Polícia emitirá carteiras de nome social para pessoas trans no interior do PA

Travestis e transexuais terão acesso à carteira a partir do dia 15 de março.
Documento é válido como identificação oficial.

A Polícia Civil irá expandir a emissão das carteiras de nome social para travestis e pessoas transexuais em postos de identificação no interior do Pará. De acordo com a polícia, o processo de emissão do documento está previsto para ser oferecido a partir da segunda quinzena de março deste ano.

As carteiras serão emitidas nos postos de identificação localizados nas cidades-sedes de cada região do Estado do Pará, e nos municípios de Xinguara e Parauapebas, no sudeste paraense. Para requisitar o documento, que é gratuito, travestis e transexuais deverão apresentar, no posto de identificação, a carteira de identidade original, duas fotos iguais e em cores tamanho 3×4, certidão de nascimento original e qualquer comprovante de residência.

Segundo a delegada Aline Boaventura, da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV) da Polícia Civil, os postos que irão emitir o documento, a partir de 15 de março, são: Santarém, Itaituba, Altamira, Marabá, Redenção, Tucuruí, Breves, Soure, Paragominas, Capanema, Castanhal, Abaetetuba, Parauapebas e Xinguara. Após a emissão, os dados dos interessados serão enviados a Belém para confecção do documento e a entrega ao solicitante deverá ocorrer em um prazo médio de 15 dias.

Dessa forma, travestis e transexuais que morarem em cidades, como por exemplo, Mojuí dos Campos, Oriximiná e Juruti, deverão se dirigir ao posto de identificação de Santarém para solicitar a carteira de nome social.

O documento é válido como identificação oficial ao ser apresentado em qualquer serviço público em órgãos do Governo do Pará, como hospitais, escolas, Detran, delegacias, entre outros. Ainda, no mês de março, a carteira de nome social passará a ser emitida no novo Posto de Identificação, inaugurado em dezembro passado, na Estação Cidadania do Shopping Bosque Grão Pará, em Belém.

A carteira de nome social foi lançada no Pará, em outubro de 2013, como forma de garantir e reconhecer o exercício pleno da cidadania à comunidade LGBT. O documento permite o reconhecimento de transexuais e travestis pelo nome com o qual se identificam. O direito foi assegurado pelo decreto de número 726, publicado em maio de 2013, no Diário Oficial do Estado.

O projeto que originou a carteira foi aprovado pelo Conselho Estadual de Segurança Pública (Consep) com base na Portaria 362/ 2012, que regulamenta o atendimento a travestis e transexuais nas Delegacias de Polícia.

Fonte: G1 PA.
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Aneel aprova mudanças na bandeira tarifária; amarela terá alta de 33%

Custo extra aplicado quando bandeira amarela é acionada vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 kWh consumidos. Bandeira vermelha 2, porém, vai custar menos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (14) mudanças nos valores das bandeiras tarifárias, sistema que aplica uma cobrança extra nas contas de luz quando aumenta o custo de produção da eletricidade no país.

Entre as mudanças está um aumento de 33,3% para o valor da bandeira amarela. A partir de agora, se essa bandeira for acionada, o custo extra nas contas de luz vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos.

A Aneel também reajustou, para baixo, o custo da bandeira tarifária vermelha 2: de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.

Os novos valores valem para o ano de 2017 e só vão ser cobrados nas contas de luz se essas bandeiras passarem a vigorar. Hoje está valendo a bandeira verde e não há cobrança extra.

A agência não alterou o valor da bandeira vermelha 1, que, portanto, continua sendo de R$ 3 para cada 100 kWh de energia consumidos.

Custo da energia

O sistema das bandeiras tarifárias criou uma cobrança extra nas contas de luz que é aplicada sempre que o custo de geração de energia no país sobe. Isso acontece quando é necessário ligar mais usinas termelétricas, que geram energia mais cara.

O acionamento das termelétricas acontece normalmente quando chove pouco e os reservatórios de água das usinas hidrelétricas fica com baixo armazenamento.

Apesar da mudança nos valores, a agência manteve o intervalo de acionamento das bandeiras. Assim, quando o custo da térmica mais cara do sistema foi menor que R$ 211,28 por megawatt-hora (MWh) a bandeira continuará verde, o que significa que não haverá cobrança extra. Se a térmica mais cara estiver entre R$ 211,28/MWh e R$ 422,56/MWh, a bandeira acionada é a amarela, que implicará em uma cobrança de R$ 2 a cada 100 kWh consumido.

A bandeira tarifária vermelha 1 é acionada quando o custo da térmica mais cara estiver entre R$ 422,56/MWh e R$ 610/MWh, o que levará a uma cobrança de R$ 3 por 100 kWh e a vermelha 2 é acionada sempre que a térmica ultrapassar o custo de R$ 610/MWh.

Em 2017 a bandeira foi verde tanto em janeiro quanto em fevereiro, o que significa que não há nenhuma cobrança extra na conta de luz.

Fonte: G1 PA.
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Chuvas encobre ponte e afeta transito para o interior de Castelo de Sonho

As fortes chuvas desta semana causaram  danos no Distrito de Castelo de Sonhos.

“Conforme informou a guarnição da Policia Militar daquele distrito para o Jornal Folha do Progresso“ as fortes chuvas que vem caindo nesses dias fizeram o rio curua transbordar, a ponte de acesso a zona rural esta neste momento intrafegável causando transtornos a moradores da região” (Foto Policia Militar).

A forte chuva que atingiu toda região  provocou o transbordamento do Rio Curua no Distrito de Castelo de Sonho, colocando toda a subprefeitura sob estado de alerta, informou.

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Balneário as margens do rio Curuá/Castelo dos Sonhos

DA Redação Jornal folha do Progresso
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Forte temporal causa apagão de energia em Santarém

Torre de internet da 9ª Regional da Sespa caiu com a ventania.

Completamente às escuras! Assim permaneceram por pelo menos seis horas os moradores de Santarém, oeste do Pará, que estão cansados de conviver com os frequentes apagões de energia que atinge a cidade. O período da noite de terça-feira (14) e madrugada desta quarta-feira (15) foi de muito sofrimento para a população.

Tanto no centro da cidade, quanto na periferia e comunidades da zona rural, a falta de energia durou cerca de 5 horas, em alguns casos, intercalados com diversas interrupções, o que ocasionou muitos prejuízos aos consumidores da Rede Celpa, – concessionária de energia responsável pelo fornecimento de energia na região.

Nos quatro cantos da cidade, são muitos os relatos de consumidores que tiveram problemas com eletrodomésticos que foram danificados devido as constantes interrupções da energia. A torre de internet da sede da 9ª Regional da Sespa caiu com a o forte vento.

De acordo com informações apuradas por nossa equipe de reportagem, o apagão que atingiu Santarém, foi ocasionado por problemas no sistema Tramoeste.

NOTA DA CELPA: A Celpa informa que o forte temporal na noite de ontem, 14, provocou desligamento da Linha de Transmissão Rurópolis/Tapajós, que atende a cidade de Santarém. Imediatamente equipes foram deslocadas e trabalharam durante a madrugada para o restabelecimento. Equipes da concessionária ainda continuam trabalhando nesta manhã, para restabelecer a energia em alguns trechos que ainda estão com problemas no fornecimento de energia.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Edmilson cobra o uso de força federal no Pará

A população do Pará está condenada à morte.” A declaração é do deputado federal Edmilson Rodrigues (PSol-PA), feita ontem na tribuna da Câmara dos Deputados e transmitida pela Rede Câmara para todo o País. Edmilson denunciou que, apesar do aumento do número de assassinatos, inclusive de ocorrência de matanças que remetem a chacinas, o governador do Estado, Simão Jatene, se recusa a pedir apoio de forças federais, ao contrário do que acontece em outros Estados, como o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, entre outros.

“É calamitosa a situação da Segurança Pública no Pará. A ação dos grupos de extermínio e os assassinatos em sequência nas periferias em vingança aos homicídios de policiais requerem o emprego de forças federais, o que não é admitido pelo governador Jatene”, acusou o parlamentar.

Ele destacou a recente chacina ocorrida em Abaetetuba, no nordeste do Pará, dando projeção nacional ao fato, que chocou a população local. Cinco pessoas foram executadas com tiros na nuca e outras quatro foram baleadas após o assassinato de um policial, na noite do dia 7 deste mês. “O Governo do Estado cruza os braços. O caos na área da segurança é profundo. Enquanto o governo (estadual) se nega a pedir apoio das forças federais, as mortes se avolumam e o crime paralelo se prolifera”, denunciou.

SÉRIE DE CHACINAS

“Uma série de chacinas vem ocorrendo no meu Estado. Já fiz aqui denúncia da existência de grupos de extermínio, em 2014, após a morte de um cabo que coordenava uma das milícias [Cabo Antônio Marcus Figueiredo, o Pet, da Polícia Militar], inclusive, tinha comandado a morte de dois chefes do narcotráfico. Como espécie de retaliação à morte do cabo, as milícias resolveram matar dez cidadãos inocentes”, ressaltou.

Edmilson Rodrigues também lembrou que, no fim de janeiro deste ano, 50 pessoas foram baleadas em Belém, resultando em 32 mortes. “Todos com sinais de execução, com pistola de uso exclusivo da polícia [crimes ocorridos após a morte do soldado Rafael da Costa, da PM]. Isso nos preocupa”, disse o parlamentar, referindo-se ao histórico de chacinas registrado em Belém.

No caso de Abaetetuba, ele lembrou que o município ganhou as manchetes da imprensa em todo o Brasil, no ano de 2007, quando descobriu-se que uma jovem de 14 anos foi mantida presa numa cela da delegacia, “junto a mais de 20 homens, quando sofreu violências sexuais. Isso envergonha a história do Pará”.

“A nossa querida Abaetetuba, terra da atriz Dira Paes e do poeta Paes Loureiro, terra linda de povo trabalhador e honesto, agora também demonstra a presença de grupos de extermínio e, novamente, após a morte de um policial, ocorreram vários assassinatos. Isso tem de ser investigado com firmeza. Quem usa uniforme não pode de forma alguma ter prática de bandido,” denunciou.

“Infelizmente, o Governo do Estado cruza os braços, e o caos, na área da segurança, é profundo. O baixo índice de resposta do Estado, seja na prevenção dos crimes, na apuração e na prisão dos criminosos confirma a falência da Segurança Pública na gestão de Simão Jatene”, criticou o deputado Edmilson Rodrigues.

CHACINA DE ABAETETUBA

Cinco pessoas foram mortas com sinais de execução, e outras quatro foram baleadas mas sobreviveram, no município de Abaetetuba, no nordeste paraense. Os crimes aconteceram horas após o assassinato do policial militar Sérgio Augusto Miranda Margalho, de 55 anos.

Os crimes foram registrados entre as 21h30 e as 23h25, em diferentes bairros do município, e, segundo testemunhas, os autores dos disparos seriam de três e quatro homens encapuzados em motocicletas.

A perícia do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que os quatro assassinatos têm características de execução. A onda de crimes no município aconteceu menos de um mês depois da maior chacina já registrada em Belém, quando 32 pessoas foram mortas. Ninguém foi preso em nenhum dos casos.

Fonte: DOL.
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Fruta típica do Brasil pode combater superbactéria

As temidas e mortais superbactérias, que resistem aos mais fortes antibióticos, poderiam ser controladas por uma espécie de planta encontrada em abundância no Brasil: a Aroeira-vermelha (ou Schinus terebinthifolius ).

O extrato da frutinha vermelha é usado, há séculos, por curandeiros indígenas da floresta Amazônica para tratar de doenças da pele. Ao estudar a cultura medicinal dos índios, pesquisadores descobriram que a planta tem propriedades que podem combater infecções letais e frear a multiplicação de superbactérias dentro do organismo.

Os antibióticos tradicionais atacam e matam as bactérias nocivas. Mas essa ação está se tornando cada vez mais ineficaz, porque os patógenos estão aprendendo a sobreviver a esse ataque. Já os compostos da aroeira funcionam de uma forma mais inteligente, desarmando as bactérias – e não destruindo.

A explicação, segundo os cientistas da Emory University, em Atlanta, seria a de que as propriedades da planta reprimem o gene que permite que as células perigosas se comuniquem entre si, interrompendo a infecção. Essa alternativa também reduziria as chances das bactérias de desenvolverem resistência.

Publicado na revista Scientific Reports , o novo estudo mostra que os compostos da planta foram utilizados para tratar, com sucesso, as lesões cutâneas de ratos infectados com superbactérias.

A aroeira-vermelha (também conhecida como peppertree), é uma espécie nativa da América do Sul, mas também pode ser encontrada na Flórida, no Alabama, na Geórgia, no Texas e na Califórnia. Também é considerada uma erva daninha com uma composição química poderosa. “As plantas persistentes têm uma vantagem química em seus ecossistemas, o que pode ajudar a protegê-los de doenças para que possam se espalhar mais facilmente em um novo ambiente”, explicou Cassandra Quave, professora de Biologia da Universidade Emory, ao Telegraph.

Se surtir o mesmo efeito em humanos, a descoberta pode trazer um alívio para a comunidade médica. No ano passado, um relatório da AMR (Antimicrobial Resistance) previa que o problema das superbactérias poderia causar 10 milhões de morte em todo o mundo em 2050, levando a medicina de volta à idade das trevas, com medicamentos comuns para prevenir infecções após as cirurgias.

Fonte: MSN.
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Construção de hidrelétrica pode levar botos à extinção

Estudo publicado em revista científica mostra que impacto poderá ser drástico.

A construção de novas usinas hidrelétricas no rio Tapajós, no Pará, poderá prejudicar a conservação das espécies de botos tucuxi e cor-de-rosa, aponta estudo publicado na revista científica Endangered Species Research. Segundo a organização não governamental World Wide Fund (WWF) Brasil, 12 empreendimentos hidrelétricos estão em processo de licenciamento na bacia do Tapajós. De acordo com o estudo, a instalação de hidrelétricas poderia resultar até em um processo de extinção destas espécies no rio Tapajós.

De acordo com a organização sem fins lucrativos, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) já havia negado, ano passado, uma concessão de licença ambiental  para a usina de São Luiz do Tapajós, prevista para ser construída futuramente. Os transtornos que a obra causaria na população indígena Munduruku foram, na ocasião, a justificativa para a não instalação do megaprojeto hidrelétrico.

A entidade chama atenção dos pesquisadores e outros especialistas sobre os riscos que a instalação provocará à população dos animais que vivem no trecho do Tapajós. Conforme um artigo publicado semana passada, no site da entidade, as cientistas e pesquisadoras do Instituto Mamirauá, Miriam Marmontel e Heloíse Pavanato, analisaram o rio para descobrir a quantidade de botos, das duas espécies, que existem na localidade e os possíveis resultados que a barreira poderá causar no curso dos botos. Entretanto, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) considera insuficientes os dados obtidos no Tapajós.

“Sabemos que os botos são muito afetados pela construção de barragens hidroelétricas. Uma barragem é um obstáculo físico intransponível, mesmo para os botos, exímios nadadores”, explica Miriam Marmontel, líder do Grupo de Pesquisa em Mamíferos Aquáticos Amazônicos do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Para ela, as pesquisas indicam o provável isolamento de subpopulações dos botos acima e abaixo dessas barragens – assim como a baixa variabilidade genética resultante destas subpopulações -, podendo levar a um processo de extinção desses animais no âmbito local.

“Um fato como este traria consequências drásticas para todo o sistema do rio. Os botos, por se alimentarem de peixes, estão no topo da cadeia alimentar. Então, eles têm o potencial de refletir o que acontece em toda a cadeia trófica”, diz Heloíse Pavanato, uma das autoras do estudo, por meio do WWF Brasil.

Segundo a especialista, a pesquisa revela ainda a necessidade de se olhar à Amazônia não só do ponto de vista da floresta – que cobre a maior parte do território da região -, mas pela biodiversidade que habita os rios, que por sua vez integram um sistema complexo que ajuda a sustentar de pé a floresta tropical.

“É a primeira vez que se se faz um estudo sobre as espécies de uma bacia hidrográfica antes do processo de licenciamento de uma obra de grande porte. Os resultados poderão redirecionar os empreendimentos ou mesmo ajudar a repensar modelos de desenvolvimento para a região amazônica”, afirma Heloise. No site www.wwf.org.br é possível encontrar o artigo na integra e mais informações disponibilizadas por Jaime Gesisky, da WWF-Brasil.

Fonte: ORMNews.
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Rodovia BR-163 é rastreada por mais de 370 câmeras em MS

Muitos usuários da BR-163/MS não sabem que, para garantir atendimento rápido e eficaz e assegurar segurança e fluidez ao tráfego, a BR-163/MS é monitorada por um Circuito Fechado de TV. O sistema é operado a partir de um Centro de Controle Operacional, CCO, instalado em Campo Grande, que supervisiona a rodovia 24 horas apoiado por um complexo aparato eletrônico.

Segundo Ricardo Medeiros, gestor de Tecnologia da Informação da CCR MSVia, são mais de 370 câmeras que rastreiam as condições do movimento de veículos da rodovia ao longo dos seus 845,4 quilômetros, de Sonora, no Norte, a Mundo Novo.

“As câmeras são controladas remotamente a partir do CCO, com intervenção direta dos operadores ou por meio automático, utilizando o DAI (sistema de detecção de incidentes) “, diz Medeiros.

O DAI envolve a identificação de mudanças no tráfego a partir de máscaras eletrônicas definidas para cada trecho de faixa da rodovia monitorado pelos equipamentos. O sistema permite detectar automaticamente, por exemplo, um veículo parado na pista ou no acostamento, movimento de pedestres e ciclistas, se o veículo está na contramão, levando em consideração sempre os critérios de velocidade, tamanho e direção. “Tão logo o sistema detecte alguma alteração, dispara um alarme para chamar a atenção dos operadores”, diz Medeiros.

A qualidade das imagens surpreende na sala principal do CCO. Um é composto por 30 monitores com alta resolução de 55 polegadas cada compõem um vídeo wall de monitoramento. Os monitores estão distribuídos em três linhas de 10 colunas. Com isso, é possível exibir até 160 câmeras simultaneamente, sem perda de definição.

Para situações emergenciais, como um acidente, por exemplo, o vídeo wall apresenta o chamado de “layout de crise”, que permite formar uma única imagem com nove monitores centrais.

De acordo com Ricardo Medeiros, para facilitar o trabalho de rastreamento da BR-163/MS, a cada um minuto, há um revezamento automático das imagens mostradas, possibilitando um panorama geral da rodovia em tempo real. As câmeras mudam o sentido de visualização, ou seja, ficam quatro minutos voltadas para o Norte e quatro minutos para o Sul.

“As câmeras estão instaladas em média a 2 quilômetros de distância umas das outras, sendo que cada uma está posicionada em um ponto que permita ‘enxergar’ a próxima câmera. Dessa forma, temos ampla cobertura da rodovia”, informa o gestor, destacando que o sistema permite captar objetos de, no mínimo, 50 centímetros cúbicos.

Além do monitoramento de toda a rodovia com o auxílio das câmeras, o CCO é responsável pelo registro de todas as ocorrências na pista, bem como pela coordenação de todos os recursos disponibilizados pela CCR MSVia, do atendimento telefônico gratuito aos usuários, por meio do Disque CCR MSVia, que atende através do telefone 0800 648 0163, e da Unidade de Resposta Automática – URA, que dá informações eletrônicas das condições de tráfego sem a necessidade do contato direto do usuário com as atendentes. Também são gerenciadas as informações e orientações aos usuários por meio dos PMV’s – Painéis de Mensagens Variáveis – móveis e fixos.

Fonte: fatimanews
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Maior cidade do Texas é devastada por tornados

Pelo menos seis pessoas ficaram feridas; quatro edifícios foram destruídos, outros foram danificados

Seis tornados atingiram a costa litoral ao sudeste da maior cidade do Texas, Houston, e deixaram feridos nesta terça-feira (14), de acordo com a agência Associated Press.

Segundo a agência, pelo menos seis pessoas ficaram feridas devido aos fenômenos meteorológicos — tornados — que atingiram uma área próxima à cidade mais populosa do estado do Texas, mais precisamente, a 113 quilômetros da mesma.

Conforme informações, quatro edifícios foram destruídos, outros foram danificados. Sete pessoas foram levadas ao hospital. As vítimas apresentavam ferimentos leves.

Destaca-se que uma série de tornados fracos foi detectada em outras zonas ao sudeste de Houston. Além disso, precipitações abundantes foram registradas na zona oeste da cidade de Ostin.

O serviço meteorológico alarmou presença de tornados em muitos estados norte-americanos. Vários serviços especiais estão restaurando eletricidade em alguns distritos enquanto funcionários do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) estão oferecendo ajuda às vítimas.

Mais cedo, foi informado que tornados atingiram a maior cidade do estado sulista de Louisiana, deixando 30 pessoas feridas.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Combate ao ‘Aedes’ mobiliza 67 mil militares

O recorde de envolvimento de militares nessas ações é de 2011, quando 11,8 mil foram acionados

O ano de 2016 representou um recorde de mobilização de militares nas chamadas ações subsidiárias. Essas atuações consistem em apoio a eventos comunitários, ações cívico-sociais e campanhas de saúde pública. No ano passado, em meio ao aumento de casos de doenças transmitidas pelo mosquito, a mobilização nacional de combate ao Aedes aegypti fez com que fossem às ruas 67,6 mil militares do Exército.

O mutirão ocorreu com objetivo de identificar e extinguir focos do inseto em diversas cidades. Os homens de farda já participaram de outras iniciativas municipais com o mesmo objetivo, como em janeiro de 2016 em São Paulo.

O recorde anterior de envolvimento de militares nessas ações havia sido em 2011, quando 11,8 mil foram acionados.

A quantidade de operações desenvolvidas no ano passado também foi a mais alta dos últimos dez anos: 27. No ano em que menos participou dessas atividades, o Exército desenvolver 14 operações, em 2006.

Em dez anos, foram desenvolvidas 245 operações, com emprego de 132 mil pessoas. As naturezas das atuações aqui também são diversas, indo desde escavação de poços e distribuição de água no interior de Estados do Nordeste a apoio a comunidades indígenas da região amazônica por intermédio dos pelotões especiais de fronteira.

Entre as ações subsidiárias desenvolvidas pelo Exército ainda está a execução de obras de engenharia em diversas regiões do País, como parte dos esforços do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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