Brasil vive maior surto de febre amarela em 14 anos

O maior número de casos até então havia sido em 2003, com 64 casos confirmados

O Brasil vive o maior surto de febre amarela em 14 anos. Até terça-feira, 24, foram confirmados 70 casos da doença, com 40 mortes. Desse total, 21 são de pacientes que apresentaram os primeiros sintomas em meados de dezembro. O maior número de casos até então havia sido em 2003, quando foram confirmados 64 pacientes com febre amarela. Há ainda no País outros 364 casos em investigação, incluindo 49 óbitos.

Além do aumento expressivo do número de casos, a doença atinge um número maior de Estados e municípios neste ano. Em 2003, com o surto em Minas, os casos se espalharam por menos de 20 municípios do Estado. Agora, pelo menos 40 cidades apresentam registros de pacientes com suspeita da infecção. Há notificações também em Espírito Santo, Bahia e São Paulo. No total, 60 cidades do País já relataram casos suspeitos.

“Não há dúvidas de que os casos vêm em maior número e atingem uma área maior”, afirma o infectologista da Fundação Oswaldo Cruz, André Siqueira. Para ele, não há um fator único que explique a expansão.

Entre as causas estariam maior circulação do vírus, desmatamento e mudanças do clima que favorecem a proliferação dos mosquitos transmissores da forma silvestre da doença. Ao jornal O Estado de S. Paulo, na terça-feira, 24, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o governo também analisa a tese de que o surto em Minas pode estar relacionado à tragédia do rompimento da barragem em Mariana, que afetou o equilíbrio ecológico do Rio Doce em 2015. “Isso é uma tese que está sendo desenvolvida e nós estamos aguardando eventual confirmação.”

Ação tardia. Siqueira não descarta a possibilidade de que medidas de contenção tenham sido feitas de forma tardia. “Desde o fim do ano passado há registros de morte de macacos, um indício de que o vírus da febre amarela poderia estar circulando de forma mais intensa”, disse Siqueira. Para ele, com as notificações, seria necessário intensificar a vacinação da população suscetível.

O subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas, Rodrigo Said, garante, porém, que medidas foram adotadas rapidamente. “Os registros de casos em humanos começaram na primeira semana de janeiro. Providenciamos imediatamente vacinação de bloqueio.” De acordo com ele, não foram identificadas com antecedência mortes de animais. “Começaram a ser notadas simultaneamente aos registros de casos suspeitos na população.”

Siqueira avalia que óbitos provocados pela doença poderiam ter sido evitados. “Os casos aconteceram, em sua maioria, em áreas consideradas de risco. Por que a população não estava vacinada?” Para o pesquisador, o argumento de que o País vive ciclo de aumento de casos da doença a cada 7 ou 10 anos não é suficiente para explicar os casos. “Isso é um atestado de incapacidade de autoridades de saúde. Existe uma vacina contra a doença, uma vacina eficaz. Se há maior risco a cada ciclo de 7, 10 anos, por que medidas não são adotadas?” Ele defende, por exemplo, que campanhas periódicas sejam feitas, sobretudo em áreas de risco.

O professor da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Tauil, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo considerar necessária, passado esse período de aumento expressivo de casos, uma discussão mais aprofundada sobre a forma como a vacina é ofertada para a população. Uma das possibilidades que precisam ser discutidas, disse, é incluir o imunizante na rotina de imunização.

Na terça-feira, 24, o ministro Barros ressaltou que “o Brasil tem capacidade técnica, de assistência, pessoal, infraestrutura e de vacinas, para bloquear esse surto”. “Agora, depende efetivamente de as pessoas irem à vacinação e de técnicos agirem corretamente quando surge cada caso.”

Barros declarou que a pasta não trabalha com a hipótese de o surto se alastrar para as áreas urbanas. “Mas, evidentemente, se a pessoa pega a doença na mata e vem para a cidade, pode transmitir. O fato concreto é que temos controle máximo dos casos para evitar que isso aconteça”, ressaltou, considerando a possibilidade de retomada da transmissão por meio do Aedes aegypti.

Imunização

A imunização em Minas é considerada baixa. Cerca de 50% da população está vacinada contra febre amarela. Em São Paulo, onde também há casos (veja ao lado), o índice chega a 80%. O coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Saúde de São Paulo, o infectologista Marcos Boulos, no entanto, afirma ser necessário atingir a marca de 95% em áreas consideradas de risco. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Amistoso? Brasil encara Colômbia por Chape e 1º lugar da Fifa após 7 anos

Tite avisou desde o início: não gostaria de ter um jogo logo no início de 2017 e nem faria questão da vitória diante da Colômbia nesta quarta-feira (25), às 21h45, no estádio Nilton Santos (Engenhão). O amistoso beneficente com renda líquida revertida integralmente para familiares das vítimas do trágico voo da Chapecoense seria apenas uma breve análise de novas peças na equipe e chance de reforçar um espírito solidário. No entanto, a partida pode ratificar o bom momento brasileiro no cenário mundial.

Ao consultar a Fifa sobre o número de substituições e o caráter do jogo, a CBF ouviu: o duelo contará pontos para o ranking oficial. E o sonhado empate de Tite pode levar a seleção ao topo da lista após quase sete anos – o Brasil não ocupa a primeira colocação desde maio de 2010.

O empate daria mais de 190 pontos à seleção, mais que o suficiente para superar a diferença atual de 90 pontos para a líder Argentina. Uma eventual vitória brasileira somaria mais de 500 pontos para a equipe.
Com Robinho, sem Diego

Sem muito tempo para treinar e com uma seleção pouco entrosada, Tite apostou em nomes experientes e em jogadores que já vinham sendo convocados. Na defesa, nenhuma surpresa: chamados em outros jogos, Fagner, Geromel, Rodrigo Caio e Fábio Santos estarão entre os titulares. Do meio para o ataque, algumas novidades. Willian Arão começará o jogo em sua primeira convocação, enquanto o campeão olímpico Walace se junta a Lucas Lima, Dudu, Diego Souza e Robinho. Weverton será o titular no gol.

Grande destaque da lista de convocados – composta apenas por jogadores que atuam no Brasil –, a dupla Diego e Robinho não estará em campo ao mesmo tempo. Ao menos no início do jogo. Mas o meia do Flamengo não desanima.

“O importante é voltar a viver esse ambiente. Seria muito legal estar com ele, é um amigo. Mas vamos curtir isso, trabalhar, buscar ter novas chances”, disse Diego.

O jogador, que usou a camisa 10 em alguns torneios pela seleção, torce para ganhar uma das únicas seis vagas ainda disponíveis. Por conta do regulamento da Fifa, Tite não conseguirá colocar todos os reservas em campo.

Pelo lado da Colômbia, nada de seleção caseira. O técnico José Pekerman também exaltou o espírito amistoso, mas quer uma preparação série para os próximos compromissos nas Eliminatórias.

Composta por jogadores que atuam no próprio país e em outros mercados da América do Sul, a equipe realizou dois treinos fechados nos últimos dias – sem entrevistas ou imagens – e terá nomes experientes como Téo Gutiérrez, Aguilar e Macnelly Torres em campo.

Para os torcedores brasileiros, as principais atrações são o volante Cuéllar, do Flamengo, e os santistas Copete e Hernandez.

BRASIL x COLÔMBIA

Data e hora: 25 de janeiro de 2017 (quarta-feira), às 21h45 (horário de Brasília)
Local: Estádio Olímpico Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro (RJ)

Brasil
Weverton; Fagner, Geromel, Rodrigo Caio e Fábio Santos; Walace, Willian Arão e Lucas Lima; Dudu, Robinho e Diego Souza
Técnico: Tite

Colômbia
David González (Camilo Vargas); Uribe, Felipe Aguilar, Quintero e Farid Díaz; Abel Aguilar, Bocanegra e Macnelly Torres; Borja, Téo Gutiérrez e Copete
Técnico: José Pekerman

Fonte:  UOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Retirados seis novos corpos de escombros de hotel soterrado na Itália

Os socorristas retiraram na noite de segunda-feira (23) seis novos corpos sem vida dos escombros do hotel devastado seis dias antes por uma avalanche na Itália, anunciaram nesta terça-feira (24) os meios de comunicação italianos, citando as autoridades locais.

Com estas novas vítimas, sobe para 12 o número de pessoas mortas na catástrofe, e cai para 17 a quantidade de desaparecidos, entre os quais os socorristas seguem esperando encontrar sobreviventes, além dos 11 que já foram resgatados com vida.

Enquanto prosseguiam as operações de resgate, a justiça italiana investigava o ocorrido para determinar se a catástrofe poderia ter sido evitada no hotel Rigopiano, situado na zona montanhosa dos Abruzos, no centro da Itália.

Um dia após uma enorme avalanche atingir o edifício, foi aberta uma investigação por homicídio culposo para determinar se todos os riscos haviam sido levados em conta, tanto na construção do hotel quanto no desenvolvimento dos acontecimentos de quarta-feira.

Na sexta-feira (20) e no sábado (21), os socorristas resgataram vários sobreviventes, que explicaram ter passado mais de 48 horas na escuridão, no frio e no silêncio, comendo neve para aplacar a sede.

Apesar de ter aberto novos pontos de acesso, as operações avançavam desde então lentamente, frequentemente sem máquinas para evitar um desabamento interno do edifício.

Fonte: UOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Se houver democracia, venceremos de novo, diz Dilma na Espanha

 A presidente deposta Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira 23 em Sevilla, na Espanha, durante coletiva de imprensa, a candidatura do ex-presidente Lula em 2018. “Eu creio e desejo que ele seja candidato. Será importante para o Brasil”, afirmou.

“O primeiro golpe foi o meu impeachment. O segundo é impedir que Lula seja candidato”, declarou. Ela lembrou que o ex-presidente lidera as pesquisas de intenção de voto em primeiro turno, e disse acreditar que ele vencerá se for candidato. “Eu acho que ele ganharia as eleições por todas as suas realizações”, declarou.

A presidente reafirmou que interromper a democracia foi a única maneira de o atual governo, de Michel Temer, implantar o programa neoliberal derrotado quatro vezes nas urnas. “Não podemos perder a democracia. E eu asseguro que se houver democracia, nós venceremos de novo”, afirmou.

Fonte: brasil247.com
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pará recupera o terceiro lugar na exportação, aponta estudo

Estado perde apenas para Minas Gerais e Mato Grosso

Depois de se posicionar por um período em quarto lugar entre as unidades da federação em saldo de exportação, o Pará recuperou a terceira posição no ranking, resultado alcançado no acumulado de 2016, quando as exportações paraenses registraram um crescimento de 2,32%. Agora, o estado perde apenas para Minas Gerais e Mato Grosso, concorrentes diretos na exportação das commodities minerais (ferro) e agrícolas (soja). No acumulado de janeiro/dezembro de 2016, as exportações paraenses contabilizaram US$ 10,5 bilhões – FOB, registrando um crescimento de 2,32% em relação ao acumulado do mesmo período no ano de 2015. As importações somaram US$ 1,1 bilhão – FOB, também com crescimento de 16,81% se comparado com o acumulado do ano anterior.

De acordo com o coordenador do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/Fiepa), Raul Tavares, o Pará sempre foi o terceiro no ranking brasileiro de exportações devido a força da indústria extrativa mineral. O retorno ao terceiro lugar tem relação direta com o aumento das exportações deste segmento, praticamente todos os parceiros comerciais do Estado compram o minério paraense. “Uma coisa é importante deixar claro que este modelo econômico mineral da indústria extrativa vai perdurar por um tempo como perfil econômico do Estado. Agora estamos vendo um horizonte de melhora, a partir do Brasil que ajusta sua economia e vemos uma perspectiva boa com a queda dos juros, é natural também que a indústria que volte a um processo reaquecimento do nosso produto no mercado internacional. Outra coisa é que a gente precisa entender este processo de acomodação das economias internacionais”, listou.

Esse movimento do comércio exterior do Pará refletiu em aumento na abertura comercial de 3,55%, com um valor de US$ 11,6 bilhões – FOB, enquanto que o saldo comercial sofreu uma pequena variação de 0,86%, com um valor de US$ 9,4 bilhões. Apesar dos valores positivos na variação das contas apresentadas, eles ainda refletem a resultados similares aos de 2008, ano de forte recuo das economias mundiais – abalados pela crise econômica mundial.

“Um indicador que nos preocupa, com esses resultados, é que o Brasil tem perdido, anos seguidos, a participação de bens manufaturados nas exportações brasileiras”, reforça Tavares. Ele acrescenta que, de acordo com estudos da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a crise econômica tem promovido uma retração na competitividade brasileira. “Segundo a CNI, o Brasil recuou em quatro dos nove fatores que determinam a capacidade das empresas se posicionarem de maneira competitiva frente aos demais concorrentes no mercado internacional”, explica.

Se comparado com países emergentes e outros desenvolvidos, o Brasil perdeu espaço no período de 2015 e 2016 por fatores de disponibilidade e custo de mão de obra, ambiente macroeconômico, competição, escala de mercado doméstico, poucos acordos comerciais ocasionando baixa abertura comercial e inexpressiva absorção tecnológica. “Isso posicionou o Brasil em 17º lugar entre os 20 maiores países mais competitivos. Dentre os parceiros do Mercosul, ele ganha apenas da Argentina”, finaliza o coordenador do CIN/FIEPA.

FUTURO

Entretanto, ele vê com bons olhos o futuro da economia brasileira e do Estado. “O trabalho que fazemos na Federação das Indústrias tem se buscado novas possibilidade que possam gerar mudança no ramo exportador, ao criar uma musculatura nas indústrias tradicionais para que recuperem o espaço perdido e encontrem novos caminhos”, avaliou.

Agora, o Estado perde apenas para Minas Gerais e Mato Grosso, concorrentes diretos na exportação das commodities minerais (ferro) e agrícolas (soja). No acumulado de janeiro/dezembro de 2016, as exportações paraenses contabilizaram US$ 10,5 bilhões – FOB, registrando um crescimento de 2,32% em relação ao acumulado do mesmo período no ano de 2015. As importações somaram US$ 1,1 bilhão – FOB, também com crescimento de 16,81% se comparado com o acumulado do ano anterior. Exportação a variação de crescimento de crescimento nos dois últimos anos, deuxa uma variação de 16,8% de craeimento isso de deve ao aumento de importação de bens de capitais, maquinh[arios, exteiras para transporte mineral, produtos que vem para a produção extratigva que tivemos

Fonte: O Liberal.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Brasil está em 79º lugar entre 176 países, aponta ranking da corrupção de 2016

Estudo, feito pela Transparência Internacional, analisa percepção da população dos países sobre a corrupção; Dinamarca e Nova Zelândia lideram ranking como menos corruptos.

Estudo divulgado nesta quarta-feira (25) pela entidade Transparência Internacional aponta que o Brasil fechou o ano de 2016 em 79º lugar entre 176 países em ranking sobre a percepção de corrupção no mundo. Além do Brasil, estão empatados em 79º lugar Bielorrússia, China e Índia.

O ranking leva em consideração a percepção que a população tem sobre a corrupção entre servidores públicos e políticos. Quanto melhor um país está situado no ranking, menor é a percepção da corrupção por seus cidadãos.

A pontuação do ranking vai de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente). Segundo o estudo da Transparência Internacional, o índice brasileiro em 2016 é 40 – dois pontos a mais do que em 2015, quando foi 38. Apesar da melhora na pontuação, em 2016, o Brasil caiu três posições em comparação com 2015.

“O país [Brasil] mostrou que, através do trabalho independente de organismos responsáveis pela aplicação da lei, é possível responsabilizar publicamente aqueles antes considerados intocáveis.”

Para a entidade, a posição do Brasil no ranking caiu “significativamente” nos últimos anos devido aos escândalos de corrupção que envolvem políticos e empresários, como os revelados pelas investigações da Operação Lava Jato.

“Apesar disso, o país mostrou neste ano (2016) que, através do trabalho independente de organismos responsáveis pela aplicação da lei, é possível responsabilizar publicamente aqueles antes considerados intocáveis”, diz a entidade.

Ranking

Os países que lideram o ranking da corrupção são Dinamarca e Nova Zelândia, com índice de transparência de 90. Entre os cinco países mais bem avaliados também estão Finlândia (com 89 pontos), Suécia (com 88) e Suíça (com 86 pontos).

A entidade destaca que, embora nenhum país esteja livre de corrupção, os países mais bem avaliados no ranking “compartilham características de governo aberto, liberdade de imprensa, liberdades civis e sistemas judiciais independentes”.

De acordo com o ranking da Transparência Internacional, a Somália, com 10 pontos no ranking, é o país com maior percepção de corrupção dentre as nações analisadas. O país africano ocupa a última posição no ranking pelo décimo ano consecutivo.

Em um comunicado, a Transparência Internacional cita que 69% dos 176 países analisados no estudo tiveram pontuação menor que 50. Isso, segundo a entidade, expõe “quão universal e sólida é a corrupção do setor público em todo mundo”.

“Neste ano mais países caíram no índice do que melhoraram, mostrando a necessidade de ação urgente”, afirma o relatório.

Ao citar exemplos de casos de corrupção nos últimos anos, a Transparência Internacional cita o escândalo da Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato; os escândalos que levaram à queda e à fuga do ex-presidente da Ucrânia Viktor Yanukovych em 2014; e escândalos de corrupção na FIFA, que investigam, entre outros pontos, a compra de votos na escolha de sedes da Copa do Mundo.

Fonte: G1.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Estado perde 40 mil empregos formais em 2016, diz Dieese

Setores mais impactados com o desemprego foram o da construção civil, do comércio e da indústria

Ao longo do ano de 2016, o Estado do Pará perdeu 40 mil postos formais de trabalho. Esse total corresponde a 5,14% de crescimento do desemprego no Estado. Os setores mais impactados com o desemprego foram o da construção civil, do comércio, da indústria, de serviços e o setor da agropecuária. O levantamento é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos do Pará (Dieese/PA), por meio do novo Mapa do Emprego/Desemprego Formal no Estado do Pará. O cenário de admissões e demissões de trabalhadores identificado pelo Dieese/PA indica que em 2016 o Pará teve a maior perda de postos de trabalho formais em uma década.

O Mapa do Emprego/Desemprego Formal no Estado do Pará tem como base informações oficiais do Ministério do Trabalho (Caged), com balanço dos setores mais atingidos pelo desemprego em 2016 em comparação com igual período em 2015. O estudo integra o projeto do Observatório do Trabalho do Estado do Pará, parceria entre o Dieese/PA e o Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster).

Segundo o Dieese/PA, de janeiro a dezembro de 2016 foram feitas no Pará 262.289 admissões contra 302.158 desligamentos, gerando um saldo negativo de 39.869 postos de trabalhos. No mesmo período de janeiro a dezembro de 2015, o saldo entre admitidos e desligados também foi negativo, só que menor que o verificado em 2016. Foram feitas naquele ano,  em todo o Estado 341.275 admissões contra 377.526 desligamentos, gerando um saldo negativo de 36.251 postos de trabalhos formais.

A maioria dos setores econômicos no Pará apresentou resultados negativos na geração de empregos formais e com um volume maior no número de desempregados. O destaque foi para os setores da construção civil, comércio, indústria de transformação, serviços e setor da agropecuária.

Somente dois setores econômicos do Estado apresentaram, em 2016, crescimento na geração de empregos formais: o setor extrativo mineral e setor serviço indústria e utilidade pública.

Fonte: O Liberal.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Aulas na rede estadual serão retomadas até 31 de março

Calendário definido pela Seduc obedece à obrigatoriedade mínima de 800 horas

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) definiu as datas de início do ano letivo 2017 nas escolas da rede estadual de ensino. As aulas foram programadas para começar nas datas limite de 16 de janeiro, 13 de fevereiro e 31 de março. Os calendários foram estabelecidos de forma a garantir o cumprimento da carga horária mínima anual de 800 horas, distribuídas pelo mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado à recuperação final ou outras atividades sem a participação dos discentes.

A programação de atividades pedagógicas também levou em conta a necessidade de adequação do calendário escolar às peculiaridades locais e regionais. A greve dos professores ocorrida no ano de 2015, que durou 73 dias (ou 51 dias letivos) e a observância da garantia das férias regulamentares e dos 15 dias de recesso escolar também foram levadas em conta.

Na instrução normativa divulgada pela Seduc, também está previsto que a unidade de ensino apresente proposta de calendário escolar diferenciado dos oficiais, considerando as peculiaridades locais, climáticas, de cada município, contendo justificativas devidamente fundamentadas, as quais devem ser encaminhadas à Secretaria Adjunta de Ensino, em tempo hábil, para análise e aprovação.

Será também permitido à unidade escolar propor calendário diferenciado do oficial em decorrência de reforma ou ampliação. São considerados como de efetivo trabalho escolar os dias em que, com a presença de estudantes e sob a orientação dos professores, forem desenvolvidas atividades regulares de aulas ou outras atividades didático-pedagógicas que assegurem efetiva aprendizagem dos conteúdos curriculares.

Os interessados podem obter outras informações sobre o início das aulas nas unidades escolares, que terão afixado, em local de fácil visibilidade, o calendário escolar de 2017, para acompanhamento do cumprimento por toda a comunidade e no site www.seduc.pa.gov.br.

No calendário escolar constam informações sobre o início do ano letivo; períodos de entrega das avaliações bimestrais e recuperações, para lançamento de notas e frequência no Sistema de Informação de Gestão Escolar do Pará; início do segundo semestre; feriados nacionais e estaduais; período de férias escolares; períodos de avaliações nacionais e estaduais; término do ano letivo; período de recesso escolar e início do ano letivo subsequente, entre outros itens, também foram listados.

Fonte: O Liberal.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Seleção para cursos técnicos tem mais de 20 mil inscritos

Ao todo, entre processo seletivo e matrículas, são 5.240 vagas de ingresso para cursos técnicos na rede estadual de ensino.

O processo seletivo para cursos técnicos ofertados pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vem registrando uma grande procura tanto na região metropolitana de Belém como nos municípios do interior do estado. Do dia 9 deste mês até a manhã desta terça-feira (24) já haviam sido inscritos 20.611 candidatos às 3.240 vagas ofertadas para 131 cursos em doze municípios paraenses. Entre os cursos mais procurados estão Enfermagem, com 45,3 candidatos por vaga, e Técnico em Segurança do Trabalho, com média de 44,2 candidatos/vaga.

Além do processo seletivo, são ofertadas mais duas mil vagas em matrículas para duas modalidades de ensino em 11 municípios. Dessas, mil já foram preenchidas. Ao todo, entre processo seletivo e matrículas, são 5.240 vagas de ingresso para cursos técnicos na rede estadual de ensino. O prazo para inscrição ao processo seletivo terminará neste domingo (29) e as matrículas para os cursos ofertados fora da Região Metropolitana de Belém serão encerradas no dia 23 de fevereiro.

Os interessados podem se inscrever por meio do Portal da Secretaria de Estado de Educação (www.seduc.pa.gov.br) e no hotsite da EETEPA (www.seduc.pa.gov.br/site/eetepa). O processo seletivo é válido para ingresso nos cursos técnicos das modalidades Ensino Médio Integrado à Educação Profissional, Ensino Médio Integrado à Educação de Jovens e Adultos (Proeja) e Subsequente em 12 municípios.

Das 2.640 vagas ofertadas na modalidade Ensino Médio Integrado à Educação Profissional (66 cursos técnicos), 880 são destinadas a 22 cursos em processo seletivo para Belém, e mais 1.760 em forma de matrícula para 44 cursos em outros 11 municípios do Pará.

Para o Proeja foram disponibilizadas 680 vagas, envolvendo 17 cursos técnicos e abrangendo 440 vagas em processo seletivo para 11 cursos em Belém, e mais 240 vagas de seis cursos em forma de matrícula para outros municípios do Estado. A modalidade Subsequente conta com a oferta de 1.920 vagas para 48 cursos técnicos, mediante processo seletivo.

A modalidade de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional é ofertada de forma articulada com disciplinas de base comum e disciplinas técnicas, no mesmo turno. Pode fazer esse curso o estudante que já concluiu o Ensino Fundamental, com idade abaixo de 17 anos e 11 meses. Os cursos nessa modalidade têm duração de quatro anos e são executados em oito fases. São realizadas duas fases por ano, incluindo o estágio curricular obrigatório.

Na Modalidade Proeja, são ofertadas de forma articulada as disciplinas de base comum e as disciplinas técnicas, no mesmo turno. Podem cursar alunos que já concluíram o Ensino Fundamental, com idade mínima de 18 anos. Os cursos técnicos nessa modalidade têm duração de três anos e são executados em seis fases (duas por ano, incluindo o estágio curricular).

Os estudantes que concluíram o Ensino Médio regular e desejam se qualificar em uma área específica para ingressar no mercado formal de trabalho podem cursar o Subsequente. Essa modalidade visa a formação técnica, qualificando jovens para o primeiro emprego, assim como adultos na criação de novas oportunidades no mundo do trabalho. Os cursos do Subsequente têm duração de dois anos, e quatro etapas, incluindo estágio curricular aos alunos.

As sete escolas de Ensino Técnico do Estado do Pará (Eetepas) em Belém que ofertarão cursos técnicos neste ano são: Professor Anísio Teixeira; Magalhães Barata; Paes de Carvalho; Instituto de Educação do Pará (IEEP); Deodoro de Mendonça; Francisco da Silva Nunes e Francisco das Chagas Ribeiro de Azevedo (Cacau), no Distrito de Icoaraci.

As Escolas Técnicas que ofertarão cursos em outros 11 municípios do Estado são: Centro de Educação Profissional Dom Aristides Piróvano, em Marituba; Juscelino Kubitschek, em Benevides; Centro Integrado de Educação do Baixo Tocantins, em Cametá; EETEPA de Tailândia; EETEPA de Monte Alegre; EETEPA de Oriximiná; Irmã Albertina Leitão, de Santa Izabel; EETEPA de Vigia de Nazaré, EETEPA de Itaituba; EETEPA de Paragominas e a EETEPA de Salvaterra.

Informações pelo telefone (91) 3201-5115.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Isabella Santoni mostra boa forma em banho de mar em dia de calor no Rio

Usando biquíni de lacinho, atriz curtiu dia de folga nesta terça-feira, 24, na praia da Joatinga, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

A atriz Isabella Santoni mostrou toda sua beleza na tarde de terça-feira, 24, na praia da Joatinga, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Para combater o calor do verão carioca, ela colocou seu biquíni de lacinho e foi mergulhar no mar cristalino.
473a7168 473a7203 unnamed_3
Claro, a boa forma chamou a atenção dos banhistas e impressionou o paparazzo que dava expediente na praia. De folga das gravações da novela “A Lei do Amor”, a carioca de 21 anos costuma malhar todos os dias com personal trainer para deixar pernas torneadas, bumbum perfeito e barriga chapada.

Fonte: EGO.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br