PF diz que avião com 237 kg de cocaína fazia voo clandestino e piloto arriscou a vida em pouso forçado em MT

A Polícia Federal informou, esta tarde, que o avião que levava 237 kg de cocaína apreendidos, pela manhã, fazia voo clandestino (sem autorização das autoridades aeronáuticas) e que o piloto desrespeitou as ordens policiais.  Ele recebeu “determinação via rádio para que pousasse obrigatoriamente em Santo Antônio do Leverger (35 km de Cuiabá), local onde uma equipe da Polícia Federal faria inspeção e verificação da documentação. Ao contrário do que fora determinado, o piloto arriscou sua própria vida e do “passageiro”, pousando numa estrada de terra na zona rural do município”, informa a PF, em nota.

O piloto e o passageiro conseguiram fugir, antes da chegada da polícia e estão sendo procurados na região de mata fechada de difícil acesso. “A Polícia Militar deu total apoio à ação e foram fundamentais para o sucesso da missão”, reconhece a PF. Um helicóptero fez a “perseguição” a aeronave.

Conforme Só Notícias já informou, o monomotor desceu em uma estarda vicinal, bateu na cerca de uma fazenda e, ao que tudo indica, o piloto e o outro ocupante não tiveram ferimentos graves. A Polícia Federal não informou onde o avião decolou e qual era seu destino. Nem se o avião seria roubado.

Fonte: Só Notícias/Editoria (fotos divulgação)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Arqueóloga faz inventário de restos humanos achados na Amazônia

Pesquisadora já identificou 50 locais de pesquisa: “material não está tão mal preservados quanto se supunha”, diz Claudia Cunha

Até meados do século 20, a arqueologia na região amazônica preconizava que a Amazônia pré-colonial seria pouco povoada e que a existência dos poucos restos humanos que ali viveram não se preservaria. Porém, novas pesquisas sinalizaram para uma situação oposta e revelaram que a área pode, sim, ter abrigado uma população significativa.

Bolsista do Programa de Capacitação Institucional do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) – entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) –, a pesquisadora Claudia Cunha investiga desde 2015 a ocorrência de restos humanos na região. Com o projeto, ela está elaborando a primeira descrição para a morfologia discreta de populações arqueológicas da Amazônia.

“O estudo dos restos humanos sempre esteve em segundo plano na Amazônia, porque acreditava-se que estes seriam poucos e mal preservados. Não havia sequer um inventário de coleções de restos humanos arqueológicos no Goeldi. O meu trabalho comprova que os restos humanos não estão tão mal preservados quanto se supunha e que é possível recolher informação valiosa deles. Chegamos à conclusão de que mais de 50 sítios pesquisados em diferentes regiões da Amazônia produziram esse tipo de material”, conta a pesquisadora.

Com o material, o Museu está construindo uma base de dados sobre a morfologia dentária original de populações ameríndias, que conta com informações dos sítios estudados até o momento. De acordo com a pesquisadora, a análise dentária de coleções produziu resultados sobre aspectos da população de diferentes sítios, épocas e regiões. Apesar de o Museu Goeldi ter realizado trabalhos de antropologia biológica na década de 1980, nenhuma pesquisa focou especificamente na antropologia dentária, o que torna os dados obtidos pela pesquisadora inéditos para a região.

“O sítio do Rosário dos Homens Brancos, por exemplo, forneceu dados importantes sobre a alimentação, saúde e miscigenação da população de Belém [PA] entre os séculos 18 e 19. Entre os exemplares indígenas pré-coloniais do acervo do Museu, descobrimos no decorrer das pesquisas o que parece ser primeiro caso de câncer do palato em um indivíduo pré-colonial amazônico”, afirma Cunha.

A forma dos dentes é geneticamente controlada, pois herdamos características, diferentes formas (ou polimorfismos) de partes dos dentes e das arcadas dentárias de nossos ancestrais. Estudando estas diferenças na forma dos dentes, é possível inferir a que grupo ou grupos humanos (ou região biogeográfica) um esqueleto está biologicamente mais relacionado.

“Fazemos esta análise em vários níveis, tanto comparando, por exemplo, amostras amazônicas de diferentes regiões entre si, como ao compará-las estas com populações indígenas de outras partes das Américas e do mundo. O objetivo principal é saber qual o grau de proximidade biológica entre esses grupos”, diz.

Fronteiras

O trabalho da pesquisadora Claudia Cunha foi tema de conferência apresentada na Universidade de Coimbra, em Portugal, em dezembro passado. Além das revelações inéditas, os dados coletados demonstram o potencial pouco explorado da bioarqueologia na Amazônia. Na maior parte da Europa e América do Norte, a presença de um bioarqueólogo ou antropólogo biológico em campo, tanto na recolha de contextos arqueológicos quanto forenses, é obrigatória por lei. Mesmo não havendo uma legislação que regule essa atuação no Brasil, Cláudia Cunha acompanha toda ação em campo durante as escavações arqueológicas envolvendo restos humanos no âmbito dos projetos de pesquisa da Coordenação de Ciências Humanas do Museu Goeldi.

“Somos treinados para obter informações no terreno que não se recuperam quando apenas recebemos os ossos já escavados. Informações como, por exemplo, como o cadáver foi tratado após a morte, se os ossos estão em contexto primário ou foram reposicionados ou se houve perturbação após o enterro, quer por pessoas ou animais. No lado ético, o trabalho do bioarqueólogo vai além de garantir que os ossos sejam apropriadamente tratados do ponto de vista técnico, é função do profissional garantir que, a nível ético, sejam respeitados parâmetros definidos pela legislação internacional para o tratamento humanitário adequado a contextos funerários”, afirma.

Bioarqueologia no Brasil

Segundo Cunha, há uma noção equivocada de que “não se ganha nada em conhecer o passado”. Num contexto global, apesar de ter uma história e pré-história riquíssimas, a pesquisadora acredita que o Brasil dá pouca atenção à pesquisa e a preservação do seu patrimônio arqueológico.

“Conhecer o nosso passado pode contribuir para a sociedade atual, na medida em que reforça nossa legitimidade no território, resgata a nossa história e responde dúvidas que todos temos sobre o que é de fato ser brasileiro. A arqueologia fornece informações úteis para resolver problemas atuais como o manejo de solos, o uso da flora e fauna por populações que têm 11 mil anos de adaptação à região. Neste caso, um exemplo que contribuiria para aumentar a produção nacional de alimentos e mitigar o problema da fome, seria se descobríssemos exatamente como os grupos indígenas pré-coloniais fabricavam a Terra Preta Antropogênica, uma técnica que os grupos indígenas hoje em dia não dominam. Há arqueólogos no Museu Goeldi e em outras instituições tentando replicar esse processo”, explica.

Para ela, o Brasil tem uma dívida histórica para com esses povos e seus ancestrais de resgatar pelo menos a parte da sua história que ainda encontra-se preservada nos sítios arqueológicos. “É uma dívida para com eles e para com nós mesmos, que temos contribuição indígena na nossa história genética, independentemente de nos considerarmos indígenas ou não. Somos todos frutos da história dos povos que aqui viveram”, acrescenta. As informações são da assessoria de comunicação do MCTI.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Motorista acha cobra de dois metros dentro do motor de caminhonete

Caso aconteceu em um posto de combustíveis de Penápolis (SP).
Dois funcionários do local ajudaram na retirada do animal.

Um homem encontrou uma cobra no motor de sua caminhonete nesta quinta-feira (2) em Penápolis (SP), quando estava em um posto de combustíveis.

Além dele, muitas pessoas que passavam pelo local se assustaram com o tamanho do réptil, que tinha dois metros de comprimento.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, eles receberam uma ligação para irem até o local retirar a cobra, mas estavam atendendo outra ocorrência no momento.

Quando chegaram ao posto, a cobra já havia sido capturada por dois funcionários do estabelecimento. Os bombeiros não têm informações sobre onde o animal foi solto.

Fonte: G1.
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Ronaldinho cogita aposentadoria agora e desconversa sobre Coritiba

“Ainda não sei se vou jogar mais 6 meses, um ano, ou se vou parar”. Sobre interesse do Coxa, diz que única certeza é trabalho como embaixador do Barça pelo mundo

Ronaldinho Gaúcho se tornou nesta sexta-feira o mais novo embaixador do Barcelona. Ele representará o clube em eventos institucionais pelo mundo nos próximos 10 anos e também fará parte do projeto “FCBarcelona Legends”, um time formado por ídolos que irá trabalhar para globalizar a marca do Barça. Mas a pergunta que fica é: isso significa que o craque está se aposentando oficialmente dos gramados? É melhor deixar para o próprio responder.

– Ainda não sei futuramente o que vou fazer, se vou jogar mais seis meses, se vou jogar mais um ano, ou se vou parar. Vou decidir em breve – afirmou, em entrevista ao GloboEsporte.com após o evento que o formalizou como embaixador do Barcelona.

Ronaldinho, portanto, cogita se aposentar, apesar de ainda não ter definido essa parte. Ele está com 36 anos e não joga desde 2015, quando teve breve passagem pelo Fluminense. O Nacional, do Uruguai, chegou a sonhar com a contratação, mas desistiu. Outro clube brasileiro, o Coritiba, iniciou recentemente negociações com seu irmão e empresário, Roberto Assis, na tentativa de contratá-lo para esta temporada. Mas, sobre o Coxa, R10 desconversou.

– Olha, o que tem de certo agora são várias viagens já programadas. Então, ainda não tem nada definido quanto a essa parte de contratação. Dessas outras coisas quem trata é o meu irmão. O que tem de certo são as viagens, alguns compromissos com o Barcelona como embaixador.

Durante todo o evento, Ronaldinho se mostrou muito leve e alegre, realmente empolgado com a oportunidade de voltar a ter uma relação mais próxima com o clube pelo qual marcou época na década passada, ganhando inclusive o prêmio de melhor do mundo duas vezes (2004 e 2005).

– Estou muito feliz por esse convite para ser embaixador do Barcelona. Poucos têm a alegria e a oportunidade de dizer que foram escolhidos para ser embaixador de algum clube, ainda mais quando se fala de Barcelona. Estou muito feliz com o convite. E feliz não só por ser embaixador, mas também por ser convidado para jogar no time das lendas do Barcelona – concluiu.

Fonte: Globo Esporte.
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Simaria publica foto e causa alvoroço na web

A cantora Simaria, que faz dupla com Simone, causou alvoroço entre os seguidores ao publicar uma foto no Instagram na quarta-feira (1º) em que aparece vestida com um micro pijama.

A sertaneja aproveitou a postagem e fez um convite aos seus seguidores. “Corre lá no YouTube e veja o clip de ‘Loka’. Boa noiteeee”, escreveu a artista.

simaria

Empolgados, os internautas elogiaram a cantora. “Maravilhosa”, “lacradora” e “linda” foram alguns dos adjetivos que a cantora recebeu. Até a publicação deste texto, a imagem já acumulava mais de 171 mil curtidas.

Fonte: DOL.
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Construções perto da rede elétrica aumentam risco de acidentes no PA

CREA recomenda distância de 2 metros entre lajes e fiação.
Flagrantes mostram que limite é desrespeitado em diversos bairros.

Construções feitas próximas, ou até mesmo em volta da rede elétrica, apresentam um risco para a segurança dos belenenses. O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura recomenda uma distância mínima de 2 metros entre as construções e a fiação, mas a prática está sendo desrespeitada em diversos bairros da cidade (veja vídeo acima).

Na travessa Perebebuí, no bairro da Sacramenta, o segundo andar de uma casa foi construído em volta de fios de alta tenção – a rede elétrica atravessa o imóvel. Em outra casa do mesmo trecho a fiação passa pela varanda de uma casa, e é usada como varal para secar roupas. As duas casas são da mesma família, e a proprietária não quis gravar entrevista, se limitando a informar que a Celpa e a empresa de telefonia foram comunicadas da obra, executada há pelo menos dois anos.

“A construção está feita da maneira mais irregular e absurda possível. Denota claramente que não foi feito nenhum tipo de consulta, ou não teve nenhum apoio de profissional habilitado”, disse o engenheiro eletricista Manoel Costa, que enumera os riscos desta obra irregular. “Há risco de vida, diretamente, e um risco à rede elétrica em si. As pessoas que habitam, transitam ou ficam dentro daquele ambiente podem a qualquer momento sofrer um dano físico ou morte”, conclui.

Erro recorrente
No bairro da Pedreira, em Belém, a reportagem da TV Liberal encontrou mais de cinco postes dentre da área de imóveis particulares, com emaranhados de fios perto da fachada. “Dá medo, mas a gente não pode fazer nada. Só a rede Celpa pode ver isso”, disse Dilson Gomes, morador da área.

“A prefeitura teria que ficar sempre atenta para isso, não deixar construções próximas das redes. E também precisa de consciência dos moradores”, disse o empresário Carlos Farias.

A Celpa informou que irá enviar equipes aos locais mostrados na reportagem para tomar providências.

Exigências para a obra
De acordo com a Secretaria de Urbanismo de Belém (Seurb), para construir ou reformar é preciso procurar um profissional habilitado – seja ele um engenheiro ou arquiteto. Também é preciso que o projeto de execução da obra tenha autorização da secretaria, para que o serviço seja liberado.

O problema é que a fiscalização em obras irregulares não está sendo feita desde o último dia 15. “Nós estamos passando por reformulações de todos os setores da prefeitura, todas as secretarias, na nossa não vai ser diferente. Creio que a gente vá ter contribuição de novos colaboradores para poder atender melhor a cidade”, disse José Antônio Neto, chefe de fiscalização da Seurb.

Fonte: G1.
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MPF autua integrantes da maior ação de desmatamento na Amazônia

Pai e filho são acusados de atuar no desmatamento e grilagem de terras.
Ação do MPF pede indenização e ações de reflorestamento na área.

Pai e filho suspeitos de integrar quadrilha responsável pela maior ação de desmatamento na Amazônia são alvos de ação do Ministério Público Federal (MPF), que pede indenização e ações de reflorestamento na área desmatada. Os dois foram identificados durante as investigações da operação “Rios Voadores”, que investiga a organização criminosa especializada em desmatamento ilegal e grilagem de terras públicas federais no Estado do Pará.

No Pará, a operação foi deflagrada na região sudoeste do estado em junho de 2016 pelo MPF, Polícia Federal, Receita Federal e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Na época, a Justiça Federal de Altamira expediu 51 medidas judiciais restritivas de direito, sendo 24 prisões preventivas, 9 conduções coercitivas e 18 mandados de busca e apreensão em empresas e casas pertencentes aos investigados.

No mês de julho, o Ibama multou Clésio Antônio Sousa Carvalho Filho pelo desmatamento de 5,2 mil hectares, um um prejuízo ambiental calculado em R$ 102 milhões. Segundo o MPF, parte das áreas degradadas estava na região investigada pela operação, o que permitiu a identificação de Clésio Filho e do pai, Clésio Antônio Sousa Carvalho, como integrantes da organização.

De acordo com a ação ajuizada em dezembro pelo MPF, Clésio registrava propriedades em nome de Clésio Filho para a prática das irregularidades ambientais. O MPF pede à Justiça que os acusados sejam obrigados a recuperarem o desflorestamento que provocaram, apresentando à Justiça a cada seis meses um laudo assinado por técnico do Ibama, comprovando o cumprimento do cronograma de recuperação da área.

A ação do MPF pede ainda que os acusados sejam condenados a pagarem R$ 83,5 milhões pelos danos patrimoniais, mais pagamento de indenização por danos morais a serem estabelecidos pela Justiça, além de providenciarem a demolição de edificações construídas em áreas irregulares e sejam temporariamente impedidos de terem acesso a linhas de financiamento ou a incentivos fiscais oferecidos pelo poder público.

Investigação
Segundo o MPF e o Ibama, o grupo investigado é responsável pelo desmate de 330 quilômetros quadrados de florestas em Altamira, no sudoeste do Pará, entre os anos de 2012 e 2015.

Com um total de 24 acusados, as ações do MPF tratam de crimes de submissão de trabalhadores a condições semelhantes às de escravos, frustração de direitos trabalhistas, falsidade ideológica, invasão e desmate ilegal de terras públicas, provocação de incêndios, impedimento da regeneração de florestas, corrupção ativa e passiva, sonegação de documentos, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de improbidade administrativa e responsabilização por danos ambientais.

Os acusados estão sujeitos a penas de até 238 anos de prisão, multas, pagamento de R$ 503 milhões em prejuízos ambientais, recuperação da área ilegalmente desmatada, demolição de edificações construídas em áreas irregulares, e proibição, por até dez anos, de acessar linhas de financiamento ou benefícios fiscais oferecidos pelo poder público.

Fonte: G1.
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Rio Tapajós sobe e pode ultrapassar cota de alerta, diz Capitania

Rio atingiu a marca dos 4,92m nesta sexta-feira (3); cota de alerta é de 7,10m.
Maior cheia dos últimos tempos foi em 2009, quando o rio chegou a 8,31m.

O nível do Rio Tapajós atingiu a marca dos 4,92m nesta sexta-feira (3), conforme informou a Capitania Fluvial de Santarém, no oeste do Pará. Em 2016, no mesmo dia, o nível estava em 2,86. A preocupação é com as chuvas intensas na região, que pode fazer com que o rio ultrapasse a cota de alerta, que é de 7,10m e chegue à faixa entre 7,80m e 8,10m, podendo provocar alagamentos na avenida Tapajós, na frente da cidade.

Quando o rio ultrapassa os limites, os transtornos são sentidos por muitos moradores de comunidades ribeirinhas da região, moradores da zona urbana, lojistas, empresários e trabalhadores do Centro.

Os ribeirinhos têm as casas invadidas pelas águas e levantam assoalhos para evitar contato com a água. Na área urbana, alguns bairros ficam alagados, mas, principalmente, na avenida Tapajós e ruas próximas ao centro comercial.

Nessas ocasiões, a Prefeitura constrói passarelas para que os trabalhadores e clientes tenham acesso ao comércio, e instala bombas para retirar água da avenida Tapajós. A Defesa Civil, geralmente, providencia madeiras para construir assoalhos mais altos nas casas dos ribeirinhos. Durante a enchente, no distrito de Alter do Chão, a aproximadamente 37 km da cidade, a praia fica totalmente submersa.

Cheia histórica
A maior cheia dos últimos tempos na região ocorreu em 2009 quando o nível registrado foi de 8,31m, no dia 30 de maio, segundo a Capitania Fluvial de Santarém, com verificação da régua da Agência Nacional de Águas localizada no porto da Companhia Docas do Pará (CDP), em Santarém.

Fonte: G1.
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Planeta anão Ceres pode ter abrigado ‘pirâmides’ no passado

Astrônomos encontraram traços de vulcões antigos por meio de fotografias da sonda Dawn

O monte piramidal Ahuna, localizado no planeta anão Ceres, provavelmente não seja o único criovulcão em sua superfície – os astrônomos encontraram traços de outros vulcões mais antigos nas fotos tiradas pela sonda Dawn, diz o artigo publicado no jornal Geophysical Research Letters.

“Acreditamos ter provas suficientes para falar sobre a existência de muitos vulcões no Ceres no passado, que não conseguimos ver devido às deformidades. Imagine se houvesse na Terra apenas um vulcão. Seria uma coisa muito estranha. Ahuna é um monte bastante jovem, que surgiu há 200 milhões de anos no máximo. Ele simplesmente não teve tempo para se deformar”, declarou Michael Sori da Universidade do Arizona (EUA) no artigo publicado no jornal Geophysical Research Letters.

As primeiras fotografias de Ceres, tiradas pela sonda Dawn em março de 2015 após aproximar-se do planeta anão, revelaram duas estruturas inesperadas: manchas brancas misteriosas na cratera Occator, que na verdade são jazidas claras de minerais que refletem luz, e o monte singular piramidal Ahuna de 4 quilômetros de altura.

Ambas as descobertas forçaram os cientistas e rever suas teorias em relação ao surgimento de Ceres e de planetas “embriões”, que não tiveram bom resultado. Somente em 2016, Christopher Russell, chefe da missão, e seus colegas declararam que ambos os fenômenos são produtos do criovulcanismo — erupção de água relativamente quente e “salmoura” dos subsolos do planeta anão para sua superfície.

Além disso, a descoberta desse monte incentivou os cientistas a pensar se essa forma de relevo seria a única em Ceres, como resultado do impacto de um asteroide, formação de rocha com o tempo ou a possibilidade de elas terem sido erguidas sobre a superfície do planeta anão no passado e, posteriormente, desaparecendo. Russell, Sori e outros pesquisadores analisaram a veracidade de todas essas teorias através da elaboração de um modelo eletrônico do subsolo do planeta anão.

Ao contrário da Terra e de outros planetas pedregosos, as camadas do solo de Ceres são principalmente compostas por gelo. A baixíssimas temperaturas, o gelo se torna quase tão firme como as rochas “reais”, mas ao mesmo tempo o gelo mantém sua fluidez. Isso significa que, com o passar do tempo, um monte formado de gelo se esparrama pela planície ao seu redor, cobrindo-a com camada de água congelada. Esse processo, segundo cientistas, poderia “fazer desaparecer” todos os traços de episódios prévios de criovulcanismo.

Ao considerar a ideia proposta acima, os cientistas calcularam o tempo necessário para que o monte Ahuna desaparece-se e quais traços poderiam ser deixados para trás. Segundo estimativas, altitude do monte poderá diminuir rapidamente — em dezenas de metros a cada milhão de anos. Consequentemente, sua cúpula poderá ser vista da órbita durante um prazo curto (geologicamente falando) de 100 milhões de anos, aproximadamente, depois, desaparecendo.

Tais estruturas compressas, segundo apontam os geólogos, já foram encontradas na superfície de Ceres, até mesmo nos arredores do “monte piramidal”. Agora os cientistas estão investigando as fotos de outras partes do planeta anão, buscando novos traços de criovulcões, ajudando, assim, a entender com qual frequência aconteciam erupções vulcânicas em Сeres e qual seria o principal motivo para os vulcões entrarem em ação.

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Oposição prepara ação contra nomeação de Moreira Franco

“É muito grave porque foi criado um ministério para o Moreira Franco que é multicitado na Lava Jato”, disse deputado Wadih Damous

Parlamentares do PT e da Rede preparam ações para barrar na Justiça a nomeação de Moreira Franco para o cargo de ministro da recriada Secretaria-Geral da Presidência. O deputado Wadih Damous (PT-RJ) disse que elabora representação a ser apresentada na semana que vem à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a nomeação. “É muito grave porque foi criado um ministério para o Moreira Franco que é multicitado na Lava Jato com o objetivo claro de conferir a ele foro privilegiado”, disse Damous.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou que vai ajuizar ainda nesta sexta-feira, 3, uma ação popular na Justiça a fim de tentar anular a nomeação de Moreira Franco. Em outra frente, ele também vai apresentar na próxima terça-feira, 7, uma representação ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para tentar investigá-lo. A bancada da oposição no Senado, liderada pelo PT, também pretende acionar o STF para barrar a nomeação de Moreira.

Moreira Franco foi citado em delação premiada da Odebrecht. A MP editada nesta sexta-feira, 3, dá a prerrogativa a Moreira Franco de responder a eventuais investigações criminais somente perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele ocupava até o momento o cargo de secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, cargo que não tinha status de ministro.

Randolfe disse que a medida é um artifício e uma ofensa ao princípio da moralidade e uma tentativa de obstruir os trabalhos de investigação da Operação Lava Jato. “As duas visam o mesmo objetivo: anular o ato do Presidente da República de nomeação do senhor Moreira Franco ao cargo de ministro de Estado que concedeu a ele foro privilegiado”, afirma o senador, em nota.

Nesta manhã, o ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha disse em entrevista à Rádio CBN que a nomeação de Moreira Franco teve objetivo de oferecer a ele, que comanda o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), um trânsito melhor no exterior nas iniciativas do governo de buscar recursos para o País. Padilha argumentou que o governo precisava de alguém que se apresentasse em nome de ministro de Estado para essas visitas.

Lava Jato

Moreira Franco foi citado em delação premiada pelo ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho. Em anexo documental, Cláudio afirmou que a empresa teria pagado R$ 3 milhões em propina, e não doação eleitoral, para que Moreira Franco cancelasse uma obra. Na época, em 2014, Moreira Franco era ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo de Dilma Rousseff. O ministro nega prática de irregularidades.

A Lava Jato reuniu também mensagens trocadas em 2013 entre o ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques Azevedo e Moreira Franco, em que tratam da concessão do Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais, antes e depois do leilão, realizado em 22 de novembro.

Ao ser indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff para a Casa Civil no ano passado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de ações do PSDB no Supremo Tribunal Federal contra sua nomeação, que foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes. PSDB e PPS alegavam que Lula havia tomado posse para ganhar foro privilegiado e ser julgado pelo Supremo. Para o ministro, a mudança de foro era uma forma “de obstrução ao progresso das medidas judiciais”. Na época, Lula ainda não havia se tornado réu na Lava Jato. Para Damous, a proibição a Lula foi uma “ilegalidade”.

Fonte: Notícias ao minuto.
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