Jadson rescinde com clube chinês e fica mais perto do Corinthians

Jogador e Tianjin Quanjian selaram rompimento nesta madrugada

Segundo o jornalista Jorge Nicola, do Yahoo, o rompimento do vínculo foi levado a cabo basicamente por duas razões. Uma: o clube não aceitou estender o contrato por mais um ano, conforme propôs o empresário do atleta, Marcelo Robalinho. A segunda é que a equipe busca outros nomes de peso no mercado europeu, casos de Diego Costa e James Rodríguez.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Deputados da Inglaterra e Escócia fazem abaixo-assinado pró-Lula

Eles criticam a “campanha difamatória” que “tenta impedir Lula” para 2018

O jornal inglês The Guardian publicou em sua sessão de cartas um abaixo-assinado que condena o impeachment de Dilma Rousseff e mostra solidariedade com o ex-presidente Lula.
PUB

No texto, deputados de partidos trabalhistas da Escócia e da Inglaterra, além de economistas, se referem à “remoção não democrática de Dilma”, “campanha difamatória” e a um “julgamento da mídia que tenta impedir Lula” para 2018.

Abaixo, a lista de assinaturas:

Labour Friends of Progressive Latin America e antigo parlamentar

Chris Williamson

Membros do parlamento

Roger Godsiff

Grahame Morris

Membros do parlamento escocês

Elaine Smith

Neil Findley

Além de:

Baroness Jean Corston

Lord Martin O’Neill

Lord David Lea

E também:Len McCluskey General secretary, Unite the Union

Tim Roache General secretary, GMB

Kevin Courtney General secretary, NUT

Manuel Cortes General secretary, TSSA

Mick Whelan General secretary, Aslef

Ronnie Draper General secretary, BFAWU

Roger McKenzie Assistant general secretary, Unison

Owen Tudor, líder da European Union and international relations, TUC

John Hendy, QC Queen’s Council barrister, Old Square Chambers

Ann Pettifor, economista

Dr Julia Buxton, School of Public Policy, Central European University

Dr Francisco Dominguez, Líder de estudos latino-americanos, Middlesex University

Salma Yaqoob, ativista

Matt Willgress, Editor do No Coup in Brazil

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Neymar tentará evitar multa milionária nesta quinta

Jogador é acusado de sonegação, mas não admite a dívida com a Receita Federal e, por isso, resolveu recorrer ao Carf

Os advogados de Neymar tentarão quinta-feira, em Brasília, no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), livrar o atacante do pagamento de R$ 188 milhões em multas e impostos. Em processo aberto no ano passado, o jogador do Barcelona será julgado pelo órgão. Neymar é acusado de sonegação, mas não admite a dívida com a Receita Federal e, por isso, resolveu recorrer ao Carf.
PUB

O atacante possui dois processos em andamento no Carf, órgão responsável por julgar autuações aplicadas pela Receita Federal. É a segunda e última cartada de Neymar na esfera administrativa. Na Justiça, o desembargador Carlos Muta, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 3.ª Região, já determinou o bloqueio de R$ 188 milhões de Neymar e das empresas da família.

A acusação é de que o atacante não teria feito o pagamento de imposto de renda na pessoa física referente a valores que recebeu de seus patrocinadores. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Altamiro Lopes Bezerra, CEO da NR Sports, empresa que gerencia a carreira do jogador, critica a cobrança feita pela Receita Federal.

“A atividade profissional do Neymar é ser jogador de futebol. É nisso que ele tem de ser tributado como pessoa física. Os contratos de publicidade são referentes à imagem dele. Por isso, a tributação é outra”, diz.

Para a Receita Federal, no entanto, as empresas foram criadas pela família do jogador para que ele pagasse menos impostos. Na pessoa física, a tributação é de 27,5% do total de rendimentos. Já as empresas pagam entre 15% e 27,5%.

Neymar não consta como sócio nas empresas que teriam recebido os pagamentos efetuados pelos patrocinadores do jogador. Os donos são seus pais Neymar e Nadine.

Para a Receita, o jogador declarou como direito de imagem o que seria, na verdade, seus vencimentos como salário. Neymar teria sonegado impostos de 2011 a 2013, período que em que defendeu o Santos e que inclui a negociação da sua transferência para o Barcelona.

Por questionar a cobrança da dívida com a Receita Federal, Neymar entrou com um processo no Carf em abril do ano passado. A relatora do caso é Bianca Felicia Rothschild. Como no caso do jogador do Barcelona há indícios de crime contra a ordem tributária, a ação movida por Neymar teve prioridade e a tramitação foi acelerada.

“Pagamos corretamente todos os impostos. Não devemos um centavo e temos os comprovantes”, contesta Bezerra.

Devido à tramitação do processo no Carf, o juiz Mateus Castelo Branco, da 5.ª Vara Federal de Santos, rejeitou denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o jogador por sonegação fiscal e falsidade ideológica. O magistrado espera o esgotamento das discussões na esfera administrativa e o julgamento no Carf para decidir se abre ou não ação na Justiça contra Neymar e seu pai.

HISTÓRICO DESFAVORÁVEL – O atacante não é o primeiro atleta de destaque a recorrer ao Carf para se defender da acusação de sonegação de impostos. No ano passado, o ex-tenista Gustavo Kuerten apresentou pessoalmente a sua defesa ao conselho para justificar que a empresa constituída com seu irmão Rafael tinha como objetivo gerenciar a sua carreira e seus direitos de imagem, e não pagar menos impostos.

Guga, no entanto, não conseguiu convencer os conselheiros e saiu derrotado.

O tribunal entendeu que a exploração da imagem de um atleta tem de ser feita pela pessoa física e vê irregularidade em empresas que recebem valores relacionados a patrocinadores. O caso de Neymar é semelhante ao de Guga. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Chuva deixa um morto e causa estragos na Grande São Paulo

Bombeiros receberam ao menos 15 chamados de pessoas devido a alagamentos

A forte chuva que atingiu a Grande São Paulo entre a noite de domingo (15) e a madrugada desta segunda (16) deixou ao menos uma pessoa morta, causou vários pontos de alagamento e estragos.
PUB

Durante a chuva, os bombeiros receberam ao menos 15 chamados de pessoas devido a alagamentos nas cidades de São Paulo, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Guarulhos e Francisco Morato.

A cidade de Francisco Morato foi a mais afetada pela chuva. Segundo a prefeitura, choveu aproximadamente 90 mm, o equivalente a um terço do total previsto para o mês de janeiro. Não houve vítimas.

A chuva causou alagamentos na região central no Jardim Alegria e no Parque 120. Também foram registrados deslizamentos nos bairros São José, Santo Antônio e Vila Capuá. Duas famílias foram orientadas a deixar suas casas.

Em Guarulhos, um carro foi arrastado pela enchente e caiu dentro de um córrego no cruzamento da rua do Araújo com avenida Martin Junior, no bairro de Morros, às 23h44. Uma mulher que estava no veículo morreu por afogamento, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Na capital, as chuvas mais fortes atingiram nesta madrugada as regiões da Mooca, Sé, Vila Mariana, Santana,Tucuruvi, Vila Maria e Vila Guilherme.

Na região central, foi registrado um alagamento intransitável no túnel Papa João Paulo 2º. No bairro de Campos Elísios também houve outro alagamento na esquina da avenida São João com a rua Ana Cintra.

Na zona norte, a chuva causou outro alagamento intransitável na avenida Chico Pontes, próximo da avenida Guilherme, na região da Vila Maria, na zona norte. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Homem destrói imagens de santos em igreja, em Niterói, no RJ

Crime ocorreu na tarde de sábado, na Igreja de São João Batista, no Centro. Ele admitiu intolerância religiosa e foi preso.

Um homem invadiu a Igreja de São João Batista, no Centro de Niterói, na Região Metropolitana, e destruiu imagens de santos. O crime aconteceu no sábado (14) à tarde. Várias imagens – duas delas com mais de um metro de altura – foram danificadas.
santo1
O suspeito, Yames José Correia, admitiu intolerância religiosa. Ele tentou fugir, mas foi detido por policiais militares e levado para a delegacia, onde está preso.

Fonte: G1 RJ.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Brasileiros relatam o medo e a tensão de tentar entrar nos EUA ilegalmente

Nadar em rios perigosos, dividir uma casa com cerca de 70 pessoas, se esconder e, claro, passar por barreiras policiais são alguns dos desafios pelos quais passam as pessoas que se aventuram a entrar no país sem autorização.

Nadar em rios perigosos, dividir uma casa com dezenas de pessoas, se esconder e, claro passar por barreiras policiais são alguns dos desafios pelos quais as pessoas que se aventuram a entrar ilegalmente nos Estados Unidos passam. Os coiotes que pagam propina aos policiais americanos cobram mais caro porque a travessia é mais fácil. Trajetos perigosos, em terrenos insalubres, são mais baratos.

Em busca de uma vida melhor, uma professora de 35 anos, que preferiu não ter o nome revelado, se arriscou em um desses caminhos em 2003. Ela levou cerca de 30 dias para chegar ao destino final e pagou US$ 3 mil aos atravessadores mexicanos. Nesse trajeto, a imigrante, que já voltou para o Brasil, correu várias riscos.

“Meu maior medo era o rio. Aquilo ali eu já comecei a entrar em pânico. Ele falou ‘você não sabe nadar…’, mostrou que estava com uma câmara de pneu e que ia encher com a boca e eu poderia atravessar. Aliviou um pouco. Foi tenso na hora porque realmente tem correnteza. O pessoal me ajudou e conseguimos atravessar. Tive medo, pânico. Depois que atravessar o rio, foram mais de 12 horas na boleia de um caminhão. Sem parar, viagem direto”, conta a professora.

Desde o início dos anos 2000 a vigilância nas fronteiras ficou mais rígida e a travessia ilegal, mais cara. Em 2002, depois de ter o visto negado, uma mulher de 40 anos decidiu largar a faculdade de direito para viver o sonho americano junto com o marido, de forma ilegal. Em 2011, precisou voltar para ao Brasil porque o pai dela morreu. Depois disso, não conseguiu mais retornar ao país americano.

“Nós só passamos em um rio e andei uns 10 a 15 minutos. Normal. Nessa época, eu paguei US$ 5 mil. Hoje, dizem que se passar um morcego lá, voando, não consegue passar. Hoje em dia, é nessa faixa de US$ 18 mil a US$ 20 mil. A primeira vez eu tentei voltar e me barraram no aeroporto do México. Aí eu voltei mais uma vez e fui pela Guatemala. Consegui entrar em solo mexicano, mas aí eu fui detida”, relembra a brasileira.

Confiar o futuro a uma pessoa desconhecida é outro risco. Um homem de 35 anos foi enganado por um atravessador brasileiro, quando já estava na fronteira, em 2001.

“Ele nunca pagou ao coiote pra gente entrar nos EUA. E ele tinha o dinheiro para fazer isso. Então, ele falou que tinha que ir pro Brasil para mandar o dinheiro, que não tinha o dinheiro com ele. Ele fez sacanagem não só comigo. As outras pessoas, a mesma coisa. Nesse processo, meu pai teve que vender um carro que valia muito mais dinheiro por um preço barato para poder me mandar pra frente. Se hoje fosse pra fazer a mesma coisa eu não faria”, afirma o homem.

Apesar de ter se arrependido, ele hoje vive o sonho de todo imigrante nos Estados Unidos: finalmente ganhou o GreenCard, depois de se casar com uma americana, quatro anos atrás.

Nem todos têm essa sorte. Ana Alice Teixeira, de 70 anos, que trabalha como empacotadora na empresa da família na Flórida ainda luta para ter a situação regularizada, depois de atravessar a fronteira do México. Ela viveu cinco anos nos Estados Unidos, com visto de turista. Uma vez por ano ela ia ao Brasil para driblar as autoridades, até ser barrada. Por causa disso, a idosa se arriscou a atravessar com coiotes pagando US$ 6 mil. Atualmente, morando com o marido, filhos e netos, todos já regularizados, na Flórida, ela não se arrepende.

“Eu fiquei nove dias dentro de uma casa com 72 pessoas. Não tinha cama para todo mundo, o povo dormia no chão. Comia muito mal. Você não podia abrir a persiana para nada, não podia olhar lá fora. Valeu muito a pena. Minha vida é muito melhor do que aí (no Brasil)”, garante.

Esses imigrantes representam apenas uma parte do mar de brasileiros que vai para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor todos os anos. De acordo com os últimos dados do Itamaraty, 1,41 milhões de brasileiros vivem no país, em situação regular e irregular.

Fonte: CBN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Jovem sobrevive 12 horas agarrada a árvore após acidente

Ela ainda ajudou os bombeiros, indicando o local onde o carro da marca Corolla estava submerso

Uma jovem de 19 anos sobreviveu a um acidente de carro ao se agarrar a uma árvore por 12 horas. Natalie Griffin estava no banco do passageiro com a sua melhor amiga, Jenna Santos, ao volante quando o carro saiu da estrada e caiu em um rio no condado de Mendocino, na Califórnia, na quarta-feira à noite.

A água rapidamente entrou no carro e as duas tentaram chutar o para-brisa quando Natalie Griffin percebeu uma janela traseira quebrada e disse à amiga para segui-la para fora. Ela conseguiu sair, mas a outra jovem não conseguiu. Ela se agarrou a uma árvore submersa a cerca de 100 metros e esperou por 12 horas, segundo informações do jornal “East Bay Times”.

Segundo a publicação, a jovem usou um casaco para se proteger do vento e da chuva. Ela ficou acordada durante toda a noite e tentou gritar para os carros. Quando o nível do rio baixou ela nadou, subiu um colina e voltou para a estrada.

Um motorista percebeu que ela estava molhada e tinha apenas um sapato, e conseguiu ligar para a mãe dela. Natalie Griffin foi levada para o Hospital Frank R. Howard Memorial, onde foi tratada com hipotermia.

Ela ainda ajudou os bombeiros, indicando o local onde o carro da marca Corolla estava submerso. O corpo de Jenna Santos estava no local. A mãe da jovem sobrevivente, Midge Griffin, fez um desabafo no Facebook: “Nosso coração está doendo por Jenna”, escreveu, acrescentando que a filha encontrou “coragem e força para sobreviver”.

Fonte: Extra.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Superlotação e gangues são problemas nas prisões do país

Brasil é o quarto colocado na lista dos países com mais detentos

Assim como no Brasil, nos Estados Unidos (EUA) a superlotação e a disputa de gangues, além da dificuldade de ressocialização, estão entre os principais problemas do sistema penitenciário. “Meu olhar é estrangeiro, mas nos dois episódios [no Amazonas e em Roraima] vimos como ponto comum a luta entre as gangues para controle interno e externo sobre o mercado de drogas”, disse o juiz federal norte-americano Peter Messitte, em entrevista à Agência Brasil.

Ele viveu no Brasil na juventude, participou de projetos no Conselho Nacional de Justiça e acompanha o sistema judiciário brasileiro. Messitte acompanhou a repercussão dos dois massacres no Brasil – o de Manaus, no Amazonas, e de Boa Vista, em Roraima. “O que mais chamou a atenção foi a extrema violência nos dois casos, em que houve, por exemplo, decapitação de corpos”, observou.

A população encarcerada é de cerca de 2,3 milhões nos Estados Unidos. país com o maior número de presos no mundo – são 753 para cada 100 mil habitantes. O Brasil é o quarto colocado na lista dos países com mais detentos.

Messitte lembrou que ambos têm presídios superlotados e problemas derivados desse fato, entre eles má-condição de vida, precariedade de saúde e higiene e dificuldade de tornar efetivos os programas existentes de ressocialização dos presos.

O juiz acrescentou que, em curto prazo, a iniciativa mais importante seria mapear as gangues formadas no interior das prisões e separá-las. “É preciso separar os integrantes das gangues para diminuir o poder de ação delas e neutralizá-las”.

Peter Messitte destacou uma diferença entre os dois países. “Aqui nos Estado Unidos, as gangues nas prisões se dividem também pela raça e etnia”.  Segundo o Federal Bureau of Prisions (Agência Federal de Prisões), a maioria dos detentos do país é formada por pessoas da raça branca (69%), 12% são negros e 12,5% são hispânicos.

Privatização e Estatização

Os Estados Unidos têm mais de 6 mil presídios, entre federais, estaduais e locais, além de centros de detenção militares para adolescentes e imigrantes. Boa parte dos presídios estaduais é administrada por empresas privadas, em um formato semelhante ao do presídio de Manaus.

O juiz explicou que o formato vem sendo muito criticado, porque houve denúncias de corrupção e superfaturamento em algumas concessões, e o modelo privado deixou a desejar nos quesitos de segurança, saúde e reinserção (programas educativas para os presos).

“Temos experiência em muitos estados que contrataram o setor privado.  São grandes companhias, contratadas para os serviços de segurança,  educação e alimentação. Mas vimos, com algumas experiências, que os serviços que as companhias oferecem não são melhores que os oferecidos pelas administradas pelo Poder Público”, comentou.

Messitte disse que na esfera federal o número de prisões administradas por empresas privadas é bem menor que nos estados. Mas uma decisão da Justiça Federal, de agosto do ano passado, pode diminuir ainda mais os contratos privados. “A decisão foi de que os contratos privados para administração de presídios federais não serão renovados”.

Embora ainda não se saiba qual será a diretriz para os presídios no governo do presidente eleito Donald Trump, a decisão mostrou que a gestão privada não estava atendendo às expectativas.

“As promessas que foram feitas pelas companhias particulares, sobre diminuir custos, promover mais segurança e criar programas educativos de qualidade, não foram cumpridas. E vimos a busca do lucro em detrimento da prestação de serviço eficiente”, relatou.

O juiz disse que o formato vem sendo muito criticado, porque houve denúncias de corrupção e superfaturamento em algumas concessões. “No meu ponto de vista, administrar a prisão é uma obrigação do Estado”, declarou.
Fonte: Agência Brasil.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Rebelião mais violenta da história do RN tem 27 mortos

Corpos foram levados para o Instituto de Técnico-Científico de Polícia

Vinte e sete presos morreram na rebelião da Penitenciária de Alcaçuz que já é a mais violenta da história do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pelo Governo do Estado. O motim começou na tarde de sábado (14) e terminou 14h depois já na manhã deste domingo (15).

Os corpos foram levados para o Instituto de Técnico-Científico de Polícia (Itep) para que seja feita a identificação. Um caminhão frigorífico foi alugado para armazenar os corpos enquanto não acontece a liberação para os sepultamentos. Além disso, legistas do Ceará e da Paraíba foram deslocados para ajudar no trabalho de identificação. Alguns presos foram decapitados e outros esquartejados.

Nove presos que estavam com ferimentos graves foram transferidos para o Pronto-socorro Clóvis Sarinho, em Natal. De acordo com a direção do hospital, nenhum deles corre risco de morte, mas não há previsão de alta.

Em entrevista coletiva realizada na manhã deste domingo (15) o Governo do Estado informou que identificou pelo menos seis líderes da rebelião. De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), o governo vai pedir a transferências dos líderes para presídios federais. Outros detentos devem ser transferidos ainda neste domingo (15) para outras unidades prisionais do estado.

O titular da Sejuc, Wallber Virgolino, confirmou que os presos do pavilhão 5 invadiram o pavilhão 4. Segundo ele, um trabalho de contenção realizado por agentes penitenciários com o uso de bombas de efeito moral evitou a entrada dos rebelados no pavilhão 1. “Em termos de número de mortes essa é a maior rebelião da história do Rio Grande do Norte”, disse.

Ainda de acordo com o secretário, a rebelião no Rio Grande do Norte não tem relação confirmada com os motins no Amazonas e em Roraima. “Não há confirmação de relação, mas com certeza as rebeliões naqueles presídios incentivaram o que aconteceu aqui”, disse Virgolino.

Três equipes de delegados da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e 15 homens estão responsáveis pela perícia dos locais de crime.

A Penitenciária de Alcaçuz, segundo o governo, ficou parcialmente destruída e não há previsão para reconstrução. Ainda na tarde de sábado (14) um detento fugiu da penitenciária, mas foi recapturado em seguida.

Sobre a rebelião

A rebelião começou com uma briga entre presos dos pavilhões 4 e 5 por volta das 17h de sábado (14). De acordo com a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, homens em um carro se aproximaram do presídio antes da rebelião e jogaram armas por sobre o muro.

Segundo o governo, a briga estava restrita aos dois pavilhões. O pavilhão 5 é o presídio Rogério Coutinho Madruga, que fica anexo a Alcaçuz. Há separação entre presos de facções criminosas entre os dois presídios.

De acordo com a Sejuc, os próprios presos desligaram a energia do local e, com isso, os bloqueadores de celulares da unidade prisional deixaram de funcionar. Durante a madrugada foram ouvidos tiros dentro da unidade prisional e muita fumaça era vista no local.

Na manhã deste domingo (15) policiais militares entraram na unidade prisional com veículo blindado, vans e carros para tentar acabar com rebelião. A rebelião foi controlada por volta das 7h20 com a entrada do Bope e do Choque, além do Grupo de Operações Especiais formado por agentes penitenciários.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal, e é o maior presídio do estado. A penitenciária possui capacidade para 620 detentos, mas abriga cerca de 1.150 presos, segundo a Sejuc, órgão responsável pelo sistema prisional do RN.

Rebeliões e fugas

A última rebelião em Alcaçuz foi registrada em novembro de 2015. Houve quebra-quebra após a descoberta de um túnel escavado a partir do pavilhão 2. “Assim que acabou a visita social, por volta das 15h, os presos se amotinaram”, disse o secretário de Justiça da época, Cristiano Feitosa.

Mais de 100 presos conseguiram escapar do presídio no ano passado, em 14 fugas. A maioria deixou o presídio por meio de túneis escavados a partir dos pavilhões ou por buracos abertos no pé do muro, sempre sob uma guarita desativada ou sem vigilância.

Força Nacional

Na segunda-feira (9), o Ministério da Justiça prorrogou por mais 60 dias a presença da Força Nacional de Segurança no Rio Grande do Norte. Os policiais enviados pelo governo federal estão atuando no patrulhamento das ruas e podem atuar na segurança do perímetro externo das unidades prisionais localizadas na Grande Natal.

A Força Nacional chegou ao estado em março de 2015, durante a série de motins no sistema prisional do estado, e o prazo de apoio poderá ser novamente prorrogado, caso haja necessidade.

Calamidade pública

O sistema penitenciário potiguar entrou em calamidade pública no mesmo mês, em março de 2015. Na ocasião, foram gastos mais de R$ 7 milhões para recuperar 14 presídios depredados durante motins, mas as melhorias foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelo sistema prisional do estado, o Rio Grande do Norte possui 33 unidades prisionais, que oferecem 3,5 mil vagas, mas a população carcerária é de 8 mil presos – ou seja, o déficit é de 4,5 mil vagas.

Acre e Amazonas

Na quinta-feira (12), presos apontados pelos setores de inteligência do Acre e do Amazonas como líderes de facções criminosas chegaram à penitenciária federal de Mossoró, na região oeste do Rio Grande do Norte. Ao todo, foram 19 detentos que foram trazidos em uma operação especial para o presídio potiguar – 14 do Acre e 5 do Amazonas.

Fonte: O Globo.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




CPF poderá ser atualizado pela internet já nesta segunda

Segundo a Receita, o serviço estará disponível 24 horas por dia

A partir de amanhã (16), o contribuinte poderá atualizar o CPF pela internet. A Receita Federal oferecerá, no site do órgão, um formulário eletrônico que permite a alteração instantânea de dados como nome, endereço, telefone e título de eleitor.

Segundo a Receita, o serviço estará disponível 24 horas por dia e poderá ser usado tanto por brasileiros como por estrangeiros residentes no Brasil, independentemente da idade. O órgão estima que 191 milhões de contribuintes serão beneficiados pela ferramenta.

O novo serviço será gratuito. Atualmente, o contribuinte que deseja atualizar o CPF precisa ir a uma unidade dos Correios, da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil e deve pagar R$ 7 de tarifa de serviço.

Novo comprovante

Também amanhã, a Receita lançará os novos modelos de comprovante de inscrição e de situação cadastral no CPF, que continuarão a ser emitidos na página da Receita Federal. A principal mudança está na forma de autenticação, que será feita por meio de QR Code, tipo de código usado em dispositivos móveis.

Atualmente, os comprovantes podem ser emitidos na página da Receita na internet. No entanto, de acordo com o órgão, o serviço é pouco usado porque a autenticação exige que os dados do documento (número de inscrição, código de controle, data da emissão e hora da emissão) sejam informados na íntegra para validação. Os dados dos comprovantes CPF com o QR Code serão validados em tempo real com as informações da base de dados da Receita Federal.

Fonte: ORMNews.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br