‘Maníaco da lanterna’ vai a júri mais uma vez em Alta Floresta

Cláudio de Souza, 46 anos, conhecido como “maníaco da lanterna” vai a júri mais uma vez em Alta Floresta. Dessa vez, será por conta do assassinato do casal Antônio Batista de Souza Filho e Liania de Souza Alves, ambos mortos a tiros e os corpos encontrados em julho de 2006.

Peninha como também é conhecido irá a júri popular no dia 13 de abril, os detalhes do crime não constam no processo e o juiz Douglas Bernardes Romão ainda decretou uma prisão preventiva contra o réu.

Em 2016, o magistrado já havia citado Claúdio pelo assassinato de Sirlene Ferreira de Souza, o crime ocorreu em 2003, a vítima foi morta por um tiro de espingarda na cabeça. Em outubro do ano passado Peninha foi condenado pela juíza, Milena Ramos de Lima e Souza pelo latrocínio de Armandio da Silveira.

O crime aconteceu em dezembro de 2001, em uma madeireira onde a vítima era guarda noturno. De acordo com as investigações, o maníaco se aproximou do guarda e efetuou vários golpes em sua cabeça com um pedaço de madeira.

O maníaco da lanterna foi detido em 2005, mas conseguiu fugir, meses depois foi preso novamente, e desde então, encontra-se no presídio Ferrugem, em Sinop. Claudio Souza está cumprindo mais de 80 anos de pena, Peninha é acusado de 11 assassinatos, além de responder por acusações de estupro.

Fonte: agoramt

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Governo concede licença para Belo Sun extrair ouro na região do Xingu

Projeto mineral deve funcionar por 12 anos na região do Xingu.
Estado espera arrecadar R$ 60 milhões com royalties minerais.

A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do governo do Pará conceceu nesta quinta-feira (2) a licença de instalação para a empresa canadense Belo Sun extrair ouro por 12 anos no município de Senador José Porfírio, na região do Xingu.  A empresa já possui Licença Prévia (LP) aprovada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) e expedida pela Semas em 2014.

O projeto da mineradora Belo Sun é polêmico. Especialistas acreditam que ele pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente, e a defensoria pública do estado chegou a pedir a suspensão de sua licença.

Segundo o governo do Pará, foram três anos de análises para a liberação desta licença. A expectativa é que o projeto gere 2.100 empregos diretos na fase de implantação, e 526 na fase de operação.

Ao longo dos 12 anos, a empresa deve pagar mais de R$ 60 milhões em royalties de mineração para o estado – quase R$ 5 milhões por ano. O valor pago em impostos deve ser ainda maior: cerca de R$ 130 milhões para o país, estado e município durante o período de instalação, e depois R$ 55 milhões por ano.

Condições para a licença
Uma das exigências para a emissão da licença foi que a economia paraense fosse beneficiada pelo projeto, por isso a produção de ouro no Xingu deve ser realizada no estado. A empresa se comprometeu a instalar uma refinaria, verticalizando a produção.

Para a liberação da licença, a Secretaria exigiu mudanças no projeto, impedindo a captação de água do rio Xingu e exigindo o monitoramento da qualidade do ar, nível de ruído, vibração e gerenciamento de resíduos, além da recuperação das áreas degradadas.

A Semas também solicitou que a empresa elaborasse estudos para garantir a segurança das comunidades indígenas da região, que vivem entre 12 e 16 km de distância do garimpo. De acordo com a legislação, a distância mínima entre um garimpo e uma aldeia deve ser de 10 km.

Fonte: G1.
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EUA esperam terminar muro fronteiriço em 2 anos

John Kelly diz acreditar que o financiamento do Congresso para o projeto sairá “relativamente rápido”.

O secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, John Kelly, disse nesta quinta-feira (2) esperar que um muro ao longo da fronteira sul dos EUA com o México esteja concluído dentro de dois anos, de acordo com uma entrevista à Fox News. “O muro será construído primeiro onde é mais necessário, e então ele será completado. Essa é a maneira que eu olho para isso”, disse Kelly na entrevista. “Eu realmente espero ter isso feito nos próximos dois anos.”

Ele acrescentou que acredita que o financiamento do Congresso para o projeto sairá “relativamente rápido”.

O presidente americano, Donald Trump, assinou em 25 de janeiro um decreto que tem como objetivo “garantir a segurança da fronteira sul dos Estados Unidos com a construção imediata de um muro”.

O decreto provocou uma grave crise diplomática com o México, país que Trump deseja que pague pelo muro, ao mesmo tempo que representa o início da execução da mais emblemática de suas promessas de campanha: a construção de um muro ao longo dos 3,2 mil quilômetros de fronteira para conter a imigração ilegal. Quase um terço desta fronteira já conta com barreiras.

Fonte: ORMNews.
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Imetropará apreende balanças irregulares no Ver-o-Peso, em Belém

Fiscais apreenderam 10 equipamentos de origem chinesa nesta quinta, 2.
Ação de fiscalização visa garantir segurança para consumidores.

Equipes de fiscais do Instituto de Metrologia do Estado do Pará (Imetropará) apreenderam cerca de 10 balanças irregulares utilizadas por comerciantes no mercado Ver-o-Peso, em Belém, nesta quinta-feira (2).

“O objetivo dessa fiscalização é verificar as balanças que estão de forma irregular nas nossas feiras. Só neste começo de ano foram várias denúncias enviadas ao Instituto sobre a existência de balanças de procedência venezuelana, ou seja, são equipamentos que não possuem os padrões exigidos pela portaria do Inmetro”, explicou o diretor técnico de Metrologia e Qualidade do órgão, Olintho Azevedo.

Segundo o Imetropará, todos os equipamentos de pesagem de alimentos precisam cumprir normas estabelecidas pela portaria 097, de 11 de abril de 2000.

“Nós também estamos fazendo a regulamentação das balanças de origem brasileira e que estão em bom estado de conservação, justamente para que o consumidor se sinta mais seguro na hora de comprar o seu produto. Elas recebem um selo com validade de um ano”, esclareceu Jorge Rezende, titular do Imetropará.

Outras feiras também deverão passar pela ação, o cronograma está sendo concluído, e para não comprometer as futuras ações, o órgão manterá sigilo sobre os próximos locais a serem fiscalizados. A ação contou ainda com apoio de policiais militares e de agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob).

Fonte: G1 PA.
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Eike Batista ainda não recebeu visitas de parentes na cadeia

Seap confirmou que apenas o advogado o visitou nos últimos três dias em bangu 9

O empresário Eike Batista, preso desde a última segunda-feira (30), ainda não recebeu visita de parentes na cadeia. Apenas o advogado o visitou nos últimos três dias. A informação foi confirmada pela Seap (Secretaria de Administração Penitenciária).

Eike está preso na cadeia de Bangu 9, na zona norte no Rio. Parentes têm direito a visita mediante um cadastro na secretaria. São solicitados documentos básicos e comprovante de grau de parentesco com o preso. A partir daí, faz-se uma carteirinha que dá acesso ao presídio nos dias de visita. O registro demora no mínimo 15 dias. Há relatos de demora de até dois meses.

A exceção é a visita do advogado, que tem acesso livre ao preso, sem necessidade de registro prévio. Familiares têm direito a visitar o preso sem o registro desde que a direção do presídio aprove.

Parentes podem enviar ofício ao diretor da cadeia via advogado do preso solicitando visitas antes do o registro ficar pronto. Segundo a Seap, nenhum parente de Eike ainda entrou com pedido dessa natureza.

Eike não tem curso superior e, portanto, direito à cela especial. Ele divide cela com outros presos na Operação Eficiência, o doleiro Álvaro José Galliez Novis e Wagner Jordão Garcia.

Cinco pessoas dividem a cela de 15 m² onde está o empresário. O local possui uma televisão, ventilador e três beliches.

FAMÍLIA

Embora ainda não tenha ido visitá-lo, a família de Eike faz campanha em defesa do empresário nas redes sociais. O filho do meio de Eike, o DJ Olin Batista já fez duas publicações de apoio ao pai.

Ele criou a hashtag #ForçaEikeEstamosComVocê, que acompanha as mensagens sobre o pai.

Ex-mulher do empresário, a atriz Luma de Oiveira, também havia dado declaração em favor do empresário em uma rede social.

“[Ele] Fez muitos investimentos no nosso país com recursos próprios. Infelizmente, parece que os empresários ficam acuados por pseudogovernantes. Lamentável”, disse ela.

O filho mais velho, Thor, ainda não se pronunciou sobre a prisão do pai. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Governo precisa cortar R$ 39 bi para cumprir meta fiscal, aponta estudo

Sem a emenda constitucional 95, que limita o crescimento dos gastos públicos, a dívida pública ultrapassaria os 100% do PIB em 2021, segundo Salto

O Instituição Fiscal Independente (IFI) estima que será necessário um contingenciamento de R$ 39 bilhões para que o governo consiga cumprir a meta fiscal fixada para o Governo Central, de R$ 139 bilhões. Isso porque a projeção do organismo para o resultado fiscal do ano é um déficit primário de R$ 177,9 bilhões. A diferença é explicada pela projeção do Produto Interno Bruto (PIB), que para o IFI deve crescer 0,46% este ano, ante a projeção de 1,6% do governo.

Há também uma diferença em relação às projeções de receitas. O IFI espera um crescimento real de 0,2% este ano e R$ 35,6 bilhões em receitas extraordinárias, ante R$ 70,4 bilhões projetados no Orçamento. Na avaliação do diretor executivo do IFI, Felipe Salto, o cenário otimista dos dados do governo é pouco realista.

Salto considera bastante provável que o governo anuncie um contingenciamento de despesas nas próximas semanas, já que a alternativa – uma revisão da meta fiscal – seria um “constrangimento” do ponto de vista político. Ele acha que essa contenção é factível, mas deverá atingir sobretudo as chamadas despesas discricionárias (não obrigatórias), entre as quais estão os investimentos.

Teto

Sem a emenda constitucional 95, que limita o crescimento dos gastos públicos, a dívida pública ultrapassaria os 100% do PIB em 2021, segundo Salto.

A instituição projeta que a dívida pública bruta chegará a 76,9% do PIB ao final deste ano, ante 70,2% projetados pelo Banco Central. As projeções indicam que ela atingirá 82,4% do PIB em 2019 e 84,3% do PIB em 2021. “As mudanças serão paulatinas”, comentou, acrescentando que o importante é manter o rumo de ajustamento das contas públicas para que a dívida retorne ao rumo sustentável.

O IFI projeta que o Brasil gastará este ano 6,6% do PIB com juros. “Nisso, somos campeões, sem dúvida alguma”, comentou Salto.

Renúncia

Neste ano, os regimes especiais de tributação e outras formas de desoneração implicarão numa renúncia de receita de R$ 284,8 bilhões, o equivalente a 21,3% da arrecadação projetada pela Receita Federal. “É um porcentual grande de ocupação dessas políticas nos resultados fiscais”, comentou Salto.

O Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) divulgado nesta quinta traz um box comentando os gastos tributários. Salto disse que, como instituição independente, o IFI vai cobrar avaliações sobre os resultados das políticas envolvidas nas renúncias fiscais.

São recursos que, de outra forma, poderiam ser utilizados para abater a dívida pública, por exemplo. Os dados da Receita compilados no boletim mostram que a maior das renúncias é a do Simples, com R$ 62 bilhões, seguida pela Zona Franca de Manaus e outras zonas de livre comércio, com R$ 23,6 bilhões. A desoneração da cesta básica vem em terceiro lugar, com R$ 18,5 bilhões, seguidas pelas instituições sem fins lucrativos, com R$ 18,3 bilhões.

O RAF, divulgado nesta quinta pela primeira vez, faz uma avaliação independente dos gastos públicos federais. O IFI pretende elaborar outros produtos, como notas técnicas comentando medidas adotadas pelo governo e estudos especiais detalhando, por exemplo, o impacto de alterações na lei.

Fonte: Notícias ao minuto.
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STF confirma transferência de Fachin para turma do tribunal que julga a Lava Jato

Despacho assinado por Cármen Lúcia foi publicado na edição desta quinta (2) do ‘Diário Oficial da Justiça’; na decisão, presidente do tribunal informou que outros ministros recusaram se transferir.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, oficializou a transferência do ministro Edson Fachin para a Segunda Turma da Corte, responsável pelo julgamento dos processos da Lava Jato. A decisão da magistrada, assinada nesta quarta-feira (1º), foi publicada na edição desta quinta (2) do “Diário Oficial da Justiça”.

Ministro com menos tempo de atuação no STF, Fachin solicitou oficialmente à presidência do tribunal, na manhã desta quarta, para ir para a Segunda Turma. Na véspera, ele já havia se colocado à disposição, por meio de nota, para ser transferido.

O Supremo deverá sortear nesta quinta quem será o novo relator dos processos relacionados à Lava Jato na Corte. O substituto do ministro Teori Zavascki, que morreu no mês passado em um acidente aéreo, deverá ser um dos ministros da Segunda Turma.

Atualmente, integram o colegiado os ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Com a oficialização da transferência de Fachin, a Segunda Turma volta a ficar completa, com cinco magistrados.

No despacho que formalizou a ida de Fachin, a presidente da Suprema Corte informou que, após serem consultados formalmente, os outro quatro ministros que integram a Primeira Turma – Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello e Rosa weber – “declinaram” da possibilidade de se deslocar para o outro colegiado para ocupar a vaga de Teori.

“Consultados os demais Ministros da Primeira Turma, conforme critério de antiguidade, estes declinaram da transferência, razão pela qual defiro o pedido do Ministro Edson Fachin, nos termos dos arts. 13, inc. X, e 19 do RISTF. Publique-se”, diz o despacho de Cármen Lúcia publicada no “Diário Oficial da Justiça”.

No STF tramitam, atualmente, cerca de 40 inquéritos e quase 100 delações premiadas relacionadas à Lava Jato, que aguardam o novo relator para voltarem a andar.

O sorteio

O sorteio para escolha do novo relator da Lava Jato será realizado por meio eletrônico, assim como todos os processos que chegam à Corte, sob supervisão da Secretaria Judiciária, composta por servidores efetivos.

Os computadores ficam numa sala fechada no segundo andar de um prédio anexo do tribunal, sem acesso do público.

Segundo técnicos do STF, o sorteio é feito de forma aleatória, de modo a equilibrar a quantidade de cada tipo de processo entre os ministros da Corte – a presidente do STF recebe quantidade menor pelas demais funções que exerce no comando da Corte.

Como funciona o software

Para realizar o sorteio de cada processo, o software divide os ministros aptos a participar numa espécie de régua virtual, numerada de 0 a 100. Se 10 ministros estiverem aptos, um deles – escolhido aleatoriamente em cada distribuição – será posicionado entre o 0 e 10; outro, também escolhido ao acaso, será posicionado do 11 ao 20; um terceiro, de 21 a 30, e assim por diante.

Em seguida, o programa sorteia um número de 0 a 100. O ministro que estiver naquela determinada posição na régua se torna, então, o relator daquele caso.

É possível que a posição do ministro varie ao longo da régua numa escala de decimais (0,1 para mais ou menos, por exemplo), de modo a compensar eventual falta ou excesso de processos que tenha recebido nas últimas distribuições.

Essa compensação leva em conta o histórico de distribuição e não o estoque de cada gabinete. O objetivo é tornar a distribuição o mais equânime possível, de modo a não sobrecarregar nenhum integrante do STF.

Fonte: G1.
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Justiça Federal proíbe ex-gerente do Ibama Sinop de assumir cargo no Pará

A Justiça Federal proibiu o ex-gerente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) em Sinop Waldivino Gomes Silva de assumir qualquer cargo de direção ou chefia na autarquia. Silva “é acusado pelo Ministério Público Federal de fazer parte do esquema criminoso que promoveu o maior desmatamento já detectado na Amazônia”, informa a assessoria do MPF. A liminar foi concedida na segunda-feira (30) pelo juiz federal Ruy Dias de Souza Filho e determina que o Ibama seja notificado sobre a proibição. Atualmente o servidor trabalha no Tocantins, informa o portal da transparência do governo federal. Waldivino pode recorrer da decisão.

O MPF aponta que a participação de Waldivino Silva foi descoberta pela força-tarefa da operação Rios Voadores, feita no ano passado pelo MPF, Polícia Federal, Receita Federal e Ibama, durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão em uma empresa de Sinop onde foi apreendido comprovante de depósito bancário em nome de uma familiar de Waldivino, que tem empresa cadastrada na Receita Federal cujo endereço de correio eletrônico está em nome do servidor do Ibama.

Ainda de acordo com o MPF, a equipe de investigação gravou conversas telefônicas e comprovou que o grupo de desmatadores recebia informação privilegiada a respeito das fiscalizações, e atuava de acordo com esses alertas.

Ao final do processo, Waldivino Gomes Silva, a mulher que tem parentesco com ele um dos fornecedores dos equipamentos para o desmate e executores do desmatamento e outro acusado de envolvimento em desmates podem ser condenados à perda de função pública eventualmente ocupada, à suspensão de seus direitos políticos por até dez anos, a pagamento de multa e à proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

Em outro processo, o MPF denunciou os quatro mais outro desmatador por desmatamento e corrupção. O ex-gerente do Ibama em Sinop ” também ajudava o grupo criminoso cometendo ilegalidades na condução de procedimentos administrativos do órgão ambiental”.

Tratores, correntões e combustível apreendidos em ações de fiscalização, por exemplo, foram devolvidos a uma empresa que trabalhava para o grupo de um dos denunciados.

O MPF acrescenta que a devolução, decidida por Waldivino Silva, não foi registrada no procedimento administrativo e não foi comunicada ao núcleo de instrução processual da autarquia, o que levou o MPF a denunciar o ex-gerente do Ibama também por sonegação de documento.

Em 2016, como resultado da Rios Voadores, o MPF encaminhou à Justiça Federal cinco denúncias criminais, duas ações civis públicas ambientais (uma delas com bloqueio de bens já decretado no valor de R$ 420 milhões) e uma ação civil pública por improbidade administrativa.

O grupo de acusados, segundo o MPF e o Ibama, é responsável pelo desmate, entre 2012 e 2015, de 330 quilômetros quadrados de florestas em Altamira, no Pará. A área é equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). O esquema conseguiu movimentar pelo menos R$ 1,9 bilhão.

Com um total de 24 acusados, as ações tratam de crimes de submissão de trabalhadores a condições semelhantes às de escravos, frustração de direitos trabalhistas, falsidade ideológica, invasão e desmate ilegal de terras públicas, provocação de incêndios, impedimento da regeneração de florestas, corrupção ativa e passiva, sonegação de documentos, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de improbidade administrativa e responsabilização por danos ambientais.

Os acusados estão sujeitos a penas de até 238 anos de prisão, multas, pagamento de R$ 503 milhões em prejuízos ambientais, recuperação da área ilegalmente desmatada, demolição de edificações construídas em áreas irregulares, e proibição, por até dez anos, de acessar linhas de financiamento ou benefícios fiscais oferecidos pelo poder público.

Além da atuação perante a Justiça Federal, as investigações do caso Rios Voadores motivaram o MPF a expedir duas recomendações. Uma foi enviada à Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), para que a autarquia disponibilize ao Ibama acesso a todas as informações necessárias à fiscalização ambiental. A outra teve como destinatário o Ibama, e indicou a necessidade de a autarquia abrir processo administrativo para investigar a regularidade ambiental de edificações nas áreas ilegalmente desmatadas pela organização criminosa.

Também como parte das investigações do caso Rios Voadores, o MPF abriu investigação para analisar as transações comerciais entre integrantes da família Junqueira Vilela e três grandes grupos empresariais – processador de carne, uma grande empresa no setor de exportações de grãos e de um grupo expressivo no agronegócio com sede em Cuiabá.

A informação é da assessoria do MPF.
Fonte: Só Notícias.
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Melhor do mundo em 2012, Neto tem tumor no cérebro e será operado

Afastado do futsal há duas semanas, jogador passou mal em treino da sua equipe, o Kairat Almaty, do Cazaquistão, e está em Uberlândia onde será submetido à cirurgia

– Passei mal no treino do Kairat, tive uma convulsão e fiz exames. Detectaram um tumor no cérebro e vim ao Brasil fazer outros exames. Foi confirmado o tumor e serei operado amanhã para a retirada. Gostaria de pedir que todos orem por mim, e que por favor não me liguem nesse momento porque quero ficar com a minha família – afirmou Neto em contato rápido via WhatsApp com o comentarista do SporTV, Marcelo Rodrigues.

Revelado pelo Atlético-MG no fim dos anos 90, Neto passou também por Minas, Ulbra, InterMovistar (Espanha), Santos, Joinville, Gazprom-Ugra (Rússia), Corinthians, Split Tommy (Croácia), antes de chegar ao Kairat Almaty, do Cazaquistão. O jogador de 35 anos disputou os Mundiais de 2004 e 2012 pela seleção brasileira, sendo que foi convocado para a Copa do Mundo de 2008, mas foi cortado por lesão.

Procurada pelo GloboEsporte.com, a assessoria de imprensa de Neto informou que foi orientada pela família do jogador a não dar muitos detalhes sobre a cirurgia. A seleção brasileira de futsal também ainda não se manifestou sobre o assunto. Além da Bola de Ouro Fifa, Neto tem no currículo o prêmio de melhor defensor da Liga Nacional de Futsal nos anos de 2002, 2004 e 2011, quando atuou ao lado de Falcão no Santos.

Fonte: Globo Esporte
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Miss plus size opina sobre Fani: ‘No máximo uma ex-BBB cheinha’

Josiane diz que Fani ainda não pode ser uma modelo plus size

Pesando atualmente 80 kg e vestindo manequim 40/42, Fani Pacheco ainda não pode se considerar uma modelo plus size. A afirmação vem de quem entende bem do assunto. Procurada pelo EXTRA, Josiane Lyra, a Miss Plus Size Carioca 2013, repercutiu a declaração da dona do bordão “Uh-hu, Nova Iguaçu” e disse que ela precisa engordar mais um pouquinho para entrar para o time.

“Se ela chegar ao manequim 46 será superbem-vinda no mundo plus size. Mas até lá, ela é no máximo uma ex-BBB mais cheinha”, diz Josiane, que mede 1,80m e pesa 112 kg.
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Como contamos aqui, Fani engordou 15kg em nove meses, devido a uma profunda tristeza por conta da morte da mãe, há dois anos. Ela, que já superou a perda, voltou a fazer dieta e a frequentar a academia para perder os quilos adquiridos. Bem-humorada, Fani brincou que poderia, agora, faturar como uma modelo plus size.

Fonte: EXTRA.
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