Etanol subiu em 12 Estados e no DF e caiu em 11 na semana passada

Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 12 Estados e no Distrito Federal, caíram em 11 e não se alteraram no Amapá, Paraíba e Tocantins na semana encerrada em 11 de fevereiro. No período de um mês, as cotações do produto acumulam alta em 21 Estados e no Distrito Federal, queda em quatro e estabilidade no Amazonas. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação caiu 1,01% na semana, para R$ 2,753 o litro, e no período de um mês acumula alta de 1,03%. Na semana, o maior avanço das cotações foi registrado em Alagoas (3,37%), enquanto o maior recuo ocorreu em Goiás (5,54%). A maior alta mensal, de 4,79%, foi na Bahia e a maior queda foi em Goiás (3,81%).

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 2,275 o litro, em São Paulo, e o máximo foi de R$ 4,429 o litro, no Rio Grande do Sul. Na média, o menor preço foi de R$ 2,739 o litro, em Mato Grosso, e o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 3,89 o litro.

Competitividade

Os preços do etanol hidratado seguem sem competitividade ante os da gasolina em todo País, pela 14ª semana consecutiva, de acordo com dados da ANP. A relação é favorável ao biocombustível quando está abaixo de 70%.

Em São Paulo, onde o etanol equivale a 76,24% do valor da gasolina, o produto ficou cotado, em média, a R$ 2,753 por litro. A gasolina, em R$ 3,611 por litro. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Chikungunya provoca doenças vasculares irreversíveis

Segundo pesquisa, foi constatado que 65% mantinham as alterações vasculares crônicas.

As pernas pesadas, o inchaço nos pés e a dificuldade de andar fizeram a dona de casa Vera Lúcia Amaral Marques, de 45 anos, usar sandálias especiais ortopédicas e muleta um ano após ser diagnosticada com o vírus da febre chikungunya no Recife.

Ela integra o grupo de pacientes que participam de uma pesquisa inédita do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que revela lesões vasculares irreversíveis provocadas pela doença. “Tanto as minhas pernas como os meus pés ficam horríveis de tão inchados. Sinto câimbras antes de dormir e tenho vergonha de usar short ou vestido curto. Pareço mais velha, não vou mais para academia e até os meus sapatos eu tive que deixar de lado porque já não cabem mais”, disse a pernambucana.

Dos 32 pacientes analisados com os sintomas, 29 voltaram para serem acompanhados pelos especialistas no estudo. Destes, 20 repetiram o exame e foi constatado que 65% mantinham as alterações vasculares crônicas.

Os pacientes apresentaram problemas como linfedema agudo (acúmulo de líquido nas pernas devido ao bloqueio do sistema linfático) e edema no dorso do pé.

As alterações linfáticas foram detectadas pelo exame de linfocintigrafia. Ainda é desconhecido o motivo das lesões vasculares crônicas atingirem apenas os membros inferiores.

Os pesquisadores explicam ainda que a morbidade do paciente aumenta com essas lesões e eles ficam mais suscetíveis a terem infecção nos membros inferiores. “Além disso, o linfedema crônico não tem cura – é irreversível.”

O levantamento foi feito de março a novembro de 2016. Assim como a dengue e a zika, a chikungunya também é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Fonte: BBC.
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Chuvas fortes deixam propriedades embaixo d’água em Mato Grosso

As fortes chuvas que caíram nos últimos dias em Campo Novo do Parecis (na região Médio-Norte, a 470 quilômetros de Sinop) começam a causar prejuízos para o setor agrícola. A propriedade da presidente do Sindicato Rural do município, Giovana Velke, foi uma das inundadas. Em alguns locais, a água chegou a uma altura de 1,5 metro. “É um caso atípico. Acredito que a nossa propriedade foi a mais atingida. Agora é esperar baixar a água para ver se será possível fazer o replantio (do milho)”, afirmou, esta manhã, em entrevista ao Notícias Agrícolas.

Giovana explicou ainda que a maior parte das propriedades atingidas havia iniciado o plantio do milho. Afirmando ser impossível mensurar os prejuízos imediatamente, ela aconselhou os produtores afetados a darem entrada nos seguros rurais. “Se o produtor tiver, ele pode verificar se há cobertura. Até porque são várias etapas. Aquele que achar que vai ter prejuízo, deve pensar em fazer a abertura do sinistro agora”.

A presidente do sindicato também criticou a situação das estradas municipais e estaduais. “Estão muito ruins. Não que a propriedade fique isolada, mas tem trecho que não é possível passar”, detalhou. Ela também reclamou dos custos da atual safra. “A produtividade está dentro das expectativas, o que caiu foi o preço. Em contrapartida, o custo do produtor subiu. Está tudo mais caro, desde semente adubo, insumo e diesel. Está cada vez mais difícil para o produtor, principalmente o pequeno, se manter no ramo”.

Ontem, o governador Pedro Taques esteve em Campo Novo vistoriando os estragos causados pelas chuvas. Além dos prejuízos no campo, as inundações afetaram parte do bairro Jardim das Palmeiras e deixaram cerca de 3 mil pessoas desalojadas.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: divulgação)
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Horário de Verão termina no próximo sábado (18) à meia-noite

O horário de verão acaba no próximo domingo (19), a partir da 0h, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A medida, em vigor desde outubro, tem como objetivo aproveitar melhor a luz solar durante o período do verão, além de estimular o uso consciente da energia elétrica.

A mudança de horário é adotada no Brasil desde 1931, e visa proporcionar uma economia de energia para o país, com um menor consumo no horário de pico (das 18h às 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural.

Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.

A previsão do governo é que o Horário de Verão deste ano resulte em uma economia de R$ 147,5 milhões, por causa da redução do uso de energia de termelétricas.

Na edição anterior (2015/2016), a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões.

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Crimes e mortes disparam no Brasil com crise na segurança e desemprego

Massacres de presos e onda de homicídios gerada por motim de PMs, como no Espírito Santo, indicam aumento da criminalidade e vulnerabilidade da população

O primeiro dia de 2017 foi marcado por um massacre em um presídio de Manaus, que deixou 56 mortos, estarreceu o país e causou repercussão internacional. O que ninguém imaginava é que seria apenas o fio da meada de uma onda de violência que tem deixado os brasileiros amedrontados, com registro de rebeliões em outros estados, motim da polícia, chacinas e outros crimes violentos – homicídios, latrocínios (roubos seguidos de morte) e lesões corporais que resultam em óbito – além de escancarar o descontrole do sistema prisional brasileiro. Pelo menos 126 detentos já morreram  este ano em rebeliões em vários municípios.

Nos estados onde as estatísticas de crimes ocorridos neste ano já foram divulgados – pelo poder público, organizações não governamentais ou imprensa local – o aumento de assassinatos já foi detectado. Caso, por exemplo, do Ceará, onde já foram registrados 429 homicídios entre 1º de janeiro e 7 de fevereiro, uma média de 11 homicídios por dia contra a média do ano passado, que foi de 7,7. Em Pernambuco foram 426 mortes violentas – sendo 40 somente entre os dias 20 e 30. Os dados de janeiro somam 13,7 mortes por dia, contra a média de 2016, de 12 assassinatos/dia.

No Rio Grande do Norte, onde também houve  grande chacina este ano, foram 208 mortes em janeiro, o que representa um aumento de 40,13% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No Pará, foram 409 mortes violentas. Apenas em 22 de janeiro, em Belém, logo após o assassinato, em uma troca de tiros, do policial militar Rafael Silva da Costa, 29, da Ronda Tática Metropolitana (Rotam), ocorreram 30 homicídios.

Modelo
No Espírito Santo, apontado até então como modelo de segurança pública no país, a greve da Polícia Militar deixou 147 mortos e centenas de lojas saqueadas e ônibus incendiados, causando enorme surpresa, já que o estado foi um dos poucos que conseguiu reduzir a criminalidade ao fechar 2016 com a menor taxa de homicídios dos últimos 28 anos.  O Acre somou 44 assassinatos no primeiro dia de janeiro, o maior número já registrado no nos últimos quatro anos no mesmo período.

Levantamento da reportagem, feito por meio de notícias sobre balanços e estatísticas, aponta a ocorrência de pelo menos 2.029 mortes em janeiro e na primeira semana de fevereiro.

Na Bahia e em São Paulo duas chacinas deixaram 21 mortos. Na maioria absoluta dos outros estados da federação, as estatísticas sobre esse tipo de crime não são divulgadas mensalmente. Geralmente, o balanço é trimestral ou anual, por isso não há números oficiais de todos os casos registrados no país.

Para o coordenador do Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança (Nevis) da Universidade de Brasília (UnB), Arthur Trindade, que enfrentou uma greve da Polícia Civil quando foi secretário de Segurança Pública e Paz Social do Distrito Federal, a violência do começo do ano faz parte do desvio padrão da segurança pública brasileira, que há tempos sofre com problemas graves, como superlotação dos presídios, encarceramento em massa e falta de políticas e gestão eficazes para combater a criminalidade. Para ele, a cobertura da greve acaba contribuindo para aumentar a sensação de pânico na população, mas os números não devem se manter altos, embora não fora do padrão que vem sendo registrado nos últimos anos.

De acordo com o sociólogo, todos esses problemas registrados no começo deste ano são um reflexo de uma mazela da segurança pública brasileira, que é o ‘”caos do sistema prisional”, e também de outro grave problema, que é a greve das polícias, que torna reféns os governos estaduais. “E têm como pano de fundo a quebradeira (financeira) dos estados e municípios”. O temor, segundo ele, é de que a greve dos policiais se espalhe pelos estados onde a PM remunera muito mal. “É muito possível que essa greve tenha um efeito cascata e se espalhe para outros estados”, alerta.

Desemprego pode agravar violência
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Daniel Cerqueira, o sistema de segurança no Brasil enfrenta uma crise não é de hoje e a situação pode piorar com o agravamento do desemprego, principalmente entre jovens. Para ele, desde o começo da crise, tem sido verificado um aumento nas taxas de crimes em muitos estados, afirma.

Segundo ele, se os governos não investirem em programas consistentes de prevenção ao crime com o aumento de oportunidades para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade – junto à organização de um sistema de repressão qualificada, que privilegie a inteligência policial e o respeito aos direitos de cidadania – as melhores chances de reversão desse quadro se darão apenas a partir de 2023, quando a proporção de homens jovens na população diminuirá muito.

Recorde
Um estudo do Ipea, feito em 2015 sobre cenários da segurança pública no país, aponta uma relação entre a criminalidade e o desemprego, que bateu recorde no Brasil este ano, com 12% da população sem vaga no mercado, principalmente os jovens. Daniel Cerqueira aponta que, a cada 1% de aumento na taxa de desemprego entre os homens, a taxa de homicídio no município tende a aumentar 2,1%.

“Não há dúvida de que o sistema de segurança pública no Brasil está em crise desde a década de 1980. Vários elementos são avassaladores para evidenciar isso, começando pelo assassinato de mais de 60 mil pessoas a cada ano (o que corresponde a 12% do total de homicídios no mundo), passando pela baixíssima taxa de elucidação de apenas 8% dos homicídios (que decreta o atestado de óbito da investigação policial) e chegando ao despreparo e ao excesso de uso da força pelas polícias militares, que vitimam desnecessariamente muitos civis e contribuem, reciprocamente, para  morte de muitos policiais”, afirma Daniel, um dos organizadores do Atlas da Violência 2016.

Ele diz ainda que o reflexo da miséria da segurança pública no Brasil é um sistema prisional absolutamente caótico e falido, no qual 40% dos 640 mil detentos nem sequer passaram na frente de um juiz, e o estado é o primeiro a descumprir a Lei de Execuções Penais. “O resultado, para além das tragédias humanas e familiares, é um custo econômico anual que corresponde a 5,9% do Produto Interno Bruto (PIB), ou um desperdício de cerca de R$ 350 bilhões”, afirma o especialista.

Fonte: diariodepernambuco.
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País faz progressos políticos, mas PIB fraco e dívida pesam, diz Fitch

A agência de classificação de risco Fitch também afirmou que a estabilização da dívida pública continua um desafio

As autoridades brasileiras fizeram progresso no enfrentamento dos desequilíbrios fiscais e econômicos nos últimos meses, mas o fraco crescimento da economia e o grande déficit fiscal significam que a estabilização da dívida pública continua um desafio, afirmou a agência de classificação de risco Fitch.

“Desde que afirmamos o rating BB/Negativo em novembro, o governo Michel Temer assegurou a aprovação do Congresso para um teto de gastos e introduziu um projeto de reforma da Previdência. A inflação desacelerou mais e o déficit em conta corrente diminuiu para 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB), refletindo uma ampla compressão das importações por causa da recessão e a depreciação do real”, afirma, em nota, a agência de rating. “No entanto, o PIB contraiu pelo sétimo trimestre consecutivo no terceiro trimestre e o déficit do setor público como proporção do PIB permaneceu elevado em 2016, em 8,9%.”

Segundo o documento, a receita subjacente e a dinâmica de gastos do governo brasileiro continua desafiadora. As receitas contraíram em termos reais, refletindo o contexto de recessão, e o déficit na seguridade social chegou a 2,4% do PIB.

Além disso, a Fitch lembra que, embora o governo tenha atingido sua meta de déficit primário de 2,5% do PIB, isto só foi possível graças a uma repatriação não recorrente que arrecadou cerca de 0,8% do PIB.

A agência de rating nota que o andamento de temas importantes no Congresso mostra como o ambiente político melhorou após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas afirma que reformas como a da Previdência podem se provar mais difíceis com o possível retorno da volatilidade política em meio ao ciclo eleitoral de 2018.

“Embora estas duas medidas, combinadas, possam facilitar a consolidação fiscal no médio prazo, mais medidas são necessárias para acelerar o processo e colocar a trajetória da dívida pública em um patamar melhor”, diz a Fitch. “No mais, alguns Estados enfrentam forte estresse financeiro, incutindo um risco negativo para consolidação fiscal. Na ausência de taxas de crescimento mais elevados, é pouco provável que o gradualismo fiscal do governo Temer estabilize a dívida pública no curto prazo.”

A Fitch projeta que a economia brasileira saia da recessão este ano, embora note que a contração observada no terceiro trimestre de 2016 mostre uma fraqueza do investimento e do consumo. A queda contínua da inflação e das expectativas de inflação, por outro lado, dá ao Banco Central espaço para afrouxar ainda mais a política monetária após o corte de 0,75 ponto porcentual em janeiro.

A agência lembra que a perspectiva negativa para o rating BB do Brasil reflete grande desequilíbrio fiscal e dinâmica adversa da dívida pública. “Desta forma, o fracasso em reduzir o ritmo de crescimento da dívida pública e/ou a cristalização de passivos contingentes pode levar a um novo rebaixamento. Paralisação política e incapacidade de implementar medidas que melhorem a perspectiva de crescimento e das finanças públicas também podem acarretar a perda de nota.” (Marcelo Osakabe).

Fonte: Notícias ao minuto.
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Thiago Silva pretende barrar ‘Trio MSN’ à base de concentração e reza

PSG e Barcelona jogam pelas oitavas da Liga dos Campeões nesta terça-feira (14)

Barcelona e Paris Saint-Germain se enfrentam nesta terça-feira (14) pelo jogo de ida das oitavas-de-final da Liga dos Campeões. Ao jornal Mundo Deportivo, o zagueiro brasileiro Thiago Silva, do PSG, falou sobre como pretende parar o badalado “Trio MSN”, formado por Messi, Suárez e Neymar.

“(O que passa na cabeça é) Que você vai ter um monte de trabalho e não terá uma vida fácil por nenhum minuto”, explicou, segundo o UOl.

“Temos que nos preparar bem para que eles não tenham uma grande noite, porque se tiverem, é muito difícil para qualquer defesa, não importa se é considerada um dos melhores do mundo, é quase impossível pará-los. É manter a concentração máxima e tentar minimizar ao máximo para não eles terem a bola e orar a Deus.”

Fonte: Notícias ao minuto.
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Cratera no asfalto deixa a Transamazônica interditada no Pará

Rachadura no asfalto cedeu na BR-230 na tarde deste domingo (12).
Equipes da PRF de Altamira foram encaminhadas para o local.

A rodovia BR-230, a Transamazônica, ficou intrafegável na tarde deste domingo (12) no trecho entre os municípios de Altamira e Medicilândia, no sudoeste do Pará. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, (PRF), uma rachadura no asfalto impede totalmente a passagem de veículos e no local não há desvios.

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi enviada ao local para avaliar a situação. Ainda não há informações sobre a proporção do congestionamento. As primeiras informações são de que já havia uma fissura no asfalto e com o peso dos veículos, cedeu mais ainda, formando a cratera.

Fonte: G1 PA.
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homem foi assassinado com requinte de crueldade.

Homem é encontrado assassinado com requinte de crueldade dentro de sua casa, com várias perfurações de arma branca pelo corpo, na Rua Floriano peixoto no Bairro Aeroporto em Uruará oeste do Pará. A vítima, segundos informações era professor mais não exercia a função, atualmente era vendedor ambulante de bananas fritas e churrasquinho, ninguém quiz comentar o caso no local do crime. Com informações de Aramanay Couto, GTO PM

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Fonte: jhonnynoticias
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Temer garante: ministro que virar réu da Lava Jato será afastado

Presidente também falou sobre a inconstitucionalidade da paralisação de serviços essenciais, como a Polícia Militar
Em declaração à imprensa no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer disse, no início da tarde desta segunda-feira (13), que, se algum de seus ministros se tornar réu da Lava Jato, ele será afastado do cargo. Temer falou também sobre a inconstitucionalidade da paralisação de serviços essenciais, como é o caso da segurança pública.

O presidente enfatizou que o governo não interferirá nas investigações, que são de responsabilidade da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e do Judiciário e que “se houver denúncia, o que significa um conjunto de provas que, eventualmente, possam conduzir ao seu acolhimento, o ministro que estiver denunciado, será afastado provisoriamente. Se acolhida a denúncia, se o ministro se transformar em réu na Lava Jato, o afastamento será definitivo”.

Para concluir o assunto, o presidente repete: “o governo não quer blindar ninguém, e não vai blindar”.

Em uma segunda declaração, Temer falou sobre um projeto que regulamenta o direito à greve, pois, pela lei, alguns serviços essenciais não podem ser paralisados. O tópico foi levantado em referência à paralisação dos policiais militares no Espírito Santo. Segundo ele, o que aconteceu no estado “foi uma insurgência contra o texto constitucional”.

O presidente garante: “se outros episódios vierem a verificar-se, aplicar-se-a única e tão somente o texto constitucional”, pois o serviço de segurança pública é essencial e não pode parar, disse ele.

Fonte: Notícias ao minuto.
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