Igreja de Valdemiro está em 18 países e tem mais de 7 milhões de fiéis

O número de templos também assusta: quase cinco mil no mundo todo

São mais de sete milhões de membros espalhados em 18 países. Mais de 1% da população mundial, que hoje está em sete bilhões. O número de templos também assusta: quase cinco mil. Motivos suficientes para o humor do apóstolo e fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, 53 anos, nunca ser afetado.

Apesar de ter sido vítima de uma tentativa de homicídio, no dia 9 de janeiro, quando levou facadas no pescoço e nas costas, por um jovem de 20 anos, que tinha problemas mentais, o religioso não deixou os contratempos da vida o abaterem.

Dois dias depois do acidente lá estava ele, no púlpito, pronto para pregar a palavra de Deus e incentivar os fiéis a doarem R$ 8 milhões. O valor seria bancar os custos da Rede Mundial, que nada mais é do que o seu canal na TV fechada.

Para os que enxergam a iniciativa do pastor como uma oportunidade para ludibriar os milhões de membros espalhados pelo mundo, ele deu uma resposta. “O Palmeiras arrecadou milhões assim e todo mundo aplaudiu. Eu pago só neste canal aí R$ 8 milhões. O preconceito leva o repórter a separar uma coisa da outra. Ontem mesmo estive com jovens da cracolândia. Isso [obras de caridade] tem um custo”, disse Valdemiro, em entrevista à Folha de S. Paulo.

Se não bastasse a “quase morte” do apóstolo, mais uma situação o colocou na mídia, nos últimos dias. Ficou por algumas boas horas à deriva no litoral paulista depois de uma pane em sua lancha. Sorridente e satisfeito com o resgate do Corpo de Bombeiros e por estar vivo, a corporação postou uma foto com o bem-humorado pastor.

Em uma conversa com a Folha, que aconteceu no prédio com 800 funcionários no Brás, na região central de São Paulo, e piscina interna para batizar recém-convertidos à igreja, Valdemiro contou que tem poderes divinos que fazem com que mortos voltem a viver. “Já vi mortos ressuscitarem. Fazia algum tempo que não respiravam”, afirma. “Só que não sou eu, mas Deus quem faz o milagre”, afirmou.

O crescimento de fiéis no decorrer dos quase 20 anos de fundação da Mundial pode estar ligado, avaliou Valdemiro, à divulgação boca a boca. “Vou fazer uma comparação secular: você vai num restaurante e leva uma pessoa querida. É bem tratado, faz bem ao seu paladar. Você volta, a pessoa que você levou volta e leva outra com ela”, explicou.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Chapecoense será processada por famílias de jornalistas

Clube avalia que o ideal seria a união entre as partes para ‘brigar com seguradoras, companhia aérea e governo boliviano

O advogado João Tancredo, que defende as famílias de sete jornalistas vítimas de tragédia aérea com o voo da Chapecoense, vai processar o clube. Segundo ele, o time teria responsabilidade, apesar de não ser culpado pela queda do avião que matou 71 pessoas.

“A Chapecoense terá que ser processada. Foi o clube que fretou a aeronave e fez o contrato com a empresa aérea. O clube tem responsabilidade sobre o transportado, ela teria que deixá-lo em seu destino”, disse o advogado, que tem entre clientes as famílias do jornalista Guilherme Marques e do produtor Guilherme Van der Lars, da TV Globo.

Tancredo disse que pediu à Justiça o contrato do clube com a LaMia. “Quero saber quem ficou responsável pela indenização, em casos de acidente. Teria que ter sido feita uma apólice de seguro em nome dos passageiros. Ela é obrigatória.”

O vice-diretor jurídico da Chapecoense, Luiz Antônio Palaoro, defendeu que as famílias unam forças contra os responsáveis pelo acidente. “O advogado está no direito de fazer o que quiser. Mas não somos responsáveis; somos vítimas. O ideal é nos unirmos para brigar com seguradoras, companhia aérea e com o governo boliviano.”

Segundo Palaoro, uma reunião com a seguradora estava marcada para terça-feira na Bolívia, com a intenção de discutir as indenizações, mas o encontro deve ser adiado porque a companhia não teria tido tempo hábil para analisar os documentos enviados pela Chapecoense. “O clube ofereceu levar os jornalistas porque havia assentos vagos, mas ninguém foi obrigado a entrar no voo”, disse. “As pessoas que entrarem contra o clube terão caminho mais tortuoso”, concluiu. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Condenados na Lava Jato terão de pagar R$ 3 bilhões ao governo

Montante se refere a Imposto de Renda sobre patrimônio construído com dinheiro de corrupção na Petrobras

Doze pessoas que são alvo da Operação Lava Jato terão de pagar cerca de R$ 3 bilhões ao governo em Imposto de Renda sobre patrimônio construído com dinheiro de corrupção na Petrobras. A medida é parte da primeira etapa de uma força-tarefa da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e da Receita Federal, que começou no ano passado e segue até março.

Os primeiros serão o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco e sua mulher, Luciana Adriana Franco, que terão de pagar R$ 59,3 milhões.

Os também ex-diretores da estatal Paulo Roberto Costa, que hoje cumpre pena em regime aberto, e Renato Duque, preso em Curitiba, também estão na lista.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, ainda aparecem na relação o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, hoje presos em Curitiba, além do doleiro Alberto Youssef, que cumpre prisão domiciliar.

A expectativa das autoridades é que, ao longo desse processo, todos os condenados em ações da Lava Jato sejam alvo da ação tributária.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Mina de ouro de Eike na Colômbia não produziu nem um grama

Em 2011, Eike Batista comprou a La Bodega, que pertencia a um grupo canadense

O empresário Eike Batista, antes de ser preso, na semana passada, acusado de pagar propina ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse, em entrevista à Rede Globo, que era dono de uma mina de ouro na Colômbia. “É a maior mina de ouro da Colômbia. Cem por cento minha”, disse Eike.

Na La Bodega, nome da mina, nada de ouro e prata, mas, sim, muita polêmica. A equipe do Fantástico foi à Califónia, no país colombiano. Um vilarejo localizado no Nordeste com 1.800 habitantes. Segundo a reportagem, há mais de 20 anos que não há produção de ouro na região.

“Nem um grama”, garantiu Fredy Gamboa, presidente do Sindicato dos Mineiros da região. Ele ainda ressaltou que as empresas que chegaram lá “nunca saíram da fase de prospecção”.

As oportunidades de ouro na região eram grandes. A primeira empresa que chegou encontrou boas possibilidades de investimento e expansão da riqueza mineral, o que chamou a atenção de mineradoras multinacionais. Em 2011, foi a vez de Eike. O empresário comprou a La Bodega, que pertencia a um grupo canadense, por quase R$ 1,4 bilhão.

Um geólogo colombiano negou a afirmação de Eike sobre a mina ser a maior do país. “É uma mina com grande potencial, mas não é a maior. É boa, mas hoje não é a maior”, disse. Na época da compra, foi feito um vídeo institucional, que prometia um mega desenvolvimento na região.

“Nesse projeto, entramos com mão de obra barata. As melhores vagas nunca foram para pessoas do município. Fomos postos de lado e a empresa não fez nada para a infraestrutura do município. O senhor Batista não deixou nenhuma obra aqui”, desabafou Rosa Mira Mendoza, líder comunitária, acrescentando que ficou feliz em saber que Eike tenha falido.

Aquisição

Um doleiro ouvido na investigação revelou que a compra da La Bodega foi utilizada como justificativa para pagar uma propina de R$ 55 milhões para Cabral. Para repassar o dinheiro, contou o doleiro, Eike elaborou um contrato fictício simulando que o profissional ganhava comissão para viabilizar o pagamento ilícito.

Atualmente, a mina de ouro não pertence mais à OAX, empresa que integrava o “Império X”. Foi vendida a um novo fundo de investimentos de Abu Dhabi por um valor irrisório, já que a companhia de Batista devia milhões aos financistas árabes.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Economia de 12 estados e do DF retrocede a valores do início da década

Produto Interno Bruto despencou entre os anos de 2015 e 2016

As economias de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Distrito Federal retrocederam ao patamar do início da década, graças à crise financeira que atingiu o país, entre 2015 e 2016, e que fez o Produto Interno Bruto (PIB) dos estados despencar.

Além dos citados, as outras unidades da federação também encolheram neste biênio. O cenário é apontado por pesquisa da Tendências Consultoria Integrada, com base nas projeções do economista Adriano Pitoli.

Segundo ele, as maiores perdas ocorreram nos estados do Sudeste, mas o Nordeste não se livrou, dada a disseminação da recessão.

“Os estados que tinham uma dinâmica econômica atrelada às políticas do governo, que eram insustentáveis, de estímulo ao consumo, de um BNDES agigantado e de investimentos puxados por estatais, como a Petrobras, terão de fazer um esforço maior para voltar a se recuperar. É o caso de Pernambuco e do Rio de Janeiro”, analisa Pitoli.

O Rio de Janeiro, cujo PIB encolheu 7,2% em dois anos, de acordo com o estudo, tem um dilema ainda maior. “Gastou-se muito tempo e muito dinheiro em investimentos que agora não se consegue tornar viáveis”, alegou o economista, referindo-se às obras das Olimpíadas.

Nos estados em que o setor industrial está ligado diretamente ao comércio e serviços, como Amazonas e São Paulo, o desemprego acaba provocando um efeito dominó na economia. De acordo com o estudo, o Amazonas teve a maior queda acumulada de PIB, de 12,2%, nos anos de 2015 e 2016, enquanto em São Paulo o recuo acumulado em 2015 e 2016 foi de 6,9%.

“O peso da indústria é muito grande na economia do estado, apesar do setor de serviços já a ter ultrapassado. E, como os dois motores do setor, bens de consumo duráveis e de capital, são muito sensíveis ao crédito e ao emprego, é comum que retraia em momentos de recessão, desencadeando um efeito negativo em outros setores e segmentos atrelados”, analisa André Grotti, responsável pela Assessoria de Política Tributária (APT) da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

O Espírito Santo teve o segundo pior desempenho, com queda de 11,5% no PIB, em 2015 e 2016. Lá, a economia foi afetada pelo desastre da Samarco, em Mariana (MG), que paralisação as atividades da mineradora.

De acordo com informações de O Globo, no Nordeste, a forte seca dos últimos anos também derrubou a economia. Os estados tiveram quedas no valor bruto da produção entre 8% e 44% na safra 2015/2016. Mas, para este ano, as perspectivas são positivas.

“Este ano, com as chuvas regularizadas, o Matopiba deve produzir entre 12 e 20 milhões de toneladas de grãos, voltando a ser responsável por 9% a 10% da safra brasileira”, reforça Alan Malinski, assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fonte: Notícias ao minuto.
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Jovem mata a facadas adolescente por causa de “ponto” de estacionamento, em Santarém, no Pará

Um jovem matou, por ocasião de uma briga, na madrugada deste sábado, 04, um adolescente. A morte ocorreu próximo a uma casa de show, no bairro Jardim Santarém, em Santarém, no Pará.

A Polícia Militar prendeu em flagrante o indivíduo Fredilei Marinho da Silva. O mesmo foi acusado de ter assassinado com várias facadas, por volta das 02:30 deste sábado próximo a uma casa de show, no bairro Jardim Santarém, o adolescente conhecido apenas por “Carlinhos”.
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De acordo com informações de policiais militares, o motivo do homicídio seria uma briga entre acusado e vítima por conta de um “ponto” de estacionamento de veículos.
O adolescente ainda chegou a ser conduzido ao hospital pelo SAMU, no entanto não resistiu aos ferimentos e morreu pouco tempo depois.
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Fonte: Blog do Predador
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Fachin seguiu Teori nas principais decisões sobre Lava Jato

Com votos sintéticos e sem comentários, ministro acompanhou antigo relator nos poucos casos da Operação Lava Jato

O novo relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, acompanhou todas as decisões mais importantes de Teori Zavascki, seu antecessor na função, quando assuntos controversos do caso foram levados ao plenário da Corte.

Fachin raramente teve de se debruçar sobre processos do esquema de corrupção investigado pela operação porque não integrava a Segunda Turma, responsável pela análise da Lava Jato e da qual fazia parte Teori, morto no mês passado. O novo relator só examinava pedidos que necessitavam de decisão de todos os 11 ministros do STF.

Nesses casos, Fachin nunca divergiu de Teori, sempre referendando o voto do relator, com descrições mais sintéticas da controvérsia e quase sem comentários sobre os políticos envolvidos, reforçando o perfil de discrição que se tornou marca de sua atuação na Corte.

Veja abaixo como o ministro votou nesses casos levados a plenário:

Eduardo Cunha

Numa das decisões mais graves do STF e inédita na história da República, o STF decidiu afastar da presidência da Câmara e do mandato parlamentar o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por entender que ele usava o cargo para prejudicar as investigações da Lava Jato e o andamento do processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara.

A decisão foi unânime, com 11 votos a favor. Ao acompanhar Teori, Fachin elogiou a decisão do colega, abrindo mão de mais argumentos contra o peemedebista.

“Não obstante a densidade e a gravidade, não vejo necessidade de reiterar os argumentos que já foram de modo acutíssimo expostos pelo relator. Eu referendo a liminar, e portanto acompanho integralmente o ministro Teori Zavascki”, afirmou no plenário.

Cunha réu na Lava Jato

Em março de 2016, Fachin também acompanhou integralmente o voto de Teori Zavascki para receber uma denúncia e tornar Eduardo Cunha réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Ele foi acusado de exigir e receber ao menos US$ 5 milhões em propina por “facilitar e viabilizar” a contratação de dois navios-sonda pela Petrobras para operar no Golfo do México e na África. No julgamento, todos os dez ministros presentes votaram contra o ex-deputado.

Em seu voto, com a ressalva de que aquela decisão não significava uma condenação, Fachin disse que a denúncia era “perfeitamente compreensível” e deveria ser aceita pelo STF.

“Como bem ressaltado no voto do eminente relator [Teori Zavascki], há veementes indícios probatórios de que Eduardo Cunha, pelo menos a partir de 2009, inclusive com o auxílio de Solange Pereira de Almeida, aderiu ao esquema criminoso de propina instalado na área internacional da estatal Petrobrás S.A., fazendo uso espúrio de seu mandato parlamentar para exigir o pagamento de valores prometidos por Júlio Camargo a Fernando Soares e a Nestor Cerveró, figurando também como credor de parte desses valores”, resumiu o ministro.

Em junho de 2016, o STF tornou Cunha réu novamente, desta vez por suposto recebimento de R$ 5,2 milhões em propina a partir da compra pela Petrobras de um campo de petróleo em Benin, na África. O dinheiro teria sido movimentado em contas secretas na Suíça.

Novamente, Fachin acompanhou Teori, numa decisão unânime entre os 11 ministros da Corte.

“Em primeiro lugar, há suporte fático apto ao recebimento da denúncia. Em segundo lugar, há elementos idôneos sobre a materialidade do crime. E em terceiro lugar, há, quando menos, uma dimensão indiciária sobre a autoria”, sintetizou Fachin em seu voto.

Lula

Fachin também corroborou decisão de Teori, em março de 2016, que retirou do juiz federal Sérgio Moro as investigações sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, envolvendo favores de empresários na reforma de um sítio em Atibaia (SP) e de tríplex em Guarujá (SP).

A remessa das investigações ao STF se deu pelo envolvimento de autoridades com foro privilegiado gravadas em diversas conversas telefônicas grampeadas e divulgadas por Moro, incluindo a então presidente Dilma Rousseff.

No voto, Fachin acompanhou Teori, mas lembrou de sua posição crítica ao foro privilegiado.

“Não está em questão, ainda que seja pertinente, o debate que poderia ser feito sobre essa prerrogativa de foro. Eu já tive oportunidade nesta Suprema Corte da posição crítica que tenho dessa figura jurídica”, disse o novo relator da lava jato.

Validade de delação

Em agosto de 2015, o STF foi unânime em validar a delação premiada do doleiro Alberto Youssef.

Embora a delação tenha sido homologada por Teori Zavascki, um diretor da construtora Galvão Engenharia, citado nos depoimentos como participante de crimes, contestou a validade do acordo.

Na ocasião, Fachin acompanhou o relator da ação, Dias Toffoli, em favor da delação e da decisão de Teori em homologá-la, sob o argumento de que as declarações do delator, por si só, não são suficientes para condenar quem ele citou.

“As declarações do colaborador, portanto, só têm validade se forem corroboradas por outros elementos de prova, o que significa dizer que, sozinhas, suas palavras, em face do delatado, nenhum efeito jurídico produzem”, afirmou.

No mesmo julgamento, Fachin também discutiu sobre uma questão jurídica controversa: o meio pelo qual uma pessoa afetada por decisão de um ministro do STF pode contestá-la junto à própria Corte. O ministro entendeu que isso é possível, mas desde que apresentando ações apropriadas para isso.

“Pois bem, tenho, para mim, que a solução é muito simples, porque, tirante os atos divinos, os humanos de um modo geral estão submetidos a recurso, inclusive dos seres humanos que são os ministros do Supremo Tribunal Federal”, disse, à época.

Fonte: G1.
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350kg de pescado são apreendidos no sudeste paraense

Operações de fiscalização garantem o cumprimento ao período de defeso em algumas regiões

Quase 350kg de pescado e ferramentas de pesca ilegais foram apreendidas na área de Tabuleiro do Embaubal, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sutentável Vitório de Souzel, no município de Senador José Porfírio, sudeste paraense. As apreensões foram resultado de uma ação desenvolvida pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), em parceria com o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), da Polícia Militar, e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo de Senador José Porfírio (Semat), nos dias 2 e 3 de fevereiro.

No primeiro dia da ação, a equipe encontrou oito redes, uma rede tartarugueira e uma douradeira, além de 150 quilos de peixe, às proximidades da Comunidade de Vila Nova.No segundo dia, foram encontradas mais dez redes de malhas variadas, na localidade de Igarapé Jarauá. Na Ilha Furupe, os agentes ambientais apreenderam duas redes. Já na Ilha da Juventa, uma rede tartarugueira foi recolhida. Além dos materiais para pesca, mais de 200 quilos de peixe das espécies Filhote, Mapará e Curimatá foram apreendidos e, como ainda estava em condição de consumo, foram doados para os moradores de Vitória de Souzel.

Proteção – O Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Tabuleiro do Embaubal e a RDS Vitória de Souzel, estão sob responsabilidade da Gerência da Região Administrativa do Xingu (GRX/Ideflor-bio), foram criados com objetivo central de proteger a tartaruga da Amazônia, que migra entre os meses de agosto e fevereiro pelo Rio Xingu para desovar nas praias do Tabuleiro do Embaubal. Além de constituir um trabalho rotineiro de proteção às tartarugas da Amazônia nas Unidades de Conservação, as operações de fiscalização garantem o cumprimento ao período de defeso, época em que a pesca comercial fica proibida em algumas regiões, o que garante a reprodução das espécies e a manutenção da atividade da pesca sustentável.

Fonte: ORMNews.
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Colisão deixa quatro mortos perto de Irituia do Pará

Uma das vítimas foi encaminhada para um hospital, mas não resistiu e morreu

Um acidente envolvendo um micro-ônibus e um carro de passeio, modelo Ford-Fiesta, deixou quatro pessoas mortasno quilômetro 25 da PA-253, próximo ao município de Irituia do Pará, nordeste paraense, no final da manhã deste domingo (5).

De acordo com informações da PRE (Polícia Rodoviária Estadual), as vítimas são três homens e uma mulher, todos ocupantes do carro. Uma das vítimas ficou gravemente ferida e foi encaminhada para um hospital público da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde de hoje. As vítimas foram identificadas como: Pedro Ferreira Abreu, José Ribamar Furtado, Maria Telma Avelino e Antônio Félix dos Santos.

Fonte: ORMNews.
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A polêmica entre Donald Trump e o ator Arnold Schwarzenegger, seu sucessor no ‘Aprendiz’ americano

Parece título de um novo filme da Marvel, mas é a pura realidade: Donald Trump x O Exterminador do Futuro.

Schwarzenegger, que foi governador da Califórnia e é um conhecido ator de Hollywood, em especial graças a campeões de bilheteria como o Exterminador do Futuro, foi chamado para substituir Trump no programa de TV, mas os números da audiência não têm sido bons.

“Contrataram um grande astro do cinema, Arnold Schwarzenegger, para ocupar o meu lugar e já sabemos no que deu”, disse Trump ao discursar durante o National Prayer Breakfast (Café da Manhã de Orações Nacional, em inglês), evento anual que acontece em Washington.

Na plateia, estava o produtor do reality show, Mark Burnett.

O café da manhã é realizado na capital federal dos EUA desde 1953, na primeira quinta-feira de fevereiro e reúne 3.500 convidados, entre eles estrangeiros de mais de 100 países.

O anfitrião do evento é o Congresso dos EUA e a organização fica a cargo da Fellowship Foundation, organização conservadora cristã mais conhecida como “The Family” (“A Família”, em inglês).

“A audiência caiu. Mark (Burnett) nunca mais voltará a apostar contra Trump. Eu queria rezar por Arnold e, se possível, por essa audiência”, acrescentou Trump, que classificou ainda a contratação de Schwarzenegger como um “desastre completo”.

O ator, no entanto, não ficou calado.

Minutos depois respondeu com um vídeo de 15 segundos publicado na sua conta do Twitter.

“Oi, Donald, tenho uma grande ideia: por que não trocamos de cargo? Você se encarrega da TV, porque é um especialista em audiência e eu faço o seu trabalho. E assim, a gente poderá enfim voltar a dormir tranquilamente”, disse Schwarzenegger.
Segundo confronto

Este não foi o primeiro embate entre Trump e Schwarzenegger.

Em janeiro, depois da estreia do ator na nova temporada do reality show, Trump já tinha dado uma alfinetada contra seu sucessor.
Donald Trump © Getty Images Donald Trump

“Bem, já chegaram os índices de audiência e Arnold Schwarzenegger foi ‘afundado’ (ou destruído) em comparação com a máquina de audiência DJT” (as iniciais de Donald John Trump), disse ele.

Em resposta, Schwarzenegger divulgou um vídeo em que lê o discurso de posse do presidente Abraham Lincoln, em 1861, e agrega que este “me inspirou todos os dias quando fui governador e espero que inspire você”.

Em uma mensagem no Twitter, Schwarzenegger ainda desejou boa sorte a Trump dizendo esperar que ele “trabalhe para TODOS os americanos de uma maneira tão agressiva quanto trabalhou pela sua audiência”.
Audiência

Trump tem razão ao observar que os índices de audiência alcançados por Schwarzenegger em The Apprentice foram menores do que o esperado.

Trump comandou 14 temporadas do show até entregá-lo para Schwarzenegger. O programa de estreia foi visto por 4,93 milhões de pessoas, em janeiro.

Esta audiência é 43% menor que a da estreia do reality em 2015, segundo a revista Variety.

Será preciso esperar até o fim da nova temporada do programa para ver como vai ficar a audiência de Schwarzenegger. Neste momento, será interessante verificar como estará a popularidade de Donald Trump.

Fonte: MSN.
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