Madonna pode ser presa por associação a terrorismo

O conselheiro do presidente Trump declarou que Madonna era como os “jovens fascistas que correram pela cidade quebrando janelas”

O discurso no ‘Women’s March’, que aconteceu no último sábado (21) inspirou muitas mulheres ao redor do mundo. Entretanto, o furor da estrela maior, Madonna, pode virar uma tremenda dor de cabeça. Isso porque a rainha pop admitiu ter pensado em “explodir a Casa Branca” depois que Trump venceu a eleição. A turma do Trump não gostou nada disso e o seu conselheiro, Newt Gingrich, disse ao canal Fox New Live que Madonna deveria ser presa por associação ao terrorismo.

O conselheiro foi além e declarou que Madonna era como os “jovens fascistas que correram pela cidade quebrando janelas. Todos deveriam receber a pena máxima. O que você tem é um fascismo emergente de esquerda, e ela é parte disso. Eu acho que temos que estar preparados para nos proteger”.

A cantora não perdeu tempo e foi ao Instagram explicar a sua fala.

“Não sou uma pessoa violenta e não promovo a violência. É importante que as pessoas ouçam e entendam meu discurso inteiramente, ao invés de focar em uma frase tirada de contexto. Sei que agir com raiva não resolve nada, e a única maneira de mudar as coisas para melhor é com amor”, defendeu-se.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Famílias de vítimas de incêndio da Boate Kiss levam caso para OEA

O grupo busca responsabilizar o Estado brasileiro por omissão, negligência e descumprimento da lei

Quatro anos após a tragédia, familiares das vítimas do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, protocolaram na quarta-feira, 25, solicitação de análise do caso na Organização dos Estados Americanos (OEA).

O grupo busca responsabilizar o Estado brasileiro por omissão, negligência e descumprimento da lei, uma vez que os órgãos públicos saberiam de problemas no local. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Memória

A tragédia, que matou 242 pessoas, ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013, em Santa Maria. O incêndio foi causado por um artefato pirotécnico usado pelos músicos da banda que se apresentavam no local.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Fim das farmácias públicas prejudicará pobres

Alerta é do Sindicato dos Farmacêuticos, que tenta discutir novo projeto com João Doria

O fechamento das farmácias do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo deverá afetar os mais pobres, denuncia o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sinfar-SP). Principalmente porque as grandes farmácias não estão nas periferias. Segundo representantes da associação, a retirada dos medicamentos especiais na rede comercial obrigaria o deslocamento de pessoas mais pobres.

O projeto do prefeito João Doria (PSDB) é inspirado no Farmácia Popular, de 2004, mas ainda não foi divulgado oficialmente. O Sinfar informou ao site Pragmatismo Político que tenta marcar reunião com o prefeito e o secretário de Saúde, Wilson Pollara, para obter mais detalhes da mudança.

Segundo os Farmacêuticos, as farmácias do SUS atendem 700 mil receitas mensais: por ano, são 10 milhões. As reclamações de falta de medicamentos é recorrente, “mas não significa que a falha esteja na farmácia pública”, defende a categoria.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Neymar diz que só assina e não lê documentos entregues pelo pai

Declaração foi dada à Justiça espanhola no ano passado

Em depoimento prestado à Justiça da Espanha em fevereiro do ano passado, Neymar afirma não saber detalhes de seus contratos e que apenas assina os documentos entregues pelo pai, quem confia “de olhos fechados”.

A declaração foi dada em reposta a uma pergunta sobre o conhecimento do jogador sobre os pré-contratos dele com o Barcelona, de 2011, realizados fora do período permitido pela Fifa – a transação só veio a se concretizar dois anos depois.

O depoimento do jogador foi publicado parcialmente pelo jornal ‘El Confidencial’. Confira alguns dos trechos.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Governo Federal anunciará deficit de R$ 149,7 bi do INSS

A previdência urbana apresentou um deficit de R$ 46,3 bilhões, depois de sete anos com resultado positivo.

O governo federal anunciará nesta quinta-feira que o deficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ficou em R$ 149,7 bilhões em 2016.

O secretário de Previdência, Marcelo Caetano, concederá coletiva à imprensa na manhã desta quinta-feira para apresentar os números do Regime Geral de Previdência Social do ano passado. O governo projetava um deficit de R$ 151,9 bilhões, de acordo com o último relatório de avaliação de receitas e despesas, referente ao quinto bimestre do ano passado. A previdência urbana apresentou um deficit de R$ 46,3 bilhões, depois de sete anos com resultado positivo. A previdência rural registrou um saldo negativo de R$ 103,4 bilhões. A área urbana foi deficitária de 1985 até 2008. A partir de 2009, o aumento do emprego com carteira assinada contribuiu para acabar com o deficit. Os bons resultados na área urbana ajudaram a segurar o crescimento do deficit da Previdência nos últimos anos.

Diante do crescimento do deficit da Previdência, o governo do presidente Michel Temer anunciou no fim do ano passado uma proposta de reforma nas regras de aposentadoria e pensão do INSS e também dos servidores públicos. O texto, que depende de aprovação do Congresso Nacional, define idade de 65 anos e 25 anos de contribuição como condições mínimas para a aposentadoria de todos os trabalhadores, homens ou mulheres, incluindo funcionários públicos.

Para receber o valor máximo a que tem direito, no entanto, o trabalhador terá que contribuir com a Previdência por 49 anos se o Congresso aprovar o plano do governo. A proposta só assegura benefício equivalente a 51% da média salarial, mais 1% por ano de contribuição. Uma pessoa que se aposentasse com o requisito mínimo (65 anos de idade e 25 de contribuição) receberia 76% do valor. Os outros 24% dependeriam de mais 24 anos de contribuição.

A PEC prevê uma regra de transição para homens com 50 anos de idade ou mais e mulheres de 45 anos ou mais. Eles teriam que pagar uma espécie de pedágio para poder se aposentar, trabalhando 50% mais tempo do que o que faltar pelas regras atuais.

Uma pessoa que estiver a um ano da aposentadoria na data da promulgação da PEC teria de trabalhar um ano e meio para se aposentar. Pessoas que entrarem na transição, no entanto, também teriam de seguir a nova fórmula de cálculo dos benefícios.

A PEC também prevê um gatilho para elevar a idade mínima com o envelhecimento da população no futuro: sempre que a expectativa de sobrevida após os 65 anos aumentar um ano, a idade mínima subiria um ano. De acordo com as projeções do governo, a idade mínima poderia chegar a 67 em 2060.

Fonte: ORMNews.
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Pão teve reajuste acumulado de 14% em 2016, aponta Dieese

Alta do alimento ficou acima da inflação de 6,58% estimada para o período

O preço do pãozinho consumido pelos paraenses nas mercearias, padarias e supermercados da Grande Belém teve um reajuste acumulado de 14% em 2016, para uma inflação de apenas 6,58% estimada para o período. A conclusão é de uma pesquisa do Diesse-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada na manhã desta quinta-feira (26).

Segundo o estudo realizado entre janeiro e dezembro do ano passado, o quilo do pão francês em dezembro de 2015 foi comercializado em média a a R$ 9,64. Em janeiro do ano passado, o preço do pão já estava custando em média R$ 9,67 e fechou o ano custando em média R$ 10,95. Com isso, o quilo do pãozinho consumido pelos paraenses apresentou um aumento acumulado de quase 14%, contra uma inflação de 5,68% calculada para o mesmo período. Ainda segundo o Dieese, uma séria de fatores contribuíram  para o aumento, principalmente a alta no preço do trigo, que é importado principalmente da Argentina. No começo de janeiro, o preço do quilo do pão em Belém está oscilando entre R$ 10 e R$ 12.

Fonte: ORMNews.
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Saída dos EUA de acordo Transpacífico pode ser positiva para Brasil, diz ministro Marcos Pereira

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país da Parceira Transpacífico (TPP, na sigla em inglês) pode ser positiva para o Brasil, especialmente para a exportação de produtos agrícolas, mas o protecionismo norte-americano é preocupante, afirmou nesta quarta-feira o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira.

Em uma de suas primeiras medidas após tomar posse, Trump determinou esta semana a saída dos EUA do TPP, cumprindo uma promessa de campanha. O acordo fora firmado pelo governo Barack Obama, e os países integrantes formariam um dos maiores blocos comerciais do mundo.

Segundo Pereira, com a saída dos EUA abre-se uma boa oportunidade para o Brasil preencher um vazio deixado pela maior potência do planeta, especialmente para o agronegócio nacional, que é altamente competitivo.

“Entendemos que na área do agrobusiness, do agronegócio, abre-se uma oportunidade grande para o Brasil. Poderemos avançar em outras áreas também com os países, e esse será o nosso foco no comércio exterior”, disse o ministro a jornalistas.

A rejeição ao bloco comercial do Pacífico fazia parte da promessa de campanha de Trump de proteger e fortalecer a indústria local norte-americana e estimular a geração de empregos nos Estados Unidos. Se por um lado o Brasil pode ter benefícios com a saída dos EUA do TPP, a política protecionista do presidente norte-americano é vista com preocupação pelo ministro.

Pereira destacou que, justamente no momento em que o Mercosul negocia medidas para tornar o bloco mais aberto, as barreiras comerciais a serem criadas por Trump podem prejudicar esse impulso expansionista.

“No momento em que o Brasil e o Mercosul começam a se abrir, em que vamos tentar avançar no acordo com a União Europeia ainda, se possível, esse ano…. Com todos mais abertos, vem a maior economia do mundo se fechando, essa é uma preocupação”, disse.

O ministro afirmou ainda que o Brasil deve fechar 2017 com um novo superávit na balança comercial e o desempenho deve superar o saldo positivo de 47,7 bilhões de dólares em 2016. A previsão é de um resultado positivo de cerca de 50 bilhões de dólares, afirmou.

“A perspectiva é de algo em torno de 50 bilhões. Acho que a economia esse ano, a partir do segundo semestre, começa a crescer. Tudo vai depender também de como o câmbio vai flutuar”, disse.Fonte: Agroadvisor.

Fonte: Agroadvisor
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Clima e tecnologia – os segredos da super safra dos Estados Unidos

A título de comparação, as 500 milhões de toneladas, de apenas duas culturas em uma única safra, equivalem a 2,5 vezes a safra brasileira, que se esforça para romper a casa das 200 milhões

Maior produtor mundial de grãos, os Estados Unidos colhem uma safra espetacular, sem precedentes na história do agronegócio moderno e globalizado. Em plena colheita, os norte-americanos retiram do campo quase 500 milhões de toneladas de grãos, apenas com soja e milho. Carro-chefe, o cereal responde por 80% desse volume, em uma conta que ao final do ciclo deve somar mais de 380 milhões de toneladas. Com as mais de 115 milhões de toneladas previstas para a oleaginosa, de 2015 para 2016, o país adiciona incríveis 50 milhões de toneladas à produção.

A título de comparação, as 500 milhões de toneladas, de apenas duas culturas em uma única safra, equivalem a 2,5 vezes a safra brasileira, que se esforça para romper a casa das 200 milhões de toneladas. Isso para todas as culturas, em duas ou até três safras, caso do feijão. A somar trigo, sorgo, arroz e outras culturas menores, o volume dos Estados Unidos supera com segurança três vezes a safra do Brasil. É tanta produção, que o agricultor não tem mais espaço para guardar grãos. O que não é exportado ou industrializado e não cabe nos armazéns tem que ser armazenado a céu aberto. “Out storage”, como dizem os agricultores locais.

Mas porque os Estados Unidos estão produzindo um volume tão grande nesta temporada? Parte desse resultado é reflexo da área maior que foi cultivada. Mas a grande performance está em duas variáveis distintas e ao mesmo tempo complementares: clima e tecnologia. Dois fundamentos que permitiram às lavouras expressarem em plenitude o seu potencial. Condições climáticas quase que em estado de perfeição, criaram um ambiente altamente favorável e responsivo à tecnologia empregada ou embarcada na soja e no milho.

Estamos falando de 11.000 quilos de milho e quase 3.500 quilos de soja por hectare. Rendimentos que não são raros de se encontrar, mesmo que pontualmente, em lavouras brasileiras. O surpreendente, no entanto, está no fato de essas marcas não serem deste ou daquele produtor. Isso é média de produtividade. “Yield average”, estufam o peito e enchem a boca para falar os agricultores norte-americanos. Isso em 35 milhões de hectares de milho e outros 33,5 milhões de hectares de soja. Um universo onde é fácil encontrar produtividades médias acima de 15 mil quilos por hectares no milho e mais de 5 mil quilos na soja.
Clima vs mercado

Teve clima, mas tem mercado para toda essa produção? Definitivamente, não! Em uma analogia com as 500 milhões de toneladas, como falamos aqui o Brasil, aí já são outros quinhentos. A demanda global cresce. E mesmo que de forma orgânica, contribui para evitar uma queda ainda maior nas cotações, fortemente pressionadas pela oferta. Inclusive, é essa demanda que sustenta os preços de soja e milho acima de US$ 9,5 e US$ 3,8/bushel, respectivamente. Em 2005, com uma safra menor do que este ano, as cotações na Bolsa de Chicago para o mesmo período do ano estavam de US$ 0,80 a US$ 1,20 mais baixas.

A pressão sobre as cotações pode ficar ainda forte, seja pelo avanço da colheita nos Estados Unidos ou então pela definição da aposta na safra sul-americana, em fase de plantio. A combinação de área e clima no Brasil será decisiva aos rumos do mercado. O próximo passo é precificar a safra da América do Sul para ter a real noção do impacto nos preços que vêm de Chicago. No milho, a produção da região é relativamente pequena. Menos da metade. Contudo, um volume que chega em um momento de grande oferta do cereal. Já na soja, a situação é mais delicada. Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai devem colher juntos mais de 170 milhões de toneladas do grão, o que representa mais da metade da produção mundial.

Se o clima favorecer a temporada sul-americana, dificilmente haverá espaço para preços melhores no mercado internacional. Há chance maior de depreciação do que apreciação nas cotações. A receita para amenizar a relação de custos versus rentabilidade será a mesma encontrada pelos norte-americanos: produtividade. Escala e rendimento, que depende do clima, mas também de tecnologia. Ou seja, torcer para um clima favorável, mas não deixar de investir em tecnologia. Algo do tipo reze como se tudo dependesse de Deus, mas trabalhe como se tudo dependesse de você. Como diria São Bento, “Ore at Labore”.

Fonte: Agroadvisor.
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Campus Party 2017 trará brasileira que descobriu supernova e faz pesquisa para a Nasa

Duilia F. Mello falará sobre seus 20 anos pesquisando o espaço, de suas descobertas e do trabalho com o telescópio Hubble.

A Campus Party 2017 levará a seu palco uma das representantes da ciência brasileira mais reconhecidas internacionalmente.

A astrofísica Duilia F. de Mello falará aos campuseiros na quinta-feira (2) sobre seus 20 de estudo do universo, desde sua colaboração com a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) até suas descobertas, como a de uma supernova (a explosão de uma estrelha). Ela mostrará ainda a imagem mais colorida já feita com o telescópio espacial Hubble, tirada em 2014.

Neste ano, o evento de tecnologia, ciência e cultura nerd irá acontecer entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro, novamente no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Após construir sua formação acadêmica na UFRJ, Inpe e USP, Duilia fez seu pós-doutorado no Instituto do Telescópio Espacial Hubble, nos EUA, e no Cerro Tololo Interamerican Observatory, no Chile.

Desde 2008, ela é professora associada de Física e Astronomia da PUC de Washington. Ela também é desde 2003 pesquisadora do Instituto de Astrofísica e Ciência da Computação, que colabora com a Nasa, por meio do Goddard Space Flight Center.

Campus Party 2017
Quando: de 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017
Onde: Pavilhão de Exposições Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1209, São Paulo, SP
Entradas: R$ 240 (clique aqui)

Fonte: G1.
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Transporte aéreo de passageiros no Brasil diminuiu em 2016

De acordo com a Anac, no ano passado o número de passageiros transportados em voos domésticos foi 7,8% menor que o registrado em 2015.

Depois de dez anos de crescimento ininterrupto, caiu em 2016 o número de passageiros transportados pelas empresas aéreas em voos domésticos no país. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a queda foi de 7,8% na comparação com 2015.

Em todo o ano passado, foram transportados 88,7 milhões de passageiros em voos dentro do país. No ano de 2015 foram 96,2 milhões. A demanda por voos domésticos também caiu em 2016, informou a Anac. Ela foi 5,7% menor que em 2015.

Esse encolhimento no mercado aéreo é reflexo do agravamento da crise econômica. A previsão do mercado é que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha caído 3,5% em 2016. O resultado oficial será divulgado pelo IBGE em março.

Diante do recuo na demanda, as empresas aéreas também reduziram a oferta de voos e de assentos no mercado doméstico. De acordo com a Anac, a oferta em 2016 foi 5,9% menor que em 2015. A redução, portanto, superou ligeiramente a da demanda. Latam, Gol e Azul cortaram, juntas, 234 voos diários entre dezembro de 2015 e o mesmo mês de 2016. Elas também reduziram a frota em operação em 41 aeronaves.

Apenas no mês de dezembro de 2016, a demanda e a oferta de voos registraram queda de, respectivamente, 2,8% e 4,6%, na comparação com dezembro de 2015. Foi o 17º mês seguido de retração na demanda e o 16º na oferta. Ainda no mês de dezembro de 2016, foram transportados 8 milhões de passageiros em voos domésticos, queda de 5,9% em relação ao mesmo mês de 2015. Foi o 17º mês seguido de retração nesse indicador.
Voos internacionais

Apesar da crise, a Anac registrou aumento no número de passageiros transportados em voos internacionais operados por empresas aéreas brasileiras: 2,9% na comparação com 2015. No total, foram transportados 7,5 milhões nesses voos fora do país.

“O número de passageiros pagos transportados em dezembro de 2016 foi recorde para este mês desde o início da série histórica em 2000, tendo atingido 682,3 mil. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador apresentou elevação de 7,5%”, informou a Anac, em nota.

Já a demanda por voos internacionais caiu 0,3% no ano passado, na comparação com 2015. Já a oferta de voos para fora do Brasil registrou redução de 3,1%.

Fonte: G1.
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