ITAITUBA-PA UM HOMICÍDIO FOI REGISTRADO NO GARIMPO SÃO DOMINGO NA NOITE DESTE DOMINGO

Foi registrado mais um homicídio na região Garimpeira desta vez no Garimpo São Domingo.

A vítima foi Sidney dos Santos Silva, de 35 anos de idade, natural de Campo Alegre, município de Aveiro, que na noite deste Domingo (15), por volta das 19h30min, segundo informações a vítima estava bebendo e teve uma discussão com o acusado conhecido como “Coruja”, que de posse de arma branca tipo facão, desferiu contra a vítima na altura do peito, que veio a óbito no local.

Ainda de acordo com informações o acusado empreendeu fuga com destino ignorado, porém a polícia militar encontra-se nas buscas juntamente com a polícia civil.
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Fonte: http://facebook.com/plantao24horasnews

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Pirata considerado mais temido é morto no Pará

Durante uma troca de tiros, contra policiais, morreu o homem considerado pela PM como o pirata mais temido da região das Ilhas, no município de Abaetetuba, no Pará. O caso ocorreu na tarde desta segunda-feira (16).

Segundo a PM, Jojó, como era conhecido o rato d’água, não resistiu aos ferimentos e caiu no rio sem chances de sobrevivência.

“Ao se deparar com uma equipe do GTO que estava em uma lancha em diligência e outra lancha do CPR IX, o elemento resistiu a voz de prisão e atirou contra a guarnição, ao ser alvejado caiu no rio conhecido como Furo do Biribá, em frente à comunidade de Paçoca”, relata a PM em nota.
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Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e após 30 minutos de buscas conseguiu localizar o criminoso já sem vida. (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Com ele foi encontrado um rifle calibre 44 apreendido juntamente com a embarcação em que se encontrava, além da quantia de R$ 331,00.

A operação foi comandada pelo Tenente Coronel Rosevelt, comandante do 31º Batalhão da Polícia Militar.

(Com informações da Polícia Militar)

Fonte: DOL.

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Motorista mata passageiro que assediava mulher

Um motorista de ônibus matou a tiros um passageiro de 36 anos, na noite do último sábado (14) deste sábado (14/11), dentro do coletivo que fazia uma linha de Jundiaí, interior de São Paulo. O motivo, segundo testemunhas, foi porque o passageiro passou as mãos em partes íntimas de duas moças. Elas reclamaram com o motorista, que foi tirar satisfações.

De acordo com as testemunhas, o passageiro desferiu um soco no olho do motorista. Revoltado, o motorista voltou ao seu banco, pegou dentro de uma bolsa uma pistola calibre 380 mm e apontou para o passageiro. Pratis teria partido para cima de Silva. Três disparos foram dados pelo motorista contra o passageiro, que morreu na hora.

Após o homicídio, Silva abandonou o ônibus e fugiu a pé.

Mulheres vêm reclamando constantemente, nas empresas de ônibus de Jundiaí, dos assédios que recebem dentro dos coletivos. A empresa em que Silva trabalha recebeu foto de um suspeito que atacou, na quinta-feira (12), uma garota.

A jovem T.M., de 20 anos, relatou que descia do ônibus do Terminal Colônia para o Centro de Jundiaí, às 17h40, quando foi atacada pelo mesmo homem que tem foto circulando nas redes sociais. Ela gritou, xingou e esperou reação dos demais passageiros, “que não fizeram nada”.

Um servidor público, J.V., disse que está revoltado com os homens que ficam assediando sua filha, quando ela volta do trabalho, às 23 horas, na linha do Parque Eloy Chaves para o Jardim Novo Horizonte e não tem segurança.

Fonte: DOL.
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Michel Temer planeja força-tarefa contra facções no Brasil

Presidente vai receber nesta terça (16), às 12h, representantes de PF, Abin, Forças Armadas, GSI, Receita e Coaf

Dinte da escalada da violência nos presídios, o presidente Michel Temer convocou os órgãos de inteligência do governo federal para uma reunião nesta terça-feira (17), no Palácio do Planalto. No encontro marcado para o meio-dia, informou o colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, o peemedebista vai tentar montar uma força-tarefa dos órgãos de inteligência para combater nacionalmente o crime organizado.

A ofensiva do Executivo federal contra as facções não se limitará à área de inteligência. Mais cedo, às 9h30, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, receberá, na sede do ministério, os secretários de Segurança Pública estaduais e do Distrito Federal para debater a implementação do Plano Nacional de Segurança, lançado pelo governo há cerca de dez dias.

A reunião entre Moraes e os secretários foi convocada diante da crise no sistema carcerário do país. Ao londo das últimas duas semanas, diversas rebeliões foram registradas em complexos penitenciários, principalmente em estados das regiões Norte e Nordeste.

Com o cenário de crise no sistema prisional, o poder Judiciário também tem atuado em frentes de combate à violência nas cadeias. A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, por exemplo, que já esteve em Manaus e recebeu presidentes de tribunais de justiça, se reunirá nesta terça com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), para discutir a crise.

A entidade organizou um encontro entre 30 juízes de varas de Execução Penal de todo o país com o objetivo de estudar medidas para combater a violência nos presídios (leia detalhes mais abaixo).

Somente nos primeiros 15 dias do ano, mais de 100 presos foram mortos em rebeliões, por exemplo, no Amazonas (60), em Roraima (31) e no Rio Grande do Norte (26).

Diante desse cenário, a Procuradoria Geral da República já abriu processos para apurar os sistemas penitenciários e, dependendo da avaliação, poderá até pedir intervenção federal ao STF.

Entre os pontos que deverão ser discutidos na reunião desta terça no Ministério da Justiça estão aqueles que preveem a implementação em conjunto com os governos estaduais, entre os quais o mapeamento do sistema penitenciário e das zonas violentas.

Segundo a pasta, Moraes e os secretários estaduais deverão discutir, ainda, a instalação dos núcleos de inteligência, nos quais serão reunidas forças policiais e de investigação.

Fonte: ORMNews.
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Com inflação, preços do aluguel caem quase 9% em 2016

Levantamento do índice FipeZap mostra que valor médio da locação teve queda nominal de 3,23% no ano passado

Os preços médios do aluguel residencial no Brasil caíram 8,95% em 2016, descontada a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os dados foram divulgados pelo índice FipeZap nesta terça-feira (17). A queda nominal (sem considerar a inflação) foi de 3,23%.

Em dezembro, os preços ficaram praticamente estáveis, com variação negativa de 0,02%, registrando valor médio de R$ 29,99 por metro quadrado nas 11 cidades pesquisadas. Todas as cidades monitoradas pelo índice tiveram queda real no preço médio do aluguel em 2016. Apenas em São Bernardo do Campo e Santos não houve queda nominal.

A cidade com o maior valor por metro quadrado para o aluguel, em dezembro, era o Rio de Janeiro (R$ 35,21), seguida por São Paulo (R$ 34,95%). As mais baratas foram São Bernardo do Campo (R$18,83) e Curitiba (R$ 16,57).

O Rio de Janeiro teve a maior queda no preço médio da locação em 2016, com recuo de 6,21%, seguida de Campinas, com redução de 4,71% no ano passado.

Rentabilidade do aluguel

O retorno dos proprietários com o aluguel foi de 4,4% ao ano em dezembro de 2016. A rentabilidade anual considera a divisão do valor do metro quadrado para locação pelo de venda do imóvel, multiplicado por 12.

Esse percentual foi mais baixo que a taxa de juros real, que foi de 6,9% em 2016. Essa taxa considera a expectativa de inflação para os próximos 12 meses e é medida pelo Banco Central. Também ficou abaixo da caderneta de poupança, que rendeu 8,3% no ano passado e foi maior que a inflação do período, de 6,29%.

A cidade de Santos, no litoral paulista, teve a maior rentabilidade das 11 pesquisadas pelo índice, com retorno de 6,3% no ano passado. Já a cidade menos rentável para o aluguel foi Curitiba (PR), com retorno anualizado de 3,5%. São Paulo apresentou rentabilidade média de 4,8% no mesmo período, e o Rio de Janeiro, 3,8%.

O cálculo do índice considera preços apenas de anúncios para novos aluguéis, sem incorporar a correção em contratos vigentes, cujos preços costumam ser reajustados pelo IGP-M/FGV ou índices similares, de acordo com os contratos estabelecidos.

Fonte: ORMNews.
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Velocidade causa 43% das infrações no Pará, diz Detran

Excessos cometidos por motoristas são a infração mais recorrente no Estado

O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) informou ontem que houve aumento significativo nas infrações de trânsito no ano passado em relação ao ano de 2015. Foram lavrados 1.101.921 autos de infração no Pará em 2016, com aumento de 22,65% em relação a 2015, quando foram lavrados 898.409 autos. Belém ficou em primeiro lugar, com 394.839 registros, seguida dos municípios de Ananindeua (122 mil), na região metropolitana, e Parauapebas (80 mil), no sudeste paraense.

Segundo o setor de estatística do Detran, as três infrações mais recorrentes no Pará em 2016 foram: transitar em velocidade superior à permitida até 20% (infração média), com 404.450 mil registros, seguida do avanço do sinal vermelho (infração gravíssima), com 202.584, e transitar em velocidade superior à permitida a mais de 20% até 50% (infração grave) com 79.162 mil registros.

Em Belém as infrações mais cometidas foram: transitar em velocidade superior a 20% (infração média), com 164.603 mil, seguida do avanço do sinal vermelho (infração gravíssima), com 135.156, e transitar em velocidade superior a permitida mais de 20% até 50%, com 27.158 infrações. Em todo o ano passado, foram registradas 29.354 infrações de não uso do cinto de segurança no Pará. A irregularidade ficou em sétimo lugar no ranking de infrações.

Na capital, as ocorrências somaram 7.209 infrações por não uso do cinto de segurança, a oitava mais registrada em 2016, no ranking das infrações. O consumo de álcool registrou em 2016 o total de 585 acidentes, dos quais 374 resultaram em feridos e 37 em mortes pelo uso da substância proibida na condução de veículo.

Ainda no cenário de infrações, o uso de celular ao volante chegou a ocupar o 13º lugar em 2015, com 12.779 ocorrências, mas caiu para 19º no ranking até meados de 2016, mais precisamente o mês de agosto, quando foram registrados 6.491 casos contra 9.579 do mesmo período de 2015. Desde novembro de 2016 usar celular ao volante passou do grau médio para gravíssimo, e o valor da multa saltou de R$ 191,54 para R$ 293,47. De quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), falar no celular ao dirigir soma agora sete pontos.

Para o coordenador de Operações e Fiscalização de Trânsito, Ivan Feitosa, o aumento de infrações pode ser explicado pela intensificação da fiscalização e pela instalação de novas ferramentas de medição de velocidade, como os radares. “Temos feito ações em todo o Estado e na capital e agora contamos com o auxílio de radares móveis, mas é preciso ressaltar que os equipamentos usados em auxílio à fiscalização são para coibir infrações que acabam resultando em acidentes graves, principalmente a questão da velocidade, o uso do celular ao volante e a direção sob efeito de bebida alcoólica. O que se deseja realmente é que as pessoas pesem, antes de tudo, a segurança, a vida, antes do valor monetário de qualquer transgressão às leis de trânsito, para que possamos, enfim, ver regredir os índices de acidentalidade”, diz.

Fonte: O Liberal.
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Homem é esfaqueado no abdômen dentro de restaurante no Bairro Sta. Luzia

Uma discussão terminou com um homem esfaqueado dentro de um restaurante no bairro Santa Luzia em Novo Progresso. Segundo informações, a vítima, que não foi identificada por não portar nenhum documento pessoal, foi ferida no abdomem com um golpe de faca. O crime aconteceu na tarde deste domingo (15) e os motivos ainda não foram esclarecidos.
O agressor puxou uma faca e desferiu o golpe na vítima. Depois, fugiu rapidamente do local, tomando rumo ignorado.
A vítima foi encontrada socorrida pelo SAMU e encaminhada ao Hospital Municipal onde recebeu atendimento médico.
Policiais Militares fizeram buscas, mas não localizaram o agressor. O crime deve ser investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Jailson Rosa – Cultura FM 87.9

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Feriados prolongados de 2017 forçam antecipação das aulas

O dia de ontem foi a data escolhida por muitos estabelecimentos da capital

Os mais de 10 feriados prolongados previstos para 2017 forçaram a maioria das escolas a iniciar mais cedo o calendário letivo – já nos primeiros dias de janeiro. O dia de ontem foi a data escolhida por muitos estavelecimentos da capital para retomar as atividades escolares. Com o fim de férias, é hora de dar até logo aos desenhos, às brincadeiras intermináveis, à soneca prolongada. A chegada das aulas traz de volta a necessidade de retomar as lições de casa e as obrigações com os horários, o que inclui acordar bem mais cedo.

É tempo, no entanto, de rever amigos e conhecer novos colegas de classe, assim como de descobrir um novo universo de conhecimentos em mais um ano letivo.

A diretora pedagógica Juliana Almeida explicou que a antecipação tem por objetivo contemplar os 200 dias de aulas regulares. “A gente organiza o calendário de modo que tenhamos os dias letivos completos. Como em 2017 haverá muitos feriados, foi preciso começar as aulas mais cedo, para conseguir manter a carga horária”, esclareceu.

Nesta segunda-feira, pais e crianças se dirigiram para mais um início de calendário escolar debaixo de uma chuva fina e céu nublado a manhã inteira. A auxiliar administrativa Monike Araújo, de 30 anos, mãe de Nícolas, de 8, e Tarso, de 3, sabe muito bem o que é lidar com as dificuldades da primeira semana de aulas  depois de mais de 30 dias de férias.

Na hora de pegar o filho caçula na escola, depois do primeiro dia de aula, ela lembrou a necessidade dos ajustes nos horários das crianças para recuperar o ritmo. “Tem toda uma preparação para readaptar os filhos, principalmente quando são pequenos, para ajudá-los a retomar o ritmo de aula depois das férias. Na primeira semana sempre tem a dificuldade pra fazê-los acordar um pouco mais cedo do que estavam habituados nas férias”, explicou.

Para Monike, o segredo para melhorar o rendimento escolar das crianças após o período de férias é estabelecer horários saudáveis para dormir. “Coloco para dormir bem mais cedo já tentando fazê-los acordar dispostos, no ritmo, para estudar”, sugeriu. Acompanhando a mãe, Nícolas revelou estar dividido entre a saudade dos amiguinhos e a vontade de continuar de férias. “Eu fui pra Mosqueiro. Queria ficar de férias e também queria voltar a estudar. Na verdade, eu queria que meus amigos fossem comigo pras minhas férias”, comentou.

Na primeira semana de aulas, é comum que as crianças, sobretudo as menores, estranhem o ambiente e chorem sentindo a falta dos pais. A respeito desta dificuldade que pais e filhos enfrentam no começo das aulas, Juliana Almeida disse que a fase de entrosamento entre crianças, professores e escola é fundamental para que os alunos se sintam acolhidos. “Neste primeiro momento a gente faz um acolhimento. A criança vai se acostumando ao ambiente, aos professores, aos funcionários da escola, e só a partir disto é que iniciamos, de fato, as aulas”, apontou.

Dentre os principais contratempos enfrentados no início do ano letivo, ela destacou a falta de concentração e disposição para estudar em razão das poucas horas de sono. “Hoje em dia, as crianças querem dormir muito tarde, acompanhando o ritmo dos pais. Quando os alunos dormem tarde, eles já chegam para estudar com sono, com preguiça, indispostos, mal humorados. Os pais têm que impor horários regulares para dormir para que as crianças tenham melhor rendimento na escola”, argumentou.

Fonte: O liberal.

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Mais de 30 mil paraenses não sacaram o Abono Salarial

Cerca R$ 26 milhões retornaram em definitivo ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), mantido com contribuição das empresas

Balanço do Ministério da Trabalho aponta que 30.278 trabalhadores paraenses com direito ao Abono Salarial do PIS/Pasep ano-base 2014 não sacaram o benefício dentro do prazo, encerrado no último dia 30. Com isso, R$ 26.644.640,00 retornaram em definitivo ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é mantido com contribuição das empresas e seus recursos são destinados a pagamentos de Abono Salarial e Seguro-Desemprego. Esse montante representa 5,62% dos 538.569 trabalhadores identificados no Estado aptos a retirarem o benefício no valor de um salário mínimo (R$ 880).

No geral, foi pago pelo FAT no Estado do Pará R$ 23.126.329,86 a 508.291 beneficiários, o que corresponde a 94,38% do total – a quarta menor taxa de cobertura dentre todas as Unidades da Federação, atrás das proporções do Acre (74,45%), São Paulo (94,00%) e Santa Catarina (94,04%). Por outro, Sergipe e Paraíba tiveram os maiores índices: 99,63% e 99,60%, respectivamente. Dentre as regiões, o Norte teve a segunda menor proporção de sacadores, 94,77%, a frente apenas do Sul (93,25%). O Nordeste apontou a maior margem (98,70%), seguido pelo Sudeste (95,58%) e Centro-Oeste (95,39%).

Em todo o País, 22.614.443 trabalhadores sacaram o Abono Salarial – 95,93% do total de pessoas com direito ao benefício. É a segunda maior taxa de cobertura da história dos pagamentos do abono – o recorde foi em 2009, quando o percentual de saques chegou a 96,3%. O alto percentual de pagamentos foi resultado do esforço do governo federal para fazer com que o recurso chegasse até os trabalhadores. O Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, solicitou, por duas vezes, que o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) prorrogasse o prazo para saque do benefício.

“Fizemos o adiamento justamente para que os trabalhadores mais humildes pudessem sacar um dinheiro que é deles por direito”, disse o ministro. Além do adiamento, uma série de outras medidas foi adotada durante a prorrogação. O Ministério do Trabalho promoveu uma ação conjunta com a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, enviou correspondência aos trabalhadores, e-mails aos órgãos públicos e mala direta às empresas. Além disso, divulgou amplamente a informação na imprensa e nas redes sociais e disponibilizou na internet a relação com os nomes dos trabalhadores que tinham direito ao abono.

Fonte: ORMNews.
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Presos ainda controlam presídio no RN apesar da presença da polícia

Boa parte dos presos continua livre dentro de um pavilhão da unidade, em uma ala dominada pela facção PCC

A situação no presídio de Alcaçuz, região metropolitana de Natal, segue indefinida na tarde desta segunda-feira (16). Boa parte dos presos continua livre dentro de um pavilhão da unidade, em uma ala dominada pela facção PCC (Primeiro Comando da Capital).
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Um grupamento do Batalhão de Choque da Polícia Militar ocupa uma espécie de pátio que separa essa ala do PCC de outras duas comandadas pela facção criminosa Sindicato do Crime. O conflito entre os dois grupos durante uma rebelião no fim de semana deixou ao menos 26 mortos.

Nesses dois pavilhões, os presos não aparecem mais nos telhados, como no início da tarde. Segundo advogados e parentes de presos que aguardam do lado de fora, os detentos pertencentes ao PCC estão armados e pretendem invadir as outras duas áreas.

Há informações de que presos do Sindicato também têm armas, mas em menor quantidade. O governo do Rio Grande do Norte tenta negociar uma rendição pacífica.

Após as mortes do fim de semana, um novo motim foi registrado nesta segunda-feira. De acordo com o governo do Estado, há possibilidade de haver mais mortes relacionadas à rebelião e corpos estão sendo procurados nas fossas do presídio. Outros nove presos feridos estão hospitalizados.

MASSACRE EM ALCAÇUZ

A rebelião em Alcaçuz foi motivada por uma briga nos pavilhões 4 e 5 do presídio envolvendo as facções PCC e Sindicato do Crime. Segundo o governo, todos os mortos são ligados ao Sindicato do Crime. Houve uma invasão de um pavilhão por presos inimigos, o que deu início ao motim.

A matança é mais um capítulo da crise penitenciária no país: é o terceiro massacre em presídios em apenas 15 dias. No total, 134 detentos já foram assassinados somente neste ano, 36% do total do ano passado, quando 372 presos foram mortos.

O trabalho de identificação dos corpos começará nesta segunda e deve seguir por 30 dias, diz o governo -em Roraima, onde um motim deixou 33 mortos no dia 6, o governo demorou pouco mais de um dia para divulgar uma lista com os nomes de 31 vítimas. Dois dos presos mortos no Rio Grande do Norte foram carbonizados e todos os outros foram decapitados.

Segundo o diretor do Itep (Instituto Técnico Científico de Perícia), Marcos Brandão, não há marcas aparentes de perfuração por balas nos corpos, apenas por instrumentos cortantes -ainda é preciso fazer necropsia nos corpos para identificar as causas de morte. Agentes encontraram dentro do presídio uma pistola caseira, de um cano feita manualmente, e granadas não letais, que não foram usadas, segundo o governo.

MORTES EM PRESÍDIOS

Com mais essas 26 mortes, o número de assassinatos em presídios pelo país chega a 134 casos nas primeiras duas semanas do ano. As mortes já equivalem a mais de 36% do total registrado em todo ano passado. Em 2016, foram ao menos 372 assassinatos -média de uma morte a cada dia nas penitenciárias do país. O Estado do Amazonas lidera o número de mortes em presídios com 67 assassinatos, seguido por Roraima (33).

No dia 1° de janeiro, um massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) deixou deixa 56 mortos em Manaus (AM), após motim que durou 17 horas. No dia seguinte, mais quatro detentos morrem na Unidade Prisional de Puraquequara (UPP), também em Manaus.

Seis dias depois, uma rebelião na cadeia de Raimundo Vidal Pessoa deixou quatro mortos. Logo em seguida, três corpos foram encontrados em mata ao lado do Compaj. Com isso, subiu para 67 o total de presos mortos no Amazonas.

No dia 4 de janeiro, dois presos são mortos em rebelião na Penitenciária Romero Nóbrega, em Patos, no Sertão da Paraíba. Dois dias depois, 33 presos são mortos na maior prisão de Roraima, a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista.

Na tarde de quinta (12), dois detentos foram mortos na Casa de Custódia, conhecida como Cadeião, em Maceió (AL). O presídio, destinado a abrigar presos provisórios, fica dentro do Complexo Penitenciário, em Maceió (AL). Jonathan Marques Tavares e Alexsandro Neves Breno estavam nos módulos 1 e 2 da cadeia, respectivamente.

No mesmo dia, dois presos foram mortos em São Paulo, na Penitenciária de Tupi Paulista (a 561 km da capital paulista). A Secretaria da Administração Penitenciária informou que eles morreram durante uma briga em uma das celas.

Neste domingo (15), uma fuga na Penitenciária Estadual de Piraquara, no Paraná, deixou dois mortos. Um grupo explodiu, pelo lado de fora, um muro da penitenciária, que concentra membros da facção PCC (Primeiro Comando da Capital), segundo agentes penitenciários.

Fonte: Notícias ao minuto.

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