre novembro de 2015 e novembro de 2016), o decréscimo foi de 4,6%. Em todo o País, volume do setor de serviços registrou baixa de 0,1% em novembro em relação a outubro e retração de 4,6% na comparação com novembro de 2015. Com esses resultados, a taxa acumulada, tanto até novembro quanto nos últimos 12 meses, foi de -5,0%.

Em relação aos resultados regionais do setor de serviços em novembro frente a outubro, 15 unidades da federação apresentaram crescimento e 12 registraram queda. Os maiores crescimentos de volume foram registrados na Bahia (5,2%), Amazonas (4,6%), Mato Grosso (2,6%) e Pará. Já as maiores quedas foram observadas no Tocantins (-15,6%), Rondônia (-2,8%) e Santa Catarina (-2,2%). Na comparação com novembro de 2015 (série sem ajuste sazonal), todas as unidades da federação apresentaram queda, à exceção do Distrito Federal, com 0,0%.

Receita

Na análise da receita nominal, o setor de serviços do Pará manteve a retração em novembro. A queda no mês foi de 2,8% (em relação ao mesmo mês de 2015), mantendo os resultados negativos de outubro (-6,2%), setembro (-6,7%), agosto (-0,6%) e julho (-2,0%), que reverteu o desempenho positivo de junho (1,2%). No mês anterior a variação negativa foi de 0,9%, e em abril e março, de 0,4%. A média nacional ficou em -3,1%.

Dentre as unidades da Federação, os melhores desempenhos mensais foram os do Distrito Federal (5,7%), Bahia (3,5%) e São Paulo (3,5%); e os piores os do Mato Grosso (-29,8%) e de Rondônia (-19,4%). Ao longo dos onze meses de 2016, a variação da receita nominal do setor de serviços paraense fechou em -1,2%, e dos 12 meses, em -0,7%, enquanto, no País, as respectivas taxas foram  de 0,0% e 0,1%.

Por atividade, em relação a outubro de 2016, todos os segmentos apontam para crescimentos: Outros Serviços (3,3%); Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (2,1%); Serviços de informação e comunicação (1,0%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,8%) e Serviços prestados às famílias (0,2%). O agregado especial das Atividades turísticas apresentou crescimento de 0,5%.

Em termos de composição da taxa global de volume, na comparação com novembro de 2015 (série sem ajuste sazonal), as contribuições dos segmentos foram as seguintes: Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, com -2,4 pontos percentuais (pp); Serviços de informação e comunicação, com -1,2 pp; Serviços profissionais, administrativos e complementares, com -0,7 pp; Serviços prestados às famílias, com -0,3 pp e Outros serviços, com 0,0 pp.

Fonte: ORMNews.
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Sexta-feira 13 revigora as superstições e movimenta comércio

Data lembrada por muitos traz diversão, medo e venda de produtos

Mantra dos místicos, a Sexta-feira 13 atrai supersticiosos e principalmente o mercado varejista para uma data que não tem uma explicação fundamentada, mas que graças à indústria do cinema se tornou sinônimo de terror. Não é de hoje que se ouve falar sobre o azar ou as simpatias que rondam a data, assim como não se tem uma informação precisa sobre sua origem. As explicações conhecidas são ligadas a várias culturas e locais do mundo.

A cultura nórdica, por exemplo, propõe que a origem da Sexta-Feira 13 está relacionada a Jesus Cristo, que supostamente teria sido crucificado neste dia, logo depois de estar em uma ceia que contava com outras doze pessoas. Religiosos apontam que sua origem tem ligação com o rei Felipe IV, que, por se sentir ameaçado pelo poder da Igreja, tentou entrar na ordem religiosa dos Cavaleiros Templários. No entanto, sua entrada foi ignorada e ele deu ordens, em uma sexta-feira, 13, para que perseguissem os templários.

Assim como essas, outras explicações são conhecidas e comentadas e, no passado, várias outras explicações sobre a data – que ainda é lembrada por muitos – eram divulgadas. Mas sua fama foi consolidada a partir do filme “Sexta-Feira 13”, uma sequência de obras de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data.

O comércio tem aproveitado a data para promover objetos, roupas e acessórios para uso em eventos com a temática, chamando a atenção de pessoas como a estudante de moda Mel Correa, que adora se caracterizar. “Pra mim, a Sexta-feira 13 é um dia muito bacana, pois as pessoas podem se fantasiar, usar uma maquiagem diferente. Não vejo muitos bares ou casas de shows que façam algo relacionado à temática. Eu e uma amiga iremos nos caracterizar e ir para algum lugar onde tenha uma festa referente à data”, avisou.

Apesar disso, Mel considera a data como um dia comum, onde se pode fazer qualquer coisa, sem ter medo de alguma “represália” negativa. “Creio que as superstições remetem muito às bruxas, que faziam seus rituais nesse dia. Elas obtinham as superstições de que o espelho quebrado ou o gato preto passando por baixo de uma escada trariam anos de azar”, afirmou.

Isso não diminui a crença em superstições da estudante Samantha Soares, que acredita nas crendices ligadas à data e tenta ficar o máximo possível longe do que possa lhe causar qualquer tipo de medo. “É muito comum passar na televisão filmes de terror nesse dia. Eu procuro não assistir nenhum, não ler lada ou ver vídeos sobre isso. A data já é muito sombria pra ficar intensificando. As suprestições que giram em torno da sexta-feira, eu não faço no dia e em todos os outros”, informou a jovem.

A próxima Sexta-feira 13 será em outubro de 2017, com impacto provavelmente maior no mercado, bares e casas de show pela proximidade com o Halloween – o Dia das Bruxas.

Fonte: O Liberal.

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Detentos fogem do complexo penitenciário de Santa Izabel do Pará

Superintendência confirmou a fuga de nove detentos da central de triagem.
Três deles foram recapturados. PM realiza buscas pelos demais fugitivos.

Nove detentos fugiram da Central de Triagem Metropolitana IV (CTM IV), localizada no Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará, na região metropolitana de Belém, no início da tarde desta quinta-feira (12), de acordo com informações confirmadas pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe).

Segundo a Susipe, nove presos do bloco A fugiram por um buraco cavado na cela e escalaram o muro da unidade, com a ajuda de uma “tereza”. Três presos já foram recapturados, um deles estava ferido e foi encaminhado para atendimento médico.

A Susipe informou que o o Comando de Missões Especiais da Polícia Militar foi acionado para dar apoio nas buscas e na revista da casa penal. A Corregedoria da Susipe foi acionada para o local e irá apurar o caso.

Fonte: G1 PA.
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Polícia Civil recupera oito bicicletas furtadas no bairro da Terra Firme

Suspeito furtava bicicletas estacionadas na entrada de farmácias do bairro.
Dois adolescentes e um adulto foram encontrados com os veículos.

A Polícia Civil recuperou nesta quinta-feira (12) oito bicicletas que haviam sido furtadas no bairro da Terra Firme, em Belém. Dois adolescentes e um adulto, que estavam de posse dos veículos, foram conduzidos até a Unidade Integrada Pro Paz (UIPP).

Os menores foram levados em seguida para a Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data) para responder por ato infracional de receptação de roubo. O adulto tem 45 anos e foi autuado por receptação dolosa e corrupção de menores.

Segundo o delegado Victor Manfrini, titular da UIPP, a apreensão foi resultado de uma operação de combate aos roubos no bairro. Durante a prisão, os policiais civis apreenderam em posse do suspeito uma chave-micha, usada para abrir cadeados de bicicletas. Ele atuava com as estacionadas na entrada de farmácias no bairro. “Esse tipo de crime incomoda demais a população, principalmente, as pessoas menos abastadas”, disse o delegado.

Fonte; G1 PA.

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Conheça a filha do baixinho Romário que “bomba” nas redes sociais

A jovem adora postar fotos sensuais na sua conta pessoal no Instagram que já conta com mais de 100 mil seguidores

Conheça a filha do baixinho Romário que “bomba” nas redes sociais –
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Danielle Favatto, filha de Romário, adora posar em fotos sensuais na sua conta do Instagram, e os elogios não param de aparecer nos comentários das imagens.
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A jovem de 19 anos adora posar na praia e não dispensa o biquíni para valorizar as suas curvas. O sucesso que Danielle faz no Instagram é cada vez maior.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Iphan 80 anos: grande patrimônio e poucos recursos

“Se o Brasil tem uma cara, essa cara foi dada pelo Iphan”. Assim, a diretora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, descreve a importância do órgão que completa 80 anos hoje (13) com a missão de preservar o patrimônio material e imaterial do país.

Entretanto, ela faz o alerta para o risco que o instituto corre de não conseguir cumprir o seu papel em razão, principalmente, da falta de orçamento e de quadro funcional.

O Iphan foi criado em 13 de janeiro de 1937, por meio da Lei nº 378  e, segundo Kátia, esses 80 anos foram fundamentais para a construção de identidade nacional e preservação da memória do Brasil.

“Nos anos 30, com a chegada do automóvel e com as políticas higienistas, as pessoas buscavam o progresso, a industrialização. Aquelas cidades coloniais teriam que dar espaço às grandes avenidas, então começou uma destruição em massa e um rompimento com esse passado colonial. Foi preciso que uma elite de intelectuais liderasse esse movimento de preservação. Começaram uma corrida contra o tempo e contra a destruição. Assim, o Iphan ja nasceu nessa luta de preservar nossa memória”, disse.

Ao longo de sua trajetória, a política nacional de patrimônio foi expandida e se relaciona hoje com diversos campos como gestão urbana e ambiental, direitos humanos e culturais, atuando desde o poder de polícia e fiscalização até a educação, formação profissional e pesquisa e envolvimento internacional.

O Iphan foi a primeira instituição de preservação do patrimônio da América Latina e hoje luta para continuar esse trabalho. Ele está presente em todo o território nacional, com 27 superintendências estaduais, 26 escritórios técnicos, dois parques nacionais e cinco unidades especiais e responde por uma gama de atribuições constitucionais.

“O Iphan já está correndo risco com um corpo técnico diminuto diante da suas complexas atribuições e da quantidade absurda de bens que temos sob nossa responsabilidade. Temos uma situação quase de insolvência”, disse a presidente, contando que metade dos 698 funcionários da instituição deve se aposentar nos próximos dois anos.

Além de não ter previsão de novos concursos, não existe plano de carreira e os salários são muito baixos no Iphan, segundo Kátia, o que causou uma evasão gigantesca no órgão. O Iphan é vinculado ao Ministério da Cultura, que tem um dos menores orçamentos da Esplanada dos Ministérios.

Valorização do patrimônio material e imaterial

Para ela, é preciso uma estratégia de educação e valorização do patrimônio material e imaterial do país. “Esse mundo a que chegamos agora é onde você tem essa massificação, essa globalização, o ser humano muito ligado à materia, às coisas e inteligências artificiais que o futuro está nos destinando. Então essa dimensão humana, de nossas histórias, nossas memórias, e toda a trajetória humana, essa construção coletiva do ser humano precisa se valorizada”, disse.

Kátia explica que o Brasil possui uma diversidade cultural que poucos países têm, mas também uma baixa autoestima. “Esse ativo, em um futuro que vai chegando, é o que vai nos diferenciar nesse mundo globalizado. Nós temos que elevar nossa autoestima, nós somos muito e não estamos enxergando o quanto nós somos. Nossos políticos têm que entender que é essa dimensão humana é que vai destacar o Brasil lá fora”, ressaltou Kátia.

A valorização e a ocupação do patrimônio, para a presidente do Iphan, partem de uma comprensão politica, de um amadurecimento da população, que passa, necessariamente, por um processo de formação educacional de compreensão da importância desse ativo para a população brasileira perante o mundo.

O patrimônio precisa ser ocupado para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do país, é uma questão política e estratégica perante o mundo, afirma a presidente.

“Em países que têm um história muito mais antiga, os centros históricos são utilizados como um ativo, até porque não têm mais para onde crescer, então eles trazem o progresso e o desenvolvimento usando o patrimônio, ocupando as cidades históricas e os significados e as referencias culturais fazendo parte da modernidade e da contemporaneidade”, disse, explicando que o patrimônio é um ativo turístico e de estoque imobiliário incrível que no Brasil fica abandonado.

Nesses 80 anos de atividade, foram tombados 87 conjuntos urbanos (o que implica em cerca de 80 mil bens em áreas tombadas e 531 mil imóveis em áreas de entorno já delimitadas) e três estão sob tombamento provisório.

Parcerias com outras instituições

Nessas áreas, o Iphan atua e investe recursos, tanto direta, na forma de obras de qualificação, quanto indiretamente, por meio de parcerias com outras instituições, além do Programa de Aceleração do Crescimento Cidades Históricas e dos Planos de Mobilidade e Acessibilidade Urbana.

Em 2017, segundo Kátia, o Iphan vai entregar mais de 700 obras de restauração em 44 cidades, entre praças, mercados, passeios públicos e pontes. O instituto tem sob sua proteção 40 bens imateriais registrados, 1.262 bens materiais tombados, oito terreiros de matrizes africanas, 24 mil sítios arqueológicos cadastrados, mais de um milhão de objetos arrolados (incluindo o acervo museológico), cerca de 250 mil volumes bibliográficos e vasta documentação de arquivo.

Na página do Iphan está disponível uma linha do tempo com os fatos que marcaram a história da preservação do patrimônio cultural no Brasil. A iniciativa é aberta a contribuições e procura promover o debate e a reflexão sobre memória e o patrimônio cultural. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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EUA esperam protestos de milhares de pessoas no dia da posse de Trump

Manifestantes planejam bloquear postos de controle de segurança, fazer marcha em avenida principal, bloquear ruas na madrugada e organizar atos durante celebrações da tarde

Na capital norte-americana, Washington, são esperadas manifestações de muitos milhares de pessoas em 20 de janeiro, em protesto contra a tomada de posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, informa a agência Reuters, citando os organizadores dos protestos.
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Segundo dados da agência, o grupo DisruptJ20 (Faça Frustrar 20 de janeiro) é responsável pela organização da manifestação. Os manifestantes planejam bloquear 12 postos de controle de segurança em Washington, efetuar uma marcha de quatro quilômetros por uma das avenidas principais da cidade, bloquear as ruas na madrugada e organizar manifestações durante as celebrações da tarde. As ações serão coordenadas por cerca de 300 voluntários.

“Queremos frustrar a inauguração. Queremos ver a revolta a arder na cidade e no país”, diz o organizador David Terston, citado pela Reuters.

Após a vitória imprevista de Trump nas eleições presidenciais nos EUA em 8 de novembro, em muitas grandes cidades dos EUA ocorreram manifestações de muitos milhares dos seus adversários. Os focos principais de protestos são Nova York, Atlanta, Portland e San Diego, no estado da Califórnia, e Royal Oak, em Michigan. (Sputnik Brasil)  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: Notícias ao minuto.
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Em 7 meses, Temer editou mais MPs que Lula e Dilma no mesmo período

Há pouco mais de sete meses no comando do Executivo, o presidente Michel Temer tem recorrido à edição de medidas provisórias para avançar em temas de interesse do governo. Ao contrário dos demais projetos discutidos no Congresso, o que está previsto numa MP tem efeito de lei e se aplica de forma imediata.

Desde que assumiu o cargo, o presidente já encaminhou para análise dos parlamentares 41 MPs, sendo duas delas na primeira semana deste ano.

O uso dessas medidas já foi alvo de críticas do próprio Temer quando presidiu a Câmara dos Deputados durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). No fim de 1997, o peemedebista declarou à imprensa que, em encontro com FHC, havia pedido para que ele incluísse nas discussões das sessões extraordinárias do Congresso um projeto para regulamentação das MPs. Na ocasião, Temer tratou como um “abuso de autoridade do Executivo” a quantidade de medidas encaminhadas para discussão de deputados e senadores.

Desde a redemocratização, FHC foi o presidente que mais editou medidas provisórias no início de mandato. Ao todo, foram 241 em sete meses do primeiro governo. Além de FHC, somente o ex-presidente Fernando Collor fica à frente de Temer. Ao assumir o comando do Executivo, em março de 1990, Collor, logo no primeiro dia, assinou 20 MPs. Entre elas, a que criou o programa nacional de desestatização e a que instituiu como moeda nacional o cruzeiro. Nos sete primeiros meses de mandato, Collor encaminhou um total de 97 medidas.

Temer aparece na frente, contudo, dos ex-presidentes Itamar Franco, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Itamar editou 15 medidas provisórias nos primeiros sete meses de mandato. Dilma, 16 e Lula, 20.

‘Providências’

“Acho que ele só está baixando as MPs que são necessárias. Ninguém baixa MP por esporte, mas por necessidade”, disse o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Questionado sobre uma possível contradição do presidente com declarações do passado, o tucano respondeu: “Está prevista na Constituição e algumas matérias exigem providências imediatas”.

O novo líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (SP), considerou que as circunstâncias em que Temer assumiu a Presidência da República dão respaldo a ele para recorrer às MPs. “Acho que da maneira como ele encontrou o governo, talvez não tenha alternativa a não ser recorrer a esse modelo. O espaço curto de tempo que ele tem, de apenas dois anos, se ele não utilizar as medidas provisórias fica difícil para ele poder ser rápido nas medidas. Nós precisamos desburocratizar o processo”, afirmou o tucano.

Auxiliares de Temer também recorreram ao discurso de “urgência” e disseram que o presidente tem tido tal iniciativa de forma contrariada.

Na oposição, a condução do governo por meio de MPs divide líderes. “Não vejo como algo negativo. É claro que o excesso talvez possa gerar um constrangimento para o Congresso, mas é um instrumento legal e, dentro da necessidade, deve ser usado”, declarou o vice-líder do Bloco Parlamentar da Resistência Democrática, senador Acyr Gurgacz (PDT-RO).

Crítica

Para o líder da minoria da Câmara, José Guimarães (PT-CE), o uso das MPs por parte de Temer indica que ele não tem maioria para discutir projetos de interesse do governo. “É um governo sitiado, que não tem uma base parlamentar forte no Congresso e aceitação nenhuma no País. Temer não está preocupado com a história, nem com as posições dele no passado”, disse o petista. Com informações do Estadão Conteúdo.   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: Notícias ao minuto.
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Mãe que confessou ter matado filho muda versão e se diz inocente

A mulher que confessou ter matado o próprio filho de 17 anos a facadas em Cravinhos, no interior de São Paulo, voltou atrás e mudou a versão do crime em um novo depoimento à polícia, prestado na noite desta quinta-feira (12).

De acordo com a Folha de S.Paulo, Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 32 anos, disse agora que Itaberly Lozano Rosa foi morto por dois homens e uma adolescente. O crime ocorreu em 29 de dezembro.

Na versão recente, a mãe contou à polícia que o trio que matou o filho chegou em sua casa na noite do crime perguntando se Itaberly estava “dando muito trabalho” e se ele precisava de um “corretivo”. Tatiana disse que respondeu “sim”, mas, segundo o depoimento, ressaltando ao trio que não deixassem o menino machucado.

A partir disso, de acordo com a nova versão da mãe, os dois rapazes e a menina adolescente ficaram esperando o filho de Tatiana chegar e entraram na casa quando o jovem surgiu. O grupo teria entrado no quarto do menino e cometido o crime. A mãe disse também que só conseguiu identificar a adolescente, mas que desconhecia os dois homens.

No depoimento a mãe diz que saiu de casa no momento em que o trio entrou no local, mas ao ouvir o filho gritar “mãe, vou morrer”, ela esperou vinte minutos e voltou para a residência depois, encontrando o menino morto. Com medo de ser a responsabilizada pela morte, Tatiana disse que teve a ideia de ocultar o corpo. Ela conta também que acordou o marido, padrasto de Itaberly, para que ele a ajudasse a enrolar o cadáver para jogar em um matagal e queimar.

A mãe não soube explicar o fato de não saber o nome dos três suspeitos pelo crime. Tatiana continua presa.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Temer desiste de militar e escolhe técnico para comando da Funai

O presidente Michel Temer escolheu o especialista em saúde indígena Antonio Fernandes Toninho Costa para comandar a Funai (Fundação Nacional do Índio).A indicação, que será publicada na edição desta sexta-feira (13) do “Diário Oficial da União”, encerra uma disputa entre o governo federal e as comunidades indígenas pelo cargo.

Sob pressão, o Palácio do Planalto desistiu de nomear um militar para o posto e optou por um técnico com histórico em defesa dos direitos indígenas.

Em julho, como antecipou a Folha de S.Paulo, foi indicado para o posto pelo PSC o general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior.

Em uma página na internet em março, Peternelli postou uma imagem em homenagem ao golpe militar de 1964: “52 anos que o Brasil foi livre do maldito comunismo. Viva nossos bravos militares! O Brasil nunca vai ser comunista”.A indicação foi recebida com protesto por comunidades indígenas, o que levou o governo federal a desistir e a adiar a escolha.

JUVENTUDEAlém do comando da Funai, o presidente Michel Temer pretende escolher também nesta quinta-feira (12) o novo secretário nacional de Juventude.O nome mais cotado para o posto é o do atual presidente da juventude nacional do PMDB, Francisco de Assis Costa Filho.

Na semana passada, o presidente aceitou o pedido de demissão do também peemedebista Bruno Júlio do cargo de secretário nacional, estrutura subordinada à Secretaria de Governo.

Em entrevista, ele havia criticado a repercussão dos massacres em presídios do Amazonas e Roraima e disse que tinha de fazer uma “chacina por semana” nas unidades prisionais brasileiras. Com informações da Folhapress.

Fonte: Folhapress

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