Mandou mensagem errada no WhatsApp? Agora será possível apagar

Chega de passar vergonha no WhatsApp, com mensagens erradas, ou mandadas para outra pessoa. Já começou a funcionar na versão beta uma nova função para apagar ou editar a mensagem, antes que ela seja lida pelo destinatário.

Divulgação © Fornecido por Catraca Livre Divulgação

Será possível deletar, ou alterar mensagens, mesmo se elas já tiverem sido entregues ao celular da outra pessoa. Mas você tem que ser rápido.

A boa nova vale antes que as marquinhas da cor cinza virem azuis. A pessoa do outro lado verá apenas que o texto foi editado, ou que você deletou a mensagem.

Fonte: msn.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Médica nega divulgação de dados de Marisa e relata ameaças de morte

Pai de Gabriela Munhoz diz que a filha está passando por acompanhamento psicológico após a repercussão do caso

Demitida do Hospital Sírio-Libanês sob a acusação de vazar informações sigilosas sobre o estado de saúde da ex-primeira-dama Marisa Letícia, a médica Gabriela Munhoz, de 31 anos, diz estar recebendo ameaças de morte após o episódio e nega ter divulgado qualquer dado da paciente.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o pai de Gabriela, o também médico Mario Munhoz, de 58 anos, afirmou que, desde que o caso foi divulgado, no último dia 2, a filha já recebeu mais de 300 e-mails com xingamentos e ameaças. “São mensagens a chamando de assassina, de vagabunda, dizendo que vão matá-la e que ela vai ser perseguida para o resto da vida”, conta ele.

Segundo Munhoz, a filha não está em condições de dar entrevista pois está fazendo acompanhamento psicológico e está muito abalada com a repercussão do caso.

No início da noite desta terça-feira, 7, a médica divulgou uma nota na qual afirma jamais ter divulgado ou compartilhado imagens de exames médicos de Marisa Letícia, nem informações sigilosas sobre seu diagnóstico. “Não tive contato visual ou pessoal com ela nem com seu prontuário médico”, diz ela, no texto. O pai de Gabriela afirma que, se a filha tivesse acessado qualquer dado do prontuário da paciente, haveria registro do acesso em seu login do hospital, o que não aconteceu.

Segundo a versão da família, Gabriela estava de plantão no pronto-socorro do hospital paulistano no dia 24 de janeiro, dia da internação da ex-primeira-dama, quando um ex-colega de faculdade da médica compartilhou no grupo de mensagens da turma uma imagem da tomografia feita por Marisa em um hospital de São Bernardo do Campo, no ABC, vazada anteriormente por outro médico.

“Um dos colegas, então, perguntou para a Gabriela se ela estava no Sírio e a opinião dela sobre o exame. Ela confirmou que estava lá e classificou o padrão da tomografia como “fisher 4″ (escala que mede nível de sangramento cerebral). Mas ela falou isso exclusivamente pelo que estava vendo na imagem compartilhada e não porque teve acesso a dados da paciente. Qualquer médico que visse a tomografia teria condições de fazer essa avaliação. Ela não divulgou nenhum diagnóstico, nenhum quadro clínico, ela simplesmente estava lendo um exame”, diz ele, que afirma ter todos os “prints” das conversas de WhatsApp comprovando a versão da médica. As reproduções das conversas foram registradas em cartório por meio de ata notarial, diz Mario Munhoz.

Na nota divulgada na terça, Gabriela afirma que não fez “piadas ou ironias com o estado de saúde da ex-primeira dama”, não desejou seu mal, nem deixou que qualquer ideologia político-partidária interferisse na sua conduta médica. “Infelizmente, acabei sendo usada em uma discussão política que jamais foi minha intenção. Lamento muitíssimo o falecimento de Dona Marisa e qualquer aborrecimento que esse assunto tenha gerado à sua família em um momento tão delicado e de tanto sofrimento. Em nenhum momento, imaginei ou tive a intenção de produzir ou acentuar ainda mais a dor dos familiares e amigos”, declarou.

O pai de Gabriela disse que a família pretende, futuramente, entrar em contato com representantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para esclarecer o caso e provar que não houve qualquer conduta indevida por parte da médica.

Gabriela trabalhava havia dois anos e meio no Sírio e, além de dar plantões no pronto-socorro, fazia parte do corpo clínico da instituição na área de reumatologia. Munhoz afirma que a filha foi demitida por justa causa sem ter a oportunidade de apresentar sua versão dos fatos.

Por causa da repercussão do caso, a profissional foi demitida ainda de outro hospital privado onde atuava. Procurado para comentar as declarações da médica e do pai, a assessoria do Sírio-Libanês informou que o hospital não irá se pronunciar. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Pesquisa aponta alto índice de mortes de castanheiras por queimadas, no PA

Pesquisa foi desenvolvida pela Ufopa em Oriximiná, oeste do estado.
Desmatamento compromete a sobrevivência e produtividade das espécies.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), analisou as condições biológicas de sobrevivência, reprodução, rebrotação e estrutura de castanheiras localizadas nas áreas desmatadas de Oriximiná, oeste do Pará. Segundo o estudo, o desmatamento e a prática recorrente de queimadas estão comprometendo a sobrevivência e produtividade das espécies.

O município é um dos principais produtores do país de castanha-do-pará, também conhecida como castanha-da-Amazônia ou castanha-do-Brasil. O levantamento contou com a participação de alunos de graduação do curso de Biologia, ofertado no Campus de Oriximiná da Ufopa, e de bolsistas de iniciação científica do Ensino Médio.

Metodologia

Em uma área total de 218,7 hectares, a equipe identificou 441 castanheiras, sendo que a maioria foi encontrada morta (75%). “As que estão vivas apresentam problemas de produção, pois na metade destas não foi observada presença de frutos”, afirma o coordenador da pesquisa, Ricardo Scoles, professor do Centro de Formação Interdisciplinar (CFI) da Ufopa.

Segundo o professor, um dos desafios oriundos dos resultados desta pesquisa é tentar explicar o porquê da baixa produtividade das castanheiras sobreviventes em áreas desmatadas. “Em área aberta, desflorestada, as castanheiras sofrem com o estresse ambiental, como a falta de água e de nutrientes. Outro problema é a compactação do solo, que atrapalha o desenvolvimento das raízes”, explica.
“Em área aberta, desflorestada, as castanheiras sofrem com o estresse ambiental, como a falta de água e de nutrientes”.
Ricardo Scoles, professor.

Os resultados do estudo foram publicados em dezembro de 2016. A coleta de dados foi realizada entre os anos de 2011 e 2012 em propriedades particulares, além da estrada de chão situada na confluência das rodovias PA-439 e PA-254, com expressiva presença de castanhais em situação de deterioração por desmatamento e fogo.

Queimadas
De acordo com a pesquisa, as queimadas e a degradação do solo explicam a queda da produtividade das castanheiras remanescentes em áreas desmatadas e pelo enfraquecimento das árvores sobreviventes. O estudo sugere medidas urgentes de manejo e conservação do solo nas áreas de pastagem para garantir a conservação das castanheiras nessa região. “Nas áreas desmatadas, as castanheiras podem ser utilizadas para o reflorestamento, porque elas são rústicas e crescem bem em áreas abertas”, explica Ricardo Scoles.

Valor econômico e social
A castanheira é uma espécie útil, de grande importância econômica e social na Amazônia devido à comercialização e consumo doméstico de suas sementes comestíveis. Nas regiões em estudo, a castanha é o produto florestal não madeireiro mais importante em termos econômicos, sendo Óbidos e Oriximiná dois dos principais municípios produtores do Brasil.

Fonte; G1 PA.
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Filhote de jaguatirica é encontrado dentro de churrasqueira em Alenquer

Dona da casa viu o animal quando foi ao pátio preparar um churrasco.
Animal foi resgatado por moradores no início da tarde desta terça-feira (7).

Um filhote de jaguatirica foi encontrado dentro de uma churrasqueira do pátio da casa de um casal de idosos no início da tarde desta terça-feira (7), no município de Alenquer, oeste do Pará. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, o animal pesava aproximadamente 12kg.

De acordo com informações de Marcione Monte, a sogra dele foi até o quintal da casa a fim de preparar um churrasco e ao se dirigir a churrasqueira para pegar o carvão, a idosa se deparou com a jaguatirica. “O animal assim que viu minha sogra tentou dar o bote e foi aquele susto. De início ela achava que era apenas um gatinho”, relatou.

Para retirar o filhote da churrasqueira, os donos da casa pediram ajuda aos vizinhos, que acionaram a Secretaria Municipal de Meio Ambiente(Semma). Uma equipe esteve no local e fez o resgate do animal. A jaguatirica será reintroduzida a natureza.

Fonte: G1 PA.
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Gastança de Jatene é criticada por deputados

No primeiro dia de sessão ordinária da Assembleia Legislativa, a base de oposição ao governador Simão Jatene (PSDB) repercutiu a manchete do DIÁRIO do último domingo. A notícia de que, desde 2011, a gestão do chefe do Executivo já gastou quase R$ 53 milhões com comida em eventos para a alta cúpula da administração estadual impressionou os parlamentares, que se dizem envergonhados com a atitude de um gestor que deixa de reajustar salário de servidor público alegando problemas no orçamento.

“Ele precisa alinhar as falas aos atos”, afirma o líder do PMDB, Iran Lima. “Não é ele que diz que tem que ser austero e economizar recursos? Como explicar esse tanto de gastos agora?”, analisou. Para ele, gastar mais de R$ 53 milhões para comprar camarão, bacalhau e salmão e servir em recepções chiques, enquanto o atendimento médico dos servidores e até o auxílio fardamento da Polícia Militar está prejudicado por falta de dinheiro, é absurdo.

DESPESAS

Lélio Costa, do PCdoB, fala em mais uma contradição. “Gastar com publicidade e esses tipos de gastos é inverter as prioridades, como este Governo costuma fazer. Aumentar despesas em algo que não vai beneficiar em nada a população”, diz. O deputado afirma que é preciso que o Estado responda o chamado das urnas e resolva os problemas mais urgentes. “Não cabe dentro de uma administração que coleciona índices alarmantes”, lamentou.

José Scaff, também do PMDB, fala em uma atuação onde o desmando é característica. “Na hora de fazer reforma administrativa e cortar gastos, criou secretaria para a própria filha! O país todo cortando secretaria, Jatene aumentando”, comparou. “Gastar milhões com comida de alto nível enquanto a população passa dificuldades é triste, para dizer o mínimo”, reforçou.

Fonte: DOL.
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Pará receberá R$ 1,5 bilhão em recursos do FNO

O Ministério da Integração Nacional reservou R$ 1,472 bilhão para promover para investimentos no desenvolvimento e implantação de empresas no Estado do Pará ao longo deste ano. Esses recursos virão do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). O fundo está disponível para micro e pequenos empreendedores, agricultores familiares, pequenas, médias e também grandes empresas que queiram se instalar ou ampliar suas atividades em solo paraense.

Para agilizar a concretização desses projetos, o ministério vai promover a aproximação da Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais com as prefeituras do Pará e empresas que tenham interesses em investir por aqui. E isso começará já no mês que vem, quando técnicos do ministério iniciam uma série de eventos itinerantes pelos Estados da região Norte, com foco especial no Pará. O objetivo é mostrar a empreendedores como acessar as linhas de crédito do Banco da Amazônia. “Os pequenos tomadores de crédito são os que, na maioria das vezes, não têm informações sobre a natureza do recurso”, explica Carlos Henrique Rosa, diretor de Prospecção, Normas e Análise de Fundos Regionais da Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais do Ministério da Integração Nacional.

“Para eles, é primordial simplificar o arcabouço técnico, usando meios que são as visitas nas cidades, cartilhas com linguagem mais acessível e mensagens em emissoras de rádio locais para traduzir o que são os recursos, para que servem e como acessar”, completa Rosa.

Segundo o diretor, os prefeitos e agentes públicos são importantes principalmente para que produtores rurais saibam que os recursos do FNO estão disponíveis também para eles. Rosa adianta que um dos trabalhos das prefeituras, por exemplo, pode ser o de promover encontros com empresas e ações para coleta de propostas de interessados.

ENCONTRO COM MINISTRO AJUDA A TIRAR DÚVIDAS

A maior dúvida dos prefeitos no encontro realizado em outubro do ano passado, com o ministro Helder Barbalho e seus secretários, foi justamente de como orientar os tomadores de crédito a localizar os agentes do ministério, do Banco da Amazônia e de outras instituições para solicitar financiamento ou incentivos. A sugestão apresentada pela secretaria foi incentivar as prefeituras a criar espaços dentro do prédio público, onde possam ser realizadas palestras explicando como proceder e que documentos apresentar, assim como receber as propostas de financiamento.

Cilene Dorea, diretora do Departamento Financeiro e de Recuperação de Projetos da Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais do Ministério da Integração Nacional, reforça que a divulgação é importante. Segundo ela, o papel a ser executado pelas prefeituras e o trabalho itinerante da secretaria, em parceria com a Sudam e o Banco da Amazônia, ajudará a desenvolver mais projetos em todo o Estado, sobretudo entre os pequenos produtores.

“Só se pode louvar a iniciativa do ministério em divulgar o acesso a crédito. Isso é importante para reduzir as desigualdades regionais e vejo que isso está acontecendo. O Pará é um Estado muito grande e esse contato pessoal traz ainda mais valor ao trabalho de mostrar que o produtor tem esse direito, o que muitos acham que não têm. A divulgação pelas prefeituras é também parte disso”, afirma Cilene.

Iniciativa de Helder Barbalho foi bastante elogiada. (Foto: Jader Paes/Diário do Pará)

MAIS RECURSOS

Além do FNO – que tem recursos distribuídos pelos Estados da região Norte -, o Ministério da Integração oferece outra linha de financiamento: o Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA). Esse fundo libera recursos sob demanda de Estados, para projetos de grande porte. Para 2017, o montante para o Norte é de R$ 1,4 bilhão.

Carmelina Costa, prefeita de Irituia – cidade com 33 mil habitantes – elogiou a clareza por parte dos secretários do Ministério da Integração Nacional e sobretudo a presença do ministro Helder Barbalho na função de orientar os prefeitos quanto às ações do ministério disponíveis para os gestores municipais.

“Gostei muito dos esclarecimentos e de como podemos atuar no diálogo com empresas e setor produtivo, com recursos como o do FNO, por exemplo, para incentivar a agricultura local, que é base da economia de Irituia, com a produção de farinha e legumes como carro-chefe. Este é, sem dúvida, um fator fundamental, assim como as demais prioridades do município, como a questão do abastecimento de água e programas de urbanização. Tive uma conversa muito proveitosa com o ministro Helder Barbalho, que se colocou à nossa disposição para ajudar”, assinalou a prefeita.

Fonte: DOL.
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Crise no ES chega ao quinto dia sem previsão de acabar

Governo capixaba chama paralisação da PM de ‘chantagem’; já são 76 mortes registradas

Enquanto tropas federais começam a tomar as vazias ruas da Região Metropolitana de Vitória, a crise de Segurança Pública — em decorrência da paralisação do patrulhamento pela Polícia Militar — só aumenta e chega ao seu quinto dia sem previsão de desfecho.

O número de mortos chegou a 76 até as 21h30m de ontem, o Departamento Médico-Legal continua superlotado e o confronto entre oficiais da PM e representantes do governo estadual se intensifica, com acusações dos comandantes e ameaças de insubordinação da tropa, deixando improvável uma solução rápida.

Segundo o presidente do Sindirodoviários do Espírito Santo, Edson Bastos, os ônibus não circularão na Grande Vitória, nesta quarta-feira. Em post publicado na noite desta terça-feira em seu Facebook, ele esclarece que após autorizar que parte da frota circulasse pela região, motoristas de ônibus ficaram expostos à violência que assusta o estado e, por isso, não vão tirar os carros da garagem. Segundo Edson, membros da categoria tiveram armas apontadas para cabeça e sofreram assaltos.

As autoridades do estado promoveram uma ofensiva ontem contra a paralisação. O secretário de Segurança, André Garcia, classificou como “chantagem” e “teatro” o movimento liderado por mulheres dos oficiais, que bloqueiam as entradas dos batalhões.

— O movimento que vem sendo realizado é irresponsável. Tem apostado no caos para tentar, colocando a sociedade de joelhos, pressionar o governo. São cenas revoltantes e ridículas. O movimento não quer conversar. Quem acha que rompemos o diálogo está enganado — disse o secretário.

Ao mesmo tempo, a Justiça do Espírito Santo determinou a retomada das atividades até as 16h, o que não ocorreu. À noite, a Secretaria de Segurança informou que quatro batalhões (o grupo tático Rotam e os das cidades de Vila Velha, Cachoeiro do Itapemirim e São Mateus) voltariam às atividades ainda na noite de ontem.

Não ficaram sem resposta. Policiais ligados às quatro associações de PMs e Bombeiros do estado negaram que integrantes dos batalhões de Vila Velha e São Mateus tenham voltado às ruas. As declarações do secretário de Segurança foram recebidas como fim de linha para uma negociação com o governo. E oficiais das associações dizem ainda que os policiais estão dispostos inclusive a serem presos em função do descumprimento da decisão da Justiça. Eles argumentam que não estão no comando do movimento que deixou as ruas sem policiamento e, portanto, a decisão não faz sentido. Os policiais negam estar em greve, o que é proibido pela legislação militar.

— Esta declaração do secretário é absurda, de quem não quer conversar. A categoria luta por melhores salários há mais de um ano. Agora, este movimento não é, e não é mesmo, oriundo das nossas associações. É um movimento das mulheres de policiais, que inclusive rechaçam nossas associações nos debates com o governo — diz o capitão Elizandro, da Associação de Oficiais da PM do Espírito Santo.

O governo capixaba não acredita que a paralisação seja fruto do bloqueio dos batalhões, sem anuência dos oficiais com suas mulheres — é a isso que o secretário de Segurança se referiu como “teatro”. Na última segunda-feira, ele demitiu o comandante-geral da PM que havia sido empossado 21 dias antes. O novo comandante, Nylton Rodrigues, assumiu com uma dupla missão: dar fim à paralisação e comandar uma investigação que produza provas de que policiais estão por trás do movimento que parou o estado.

Por ora, não conseguiu êxito em nenhuma. Ontem à tarde, ele recebeu um grupo de dez parentes de PMs que estão acampados em frente ao quartel do Comando-Geral em Vitória, e a reunião terminou como começou, sem acordo. Todas as mulheres acampadas em frente aos batalhões ouvidas pelo GLOBO sustentam que o movimento foi iniciado por elas, não tem o comando dos maridos e não arrefecerá se o governo não atender, especialmente, o pedido de aumento salarial. O primeiro batalhão ocupado, ainda na manhã de sexta, foi o de Serra, cidade na região metropolitana. Desde então, o movimento se espalhou, principalmente por grupos de WhatsApp e, no sábado à noite, já era generalizado no Espírito Santo.

— Nós nos comunicamos entre a gente, cada grupo que está em cada batalhão. Somos um coletivo, não temos liderança —afirmou ao GLOBO Angela Souza Santos, uma das que participaram da infrutífera reunião com o comandante-geral da PM.

Fonte: O Globo.
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Dengue sofre redução de 73% no Estado, segundo balanço

Segundo a Sespa, foram 212 registros contra 796 no mesmo período de 2016

Os casos de dengue no Pará tiveram redução de 73% em relação ao mesmo período de 2016, de acordo com o novo Informe Epidemiológico de 2017, divulgado ontem (7) pela Coordenação de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O segundo informe do ano apresenta 212 casos da doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti, enquanto no mesmo período do ano passado foram registrados 796 casos.

O número de casos de febre chikungunya subiu em relação ao primeiro informe, divulgado no final do mês de janeiro. De lá para cá, o número de doentes aumentou de dois para 64 casos. O informe também mostra que foram contabilizados quatro casos de zika vírus, mas a febre amarela continua sem registros.

O município de Xinguara registrou dois casos seguidos de morte por febre chikungunya já confirmados por critério laboratorial. A título de colaboração, a Sespa, por meio de retaguarda técnica das equipes de Vigilância em Saúde e do 12º Centro Regional da Saúde, tem apoiado as secretarias municipais de Xinguara na força-tarefa instalada no município a fim de controlar os focos do mosquito.

Outra medida da Sespa é a Sala de Situação, que tem articulado parcerias com o Exército Brasileiro nas ações de combate ao mosquito. Os soldados já estão em campo nos municípios de Tucuruí, Marituba, Ananindeua, Belém, Marabá, Sapucaia e Rio Maria.

O informe técnico detalha os 10 municípios que tiveram casos confirmados de dengue: Anapu (89), Marabá (26), Tucumã (25), Ourilândia do Norte (21), Rio Maria (21), Marituba (10), Alenquer (04), Bannach (04), Pacajá (04) e Belém (03). Por outro lado, os dez municípios com mais registros confirmados de febre chikungunya foram Curionópolis (14), Rio Maria (13), Anapu (08), Eldorado dos Carajás (07), Xinguara (05), Belém (04), Marabá e Novo Repartimento, com três cada; e Canaã dos Carajás e Tucumã, com dois cada. Casos confirmados de zika vírus foram registrados em Rio Maria (03) e em Ananindeua (01).

O informe também confirma que, em todo o Estado, não houve registro de mortes por dengue e zika este ano e nem em 2016. A execução de ações contra as doenças transmitidas pelo mosquito é de competência dos municípios, que devem cumprir metas, entre as quais se recomenda a estabilidade de agentes de controle de endemias capacitados para fazer visitas domiciliares. A Sespa faz o monitoramento dos 144 municípios que receberam o incentivo do Ministério da Saúde para vigilância, prevenção e controle da dengue, e distribui às prefeituras inseticidas (larvicidas e adulticidas) para o controle.

Fonte: O Liberal.

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Mais de um milhão de turistas visitaram o Pará em 2016

Mesmo diante do cenário de crise nacional, o Pará repetiu a marca pelo terceiro ano consecutivo. Mais R$ 700 milhões foram gerados com o turismo.

Mais de um milhão de turistas e R$ 700 milhões foram gerados com a atividade turística no Pará em 2016. Pelo terceiro ano seguido, mesmo diante do cenário de crise nacional, o Pará repetiu a marca superior a um milhão de visitantes. O fluxo de turistas estrangeiros também cresceu. Estes foram os principais números apresentados pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), nesta terça-feira (7), para a imprensa e membros do trade turístico.

“Sem os empresários não existem estatísticas de qualquer atividade econômica. As estatísticas são importantes para compreensão do turismo e contribuem muito para a definição de políticas públicas. São pesquisas embasadas em critérios técnicos e metodologias aplicadas por instituições renomadas, como a Fipe, FGV, Mtur, Dieese e também por consultorias contratadas para a formulação e elaboração de estudos”, disse o secretário de Estado de Turismo, Adenauer Góes. “Os números norteiam estratégias do Governo do Estado e também da iniciativa privada”, afirmou.

Ao todo, no ano passado, o Pará recebeu 1.030.359 turistas, 916.267 nacionais e 114.092 internacionais. Houve queda de 8% no fluxo de turistas nacionais, mas aumentou em 6% o fluxo de turistas internacionais. O crescimento de turistas estrangeiros no Pará é resultado da estratégia do Governo do Estado de atrair e consolidar voos internacionais, como as rotas para Lisboa (Portugal), Miami (Estados Unidos), Caiena (Guiana Francesa) e Paramaribo (Suriname).

“O Estado tem tido uma política bastante agressiva na captação de novas oportunidades de acessibilidade internacional. Então hoje temos voos diretos para a Europa, Estados Unidos e Caiena, que é uma ponte com a França metropolitana e Paramaribo, que promove uma integração muito grande não somente com o Caribe, mas também com a Holanda”, disse Adenauer.

Outro aspecto positivo da atividade turística paraense foi a temporada de cruzeiros marítimos, que registrou 24.736 passageiros, mostrando crescimento desde 2013, com turistas vindos de países como Itália, EUA, Inglaterra, Alemanha, França, Japão e Reino Unido.

O supervisor técnico do Dieese, Roberto Sena, destacou a parceria de 18 anos na produção de números consistentes e também deu ênfase nas fontes buscadas para a obtenção de números sólidos. Ele avaliou de maneira positiva os números diante do atual cenário do país. “São três anos sem crescimento. Menos emprego, menos renda e menos viagens, e ainda com taxa de juros elevados”, pontuou, ao falar do decréscimo no número de turistas nacionais. Ainda assim, ele disse acreditar no início da retomada da atividade econômica a partir do segundo semestre de 2017, o que pode vir a favorecer o Círio de Nazaré, principal produto turístico paraense.

Fonte: ORMNews.
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Informe epidemiológico mostra redução de casos de dengue no Pará

Atualmente são 212 casos confirmados de dengue no Pará.
Já o número de casos de febre chikungunya subiu.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) divulgou, nesta terça-feira (7), os dados do novo informe epidemiológico de 2017. Os números apontam que houve uma redução de 73% na quantidade de casos de dengue no Estado em relação ao mesmo período de 2016, que registrou quase 800 confirmações. Atualmente são 212 casos da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Por outro lado, o número de casos de febre chikungunya subiu. De janeiro até o momento o número de doentes aumentou de dois para 64 casos. O informe também mostra que foram contabilizados quatro casos de zika vírus.

O município de Xinguara registrou dois casos seguidos de morte por febre chikungunya já confirmados por critério laboratorial.

O informe classifica os 10 municípios que tiveram mais casos confirmados de dengue: Anapu (89), Marabá (26), Tucumã (25), Ourilândia do Norte (21), Rio Maria (21), Marituba (10), Alenquer (04), Bannach (04), Pacajá (04) e Belém (03).

Por outro lado, os dez municípios com mais registros confirmados de febre chikungunya foram Curionópolis (14), Rio Maria (13), Anapu (08), Eldorado dos Carajás (07), Xinguara (05), Belém (04), Marabá e Novo Repartimento, com três cada; e Canaã dos Carajás e Tucumã, com dois cada. Casos confirmados de zika vírus foram registrados em Rio Maria (03) e em Ananindeua (01).

Sintomas
Os vírus da dengue, chikungunya e zika provocam sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes e de notificação obrigatória por parte das equipes de Vigilância Epidemiológica das Secretarias Municipais de Saúde.

Segundo o informe epidemiológico, não existe tratamento específico para dengue, chikungunya e zika vírus. O tratamento é sintomático e baseia-se em hidratação adequada, levando em consideração o estadiamento da doença, segundo os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, para decidir condutas, bem como o reconhecimento precoce dos sinais de alarme. É importante que os profissionais de saúde, sobretudo os médicos, reconheçam precocemente os sinais de hemorragia para a correção rápida com infusão de fluídos, bem como a lista de medicamentos contraindicada em casos de suspeitos de dengue.

Fonte: G1 PA.
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