Moro decide que processo de Lula envolvendo sítio de Atibaia deve prosseguir em Curitiba

((Foto: Nelson Almeida/AFP e Reprodução/TV Globo) – Defesa de Lula diz que denúncia não tem relação com a Lava Jato e pede envio dos autos à Justiça de São Paulo. Juiz Sérgio Moro ainda vai definir se ele pode ou não julgar o caso.
juiz Sérgio Moro decidiu nesta quinta-feira (26) que a ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva envolvendo o Sítio de Atibaia, no interior de São Paulo, deve prosseguir em Curitiba.

Lula é acusado de receber o sítio e obras de melhoria no imóvel como propina de empreiteiras por contratos na Petrobras. Ele nega as acusações.

Esta decisão é válida, segundo o juiz, até que seja julgada a chamada exceção de incompetência impetrada pela defesa do ex-presidente, há oito meses, na Justiça Federal do Paraná.

A exceção de incompetência é usada pelos advogados de Lula para questionar a competência de Moro para julgar o caso.

Segundo os defensores, não há elemento concreto que possa indicar que recursos da Petrobras foram usados para o pagamento de vantagem indevida a Lula e, por isso, eles acreditam que a ação penal não deveria estar no âmbito da Operação Lava Jato.

Eles argumentam ainda que por questões territoriais o caso deveria estar em São Paulo.

Ainda não há decisão de Moro sobre o pedido da defesa de Lula.

A decisão do STF
Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na terça-feira (24), de retirar trechos de delações do ex-executivos da Odebrecht dos processos que envolvem o ex-presidente, em Curitiba, a defesa do ex-presidente pediu na quarta-feira (25) que os autos também sejam encaminhados para a Justiça de São Paulo e voltou a mencionar o pedido de exceção de incompetência.

O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou sobre a decisão do STF. Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato argumentaram que enviar à Justiça de São Paulo os trechos das delações é “ininteligível” e “superficial”.

Ainda assim, segundo eles, a decisão não gera alterações nos fatos, e “deve a presente ação penal prosseguir em seus regulares termos”.

Nesta quinta-feira, Moro considerou que houve uma precipitação das partes – defesa e acusação – em relação à decisão do STF.

“Entendo que há aqui com todo o respeito uma precipitação das partes, pois, verificando o trâmite do processo no Egrégio Supremo Tribunal Federal, o respeitável acórdão sequer foi publicado, sendo necessária a medida para avaliar a extensão do julgado do colegiado”.

A defesa do ex-presidente afirmou que o juiz Sérgio Moro tem decisões incompatíveis à hierarquia judiciária.

“A rigor essas decisões mostram que o juiz de primeiro grau pretende abrir um incidente processual para decidir se o Supremo agiu corretamente, o que é incompatível com a hierarquia judiciária”, afirmou o advogado Cristiano Zanin.

Manifestação das partes
Moro pediu que as partes envolvidas no processo se manifestem sobre o pedido de exceção de incompetência para então decidir se pode ou não julgar o processo do sítio de Atibaia.

” (…) Não tendo a exceção sido julgada, o mais apropriado é nela reabrir, à luz da r. decisão da maioria da Colenda Segunda Turma do Egrégio Supremo Tribunal Federal, o prazo para manifestação das partes e, após, decidir acerca dos possíveis reflexos na competência para a presente ação penal”, diz trecho do despacho de Moro.

Ainda conforme o magistrado, como a exceção de incompetência não tem efeito suspensivo, a ação penal deve prosseguir, sem prejuízo do aproveitamento dos atos instrutórios caso ocorra posterior declinação, ou seja, ele deixe de conduzir o processo.

A acusação
Lula responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nesta ação. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente foi beneficiado por obras no sítio, realizadas com parte de um pagamento indevido de pelo menos R$ 128 milhões pela Odebrecht e de outros R$ 27 milhões por parte da OAS.

O ex-presidente nega as acusações da força-tarefa da Lava Jato e diz que não é proprietário do sítio.

O processo está na fase de oitiva de testemunhas. As de acusação já prestaram depoimentos, e as oitivas das testemunhas de defesa serão entre 7 de maio e 29 de junho.
Depois, os réus serão interrogados e abre-se o prazo para as alegações finais. Após estas etapas, o processo fica apto para uma sentença.

Por Bibiana Dionísio, G1 PR, Curitiba

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Luan Santana conta que já fez sexo a 3, pagou prostitutas e brochou

(Foto: AgNews) – Em entrevista ao youtuber Mateus Mazzafera, o sertanejo Luan Santa fez revelações que tem deixado os fãs impressionados com a “safadeza” do cantor.

Batizado de “Perguntas que ninguém faria para Luan Santana. Vídeo POLÊMICO”, a gravação mostra ele contando, entre outras coisas, que já fez sexo a 3, contratou prostitutas, assiste filmes pornográficos e brochou.

E foi em uma das ocasiões em que pagou por sexo que ele não conseguiu levantar o “luanzinho”. “Teve uma vez que eu não consegui. Não lembro o que foi. Acho que estava uma situação meio estranha, sabe? Quando você não tá com vontade, não vai com a cara… você chega e só vê na hora né. Uma coisa que me incomoda muito é cheiro. Sou viciado em perfume. Gosto muito de cheiro bom”.

Veja a entrevista completa:


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Palocci assina acordo de colaboração com a Polícia Federal

( Foto: © REUTERS/Rodolfo Buhrer) – BRASÍLIA – Preso desde setembro de 2016, o ex-ministro Antonio Palocci assinou acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Fontes vinculadas ao caso confirmaram ao GLOBO que a colaboração avançou com rapidez nos últimos dias. Em sigilo, além de terem fixado as bases dos benefícios que serão concedidos a Palocci, os investigadores inclusive já teriam concluído a fase de depoimentos. A colaboração de Palocci, no entanto, ainda não foi homologada pela Justiça.

Fundador do PT, ex-prefeito de Ribeirão Preto, ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, Palocci participou das decisões mais importantes do partido nas últimas duas décadas. Ele foi condenado pelo juiz Sergio Moro, que comanda os processos da Operação Lava-Jato em Curitiba, a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Era, até o início das investigações em Curitiba, um dos políticos mais influentes do PT.

SEM ACORDO COM MPF

As revelações do ex-ministro devem dar um novo impulso à Lava-Jato. As informações e os documentos fornecidos por ele seriam suficientes para abertura de novos inquéritos, operações e até mesmo prisões, segundo revelou ao GLOBO uma fonte que conhece o caso de perto.

Palocci fez acordo com a Polícia Federal depois de tentar, sem sucesso, negociar uma colaboração com os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato. Embora tenha anexos ainda não conhecidos, que tratam de sua relação pessoal com o universo político, das negociatas com empresários e do lobby desempenhado por ele no governo em favor de empresários, a delação do ex-petista segue um roteiro conhecido.

LULA NO ALVO

Além de detalhar nos depoimentos os casos de corrupção dos quais participou ou teve conhecimento, o ex-ministro terá de apresentar provas do que diz. Se mentir ou quebrar algumas das cláusulas firmadas, poderá perder os benefícios negociados. As vantagens oferecidas a Palocci em troca de suas revelações ainda estão sendo mantidas em sigilo pelas partes. Na semana passada, o ministro teve um pedido de liberdade negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou temerário liberá-lo da prisão no atual estágio das investigações. No papel de colaborador, no entanto, a situação do ministro poderá ser revista pela Justiça.

Em depoimento ao juiz Sergio Moro, em setembro de 2017, Palocci antecipou alguns episódios simbólicos de sua relação com Lula. O ex-presidente, aliás, seria um dos políticos mais citados por Palocci. Ao falar das relações do ex-presidente com a Odebrecht, por exemplo, Palocci afirmou que Lula havia firmado um “pacto de sangue” com o empresário Emílio Odebrecht nos últimos meses de 2010, em uma conversa sigilosa no Palácio do Planalto.

Nesse período, o ex-ministro era o encarregado de mediar a relação entre o PT, o governo e a cúpula da empreiteira, como revelaram os ex-executivos da Odebrecht em delação. Palocci operava a famosa “conta Amigo”, aberta no sistema de propinas da construtora para bancar despesas pessoais, favores e projetos de interesse do ex-presidente Lula.

— Ele (Emílio) procurou o presidente Lula nos últimos dias do seu mandato e levou um pacote de propinas que envolvia esse terreno do instituto, já comprado. Apresentou o sítio para uso da família do presidente Lula, que ele já estava fazendo a reforma, em fase final. Também disse que ele tinha à disposição para o próximo período, para fazer as atividades políticas dele, R$ 300 milhões — disse Palocci.

Dessa conta também teriam saído recursos para remunerar palestras do ex-presidente Lula e doações ao instituto que leva o seu nome. O ex-ministro admite ainda os repasses via caixa dois de empresas para as campanhas de Lula e Dilma. Afirma que a relação dos empresários com o governo era “bastante movida” a vantagens concedidas a empresas no governo mediante o consequente pagamento de propinas e repasses de caixa dois ao partido. Ao falar do esquema do PT com empreiteiras que pagavam propina em troca de influência no governo, Palocci disse que as vantagens não se destinavam a retribuir benesses específicas obtidas em um ou outro contrato público. Tratava-se de manter uma relação amigável e constante com os mandatários para estar sempre em posição privilegiada em concorrências públicas.

A PARTE DE DILMA

Ao falar da ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro disse que ela não apenas sabia do esquema corrupto entre PT e as empreiteiras, como teria sido beneficiária e mantenedora dos arranjos. Palocci deu exemplos de situações em que tais temas foram tratados na presença de Dilma ou dependeram de sua chancela. Em meados de 2010, segundo Palocci, ele participou de uma reunião com Lula, Dilma e o então presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli na biblioteca do Palácio da Alvorada. O assunto era os contratos de exploração do pré-sal. Lula, segundo o ex-ministro, teria falado abertamente do propósito de usar os projetos da estatal para financiar a campanha “dessa companheira aqui (Dilma), que eu quero ver eleita presidente do Brasil”, teria dito Lula, nas palavras de Palocci.

As negociações sigilosas do ex-ministro com a Polícia Federal foram reveladas pelo GLOBO no dia 14 de abril. Nas tratativas, o ex-ministro melhorou a proposta de delação. Ele teria fornecido mais detalhes e indícios dos crimes dos quais participou ou teve conhecimento. Para um experiente investigador, Palocci é um dos poucos condenados da Lava-Jato que têm informações importantes para debelar estruturas criminosas ainda fora do alcance da polícia.

— Ele ainda é um dos poucos que têm bala na agulha — disse ao GLOBO uma fonte que acompanha o caso de perto.

Por MSN Notícias

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No Brasil, mais de 40% de crianças e adolescentes de até 14 anos vivem em situação de pobreza

(Brasília – Cidade Estrutural (Marcello Casal Jr/Agência Brasil) – O número representa 17,3 milhões de jovens, aponta estudo da Abrinq

Mais de 40% de crianças e adolescentes de até 14 anos vivem em situação domiciliar de pobreza no Brasil, o que representa 17,3 milhões de jovens. Em relação àqueles em extrema pobreza, o número chega a 5,8 milhões de jovens, ou seja, 13,5%. O que caracteriza a população como pobres e extremamente pobres é rendimento mensal domiciliar per capita de até meio e até um quarto de salário mínimo, respectivamente.

Os dados são da publicação “Cenário da Infância e da Adolescência no Brasil”, que será divulgado amanhã (24) pela Fundação Abrinq. O estudo relaciona indicadores sociais aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), compromisso global para a promoção de metas de desenvolvimento até 2030, do qual o Brasil é signatário junto a outros 192 países.

“Algumas metas [dos ODS] certamente o Brasil não vai conseguir cumprir, a menos que invista mais em políticas públicas voltadas para populações mais vulneráveis. Sem investimento, fica muito difícil cumprir esse acordo”, avaliou Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq. “Se não houver um investimento maciço em políticas sociais básicas voltadas à infância, ficamos muito distantes de cumprir o acordo”.

Um dos exemplos de metas difíceis de serem cumpridas está relacionada à educação, mais especificamente ao acesso à creche. “Você tem uma meta, que entra no Plano Nacional de Educação [PNE], de oferecer vagas para 50% da população de 0 a 3 anos [até 2024]. Se você não aumentar o investimento e a oferta de vagas em creches – hoje estamos com 27% de cobertura –, não chegaremos em 50% para atender o PNE. Essa é também uma meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável [da ONU]”, explica Heloisa.

Outra meta distante do cumprimento é sobre a erradicação do trabalho infantil. “O acordo [com a ONU] prevê que, até 2025, os países erradiquem todo tipo de trabalho escravo e trabalho infantil. Nós [Brasil] ainda temos 2,5 milhões crianças em situação de trabalho. Se não houver investimento na erradicação do trabalho infantil, essa meta certamente não vai ser alcançada”, avaliou.

Jovens vulneráveis
Segundo Heloisa, o relatório ressalta o quanto os jovens são vulneráveis à pobreza. Ela compara que, enquanto as crianças e adolescentes representam cerca de 33% da população brasileira, entre os mais pobre esse patamar é maior. “Se você fizer um recorte pela pobreza cruzado com a idade, você vai perceber que entre a população mais pobre tem um contingente ainda maior de crianças e adolescentes [40,2%]. Esse é um ponto importante que ressalta o quanto as crianças são vulneráveis à pobreza”, diz.

A representante destaca ainda a importância de analisar os indicadores do ponto de vista regional, uma vez que a média nacional não reflete o que se passa nas regiões mais pobres. Em relação à renda, o Nordeste e o Norte continuam apresentando os piores cenários, com 60% e 54% das crianças, respectivamente, vivendo na condição de pobreza, enquanto a média nacional é de 40,2%.

“Quando olhamos para uma média nacional, tendemos a achar que a realidade está um pouco melhor do que de fato ela está. O Brasil é um país muito grande, muito desigual, então se você olhar os dados regionais, vai ver que as regiões mais pobres concentram os piores indicadores de educação, de acesso à água e saneamento, de acesso a creches, por exemplo”.

Violência
O relatório mostra que 18,4% dos homicídios cometidos no Brasil em 2016 vitimaram menores de 19 anos de idade, um total de 10.676. A maioria desses jovens (80,7%) foi assassinada por armas de fogo. O Nordeste concentra a maior proporção de homicídios de crianças e jovens por armas de fogo (85%) e supera a proporção nacional, com 19,8% de jovens vítimas de homicídios sobre o total de ocorrências na região.

A violência é a consequência da falta do investimento nas outras políticas sociais básicas, segundo Heloisa. “Os outros índices influenciam diretamente a estatística da violência. Se você investir na manutenção das crianças e adolescentes na escola até completar a educação básica – que está prevista na lei brasileira, que seria até 17 anos –, se investir na proteção das famílias, na disponibilização de atividades e espaços esportivos para crianças e adolescentes, você vai ter um número muito menor de jovens envolvidos com a violência”, conclui

Heloisa destaca que há uma relação direta dos altos índices de violência com as estatísticas de pobreza. “A prova de que isso é uma relação direta é que, entre esses 10,6 mil crianças e adolescentes assassinados [em 2016], a maioria deles, mais de 70%, são jovens negros, pobres e que vivem em periferia. Portanto, são adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade social, ou seja, poderia ser evitado com investimento em enfrentamento da pobreza, melhorando a qualidade de moradia, educação e saúde”, acrescenta.

Para reduzir a violência e os homicídios nessa faixa etária, Heloisa alerta que não basta investir em segurança pública. “O melhor indicador da segurança pública é a evasão escolar zero”, diz. Ela cita um estudo, realizado pelo sociólogo Marcos Rolim, do Rio Grande do Sul, com jovens que ficaram na escola e outros que saíram precocemente. “O resultado que ele encontrou é que os jovens que permanecem na escola não se envolvem com violência, portanto, há uma relação direta e o melhor investimento para segurança pública é a escolarização, é a manutenção dessas crianças na escola”.

Os indicadores selecionados para o Cenário da Infância e da Adolescência podem ser encontrados no portal criado pela Fundação Abrinq Observatório da Criança e do Adolescente.

Por Camila Boehm, da Agência Brasil, in EcoDebate

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Relatório ‘O Estado das Aves no Mundo – 2018’ alerta que uma em cada 8 espécies de aves está ameaçada de extinção

(A ararinha azul desapareceu de seu habitat natural no final do ano 2000 – ICMBio/todos os direitos reservados) –Uma em cada oito aves está ameaçada de extinção no mundo. Das 11 mil espécies catalogadas, 40% podem desaparecer do planeta, segundo estudos da BirdLife Internacional, organização não governamental (ONG), que há cinco anos pesquisa o tema. A estimativa é de que nos próximos anos 500 espécies desapareçam. O relatório, intitulado O Estado das Aves no Mundo – 2018 alerta sobre o risco de extinção global. Sem a intervenção dos defensores dos animais, segundo a ONG, 25 espécies de aves teriam sido extintas nas últimas décadas.

De acordo com o relatório, sabe-se mais sobre as aves do que sobre qualquer outro grupo comparável de animais. Isso porque eles são fáceis de observar, sendo relativamente grandes e visíveis; a maioria está ativa durante o dia e podem ser facilmente identificados no campo, à distância. Por serem tão conhecidos e encontrados em praticamente todos os habitats, as aves servem como termômetro importante para as mudanças ambientais.

As ameaças estão relacionadas a extração de madeira, espécies invasoras como gatos e ratos, à caça e também a agricultura intensiva que utiliza produtos químicos, como agrotóxicos e pesticidas que afetam a biodiversidade. De acordo com o relatório, 74% das aves no mundo estão em sofrimento.

Brasil

ararinha azul – Icmbio – todos os direitos reservados
A ararinha azul desapareceu de seu habitat natural no final do ano 2000 – ICMBio/todos os direitos reservados
No caso do Brasil, o relatório chama a atenção para os estados da Amazônia e do Pará, que abrigam uma das maiores áreas remanescentes de floresta tropical do mundo e um número expecionalmente grande de espécies de aves. A região, no entanto, está passando por uma rápida ampliação de sua malha viária, o que poderia ter consequências desastrosas para este ecossistema. Só no estado de Pará, estima-se que 27 mil quilômetros de estradas sejam construídas ou ampliadas até 2031. Novas estradas afetam diretamente as aves, que correm o risco de perder o habitat natural, serem atropeladas, além de serem afetadas indiretamente pela poluição.

De acordo com o relatório, a arara selvagem da espécie Spix’s macaw (Cyanopsitta spixii) conhecida como ararinha azul, desapareceu em seu habitat no Brasil, no final de 2000.

Por outro lado, o estudo elogia a iniciativa de ações como da reserva particular Águia Branca, no Espírito Santo, que atua como corredor para três parques estaduais: Forno Grande, Castelo e Pedra Azul. Na prática, a iniciativa protege espécies, como Tanager-de-garganta-cereja e mais 250 espécies, entre elas algumas ameaçadas.

Estudos

“Os dados são inequívocos. Estamos passando por uma deterioração constante e contínua do status das aves do mundo”, disse Tris Allinson, responsável pelo relatório e integrante da ONG BirdLife Internacional. “As ameaças que conduzem a crise da extinção das aves são muitas e variadas, mas invariavelmente estão associadas ao homem.”

“Embora o relatório forneça uma atualização moderada sobre o estado das aves e da biodiversidade e dos desafios futuros também demonstra claramente que existem soluções e que um sucesso significativo e duradouro pode ser alcançado”, disse Patricia Zurita, da BirdLife.

Na tentativa de reverter o quadro, especialistas sugerem uma série de ações e mudanças que precisam ser efetivas, como a restauração dos habitats das aves, a erradicação e o controle de espécies invasoras e o redirecionamento das espécies de aves mais vulneráveis para que sejam protegidas.

O estudo completo em inglês pode ser acessado aqui.
Por Renata Giraldi, da Agência Brasil, in EcoDebate

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MPF abre vagas de estágio para nível médio e superior em Belém e no interior

Ministério Público Federal (MPF) publicou edital de concurso para seleção de estagiários dos cursos de Direito, Arquivologia e Ensino Médio. A bolsa é de R$ 850 para os estudantes de cursos superiores e de R$ 590 para os estudantes do nível médio, mais auxílio-transporte. A jornada é de 20 horas semanais.

As pré-inscrições começaram na última terça-feira (24) e podem ser feitas até as 15 horas de 8 de maio.

Faça a pré-inscrição clicando aqui.

Para confirmarem as inscrições, os candidatos deverão encaminhar por e-mail, até o dia 11 de maio, a documentação exigida no edital.

AS VAGAS

As vagas para estudantes do curso de Direito são oferecidas nas unidades do MPF em Marabá, Paragominas, Redenção, Santarém, Itaituba e Tucuruí. Em Belém, a vaga é para graduandos em Arquivologia, e, em Altamira, a seleção é para estudantes do ensino médio. Todas as vagas são para formação de cadastro reserva.

O PROCESSO SELETIVO
Para participar do processo seletivo é preciso estar matriculado em uma das instituições de ensino conveniadas com o MPF indicadas no edital de abertura do concurso, e é preciso ter concluído carga horária mínima de estudos, que varia conforme a extensão e o nível do curso. Há reserva de percentual de vagas para estudantes com deficiência e para os estudantes que se declararem participantes do sistema de cotas raciais.

As provas serão realizadas em 20 de maio, às 9 horas, em locais a serem divulgados pelo MPF. O conteúdo programático e todos os demais detalhes do processo seletivo estão publicados no edital de abertura do concurso.

(Com informações do MPF)

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STF arquiva processo e Jean Wyllys contra Bolsonaro

Celso de Mello considerou que declarações não extrapolam imunidade parlamentar
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou nesta quarta-feira um processo em que o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) acusou o colega Jair Bolsonaro (PSL-RJ) de ter cometido crimes de injúria e difamação. Em maio de 2015, durante uma sessão da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Bolsonaro teria se referido a Jean com termos pejorativos – como “idiota”, “imbecil” e “cu ambulante”. A decisão do ministro seguiu recomendação da Procuradoria-Geral da República (PGR), com base na regra de imunidade parlamentar prevista na Constituição Federal.

“Entendo incidir, na espécie, a garantia constitucional da imunidade parlamentar em sentido material, apta a exonerar o congressista em questão de qualquer responsabilidade – penal ou civil – eventualmente resultante de seus pronunciamentos no âmbito da Casa legislativa, tal como tem decidido o Supremo Tribunal Federal”, escreveu Celso de Mello.

Na queixa-crime, a defesa de Jean Wyllys afirmou que Bolsonaro “rompeu totalmente a discussão temática” ao chamar o colega de “último órgão do aparelho excretor, “último órgão do aparelho digestivo”, “idiota” e “imbecil”. Bolsonaro também responsabilizou o PSOL pelo assassinato do jornalista da Santiago Andrade, da Rede Bandeirantes, morto em fevereiro de 2014 durante protestos no Rio de Janeiro. “Eram bancados pelo PSOL esse pessoal que matou o jornalista lá, o Santiago”, disse o deputado.

Em fevereiro desse ano, a situação se inverteu: Bolsonaro apresentou uma queixa-crime ao STF contra Wyllys, por calúnia e injúria. O pedido, também sob responsabilidade de Celso de Mello, ainda não foi analisado.

Por: O Globo

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Mãe luta com homem que tentou levar seu filho à força

(Foto: Reprodução) -Uma mulher passou por verdadeiros momentos de tensão depois de lutar para que conseguisse tirar seu filho das mãos de um homem, que simplesmente agarrou a criança sem mais, nem menos em uma avenida movimentada no Jardim Camburi, região norte de Vitória, no Espírito Santo.
O caso aconteceu na última segunda (23) e foi flagrado por câmeras de monitoramento de uma loja. A mãe da criança contou ao UOL que estava na calçada conversando com uma amiga quando viu um homem alto andando em direção a ela. “Ele estava com a boca ensanguentada e algumas pessoas já o estavam seguindo. Quando olhei para o lado, para localizar meu filho, percebi que o homem o tinha agarrado”.

Imagem acima mostra o momento em que a mãe segue o homem e tenta tirar seu filho dele (Foto: Reprodução)
Imagem acima mostra o momento em que a mãe segue o homem e tenta tirar seu filho dele (Foto: Reprodução)

No depoimento, a mãe conta ainda que precisou gritar e pedir socorro para que a criança fosse largada. O homem o agarrava pelo colarinho. Diante os gritos, o suspeito saiu correndo, mas foi perseguido por dois guardas municipais e outros dois homens que estavam próximos.

Colegas do suspeito disseram que ele passou a noite no apartamento deles, em um condomínio da região, e teria exagerado no consumo de bebida alcoólica. Ele quebrou diversos objetos na residência e saiu com a boca sangrando.

Após ser contido, o homem foi algemado pelos oficiais da Guarda Civil e conduzido em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Hospital São Lucas, onde recebeu atendimento.

Ele chegou a ser levado para a delegacia da cidade, mas como ninguém apareceu para prestar queixa, o homem foi liberado.
(Com informações do Notícias BOL)
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Google anuncia mudanças na configuração dos e-mails do Gmail

Nova versão procura melhorar a produtividade e a segurança dos mais de 1,4 bilhões de usuários
O Google permitirá colocar uma data de expiração nos e-mails enviados através da nova versão do correio eletrônico Gmail, que estará disponível aos seus mais de 1,4 bilhões de usuários em todo o mundo, a partir desta quarta-feira (25).

Dentro desse modo, existe uma “opção de fazer com que uma mensagem expire depois de um período de tempo estabelecido para ajudar a manter o controle de sua informação”, acrescentou o Google.

A nova versão procura melhorar a produtividade e a segurança dos usuários e utiliza a gestão integrada de direitos (IRM, por sua sigla em inglês) e autenticação de dois fatores (2FA).

No entanto, o modo confidencial estará disponível nas próximas semanas, ao contrário do resto de funcionalidades da versão. Através de sua nova versão, o Gmail facilitará a abertura de arquivos anexados e fotos desde a caixa de entrada sem ter de acessar as conversas.

De acordo com o manual de novidades, também poderá ser arquivado, eliminado, marcado como lido ou não lido um e-mail sem necessidade de abri-lo, e haverá um botão de repetição para adiar sua leitura a outro momento mais conveniente.

Além disso, a nova versão inclui alertas para dar seguimento a mensagens recebidas há vários dias, para que os de alta prioridade emitam notificações e para identificar os potencialmente perigosos.

Para evitar que o acúmulo de e-mails, o Gmail também começará a sugerir quando cancelar as assinaturas a boletins ou ofertas, apontando a última vez que as mensagens foram abertas.

Outra novidade é a implementação da “resposta inteligente”, que permite selecionar frases para responder rapidamente a uma mensagem, e a possibilidade de abrir aplicativos como Calendar, Keep e Tasks dentro de Gmail, em uma barra lateral.

Para testar a nova versão, os usuários deverão operar o Gmail no navegador e selecionar essa opção, clicando no ícone de configuração, apontou o Google, que permitirá voltar ao e-mail “clássico” se assim desejarem.

Por: Agência Brasil

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Peritos franceses elogiam polícia científica do Pará

Especialistas estão em Belém para capacitar profissionais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves
“O nível da perícia paraense é muito bom, sobretudo na polícia científica. Os profissionais têm muitos conhecimentos e são muito interessados em assimilar as nossas novas técnicas”. A opinião é de Sébastien Philippe Valentin, major que há 10 anos atua na brigada criminal de Paris, na França.

Sébastien é um dos dois peritos franceses, agentes da Polícia do Brigade Criminelle e do Service Régionale d’Identité Judiciaire (em português: Brigada Criminal e do Departamento Regional de Identidade Judicial), que estão dando aulas de qualificação para peritos criminais do CPC Renato Chaves e policiais civis e militares, durante a Semana de Intercâmbio de Investigação Criminal: Brasil x França – O Local de Homicídio em Evidência. O outro agente que participa da capacitação é Matthieu Marc Veillard. O evento começou na segunda (23) e vai até sexta-feira (27), com aulas práticas e teóricas.

“Esse treinamento é fruto de um programa do Governo do Estado e CPC, de aproximação com as embaixadas, buscando a capacitação através da expertise desses países que têm uma tecnologia e protocolos de administração avançados”, disse Mário Guzzo, coordenador da capacitação.

Técnicas

Dos 30 participantes do curso, 20 são peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, que atuam na área de homicídios em Belém, Castanhal, Marabá, Santarém e Altamira; cinco são da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, e cinco da Corregedoria da Polícia Militar do Pará. Essa integração foi uma exigência do convênio, já que o país europeu trabalha com uma polícia única, sem divisão de militar, civil e perícia.

Por: Agência Pará

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