Picape sai da pista e atinge caminhonete às margens da BR-163 em Sinop

 O acidente foi registrado, esta manhã, no quilômetro 831 da BR-163. De acordo com a concessionária Rota do Oeste, que administra a rodovia federal, a colisão ocorreu perto do viaduto do bairro São Cristóvão e envolveu uma Fiat Strada branca e uma caminhonete Ford F-1000 preta.

Segundo a concessionária, a Strada saiu da pista e acabou colidindo com a caminhonete, que estava estacionada na rua Colonizador Ênio Pipino (lateral da rodovia). O motorista da caminhonete não ficou ferido. O condutor da Strada, por outro lado, não foi localizado.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar registram o acidente. As causas e responsabilidades passam a ser apuradas.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Com morte cerebral, jovem é mantida viva para dar à luz

Ela foi mantida viva por mais de 100 dias para salvar os dois bebês.

Frankielen da Silva Zampoli tinha 21 anos e estava grávida de gêmeos quando teve uma hemorragia cerebral. A família e os médicos do Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, na Região de Curitiba, decidiram mantê-la viva, mesmo depois da morte cerebral, pra salvar os dois bebês. Deu certo: os bebês nasceram na segunda-feira (20).
Foram 123 dias de uma batalha pela vida. De carinho, de dedicação, de acreditar no que parecia impossível. Frankielen chegou ao hospital com uma hemorragia grave no cérebro. Três dias depois, os médicos constataram a morte cerebral.

A jovem não tinha mais chances de viver, mas, dentro dela, batiam mais dois corações: o de Azaphi e o de Ana Vitória. A gestação estava apenas começando, no segundo mês. A equipe médica tinha, então, o desafio de manter o corpo da mãe funcionando para que os dois bebês pudessem se desenvolver.
“Nós precisávamos manter a pressão adequada da mãe, a oxigenação adequada e manter todo o suporte hormonal e nutricional dela”, explica o médico Dalton Rivabem.

Cada minuto, cada avanço, cada resposta: foi uma gravidez monitorada 24 horas por dia e comemorada nos detalhes por médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e outros profissionais da saúde.

Frankielen foi atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os cuidados, estava uma ecografia todos os dias. O principal desafio, contam os médicos, era a de fazer com que os bebês sentissem o afeto que a mãe não podia dar. Pra isso, família e equipe acariciavam a barriga, conversavam e cantavam para os bebês.

“Nós trouxemos canções para as crianças. Cantávamos: ‘Nós amamos vocês, um dia de cada vez'”, conta a capelã e musicoterapeuta Érika Checan.
Foi no hospital, cercada de carinho, que Frankielen ficou durante os sete meses de gravidez e até os médicos não poderem mais esperar. Os bebês nasceram com a saúde compatível com a de prematuros dessa idade.

Hoje, os bebês ficam isolados porque precisam de muitos cuidados, principalmente por causa do risco de infecção. Ana Vitória, que nasceu com um 1,4 quilo, é um pouquinho maior do que o irmão Azaphi, que veio ao mundo com 1,3 quilo.

Para os familiares, a hora mais importante do dia é o momento da visita aos irmãos. É um encontro especial, de olhares apaixonados, de preencher o coração machucado. Os médicos avaliam que ainda é cedo pra arriscar dizer como eles vão se desenvolver e se ficou alguma sequela.

Porém, o histórico deles, certamente, aponta para a superação. “Foi um momento, para mim, muito bom, de muita felicidade, dia após dia. Lá dentro, a felicidade transborda, dá ânimo de vida na gente, né?! Não tem preço, sabe. A força vem deles muito pra minha vida. Da minha esposa, vai ficar a saudade e o aprendizado”, explica o pai, Muriel Padilha.

Frankielen está sendo velada na manhã desta quarta-feira (22) e deve ser enterrada na sequência.

Fonte: G1 .
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Brasil pretende inaugurar novo acelerador de elétrons em 2018

Projeto já mobilizou R$ 121 milhões para construção de uma das primeiras fontes de luz síncrotron do mundo

O governo brasileiro pretende inaugurar, em 2018, o acelerador de elétrons Sirius, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) em Campinas (SP). Em construção desde dezembro de 2014, o Sirius é uma das primeiras fontes de luz síncrotron de quarta geração no planeta, projetada para ter o maior brilho dentre os equipamentos na sua classe de energia, abrindo novas perspectivas de pesquisa em áreas como ciência dos materiais, nanotecnologia, biotecnologia, física e ciências ambientais.

“As obras estão continuamente evoluindo e estão dentro da perspectiva de inauguração em junho de 2018”, disse o diretor do LNLS, Antonio José Roque, em reunião nesta terça-feira (21) no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com a participação da Casa Civil da Presidência da República e Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

Segundo ele, sem levar em conta os desembolsos em construção civil e recursos humanos, o Sirius já mobilizou R$ 121 milhões, dos quais R$ 74 milhões foram aplicados no mercado brasileiro e R$ 47 milhões no exterior. “Ou seja, 61% dos recursos bancaram conteúdo nacional. E se considerarmos obras e RH, esse percentual sobe para aproximadamente 89%”, apontou Roque. “Não há no país projeto de tal porte com números tão expressivos.”

Roque acrescentou que há recursos em caixa até abril deste ano para seguir o cronograma de construção do Sirius e alertou para os impactos de uma eventual paralisação, a exemplo da perda de pessoal altamente qualificado para outros projetos internacionais de fonte de luz síncrotron. “A partir de 2014, quando assinamos o contrato de construção, tivemos que fazer uma série de ajustes para manter o cronograma, mas agora já não há espaço para readaptar, porque temos encomendas a serem feitas neste semestre.”

Roque também reafirmou a importância do novo acelerador, que deve possibilitar uma mudança qualitativa nas pesquisas dos usuários do anel UVX, máquina de segunda geração também operada pelo LNLS, no campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). A radiação síncrotron é uma ferramenta científica voltada a analisar diversos tipos de materiais, orgânicos e inorgânicos.

O coordenador-geral de Unidades de Pesquisa e Organizações Sociais do MCTIC, Luiz Henrique Borda, lembrou que o Sirius deve se tornar a mais moderna fonte de luz síncrotron do mundo, com capacidade de elevar o patamar da ciência brasileira. “Então, ele não pode dar errado nem atrasar.”

Perspectivas

De acordo com o diretor do LNLS, o planejamento indica que o Sirius será inaugurado em 2018 com quatro linhas de luz – estações experimentais onde os materiais são analisados após serem atravessados por raios. O projeto prevê capacidade de até 40 linhas, 13 delas na primeira fase, a ser concluída em 2020. O único equipamento de quarta geração do mundo, a fonte MAX IV, instalada em Lund, na Suécia, começou a operar em 2016 com apenas uma estação, mas, para Roque, o Sirius tem condições de ultrapassar a fonte sueca em vanguarda tecnológica.

“O MAX abriu a porta, mas nós ainda temos uma grande janela”, comparou. “O nosso projeto tem uma série de características mais flexíveis, e a nossa máquina pode ser mais otimizada, com um brilho maior, porque, obviamente, quem vem depois pode se sair melhor. Mas não é somente por isso. Nós temos outro diferencial, pela interação da parte científica com a de aceleradores, já que as nossas linhas de luz têm soluções hoje mais interessantes. Temos oportunidade de começar a tirar ciência de ponta, apesar de sair depois, junto ou até um pouco na frente do MAX em algumas áreas.”

Na visão de Roque, os Estados Unidos perderam a oportunidade de liderar a quarta geração porque não tiveram “a coragem da Suécia de investir nessa tecnologia” quando construíram seu último acelerador, no Laboratório Nacional de Brookhaven. “Mas agora eles já estão correndo atrás e já têm o projeto de upgrade do APS [Advanced Photon Source] de Argonne”, informou. “E a Europa, como um todo, tem outra grande fonte de síncrotron, em Grenoble, na França, onde fica o ESRF [European Synchrotron Radiation Facility], que também se movimenta para alcançar o nível do MAX e do próprio Sirius.” As informações são do portal do MCTIC.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Maior produtor do mundo, Brasil terá que importar café

Após seca no Espírito Santo, a importação de café robusta foi liberada

O Brasil, que é o maior produtor do mundo de café, terá que importar o produto por quatro meses devido a uma quebra de safra que prejudicou as plantações nacionais, principalmente as do Espírito Santo.

Será a primeira vez que o Brasil comprará uma significativa quantia de café de outros países concorrentes para poder suprir a demanda interna e evitar o aumento do preço e a escassez do produto no mercado.

O governo autorizou, por meio de uma instrução normativa publicada no Diário Oficial da União (DOU), a importação por quatro meses do tipo de café robusta, que é mais amargo e mais barato, geralmente usado para a produção de café solúvel. Foi justamente o café robusta o afetado pela estiagem e pela quebra de safra. O outro tipo de café mais nobre, o arábica, não sofreu danos pela falta de água.

Nos últimos 12 meses, o preço do café solúvel subiu 14,9%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), analisado pelo IBGE. No café em pó, a alta foi de 20%. A maior parte do café a ser importado deve vir do Vietnã, segundo maior produtor de café, com 26,7 milhões de casas. O Brasil produz 56,1 milhões. O terceiro lugar é ocupado pela Colômbia. (ANSA)

Fonte: Notícias ao minuto.
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Câmara municipal de itaituba aprova projeto de lei que autoriza o município a fazer convênio com instituição financeira

O CONVENIO VAI AUTORIZAR O EXECUTIVO A TRANSFERIR O LOCAL DE PAGAMENTO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS.

O projeto de lei de autoria do executivo recebeu parecer favorável da comissão  de finança e orçamento e da comissão de legislação e justiça da câmara municipal. O projeto de lei que autoriza o município a  celebrar convenio de cooperação técnica e administrativa  com instituição financeira foi aprovado na sessão de ontem.

A proposto do executivo é de que o banco vencedor da licitação terá que depositar nas contas do  município o de 8 milhões como contra partida do convenio, o dinheiro será usado na compra de equipamentos, maquinas e veículos para a prefeitura.

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Vereador Wescley Tomaz

 

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Vereador Dirceu Biolchi

Durante a aprovação do projeto de lei,  também foi votado uma emenda dos vereadores Wescley e Dirceu pedindo que na compra seja incluído duas ambulâncias para a região da trans-garimpeira e Moraes Almeida. De acordo com a câmara de vereadores, todos os bancos podem participar da licitação, mas até agora a caixa econômica foi quem mostrou maior interesse pelo convenio.

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Vereador Diego Mota presidente da comissão de Finança e Orçamento da C .M.I

Mas segundo o presidente da comissão de finanças e orçamento da câmara, o banco vencedor da licitação terá que garantir um atendimento aos servidores municipais.

Fonte: https://www.facebook.com/plantao24horasnews/ com informações do repórter Marinaldo Silva.
Imagens: Weslen Reis
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Estados e municípios recebem nesta 4ª recursos do Fundeb

Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí vão receber a complementação

Os estados e municípios brasileiros recebem hoje (22), em suas contas-correntes, a parcela do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) relativa a fevereiro. Do total de R$ 918,97 milhões repassados, R$ 91,89 milhões (10% do total) devem ser destinados à complementação do pagamento do piso do magistério.

Os estados que vão receber a complementação são Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí. De acordo com a lei, a União repassa a complementação aos estados e municípios que não alcançam, com a própria arrecadação, o valor mínimo nacional por aluno estabelecido a cada ano. Em 2017, esse valor é de R$ 2.875,03.

O Fundeb é formado, quase totalmente, por recursos provenientes de percentuais de tributos, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), e transferências vinculadas à educação. Além desses recursos locais, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais.

Os recursos do fundo, repassados aos estados e municípios, devem ser aplicados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais. A verba também pode ser aplicada em despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, a aquisição de equipamentos e a construção de escolas.

Fonte: ORMNews.
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Justiça suspende licença de mineradora canadense no Pará

Juiz quer que famílias sejam realocadas da área do empreendimento.
Empresa Belo Sun recorrerá da decisão do juiz da Vara Agrária de Altamira.

O juiz Álvaro José da Silva Sousa, da Vara Agrária de Altamira, determinou a suspensão da licença de instalação do Projeto Volta Grande, localizado no município de Senador José Porfírio, sudoeste do Pará. Na decisão, ele determina que a empresa Belo Sun se abstenha de praticar qualquer atividade permitida por meio da licença de instalação enquanto não houver a regular retirada das famílias moradoras da área de incidência do projeto minerário, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 10 mil. Ele pede ainda que a empresa deverá providenciar imediata retirada de placas que restrinjam a livre circulação das populações rurais da Vila Ressaca, Galo, Ouro Verde, para que a população tenha livre acesso aos recursos naturais para subsistência.

A empresa canadense Belo Sun Mineração informou que vai recorrer da decisão da Justiça de Altamira. Segundo a empresa, no curso do licenciamento ambiental preparou um Programa de Realocação, Negociação e Inclusão Social, que beneficiará as Vilas Ressaca e Galo, tendo em vista que ambas fazem parte da área diretamente afetada do empreendimento. As famílias desses locais foram cadastradas em duas campanhas censitárias, em 2012, durante a fase de licença prévia, com o acompanhamento de representante da Prefeitura de Senador José Porfírio e comissão de moradores.

A Belo Sun diz ainda que o processo de realocação se dará com a participação e consulta dos beneficiados. Ainda em 2017, a empresa deve atualizar o cadastro socioeconômico e discutir o planejamento da realocação com os moradores.

Decisão judicial
A decisão, requerida pela Defensoria Pública, é contra a “retirada compulsória de famílias residentes nas áreas de garimpos no município, bem como o fim das atividades de caça, pesca e garimpagem nas áreas comuns daquelas comunidades”.

O juiz afirma que a empresa está adquirindo irregularmente terras públicas federais de pessoas que se diziam proprietárias e donas de garimpos e antigos garimpos. Para a Justiça, toda a área do empreendimento da empresa Belo Sun é formada por terras públicas federais, com posse pacífica das famílias que se encontram no local, que totalizam 977 em cinco comunidades diferentes.

Na decisão, o juiz Álvaro José da Silva Sousa cita que o INCRA informou em juízo que as áreas denominadas Vila Ressaca, Ouro Verde e Vila galo estão localizadas dentro dos limites da Gleba Ituna, que foi discriminada e arrecadada pela União na década de 80 e por isso se trata de terra pública e de interesse de regularização fundiária.

“A decisão não é sobre o mérito  da condição das terras sobre as quais o empreendimento minerário obteve licença de instalação e muito menos sobre a delimitação e demarcação da área, mas sim sobre a duração (demora) do procedimento administrativo com relação as famílias que lá se encontra. O órgão governamental, o INCRA ou Iterpa, ou outro que venha a ser indicado, está inteiramente livre para encaminhar o tema. O que não se pode é que as famílias moradoras das áreas em questão fiquem sem saber que destino terão, por tempo indefinido e desarrazoado , ainda mais neste momento em que a licença de instalação foi concedida”, afirma o despacho.

Para o juiz, “embora não conste nos autos, é fato público e notório que a licença de instalação foi concedida sem a retirada das famílias que há décadas moram na área de abrangência do projeto e isto de certa forma  pressiona as famílias a aceitarem qualquer imposição que ao menos em tese venha a ser feita para retirada das mesmas”.

Polêmica
O projeto da mineradora Belo Sun é polêmico. Especialistas acreditam que ele pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente. Segundo o governo do Pará, foram três anos de análises para a liberação desta licença. A expectativa é que o projeto gere 2.100 empregos diretos na fase de implantação, e 526 na fase de operação.

Ao longo dos 12 anos, a empresa deve pagar mais de R$ 60 milhões em royalties de mineração para o estado – quase R$ 5 milhões por ano. O valor pago em impostos deve ser ainda maior: cerca de R$ 130 milhões para o país, estado e município durante o período de instalação, e depois R$ 55 milhões por ano.

Condições para a licença
Uma das exigências para a emissão da licença foi que a economia paraense fosse beneficiada pelo projeto, por isso a produção de ouro no Xingu deve ser realizada no estado. A empresa se comprometeu a instalar uma refinaria, verticalizando a produção.

Para a liberação da licença, a Secretaria exigiu mudanças no projeto, impedindo a captação de água do rio Xingu e exigindo o monitoramento da qualidade do ar, nível de ruído, vibração e gerenciamento de resíduos, além da recuperação das áreas degradadas.

A Semas também solicitou que a empresa elaborasse estudos para garantir a segurança das comunidades indígenas da região, que vivem entre 12 e 16 km de distância do garimpo. De acordo com a legislação, a distância mínima entre um garimpo e uma aldeia deve ser de 10 km.

Fonte: G1 PA.
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Homem sem um olho e colega sem perna são suspeitos de assalto no CE

Os dois foram flagrados por câmeras de segurança quando assaltavam.
Vítima trabalhava no local quando foi abordada pelos homens.

A Polícia Civil identificou nesta terça-feira (21) a dupla – um cego de um olho e um comparsa sem uma das pernas – que assaltou um funcionário da Companhia de Água e Esgoto do Ceará na quarta-feira (15), em Fortaleza. O crime foi filmado por câmeras de segurança de um estabelecimento próximo ao local da ação.

Conforme o 12º Distrito Policial, no Bairro Conjunto Ceará, o delegado responsável pelo caso pediu a prisão dos suspeitos. A delegacia aguarda decisão da Justiça para realizar a prisão da dupla.

A vítima do assalto trabalhava no local quando foi abordada pelos homens. Um deficiente físico que não tem uma das pernas pilotava a moto, e o segundo suspeito, que estava armado, tem apenas um olho, de acordo com a Polícia Civil. O celular e carteira foram levados durante a ação.

Fonte: G1.
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Drogas e armas são apreendidas em Vigia, no Pará

Duas pessoas foram presas.
Operação Paiol II cumpriu mandados judiciais de busca e apreensão.

Duas pessoas foram presas durante a operação Paiol II, realizada em Vigia-de-Nazaré, no nordeste do Pará, nesta terça-feira (21). A polícia apreendeu uma pistola calibre 380, 16 munições e mais de R$ 20,4 mil em dinheiro referentes à venda de drogas.

Ao todo, 12 mandados judiciais de busca e apreensão foram cumpridos na ação policial que teve por objetivo prevenir ocorrências de crimes, como roubos e homicídios, nas vésperas do período de Carnaval no município.

Sob coordenação da Superintendência da 3ª Região Integrada de Segurança Pública do Guamá (3ª RISP), que congrega mais de 20 cidades no nordeste do estado, a operação policial contou com atuação de mais de 45 policiais civis.

Fonte: G1 PA.
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OAB pressiona Governo do PA sobre a série de assassinatos em janeiro

Ordem exige investigação profunda e célere dos ataques registrados.
27 pessoas foram assassinadas nos dias 20 e 21 de janeiro de 2017.

A Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB-PA) protocolou na última segunda-feira (20) uma Carta Aberta ao Governador do Estado do Pará, Simão Jatene, cobrando maior agilidade na solução das investigações sobre a série de assassinatos que ocorreu em diversos bairros de Belém em janeiro de 2017 que deixou 27 pessoas mortas e 22 feridas.

A carta assinada pela OAB e diversas organizações não governamentais (ONGs) exige do governo paraense uma investigação profunda e célere dos ataques registrados, apontando indícios de participação de agentes estaduais no crime, e também pedindo para que o Governo Federal realize uma investigação independente.

A série de assassinatos que ocorreu nos dias 20 e 21 de janeiro deste ano completou um mês na última segunda-feira e até o momento ninguém foi preso. A OAB faz relação da chacina deste ano com a que o correu no final de 2014, que deixou 11 pessoas mortas, ressaltando que a Assembleia Legislativa do Estado do Pará instaurou a CPI das Milícias, que concluiu a existência de grupos de extermínio em atividade no estado.

Outro ponto que criticado pela OAB é a fragilidade do programa de proteção à testemunha, o Provita. Segundo o órgão, o programa não funciona em sua plenitude proposta e por isso testemunhas sentem medo de sofrer atentado à vida, como ocorreu quando dois homens encapuzados realizaram um atentado em 26 de janeiro contra o sobrinho de um dos sobreviventes das execuções deste ano. Na ocasião, mais três jovens ficaram feridos.

“A polícia usa as denúncias anônimas, mas se faz necessário, muitas vezes, que pessoas que tenham conhecimento ou saibam algo sobre esse grupo organizado que vem cometendo esses homicídios possam ser identificados. Mas, o sistema de proteção a essas testemunhas não é de todo perfeito e gera toda uma problemática que faz com que as testemunhas não se sintam seguras para ir até a autoridade policial”, avaliou Rodrigo Godinho, presidente da Comissão Segurança Pública da OAB-PA.

De acordo com o secretário de Justiça e Direito Humanos (Sejudh), Michell Durans, o Pará conta com 37 pessoas dentro do Provita, entre pessoas diretamente protegidas e familiares. Segundo o secretário, para que alguém entre no programa de proteção, o serviço precisa ser provocado pela autoridade policial, pelo Ministério Público, pelo Tribunal de Justiça ou por um representante da sociedade civil.

“No que diz respeito à situação das mortes que aconteceram (durante a chacina de janeiro deste ano), hoje estamos acompanhando as investigações juntos com a autoridade policial e estamos aguardando esta provocação como foi dito. Depois a equipe técnica, uma vez que ela seja chamada, para poder estar acompanhando essa pessoa, para estar disponível existem alguns critérios para esta pessoa ser ingressada dentro do programa, que são justamente esses critérios analisados pela equipe técnica”, explicou Michell Durans.

“O programa de proteção tem alguns critérios para poder entrar. Muitas vezes acontece dessas vítimas não aceitar esses critérios. Mas o programa de proteção está aberto a qualquer pessoa, que funciona na condição de colaborador do inquérito policial”, completou.

Fonte: G1 PA.
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