Família com renda de até R$ 9 mil poderá acessar Minha Casa

Famílias com renda de até R$ 9 mil poderão ter acesso aos financiamentos do Minha Casa, Minha Vida. Atualmente, o limite para participar do programa era de R$ 6,5 mil. As faixas de renda do programa habitacional tiveram os limites reajustados em 7,69%, equivalente à variação da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que encerrou o ano passado em 6,57%, mais 1,12 ponto percentual. O programa tem condições de financiamento mais vantajosas que o crédito imobiliário tradicional.

A ampliação atinge as faixas 1,5; 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida. Com a mudança, o limite para a faixa 1,5 passará de R$ 2.350 para R$ 2,6 mil por família. Para a faixa 2, a renda de enquadramento passou de R$ 3,6 mil para R$ 4 mil e para a faixa 3, de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil.

O valor máximo dos imóveis que podem ser financiados pelo Minha Casa, Minha Vida também subiu, e varia de acordo com a localidade. No Distrito Federal, em São Paulo e no Rio de Janeiro, o teto passará de R$ 225 mil para 240 mil. Nas capitais do Norte e do Nordeste, o limite subirá de R$ 170 mil para R$ 180 mil. O último reajuste tinha ocorrido em 2015, no lançamento da terceira etapa do programa.

“O que vemos hoje é uma combinação virtuosa de estímulo ao setor com fortalecimento de um programa social da maior relevância, que é o Minha Casa, Minha Vida”, afirmou o presidente Michel Temer, durante o anúncio das mudanças. Segundo ele, a preocupação do governo reúne as necessidades da iniciativa privada e a responsabilidade social com a geração de empregos.

Em seu discurso, Temer voltou a dizer que “há sinais” de que o crescimento econômico do Brasil seja retomado “já no começo do ano”.

“Tenho certeza que, com a valiosa contribuição de todos, o país vai derrotar a recessão, retomar crescimento e gerar emprego. As condições para a revirada estão [postas]. O governo tem coerência, povo tem força e o Brasil tem rumo”, disse o presidente.

De acordo com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, os novos limites do Minha Casa, Minha Vida são resultados de um “pacto” entre o governo e o setor da construção civil, mediante o que classificou como “revigoração” do programa habitacional.

“Tenho certeza que o governo espera que com essa iniciativa possa ser incrementado o número participações de imóveis, [a geração de] emprego, renda e permitir que centenas de milhares de famílias brasileiras terem acesso ao sonho da casa própria”, afirmou.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, informou que as mudanças foram aprovadas nesta manhã de forma unânime pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Construção Civil

Durante o evento, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, elogiou as medidas. “Nos últimos tempos o setor perdeu muito empregos e agora começamos a estimular [novamente a expansão por meio da construção].”

O governo também anunciou a meta de contatar o financiamento de 610 mil unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida para este ano. O número inclui todas as faixas do programa habitacional. Desse total, 170 mil moradias serão contratadas na faixa 1, para famílias com renda mensal bruta de R$ 1,8 mil; 40 mil imóveis para a faixa 1,5 do programa e 400 mil para as faixas 2 e 3.

Em relação à faixa 1, o Ministério das Cidades informou que 35 mil imóveis devem atender à modalidade entidade rural; 35 mil para a modalidade entidades urbanas e 100 mil por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Fonte: BBC.
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Terra de ninguém: 85 mil refugiados sírios vivem no limbo em fronteira

Cerca de 85 mil pessoas estão em situação de crise humanitária em um campo de refugiados sírio próximo à fronteira com a Jordânia.

O alerta é de organizações internacionais como a ONU.

O campo fica em Rukbam, uma região desolada e desabitada que começou a ser ocupada em 2014 por sírios fugindo tanto da guerra civil que assola o país desde 2011 como das atrocidades cometidas pelo grupo extremista autoproclamado Estado Islâmico.

Rukbam sofre com a falta de recursos básicos, o que se agravou depois de a Jordânia, que recebeu centenas de milhares de refugiados sírios nos últimos anos, fechar a fronteira em resposta a um ataque do EI, que teria usado militantes infiltrados no campo.

Com isso, os refugiados – 75% deles mulheres e crianças – vivem uma rotina de frustração e medo.

Eles estão sob o risco frequente de ataques. No final de janeiro, pelo menos quatro pessoas morreram em um atentado do EI no campo.

Fonte: BCC.
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Saques da poupança superam depósitos em R$ 10 bi em janeiro

O Banco Central (BC) informou hoje (6) que os brasileiros retiraram R$ 10,73 bilhões a mais do que depositaram na poupança em janeiro. O resultado é o segundo pior para meses de janeiro desde o início da série histórica do BC, em 1995. O pior saldo negativo em janeiro permanece o registrado para 2016, quando a poupança ficou negativa em R$ 12 bilhões.

O saldo negativo de janeiro de 2017 também é o terceiro pior da poupança em todos os meses, desde 1995. No mês passado, os saques na poupança somaram R$ 176,85 bilhões, superando os depósitos, que ficaram em a R$ 166,12 bilhões. O valor total nas contas ficou em R$ 658,56 bilhões. O volume dos rendimentos creditados nas cadernetas dos investidores alcançou R$ 4,31 bilhões.

Alguns fatores têm contribuído para a fuga de recursos da poupança. A alta da inflação contribui para a perda de atratividade da aplicação e vem influenciando a poupança desde 2015. No mês passado, no entanto, houve a primeira sinalização de arrefecimento da alta de preços.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2016 em 6,29%, o que sinaliza uma desaceleração. Isso significa que o IPCA terminou o ano passado abaixo do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

A taxa básica de juros da economia, Selic, quando está elevada, também torna a poupança menos atraente. Reagindo à queda da inflação, em sua primeira reunião de 2017, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,75 ponto percentual. No momento a taxa está em 13% ao ano. O presidente da autoridade monetária, Ilan Goldfajn, disse que este deve ser o “novo ritmo” de redução da taxa.

Fonte:Agência Brasil.
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A incrível história do homem sem documentos encontrado no Brasil 5 anos após desaparecer no Canadá

Anton Pilipa, de 39 anos, foi abordado por uma policial rodoviária no final de novembro quando perambulava na BR 364 em Rondônia, colocando sua vida em perigo no meio dos veículos.

Ele foi levado a um hospital em Porto Velho. Enquanto as autoridades tentavam identificá-lo com ajuda de embaixadas e de listas de desaparecidos, o homem fugiu do hospital.

Anton é de poucas palavras. Em conversa com a BBC Brasil em Manaus, de onde partiria o voo que levariam ele e seu irmão, Stefan Pilipa, de volta para casa, Anton não deu detalhes de sua peregrinação, talvez pelo efeito dos medicamentos para controlar a esquizofrenia.

“Nunca me senti sozinho”, diz ele, de voz mansa. “Foram anos pensando muito, dormindo ao relento. É muito simples viver, não precisamos de muitas coisas.”

Anton perambulou por cidades e vilarejos de pelo menos nove países desde o Canadá, como Estados Unidos, México, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela e Brasil.

Ele conta que buscava alimentos e roupas em lixeiras na maior parte do tempo de suas andanças, e que obteve a generosidade de algumas pessoas, que lhe deram comida. Mas diz também ter topado com “pessoas más” pelo caminho. “Mas (recebi) mais generosidade, especialmente nos últimos tempos”.
‘Emoção indescritível’

O irmão, Stefan, relata que a família recebeu pouco antes do Natal a notícia de que Anton tinha sido encontrado, em outro continente, a milhares de quilômetros de casa.

“Uma morte em vida, porque não se sabe se a pessoa morreu, se está doente, se está comendo. Isto abala a todos para sempre”, acrescenta.

Segundo ele, o contato foi feito graças à iniciativa da policial rodoviária Helenice Campos, que abordou Anton na estrada de Rondônia, quando este parecia um mendigo que há meses usava a mesma bermuda azul e camiseta, proferindo xingamentos e palavras desconexas.

Helenice o conduziu a um hospital em Porto Velho e encontrou o irmão de Anton no Twitter.

Stefan relatou a emoção ao constatar que a Polícia Rodoviária Federal tinha divulgado fotos de seu irmão, e que a busca por sua identidade teve grande repercussão na internet. Ele chegou a receber ligações de mães de associações de desaparecidos de todo o mundo, algumas dizendo ter a esperança de Anton ser seu filho sumido, mas todas felizes por ele ter encontrado sua família.

“Nossa história trouxe a elas esperança, porque é algo muito difícil de ter constantemente numa situação dessa, sem traços dos passos da pessoa, sem pistas, só dor e ansiedade”, conta Stefan.

A família começou a se mobilizar para conseguir dinheiro para buscá-lo, chegando a criar uma conta de financiamento coletivo na internet para ajudar a bancar custos com as passagens de avião.

Entre os que o aguardam em Toronto, estão a mãe, de 65 anos, e a filha mais velha de Stefan, de 15 anos, que sempre foi muito ligada ao tio.

Desaparecimento em Toronto

Quando Anton desapareceu, em março de 2012, ele iniciava um tratamento contra sua doença mental. Por décadas havia trabalhado em Vancouver, Montreal e Toronto como funcionários de organizações humanitárias de auxílio a pessoas carentes.

“Fazia pouco tempo que Anton havia se mudado para um bairro distante de mim e não nos víamos com muita frequência”, conta Stefan.

“Quando percebemos que ele havia sumido, deixando para trás documentos, roupas e sua casa, informamos seu desaparecimento de imediato à polícia e publicamos um cartaz na internet”.

“O procuramos muito pelo país, mas nunca tivemos nenhuma notícia sequer, nenhuma pista. Era difícil manter a esperança de encontrá-lo com vida”.

“Muito pelo contrário, ele xingava com a boca, mas não com o olhar”, contou a policial rodoviária Maria Furtado, que o abordou na BR 319. “Para nós, ele não era mais invisível e já tinha nome e endereço, felizmente.”

“Fiquei emocionada de poder ajudar nessa história porque são raríssimos os andarilhos que fazem o caminho de volta para casa”, disse ainda.

Durante todo o mês de janeiro, enquanto Stefan procurava o dinheiro e a documentação de Anton para buscá-lo em Manaus, ele ficou internado no Hospital Eduardo Ribeiro, na capital amazonense.

Por sorte, a esposa do cônsul do Canadá em Manaus, Mark Peters, é psiquiatra, e o casal pôde dar assistência ao conterrâneo.

Stefan disse que ficou muito sensibilizado quando a PRF divulgou fotos de seu irmão e muitas mães de associações de desaparecidos de todo o mundo ligaram para ele, algumas dizendo ter a esperança de Anton ser seu filho sumido, mas todas felizes com seu reencontro. “Nossa história trouxe a elas esperança, porque é algo muito difícil de ter firmemente numa situação dessa, sem traços dos passos da pessoa, sem pistas, só dor e ansiedade”.

“Nossa história trouxe a elas esperança, porque é algo muito difícil de ter constantemente numa situação dessa, sem traços dos passos da pessoa, sem pistas, só dor e ansiedade”, conta Stefan.

Anton frisa que estar vivo e indo de volta para casa demonstra que ele teve sorte. “Sei que tenho muita sorte em estar vivo, de alguém ter me ouvido para ser encontrado, e estou muito feliz por poder voltar para minha família”.

Ao ser perguntado se, depois de tanto caminhar, teria encontrado o sentido da vida nessa peregrinação, disse que não. “Ainda estou procurando”.

Fonte: BBC.

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Dany Bananinha exibe tanquinho e dá show de elasticidade em Alagoas

Assistente de palco do ‘Caldeirão’ aproveita últimos dias de férias no Nordeste; veja fotos
Dany Bananinha exibe tanquinho e dá show de elasticidade em Alagoas Dany Bananinha exibe tanquinho e dá show de elasticidade em Alagoas
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Prestes a voltar à maratona de gravações do Caldeirão, nesta semana, Dany Bananinha aproveitou os últimos dias de férias para curtir uma viagem daquelas bem animadas para Maceió, em Alagoas. No paraíso do Nordeste, a coleguinha se jogou nas praias e clicou tudo para o Gshow. Em entrevista, a gata contou como foi a experiência.

Fonte: Gshow.
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Alta velocidade aumenta riscos de acidentes em trevo da BR-163

Motoristas atribuem o perigo do local a uma rotatória que não funciona.
PRF realiza o trabalho de fiscalização e orientação de trânsito na área.

A alta velocidade dos motoristas que circulam pelo trevo da BR-163 com a avenida Moaçara em Santarém, no oeste do Pará tem aumentado o risco de acidentes. Nos horários de pico o congestionamento se agrava. Os motoristas atribuem o perigo do local a uma rotatória que não funciona. Segundo o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) os carros que estão seguindo pela rotatória tem a preferencial. O trecho não tem sinalização vertical e nem horizontal

Diariamente na rodovia circulam carros, carretas, caçambas e veículos pesados como caminhões e bitrens. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) é responsável por realizar o trabalho de orientação e fiscalização, mas a manutenção do trecho é de responsabilidade do Departamento de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A PRF informou que enviou vários ofícios solicitando melhorias no local “Já oficiamos o DNIT sobre a implementação de melhorias na estrada, como sinalização”, disse o inspetor chefe da PRF, Sidmar Oliveira.

Testes na rotatória
Em 2015,  PRF realizou testes simulando uma rotatória durante uma fiscalização no trevo da BR-163, que fica no cruzamento com a Avenida Moaçara.A intenção foi reduzir o número de acidentes no perímetro.O trafêgo foi fechado no meio do trevo forçando os veículos a passarem pela lateral do trevo. Com isso, a velocidade era reduzida

Os motoristas também deram sugestões para melhorar o trânsito no local, como a construção de rotatórias e a colocação de redutores de velocidade. Enquanto as melhorias não chegam o condutor precisa ter educação, prudência e paciência ao passar pelo trecho.

Fonte: G1.
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A tristeza de Marisa e o cinismo da grande imprensa

“E a vergonha é a herança maior que meu pai me deixou” (Lupicínio Rodrgiues)

Todos nós herdamos de nossos pais algumas coisas que consideramos lapidares, definitivas. Alguns têm verdadeiro orgulho delas e as praticam: outros nem tanto. Hoje, no jornalismo brasileiro, existem muitos que não podem dizer que herdaram virtudes de seus pais. Se as herdaram, colocaram no fundo de uma gaveta e nunca mais as tiraram de lá.

O caso da morte de Marisa Letícia Lula da Silva transformou-se em mais um “case” jornalístico sobre como alguns profissionais, hoje a maioria dos que trabalham na chamada grande imprensa, se portaram.

A impressão é que saíram das redações, ou foram para os estúdios, ou se sentaram na frente de seus laptops, com a seguinte orientação: “Sejam estritamente técnicos, não passem emoção, não comovam seus telespectadores, ouvintes e leitores”.

E assim foi feito. Técnicos, frios, gelados, em pleno verão. Não estou cobrando aqui que fossem espalhafatosos, pirotécnicos, lacrimosos, como foram, por exemplo, na morte de Eduardo Campos.

Mas esses jornalistas praticam a teoria abjeta de que o seu consumidor de notícia é facilmente manipulável: chore, cante, xingue, mostre seu ódio. E o telespectador, leitor ou ouvinte, levanta, feito um hipnotizado, e sai cumprindo as ordens do hipnotizador. Já é famosa a tese absurda passada pelo apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, de que os telespectadores são como Homer Simpson: imbecis, de raciocínio lento.

Lula afirmou – e tem o apoio de muitos nessa crença de que Marisa Letícia morreu muito triste. Ela teve vilipendiada a honra que seus pais lhe deixaram; colocada em xeque em praça pública. Viu a Polícia Federal “invadir” sua casa, mexer até em seu colchão. Viu a imprensa difamar sua honra, sem um pingo de contraponto. E não vimos os jornalistas da chamada grande imprensa colocar essas questões como fatores que contribuíram para a sua morte. Quem em sã e com verdadeira consciência e com verdadeira e digna honestidade pode duvidar que Marisa Leticia foi morta em razão dá série brutal e continuada de VIOLÊNCIAS perpetradas contra ela é, sobretudo, contra a sua família?

O que vimos da parte da maioria dos profissionais da grande imprensa foram justificativas falaciosas. Mas o que fica é o que pensa seu marido, que a conhecia há quase 50 anos: “Marisa morreu triste por conta da canalhice que fizeram com ela”. E continuaram fazendo. Mesmo quando foi internada, mesmo quando morreu.

Fonte: brasil 247.
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Crianças e adolescentes recebem kits pedagógicos da LBV

Mais de 17 mil crianças e adolescentes de famílias de baixa renda de 90 municípios brasileiros receberão os kits de material pedagógico dentro da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro. A iniciativa promovida pela Legião da Boa Vontade (LBV) visa apoiar os pais que não tem recursos para a compra do material escolar e contribuir para o combate ao analfabetismo. Segundo dados divulgados pelo PNAD/IBGE 2014, o Brasil, tem 13 milhões de analfabetos absolutos, com mais de 15 anos de idade, definidos como “pessoas que não sabem ler e escrever um bilhete simples no idioma que conhecem”.

Na região Norte do Brasil receberão as doações crianças e adolescentes atendidos pela LBV e por organizações parceiras nas cidades de Manaus/AM, Belém/PA, Ananindeua/PA, Porto Velho/RO, Palmas/TO, Boa Vista/RR e Santana/AP. Os kits são compostos de acordo com a faixa etária dos estudantes e contém itens como: estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, tinta guache, cadernos, mochila, régua, entre outros.

Como ajudar: Para a realização da campanha, a LBV conta com doações da população, de colaboradores, de voluntários, de empresas parceiras e o apoio da mídia. As doações podem ser feitas pelo site www.lbv.org ou pelo tel.: 0800 055 50 99.

A LBV – A Legião da Boa Vontade acredita que a educação iluminada por valores éticos, espirituais e ecumênicos transforma o ser humano para melhor, por isso, há mais de 67 anos, ela atua ao lado das populações em situação de vulnerabilidade social. Nas cinco escolas e nos66 Centros Comunitários de Assistência Social que atendem crianças e adolescentes, a LBV oferece o apoio necessário às famílias para que os filhos tenham acesso à Educação e a garantia e proteção de seus direitos, além de outros benefícios, realiza atividades socioeducativas, esportivas, culturais, artísticas, lúdicas e recreativas e projetos permanentes de incentivo à leitura.

Fonte: surgiu.com
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Ativista ambiental diz que exploração de petróleo ameaça corais da Amazônia

O processo de licenciamento ambiental para perfuração de poços de petróleo na região da foz do Rio Amazonas, próximo de onde foi descoberto recentemente um recife de corais, esponjas e rodolitos de 9,5 mil km² – uma área 20% maior que a região metropolitana de São Paulo –, está em análise no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo o ativista Thiago Almeida, da Campanha de Energia da Ong Greenpeace, a exploração na região gera o risco de derramamento de petróleo.

De acordo com Almeida, esses corais representam um novo bioma, que é único no mundo devido as características em que se desenvolveu, em água turva e barrenta, o que normalmente torna pouco provável a existência de um ecossistema como esse. Para o ativista, o bioma já nasceu ameaçado por causa da possível exploração do petróleo nos arredores do recife.

Conforme Thiago Almeida, apesar de os blocos de exploração petrolífera das empresas Total, BP e Queiroz Galvão não estarem exatamente em cima da área conhecida dos recifes,“a ameaça é justamente o que um possível vazamento poderia causar sobre os recifes, a costa e os mangues”. O poço de exploração mais próximo do novo bioma descoberto pertence a Total e está a uma distância de 8 quilômetros.

“Se o petróleo [desse possível vazamento] chega até a costa do Amapá, temos lá a maior área contínua de mangues do mundo, que são importantíssimos estuários, berçários, para a vida, e também têm papel importante na captura e sequestro de carbono, ajudando a combater o aquecimento global e as mudanças climáticas”, acrescentou o ativista.

“É sempre importante lembrarmos o vazamento da [plataforma] Deepwater Horizon e a extensão da poluição e do derramamento de petróleo que atingiu a costa de diversos países”, destacou Almeida, citando a explosão da plataforma da empresa petrolífera British Petroleum, em 2010, no Golfo do México.

No acidente, 11 pessoas morreram e cerca de 4,9 milhões de barris de óleo vazaram para o mar. O petróleo vazou durante 87 dias, se espalhou por mais de 1,5 mil km  no litoral norte-americano, contaminou e matou milhares de animais, segundo o Greenpeace.
Processo de licenciamento

Em 2015, as empresas encaminharam os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e os Relatórios de Impacto Ambiental (Rima) ao Ibama. Entre 2015 e 2016, o órgão devolveu pareceres técnicos solicitando mais dados e esclarecimento sobre alguns pontos dos documentos. Até o momento nmão houve retorno das empresas sobre as questões.

“É por isso que o Greenpeace decidiu fazer campanha [Defenda os Corais da Amazônia] para defender esses corais, pedindo às pessoas que digam a essas empresas para abandonarem quaisquer planos de explorar petróleo na região”, disse Almeida.

Ele ressaltou que, no caso de um vazamento chegar à costa, diversas comunidades tradicionais também seriam afetadas, como pescadores, extrativistas, quilombolas e indígenas, “que dependem do meio ambiente, da saúde dos mares e da costa brasileira para sobreviver”.

Campanha

Em 24 de janeiro, uma embarcação do Greenpeace saiu do Porto de Santana, no Amapá, em direção à foz do Rio Amazonas, onde está o recife, integrando a campanha Defenda os Corais da Amazônia. A bordo, estão os pesquisadores que anunciaram a descoberta do recife, em abril do ano passado, e ativistas da ong.

No último dia 30, foram divulgadas as primeiras imagens do recife de corais da Amazônia feitas com o auxílio de um submarino. O grupo permanecerá embarcado e fazendo registros na região até o próximo dia 10.
Empresas

Em anúncio no site da Total em 4 de janeiro, a empresa informou que prevê a perfuração de poços ainda em 2017, que deve seguir até 2020, e que aguarda a emissão da licença ambiental pelo Ibama. A empresa já recebeu, pelo Porto de Belém (PA), os primeiros equipamentos para a atividade.

“Os poços serão perfurados em águas ultraprofundas, a mais de 1,9 mil metros de profundidade e a uma distância entre 120 e 188 km da costa do município do Oiapoque, no estado do Amapá. O objetivo da atividade é identificar e avaliar a existência de reservas de petróleo e/ou gás na área dos blocos. A partir da avaliação dos poços, outras atividades poderão ocorrer futuramente na área, sujeitas também a ações de licenciamento ambiental junto ao Ibama”, afirmou a Total.

Em nota, a Total disse que a empresa conduziu caracterização ambiental e que os resultados dos estudos mostraram que não há ecossistemas recifais dentro da área dos blocos operados por ela. “As atividades de perfuração somente serão iniciadas após a Total receber a licença ambiental do Ibama, ainda em análise por este órgão”, acrescentou a nota.

Também por meio de nota, a BP disse que pesquisa realizada pela empresa não detectou nenhum sinal dos recifes na área de seu bloco de exploração. Segundo a empresa, “em todas suas operações de perfuração o principal foco da BP é com a prevenção de vazamentos de petróleo, aplicando as melhores práticas da indústria na segurança, no desenho dos poços, na perfuração e na proteção ao meio ambiente”.

O cumprimento das operações do programa de sua exploração de petróleo têm prazo estabelecido pelo contrato de concessão até agosto de 2018.

A direção da Queiroz Galvão informou que, para atender ao processo de licenciamento ambiental requerido pelo Ibama, a empresa realizou pesquisa que não apontou a presença de recifes na área de exploração. De acordo com a empresa, a eventual perfuração na área deverá ocorrer em 2019 e 2020.

Fonte: Agência Brasil.
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Apple, Facebook, Netflix e outras empresas vão à Justiça contra ordem de Trump

SÃO PAULO – Um total de 97 empresas de tecnologia norte-americanas, incluindo Facebook, Apple, Google, Twitter e Microsoft, entraram neste domingo (5) com um documento na corte norte-americana de apelação à ordem executiva de Donald Trump, que bane a entrada de imigrantes de países de origem muçulmana no país.

Segundo informações da Bloomberg, as empresas assinaram e protocolaram um amicus brief, tipo de documento que pode ser assinado por partes que têm interesse na decisão de determinado caso, mas não fazem parte dele; o documento apoia o recurso protocolado pelo estado de Washington, que pede a anulação da ordem do presidente.

No documento, as empresas alegam que a ordem executiva do presidente “afeta as operações” das empresas, que contam com muitos funcionários imigrantes.

“Os imigrantes fazem muitas das maiores descobertas da nação e criam algumas das empresas mais inovadoras e icônicas do país. A América reconheceu há muito tempo a importância de nos protegermos de quem nos prejudica, mas isso é feito enquanto mantemos nosso compromisso fundamental de receber imigrantes – através de fiscalizações mais intensas e outras formas de controle sobre as pessoas que pretendem entrar em nosso país”, diz o documento.

Na última sexta-feira (3), o juiz federal James Robart, da cidade de Seattle, ordenou a suspensão da ordem executiva do presidente em caráter temporário, enquanto o recurso enviado pelo procurador-geral, Bob Ferguson, de Washington é estudado.

Além das empresas já mencionadas, outras como a Neflix, Spotify, LinkedIn e até a Uber, cujo CEO chegou a fazer parte do conselho de Donald Trump, mas deixou o cargo na semana passada, também assinaram o brief.

Fonte: MSN.
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