Seduc abre matrículas para escolas de tempo integral no Pará

Alunos matriculados deverão estudar em turno de 7h30 até 17h.
Serão ofertadas cinco mil vagas para 21 escolas nesta modalidade.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) está com matrículas abertas para os alunos interessados em estudar nas escolas de tempo integral disponíveis na rede pública do Pará.

Nessas unidades, os estudantes deverão cumprir, diariamente, o turno que se inicia às 7h30 e se encerra às 17h, com atividades que têm como foco a melhoria do rendimento e aproveitamento do tempo escolar.

De acordo com a Seduc, as matrículas seguem abertas até o início das aulas, previsto para 31 de março, nas 21 escolas que ofertam essa modalidade.
Fonte: G1 PA.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Santarém-Vítimas de acidente com ultraleve permanecem internadas

Pacientes aguardam procedimentos e não possuem previsão de alta médica.
Homem que conduzia aeronave morreu ao dar entrada no hospital.

Quatro vítimas da queda de um ultraleve no bairro Maracanã em Santarém, oeste do Pará, permanecem internadas no Hospital Municipal. Segundo o Boletim Médico divulgado pela Secretaria de Saúde (Semsa), os pacientes ainda aguardam a realização de procedimentos e não possuem previsão de alta médica. O homem que conduzia a aeronave, Jucélio Aguiar Fontenele, de 34 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada no hospital.

Queda de Ultraleve
Um ultraleve (avião de pequeno porte) caiu na tarde desta quinta feira (9) no bairro Maracanã. Segundo informações do Corpo de Bombeiros repassadas ao G1, pelo menos sete pessoas ficaram feridas. Outras quatro vítimas também foram levadas ao Hospital e duas, que tiveram escoriações leves, não precisaram ser internadas.

O avião atingiu uma casa por volta das 17h40. As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhadas ao Pronto Socoro Municipal (PSM).

Segundo o morador, Ademar da Silva Santana, que mora em frente à casa onde o avião caiu, em questão de segundos o ultraleve fez alguns giros e caiu. “Ele (avião) inclinou, inclinou e desceu de uma vez.”, contou.

O trânsito foi alterado nas ruas próximas ao acidente. As causas da queda devem ser apuradas.

Fonte: G1 PA.
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Amistoso entre Brasil e Argentina na Austrália é confirmado; veja data

O curioso deste jogo é que ele será disputado em um estádio construído para partidas de críquete – esporte muito tradicional na Austrália

Brasil e Argentina vão se enfrentar em 2017. Nesta quinta-feira (9), em seu site oficial, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que a seleção brasileira comandada pelo técnico Tite enfrentará o maior rival de sua história em um amistoso marcado para o dia 9 de junho, uma sexta-feira, na cidade de Melbourne, na Austrália.

O curioso deste jogo é que ele será disputado em um estádio construído para partidas de críquete – esporte muito tradicional na Austrália – com capacidade para mais de 100 mil pessoas. O duelo no Melbourne Cricket Ground começará às 19h05 locais (7h05 da manhã no horário de Brasília).

O confronto contra os argentinos será o quarto da seleção principal nesta temporada. Em janeiro, o Brasil derrotou a Colômbia por 1 a 0, no estádio do Engenhão, no Rio, em um amistoso beneficente para as vítimas do acidente aéreo da Chapecoense. E, em março, jogará duas vezes pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia – contra o Uruguai, em Montevidéu, e contra o Paraguai, em São Paulo.

Justamente pelas Eliminatórias do Mundial de 2018 aconteceram os dois últimos jogos entre Brasil e Argentina. Em novembro de 2015, em Buenos Aires, as seleções empataram por 1 a 1 – o gol brasileiro foi do meia Lucas Lima, do Santos. Um ano depois, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, o time de Tite passeou e venceu por 3 a 0 – gols de Neymar, Philippe Coutinho e Paulinho.

Fonte: Noticias ao minuto.
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O golpe da Medida Provisória nº 756

Amazônida só se ferra. No final do ano passado, já com o Congresso em recesso, o Ministério do Meio Ambiente editou duas Medidas Provisórias alterando limites de quatro Unidades de Conservação (UCs) e criou uma nova no entorno da BR-163, no Pará. O movimento ambientalista não reclamou e o setor rural também não porque só as ONGs viram o golpe que Sarney Filho deu. Mais um.

Assinada pelo presidente Michel Temer, no final do ano passado, no dia 20 de dezembro, a Medida Provisória 756/2016 recuou os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim com o objetivo de retirar de dentro da Unidade de Conservação as 257 famílias de colonos que ocupam a região de Novo Progresso, no Pará, desde os anos 70. A mudança viria para tentar conciliar a ocupação antrópica estimulada pelo Governo na ocasião da construção da BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará.

A região é palco constante de conflitos entre amazônidas e as forças do Ibama em decorrência das ocupações já existentes por ocasião da criação da Flona do Jamanxim em 2006. É também nessa região que fica a Reserva Garimpeira do Tapajós, reconhecida pela Portaria nº 882/1983 do Ministério de Minas e Energia, que estabeleceu uma região na qual foram assentados os garimpeiros retirados de outras regiões da Amazônia nos anos 80. O próprio Ministério do Meio Ambiente estima uma população entre 30 a 40 mil amazônidas envolvidas na região da Reserva Garimpeira.

Guerra Civil

O Ministério alega na exposição de motivos da Medida Provisória, que o acirramento dos conflitos envolvendo o Ibama e a população local, tanto na gestão das áreas protegidas, como na execução das ações de repressão, resultou em “uma escalada na violência contra agentes públicos, com o aumento de confrontos armados, emboscadas, e infelizmente mortes”. Ainda de acordo com a Exposição de Motivos a “crescente dimensão social” dessa guerra civil teria sido a principal razão para a redução da Flona do Jamaxim (Veja aqui a íntegra de exposição de motivos).

Até aí tudo bem. Ocorre que a Medida Provisória inventou na mesma Medida Provisória a Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim. A nova Unidade de Conservação, não apenas englobou a área retirada da Flona, mas ampliou a área de proteção em mais de 230 mil hectares envolvendo outras famílias de colonos até então fora da guerra civil com o Ibama.

De acordo com a Exposição de Motivos, a nova APA do Jamanxim, vai “recategorizar uma área com aproximadamente 304 mil ha, criando uma nova Área de Proteção Ambiental, que por sua vez será acrescida de uma nova área com aproximadamente 230 mil ha, ficando essa nova unidade de conservação com aproximadamente 534 mil ha.”
Área de Proteção Ambiental do Jamanxim pegará toda a margem esquerda do Rio Jamanxim (linha branca), quase no limite da zona urbana da cidade de Novo Progresso.
A área criada por Sarney Filho expandiu a área protegida na direção da BR-163 até a margem do Rio Jamanxim, quase nos limites da zona urbana da cidade de Novo Progresso. Embora, o artigo 8º da Medida Provisória afirme que “as áreas rurais ocupadas e incidentes na Área de Proteção Ambiental do Jamanxim poderão ser regularizadas em conformidade com a Lei 11.952″, que criou o Terra Legal, os colonos que conseguirem os títulos de propriedade precisarão seguir o Plano de Manejo da Unidade ainda por ser elaborado.

Ou seja, se o plano de manejo não autorizar o uso agropecuário das propriedades, os colonos continuarão com problemas. Só será possível produzir ou fazer aquilo que o Plano de Manejo da Unidade permitir.

A malandragem do Ministério do Meio Ambiente pegou pelo menos outros 373 propriedades cadastradas no CAR, além das 257 famílias já envolvidas na guerra civil com os agentes do Ibama.

O ato gerou revolta na região. Na última quarta-feira a população de Novo Progresso, no Pará, fechou a rodovia BR-163 e interrompeu o fluxo da caminhões rumo ao terminal de exportação de Miritituba. Os amazônidas prometem intensificar os protestos nos próximos dias.

Vamos e venhamos

A Floresta Nacional do Jamanxim foi uma imposição do governo em troca da licença ambiental para o asfaltamento da BR-163 na época em que Marina Silva era ministra do meio ambiente. O Governo sabia que estava criando uma unidade de conservação em área onde já havia ocupação humana. Mas o ambientalismo marinista esperava conseguir expulsar as pessoas da floresta.

Desde a criação da Flona em 2006, os agentes do Ibama e das forças policias se abateram contra os homens e mulheres que tiveram as vidas violadas pelo ato de criação da unidade de proteção ambiental. Com multas, prisões e ameaças o braço armado do ambientalismo radical fez o que pode para expulsar sitiantes, fazendeiros e garimpeiros da região.

Mas houve resistência. O amazônida, como um tipo especial de sertanejo, é antes de tudo um forte. Os esforços do exército civil das ONGs ambientalistas nunca foram capazes de expulsar a todos.

A solução encontrada pelo Ministério do Meio Ambiente na gestão de Sarney Filho foi transformar a zona ocupada da Flona em Área de Proteção Ambiental para evitar os conflitos diretos com os amazônidas e matá-los lentamente por meio da asfixia econômica do plano de manejo da unidade. Não satisfeito, o Ministério resolveu ampliar a zona de asfixia incluindo no esquema centenas de famílias que antes estavam fora das unidades de conservação.

Esse blogger gostaria de sugerir uma emenda à Medida Provisória nº 756 que segue no final deste post. Por ela, a Flona do Jamanxim com o limite original de 2006 será transformada toda em Área de Proteção Ambiental, facilitando a vida das 257 famílias envolvidas na guerra civil com o braço armado das ONGs. Além disso, a emenda libera a área que os ambientalistas de Sarney Filho pretendem incluir em Unidade de Conservação.

Emenda:

Art. 1º. O Artigo 1º da Medida Provisória nº 756 passa a vigora com a seguinte redação:

Art. 1º. Fica alterado o enquadramento da Floresta Nacional do Jamanxim, criada pelo Decreto de 13 de fevereiro de 2006, localizado no município de Novo Progresso, Estado do Pará, para Área de Proteção Ambiental.

Art. 2º. O Artigo 2º da Medida Provisória nº 756 passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 2º. A Floresta Nacional do Jamanxim, criada pelo Decreto de 13 de fevereiro de 2006, localizado no município de Novo Progresso, Estado do Pará, passa a ser denominada Área de Proteção Ambiental do Jamanxim e será administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – Instituto Chico Mendes, que adotará as medidas necessárias a sua implementação.

Art. 3º. O Artigo 3º da Medida Provisória nº 756 passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 3ª. As áreas rurais ocupadas e incidentes na Área de Proteção Ambiental do Jamanxim poderão ser regularizadas em conformidade com a Lei nº 11.952, de 25 de junho de 2009.

Art. 4º. O Artigo 4º da Medida Provisória nº 756 passa a vigora com a seguinte redação:

Art. 4º. Os ocupantes de áreas rurais incidentes na Reserva Biológica das Nascentes da Serra do Cachimbo e da Área de Proteção Ambiental do Jamanxim poderão, a seu juízo e mediante requerimento ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – Instituto Chico Mendes, ser realocados em terras da União ou do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – Incra, no âmbito da Amazônia Legal, respeitado o limites previstos na Lei nº 11.952, de 25 de junho de 2009.

§ 1º. A realocação prevista no caput será executada pela Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária na Amazônia Legal, da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário da Casa Civil da Presidência da República.

§ 2º Os requisitos constantes dos incisos III e IV do caput do art. 5º da Lei nº 11.952, de 2009, serão relacionados às áreas originalmente ocupadas nas unidades de conservação listadas no caput deste artigo.

Art. 5º Suprima-se da Medida Provisória nº 756 seus artigos 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10 e 11.

Os Produtores Rurais apresentaram  emenda no ultimo dia 7 de fevereiro com objetivo de apertar o gogó do Governo até eles aceitarem alterar os termos da Medida Provisória.

Fonte: codigoflorestal.
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Em Itaituba sem tetos estão há quase duas semanas ocupando um terreno no KM5, os sem tetos alegam que não tem onde morar e decidiram ocupar a área.

O terreno localizado entre o bairro Jardim aeroporto e o residencial Wirland Freire, estava tomado pelo mato há muitos anos.

No inicio desse mês um grupo de cerca de 600 pessoas ocupou a área que foi dividida em lotes, algumas famílias já começaram a construção dos barracos.

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Patrícia Pinheiro (Presidente do Residencial Wirland Freire)

Para Patrícia, a ocupação do terreno serviu pelo menos para limpar a área que estava servindo de esconderijo de foragidos da policia  e deposito de roubo. Patrícia disse que um médico da cidade já se apresentou como dono do terreno mas ainda não apresentou nenhum documento aos invasores.

Fonte: https://www.facebook.com/plantao24horasnews/ com informações do Repórter Marinaldo Silva

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Guardas municipais e servidores da saúde paralisam

Reivindicando reajuste salarial e melhores condições de trabalho, a Associação dos Guardas Municipais de Belém (Agembe) e o Sindicato dos Guardas Municipais de Belém (Sigbem) realizarão um ato de paralisação a partir das 8h de hoje (10), em frente à sede da Guarda Municipal de Belém, na avenida Pedro Álvares Cabral. A organização espera que cerca de 500 guardas participem da mobilização.

Presidente da Agembe, Evaldo Furtado aponta que entre as principais reivindicações da categoria está a reposição salarial que não acontece desde 2015.

“Todo ano, o nosso salário deveria ser reajustado, mas isso não tem sido feito pelo prefeito”, denuncia. “Essa situação causa uma defasagem muito grande aos nossos salários porque o nosso poder de compra
diminui muito”.

Outra situação são as péssimas condições de trabalho. De acordo com Evaldo, a Guarda hoje tem carência de rádios de comunicação, viaturas e, inclusive, de armamento.

“Os nossos armamentos não estão adequados à realidade. Temos armas que foram adquiridas há 25 anos, quando a Guarda foi criada, então já estão defasados”. Segundo o presidente da associação, a Guarda Municipal de Belém está “totalmente desestruturada por falta de investimentos”.

Antes que decidissem, em assembleia realizada no dia 2 de fevereiro, por organizar o ato de paralisação, a categoria teria tentado uma saída negociada, por diversas vezes, em reuniões com a presença do Comando da Guarda, do Ministério Público Estadual e do próprio prefeito
Zenaldo Coutinho.

CRISE

Em nenhum dos encontros, segundo Evaldo, a categoria obteve uma resposta satisfatória. “A resposta é sempre a crise econômica. Mas somos nós que estamos nos arriscando para garantir a segurança da população, então deveríamos ter um salário digno e equipamentos até para dar uma resposta a essa criminalidade.”

Fonte: DOL.
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Projeto da ferrovia paraense é debatido em Brasília por secretário e ministros

Os governos do Pará e federal tiveram nesta quarta-feira (8) mais uma rodada de negociações na tentativa de complementarem os projetos das ferrovias Norte-Sul e Fepasa, que interligam o Pará ao restante do Brasil.

A ideia do governo estadual é unir os projetos, ao diminuir os custos de construção e manutenção e garantir a presença contínua de carga transportada, o que vai atrair investidores internacionais.

Em Brasília, o secretário Adnan Demachki, de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, foi recebido pelos ministros Moreira Franco, do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), e Eliseu Padilha, da Casa Civil, para expor o projeto da ferrovia paraense. O senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), técnicos dos dois ministérios e empresários dos setores de transportes e mineração também participaram dos encontros.

O senador Flexa Ribeiro, que solicitou as reuniões com os ministros, destacou a relevância da Fepasa não apenas para o fortalecimento da atividade produtiva. Ele lembrou que a ferrovia atende a um projeto de integração, ligando o extremo norte do Pará com a porção sul. “A Ferrovia Norte-Sul é um projeto que atende ao Brasil, mas que não tem a característica da Fepasa, de integrar todo o território paraense. Por isso a ferrovia é tão fundamental para o estado, trazendo também benefícios para o Brasil, haja vista que terá capacidade de escoar os grãos da região Centro-oeste em direção ao Porto de Vila do Conde”, ressaltou Flexa.

Adnan mostrou aos ministros o bom andamento do projeto, já com várias fases concluídas, como os estudos ambientais, de impacto e inclusive processos de desapropriação. “Estamos com 716 proprietários de terras identificados e contatados, e já iniciamos os processos para desapropriação”, disse o titular da Sedeme. “Outra fase que corre paralela é a de audiências públicas. Iremos  expor o projeto a partir de março à população que reside no trajeto da rodovia, fazendo ajustes de acordo com as decisões das comunidades”, concluiu o secretário.

Moreira Franco considerou o projeto muito interessante, mas pediu que o governo paraense apresentasse uma comprovação físico-financeira da viabilidade da Fepasa. “Se vai poupar tempo e dinheiro do governo federal, o projeto nos interessa”, disse o ministro.

Segundo Moreira Franco, assim que essa comprovação chegar às mãos do governo federal, a Fepasa poderá ser incluída na pauta da próxima reunião do PPI, prevista para o final de março. “Da reunião, o projeto poderá inclusive sair direto para a lista dos projetos prioritários do programa”, afirmou Moreira Franco.

Eliseu Padilha também se mostrou interessado na proposta, reconhecendo que a ferrovia Norte-Sul não contempla regiões do estado do Pará ricas em produtividade agrícola e mineral, indispensáveis para garantir a viabilidade econômica do empreendimento. “Se o que vocês pretendem é integrar as duas ferrovias, não vejo como negar”, disse Padilha. “O estado pode fazer o pedido ao ministro Moreira Franco que ele mesmo encaminhará à Casa Civil, onde terá todo apoio”, concluiu o ministro.

Ao final da reunião, secretário e ministros chegaram à conclusão que o ideal seria uma união dos dois projetos, com a Norte-Sul unindo-se à Fepasa à altura do município de Rondon do Pará, sendo estendida depois pelo governo estadual até o porto de Vila do Conde, em Barcarena.

Fepasa

?Diferente do projeto de extensão da Norte-Sul, do Governo Federal, a ferrovia estadual possui um traçado bem maior no território paraense. Iniciaria em Santana do Araguaia e passaria por vários municípios, como Redenção, Xinguara, Marabá, Rondon, Nova Ipixuna, Ulianópolis, Paragominas, Barcarena e Colares.

O projeto constitui-se numa ferrovia de 1,3 mil quilômetros, criando a Ferrovia Paraense (Fepasa) e um porto multicarga em Colares, no nordeste do Estado. Levantamentos apontam que o local é propício para receber navios de grande capacidade, por conta de possuir calado mais profundo e um Condomínio Industrial Portuário.

Segundo informações preliminares de técnicos da empresa, que idealizaram o projeto, os investimentos privados previstos para a ferrovia seriam de R$ 8 bilhões, mais R$ 6 bilhões para o superporto e outros R$ 2 bilhões para a construção de um condomínio industrial próximo ao porto. Já na fase de construção, cujo início está previsto para 2018, seriam 14 mil empregos e, durante a operação, somando os trabalhos na ferrovia, ramais, plataformas, superporto e condomínio industrial, a Pavan Engenharia estima que seriam cerca de 60 mil empregos diretos.

Jamanxim

?Outro assunto abordado no encontro entre o secretário e os ministros foi a revisão da medida provisória que alterou os limites de quatro Unidades de Conservação (UCs) e criou uma nova no sudoeste do Pará.  Assinada pelo presidente Michel Temer no último dia 20 de dezembro, a Medida Provisória 756/2016 cria a Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, em Novo Progresso, e altera os limites do Parque Nacional do Rio Novo e da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim. A alteração visa, principalmente, atender ao projeto de construção da ferrovia Ferrogrão, que liga Sinop, no Mato Grosso, ao Porto de Miritituba, no Pará.

?Com a Medida Provisória, ficam praticamente inviabilizados mais de 400 projetos da maior importância para o desenvolvimento econômico do oeste do estado, com expectativa de geração de centenas de empregos diretos. Entre esses projetos, está o de Tocantizinho, de mineração de ouro, no município de Itaituba.

O senador Flexa Ribeiro disse que já apresentou emenda no Congresso pedindo a revisão da decisão. “A MP é altamente nociva ao desenvolvimento do Pará, em especial da área afetada, nos municípios de Itaituba e Trairão. Ela inviabiliza a província aurífera existente na região”, destacou o senador. “O Projeto Tocantinzinho, que viria a ser a primeira grande mina de ouro industrial na região do Tapajós e onde foram investidos mais de R$ 350 milhões, é um dos que pode ser inviabilizado pela MP. Além desse, outros 155 processos de direitos minerários correm sério risco de serem afetados”, justificou Flexa.

?Os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco concordaram que a medida foi “mal planejada” e que pode prejudicar a entrada de investimentos estrangeiros calculados em mais de 500 milhões de reais (iniciais) no país. Os dois prometeram analisar o caso, dando uma resposta ao Pará e aos empresários com a máxima urgência.

Fonte: Agência do Pará.
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Infraestrutura e novos empreendimentos fortalecem o setor turístico no Pará

Dois empreendimentos estão em construção no município de Salinópolis, nordeste paraense, como o “Salinas Park Resort”

Modernos empreendimentos públicos e privados para fortalecer o turismo no estado estão na agenda do Governo do Pará, a partir das ações estratégicas da Secretaria de Estado de Turismo (Setur). Neste cenário, destaque para a recepção de novos investimentos, em especial no segmento de sol e praia, e a construção pelo governo de novos equipamentos para aumentar o fluxo no turismo de eventos, lazer e negócios.

No caso do segmento de sol e praia, dois empreendimentos estão em construção no município de Salinópolis, nordeste paraense, o “Salinas Park Resort” e “Aqualand”. Também está em ampliação o “Guará Acqua Park”, no km 52 da BR-316, remodelada atração turística dos municípios de Castanhal e Santa Izabel do Pará. No Marajó, um novo empreendimento hoteleiro com 312 apartamentos está sendo erguido em Salvaterra, o Pouso dos Guarás, com inauguração prevista para abril de 2018.

Dentro do planejamento traçado pelo governo está a construção de um Centro de Convenções no município de Marabá, sul do estado, que atualmente tem 95% das obras concluídas e expectativa de inauguração em 2017. O outro Centro de Convenções já está com o projeto executivo concluído e será construído no município de Santarém, oeste paraense, na rodovia que dá acesso ao aeroporto Maestro Wilson Fonseca.

Esses empreendimentos refletem a identificação de uma tendência e oportunidade para incentivar o deslocamento do ambiente de negócios com eventos, feiras e shows, da capital para movimentar a economia desses municípios e dos polos turísticos Araguaia Tocantins e Tapajós.

Acesso – O programa “Voe Pará” facilita a circulação de moradores e turistas, em municípios com economia voltada ao agronegócio, turismo, mineração e outras atividades econômicas.

No transporte rodoviário foi melhorada a malha de acessibilidade a várias cidades do interior, com consertos e reparos de pontes, recuperação e pavimentação de determinados trechos de estradas que levam a balneários e praias do nordeste do estado, por exemplo.

Esforço para atender melhor a demanda de turistas no chamado “Verão Amazônico”, e permitir mais segurança nas rodovias, nessa estação de intenso movimento para as praias de Salinópolis.

No transporte hidroviário, a realização de uma antiga reivindicação de empresários, operadoras de viagens, turistas de outros estados e moradores, veio com a implantação de uma linha regular com lancha executiva ligando Belém a Soure, no Arquipélago do Marajó, uma experiência com números que demonstram a viabilidade desse modal ao Marajó.

No segmento de voos internacionais, o governo conseguiu atrair companhias para os voos conectando, semanalmente, Belém a Miami, Estados Unidos da América; Belém a Lisboa, Portugal e Europa; Belém a Caiena, Guiana Francesa e Belém a Paramaribo, Guiana holandesa, projeto incentivado pela redução do valor do ICMS cobrado pelo governo do Pará.

Eventos – A Setur também acompanhou o calendário de feiras nacionais e internacionais, de atividades de promoção, divulgação, articulação estratégica e encontros agendados com empresários, agentes de viagem e operadoras turísticas. Um exemplo, a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), Feiras das Américas – ABAV, Wordl Travel Market Latin America em São Paulo, Top Resa na França, ITB em Berlim, Festival de Turismo de Gramado.

A Secretaria de Turismo em parceria com as operadoras também promoveu a realização dos chamados “Famtrip” e dos “Press Trip”, com a participação de jornalistas especializados e profissionais de Relações Pública, blogueiros para divulgação do estado em reportagens e publicações na internet.

Uma das preocupações da secretaria, a cada ano, é com a memória do levantamento, compilação de dados, números e estatísticas relativos à atividade no Estado, enquanto indicativos gerais do Turismo. Por isso, o registro dos números do Círio de Nazaré, Corda, Romaria Fluvial, portões de entrada, material que é apresentado à imprensa e trade por ocasião da semana que antecede ao Círio de Nazaré está sempre à disposição de pesquisadores, estudantes de Turismo e sociedade em geral.

Fonte: Agência Pará.
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Polícia Civil prende em flagrante quatro acusados de tráfico de drogas na UFPA

Quatro pessoas foram presas em flagrante nesta quinta-feira (09), por policiais civis, acusadas de vender drogas dentro da Universidade Federal do Pará (UFPA), campus do Guamá, em Belém. As prisões ocorreram após três dias de investigações, que contaram com filmagens feitas pela equipe de investigadores da Seccional Urbana do Guamá, mostrando a ação dos traficantes, que não são estudantes e nem possuem qualquer vínculo com a Universidade.

O tráfico de entorpecentes ocorria na área de recreação conhecida como “vadião”, localizado próximo às margens do Rio Guamá. Com os presos, os policiais civis apreenderam 13 porções de maconha, na forma conhecida por “limãozinho”, e 40 tiras e três tabletes de “skank” – maconha modificada em laboratório.

Os presos foram identificados como Anderley Barbosa Carvalho Fonseca, 32 anos; Edeval Souza Costa, 26; Roger Matheus Barbosa de Assis, 21, e Carlos Alberto Santos Costa Neto, 18. Todos foram autuados em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Segundo o delegado Daniel Castro, diretor da Seccional Urbana do Guamá, a operação policial atendeu a uma demanda feita pela própria direção da UFPA em relação ao tráfico de drogas que vinha ocorrendo na área do “vadião”. “Isso vinha incomodando as pessoas que frequentam o setor médico, o setor bancário e o restaurante dos funcionários, porque o tráfico de drogas estava descarado no local”, disse o delegado.

A operação foi articulada em conjunto com o Núcleo de Segurança da UFPA, para que fossem realizadas investigações durante três dias consecutivos dentro do campus Guamá. “Foram efetuadas filmagens no campus, onde se constatou que a venda de drogas estava ininterrupta no local”, reiterou o delegado.

Os presos foram conduzidos para a Seccional Urbana, e as drogas apreendidas encaminhadas para a perícia. As investigações continuam para apurar o envolvimento de outras pessoas no tráfico de drogas dentro da instituição de ensino.

Fonte: Agência Pará.
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TJPA promove mutirão de conciliação de conflitos familiares

O primeiro mutirão acontece nesta sexta, 10, no Fórum Cível de Belém.
Foram agendadas 100 audiências de conciliação para o primeiro evento.

O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) realiza nesta sexta-feira (10) o primeiro mutirão para conflitos familiares de 2017. Oito Varas de Família de Belém agendaram 100 audiências de conciliação para esta sexta, com as audiências começando às 8h e terminando às 14h, no salão Rui Barbosa do Fórum Cível da Capital.

Com a iniciativa, o TJPA pretende solucionar em um só dia todos os processos de divórcio, união estável, guarda de filhos e alimentos agendados previamente no Centro Judiciário de Solução de Conflito (Cejusc).

De acordo com a coordenadora do Cejusc Varas de Família, juíza Margui Bittencourt, as pessoas devem vir dispostas ao diálogo e ao acordo.

“Se houver acordo, o processo segue para a Vara para ser homologado pelo juiz e, em seguida, arquivado. As partes não precisarão vir para outras audiências, porque o processo encerra em um único dia”, afirmou a juíza, que também orientou as partes a trazerem propostas que possibilitem a solução imediata do problema.

“Para a conciliação é necessário que as pessoas se perdoem e sigam suas vidas encerrando um ciclo”, destacou.

As audiências são previamente agendadas, mas as pessoas que tem interesse em conciliar, mas não foram notificadas, podem solicitar, pessoalmente ou por meio do advogado, que a secretaria da Vara encaminhe o processo ao Cejusc para que seja incluído nos próximos mutirões – previstos para ocorrer uma vez por mês até dezembro deste ano.

Em 2016, o Cejusc Varas de Família realizou, ao todo, nove mutirões com agendamento de quase mil audiências de conciliação. Todas as edições tiveram, em média, 70% de acordos.

Programação dos mutirões de conciliação para 2017:

Dia 10 de fevereiro de 2017 – 8 às 14h

Dia 17 de março de 2017 – 8 às 14h

Dia 28 de abril de 2017 – 8 às 14h

Dia 26 de maio de 2017 – 8 às 14h

Dia 23 de junho de 2017 – 8 às 14h

Dia 14 de julho de 2017 – 8 às 14h

Dia 18 de agosto de 2017 – 8 às 14h

Dia 22 de setembro de 2017 – 8 às 14h

Dia 27 de outubro de 2017 – 8 às 14h

Dia 24 de novembro de 2017 – 8 às 14h

Dia 15 de dezembro de 2017 – 8 às 14h

Fonte: G1 PA.
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