Governo do Estado fecha parceria para implantação de complexo agroindustrial em Itaituba

A empresa Gorski Integradora, que já atua no Mato Grosso nos campos de logística de transportes e do agronegócio, apresentou ao Governo do Estado, na tarde de segunda-feira, 6, o projeto preliminar de uma central de logística hidro-rodo-ferroviária no Pará, com previsão de entrar em operação em março de 2019 no município de Itaituba, às margens do rio Tapajós.

O Grupo, representado pelo sócio brasileiro Antônio Carlos Gorski, firmou um Protocolo de Intenções na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), em Belém, que objetiva estabelecer e consolidar a parceria institucional entre o poder público estadual e a iniciativa privada.

O objetivo é assegurar condições para a instalação da central logística nos modais de cargas gerais (container, laticínios, carnes, madeira), grãos e derivados (óleos vegetais, farelo, ração), líquidos (gasolina, óleo diesel, biodiesel, etanol de cana e grãos) e fertilizantes, e uma retroárea destinada à implantação de um complexo agroindustrial, contendo, entre outros, um laticínio e uma fábrica de suplementos para ruminantes, com localização na margem direita do Rio Tapajós, em Itaituba.

O contrato foi assinado pelo empresário Antônio Carlos Gorski e pelos secretários de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, e de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demack.

O secretário Adnan Demachki ressaltou que o Pará quer contribuir com o centro oeste brasileiro para escoar a produção de soja pelos portos paraenses, mas o Estado não pode ser relegado a mero corredor de passagem. As empresas que querem se instalar no Tapajós precisam contribuir com o desenvolvimento daquela região, daí a negociação da Sedeme com a Gorsky para que ela implante, além do porto, duas indústrias na região, um laticínio e uma fábrica de ração, que gerará novos empregos e renda para o Tapajós.

“Temos feito um esforço para propiciar condições para a realização de investimentos no setor produtivo, mediante a formação de parcerias com o setor privado, visando o incremento do desenvolvimento industrial. O que efetivamente irá transformar o Estado é a sua industrialização”, frisou Adnan.

“Nós nos lançamos um desafio e começamos a trabalhar”, afirmou Antônio Gorski, logo após anunciar que a principal estrada (do Pimental) que leva à central logística é antiga e já está pronta. O executivo garantiu que os estudos ambientais e técnicos estão concluídos, prontos para serem apresentados.

“Temos consumidor, queremos a ajuda do Governo estadual para vencer alguns entraves burocráticos. Os estudos e levantamentos estão todos prontos, mas queremos a referência do Estado para que a gente consiga fazer sem erros e a gente vai arregaçar as mangas e fazer o que deve ser feito o mais breve possível’’, frisou Antônio Gorski.

Os diretores da Sedeme, Cláudio Conde, Alfredo Barros e Sérgio Menezes, respectivamente, das pastas de Energia; Parceria Público-Privado; e Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços; além de dirigentes de entidades de classe, a exemplo do presidente da Associação Comercial do Pará (ACP Pará), Lúcio Fábio Costa e do vice-presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), Jorge Mendonça, entre outras autoridades, acompanharam a reunião que celebrou o Protocolo de Intenções. “A partir de agora, essa será a referência para outras empresas que quiserem se instalar no Tapajós. Não somente o porto, mas indústrias”, finalizou o secretário Adnan Demachki.

Infraestrutura

A execução do projeto Central Logística Itapacurá – Complexo Agroindustrial já começou no distrito de Miritituba. A Gorski já construiu sete dos 17 quilômetros do ramal que leva até o porto, à margem direita do rio Tapajós, onde serão instalados os terminais de carga com carregamento duplo de barcaças. Nesse trecho, o rio tem seis metros de profundidade, o que permite a aproximação de grandes navios para o embarque de cargas.

O projeto inclui o aproveitamento da bacia leiteira da região para instalação de laticínios e uma fábrica de ração. Gorski informou que é possível importar clones congelados para melhorar a qualidade do gado paraense num período de três anos. Nos próximos cinco meses já haverá energia elétrica no local, mas não suficiente para viabilizar o projeto. Para isso será necessário o apoio do Governo do Estado, assim como também para a abertura de estradas e para o licenciamento ambiental do empreendimento.

Fonte: Agência Pará
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Secretaria de Meio Ambiente atende em Novo endereço

A Secretaria do Meio Ambiente (SEMMA) já atende a população progressense em novo endereço. A sede está localizada na Rua Planalto, 621, Jardim Planalto. O atendimento é realizado pessoalmente de segunda a sexta-feira, das 7 hs às 13 hs, em breve será divulgado os telefones para contato e Disk Denúncia.

O objetivo da mudança foi de, principalmente nesta época de crise econômica no país e nos municípios, apesar de ainda ser um prédio locado, mais foi reduzido o valor da locação em 60% e além de ser um local de fácil acesso, beneficiando os munícipes que necessitam se dirigir pessoalmente ao órgão municipal. As novas instalações também atende as necessidades da secretaria no espaço físico e para o bom atendimento ao público.

A SEMMA tem como função uma das mais nobres: Proteger o sistema natural e promover o controle da qualidade ambiental no município. Para isso, servidores públicos atuam nas frentes: Educação Ambiental, Gestão Ambiental, Licenciamento, Controle e Fiscalização Ambiental. Cada uma delas oferece inúmeras ações, projetos e programas.

Novo Progresso tem uma UC (Unidade de Conservação) criada pelo município no ano de 2010, o Parque Municipal está localizado na Rua Industrial, Setor Industrial II, com aproximadamente 89.400,00 m2. Segundo o secretário Juliano Simionato, já nesse primeiro semestre será elaborado um projeto de revitalização do parque aonde atenderá o que realmente dispões na PL de criação que é de proteger e preservar amostra dos ecossistemas, assegurarem a preservação de seus recursos naturais e proporcionar oportunidade controlada para uso público com educação e pesquisa científica.

Fonte: ASCOM/PMNP – Por: Claudinho Leite




Campanha apresenta novos planos TIM Controle com serviços de música e leitura

Com a evolução do portfólio, a operadora é a primeira do mercado brasileiro a inserir serviços de valor adicionado em todas as novas ofertas do segmento controle

A TIM saiu na frente novamente e é a primeira operadora do Brasil a ter serviços digitais incluídos nas franquias dos novos planos controle, sem cobrança adicional e individual dos produtos. Para reforçar o protagonismo da companhia e apresentar as novidades dos planos TIM Controle, a empresa lança uma campanha que aborda com bom humor todos os benefícios oferecidos aos clientes.

Desenvolvida pela Z+, a ação mantém a estratégia utilizada anteriormente pela companhia, com a comunicação ágil e linguagem mais direta, em formato de diálogo com o consumidor. O filme para TV (veja aqui) reforça que a oferta é a mais completa e com melhor custo-benefício do mercado.

“Tivemos o desafio de criar, em conjunto com a agência, um filme de 30 segundos que pudesse informar todas as novidades do nosso novo plano Controle. Buscamos mostrar os benefícios da oferta de forma clara e objetiva, unindo o bom humor e a criatividade. Além disso, mantivemos o formato de comunicação no estilo de diálogo com o cliente para trazer leveza e proximidade com o consumidor”, explica Ana Paula Castello Branco, diretora de Advertising & Brand Management da TIM.

Os novos planos TIM Controle Plus contam com pacotes de 1,5GB a 2,5GB de dados, minutos de voz e os serviços TIMmusic by Deezer – uma das maiores plataformas de streaming do mundo, com mais de 40 milhões de músicas – e TIM Banca Virtual, que permite a leitura de mais de 40 títulos de revistas brasileiras, além de WhatsApp à vontade, tudo já incluído no valor fixo mensal da oferta – a partir de R$ 39,90 –  e sem descontar o uso dos aplicativos da franquia de internet.

Além do filme para TV aberta, a campanha conta com mídia impressa, digital, mídia exterior e materiais de ponto de venda.

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Incra, UFOPA e UFPA discutem parceria para projetos de educação no campo

Gestores e técnicos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e da Universidade Federal do Pará (UFPA) estiveram reunidos ontem (6) para tratar da elaboração de projetos na área da educação no campo. O encontro aconteceu em Santarém (PA), na UFOPA, com a presença da reitora da instituição, a professora Raimunda Monteiro.

A reunião teve como pauta o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), que pertence ao Incra e tem como potenciais públicos assentados da reforma agrária, famílias quilombolas ou de unidades de conservação ambiental reconhecidas pelo órgão, como reservas extrativistas e florestas nacionais.

O coordenador do Pronera no Oeste do Pará, Orivan Matos Júnior, servidor do Incra, apresentou as diretrizes e explicou a operacionalização do programa.

O encontro com a UFOPA e a UFPA foi articulado pelo Incra. O órgão que viabilizar a retomada do Pronera na região Oeste do Pará. No estado, UFPA e a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA) mantêm cursos pelo programa.

Para viabilizar novos cursos, é essencial a parceria com as instituições de ensino, tendo em vista que é de competência delas a elaboração dos projetos educacionais e a certificação aos alunos. O Incra atua como agente financiador e fiscalizador.

Por meio do Pronera, é possível a oferta de cursos de educação básica (alfabetização, ensino fundamental e médio); técnico-profissionalizantes de nível médio; de nível superior; e pós-graduação.

Walter Silva, diretor da Escola de Aplicação da UFPA, destacou a demanda por educação no campo existente no Oeste do Pará e o papel das universidades públicas nesse processo. A UFPA tem uma longa atuação em projetos executados pelo Pronera.

Como encaminhamentos, o vice-reitor da UFOPA, professor Anselmo Colares, informou que os institutos da universidade irão se mobilizar para levantar demandas e analisar que cursos podem gerar projetos a serem apresentados ao Incra.

Ainda ontem, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais (STTR) Santarém, como parte da interlocução Incra/UFOPA, foram discutidos projetos na área da saúde em nível de graduação e especialização.

Fonte: Incra/ Por Luiz Gustavo.
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21 municípios paraenses recebem ambulâncias

Investimento é de quase R$2 milhões de reais

Resultado de um investimento no valor R$1.995.905,45, vinte um municípios paraenses serão contemplados nesta terça-feira (7) com ambulâncias para um melhor atendimento de urgências da população do interior do Estado.  A entrega será nesta tarde, na sede do Palácio do Governo, em Belém, e contará com a presença de deputados estaduais, do governador em exercício, Zequinha Marinho, e do chefe da Casa Civil, José Megale.

Dentre os municípios, estão Curuçá, Mocajuba, Bragança, Jacundá, Itaituba, Cametá, Breves, Cachoeira do Piriá, Uruará, Dom Eliseu, Palestina do Pará, São Félix do Xingu, Oriximiná, Acará, Maracanã, Garrafão do Norte, Marapanim e Alenquer. No total, as localidades receberão 15 ambulâncias tipo A (destinadas ao transporte de pacientes que não apresentam risco de vida), três ambulâncias tipo B (de suporte básico, destinadas ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida, mas sem necessidade de intervenção médica local), uma ambulancha, dois aparelhos de Raio-X, uma mesa cirúrgica e um aparelho cardioversor.

Fonte: ORMNews.
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Deputados aprovam a criação de mais de oito mil novos cargos na Polícia Civil do Pará

O projeto que cria 8.430 cargos na Polícia Civil do Pará é de autoria do deputado Coronel Neil. Transformado no Projeto de Indicação nº 10/2016, o projeto prevê novos cargos de delegados (1.400), escrivães de polícia (2.200), investigadores de polícia (4.200) e papiloscopistas (630) e foi aprovado em sua Redação Final na Sessão Ordinária desta terça-feira (07/02), no Plenário Newton Miranda da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

No projeto, os cargos são divididos em seis classes. Cada um e sua justificativa são baseados na valorização dos servidores por meio de promoções dessas classes e aumento do quantitativo do quadro de cargos da Polícia Civil, proposição que acompanha os objetivos do Programa Pará 2030 – um plano estratégico de desenvolvimento sustentável proposto pelo Governo do Estado para fomentar o crescimento do Pará nos próximos 13 anos.

A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que a população paraense seja de 10 milhões de habitantes até 2030. “A valorização do policial e o aumento do efetivo são pretendidas há muito tempo pela Polícia Civil e entidades de classe para otimizar os meios humanos e materiais existentes, manter a eficiência administrativa e fortalecer a atividade fim, atendendo a demanda da segurança pública exigida pela sociedade”, justifica o deputado Coronel Neil.

OUTROS – Também foi aprovado em Redação Final o Projeto de Lei (PL) 430/2015, de autoria do deputado Airton Faleiro, que institui o Dia Estadual do Combate e Prevenção ao Escalpelamento. “Todo projeto que se preocupar com a preservação de vidas é uma agenda muito importante para os direitos humanos”, disse o deputado Carlos Bordalo.

Em primeiro turno, foi votado e aprovado o projeto que inclui a proibição do uso de cigarros eletrônicos nos órgãos públicos. Trata-se do PL 369/2015, de autoria do deputado Milton Campos, que altera o art. 1 da lei 7484 de 2010.

UTILIDADE – Os parlamentares aprovaram ainda dois Projetos de Lei que declaram e reconhecem como de Utilidade Pública para o Estado a Associação Beneficente e Esportiva Arte Suave (PL 434/2015), de autoria do deputado Ozório Juvenil; e a Associação dos Pescadores Artesanais Araruna de Soure (PL 155/2016), de autoria do deputado Fernando Coimbra.

Fonte: Andreza Batalha (Agência Pará)

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Incra destina fazenda de 2,5 mil hectares em MT para reforma agrária

O Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) destinou uma fazenda (denominada Espinheiro/Itamaracá), com 2,5 mil hectares, localizada no município de Acorizal (67 quilômetros de Cuiabá), para assentamento de 72 famílias. Consta na portaria, publicada no Diário Oficial da União, que os órgãos técnicos da Superintendência Regional do Incra no Estado decidiram pela regularidade da proposta.

O Incra já determinou à Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária a atualização cadastral do imóvel no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) e inclusão do arquivo gráfico relativo ao seu perímetro na base de dados cartográficos. A prefeitura também será comunicada sobre a criação das unidades agrícolas familiares e deverá incluir os assentados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). A partir de agora, o local será chamado de assentamento Zé Paz.

A criação do assentamento na fazenda Espinheiro/Itamaracá é uma demanda antiga do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em agosto do ano passado, ao menos 200 famílias ligadas ao movimento ocuparam a propriedade e ainda bloquearam, por algumas horas, a BR-364 no município. Os manifestantes só liberaram o tráfego após o estabelecimento de um acordo com o Incra.

Na época, o MST emitiu uma nota explicando que área já havia sido ocupada em 2003 e, após vistoria realizada pelo órgão, foi considerada improdutiva. O laudo, contudo, foi contestado pelo proprietário Celso Biancardini e seguiu em processo judicial desde 2005, passando pelas diversas instâncias até chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o MST, no final de 2015, o STF deu ganho de causa ao Incra, que, no entanto, não tramitou os procedimentos burocráticos necessários para proceder o assentamento das famílias reivindicado.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: assessoria/arquivo)
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Lula pede correção de ‘possível erro histórico’ que o impediu de ser ministro

Decisão do STF que suspendeu sua indicação é citada em ações contra nomeação de Moreira Franco

BRASÍLIA — O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu na segunda-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) corrija o “possível erro histórico” da decisão que suspendeu sua nomeação para ministro da Casa Civil em março de 2016. Na época, ele foi indicado pela então presidente Dilma Rousseff, mas o ministro Gilmar Mendes, do STF, invalidou a nomeação. Uma revisão no caso pode ter reflexos nas ações que discutem a nomeação de Moreira Franco para o ministério do presidente Michel Temer.

Após a decisão de Gilmar, Dilma sofreu impeachment e deixou o cargo. Assim, o próprio Gilmar considerou a ação prejudicada, ou seja, não havia mais necessidade de ser julgada. “Sua imediata análise, no entanto, se faz mais do que necessária para, vênias concedidas, corrigir possível erro histórico cometido por esta Excelsa Corte”, escreveram os advogados de Lula, que querem que o caso seja julgado pelo plenário do STF. Como Dilma não é mais presidente, uma eventual decisão favorável a Lula não será capaz de levá-lo de volta ao posto.

Eles destacam que, na época, Lula preenchia todos requisitos para ser ministro, “além de estar em pleno exercício de seus direitos políticos, pois não incidente em qualquer das hipóteses previstas no art. 15 da Carta da República. O Peticionário, ademais, sequer era indiciado, denunciado ou mesmo réu em ação penal”.

O caso de Lula foi citado em outras ações que questionam a nomeação de Moreira Franco pelo presidente Michel Temer como ministro da Secretaria Geral da Presidência da República. A indicação foi na semana passada.

Com a nomeação, os processos contra Lula deveriam sair de Moro e passar para o STF. Em sua decisão, Gilmar considerou que Dilma cometeu “desvio de finalidade” e “fraude à Constituição” ao nomear o ex-presidente para o cargo. Segundo ele, o propósito foi claro no sentido de conferir foro especial ao ex-presidente e, com isso, atrasar as investigações contra ele.

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A atual oposição ao governo Temer cita o precedente de Lula para sustentar que a nomeação de Moreira Franco deve ser suspensa. Isso porque eventuais processos da Operação Lava-Jato surgidos das delações da empreiteira Odebrecht só poderão ser conduzidos pelo STF, evitando que Moreira seja julgado por juízes de primeira instância, como Sérgio Moro. O nome do ministro foi citado por executivos e ex-executivos da construtora.

Na última sexta-feira, após a cerimônia de posse como ministro, Moreira Franco negou que a sua promoção ao primeiro escalão do governo tenha como objetivo protegê-lo de eventuais investigações.

— Não há absolutamente nenhuma tentativa de resolver uma crise política, um problema político, porque não estamos vivendo uma crise política. Ao contrário, o governo acaba de dar uma demonstração de pujança, força e autoridade, e condições de continuar seu programa de reformas — disse Moreira, referindo-se ao fato de Temer ter conseguido eleger aliados, tanto para a presidência da Câmara, quanto do Senado.

Fonte: O Globo.
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Pro Paz Enem aprova mais de 700 alunos em universidades públicas do Pará

O calouro Wyldson Fernandes frequentou os “aulões” do Pro Paz Enem e agora comemora a vaga no curso de Estatística na UFPA

“Esse caminho foi longo e difícil, mas agora vou atuar na área que aprendi a amar dentro do Pro Paz. Minha família está em festa, pois somos da periferia e ingressar numa universidade pública é o sinal de que os sonhos estão se concretizando e que vale a pena acreditar neles quando temos projetos como esse por perto”, contou a estudante Eydielma Ferreira, de 21 anos, moradora do bairro do Guamá, em Belém.

A jovem é fruto do programa Pro Paz nos Bairros, reconhecido internacionalmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) como política pública exitosa no enfrentamento à violência na América Latina e a principal desenvolvida na Amazônia. Há três anos ela integra a Cia de Dança Caminhos, criada pela Fundação Pro Paz e foi aprovada no curso de Licenciatura em Dança, na Federal, após frequentar as aulas do Pro Paz Enem.

Este ano, um total de 708 alunos que frequentaram as aulas do programa Pro Paz Enem (PPE) em 2016 foram aprovados nos vestibulares das universidades do Estado do Pará (Uepa) e Federal do Pará (UFPA), que divulgaram seus resultados na última semana. O PPE, criado em 2015 pelo Governo do Pará por meio de parceria entre a Fundação Pro Paz e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) tem o objetivo de preparar alunos da rede pública de ensino para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que em 2016 registrou 9.276.328 inscritos no país, de acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Educação (ME), dos quais mais de três milhões são da região Norte.

Em 2016, 11 mil alunos participaram do projeto por meio de 22 aulas na capital e interior paraense, com aulões presenciais aos finais de semana em Belém e no interior, programas na TV Cultura e fascículos encartados pelo Jornal O Liberal, além de material disponível gratuitamente na internet pelo site do Pro Paz. As aulas gratuitas chegaram a municípios como Castanhal, Bragança, Capanema, Abaetetuba, Santarém e Breves, no Arquipélago do Marajó.

E é do Marajó uma das alunas do Pro Paz Enem aprovada na UFPA. A estudante Rayane Silva, de 19 anos, que nasceu no município de Portel, mas mora e estuda na cidade de Breves, conquistou duas vagas na Federal, uma em Letras (por meio do Sisu) e em Pedagogia (por meio do processo seletivo). “Foi muito bom ter o Pro Paz Enem em Breves, pois aproveitamos cada momento e todo o material distribuído para fortalecer nossa preparação”, detalhou a futura universitária.

O estudante Wyldson Fernandes, de 25 anos, morador do bairro do Marco, em Belém, foi um dos alunos que também frequentou os aulões do Pro Paz Enem e conseguiu aprovação na UFPA. Ele sempre estudou em escola pública e foi aprovado no curso de Estatística. “Fui levado por um amigo. Baixei o material no site da Fundação e assisti as aulas na TV Cultura. O projeto foi fundamental para que eu conseguisse essa aprovação. Estou muito feliz”, sinalizou.

Para o presidente da Fundação Pro Paz, Jorge Bittencourt, o programa é resultado de uma parceria com a Seduc que deu certo e reflete os resultados do Pacto pela Educação, garantidos pelo Governo do Pará. “Esse é o momento de comemorarmos mais um ano de vitórias do Governo do Pará, que trabalha por uma educação de qualidade, seja na capital ou interior do Pará, seja pelas caravanas ou pela TV Cultura”, destacou o presidente.

Desde 2015, as aulas do Pro Paz Enem chegam ao interior do estado por meio de um programa semanal transmitido ao vivo pela TV Cultura, alcançando 115 municípios e cerca de 5 milhões de espectadores, agora com sinal HD. O programa foi exibido às quartas, quintas e sextas-feiras, com reprises aos sábados e ainda contou com a participação do público por meio das redes sociais, ao vivo, na página do programa no Facebook. Após sua exibição, os episódios também foram disponibilizados nas redes sociais do Governo do Pará.

A presidente da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Adelaide Oliveira, falou da importância de integrar as atividades da entidade ao Pro Paz Enem. “É um programa muito bacana, pois temos uma repercussão muito boa nas redes sociais dos alunos que assistem. Essa parceria com o Pro Paz é super benéfica para esse estudante que está se preparando pela escola pública, mas é legal também para aquele que está há muito tempo fora da escola. Através de 40 dias de aulas eles puderam relembrar os conteúdos e reforçar o que já haviam aprendido, o retorno é muito positivo”, declarou a Adelaide.

Em 2016, em parceria com a Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe), o Pro Paz Enem também ofertou aulões para pessoas privadas de liberdade. O ano passado registrou o maior número de participação nas provas do Enem PPL, levando 720 internos para as salas de aula de presídios e centrais de triagem da Região Metropolitana de Belém e do interior do Estado nos dois dias de exame. Com esta iniciativa, a educação prisional atinge novo recorde, contabilizando 57 detentos aprovados no Enem PPL 2016. O número representa aumento de 58% em relação às aprovações do ano passado.

Fonte: Agência do Pará.
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Pará tem menor redução do PIB entre todos os Estados, aponta estudo

Segundo o estudo, o Pará foi o único com ganho no PIB em 2015 (0,3) e com o menor índice de retração (-1,0) em 2016. É o melhor resultado entre os Estados.

O jornal “O Globo”, em matéria publicada nesta segunda-feira (6), divulgou estudo da Tendências Consultoria Integrada que aponta o efeito da crise no Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados. Na pesquisa, o Pará foi o único com ganho em 2015 (0,3) e com o menor índice de retração (-1,0) em 2016. Trata-se do melhor resultado entre todas as 27 unidades da Federação.

A pesquisa revela que os dois últimos anos fizeram a economia de todas as 27 unidades da federação encolher, sendo que em 12 delas e no Distrito Federal, o retrocesso foi maior. Os valores registrados são menores do que os de 2010. O Amazonas apresentou a maior queda acumulada de PIB (12,2%) nos anos de 2015 e 2016 e o Espírito Santo ficou com o segundo pior desempenho no biênio, 11,5%.

Ainda de acordo com o levantamento, os impactos da recessão foram sentidos tanto as regiões mais ricas do Sudeste e do Sul, como estados do Nordeste. As perdas mais significativas foram registradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e Paraná, no Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e na Bahia, além do Distrito Federal. Os números oficiais dos PIBs estaduais são medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas os últimos dados disponíveis são de 2014.

Segundo o economista ouvido na reportagem, Adriano Pitoli, este cenário é reflexo da má condução da política econômica brasileira. “Os Estados que tinham uma dinâmica econômica atrelada às políticas do governo, que eram insustentáveis, de estímulo ao consumo, de um BNDES agigantado e de investimentos puxados por estatais, como a Petrobras, terão de fazer um esforço maior para voltar a se recuperar. É o caso de Pernambuco e do Rio de Janeiro”, afirmou Pitoli.

Ainda segundo o periódico, mesmo com o panorama desfavorável dos últimos anos, em 2017 as previsões do PIB são positivas. A economia de todas as regiões do país deve sofrer uma ligeira expansão, com destaque para o Norte, com estimativa de crescimento de 2,9%, seguido da região Nordeste, com 2%; Centro-Oeste, com 1,4%; Sudeste com 0,5% e Sul com 0,4%.

Mesmo sendo o único Estado brasileiro com o menor índice de retração, o Governo do Estado sempre esteve atento aos efeitos da crise nacional no Pará. Em 2016, atuou fortemente na criação e intensificação de políticas públicas que garantam a geração de emprego e renda, especialmente na área econômica com a crise, através do Programa Pará 2030. Entre as ações em diversos setores, está o foco em estimular o setor produtivo na indústria, agropecuária, entre outras, desonerando atividades econômicas, simplificando licenciamentos, qualificando profissionais e estimulando o turismo, entre outras ações.

O governo também se manteve cauteloso na adoção de medidas que garantissem a austeridade nas finanças públicas, entre elas está a redução de 20% nos gastos de órgãos e entidades estaduais. Todo esse esforço, intensificado em 2016, se fez necessário para que o Estado hoje continue pagando o salário dos servidores, integral e em dia, e investindo em setores essenciais para o desenvolvimento do Estado.

Fonte: Agência do Pará.
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