Santarém sedia o encontro de Magistrados do estado do Pará

Encontro está sendo realizado na sexta (10) e sábado (11) no Fórum.
Evento visa o aperfeiçoamento técnico e científico dos juízes.

O município de Santarém, no oeste do Pará, recebe nesta sexta-feira (10) e sábado (11), a Associação dos Magistrados do Estado do Pará (Amepa) para a realização do Encontro de Magistrados Paraenses com a nova diretoria da associação dos juízes. O evento está sendo realizado no fórum de justiça de Santarém e conta com a presença do presidente do Tribunal de Justiça (TJ-PA), que abre o encontro.

Este é o primeiro evento realizado no Pará, após a posse da nova diretoria. A ideia do encontro do evento é apresentar os membros da nova gestão e formular políticas que visem assegurar o preparo e o aperfeiçoamento técnico científico dos juízes da região.

A nova gestão tem à frente o juiz santareno Sílvio César Santos Maria que considera importante a realização do evento, para discutir temas ligados ao novo código do processo civil e a saúde dos magistrados.

Os juízes que atuam no oeste da região têm uma grande responsabilidade em relação a demanda de processos no judiciário, e esse tem sido um dos assuntos abordados no evento e as gestões buscam dar apoio aos magistrados, com intuito de colaborar para a realização de um trabalho melhor.

Programação
O encontro pretende apresentar as metas de plano de gestão para o biênio 2017-2019 com a Comarca pretende.Também serão tratados temas como relacionamento entre advogados e a magistratura paraense.

No auditório do Fórum de Santarém serão tratadas as seguintes temáticas: Processo Eletrônico; “Novo CPC, um código para Juízes ou Advogados? ”; “Violência de Gênero e a Jurisprudência Strasbourguesa: Discurso dos Direitos Humanos”; “O Modelo Constitucional do Novo Processo Civil Brasileiro e a atuação do Magistrado de Primeiro Grau”.

Fonte: G1 PA.
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Estudo internacional indica que não há nível de desmatamento seguro para o clima na Amazônia

Destruição da floresta interfere no transporte da umidade entre o oceano e o continente, alterando chuvas
A interação entre a biosfera e a atmosfera na Amazônia é muito complexa para permitir uma estimativa segura de um nível de desmatamento que não interfira no clima da América do Sul. A conclusão é de um estudo internacional com a participação do Instituto de Física (IF) da USP. Os pesquisadores comprovaram, por meio de fórmulas matemáticas, que a destruição da floresta nativa tem efeito negativo no transporte da umidade entre o oceano e o continente, alterando a quantidade de chuvas na região destruída e em áreas distantes dos desmatamentos. Os resultados do estudo são descritos em artigo da revista Nature Scientific Reports.

A América do Sul apresenta o clima de monções, no qual a alternância entre a estação seca e a chuvosa é influenciada pelos ventos que trazem umidade do Oceano Atlântico. “Nos meses de inverno, entre junho e agosto, os ventos vão em direção à Colômbia, Venezuela e norte do Peru, até o Oceano Pacífico, e as chuvas ocorrem nessas regiões”, explica o professor Henrique Barbosa, do IF, um dos autores do artigo. “Entre dezembro e abril, em especial no verão, a Cordilheira dos Andes faz os ventos desviarem na direção do Sul do Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Sul e Sudeste do Brasil, aumentando as chuvas nessas regiões e na Amazônia brasileira.”
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Área da floresta amazônica – Imagem: Reprodução/BBC

Barbosa aponta que diversos pesquisadores já alertaram para o risco de “savanização” da região, em referência à formação vegetal africana de clima seco. “Isso pode acontecer por meio de um processo denominado die back, ou ‘morte espontânea da floresta”, afirma. “O desmatamento altera o regime de temperatura e precipitação. Isso faz com que a vegetação de maior porte não sobreviva, dando lugar a espécies menores, como as do cerrado brasileiro, mesmo nas regiões que não foram desmatadas. O mesmo processo pode ocorrer devido às mudanças climáticas”.
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A pesquisa utilizou o método das redes complexas, uma ferramenta para análise de dados usada por físicos para o estudo de sistemas dinâmicos. “A rede é representada por um conjunto de pontos ligados por linhas. Combinados, eles formam uma rede que pode ser estudada através de métodos matemáticos”, diz o professor do IF. “Na pesquisa sobre o clima da Amazônia, os pontos são a latitude e a longitude de cada área; as linhas, a quantidade de umidade transportada pelos ventos. Assim, é possível identificar pontos muito importantes na rede, como regiões que fazem a intermediação no transporte de umidade, como o Arco do Desmatamento, no Acre e em Rondônia.”
Efeito negativo

O trabalho enfatizou que o desmatamento gera um efeito negativo no mecanismo de retroalimentação das chuvas. “Normalmente, o vapor de água é trazido dos oceanos pelos ventos. Então no continente ele se condensa e chega à superfície na forma líquida, com as chuvas”, relata o professor do IF. “Essa água é absorvida pelas grandes árvores da Amazônia, e parte volta à atmosfera por meio da evapotranspiração. Isso ajuda a manter o ar úmido, e esta umidade é carregada por milhares de quilômetros pelos ventos, levando as chuvas para toda a região.”
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Equação aponta efeito do desmatamento na retroalimentação das chuvas, explica professor Henrique Barbosa – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

O desmatamento, segundo a pesquisa, diminui a evapotranspiração, faz com que o ar fique mais seco e diminua a quantidade de chuvas. “Isto também reduz a velocidade dos ventos e o transporte de umidade sobre a floresta, fazendo com que venha menos vapor de água do oceano, diminuindo ainda mais as chuvas”, ressalta Barbosa. Os pesquisadores criaram uma equação para representar o mecanismo de retroalimentação, entre a precipitação e o transporte de umidade, e variaram as dimensões do desmatamento para estudar os seus efeitos. “Quando incluímos esta retroalimentação, a resposta do sistema (redução das chuvas em função do desmatamento) passou a ser fortemente não linear, caótica, imprevisível.”

Este resultado demonstrou que não é possível estabelecer um nível de desmatamento seguro, ou seja, que não vá mudar o comportamento do sistema. “Pesquisadores apontam que haveria dois estados de equilíbrio para a Amazônia, um com a floresta nas dimensões atuais e outro com menos chuvas e evapotranspiração, e vegetação similar à do cerrado”, diz o físico. “A transição do sistema para o outro estado de equilíbrio seria catastrófica. Com a redução do porte da vegetação, que armazena o carbono, a quantidade de gás carbônico liberado na atmosfera seria enorme, e consequentemente contribuiria fortemente com as mudanças climáticas em todo o planeta.”

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Arte: Moisés Dorado/Jornal da USP, sobre fotos de Cecília Bastos/USP Imagens

A pesquisa faz parte de um projeto temático da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em parceria com a Deutsche Forschungsgemeinschaft (DFG), fundação de pesquisa da Alemanha. A coordenação do projeto é dos pesquisadores Elbert Macau, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e Jürgen Kurths, do Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK), na Alemanha. O artigo A deforestation-induced tipping point for the South American monsoon system, publicado pela revista Nature Scientific Reports, é assinado por físicos do IF, do PIK e da École Normale Supérieure (França).

Fonte: EcoDebate.
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Estudantes só vão testar mudanças no ensino médio em 2019

O governo federal conseguiu aprovar no Senado uma medida provisória que implementa mudanças no ensino médio, a etapa educacional oferecida a jovens de 15 a 17 anos que antecede a entrada para a universidade e a formação em nível superior. Porém, somente a partir de 2019 é que os estudantes de escolas públicas e privadas do país poderão, efetivamente, testar o novo sistema.

A Medida Provisória nº 746, a chamada “reforma do ensino médio”, foi aprovada de supetão, com apoio de 43 senadores na noite desta quarta-feira (08/02), dando provas da força da base parlamentar do governo. Na próxima semana, o texto deve ser sancionado pelo presidente Michel Temer. A votação foi alardeada pelos governistas como uma grande conquista política, ainda que seus efeitos práticos não possam ser sentidos nos próximos dois anos.

Hoje, os alunos do ensino médio estudam 4 horas por dia e são obrigados a cursar 13 disciplinas. A reforma aumenta a carga horária diária para 5 horas e introduz uma nova lógica curricular: 60% das disciplinas serão obrigatórias, mas divididas em quatro grandes áreas de conhecimento: linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e matemática.

O restante da grade curricular, os outros 40%, será cursada conforme as preferências de cada estudante, que poderá escolher, entre essas quatro áreas, a qual dará ênfase. Haverá também a opção de o aluno, nesses 40%, concluir o ensino profissionalizante.

Bases indefinidas

A grande questão é que, para que essa nova lógica de ensino seja experimentada, é preciso, antes, que o Ministério da Educação (MEC) defina as diretrizes de ensino de cada uma dessas quatro áreas de conhecimento. Essas definições devem constar na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e, depois de concluídas, serão enviadas para análise do Conselho Nacional de Educação. Esse processo é longo.

O MEC prevê que, em setembro, a base curricular comum estará concluída, e que os debates no Conselho de Educação terminem no máximo até dezembro deste ano. Segundo o ministério, nada impede que as redes de ensino que se sentirem preparadas possam iniciar as mudanças já em 2018.

“Ninguém ainda conhece a Base Nacional Curricular. Esse é o grande risco da reforma do ensino médio. Estamos definindo uma coisa que é 60% de algo que a gente não conhece”, observa Priscila Cruz, presidente-executiva do movimento Todos pela Educação, que reúne segmentos da sociedade com objetivo de pressionar pela melhoria da qualidade do ensino.

“O governo sinaliza com uma enorme mudança, mas ela não poderá ser colocada em prática porque precisa de um outro documento que nem começou a ser feito para essa reforma poder se consubstanciar. A previsão é que mudança do ensino médio só comece em 2019. Nem no ano que vem será possível”, prevê Cruz.

Falta debate sobre qualificação do professor

Outro aspecto complexo da reforma, acrescenta a especialista, é o gargalo da formação e qualificação de professores no Brasil. “Estamos com dificuldade de garantir que os professores ensinem o conteúdo básico. Imagine esses 40%, que seria um conhecimento mais avançado da disciplina. Se temos problema para o básico, imagina para o avançado. Não temos professores em escala no Brasil para garantir esses 40%.”

Pensar em mudanças curriculares e alterações sem colocar a qualificação do professor no centro do debate, segundo ela, é como fazer um excelente projeto arquitetônico para uma casa construída com tijolos de areia. “A arquitetura é correta, mas você não sustenta uma política como essa sem professores de qualidade.”

Má qualidade do ensino

O governo argumenta que os objetivos da reforma são modernizar o currículo, capturar a atenção dos jovens e reduzir a evasão escolar, dando mais opções de formação com uma grade curricular flexível, moderna, e permitindo também uma especialização técnica. O Ministério da Educação estima que há no Brasil mais de 1 milhão de jovens de 17 anos fora da escola, e outros 1,7 milhão que não estudam nem trabalham.

A justificativa do governo para aprovar as mudanças por medida provisória, um mecanismo de votação só usado para temas urgentes e relevantes, é que a reformulação do ensino médio é uma emergência. De fato, indicadores internacionais mostram que o nível educacional é baixo.

De acordo com levantamento do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), os estudantes brasileiros têm desempenho inferior à média dos alunos de 72 países quando medido o conhecimento em leitura, ciências e matemática. “Os indicadores muito negativos colocam o Brasil numa condição vexatória no contexto internacional”, declarou o ministro da Educação, Mendonça Filho. Segundo ele, a aprovação da reforma dá aos jovens um sinal de que terão mais oportunidades e mais qualidade de ensino.

Especialistas em educação concordam com os princípios da reforma, em especial com o aumento da carga horária e a necessidade de permitir que o estudante faça opções sobre as disciplinas em que prefere se aprofundar. Porém, é grande a preocupação com a forma de implementação e com a existência de recursos financeiros que possam viabilizar a melhora da qualidade.

Para Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, o aumento da carga horária requer mais recursos públicos, e os estados brasileiros estão praticamente todos em falência fiscal. Além disso, ele observa que a autonomia do estudante para escolher as matérias que quer estudar é positiva, mas vê no modelo proposto um engessamento. “O ideal seria o estudante poder fazer disciplinas eletivas, como na universidade. Mas ele vai ter que se limitar aos quatro itinerários formativos.”

Fonte: MSN.
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Novos empreendimentos fortalecem o turismo no Pará

Planejamento e estratégias de desenvolvimento ajudam o Governo do Estado com novas estruturas no setor turístico.

Modernos empreendimentos para fortalecer o turismo no estado estão na agenda do Governo do Pará, a partir das ações estratégicas da Secretaria de Estado de Turismo (Setur). Neste cenário, destaque para a recepção de novos investimentos, em especial no segmento de sol e praia, e a construção pelo governo de novos equipamentos para aumentar o fluxo no turismo de eventos, lazer e negócios.

Dentro do planejamento traçado pelo governo está a construção de um Centro de Convenções no município de Marabá, sul do estado, que atualmente tem 95% das obras concluídas e expectativa de inauguração em 2017. O outro Centro de Convenções já está com o projeto executivo concluído e será construído no município de Santarém, oeste paraense, na rodovia que dá acesso ao aeroporto Maestro Wilson Fonseca.

Esses empreendimentos refletem a identificação de uma tendência e oportunidade para incentivar o deslocamento do ambiente de negócios com eventos, feiras e shows, da capital para movimentar a economia desses municípios e dos polos turísticos Araguaia Tocantins e Tapajós.

Acesso – O programa “Voe Pará” facilita a circulação de moradores e turistas, em municípios com economia voltada ao agronegócio, turismo, mineração e outras atividades econômicas.

No transporte rodoviário foi melhorada a malha de acessibilidade a várias cidades do interior, com consertos e reparos de pontes, recuperação e pavimentação de determinados trechos de estradas que levam a balneários e praias do nordeste do estado, por exemplo. Esforço para atender melhor a demanda de turistas no chamado “Verão Amazônico”, e permitir mais segurança nas rodovias, nessa estação de intenso movimento para as praias de Salinópolis. No transporte hidroviário, a realização de uma antiga reivindicação de empresários, operadoras de viagens, turistas de outros estados e moradores, veio com a implantação de uma linha regular com lancha executiva ligando Belém a Soure, no Arquipélago do Marajó, uma experiência com números que demonstram a viabilidade desse modal ao Marajó.

No segmento de voos internacionais, o governo conseguiu atrair companhias para os voos conectando, semanalmente, Belém a Miami, Estados Unidos da América; Belém a Lisboa, Portugal e Europa; Belém a Caiena, Guiana Francesa e Belém a Paramaribo, Guiana holandesa, projeto incentivado pela redução do valor do ICMS cobrado pelo governo do Pará.

Fonte: ORMNews.
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ES: 703 PMs são indiciados por revolta, com pena de até 20 anos

Governo capixaba decidiu endurecer com os PMs após fracasso nas negociações com familiares dos agentes na noite desta quinta (9)

Após o fracasso nas negociações com policiais militares do Espírito Santo, o governo capixaba decidiu endurecer com os PMs e com as mulheres líderes do motim. No total, 703 policiais militares já foram indiciados por crime de revolta, que é um motim realizado por PMs armados.

A pena prevista para os policiais envolvidos pode chegar a 20 anos de prisão. As mulheres líderes do movimento também serão responsabilizadas pelos custos com a mobilização das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança.

“Está iniciado o processo de responsabilização, tanto no aspecto militar quanto criminal”, declarou André Garcia, secretário estadual de Segurança Pública do Espírito Santo, durante entrevista coletiva nesta sexta-feira, 10. Ele estava acompanhado dos comandantes da Polícia Militar, coronel Nylton Rodrigues, da Polícia Civil, Guilherme Daré, e de outras autoridades.

Rodrigues disse que “com certeza” o número de PMs indiciados “irá aumentar muito” ao longo do dia. Ele ressaltou que a maioria dos envolvidos são policiais de início de carreira. A patente mais alta já identificada é de subtenente. O coronel explicou ainda que todo crime que envolve policial militar e que é punido com mais de dois anos de prisão é automaticamente expulso da corporação.

“Criamos uma força tarefa na corregedoria para dar celeridade, com isenção e sem perseguição, nos procedimentos”, declarou André Garcia. “Quem for indiciado daqui pra frente, ou for iniciado um processo administrativo, terá seu ponto cortado desde sábado. Do sábado pra frente, a folha da Polícia Militar está bloqueada”. Os PMs também não terão férias no momento. “Estão suspensas as férias porque estamos diante de um quadro configurado como crime, motim.”

O secretário falou em reconstruir a PM. “É preciso que a gente reconstrua uma nova Polícia Militar. Vai ser pedra sobre pedra. Vamos reconstruir uma polícia que não volte suas costas para a sociedade”, afirmou André Garcia, secretário estadual de Segurança Pública do Espírito Santo. “Torna a sociedade refém da criminalidade, tendo como pano de fundo interesses meramente corporativos”

André Garcia também afirmou que as mulheres líderes do movimento serão responsabilizadas. “Estamos identificando com imagens, e diversas já foram identificadas. As imagens serão encaminhadas para o Ministério Público Federal, que solicitou a identificação das responsáveis por esse movimento. Elas serão responsabilizadas pelos custos das Forças federais mobilizadas, as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança.” Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Desemprego maior justifica recuo em comércio e serviços, diz BC

Cenário de desemprego alto atinge o comércio e os serviços em todo o País, alerta Banco Central

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, afirmou nesta sexta-feira, 10, que a alta do desemprego, que impacta a massa de salários no Brasil, justifica o recuo da atividade no comércio e no setor de serviços nos últimos anos. “No Nordeste, tivemos uma defasagem na redução do emprego industrial ante outras regiões. Um dos motivos é a construção civil e a agropecuária”, pontuou Maciel.

Ainda assim, de modo geral, o cenário de desemprego alto atinge o comércio e os serviços em todo o País. “No Nordeste, a alta do desemprego ocorreu porque as pessoas estavam trabalhando e perderam o emprego. No Sudeste, ocorreu pela entrada de novas pessoas no mercado de trabalho”, disse.

Maciel afirmou ainda que a perda de postos de trabalho tem impacto sobre o poder de compra. “Do ponto de vista social, o impacto é mais relevante no Nordeste.”

O Banco Central publicou nesta sexta, em Belo Horizonte, seu Boletim Regional Trimestral. Participam de entrevista coletiva para apresentação dos números o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, e o coordenador da Gerência Técnica de Estudos Econômicos em Belo Horizonte, Rodrigo Lage de Araújo.

Oscilações comuns

O chefe do Departamento Econômico do BC afirmou também que oscilações nos dados de atividade, como as verificadas no Boletim Regional Trimestral, são comuns em um processo de acomodação da economia. No boletim anterior, divulgado em dezembro, os números do BC deram conta de certa melhora na atividade em algumas regiões do País no trimestre encerrado em agosto. No documento distribuído nesta sexta, porém, todas as regiões voltaram a registrar retração na atividade, no trimestre finalizado em novembro.

Questionado a respeito de uma possível inflexão na atividade, Maciel afirmou que as oscilações são normais e que os resultados negativos se devem a fatores específicos de cada região. No Centro-Oeste, a safra de milho impactou a indústria local. Já a Região Nordeste se ressentiu do impacto do clima na safra”, citou. “Um conjunto de fatores ajudam a explicar essas oscilações que ocorreram.”

Ao mesmo tempo, Maciel afirmou que há fatores, na margem, que indicam reação da atividade. “A leitura é de que temos perspectiva de crescimento moderado para 2017”, disse.

A respeito das dificuldades fiscais de vários Estados, Maciel afirmou que isso está ligado, em grande parte, à atividade. “Dois anos de queda da atividade impactaram o fiscal, com efeitos nas contas”, afirmou. “Vários Estados encontram-se de fato em situação fiscal difícil, mas a expectativa de reversão da atividade econômica tende a melhorar o quadro”, afirmou.

Crédito

O representante do BC reiterou que a perspectiva para 2017 é de retomada do crescimento do crédito. Em 2016, o saldo das operações de crédito registrou o primeiro recuo da história, em função da crise econômica.

“De 2015 para 2016, tivemos desaceleração importante na trajetória do crédito. Essa retração em 2016 também impacta as vendas no varejo e nos serviços”, comentou. “Para 2017, a estimativa é de que crescimento do crédito retorne, mas de forma moderada.”

Maciel abordou ainda, na apresentação do Boletim Regional, a questão fiscal das regiões e dos Estados. “Observamos uma deterioração das contas fiscais em 2015 e 2016. O ano passado foi difícil para os Estados. A recessão impactou o fiscal”, disse.

No caso da balança comercial, de acordo com Maciel, houve uma melhora nos números, em função do processo de ajuste do câmbio. “Até 2015, a conta corrente era uma preocupação. Em 2016, tivemos resultado favorável”, citou, em referência à contribuição da balança comercial para as contas externas. “Boa parte do ajuste positivo na balança comercial se deve ao menor volume de importações.”

Em outro momento da apresentação, Maciel citou os choques dos preços monitorados, em 2015, e dos alimentos, no primeiro semestre de 2016. “Mas ao longo de 2016, os efeitos secundários nos preços foram contidos por política monetária”, disse. “O processo de desinflação é difuso, ele atinge grande parte dos itens.”

Atividade do Sudeste

Maciel ponderou ainda, especificamente sobre o Sudeste, que os dados do BC mostram tendência de acomodação no recuo da atividade, na margem. “Isso denota uma perspectiva mais favorável para a região”, disse.

Meta de inflação

O chefe do Departamento Econômico do BC evitou comentar a possibilidade de o Conselho Monetário Nacional (CMN), em encontro no meio do ano, reduzir a meta de inflação. “A questão da meta de inflação, teremos que aguardar o CMN”, limitou-se a dizer.

A meta de inflação atual é de 4,5% para 2017 e 2018, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual. Em função das taxas mais contidas de inflação nos últimos meses, com as projeções indicando a tendência de cumprimento para este e para o próximo ano, especula-se que o CMN – formado por BC, Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento – possa estabelecer uma meta inferior a 4,5% para 2019.

Publicamente, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vêm repetindo que a meta de inflação de 2019 será discutida apenas em junho.

“Estamos tendo um período benigno de inflação nos últimos meses. Os choques de preços monitorados e de alimentos estão sendo superados”, disse Maciel, evitando abordar diretamente a questão da meta.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Eclipse da Lua pode ser visto hoje em todo o Brasil

Evento ocorrerá nesta sexta-feira, 10. Países da Ásia, Europa, África, Oriente Médio e das Américas do Sul e do Norte também poderão ver o fenômeno

A chegada da lua cheia, nesta sexta-feira (10), será marcada por um fenômeno conhecido como eclipse penumbral. Ele poderá ser visto em todo o Brasil e em países da Ásia, Europa, África, do Oriente Médio e das Américas do Sul e do Norte.

O eclipse penumbral é um fenômeno astronômico que ocorre quando a lua entra na região da penumbra da Terra e resulta em uma variação do brilho da lua que dificilmente é notada.

A sombra projetada pela Terra tem duas partes denominadas umbra e penumbra. A umbra é uma região em que não há iluminação direta do Sol e a penumbra é uma região em que apenas parte da iluminação é bloqueada.

Em Brasília e nas demais cidades em que está em vigor o horário de verão, o fenômeno tem início previsto para as 20h34. A fase máxima do eclipse está prevista paras as 22h44 de hoje.

Amanhã (11), será a vez de o cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdušáková passar relativamente próximo à Terra. Segundo o Observatório Astronômico de Lisboa, em Portugal, o cometa percorre uma órbita elítica de período curto, cruzando a órbita da Terra a cada 5,25 anos.

Desta vez, ele passará a uma distância de 12.431.583 quilômetros da Terra, ou seja, 32 vezes a distância da Terra à Lua. A passagem do cometa, no entanto, só poderá ser vista por meio de um telescópio.

De acordo com o observatório português, o cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdušáková foi descoberto em 5 de dezembro de 1948 por Minoru Honda. Posteriormente, foi detectado por Antonín Mrkos e Ludmila Pajdušáková em placas fotográficas, do Observatório Skalnate Pleso, na Eslováquia.

Fonte: Agência Brasil.
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Presidente do TJ Pará atende reivindicação da OAB Pará

O presidente da OAB/Pará, Dr. Alberto Campos, demonstra habilidade ao obter do atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, desembargador Ricardo Ferreira Nunes, decisão favorável aos advogados.

Sem estardalhaço e sem abrir frente de confronto, Dr. Alberto Campos foi atendido na reivindicação de manter a área de estacionamento privativa dos advogados no TJE e o salão do Lounge da Cidadania, retirada da OAB por decisão do desembargador Constantino Guerreiro, decisão suspendida por Nunes, mantendo a OAB e os advogados como usuários

Fonte: RG 15/O Impacto

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Avião pega fogo em aeroporto de Nova York

Uma aeronave da companhia Argentina Airlines incendiou-se na madrugada desta sexta-feira na pista doo aeroporto JFK, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O fogo foi causado por uma explosão em uma das turbinas do avião. Os bombeiros que ficam de prontidão no aeroporto agiram rapidamente e apagaram as chamas. De acordo com um comunicado do aeroporto, não há vítimas.

O voo da Argentina Airlines estava taxiado para decolar rumo a Buenos Aires quando uma das turbinas explodiu expelindo chamas e faíscas. Imagens captadas por passageiros que estavam em outro avião registraram o momento da explosão, que praticamente cobriu o avião de chamas e faíscas, mas incendiou apenas a turbina.

https://youtu.be/_uU5v23JYEU

Fonte: MSN.
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Pancadaria no parlamento sul-africano: deputados se agridem com socos

Socos entre deputados marcaram a sessão

Uma demonstração de divergência política foi registrada no parlamento sul africano nesta quinta-feira (9), quando deputados da oposição partiram para cima dos deputados do partido do presidente Jacob Zuma, que visitava o local naquele momento.

Os membros do partido radical dos Liberais da Liberdade Econômica (FEP), todos vestidos de vermelho, atacaram os guardas de segurança que os expulsaram da câmara. Zuma se levantou duas vezes, mas foi ofendido aos gritos pelos deputados da EFF.

Fora do parlamento, a polícia usou granadas de choque para dispersar os partidários da oposição e do governo.

Zuma tem sido perseguido por alegações de corrupção e amplamente criticado por seu manejo da economia. Os discursos anteriores por ele foram marcados por deputados exigindo sua renúncia.

Assita o vídeo AQUI.

Fonte: Notícias ao minuto.
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